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2. Noite de Núpcias


Fic: Fugitiva - Versão Estendida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Assim que a cerimônia terminou e o juiz e as testemunhas saíram Hermione não sabia o que fazer. Blaise e Pansy desejavam felicidades à Draco e a castanha se aproximou da única janela olhando através do vidro vendo os trouxas irem e virem sem, com certeza, vê-la de volta. Se assustou quando notou a presença de alguém ao seu lado.


- Felicidades! Parabéns Granger. – Pansy disse sem saber ao certo o que dizer. Herrmione se virou para ela com uma expressão confusa, mas a morena também mirava a janela. – Ops! É Malfoy agora.


- Er... Obrigada Parkinson.


- É Zabini. – corrigiu divertida.


- Meus parabéns também.


- Já fazem dois anos, mas obrigada.


- Pansy. – Blaise chamou e a morena se virou indo na direção dele.


O moreno a abraçou e se despediram de Draco saindo em seguida da sala também.


- Vamos.


- Parkinson estava tentando se passar por boazinha e envenenar minha bebida na primeira oportunidade ou o quê?


- Os Zabini sabem do nosso acordo e Pansy apenas estava tentando ser gentil. Os sonserinos não são tão ruins quanto você pensa.


- Claro. Voldemort também não era de todo ruim.


- Vamos antes que percamos a chave de portal. – Draco ignorou a ironia dela e a puxou pela mão para fora da sala.


Seguiram em silêncio até o andar superior, ainda sem soltarem as mãos. Apenas quando entraram em uma sala com apenas uma mesa com uma caneta-tinteiro que já brilhava.


- Rápido! – Draco exclamou puxando-a com mais força.


Alcançaram o objeto quando o brilho de intensificou e os dois sentiram a sensação de serem puxados e logo se viram em meio ao redemoinho que os levaria para algum lugar que Hermione desconhecia.


- Solte! – Draco gritou acima do barulho.


Hermione obedeceu quando o viu soltando a minúscula caneta, rodopiaram no ar e a castanha fechou os olhos e só voltou a abrir quando sentiu o impacto com o chão, mesmo depois de anos não havia adquirido a técnica certa para viajar por chaves de portal como o Sr. Weasley. Suas mãos e joelhos atingiram um terreno liso, ergueu a cabeça dando de cara com a fachada de um luxuoso hotel, só se deu conta de que ainda estava no chão quando sentiu que era puxada para cima.


- Descansa outra hora Granger.


A castanha bufou da piada. Draco a pegou pelo braço guiando-a até a recepção, em todos os lugares Hermione via pessoas surgirem com um simples rodopio ou caírem suavemente, haviam muitas plantas ao redor e o sol era forte, “país tropical” deduziu.


- Estamos num hotel bruxo?


- Porque achou que iríamos para um trouxa?


- Onde estamos?


- Uma ilha à Leste do Brasil. Indetectável para os trouxas. Há um vilarejo no lado Norte e esse Resort aqui no lado Sul.


- Você poderia ter me avisado que viríamos para uma ilha tropical. Eu teria feito compras, só tenho roupas de frio.


- Você poderá fazer compras. Aqui. Foi por saber que só tínhamos roupas de frio que não trouxemos bagagens.


- Mesmo assim deveria ter me avisado.


- Você vai se esquecer desse detalhe quando começar a se divertir.


- Ainda bem que coloquei uma roupa leve para o casamento, senão estaria derretendo nesse exato momento.


- Deixa de exageros Granger.


- É Malfoy agora. – disse debochada.


Draco parou e a olhou, encarando-a no fundo dos olhos, então deu um meio sorriso e continuou a andar arrastando-a com ele.  Entraram no luxuoso saguão do hotel dirigindo-se à bancada da recepção.


- Boa tarde senhor! Seja bem vindo, é um prazer para nós recebê-lo em nosso hotel. – a recepcionista disse assim que se aproximaram.


- Eu sou invisível? – Hermione disse rispidamente. – Não me lembro de ter colocado nenhum feitiço de desilusão ou uma capa de invisibilidade esta manhã.


- Oh! Não havia notado que estavam juntos.


- Geralmente quando duas pessoas entram de mãos dadas em um local significa dizer que estão sim juntas.


- Perdoe-me senhorita.


- Senhora Malfoy, por favor.


A recepcionista abaixou a cabeça envergonhada enquanto Hermione soltava fogo pelas ventas. A mulher pegou um pergaminho e o estendeu na direção de Draco.


- Basta assinar para que a suíte seja liberada Sr. Malfoy. – A tranca da porta é mágica, só se destravará para quem o senhor quiser.


- Obrigado. – o loiro disse devolvendo o pergaminho assinado. – Tenha um bom dia.


Draco se virou puxando Hermione que ainda lançava olhares assassinos para a recepcionista. Entraram no elevador e subiram até o último andar.


- Que mulher mais desavergonhada! – Hermione exclamou. – Dar em cima de um cliente assim na cara dura, ainda mais um cliente claramente acompanhado.


- Ciúmes? – Draco perguntou sorrindo.


- De você? Como se eu fosse me incomodar com as mulheres fáceis que te dão asa. Estou incomodada com a falta de respeito daquela mulherzinha. Eu quero falar com o gerente dessa espelunca!


Hermione batia o pé como uma criança birrenta enquanto Draco e os demais ocupantes do elevador prendiam o riso. Quando o elevador parou no último andar o loiro saiu do elevador, mas a castanha não imitou a ação.


- O que está esperando Granger?


- Eu quero falar com o gerente. Não vou à parte alguma antes de...


- Eu não estou com paciência para os seus chiliques Granger, por isso saia desse elevador agora.


- Não irei desistir Draco. Aquela insolente merece uma bronca.


- Você pode fazer isso mais tarde.


Hermione bufou dando-se por vencida, Draco sorriu observando-a sair do elevador e parar ao seu lado, ela o chamara pelo primeiro nome sem sequer se dar conta. Seguiu na frente ao longo do corredor, se dirigindo para a porta ao final do mesmo.


- Porque precisava pegar uma suíte presidencial? Uma comum resolveria o problema do mesmo jeito.


- Estamos em Lua-de-mel Granger, e mesmo que não estivéssemos eu só quero tudo do bom e do melhor.


Hermione bufou mais uma vez. Chegaram à porta e Draco a abriu dando passagem à castanha. O quarto era amplo, havia uma pequena sala com um sofá e duas poltronas logo após a porta principal. As paredes tinham um tom leve de rosa salmão e em algumas delas podiam se ver pinturas à óleo de pintores trouxas e quadros bruxos. Depois da sala vinha o dormitório, à direita havia portas de madeira branca dando entrada para o closet, uma mesa para dois estava mais próxima à parede e à porta, outras três poltronas estavam distribuídas pelo quarto. Uma grande cama de casal de dosséis estava no centro do aposento, com vários travesseiros, lençóis acetinados e um fino tule rodeando-lhe. De cada lado da cama havia portas de vidro, cada uma dando para um pequeno balcão com vista para o mar.


Do outro lado do aposento havia uma penteadeira e outra porta de madeira, esta dando para o imenso banheiro, com uma pia de mármore e um espelho que ocupava boa parte da parede, apoiadores e cabides estavam ao lado da pia, uma imensa banheira branca estava ao centro do cômodo e havia um box de vidro ao fundo.


Quando Hermione saiu do banheiro encontrou Draco sem os sapatos, com a calça comprida desabotoada e e abrindo os botões da camisa.


- O que está fazendo? – perguntou alarmada.


- Me despindo. – o loiro respondeu como se fosse óbvio.


- Faça isso no banheiro, não sou obrigada a vê-lo nu.


- E como acha que vamos transar sem que você me veja nu?


- Eu não vou transar com você. – Draco ergueu uma das sobrancelhas ao ouvi-la protestar, então ela se corrigiu. – Não agora pelo menos.


- E o que nos impede Granger?


- Você! Está louco se acha que irei simplesmente me deitar com você assim.


- Você tem problemas garota? Precisamos consumar o casamento.


- Mas não é necessário que seja agora. Acabamos de chegar, estou cansada e estressada e você não pode querer que me deite aí do nada e o deixe me possuir.


- Você fala como se eu fosse um demônio.


- Você me entendeu seu bastardo.


- Que boca suja Granger.


- Argh! Não vou discutir com você, vou ignorar suas idiotices e sua falta de cavalheirismo.


- É só uma transa Granger.


- Oh, me desculpe se não sou como você que e não me deito com qualquer um.


- Eu não sou qualquer um. Sou seu marido.


- Não oficialmente. – rebateu sarcástica. – Iremos consumar o casamento quando você for um cavalheiro.


Hermione se virou indo na direção do closet, Draco aproveitou e entrou na mente dela sem que ela percebesse e viu que ela tinha medo por ainda ser virgem. A revelação o assustou e o animou, ela era pura e ele seria seu primeiro, e único se dependesse dele, homem dela. Sorriu vendo-a entrar no closet e voltar em poucos minutos segurando um sobretudo e o avaliando.


- Porque tem um sobretudo no closet em uma ilha tropical?


- As noites são frias aqui e é sempre bom se estar preparado para tudo.


Hermione deu de ombros e voltou para o closet recolocando a peça no lugar, saindo em seguida e parando na frente das portas brancas sem saber o que dizer ou fazer.


- Porque não vai visitar o SPA do hotel? Fiz uma reserva para você.


- Talvez seja uma boa idéia, estou cansada e não há muito para se fazer nesse quarto.


- Eu tenho ótimas idéias do que se fazer nesse quarto.


- Eu vou lhe ignorar Draco Malfoy.


Hermione pegou a bolsa e saiu batendo a porta. Draco sorriu e tirou a camisa, agora que sabia o porque da resistência dela, sabia exatamente o que fazer, trancou a porta e pegou sua varinha, teria muito trabalho pela frente.


 


Quando Hermione voltou ao quarto no pôr do sol arregalou os olhos, precisou voltar e se certificar de que entrara no quarto certo. As luzes estavam apagadas e havia pétalas de rosas espalhadas por todo o chão e velas espalhadas pelos móveis, as grandes portas de vidro das sacadas estavam abertas, tornando-se possível ver o sol tingindo o céu de laranja enquanto se escondia no horizonte, e a leve brisa que entrava balançava as cortinas quase transparentes.


A mesa estava posta para duas pessoas, uma toalha branca rendada com um pequeno jarro de flores e um castiçal com três velas ao centro. A cama de dosséis tinha lençóis vermelho sangue e uma cortina fina de tule braço rodeando-a. Em cada um dos criado-mudos havia incensos com um cheiro leve de tutti-frutti.


Se aproximou do banheiro com medo de encontrar Draco nu com uma maçã na boca. Empurrou a porta devagar e respirou aliviada quando não encontrou o loiro. O banheiro estava vazio e cheirando à loção pós-barba de Draco, na pia de mármore estavam todos os seus perfumes e sais de banho, a banheira estava no centro do aposento, cheia e com uma espuma rosa clara, assim como no quarto, o chão do banheiro também estava coberto de pétalas vermelhas, haviam dois roupões felpudos pendurados nos ganchos da parede e mais velas enfeitavam os móveis.


Voltou para o quarto dando de cara com Draco encostado na porta do closet vestindo apenas uma calça de moletom cinza folgada, sem camisa e descalço, com os cabelos molhados e caindo por sobre os olhos enquanto segurava uma garrafa de vinho em uma mão e duas taças de cristal na outra. A essa altura quase não havia mais vestígios do sol e já começava a escurecer, o céu numa mistura e laranja e azul e as velas estavam acesas dando um ar sensual ao aposento. Hermione colocou sua bolsa numa poltrona próxima e olhou ao redor notando a falta da plaquinha de “Não incomode!” que estava do lado de dentro e que agora com certeza devia estar pendurada pelo lado de fora.


- O que é tudo isso? – perguntou baixo.


- Nossa noite de núpcias.


Hermione arregalou os olhos.


- O quê?


- Olha aqui Granger, eu quero isso tanto quanto você, por isso colabore. Estou tentando fazer com que as coisas sejam mais agradáveis para nós dois e você não está ajudando.


- Eu não esperava... Você apenas me pegou de surpresa.


- Se não fosse de surpresa, não ia. – retrucou baixo.


- Disse alguma coisa? – perguntou mesmo tendo ouvido.


- Que o jantar está servido. – desconversou.


- E o que temos no cardápio?


- Tomei a liberdade de pedir por nós dois.


- E o que escolheu?


- De entrada, pêssegos frescos recheados com creme de chocolate. Depois, um lombo recheado com molho de pêssego e uma salada caesar de peito de frango em tiras, alface rasgada, queijo parmesão ralado e croûtons. E cheesecake de chocolate e morango de sobremesa.


- Hum... Boa escolha.


Draco ergueu as sobrancelhas indicando a mesa, Hermione tirou os sapatos deixando-os num canto próximo à poltrona onde deixara sua bolsa e voltou ao banheiro para lavar as mãos e passar uma água no rosto. Quando voltou, viu Draco colocando vinho nas taças, se aproximou admirando os músculos dos braços e das costas. “O que uma guerra e alguns anos de quadribol não fazem.” Pensou reprimindo um suspiro. O loiro colocou a garrafa na mesa e se virou para ela puxando uma cadeira.


- Como estamos educados essa noite. – debochou se aproximando.


- Eu sou educado. – respondeu dando ênfase ao verbo.


- Oh, desculpe se não reparei na educação que você deve ter escondido tão bem durante todos os anos em que estudamos juntos. – retrucou enquanto se sentava na cadeira amparada por ele.


- Será que pode esquecer o passado? Éramos crianças, adolescentes.


- Não vou simplesmente esquecer tudo que me fez. Outras crianças e adolescentes não agiam como você.


- Porque não tiveram a mesma criação que eu. – Draco deu a volta na mesa se sentando de frente para ela.


- Não culpe a sua criação. Você poderia ter tido a pior educação de todas, mas não era obrigado a segui-la se não quisesse. – disse antes de provar um pêssego recheado.


- Vamos mesmo discutir isso agora? Sabendo que essa conversa não vai levar a lugar nenhum e que não vai mudar o passado?


- É justo que você ouça a verdade das maldades que cometeu.


- Eu sei melhor do que ninguém o que fiz, eu estava lá, mas as pessoas mudam.


- E você mudou pra melhor? – perguntou irônica.


- Seus amiguinhos mudaram para pior? – devolveu no mesmo tom.


Draco sorriu vendo Hermione sem resposta.


- Estamos casados agora, e estou tentando fazer nossa convivência ser a melhor possível, por isso, será que dá pra relevar o que já passou e seguir em frente como pessoas maduras?


Hermione ficou em silêncio e vendo que ela não rebateria mais, Draco voltou para o seu jantar e a refeição seguiu silenciosa, com ambos pensativos. Hermione tentava disfarçar a ansiedade, claro que o fato de ser sua primeira vez a amedrontava e que a idéia dele vê-la nua também não era agradável, mas estava feliz que fosse Draco quem a iria torná-la mulher.


Terminaram o prato principal e Draco reencheu as taças e cortou um pedaço de cheesecake para cada um deles. Hermione comia devagar, saboreando cada garfada enquanto Draco se empenhava mais em olhá-la do que comer sua sobremesa. Quando finalmente terminaram, o loiro se levantou primeiro e puxou a cadeira para que ela levantasse.


- O que achou do jantar? – perguntou tentando amenizar o clima entre eles.


- Bom. Você até que tem bom gosto... – Hermione se aproximou da porta da varanda olhando as ondas morrendo na praia. – Adoro cheesecake.


- Eu sei. – murmurou sorrindo.


- O que disse?


- Nada. Porque não toma banho enquanto eu tiro a mesa? – perguntou encarando as costas dela.


- Não vai chamar um elfo para fazer isso? – a castanha o olhou por cima do ombro com um olhar desafiador.


Draco ficou encarando-a com uma das sobrancelhas levantadas e não respondeu. Hermione sorriu zombeteiramente e entrou no banheiro fechando a porta atrás de si, tirou as roupas e parou em frente ao espelho se avaliando. Era apaixonada por Draco e queria muito virar oficialmente esposa dele, mas estava com medo, sabia na teoria como as coisas aconteceriam, mas ainda sim o loiro poderia não seguir tradicionalmente, nunca foi além de beijos e abraços com ninguém e agora quase se arrependia por querer aquele momento especial com alguém de quem gostasse de verdade.


Tomou banho na banheira preparada, sem se preocupar com o tempo e aproveitando a sensação boa da água morna e perfumada na sua pele. Saiu da banheira, depois do que pareceram horas, e se envolveu no roupão felpudo pendurado, se concentrou na camisola e na lingerie que compara e que estavam na sua mala, com um aceno de varinha, ambas as coisas apareceram dobradas em cima da pia. Uma camisola de seda rosa de alças finas, plissada abaixo dos seios, batendo na metade das coxas,um  decote em V e rendas pretas na barra e no decote; uma pequena calçinha cor-de-rosa de algodão com laçinhos nas laterais e detalhes em renda branca e um sutiã cor-de-rosa meia-taça de alças finas com bojo rendado em branco.


Vestiu as peças com cuidado e no armário embaixo da pia encontrou sua necessary, pegou seu pente e penteou os longos cabelos, os enrolando no alto da cabeça e fazendo um nó com eles fazendo com que as mechas mais curtas caíssem em cachos pequenos e delicados emoldurando seu rosto e pescoço. Passou hidratante por todo o corpo e respirou fundo pedindo forças à Merlim. Abriu a porta devagar vendo o quarto na penumbra apenas com a luz amarelada que a chama das velas produzia.


Draco estava encostado em um dos dosséis da cama, os braços cruzados junto ao peito largo e olhos percorrendo a esposa de cima a baixo. Hermione permaneceu imóvel no meio do caminho entre ele e a porta do banheiro, o loiro se aproximou e colocou as mãos na cintura fina e sentiu a castanha se encolher com o contato.


- Será que pelo menos essa noite você pode esquecer nosso passado? Precisamos consumar o casamento.


- Eu sei, mas estou nervosa.


- Eu vou tentar ser o mais gentil possível. Prometo.


Draco segurou a nuca de Hermione e aproximou seus rostos, mas ao contrário do que ela pensou, o loiro beijou seu pescoço enquanto suas mãos pegavam sutilmente na barriga dela. Foi subindo os beijos pelo maxilar e chegou à boca, primeiro apenas selando os lábios para em seguida pedir passagem com a língua, ao que a castanha deu prontamente, Se beijavam com calma, apreciando o gosto da boca um do outro, explorando cada espaço.


O loiro desceu as mãos contornando suas curvas até chegar à coxa, acariciando e apertando, Hermione envolveu seu pescoço com os braços puxando-o para mais perto fazendo o beijo se aprofundar ainda mais. Draco subiu uma das mãos por toda a lateral do corpo dela até alcançar o ombro e empurrou levemente a alça da camisola. Mordendo o lábio inferior dela, desceu os beijos pelo pescoço até o ombro enquanto sua outra mão abaixava a outra alça fazendo a camisola escorregar pelo corpo de Hermione modelando suas curvas sensualmente até atingir o chão.


- Não olhe. – Hermione sussurrou baixo.


Draco a encarou tentando reprimir um sorriso pela vergonha sem sentido dela.


- Não tem porque sentir vergonha de si mesma... Você é linda.


- Por favor.


- Mas eu sou seu marido. – sussurrou no ouvido da castanha e notou os pêlos do braço dela se arrepiarem. – Como vamos terminar se não posso te ver?


Hermione ficou em silêncio, e antes que ela arranjasse uma desculpa, Draco a abraçou puxando-a de encontro ao seu corpo, passando seus braços pela cintura fina e beijando seu colo.


- Posso te tocar também?


A pergunta surpreendeu o loiro, mas ele logo se recuperou.


- Pode fazer o que quiser.


Draco endireitou a coluna e timidamente Hermione desceu as mãos que estavam nos ombros para o tórax dele, passando apenas as pontas dos dedos fazendo calafrios passarem por todo corpo do loiro. Observava admirada os músculos tensos sem notar o olhar dele sobre si, espalmou ambas as mãos no abdômen definido e deslizou-as vagarosamente para as costas.


Sem se conter mais, ergueu delicadamente o rosto dela na direção do seu e beijou-a, colando seu corpo ao dela enquanto suas mãos subiam por sua coluna alcançando a nuca e puxando o grampo que prendia-lhe os cabelos fazendo-os caírem em cachos perfeitos pelas suas costas.


As mãos de Hermione desceram pelas costas dele até chegarem ao cós da calça, hesitando por alguns segundos antes de puxá-la para baixo, acompanhando com o olhar a peça escorregando e revelando a box preta escondendo um volume e as coxas firmes quase sem pêlos.


Aproveitando a distração dela, Draco observou melhor o corpo da esposa, as pernas bem torneadas, os quadris largos, o triângulo no meio das pernas encoberto por uma pequena calçinha cor-de-rosa de algodão com laçinhos nas laterais evidenciando suas curvas, a cintura fina, a barriga lisa e os seios fartos dentro do sutiã meia-taça rendado também cor-de-rosa.


- Sabia que esse tom de rosa bebê te deixa com um ar mais angelical ainda? – disse fazendo-a voltar a prestar atenção nele.


- Preto também combina com você. – respondeu cautelosa contendo a vontade de se cobrir.


Draco sorriu e puxou-a pela cintura colando seu quadril ao dela fazendo-a perceber seu ereção, os olhos de Hermione se arregalaram levemente em surpresa e seu corpo tremeu de ansiedade. O loiro voltou a beijar o pescoço enquanto suas mãos passeavam pelas costas dela. As velas davam um brilho diferente à pele dos dois tornando o ato mais sensual ao ver de Hermione. Draco alcançou os seios dela e beijou-os por cima do tecido rendado sentindo a pele dela se arrepiar.


Procurou pelo fecho do sutiã enquanto caminhava para a cama, conseguindo abri-lo ao mesmo tempo em que sentava puxando-a para o seu colo. Hermione sentou bem em cima da sua excitação, ficando rubra ao perceber. Draco deslizou as alças do sutiã pelos braços dela deixando os seios expostos. Notando o olhar vidrado do loiro sobre si, a castanha fez um movimento para se cobrir com os braços, mas ele foi mais rápido e segurou suas mãos, inclinando o corpo e alcançando um seio com a boca.


Hermione arqueou as costas soltando um gemido involuntário ao sentir a boca úmida do marido tocando-lhe a pele, Draco tinha uma das mãos em sua coxa e outra nas costas prendendo-a junto do seu corpo, sua boca tomava quase todo o seio dela, chupando e sugando. A castanha não conseguiu controlar os gemidos e se segurava nos ombros do loiro, apertando-os quando ele chupava mais forte. A cada novo gemido Hermione se lançava inconscientemente na direção de Draco que sentia sua ereção crescer a cada vez que o corpo dela roçava no seu, se virou um pouco na cama, deitando Hermione sobre o colchão e se deitando sobre ela sem interromper as carícias. Desceu uma das mãos por entre seus corpos, mas foi barrado quando passou da cintura, levantou o rosto dos seios dela e a encarou.


- O que você vai fazer? – Hermione perguntou sussurrando segurando a mão dele entre as suas.


Draco não sabia o que dizer ou como explicar o que pretendia fazer. Sem dizer uma palavra tentou avançar com a mão, mas Hermione a puxou de volta.


- Não. – protestou mais alto.


- Não será somente minha mão que precisará encostar em você. – disse com a voz rouca vendo a castanha enrubescer.


- Não. – repetiu mais baixo quase como uma súplica.


Draco segurou o rosto dela com uma das mãos e se aproximou beijando-a, quase que instantaneamente Hermione esqueceu de todo o resto e envolveu seus braços em torno do pescoço dele. O loiro aproveitou a distração e afastou-lhe a calçinha espalmando a mão sobre a feminilidade dela, Hermione ofegou e interrompeu o beijo, os olhos arregalados e a respiração mais descompassada ao senti-lo introduzir os dedos através das suas carnes.


- O que está fazendo? –perguntou alarmada.


Hermione começou a se remexer na cama tentando se livrar do toque, Draco soltou seu peso sobre ela e com a mão livre segurou uma de suas coxas apertando e afastando-a da outra perna.


- Preferiria tocar com a língua, mas você está muito agitada para que eu consiga. – respondeu calmamente.


A castanha ficou boquiaberta com a forma calma de Draco falar aquilo, como se estivesse dizendo que prefere sapos de chocolate a feijõeszinhos de todos os sabores.


- Será que dá pra relaxar Granger? Parece que estou prestes a te estuprar.


Hermione estreitou os olhos e deu uma tapa na cara de Draco. Por alguns instantes o loiro ficou chocado com a atitude dela, mas logo sorriu voltando a encará-la.


- Então você gosta de bater? – perguntou com um sorriso canalha no rosto. – Porque não disse logo que gosta de sexo selvagem?


- Seu...


Hermione jamais terminara o insulto, pois a boca de Draco cobriu a sua, dessa vez sem delicadeza, beijava-a avidamente mostrando todo o desejo que reprimira nas últimas semanas de tortura ao lado dela para os preparativos do casamento. A castanha correspondia à altura, seus dedos dentro dos fios loiros puxando por vezes os cabelos da nuca. Draco aproveitou e começou a movimentar os dedos na feminilidade dela, no momento Hermione estava entretida demais com o contato da língua dele com a sua e com as sensações que ele a fazia sentir para tentar impedi-lo de fazer qualquer coisa de fosse.


Os dedos de Draco hora sondavam a entrada dela, hora massageavam o clitóris sentindo-a cada vez mais úmida, com sua mão livre percorria as coxas e nádegas da castanha, os gemidos de ambos morriam na boca um do outro, suas línguas enroscadas com sofreguidão. Hermione se remexeu, gostando do toque e querendo sentir melhor o contato com ele, entreabriu um pouco as pernas dando um melhor acesso ao loiro que aprovou murmurando algo inteligível.


As carícias se intensificaram e Hermione sentia calafrios percorrendo sua espinha e seus pêlos arrepiarem, puxou o loiro ainda mais para si, as bocas ainda unidas não se importando com a falta de ar nos pulmões e o peso do corpo dele não a incomodando em nenhum momento. Sentiu suas pernas trêmulas e logo seu corpo todo tremia, afastou sua boca da de Draco jogando a cabeça para trás, arqueando a coluna e gemendo longamente quando seu primeiro orgasmo a atingiu.


Sua visão ficou embaçada, os dedos de Draco não estavam mais em sua feminilidade, mas sentia a boca dele percorrendo seu pescoço. Seu peito subia e descia acompanhando o ritmo da sua respiração descompassada, o loiro mantinha as duas mãos em suas costas mantendo-a inclinada na direção dele.


Draco aproveitou o estado de torpor de Hermione para tirar sua cueca e a calçinha dela, o que foi extremamente fácil graças aos laçinhos das laterais da peça. Deitou-se sobre ela novamente, voltando a juntar suas bocas com necessidade, sua língua explorando com adoração cada canto da boca feminina. Com ambas as mãos afastou-lhe as pernas se posicionando entre elas, a castanha enrijeceu o corpo ao sentir o membro do loiro encostar-se à parte interna da sua cocha.


- É só continuar relaxada.


- Vai doer. – sussurrou num tom que Draco não soube dizer se era de pergunta ou afirmação.


- Vai. – confirmou. – Mas vai passar.


Hermione respirou fundo e fechou os olhos fortemente.


- Eu não vou te lançar um crucios Hermione. – Draco disse suavemente e a castanha arregalou os olhos ao notar que ele usara seu primeiro nome.


Voltou a beijá-la, dessa vez com carinho enquanto suas mãos afastavam devagar as pernas uma da outra. Encaixou o corpo da melhor forma sobre ela, com uma das mãos segurou na cintura fina e com a outra segurou uma das coxas torneadas. Continuou a beijá-la enquanto se arremetia contra ela, sentindo a barreira de sua virgindade impedindo-o de ir mais fundo. A essa altura Hermione já não o beijava mais, tinha a respiração descompassada e o segurava pelos ombros como se fosse uma bóia em um naufrágio.


Levantou o rosto observando atentamente cada traço do rosto delicado enquanto continuava seu esforço, sentindo o hímen se rompendo e vendo a face de Hermione se contrair cada vez mais. Quando viu os olhos castanhos marejarem se decidiu por terminar de uma vez por todas com a agonia dela, segurando-lhe a cintura, deu uma única investida e sentiu a inocência dela se romper enquanto ela mordia os lábios com força reprimindo um grito de dor.


Tentou ficar o mais imóvel possível esperando que ela se acalmasse. Hermione virou o rosto enterrando-o no travesseiro e mordendo com força, o loiro desceu os lábios para o pescoço distribuindo beijos e lambidas, querendo manter um contato maior com ela.


Depois de alguns minutos, que mais parecem séculos para o casal, Hermione voltou a encará-lo, com os olhos vermelhos e o rosto marcado de lágrimas, se inclinou beijando-a levemente.


- Está tudo bem. – disse trêmula.


- Não está e você sabe que não.


- A dor está passando.


Começou a se mover devagar, sem tirar os olhos dos dela, vendo-a morder o lábio inferior sabendo que ela ainda estava desconfortável. Desceu o rosto beijando-lhe o pescoço enquanto uma de suas mãos massageava um seio, sorriu ao ouvir, pouco tempo depois, o primeiro suspiro de prazer vindo dela. Continuou com o movimento e a carícia até que a ouviu ofegar e deslizar as mãos pelas suas costas, um arrepio cruzou a coluna do loiro que interrompeu o que fazia.


- O que foi? – Hermione sussurrou assustada. – Fiz algo errado?


- Não. – Draco sorriu. – Definitivamente não.


Desceu os lábios sobre os dela e beijou-a recomeçando a se movimentar, se firmou nos joelhos e apoiou-se nos cotovelos fazendo assim seu corpo ter mais contato com o de Hermione. Os seios dela ficaram comprimidos contra o tórax musculoso enquanto suas línguas se entrelaçavam harmoniosamente.


Quando o ar se fez necessário, desgrudaram as bocas passando a explorar outras partes do corpo um do outro. Hermione passeava com os lábios em toda a extensão do maxilar do loiro enquanto suas mãos apertavam-lhe os músculos das costas, já Draco beijava o colo da castanha e mordiscava-lhe os seios ao mesmo tempo em que suas investidas se tornavam mais rápidas e fortes.


Suas mãos desceram pelo corpo da castanha até alçarem os joelhos e fazê-la dobrar as pernas, encaixando-as em sua cintura dando-lhe um melhor ângulo para seus movimentos. Ambos gemeram e Draco aumentou o ritmo até que viu a expressão dela se converter em uma de concentração e puro êxtase, sabendo que a sua deveria estar bastante parecida no momento. Deixou-se liberar em seu interior ao mesmo tempo em que espasmos percorriam todo o corpo feminino enquanto ela também tinha sua liberação.


Seu peso caiu sobre ela, mas Hermione não reclamou, seus corpos estavam relaxados e meio dormentes. Depois de alguns minutos, que mais pareceram uma eternidade, Draco saiu de dentro dela e rodou para o lado deitando-se de costas, a castanha permaneceu onde estava, com os olhos no teto e o rosto corado. Ela se sobressaltou quando sentiu a mão do loiro em sua cintura, mas ele a puxou contra o seu corpo abraçando-a carinhosamente, os cobriu com um lençol e fechou os olhos se acomodando entre os travesseiros, Hermione ainda o olhou por um instante, mas seu cansaço venceu e deitou  no mesmo travesseiro que o do loiro, sua cabeça na curva do pescoço masculino permitindo-a inalar seu perfume enquanto adormecia.


- Boa noite esposa. – Draco sussurrou.


- Boa noite esposo. – Hermione respondeu.


 


 


 


 


 


N/A: Sooooooooooooorry rsrs. Eu sei que demorei mais de um mês pra postar, mas é que sou péssima com NC's e ela era realmente necessária e tinha que ser bem feita neh, demorou mas chegou neh, lembrando também que se matam a autora ficam sem fic rsrs. Mas então, taí o capítulo, espero que vocês tenham gostado e que comentem bastante, Srta. Caderninho Azul que me cobrou tanto por esse cap e estava mega ansiosa, espero que tenha atingido suas espectativas rsrs. Muito obrigada pelos coments Brenda, Hilary e Caderninho, fico muito feliz que estejam acompanhando e gostando. Bêjuxs =* e até a próxima (que vai chegar mais rápido dessa vez, prometo rsrs).

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Comentários: 2

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Enviado por Minerva Lestrange em 19/07/2012

ai, comecei a ler e adorei a história, muito legal mesmo. Adoro quando tudo acontece por causa de um acordo e depois eles se apaixonam, se bem q ela já é apaixonada por ele, mas... nossa, ela ficou se guardando pra ele todo esse tempo por causa do contrato ou, sei lá, não encontrou ninguém que confiasse o bastante pra ter sua primeira vez? Por que vamos combinar, nos tempos de hoje, é quase impossivel encontrar uma mulher de 22/23 anos virgem, né? kkkkkk Então, tenta não demorar pra postar, tá? Beijo!

Nota: 5

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Enviado por H. Granger Malfoy em 26/06/2012

valeu a pena pois a nc ficou mt boa msm!!!! espero q poste o prox capitulo logoo, porque amo a sua ficc!!

Nota: 1

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