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1. A partida


Fic: Oblivion


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1:

Já era de manhã, os raios de sol invadiam o quarto forçando suas pálpebras a abrir. Hermione piscou desorientada algumas vezes antes de abrir seus olhos de fato. Ao seu lado só via um grande emaranhado de cabelos cor de fogo em forte contraste com os lençóis brancos que cobriam a cama. Era Gina, que continuava a dormir profundamente.

A garota não pôde deixar de soltar um forte suspiro. Já fazia uma semana que estava hospedada n'A Toca, a qual se estendeu devido ao excesso de cuidado da Sra. Weasley. Havia algo que há muito a preocupava: seus pais, ainda na Austrália, vivendo sob identidades diferentes e com as memórias alteradas. Ela queria e precisava trazê-los de volta mais do que qualquer outra coisa, mas seu maior receio era o de que quando eles soubessem o que ela havia feito, não iriam entender. Ela se sentia culpada por continuar esperando para agir, mas já tinha arrumado sua bagagem e agora só precisava anunciar sua partida aos Weasleys.

Se tudo desse certo partiria no dia seguinte àquele e com algumas informações que havia conseguido com a ajuda da prof.ª McGonagall localizaria seus pais e os traria de volta. Com alguma sorte, eles compreenderiam seus motivos e voltariam a amá-la como nunca. Esse pensamento era o que Hermione precisava para sentir vontade de se levantar da cama. Ela se apoiou em um cotovelo e lentamente se pôs de pé.

Ela ainda precisava encontrar uma maneira de anunciar sua decisão para a família Weasley. Molly com certeza não iria gostar da ideia de ter Hermione vagando sozinha pela Austrália e Rony também não iria concordar tão facilmente com a decisão dela. Desde o primeiro beijo dos dois, Mione e Ron estavam juntos e com a morte de Fred ela sabia que ao estar presente o ajudava a enfrentar o luto. Mas eles entenderiam que aquilo era algo que ela precisava fazer.

Foi na mesa do café da manhã que ela decidiu comunicar sua decisão e as reações foram exatamente as que ela já esperava:

- Mas minha querida, onde você vai dormir? Comer? Você tem dinheiro algum trouxa? - Indagava a matriarca Weasley.

- Não se preocupe, Sra. Weasley, eu tenho tudo planejado. Tenho algum dinheiro guardado e conversei com a prof.ª McGonagall sobre isso em Hogwarts, ela me encorajou a ir. Vou embora amanhã mesmo e com sorte não demoro a voltar.

- E o Ministério não pode ajudar, minha querida?

- O Ministério está cheio de problemas para resolver após a morte de Você-Sabe-Quem, Molly. - interveio Sr. Weasley - Dificilmente eles irão abrir uma brecha para esse caso.

A discussão durou algum tempo, a maioria estava apreensiva em aceitar que a garota fosse sozinha para um país desconhecido, mas ela estava irredutível e já era maior de idade. Partiria na manhã seguinte.

Rony se manteve muito quieto e pensativo durante toda a refeição. Ele logo terminou de comer e desapareceu de vista. Hermione teve o impulso ir atrás dele, mas não conseguiu escapar uma longa conversa com a Sra. Weasley, que estava disposta a ajudá-la tanto a arrumar as malas como a refletir a respeito de como explicaria para seus pais porque havia alterado as memórias deles. Já estava na hora do almoço quando Molly finalmente a deixou e foi para a cozinha.

Nesse momento Hermione decidiu procurar Rony para que pudessem conversar a respeito da viagem. Após ter procurado por ele em todos os cômodos da casa, pensou que ele deveria estar no jardim.

Os extensos campos que cercavam a casa dos Weasley se iluminavam com a forte luz do sol do meio dia. Ela esquadrinhou todo o terreno com muito cuidado até que conseguiu vê-lo: Ron estava encostado em um tronco de árvore, aparentemente observando a paisagem. Era outono e as folhas caíam e secavam formando um enorme tapete marrom sobre a grama.

Ela se aproximou devagar e se sentou ao lado dele. Uma brisa suave varria os campos e trazia um aroma agradável. O único som que os dois ouviam era o do farfalhar das plantas, até que o garoto falou:

- Eu poderia ir com você, sabe.

- Você sabe que eu adoraria que você fosse comigo, mas eu não acho que você deva. Você já passou tanto tempo longe dos seus pais e pode ser que eu demore...

- Eu não quero me separar de você de novo, Mione. Deixar você sozinha, sem nenhuma proteção...

Ela conseguiu perceber um tom melancólico na voz do garoto que a entristecia profundamente. A família dele havia sofrido uma perda inimaginável, mas ela também havia quando se viu obrigada a se separar de seus pais. Ela demorou alguns segundos para respondê-lo, queria ser o mais carinhosa possível com ele:

- Nós não iremos nos separar... não realmente. Quero pensar que você vai estar comigo durante toda minha busca, mesmo que não esteja presente. Eu sei me cuidar, você sabe disso. E eu não tenho escolha, Ron... preciso encontrá-los, não aguento mais não saber como ou onde eles estão... se estão vivos... – sua última frase saiu quase como um sussurro e de repente ela sentia sua garganta cada vez mais estreita. Cobriu o rosto com as mãos, sentindo lágrimas começarem a se formar em seus olhos.

Rapidamente Ron passou um braço em volta da garota com sua outra mão acariciou os cabelos dela. Suspirou profundamente e falou:

- Vai ficar tudo bem, Mione. Você vai ver, eles vão estar vivos e felizes. A Austrália parece ser um bom país para se viver...

- Você acha que eles vão ficar muito chateados comigo? Vão ter medo de mim? - ela perguntou insegura.

Ele hesitou por alguns instantes, mas logo respondeu:

- Não. Vão ficar preocupados quando souberem de tudo pelo que nós passamos, sim, e com motivo. Mas imagino que eles vão acabar entendendo e vão se sentir muito orgulhosos de você.
Ela sentiu uma enorme sensação de gratidão ao escutar essas palavras e respondeu:

- Vou sentir sua falta, Ron.

- Também vou sentir sua falta. Você sabe que eu te amo, não?!

A garota não conseguiu segurar o sorriso, ele nunca havia se declarado dessa forma para ela. Ambos sabiam como se sentiam e não havia sido necessário colocar aquele sentimento em palavras até aquele momento. Ela se virou para olhá-lo nos olhos e, segurando o rosto dele com as mãos, beijou-o com muito carinho. Ele logo correspondeu o beijo e as carícias começaram a ficar cada vez mais apaixonadas. Parecia impossível se separarem naquele momento até que escutaram os gritos da Sra. Weasley chamando-os para almoçar.

Depois de terem comido, o casal se juntou a Harry e Gina e os quatro passaram a tarde conversando sobre a viagem de Hermione e especulando a respeito de como ela encontraria os seus pais.

Logo chegou a hora do jantar e mais uma vez a Sra. Weasley repassou item por item o conteúdo da bagagem da garota e aconselhou-a o quanto pôde. Uma vez terminada a refeição Rony chamou sua namorada para um passei pelo jardim.

Uma brisa gelada varria os campos o que levou o ruivo a colocar um braço em volta da garota. Caminharam lado a lado sem trocar nenhuma palavra por algum tempo até que se sentaram na grama. A lua estava cheia e brilhava com intensidade. O garoto olhou para Hermione e a pele dela lhe pareceu tão macia que ele teve que se conter para não tocá-la; parecia bobeira, mas apesar de estarem namorando ele ainda se sentia inseguro para tomar iniciativas com ela.

Refletiu um pouco a respeito de como estava sendo estúpido e quando acordou de seus devaneios encontrou o olhar da garota no seu. Sem pensar, ele se inclinou e a beijou. Começou devagar, de forma a sentir os lábios dela, até que se aprofundou na boca dela e continuou a explorá-la. Sentiu o trajeto das mãos macias de Hermione de seus ombros até sua nuca e aproveitou para unir mais seus corpos, segurando-a pela cintura.

Ele adorava sentir o gosto dela e o calor de seu corpo o confortava. O desejo por mais crescia dentro dele e logo passou a acariciar as coxas dela, as quais, para a sua infelicidade, estavam cobertas por uma calça jeans. O vento começou a ficar mais forte e gelado, mas os dois não pareceram reparar. De repente, estavam deitados sobre a grama e se beijavam com uma paixão que até então nunca haviam experimentado. A ideia de que iriam se separar parecia assombrá-los e queriam aproveitar aquele momento o máximo que pudessem.

Apesar disso, ambos tinham a consciência de que aquele momento não era o ideal para aprofundarem a relação e por mais difícil que fosse eles controlaram seus impulsos e os beijos cessaram. Os dois ficaram deitados na grama por mais alguns minutos até que decidiram voltar para a Toca. Ambos foram para seus quartos e, sentindo o medo e a ansiedade da separação, dormir se fez quase impossível. Mas a noite, apesar de lenta, terminou enfim e finalmente era hora de Hermione ir embora.

A despedida foi muito difícil para os dois. Ela disse tchau para Harry e todos os Weasleys presentes primeiro e foi acompanhada pelo namorado até o jardim, onde iria aparatar.

- Se cuida, Mione. Volta logo, por favor. – disse Rony abraçando-a com força.

- Pode deixar. Te mando uma coruja sempre que possível, você vai saber de tudo o que estiver acontecendo. - ela respondeu sorrindo – Te amo, Ron.

Ele sorriu e a beijou. Logo acrescentou:

- Boa sorte, Mione.

E depois de mais um beijo ela aparatou, deixando para trás um Rony completamente desolado.


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Nota da autora: Essa é o primeiro capítulo da minha primeira fic e por isso gostaria muito de receber comentários e críticas a respeito para que eu consiga melhorar a qualidade da história cada vez mais. Espero que vocês gostem da história e obrigada desde já por visitá-la!

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