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17. Capítulo XVII


Fic: O que vem depois do fim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Hermione, isso que você está me dizendo é muito grave – Harry disse. – Quando isso aconteceu?


- No mesmo dia em que me procurou para propor que fôssemos com Ron para Leeds – respondi.


- E por que não contou a ninguém?


- Pelo mesmo motivo pelo qual acredito que não tenham me contado sobre Henry Mitchell – eu disse, áspera. – Como acha que me senti quando percebi que estavam escondendo isso de mim? Minha família esteve em perigo todo esse tempo e, se dependesse de vocês, eu não estaria sabendo.


- Mione, eram informações internas. Não podíamos deixar que pessoas de fora do Quartel General soubessem ou a informação poderia vazar...


- Eu não teria deixado que a informação vazasse! Não é como se eu fosse ligar para Rita Skeeter e contar tudo o que eu sabia sobre o caso de Henry Mitchell. Eu nunca faria isso! – retruquei. – Eu pensei que confiasse em mim!


- E eu confio, Mione – garantiu.


- Não parece – eu disse. – Por que não me disse que nos estavam enviando a Leeds para nos proteger de Mitchell? Por que inventar que Ron, Savage e Williamson estariam ajudando Malfoy no caso do incêndio?


- Eu não inventei isso! Eles realmente foram para lá para auxiliar nas investigações – Harry disse. – Apenas nos aproveitamos disso para proteger também as famílias de um possível ataque de Mitchell. Ele é perigoso e você sabe disso.


- Sim, eu sei. E mesmo assim me esconderam...


- Hermione, eu não sei o que Ron fez para deixá-la irritada dessa maneira, tão irritada a ponto de sair de casa, mas acho que está descontando sua raiva na pessoa errada – ele fez, segurando-me pelos ombros e olhando-me nos olhos. – Eu errei, sei disso, mas eu o fiz na melhor das intenções. Ron também. Ele, aliás, foi o primeiro a pedir que você fosse poupada de mais essa preocupação – ele continuou. – Sei que você tem preocupações o suficiente para lidar por ser chefe de um departamento das proporções do Departamento de Execução das Leis da Magia e nós acreditávamos ter tudo sob controle. Não havia por que nos preocuparmos, tínhamos aurores observando as famílias dos aurores envolvidos no caso de Mitchell, mas depois do que me disse sobre a caixa e o homem que tentou raptar Hugo, percebo que a segurança que acreditávamos estar oferecendo a vocês era falha.


- Desculpe – eu disse, percebendo que ele estava certo. – Eu realmente estou descontando a minha raiva na pessoa errada. Mas é que eu fiquei calada por muito tempo e eu me senti enganada. Doía saber que meu marido e meu melhor amigo não confiavam em mim o suficiente para compartilhar comigo algo como a falsa captura de Henry Mitchell e as preocupações que tanto os afasta de mim.


- Como eu disse, Mione, sei que você tem suas próprias preocupações e questões para lidar. Não acho justo que eu despeje em suas costas a minha própria enxurrada de preocupações – ele disse. – Agora você é quem está precisando de alguém com quem conversar, de alguém que te dê apoio e eu estou aqui. Por mais que você se incomode com a ruga entre as minhas sobrancelhas, é você quem merece atenção neste momento.


- Harry...


- É a minha palavra final – ele me interrompeu e sentou-se no sofá, puxando-me junto com ele e abraçando-me de lado.


Encostei a minha cabeça no ombro dele e fechei os olhos. Eu não sentia vontade de chorar. Estava anestesiada, mas sabia que tudo o que eu precisava era exatamente o que ele estava me oferecendo. Um ombro amigo, o apoio dele.


- Obrigada, Harry – agradeci.


Ele beijou o alto de minha cabeça e afagou meus cabelos em resposta. Permanecemos em silêncio por um longo instante, até que me afastei. Contei-lhe tudo o que vinha acontecendo nos últimos meses. O distanciamento entre Ron e eu, como eu me sentia em relação ao meu casamento e o estopim daquela manhã, que fizera com que eu finalmente tomasse a decisão de sair de casa.


- Talvez eu tenha demorado demais para fazer isso. Eu esperei que meu casamento estivesse realmente falido para fazê-lo – eu disse. – E eu acreditava estar dando uma chance para nós a cada vez que eu passava por cima de tudo o que eu percebia estar errado...


- A decisão que você tomou, Hermione, não é uma decisão fácil. Não se culpe por ter insistido em seu casamento...


- É claro que eu tenho que me culpar, Harry! Eu não tomei essa decisão antes por pura comodidade e isso me parece tão errado. Logo eu, que sempre reprovei esse tipo de comportamento... – lamentei. – Uma separação é sempre difícil. Com filhos, é ainda mais difícil. E as nossas famílias... Você sabe que eu adoro os Weasley! Desde sempre os considero como se fossem a minha segunda família, então sinto como se tomando essa decisão os estivesse decepcionando. – Fiz uma breve pausa e respirei fundo antes de continuar: – A repercussão que essa separação vai gerar é algo com o qual eu temo não conseguir lidar.


- Você vai conseguir lidar com isso, Mione. Já lidou com tantas coisas tão mais difíceis... – Harry consolou. – Quero dizer, não é como se Molly fosse se transformar em um trasgo e ameaçar você com o bastão. Se a sua decisão é o que você acredita ser o melhor para você, ela vai entender, tenho certeza disso.


Eu o fitei e eu sabia que meu olhar estava cheio de gratidão. Harry parecia sempre saber o que me dizer. E eu achava incrível a maneira como se posicionava diante daquela situação específica, totalmente imparcial, sem tomar partido. Ele não estava traindo a amizade de Ron por estar ali comigo, me dando apoio. Ele apenas estava sendo meu amigo – e eu sabia que ele faria o mesmo por Ron.


◊ ◊ ◊


O domingo, dia que Ron tinha permissão para regressar a Londres, finalmente chegara. Como eu combinara na carta que deixara para ele três dias antes, eu o encontraria ali ao final da tarde. Aparatei na garagem, como costumávamos fazer, e entrei pela porta da cozinha. Ele estava ali, sentado à mesa, me esperando.


Foi constrangedor. Eu sentia como se fosse uma intrusa numa casa que também era minha por direito, sentia-me envergonhada por ter ido embora daquela maneira, levando nosso filho para um lugar que ele não conhecia, antes de ter uma conversa digna e esclarecedora com ele.


- Quem começa a falar? – ele foi quem começou. Senti estremecer, tamanha era a raiva que eu via em seus olhos quando olhavam para mim. – Onde está o meu filho?


- Nosso filho – eu corrigi. – Ele está na casa de meus pais – respondi o mais serenamente que pude. – Você pode vê-lo sempre que desejar.


- Então você está mesmo decidida a sair de casa?


- Não estou decidida só a sair de casa, Ron, mas a formalizar a separação.


- E você tomou essa decisão sozinha, juntou as suas coisas, sumiu com nosso filho e me comunicou através de uma carta? – ele fez, como recapitulasse tudo o que acontecera na última quinta-feira.


- De que outra maneira eu tomaria essa decisão senão sozinha? – eu fiz, rindo nervosamente. – Admito que agi precipitadamente ao juntar as minhas coisas e as coisas de Hugo e sair de casa da maneira como saí, mas se eu tivesse permanecido em Leeds, teríamos essa conversa enquanto eu ainda estava de cabeça quente e isso não seria saudável para nenhum de nós. Nem para você, nem para mim, nem para os nossos filhos.


- Tudo bem, se você quer a separação, vai fundo. Quem sabe assim você assume de uma vez por todas que o seu verdadeiro casamento é com o seu trabalho? – Ron disparou, colocando-se de pé.


Eu não consegui deixar de rir.


- Então agora eu sou casada com o meu trabalho?


- Sempre foi assim, Hermione, e nós dois sabemos disso.


- Você está sendo muito injusto! – retruquei, agora sentindo que perdia o controle. – Eu sempre fui uma mãe e uma esposa muito presente, ainda que eu tivesse que me desdobrar para atender às necessidades do Ministério da Magia e às necessidades suas e de Rose e Hugo. Eu nunca tive tempo para mim, Ron! Minha vida inteira foi dedicada a vocês...


- Não, Hermione, o trabalho sempre veio em primeiro lugar. E eu sempre aceitei tudo, afinal, foi estabelecido que assim seria. Nós não interviríamos na vida profissional um do outro, certo?


- Eu já mencionei injustiça nessa conversa? – eu ironizei. – Ron, você aceitou a minha proposta e foi isso o que fez com que nossa relação fosse sempre tão boa, tão franca.


- Eu acabo de me queixar de sua obsessão pelo trabalho e você vem me falar de franqueza? – ele fez com ar descrente. – Nunca cobrei nada de você. Eu sempre me resignei, aceitei as suas decisões, mesmo quando elas afetavam a nossa família. E você ter aceitado o cargo de chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia decididamente foi o que mais afetou o nosso ambiente familiar. Você, que como assistente já ficava até depois do expediente no Ministério, passou a ficar enfurnada naquele escritório até depois das 20h... Você sai de casa antes de mim, chega após o jantar... Isso é ser presente, Hermione?


- Então você está dizendo que não fui uma boa esposa? Que não sou uma boa mãe? – eu questionei. – Quando eu negligenciei meus filhos, Ron? Quando?


- Tínhamos um acordo, Hermione. Nunca tomaríamos decisões que afetassem a família como um todo, lembra-se? – ele retrucou, nunca respondendo realmente aos meus questionamentos. – Eu tive de assistir você tomando decisões atrás de decisões e permaneci calado. Era o seu sonho, algo pelo qual você havia trabalhado durante todos esses anos. Eu tentei ser compreensivo...


- Se afastando de mim? Escondendo o seu descontento? – fiz, áspera. – Isso não é ser compreensivo, Ron. Não para mim.


- É claro que você não vai me dar razão. Você está sempre certa... Sempre foi assim.


- Acho que já podemos armar o tribunal, não é? Porque, pelo visto, você tem acusações mil a fazer, todas direcionadas a mim... – mais uma vez assumi tom irônico. – Algum dia eu te fiz feliz, Ron?


- Essa pergunta nem merece uma resposta, Hermione – ele disse, revirando os olhos e batendo com força nas pernas, em seguida fechando uma das mãos em um punho e socando a mesa. – Você nunca me fez infeliz. Nunca.


- Algum dia confiou realmente em mim, Ron? – questionei. – Porque não foi apenas o seu descontento que escondeu de mim... – desabafei. – Há quantos anos me conhece? Há quantos estamos juntos? Pensei que depois de tanto tempo, confiasse em mim, soubesse que podia contar comigo. Eu sempre fiz questão de dizer que antes de ser sua namorada e esposa, eu era e ainda sou sua amiga.


- Eu confio em você, sempre confiei...


- Confia mesmo, Ron? – Eu fechei os olhos e balancei a cabeça negativamente, um sorriso tenso quase aflorando em meus lábios. – Então posso acreditar que um dia iria me contar sobre Henry Mitchell?


Eu vi a cor sumir do rosto de Ron.


- Henry Mitchell... – ele começou.


- Está solto e ameaçando as famílias de todos os aurores envolvidos na suposta prisão dele – eu completei. – Por isso Hugo e eu tivemos de ir com você para Leeds, não é? Porque quando vocês receberam aquela caixa, ficaram aterrorizados... Provavelmente não foi a primeira que receberam.


- Essas eram informações internas – ele murmurou. – Eu devia saber que Harry te contaria...


- Harry não me contou coisa alguma! – retruquei. – Eu escutei sem querer uma conversa entre vocês na cozinha aqui de casa na sexta-feira antes de Rose voltar para Hogwarts. E fui eu quem enviou aquela caixa ao Quartel General de Aurores após ela ter sido deixada à nossa porta.


- A caixa com o boneco...


- Sim, foi deixada aqui em casa quando você saiu para levar Hugo na escola – eu completei, mais uma vez. – Eu juro que só aceitei ir a Leeds por conta do que eu vi dentro daquela caixa e, principalmente, porque nosso filho esteve correndo risco de ser raptado na escola. E ele teria sido, se a Srta. Marshall não tivesse tido a preocupação de falar com um de nós antes de liberar a saída de Hugo.


- Do que você está falando? Quando isso aconteceu? Quem tentou raptar Hugo?


- Curiosamente, Ron, a Srta. Marshall descreveu o homem como sendo de altura mediana, olhos azuis e cabelos castanhos claros. Não te lembra alguém? – o sarcasmo era o meu melhor amigo.


- Mitchell...


- Aconteceu no mesmo dia em que Harry foi falar comigo sobre a possibilidade de irmos para Leeds com você.


- E por que você não me contou? – Ron parecia realmente furioso.


- Você já parecia ter preocupações o suficiente com Henry Mitchell e com suas medidas para nos proteger... Pelo visto, não foi suficiente para nos manter seguros. Talvez você tenha se preocupado mais em proteger o paradeiro de Lavender Brown e nisso você quase foi bem sucedido.


- O que Lavender Brown tem a ver com tudo isso? – ele fez, confuso.


- Eu me perguntei a mesma coisa quando achei o número do telefone dela em seu terno. Agora que você está livre e desimpedido, talvez você possa ligar para ela, porque eu acho que ela está esperando por isso há algum tempo – eu finalizei. – Ou não.


E, dizendo isso, abri a porta que dava para a garagem e desaparatei.

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Comentários: 6

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Enviado por Toddynho em 17/01/2014

Agora esse casamento acabou mesmo. A casa caiu bonito. Retorno zero.  

Nota: 5

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Enviado por Jéssica J em 09/04/2013

Amando tudo! Mas, ao contrário do que em esperaria de mim mesma, dou certa razão ao Ron! Hermione realmente casou com o trabalho, e ter pouco tempo para um homem é fatal. Não que ela tenha sido ausente aos filhos, e o fato de Ron não ter reclamado - embora ele estivesse simplesmente seguindo as regras dela - criou um abismo entre os dois.

Ah, Ron com ciúme de Harry... Depois de 30 anos! Algumas coisas nunca mudam mesmo.

Ainda recuso-me a acreditar que ele esteja traíndo a esposa, mas que tem coisa nesse número de telefone,  tem...

 

Nota: 5

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Enviado por Rosiane em 09/03/2012

Bom Ingrid, primeiro quero dizer a vc que pode continuar a escrever capítulos morninhos como esse...eu adoroo! (seuconceitodemornoéestranhohauhauah).

Normalmente eu começaria falando da parte HH, mas dessa vez vou começar por RH, pq tipo assim, eu amei, amei mesmo essa conversa/discussão deles, estava realmente ansiosa por esse momento.

depois de 50 mil anos a 1° conversa verdadeira (?), sem todas as milhões de regars de boa convivência! Conversa essa que foi logo pra formalizar a separação (nemqueria).

 Ron reclamando demais, sem ter direito, afinal se as coiass chegaram ao ponto que chegaram foi pq ele deixou e não disse nada. Fora que eu acho que ele não tá tão abalado com essa separação, no quesito gostar da Mione, acho que é mais a questão da comodidade, de estar acostumado a vida com ela.

E pra completar o que já não tava bom ainda tem a Lilá, que sabe lá deus e Ingrid de onde surgiu e porque.

Ah...impressão minha ou o Ron falou do Harry com um leve ciúme?

Agora falar de uma relação de verdade! Mione e Harry...hega dá gosto de ler! eles são amigos, podem falar abertamente um com o outro, podem divergir na opiniões, podem até brigar, mas no fim fica tudo bem...no fim eles sempre estão um do lado do outro. E espero que vc não mude isso Ingrid! Que no fim da fic (quesesperoqueestejalonge) eles fiquem juntos.

Bom, no mais fico esperando ansiosamente pelo dia 24!

P.S.: Tá bom agora D. Ingrid? Tá bonito? hauahuahah

Nota: 5

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Enviado por Lara em 09/03/2012

ron, você pode agora ir chorar ali no canto, obg. agora, sinceramente, eu não acho de verdade que ele e a brown tiveram/tem um caso. enfim, harry lindo muito muito amor s2s2s2 e hugo, coitado ))))): mas é tão legal ver o circo ~~pegar fogo *o* enfim favor postar o 18, obg obg

Nota: 5

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Enviado por Léo Mota em 08/03/2012

A casa caiu!!!Ron está lenhado --' O pior é que ele nem cita Lilá,tem que ouvir Hermione falar,assim não dá né?Quero ver como vai ser daqui pra frente a relação deles dois na fic ( Ron e Mione).E lógico, a relação de Harry e Hermione xD
Amigo Leitor,se acostume com a digníssima autora parar nas melhores partes,ainda vai acontecer MUITO.

Nota: 5

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Enviado por Amigo Leitor em 07/03/2012

Nada melhor do que acabar de ler o capítulo 17 e, depois de decidir ir dormir e retornar à página inicial, perceber que temos capítulo novo. Foi inevitável pensar: 'tá de brincadeira, né?', mas sempre bom ter novos capítulos, então isso não quer dizer que estou reclamando. É só que... *boceja*

SONO.

Depois disso alguém ainda tem alguma dúvida de que esse casamento acabou? PQP! VÁÁRIAS QUEIXAS! Quequéisso? E Lilá ressurgindo das malditas mordidas de lobo. Tudo bem, deveria ter comentado isso antes, me passei. e_e MAAAAAAAAAAS...  Não creio que Ron esteja traindo Mione, não creio mesmo. Tipo, o cara pode ser tudo: chato, sem graça, mentiroso... tudo, menos sacana a esse ponto.
Só que sempre fica aquela dúvida: que p*rra estava fazendo o número de telefone de Lilá no bolso do terno dele? Ela não estava desaparecida, diabo? Então como ele encontrou ela? Hermione podia ter deixado ele responder isso para os leitores, né, digníssima autora? u_u
CADÊ O CAPÍTULO 18 NESSAS HORAS?????  

Nota: 5

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