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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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18. Lua de Mel


Fic: A Vida Continua - Fase I - Concluída!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rony estava realmente apreensivo. Era fácil caçoar de Harry e dos outros, mas ele mesmo estava se sentindo um idiota com medo de entrar naquela lata velha voadora.




Ainda não havia entendido muito bem o motivo de não poderem aparatar como qualquer bruxo normal. Não entendia a fixação de Hermione em fazer essa viajem dessa forma. Se não fosse a lua de mel, já haveria desistido.




Estava dentro do avião agora. Suava frio. Ainda mais frio do que no dia anterior esperando Hermione aparecer no altar.




- Ron, como você está? – Hermione perguntou daquele jeito que só ela sabe falar. Se dependesse dele seria muito mal educado, mas ela estava tão animada com a ideia que preferiu simplesmente tentar sorrir. Embora tenha certeza que ela percebeu que fora forçado.




- Ron, você quer ler?




- Não, Mione, obrigado.




- Eu trouxe meu MP4. Sei que você gosta. Quer ouvir alguma coisa?




- Na verdade, Mione. A única coisa que quero é que esse avião pare de uma vez.




- Eu sei meu amor. Você está nervoso. Mas já estamos na metade da viajem e você continua com as unhas fincadas no assento. Você vai se machucar – O tom dela era sério e preocupado, mesmo que para quem ouvisse a conversa, pensasse que era uma brincadeira simples.




- Olha Mione, não gosto dessa sensação. É muito ruim. Não vejo nada... Só nuvens e passarinhos. Preferia ter vindo com a minha vassoura. E isso é porque você vive falando que não gosta de voar.




- Eu sei Ron – Ela pareceu entristecer – Me desculpe se te chateei. Podemos voltar aparatando então. Só imaginei que seria divertido para você fazer algo diferente.




- Não é isso Mione. Na verdade, adoro fazer qualquer coisa que você esteja do meu lado, mas definitivamente, eu não gosto dessa forma de voar e fico realmente muito agradecido se pudermos aparatar ou usar uma lareira para voltarmos.




- Não sei se há lareiras ligadas lá em Porto de Galinhas. Na verdade, eu acho que nem tem lareiras. Lá é muito quente.




- Ah, é... Tinha esquecido. Bom. Ao menos poderemos aparatar. Isso já me deixa mais feliz.




- Percebo. Até soltou a pobre da poltrona...




...




O desembarque foi o alívio da vida de Rony. Mesmo que contraditoriamente, sentiu-se no céu ao pisar em terra firme, e só não comemorou porque uma Hermione muito envergonhada não permitiu.




- Hermione? Como a gente vai?




- Ah... de taxi. Tenho o endereço aqui.




- Mas não falamos português.




- Eu sei Ron. Mas posso fazer um feitiço para falarmos perfeitamente.




- Mas você não disse que seria sem magia?




- E será? Mas precisamos chegar ao hotel, não concorda.




- Se concordo... Tô morrendo de fome.




Depois do desembarque e de quatro horas sentado com as unhas enfiadas na poltrona, foi que Rony percebeu que não havia comido nada desde que saíra da Toca. E estava faminto. Já era noite e felizmente conseguiram um taxi rapidamente. Ficaram encantados ao chegarem ao hotel.




- Caramba!




- É... O Harry realmente exagerou no presente.




O lugar era incrível. Um hotel enorme que era tão bem projetado que parecia fazer parte do lugar. Como se estivesse lá desde sempre. Era simplesmente enorme e ficava nas costas do mar. Era dividido em três hotéis distintos, com quatro andares cada um. Um deles era salmão, o outro amarelo, e o terceiro verde e o teto parecia ser feito em palha. Simplesmente lindo.  Havia uma piscina gigante ligando os três hotéis e pontes sobre a água para que fosse possível entrar.




- Em qual nós vamos Mione?




O espanto de Rony era evidente, e mesmo que Hermione já estivesse acostumada a viajar com os pais, estava um pouco aflita também.




- Bom, Rony. Vamos nesse que está de frente conosco. – Ela falava como quem explica uma complexa lição de poções - Lá, você pergunta a respeito da reserva dos senhores Weasley.




- Senhores Weasley, é? – Ele brincou.




- É né, Rony. Acho que assim que nos chamamos agora...




Ela sorriu satisfeita e rumaram até o Hotel amarelo, que era o que estava de frente com eles. Entraram e Rony logo percebeu como era muito mais enorme por dentro.




- Hermione – sussurrou – Tem certeza que não tem um feitiço de extensão aqui? É muito grande.




- Dificilmente Rony. Mas vamos. Precisamos saber onde é nosso quarto.




A moça da recepção estava concentrada digitando algo em um computador. Rony já os conhecia devido ao que Hermione ganhara dos pais, embora preferisse manter distancia. Achava muito mais fácil uma pena de repetição rápida.




- Certo, falo português ou inglês?




- Tenta inglês. Qualquer coisa eu faço o feitiço.




- Tá bem.




Aproximaram-se um pouco tímidos da moça. Ela estava realmente concentrada. Até temeram que ela não ouvisse, mas ele tentou.




- Boa noite? – Rony chamou temeroso.




- Sim. Boa noite. No que posso ser útil? – A moça tinha agora um sorriso encantador e para a felicidade de Rony que detestava feitiço tradutor, ela falava inglês.




- Sim. – Ele continuo ainda encabulado – A reserva em nome dos Weasley?




- Certo. Aguarde um momento que vou verificar.




Ele virou com uma cara de quem tinha feito a coisa mais difícil da terra para Hermione. Estava orgulhoso e ela sorrio em resposta.




- Senhor Ronald Abílio Weasley e Senhora Hermione Jean Granger Weasley? – A moça lhes chamou a atenção.




- Sim. Nós mesmos.




- Ok. Está tudo em ordem. Preciso apenas de seus documentos de identificação para darmos entrada na hospedagem.




- Ah sim – Hermione precipitou-se – Estão comigo. Só um minuto... Aqui!




Decorridos alguns minutos a moça voltou-se aos dois.




- Pronto. Está tudo em ordem. Porém há uma exceção no cadastro de vocês.




- Como assim? – Hermione ficou confusa.




- Ah, não se preocupem. Não é nada de mais. Pelo que posso ver, a reserva foi feita pelo senhor Harry Thiago Potter como presente de casamento. Ele esteve aqui na semana passada e reservou um de nossos chalés e deixou todas as despesas relativas à alimentação e extras pagas. Porém, vocês podem optar por um quarto aqui no hotel, se preferirem. Bem, tenho um bilhete aqui que foi destinado a ser entregue aos senhores. Só um momento... Aqui está.




A moça entregou o bilhete e Rony pegou. Abriu atento e abaixou um pouco para que Hermione também pudesse ler.








Olá pombinhos, espero que tenham feito uma boa viajem.




Estive ai no hotel semana passada com a Gina para acertarmos tudo.




Olhei a suíte, mas sinceramente, nos encantamos quando vimos os chalés. São distantes e acho que será bem mais discreto para vocês. Se quiserem, podem ficar na suíte, basta fazer a troca na recepção. Já deixei o pessoal do hotel sabendo de uma possível troca.




E antes que vocês reclamem... sim, eu deixei tudo pago. Não terão problemas com nada, exceto com as fotos e as lembrancinhas.




Espero de verdade que seja uma semana ótima e que se divirtam bastante. Caso consigam ter um tempinho, liguem e nos digam o que estão achando.




Grande abraço meus irmãos e até a volta.




Harry








- O Harry é muito sem graça Ronald.




- Realmente! Já não bastava a viajem...




- E o que fazemos? Chalé ou hotel?




- Eu nem vi o hotel, mas confio na opinião da Gina e do Harry...




- É! Eu também.




- Então? Chalé?




Ela apenas assentiu com a cabeça e ele rumou novamente à moça da recepção.




- Vamos preferir o chalé.




- Uma ótima escolha senhor Weasley – A moça tinha um sorriso enorme – Tenho certeza que não irão se arrepender. – Ela abaixou a cabeça e usou o telefone, clicando em um botão que Rony apenas viu que era ver.




– Ah, Jacó! Por favor, venha buscar a bagagem do casal. Pronto! O Jacó já está vindo buscar a bagagem. Vocês podem pedir as refeições diretamente no quarto pelo telefone ou podem vir para nosso restaurante. Como já sabem, tudo já esta devidamente pago.




Eles assentiam com a cabeça até que foram saldados por um rapaz vestido de maneira estranha.




- Jacó, por favor, leve a bagagem do casal Weasley para o chalé 28.




- Claro, Marta.




- Os senhores podem acompanhar o Jacó. Eles os levará até o chalé. Senhor Weasley, essa é a chave.




- Obrigado!




- Obrigada!




- Sejam muito bem vindos e uma ótima estadia.




Caminharam um pouco seguindo Jacó. Rony ficou imaginando que tipo de magia ele ia usar para transportar 4 malas, mas ficou encantado ao ver que elas tinham sido perfeitamente ajustadas em um carrinho com rodinhas que deslizava calmamente pelo chão.




- Pronto senhores - O rapaz falou – Este é o seu chalé. Qualquer problema ou solicitação, basta ligar para a recepção.




- Ah sim – Hermione respondeu – Obrigada Jacó.




Harry e Gina realmente haviam acertado. O chalé era de longe muito melhor que o hotel para eles. Calmo e tranquilo. Com muitas flores e arvores ao redor. O chalé flutuava sobre uma piscina e Rony fico totalmente perplexo.




Por dentro era perfeito. Tinha uma pequena sala com um sofá, uma tv, um aparelho de som e um computador. Na lateral tinha uma espécie de cozinha, com um fogão elétrico, uma geladeira pequena, um lavatório e uma mesa de vidro com duas cadeiras. O quarto tinha um roupeiro enorme fundido na parede e uma cama redonda gigantesca. A suíte tinha chuveiro e uma banheira redonda, com um armário também fundido na parede. Era realmente perfeito.




- Sério, Mione! Não tem como . Olha só. Tem que ter magia aqui. Não existe outra forma.




Ela sorria gostosamente enquanto desfazia as malas e distribuía as roupas no roupeiro.




- Ron, vou deixar o lado direito para minhas roupas e o esquerdo para as suas.




- Mione, faz um feitiço e termina isso logo de uma vez. Eu tô com fome.




- Então pede para eles trazerem o nosso jantar aqui no quarto.




- Er... – Ele parecia nervoso e estava vermelho – Eu? Pedir? No telefone?




- Sim Rony, você. Ou prefere mandar uma coruja na recepção? – Ela riu gostoso da piada feita e da cara de pavor de Rony.




- Mas? Mione?




- Espera. – Ela levantou e pegou um caderno que mais parecia um cardápio com instruções e tudo o que precisavam saber para uma boa estadia – Certo, preste atenção – Ela olhava para ele como quem explica algo complicado – Aqui está dizendo que basta retirar o fone do gancho que já vai pra recepção. Lembre-se que não precisa gritar no fone Ron, a moça vai ouvir perfeitamente se você falar no tom normal de sua voz. Diga que quer o jantar e espere eles trazerem.




Rony olhava como se fosse à coisa mais difícil a se fazer.




- Agora peça Ron. – Ela falou autoritária. – Vou terminar de desfazer as malas.




Rony olhava para o fone como se fosse um monstro. Um trasgo talvez? Uma aranha. Tinha nojo ou asco em seu olhar, um misto de confusão, fome e desespero.




Sentou-se na cama, ao lado do telefone. Aquele monstro branco estava fitando-o com seus olhos invisíveis. Tudo bem Rony, ele não vai devorar suas orelhas.




Com a mão um pouco trêmula, tirou o fone do gancho e levou rapidamente a orelha, provocando uma dor lateral. Quanto mais rápido terminassem melhor. Ouviu o toque do telefone.




“Recepção, boa noite”




- Boa... Boa noite.




“Em que posso ajudar Sr Weasley?”




- Er... Eu pedir gostaria comer...




Hermione rompeu uma gargalhada gostosa tirando a atenção do ruivo, que lhe fitou um olhar de fúria.




“Eu não entendi Sr. Weasley. Poderia repetir?”




Rony respirou muito fundo e pausadamente falou:




- Eu gostaria de pedir o jantar.




“Ah, sim senhor. Claro que sim. Qual dos menus os senhores irão querer?”




- Como assim?




“Todos os dias nós temos os cardápios disponibilizados na página inicial do computador. Basta o senhor ligar o computador e clicar em ‘cardápio do dia’. Então o senhor retorna a ligação e nos informa o cardápio escolhido”




- Tá! Tudo bem.




“Mais alguma coisa senhor?”




- Não. Não!




“Ok senhor. Aguardo o seu pedido.”




- Mione, tem que ver o cardápio no computador. – Ele falava com a voz baixa. Parecia cansado e vencido pela exaustão de falar ao telefone.




- Como assim Ron? – Ela ao menos o olhou. Continuava muito concentrada em arrumar o roupeiro.




- No computador. Tem alguma coisa chamada cardápio do dia. Tem que escolher o que quer e ligar pra lá de volta. Sempre assim. Olha e liga.




- Certo. – Ela levantara-se da cadeira que estava – Vamos logo que também estou com fome.




Hermione ligou o computador e logo viu onde estava o cardápio. Tiveram um pouco de dificuldades na escolha do jantar pois não conheciam muito bem a culinária.




- Ah Mione... É comida não é? Se é comida, tudo feito.




- Eu sei Ron, mas e se não gostarmos.




- Só vamos saber quando provarmos.




Ele levantou de um salto e foi direto ao telefone. Foi tão espontâneo que Hermione ficou encantada. Não sabia se era a fome ou se ele se sentia mais a vontade, mas estava gostando de ver o ruivo mais dono de si e sem tantos temores.




“Recepção, boa noite”




- Boa noite.




“Em que posso ajudar Sr Weasley?”




- Eu quero pedir o jantar.




 “Sim, senhor. O que deseja?”




- Eu gostaria de pedir Peixada e Casquinho de Caranguejo.




“Certo senhor. Gostaria que enviasse uma tábua de frios?”




- Tábua de frios Mione?




Ela assentiu sorrindo olhando impressionada para o marido. Ele não só estava falando tranquilamente no telefone como ainda interagia com ela.




“E para beber senhor?”




- Não escolhemos nada.




“Posso sugerir uma Batida de Frutas”




- Pode ser.




“Com ou sem álcool?”




Ele ficou um pouco pensativo. Álcool na bebida?




- Sem, por favor.




“Tudo bem. E para sobremesa?”




- Sorvetes de umbu.




Ele sorria feliz com seu feito.




“Ok senhor. Em até trinta minutos será entregue. Obrigada e caso necessite, estamos à disposição.”




- Obrigado!




Ele virou-se feliz para a esposa. Achou engraçada o jeito como ela o olhava. Estava sentada, com o rosto virado para ele. Segurava uma cueca verde na mão e sorria bobamente.




- O que você tem Mione?




- Nada – Ela parecia ter saído de um transe – Só estava admirando meu marido pedindo nosso jantar. Estou muito orgulhosa Ron.




Ela levantou e foi em direção ao marido. Deu um beijo delicado e sorriu.




- Mione – a voz era sedutora – tem certeza que não quer deixar pra terminar essa arrumação mais tarde? Temos 30 minutos até o jantar chegar...




Ela sorriu em dúvida, mas se entregou vencida.




- Só se você for tomar um banho comigo...




- Ôpa! Agora!




Ele levantou de um salto sorrindo feliz. Pegou a esposa nos braços e foi ao banheiro.




- Então? – Ele perguntou maroto – Banheira ou chuveiro?




- É... – Ela também sorria marota enquanto mordia o lábio inferior – Eu prefiro a banheira, mas acho que não vai dar tempo de encher até a comida chegar.




- E pra que temos varinha mágica?




- Sem magias Ron. Vamos para o chuveiro.




Ela falou e tirou a camisa que vestia e rumou sorrindo para o chuveiro. Ele se perguntava como ela ficava deslumbrante de qualquer forma.




- Água quente ou fria sr. Weasley – Ela já estava completamente nua quando ele entrou.




- Que tal... – Ele a encostou na parede e a prendeu em seus braços. Lambeu a orelha dela e sussurrou – A temperatura de nossos corpos?




Ela sorriu gostosamente.




- Então, tira essa roupa bonitão... Eu já estou te esperando!




Ela molhava o corpo de forma provocativa sob o chuveiro enquanto o olhava se despir. Os olhos não perderam o contato e o olhar faminto que ele deu ao entrar embaixo do chuveiro garantia que essa lua de mel seria perfeita.




O beijo foi provocativo. A água correndo em seus corpos estava excitante. Hermione agarrou com a mão direita os cabelos do ruivo e a esquerda percorria as curvas que ela tanto gostava de apalpar.




Rony também tinha a mão nos cachos de Hermione. Acariciava sua nuca enquanto apertava com prazer a bunda dela. Apertava com tanto vigor que sentia a pele dela esquentar.




Mal haviam começado e já estavam em ponto de bala. Hermione tentava circundar o quadril dele com a perna, embora sem muito sucesso, devido a sua baixa estatura em relação ao ruivo. Percebendo o desespero dela, ele a ajudou segurando a perna de forma que o outro pé apenas tocava com a pontinha no chão. Estava entregue.




Seus sexos agora roçavam sem maiores barreiras e ela sentia perfeitamente a ereção do marido. Ele sugava um de seus mamilos de forma voraz. Ele nunca iria entender como ele poderia lhe proporcionar tantas sensações de uma única vez.




Ela já sentia o ventre em chamas. Precisava dele, mas estava tudo tão gostoso que ela mal conseguia pronunciar palavras. A água do chuveiro continuava a molhar seus corpos quentes e em ebulição.




Ele segurava a perna dela com força. Sabia que ela ficaria marcada por umas horas, mas já não conseguia controlar, e ela pareci estar gostando de mais do contato.




- Ron...




- Hum – ele grunhiu enquanto lambia o pescoço dela.




- Te quero agora...




- Só mais um pouquinho... Calma...




Ele lambia seu corpo como se não houvesse amanhã. Nem ao menos parecia que estavam juntos a menos de 24h. O desejo era intenso e a satisfação muito maior... Ele soltou a sua perna e usava agora as duas mãos para acariciar suas coxas. Quem visse acharia estranho. A diferença da altura era enorme, mas o encaixe do corpo era perfeito.




Mais uma vez ele segurou sua perna. Com a outra mão apoiou suas costas. Debruçou-se um pouco sobre ela e com um pequeno agachar dele, a penetração foi total...




O gemido da morena era audível. Agradecia por ele ser forte já que ela estava praticamente voando. Suspensa no ar. Seus pés não tocavam mais o chão.




O movimento foi aumentando conforme os corpos desejavam mais prazer. Ele sentia-se completo quando estava com ela. Era seu maior desejo fazê-la feliz e satisfeita e fazia o possível e impossível para isso. Seus sussurros e gemidos eram como uma injeção que lhe dava ainda mais prazer.




Ela adorava ser preenchida por ele. Às vezes imaginava como o seu corpo, tão pequeno conseguia suportar o dele, que era tão grande e volumoso. Perguntava-se sim, mas não importava.  Era o amor que os unia e ela sabia... Ele tem prazer ao estar comigo. Sentia-se feliz ao saber que era com ela que ele alcançava seus maiores picos de felicidade.








- Mi...o...ne... Eu vou...




- Rápido... vai... mais... rápido... não... para...




A água corria em seus corpos. O movimento estava mais rápido. Mais violento.




- Ron... eu... ah...eu...




- Eu... também...




-Ahhhhhh... – O gemido foi igual. A satisfação foi conjunta. Ela sentia o membro dele ainda latejando dentro dela. Ele sentia as paredes vaginais dela se contraindo contra ele. Era uma sensação maravilhosa...




Poderiam sim passar o resto da vida assim... E permaneceram por mais alguns momentos. Até que seus corpos se separaram e o banho pretendido no inicio aconteceu.








Ele acabara de se enxugar quando ouviu a campainha da porta.




- Deixa que eu vou. – Ele colocou o roupão sobre o corpo e foi atender.




- Boa noite sr. Weasley – Falava um jovem rapaz – Seu jantar.




Ele trazia uma espécie de bandeja sobre rodas. Em cima, ainda cobertos, os pratos que ele havia pedido.




- Assim que terminarem, basta ligar no número 6 que eu venho recolher a bandeja.




- Tudo bem.




- Bom jantar sr. Weasley.




- Obrigado.




- Então Ron? – Mione saíra do banheiro também com seu roupão. Tinha uma toalha enrolada nos cabelos e estava incrivelmente sensual - Ah não. Para de me olhar desse jeito – ela sorriu encabulada – Vamos jantar. Temos o resto de nossas vidas para nos amar.




Jantaram e Roy chamou o rapaz do número 6. Adoraram a comida.




- Simplesmente, maravilhosa!




- Ah Ron... Você não conta.




- E por que não?




- Porque basta ser comida e você sempre vai adorar.




- Ah... Vai dizer que está ruim?




- Não mesmo... e esse sorvete é maravilhoso.








Enquanto Mione terminava com o roupeiro, ele assistia TV. Passaram mais alguns minutos assim até que ela declarou jogando-se na cama.




- Ah... Terminei.




Ele viu que ela deitara-se e correu ao seu encontro. Ele ainda estava de roupão. Ela usava um vestidinho florido.




- Então já posso ter minha mulher só pra mim? – Ele falava enquanto a beijava.




- Não ainda... – Ela sorriu travessa – Estamos em núpcias, então, terá que ser perfeito. Por favor, preciso que você espere um pouquinho lá fora. Assim que estiver pronta eu te chamo. Por enquanto, aproveita sua amizade com o telefone e  pede um vinho na recepção.




Ele saiu sorridente. Sabia que quando ela olhava daquele jeito, era felicidade na certa.




...




- Ron... Pode entrar...




Ele abriu a porta e se deparou com uma cena perfeita. Hermione estava deitada muito provocativa na cama. Vestia um espartilho rendado branco, com luvas, ligas, meias e salto altíssimo. Na cabeça ela havia colocado um véu.




- O vinho! - ele mostrava a garrafa enquanto olhava para ela.




- Coloca um pouco... Vamos brindar!




- Certo. – Ele estava decididamente desconcertado. Mas serviu duas taças de vinho e entregou um para ela.




- Vamos brindar a nós. Ao nosso casamento!




Fizeram o brinde e tomaram um gole. Ela mexia-se sensual na cama e ele já estava mais que excitado.




- Então, Ron – Ela falava enquanto se levantava e ia em direção a ele – Gostaria que você sentasse um pouco – As mãos dela passeavam em seu corpo, deixando-o ainda mais excitado do que já estava – Pode ser aqui na cama mesmo. Mas sem o roupão.




- O que você está pretendendo Mione?




- Fique quietinho. Faça o que estou dizendo e observe.




Ele fez o que ela mandou. Em seguida, com uma fita branca em cetim, ela amarrou as duas mãos de Rony em suas costas. Deu um laço, e mesmo que estivesse folgado, ele não pretendia interrompe-la.




Enquanto amarrava as suas mãos, ela lambia e mordiscava com muito prazer o lóbulo de suas orelhas, beijava seus olhos e ainda puxou um pouco dos cabelos da nuca.




- Nossa – Ela falou olhando em seus olhos ao se levantar – Eu ainda nem comecei e você já esta assim?




- Tudo sua culpa – Ele sorria travesso – Sempre você que me deixa assim...




- Ah... Vou lembrar pra ir mais devagar da próxima vez.




Ela foi até a sala e ligou o som. Era uma música calma e sexy, bem envolvente e que mexia e muito com a imaginação.




Então ela voltou, e subiu de quatro até ficar com o busto na altura do pênis dele. Olhou com desejo nos olhos do seu homem e num gesto muito sexy, colocou o dedo médio na boca e o chupou com desejo, enquanto olhava naqueles grandes olhos azuis.




Ele tremeu. Sentiu que todas as suas emoções estavam concentradas em seu órgão e parecia que ele já iria explodir. Latejava e ela nada tinha feito além de provocar.




- Mione eu...




- Pshiiii – Não quero conversar agora.




Ela piscou um dos olhos provocativa e caiu de boca. Ele grunhiu de prazer ao sentir a boca dela. Chupava o pênis dele como se fosse um sorvete. Ela fazia um vai e vem continuo e gostoso, mesmo que bem devagar, segurando e acariciando a base.




Com a mão que estava livre ela começou a se tocar, mesmo por cima da lingerie que ainda usava. Acariciava os seios com prazer e ele estava encantado com aquela visão. Ela sempre o surpreenderia. Ela era a perfeição para ele. E continuou nesse movimento um bom tempo. Quando ela percebeu que ele já estava próximo do ápice, simplesmente parou, provocando uma reação de desagrado momentâneo no ruivo.




- Ah... Nada disso garoto. Nem me olhe desse jeito. Temos a noite inteira pela frente.




Ela começou a acariciar o corpo novamente. Mexia nos cabelos e rebolava provocativa. Começou a soltar os laços de fita que serviam para fechar o espartilho. A cada novo laço desfeito Rony sentia o coração pulsar mais rápido. Ela virou-se de costas e ele pode contemplar as costas nuas e perfeitas dela.




Ainda de costas ela empinou o bumbum. Rebolava provocativa e ele se perguntava ate onde iria suportar. Ao virar, ele viu os seios que o enchiam de paixão. Rijos, rosados e pontudos. Cheios de sexo. Ela aproximou novamente o corpo dele e ele arrepiou ao sentir os bicos dos seios encontrando com seu peito.




- Mione, eu vou rasgar essa fita e me soltar...




- Ah vai? Estou esperando.




Era a deixa que ele esperava. Num único movimento ele arrebentou a fita que mantinha seus pulsos unidos. Agarrou com força pela cintura e afundou os dedos em seus cabelos. O beijo foi rápido, sedento e forte. Virou contra seu corpo e a deitou na cama.




- Agora mocinha, é a minha vez...




Ele foi direto ao ponto. Soltou as ligas das meias e retirou a calcinha dela. Deixou as meias e a liga que estava na cintura. Achou sexy.




Ela já entendera o que ele pretendia e mais que rapidamente ela colocou os pés sobre os seus ombros, deixando seu sexo totalmente exposto para ele. Começou lambendo o clitóris, depois colocava ponta da língua, voltava para o clitóris e recolocava a língua...




Ela respondeu o carinho com gemidos baixos e contidos. Ele enfiou toda a língua dentro dela e o gemido foi audível. Ela arqueou os quadris e se sustentou nos cotovelos e na cabeça.




- Ah Ron... Sou toda sua... Chupa Ron... Mais... forte... Ron... por favo... Me faz gozar...




Ela gritava agora. Agradeceram estarem em um lugar mais reservado. Poderiam ficar a vontade, por completo. Ela rebolava incontrolavelmente. Ele precisou segurar seus quadris para que ela parasse um pouco e ele pudesse continuar com o que pretendia.




Assim que ela diminuiu um pouco os movimentos, já que ele havia diminuído a intensidade das carícias, ele recomeçou com os movimentos da língua. Recomeçou a sugar todo o clitóris, que agora estava muito inchado, e ele adorava quando ela ficava assim... Era possível vê-la pulsar... Se contrair.




Ela estava novamente enlouquecida e ele decidido. Queria que ela gozasse em sua boa e assim ele faria. Enquanto sugava e mexia no clitóris com a língua, as mãos agora acariciavam as suas coxas, as partes internas das coxas e com os polegares, ele começou a acariciar a virilha.




Ela voltou a gemer baixinho... Estava quase lá. Ele sabia... Ela também. Então, mais que rapidamente ele colocou um dedo em sua vagina. O toque foi o ápice e ela gozou. Enquanto ela gozava ele apertou a boca contra o clitóris e enquanto ela pulsava e se contorcia ele retomou sua tarefa de excitá-la.




Ela voltou a rebolar. Rebolava contra a boca dele enquanto ele fazia movimentos de entra e sai com a língua. Fazia pouco tempo que haviam descoberto o sexo, mas sabiam que era só o início. Rony sempre foi muito cheio de fogo e Hermione sempre adoro incendiá-lo.




- Ron – ela o puxou pelos cabelos e ele a olhou. Ela estava suada e totalmente descabelada. Era a visão perfeita para ele. Ele continuou olhando, mas ela parecia sem palavras.




- O que você que Mione?




- Er... er... – Ela ainda estava tendo orgasmo. Não conseguia falar.




- Se você não disser, não vou saber o que você quer... – Ele olhava com uma cara totalmente sínica. – Se não pedir, vou continuar aqui...




Ele fez menção de abaixar a cabeça e voltar para o clitóris, mas ela queria senti-lo dentro dela. Segurou novamente seus cabelos com o resto de forças que lhe restava e pediu.




- Ron... Dentro... Favor... – A frase saiu cortada e ele não perdoou.




- Não entendi nada do que você falou...




- Ron... eu... vou... falar um... palavrão.




- Ah... já está conseguindo falar – ele disse zombeteiro - Acho que se eu fizer isso – ele colocou novamente o dedo dentro dela e ela gemeu alto - posso te ajudar.




- Ah... Rony... seu...




- Concentre-se Hermione – ele sorria vitorioso enquanto movimentava o dedo dentro dela – Você consegue.




- Eu... Ah... Por favor... – A voz era um sussurro descompassado e aflito – Eu quero... você... dentro... de... mim... pode ser?




- Ah... Entendi agora! – Ele sorria – Então você quer que eu faça isso – Ele a penetrou de uma vez. O gemido que ela deu foi esganiçado – Assim tá bom?




- Mais... Mais... Rápido!




- Assim? – Ele aumentava a velocidade e voltava a sentir o órgão pulsar. As palavras começavam a sair com mais dificuldade.




- Isso... Assim... tá... ótimo! – Ela ajudava rebolando o máximo que podia. Adora se sentir totalmente preenchida e havia aprendido a pouco a sugar o pênis dele com a vagina. Ela adorava a sensação de que o pressionava e ele adorava essa pressão extra.




- Ron... eu vou... de novo... Ah...




- Ah... eu... eu?




- Espera...




Ela levantou um pouco o corpo e ele afastou-se retirando o membro. Devagar ela o deitou de costas e foi pra cima dele. O encaixe foi perfeito e o urro que ele deu, sensacional. Ela cavalgava com prazer. Os seios estava de frente e ele conseguia lambe-los enquanto eles pulavam e batiam em seu rosto.




Ele aproveitou a posição e com o dedo voltou a acariciar o clitóris. Ela gemia de prazer. Um prazer que era infindável. Apoiou as mãos no joelho dele e a visão que ele teve foi perfeita. Ela abocanhava com seu sexo o membro dele. Ele estava excitado com o que via e intensificou ainda mais a masturbação que fazia nela.




A intensidade e a força aumentaram gradativamente. Ele a segurou pela cintura e voltou a controlar o sexo. Ajudava na cavalgada e a cada nova investida, ela enfiava as unhas no corpo dele. Ela praticamente pulava agora. Perderam a noção de qualquer sentido. Ela aumentou ainda mais a intensidade enquanto ele a ajudava com as mãos.




Ela sentia que o volume dele aumentava cada vez mais. Estava em transe...




- Mione... – Ele segurava os seios dela com as mãos e movimentava o quadril ajudando na cavalgada – eu... vou...




- Eu... também...




Ela sentiu ser preenchida por completo por aquele gozo quente. Sua vagina se contraia frenética e sentia o pulsar ainda acelerado do pênis dele dentro dela. Desfalece sobre o peito dele sem prejudicar em nada o encaixe.




Depois de algum tempo assim, beijando-se e se acariciando, ela desfez a ligação deslizando para seu lado e deitando a cabeça em seu peito.




- Ron... – Ela tinha um sorriso enorme de satisfação nos lábio – Você está a cada dia melhor.




- É... Três numa única vez... Acho que tô aprendendo a te fazer feliz...




- Você sempre me fez feliz Rony.




- Nem sempre.




- Tá... Você foi meio bobo algumas vezes, mas desde que deixou de ser um completo legume insensível, até que está melhorando...




- Um... então passei de nível?




- Sim. Agora tem a sensibilidade do tamanho de uma colher de café.




- Ah... – Ele a beijou enquanto sorriam. Conversaram mais um pouco até que foram vencidos pelo cansaço. Ainda tinham muito que aproveitar. E a lua de mel, no que depender deles, vai ser intensa...

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