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10. O Reencontro – e que reencontr


Fic: NEM O TEMPO SEPARA O AMOR -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O Reencontro – e que reencontro!!!!


- Eu Gi, eu voltei

Gina olhou melhor pro homem a sua frente, moreno, alto, com os músculos bem definidos por baixo da blusa branca com os primeiros botões abertos. Subiu o olhar até o rosto, viu uma boca fina, o queixo quadrado com covinhas próximas a boca, a barba rala sobre o rosto, o nariz fino e os olhos verdes esmeralda vivos. Seu coração saiu do lugar, poderia esquecer tudo menos daqueles olhos que a perseguiam desde os dez anos, nos sonhos e pesadelos.

Não podia ser verdade, era uma alucinação, fechou os olhos, mas quando os abriu novamente, ele continuava lá. Olhou pra testa não havia nenhuma marca, a cicatriz não estava lá. Pronto aquele não era o Harry, pois o famoso Harry Potter tinha aquela cicatriz em forma de raio que o estranho a sua frente não tinha, mas possuía os mesmos olhos do seu primeiro amor.

Toda aquela confusão mental pareceu durar horas pra Gina, mas não passou de alguns minutos em que ela olhava o homem a frente, tentando assimilar se era realmente quem pensava.


Naquele mesmo momento Harry também passava por um verdadeiro vendaval na sua mente e no coração. Ouviu quando ela chegou, mas não teve coragem de levantar instantaneamente e encará-la, a voz dela estava diferente, mais adulta, ainda era doce, mas tinha um quê de mágoa, tristeza que não havia antes.

Quando Mione falou que ele havia voltado, a coragem grifinória emergiu e ele virou-se pra contemplar a ruiva dos seus sonhos, a sua mulher. Esperá-la vê-la diferente, mas consegui se surpreender, ela estava mais linda que a Gi adolescente, com seu ar meigo e seu jeito descontraído, agora era uma mulher, com aproximadamente 1,75 de altura, esguia e charmosa. A imagem daquele corpo sendo seu há cinco anos atrás veio à memória, ela tinha mudado bastante, os seios estavam mais volumosos, o quadril mais largo, as pernas longas e tonificadas, realçadas pelos jeans. O estilo também mudara, nada de vestidos florais e coloridos, mas sim um jeans com uma bota cano longo e um suéter gola alta de mangas compridas preto. O rosto de menina ainda mantinha aquele ar meigo, os lábios carnudos e convidativos, as pequenas sardas espalhadas pelo nariz e as bochechas, mas se tinha algo que realmente mudou em Gina Weasley foram os olhos, o castanho era opaco, sem a esperança e a alegria que ela esbanjava, agora se mostravam sérios, tristes e até um pouco magoados. Seus cabelos ruivos outrora lisos até a cintura encontravam-se na altura dos ombros em cachos bem definidos, enfim aquela mulher na sua frente era e ao mesmo tempo não era sua Gina.

- eu Gi, eu voltei - ele repetiu a frase se aproximando da ruiva, seus corpos próximos, o cheiro de ambos os fazendo relembrar tudo que passaram juntos e se seria real aquele momento.

Ele eliminou a distância que os separava e a abraçou, envolveu aquele corpo em seus braços fortes, mas a mulher continuava lá , com o corpo tenso sem se mexer. Ele mergulhou o rosto na curva do pescoço dela, aspirando o cheiro floral que o inebriava. Olhou novamente pro rosto da ruiva e viu lágrimas brotarem dos seus olhos e escorrerem pelo rosto inexpressível, com uma das mãos secou as lágrimas e desenhou aquele rosto, detendo o polegar sobre os lábios convidativos da mulher que amava.

Quando seus lábios já estavam próximos dela, seus hálitos se misturando a ruiva ofegou, encarou os olhos esmeralda e desfaleceu nos braços do eleito.

xxxxxxH&Gxxxxxxxx

Gina viu o homem se aproximar, repetindo as mesmas palavras de quando se levantou. Ela conhecia a voz, mas não, era impossível. Era como se um de seus sonhos se tornassem reais. Aquele verde só poderia ser dele, mas ainda era algo surreal. Ela ouvia a batida do seu coração, o sangue circulando em suas veias, nada mais do que isso, seus ouvidos ignoravam todo o ambiente a sua volta. Ela so conseguia olhar os olhos verdes, a adrenalina tomando conta do seu corpo quando sentiu o dele quente a enlaçar.não conseguiu mais se segurar lágrimas saiam dos seus olhos. Era um sentimento estranho lhe dominando, ela tinha certeza aquele era seu Harry, mas ao mesmo tempo não era, na sua mente vinham memórias dos seus momentos juntos e quando olhava o homem a sua frente não conseguia encontrar o Harry por quem se apaixonou, mas não podia negar ele arrepiava cada pelos do seu corpo. E agora ele acariciava seu rosto e ela podia sentir aquele hálito febril bem próximo da sua boca, se perdeu de novo nos olhos, nas sensações que vinham dele e o coração acelerou mais, o sangue parou de corre e todo, o seu corpo estava quente, mas ao mesmo tempo tudo ficava turvo, frio até que o mundo em volta desapareceu.


xxxxxxH&Gxxxxxxxx

Ele sentiu o corpo dela desfalecer nos seus braços, uma sensação tão boa mas ao mesmo tempo tão angustiante, te-la ali tão frágil e indefesa, constratando com a visão que teve ao revê-la de força e amadurecimento.

A levou até um dos sofás da sala, onde todos o rodearam, a Sr. Weasley já chorando pelo estado da filha, os irmãos como sempre preocupados com a caçula, todos agitados. Até que Mione trouxe sua maleta de curandeira e retirou alguns frascos levando-os a boca da caçula Weasley.

- É melhor sairmos daqui, ela tem muito que conversar com o Harry – Mione aconselhou o resto da família, do qual ela fazia parte agora.

- De jeito nenhum Hermione, ela não está bem – retrucou Gui.

- Ela vai ficar bem, só foi uma queda de pressão. E é melhor ela falar como Harry sozinha, sem todo mundo ouvindo - falou a curandeira já recolhendo um dos frascos e passando um pano molhado pra Harry colocar na testa de Gina.

- Tudo bem, é melhor irmos mesmo – concordou a Molly – mas ficaremos aqui na cozinha.


Os Weasley saíram da sala deixando só o casal. Gina foi aos poucos retornando a consciência. Abrindo os olhos viu novamente o homem de olhos verdes, e devagar foi sentando no sofá com a cabeça ainda doendo.

- Ha..rry, é você mesmo – ela falou ainda ainda receosa.

- Sou Gi, sou eu mesmo – ele respondeu a ajudando ficar sentada – você está bem?

-Mas como? Quando? – ela questionou ainda atordoada, e vendo o pequeno sorriso na face dele – por que?

- É uma longa história – ele respondeu – você ta diferente, mais linda ainda.

- É obrigada, eu acho – ele respondeu incerta – você também ta bem diferente, eu queria saber o porque Harry, me diz por favor.

- É uma história bem confusa, nem eu sei explicar – ele falou com o olhar distante – digamos que a ultima coisa que lembro foi um raio vermelho sair do meu peito e nos envolver em uma redoma de calor intenso e quando uma luz forte me cegar, aí só lembro de novo de acordar na casa da Bel.

- Bel? Quem é ela – a ruiva perguntou um pouco irritada com a possibilidade de quem ser essa mulher.

- É uma amiga que cuidou dos meus machucados – ele respondeu rápido.

- E a cicatriz? – ela falou passando a mão no rosto dele onde havia um pequeno raio. – e porque você não avisou que estava lá poderíamos ter ido te buscar – ela falou um pouco magoada.

- A cicatriz sumiu na batalha, não sei porque, e eu não poderia avisar vocês porque passei meses em coma e depois dois anos sem memória – ela respondeu objetivo.

- Mas todo mundo te conhece, essa sua amiga podia ter nos avisado – ela falou indignada.

- Ah Gina – ele falo já exaltado – todo mundo me conhece pela cicatriz, não tinha como a Bel adivinhar que eu era Harry Potter.

- É claro que sim Harry – ela retrucou também exaltada – não é so sua cicatriz que e conhecida, ela poderia ter comunicado que achou um estranho ferido e rapidamente iam associar a você,ela não quis foi avisar.

- É claro que não – ele falou já gritando – a Bel jamais faria isso, ela me apoiou, nunca questionou minha decisões, me ajudou a ficar bem, me fez conhecer o mundo. Ela é alguém muito especial.

- Então por que você voltou einh? – ela respondeu já bem magoada por toda defesa que ele fez da amiga- volta pra sua amiga, ela sim se preocupa com você.

- Gina , por Merlin, eu não quero brigar com você – ele disse sentando ao lado da ruiva e segurando suas mãos – eu voltei por vocês, por você sardenta. Quando eu recuperei a memória há três anos atrás, eu só pensava em voltar pra Inglaterra.

- Como assim três anos atrás? – ela perguntou tirando as mãos das dele – você já tinha lembrado da gente há três anos e não deu um sinal de vida. Deixou todo mundo chorando uma morte que não existiu, sofrendo pelo herói que você agora não é, pois se tivesse coragem tinha voltado. Mas não foi curtir o mundo com a amiguinha.

- Não foi isso, eu não podia ter voltado, tenta entender – ele falou tentando segurar as mãos dela novamente, sabia que ela ia ficar zangada no começo, mas como os outros entenderia que ele não poderia voltar, mesmo não dizendo verdadeiramente o que fez. Gina era assim, explodia mas depois o compreendia, só não esperava que ele estivesse tão magoada assim.

- Eu entender Harry, você não imagina o que eu passei, o que sofri com sua morte, me sentindo culpada, e você vivinho da silva em algum lugar do mundo pouco se importando. Sabia que até um tumulo você tem.- ela falou sentando em outro sofá, tentando controlar a raiva que estava dele.

- Desculpa Gina, mas eu tinha que fazer isso, você tem que entender – ele falou estendendo outra vez o pano molhado com a poção pra ela – o importante é que eu voltei podemos começar tudo de novo. É só esquecer que estávamos separados estes anos, que eles não existiram.

-Você é um idiota – ela falou com os olhos marejados e magoados – eu não vou fingir que esses cinco anos não existiram, porque eles estão muito vivos aqui em mim.

Ele já ia retrucar quando a ruiva levantou, com os olhos marejados, mas sem derramar uma única lágrima.

- CALA A BOCA – ela gritou fazendo ele se encolher mais ainda – eu não quero ouvir mais nada, não adianta você falar. – ela concluiu se jogando no sofá de cabeça baixa enquanto Harry se levantava tentando falar com a ruiva.

Nesse momento ouviu-se um barulho e duas figuras saíram da lareira, um homem moreno do rosto redondo e um garoto magrelo que pela altura parecia ter quatro anos, de cabelos negros espetados. O menino olhou em volta e avistou a ruiva sentada com a cabeça baixa e um homem andando de um lado pra outro na sala.

- MÃE – o garoto gritou indo em direção a ruiva, fazendo o moreno os olhar espantado – o que você tem, porque tava chorando?

- Eu não tava chorando pequeno – a mulher falou envolvendo o pequeno num abraço – mas você veio com quem?

- Ele veio comigo Gin – o homem de rosto redondo respondeu – foi difícil acordar o dorminhoco, mas como você tava apressada resolvi adiantar um pouco. Aconteceu alguma coisa?- ele perguntou vendo o outro homem na sala.

- Aconteceu Neville – ela disse, fazendo Harry olhar surpreso pro homem ao seu lado, não acreditando que era Neville Longbotton, mais alto, magro e com um jeito maduro – o Harry voltou.

- O quê? – Nev a olhou incrédulo – Gin querida, você ta bem? Olha eu sei que você ta estressada por causa do casamento, mas isso já é imaginar coisas, o Harry ta morto meu bem, nada vai mudar isso.

- Não Nev, o Harry ta vivo e bem aí do seu lado – o homem virou-se pro outro e encarou os olhos verdes e olhando atentamente aquele era sim seu amigo de escola, que era dado como morto a cinco anos.

- Por Merlin, eu não acredito – Neville abraçou seu antigo amigo, com os olhos cheios de lágrimas, mas ao mesmo tempo lembrou do que significava a volta dele, e um medo de perder a mulher que ama apoderou-se dele.

Harry abraço Neville, mas as palavras dele chamando a ruiva de querida e falando sobre o casamento que parecia ser dos dois, além do garotinho abraçado a Gina que lhe chamou de mãe. Ainda martelavam sua cabeça. Não poderia ser aquilo que ele estava pensando, Gina não o esqueceria tão rápido.

- É um prazer revê-lo também Neville, como está? – o moreno perguntou esperando que ele negue o que martelava sua cabeça.

- Ah, está tudo bem conosco – o amigo respondeu sem jeito.

- Mãe, quem é esse homem – perguntou JJ olhando desconfiado o moreno a sua frente.

- É um amigo da gente querido, agora vão lá pra cima, todas as crianças estão lá – ela falou visivelmente transtornada pelo olhar que Harry a dirigia, como se indagasse quem era o garotinho.- Nev pode levar ele pra lá, tenho que terminar de falar com o Harry.

- Certo meu bem – falou o outro destacando o meu bem, o que fez o moreno estremecer.

Depois que os dois subiram Harry encarou a mulher a sua frente, num misto de raiva, mágoa e sarcasmo.

- Então você é mãe querida? – falou ele venenoso

- Sim eu sou - ela respondeu seria ignorando a ironia da voz dele, e pensando na longa conversa que iam ter.

- É parece que você não ficou tão triste chorando a minha morte, já que andou abrindo as pernas por aí bem rápido einh gininha?

- Você não pode falar comigo assim, seu imbecil, eu mereço respeito não sou como suas amiguinhas não – ela respondeu explodindo de raiva, quando pensou que iria revelar a Harry que eles tinham um filho, o idiota pensa logo que ela o esqueceu rapidinho fazendo um filho com outro qualquer, quem ele pensava que ela era.

- Ah mais é o que parece Gininha, você faz sua cena, falando que sofreu por mim, que eu era um idiota por tentar recomeçar, e eu acho que sou mesmo, afinal me enganei com você – ele falou destilando veneno em cada sílaba – ah, e meus parabéns parece que já conseguiu enrolar mais um quando é o casamento com meu amigo Nev, já falou pra ele a puta que você é?

PAFT

- Hum, realmente você mudou muito, a Gininha geralmente se derretia por mim, não ficava me dando tapas.- ele falou alisando o local onde havia a marca dos dedos dela.

- NUNCA MAIS OLHE PRA MIM, SEU FILHO DA PUTA – ela gritou se aproximando dele a cada palavra que dizia – SEU IMBECIL, MENTIROSO, CACHORRO.....

Ela não conseguiu terminar de falar, pois ele acabou com a distancia entre eles e colou seus lábios ao da ruiva, em um beijo quente envolvente e cheio de paixão.

N/A: Eu agradeço por todos os comentários, e peço que continuem comentando é muito importante pra mim, pra quem esperava o reencontro. aí está ele.
bjs e COMENTEM

Mayra Black

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