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10. Romeu e Julieta


Fic: Amando um Sonserino... DRAMIONE


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV DRACO MALFOY


Acordei e fiquei rolando na cama. Eu não consigo tirar aquele momento com a Granger da minha cabeça. Ontem a noite tudo estava dando mais certo do que eu imaginei. Ela admitira que já não amava tanto o pobretão e confessara que sentira ciúmes de mim.


E quando a gente se beijou não foi um beijo de momento como primeiro, nem calmo como os daquela tarde na Sala Precisa. Foi um beijo urgente e cheio de luxúria, mas ai eu tinha que estragar tudo! Reagindo como um virgem, e ficando excitado daquela forma, eu aposto que assustei ela!


Mesmo ela falando que foi tudo vontade dela também. Mas de uma coisa eu tenho certeza: não lembro de uma garota ter me feito perder a cabeça como aquela.


Ah, a Granger! A doce Granger! Você me deixa louco!


Mas não era apenas nesse sentido que ela me deixava louco. O fato é que ela despertava em mim uma mistura de emoções que eu nunca imaginei que poderia existir, muito menos que eu poderia sentir.


Quando eu via seu sorriso parecia que meu estômago estava descendo numa Finta de Wronski.


Quando ela falava comigo, por vezes eu ficava sem saber o que dizer.


E quando ela me tocava... Ai eu me sentia fora do mundo.


É como se de repente não existisse uma guerra lá fora onde nós lutávamos de lados diferentes. Na verdade é como se nem existisse um mundo lá fora.


O que é tudo isso que ela desperta em mim? Será? Não, não! Não acredito que alguém que tenha essa marca no braço esquerdo seja capaz de... amar.


Tentando afastar esses pensamentos da minha mente, percebi que estava atrasado para a primeira aula que seria Transfigurações. Aula que dividíamos com a Granger Grifinória.


Cheguei atrasado na aula da McGonagall de novo!


-Desculpe, professora! – falei e muitos alunos viraram para me olhar, inclusive ela. Olha meu estômago revirando de novo! Controle-se! Ai meu Merlin!


-Tudo bem Sr Malfoy, mas aprenda a controlar melhor os seus horários. Principalmente agora que é monitor chefe. – repreendeu a professora.


Percebi que tinha uma cadeira vazia perto dela e me sentei.


O testa rachada me olhou como se não estivesse entendendo nada, o pobretão me olhou como se pudesse lançar uma Avada só com a força do olhar e ela... bem, ela sorriu. E eu sorri em resposta.


 


POV HERMIONE GRANGER


O Malfoy chegou atrasado na aula hoje de novo, mas sei que dessa vez ele não estava com a Parkinson porque esta chegara cedo.


Falando nela, quando o Draco sentou ao meu lado e eu olhei em volta puder perceber que ela nos encarava com um misto de ódio e nojo.


Aquela garota me dá arrepios! Medo não, afinal eu sou uma Grifinória! Mas me dá uma sensação ruim...


Quando a aula acabou, nos levantamos para sair.


-E então, Mione? Como você está? – perguntou o Harry, que agora estava ao meu lado ignorando que o Draco vinha logo atrás de nós.


-Estou bem, Harry. – respondi sorrindo.


-Eu falei com o Rony que ele estava errado Mi e...


-Ah, Harry. Esquece isso! Eu estou ótima! – respondi sorrindo ainda mais. Afinal minha noite depois da briga do Rony tinha sido muito boa.


-Ãhn.. aconteceu alguma coisa, Mi? Você parece feliz?


Corei muito com a pergunta dele e disse:


-Não! Só estou me sentindo bem hoje.


O Harry se despediu e saiu andando na frente porque tinha que fazer alguma coisa que eu nao prestei atenção. Afinal, assim que ele se despediu eu ouvi uma voz falando logo atrás de mim.


 


POV DRACO MALFOY


-Não aconteceu nada? Assim você me magoa, Hermione! – falei baixo pra ela.


Foi engraçado ver seu rosto ficar vermelho e ela procurar as palavras para me responder.


-Draco eu... eu... – ela gaguejou e eu ri.


-Relaxa, Hermione! – eu falei e a abracei – Eu estava brincando.


Ela relaxou e sorriu também, mas ainda estava vermelha devido ao fato do meu braço está nos seus ombros.


Fomos andando e ela não retirava meu braço dali. Eu estava inexplicavelmente feliz. Mas como nem tudo é perfeito...


-É por causa dessa aí que você não quer mais namorar comigo, Draquinho?


A voz da Pansy ultimamente me irritava! Será que eu não tinha sido claro o suficiente? A Granger automaticamente tirou meu braço do seu ombro e olhou para a Pansy com um olhar mortal. Ela fica linda com raiva! Foco, Draco!


-Olha como fala, Parkinson! – a grifinória revidou falando o nome da sonserina com uma voz carregada de nojo. Ela fica realmente perfeita desse jeito desafiador! Certo, parei!


-Não me dirija a palavra, sangue ruim!


Eu parei bem perto da Pansy, claro que eu não iria agredí-la como fizera com o Crabbe. Eu jamais tocaria um dedo numa mulher. Mas eu não iria deixar barato!


-Em primeiro lugar, eu nunca namorei com você! Nós ficávamos e só! Em segundo lugar, RESPEITE A HERMIONE! – eu gritei a última parte e a Hermione me olhou disfarçando um sorriso.


-Vai me bater como fez com o Crabbe, Draquinho? – ela perguntou provocando.


-Não me chame de Draquinho. – falei entre dentes – E eu não te bateria, Pansy, – falei me acalmando – eu sou um Malfoy e um Malfoy não bateria numa dama.


Percebi tarde demais meu erro.


-Um Malfoy não andaria com uma sangue ruim, Draco! – Pansy falou com raiva – O que sua mãe vai pensar disso? O que ele vai pensar disso?


Notei que o ele não se referia ao meu pai e pedi silenciosamente para a Granger não perceber de quem a sonserina falava.


-Vai à merda, Pansy! – falei grosseiro e puxei a castanha pela mão para sair dali.


Chegamos a um corredor vazio e paramos. Ela me olhava confusa.


-Você está bem, Draco? – ela perguntou e levou uma mão até o meu rosto.


-Eu estou bem, Mione.


Tentei me acalmar.


-Obrigada por me defender de novo. – ela sorriu – Mas você está triste assim pelo que a Parkinson falou?


Será que ela percebera? Arregalei os olhos e assenti.


-Eu sei que você sempre se orgulhou de ser um Malfoy, sei também que sua família não gostaria da nossa aproximação.


Respirei aliviado, ela não percebera de quem a Pansy falara.


-Eu nunca tive tanta raiva de ser um Malfoy, Hermione! – eu bradei – Eu falei aquilo por impulso, me referindo à educaçao que eu tive. Mas eu não me orgulho mais do meu nome! Principalmente se ele me afastar de você! – quando eu falei isso percebi ela corando.


Então segurei sua mão e a beijei. Um beijo terno, mas logo nossas línguas se descobriam e exploravam nossas bocas. Não era urgente como na noite passada, mas mostrava todo o meu medo do que ele poderia fazer a ela se descobrisse que eu gostava dela. Nos separamos e ela me olhou sorrindo.


-O que é que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos de rosa, mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem. – ela falou sorrindo e apertou minha mão.


Eu não pude deixar de sorrir ao ouvir aquilo, mas a olhei confuso.


-É de um escritor trouxa, Draco. – ela me explicou – Uma história de um casal que não pode ficar juntos porque suas famílias se odeiam, Romeu e Julieta.


Eu sorri maroto e perguntei:


-Então somos um casal, Hermione?


-Draco, eu... – ela corou e tentou responder.


-Quer ser minha Juliana, Hermione? – perguntei a ela que gargalhou.


Então eu a olhei confuso.


-É Julieta, Draco. – ela explicou e eu sorri – Você está me pedindo em namoro, Malfoy?


-Estou, Granger! Sei que você quer um tempo pra pensar sobre seus sentimentos e não vou te forçar a nada. Também não vou esperar que se apaixone por mim da noite pro dia. Só quero uma chance pra te conquistar. E mesmo que tenhamos os problemas de Romeu e Julieta, vamos enfrentar o preconceito de todos juntos?


Ela estava muda me olhando e eu estava nervoso. Sei que eu deveria dar o tempo para ela, mas eu queria fazê-la esquecer de vez a cenourinha e nada melhor do que a namorando. Eu queria isso já desde a tarde na Sala Precisa. Seus beijos não saíam da minha cabeça.


Não me importava o que minha mãe iria falar, ou o que ele iria falar. Não me importava com a missão que ele me dera. A única coisa que me importava agora era o que ela iria responder, e ela parecia não saber o que falar.


 


POV HERMIONE GRANGER


 


Eu estava ali, parada, gelada e muda, olhando para Draco Malfoy que me pediu em NAMORO! Não acredito! Não sei o que responder. Acho que ainda amo o Rony, mas só acho, porque ele não causa mais o mesmo efeito em mim. Enquanto o loiro na minha frente fazia meu chão sumir com um beijo. Suas íris azuis acinzentadas estavam focadas em mim e eu me perdi naquele olhar.


Sabia que eu tinha que dar uma resposta e resolvi deixar rolar, eu precisava ser feliz.


-Você sabia que o fim de Romeu e Julieta foi trágico, Malfoy? – perguntei zombeteira, mas ele não percebeu e levou a sério, ficando muito triste – Talvez possamos fazer diferente. – ao ouvir isso ele sorriu – Eu aceito ser sua namorada, Draco.


Falei a última parte com muito carinho e uma realidade estava ali na minha frente.


Eu já estava gostando de Draco Malfoy.


 Nem me preocupei com a reação do Harry ou do Rony, nem com a reação da Narcisa ou do Lucius Malfoy. Ele me fazia bem e eu queria viver isso.


Senti borboletas voando no meu estômago e fui até ele e o beijei.


Nossa, como eu estava ousada! Eu agarrei ele, mas afinal ele era meu namorado.


Nosso beijo foi lindo como os outros, começou calmo e logo nossas línguas se enroscavam. Ele me puxava mais para si com urgência, mas com cautela. Sabia que depois do amasso no meu quarto ele iria ser mais cauteloso.


Mas apesar da urgência no beijo ele foi repleto de carinho, como era nosso primeiro beijo desde o começo do nosso namoro tinha que ser especial e foi muito mais que isso.


Nos afastamos e quando eu o olhei ele sorria como se tivesse ganho sua primeira vassoura.


-O que foi, Draco?


-Eu estou me sentindo muito bem! Parace que todos os meus problemas somem quando estou com você... Nem parace que eu... – ele parou na metade da frase.


-Que você o que? – perguntei curiosa, ele pareceu triste.


-Nada, Mione. – ele desconversou.


-Vamos começar a namorar com segredos, Malfoy? – perguntei com meu ar de monitora e ri. Ele pareceu relaxar um pouco.


-Não, minha namorada. Não. Mas eu tenho muitas coisas para te contar, que não podem ser contadas hoje. Apenas saiba que quando eu estou com você nem parece que eu sou um Malfoy. Você me faz um outro Draco, Hermione.


Não pude evitar de sorrir com aquelas palavras, mas sabia que ele ainda tinha alguma coisa para me falar. Alguma coisa que não lhe fazia bem.


E de uma forma estranha, o que não lhe fazia bem, não me fazia bem.


Mas percebi o quanto aquele assunto o deixou triste e resolvi não insistir.


Fomos para as nossas aulas que eram separadas, por enquanto não andaríamos como namorados até que nós contássemos a todos sobre o nosso relacionamento.


 


 


POV DRACO MALFOY


 


Eu quase deixei escapar que eu era um Comensal da Morte no meu primeiro momento com a Hermione como namorados. Eu iria fazer ela me largar na hora. Porque com certeza essa seria a reação dela ao sabe sobre o meu mais nefasto segredo.


Nunca eu odiei tanto o cara de cobra como odiava agora. Eu queria matá-lo por fazer de mim um monstro.


Mas será que um monstro pode amar? Será que era amor o que eu sentia? Será que eu era mesmo um monstro ou poderia ter salvação para mim?


As vezes quando eu via o sorriso dela eu sentia que poderia enfrentar tudo, até o Voldemort.


Quando a Pansy perguntou o que ele pensaria quando soubesse que eu estava com ela me fez temer pelo que ele seria capaz de fazer a ela. Não a mim, eu temia por ela. Tenho certeza que se ele fizesse alguma coisa a ela eu não responderia por mim e o faria desejar que nunca tivesse voltado.


É, talvez ainda existisse salvação para mim.


Mas afinal o que a Granger dissera sobre o final dos tais Romeu e Julieta? Tinha sido trágico, mas ela falou que poderíamos fazer diferente. E eu me esforçaria para isso.


Ninguém lembraria de nós pela tragédia. Eu desafiaria a todos por ela. Era uma certeza que me atingia como um raio, eu desafiaria o mundo por ela.


Afastei a memória daquele assassino nojento da minha mente e passei a pensar nela.


Nunca pensei que em tão pouco tempo alguém me faria sentir tudo isso.


Um sorriso dela é capaz de me dar coragem para fazer qualquer coisa.


Nós teríamos que contar para todos sobre o nosso namoro, pois só depois disso andaríamos como um casal de namorados pelo castelo.


Enquanto isso teríamos encontros as escondidas e eu não queria fazer isso, eu não estava cometendo um crime.


E ainda tinha que aturar os olhares de uns idiotas secando a MINHA NAMORADA!


Era engraçado pensar nela como minha namorada, a menininha que eu tanto aterrorizara quando éramos mais novos e que tinha se transformado numa moça bela e encantadora.


Mas no final tudo valia a pena, porque como tínhamos um dormitório só nosso teríamos muito tempo para ficarmos juntinhos.


Estremeci com o pensamento de ficar com ela ali no nosso dormitório e devo adimitir que por vezes eu tinha pensamentos nada ingênuos com a Hermione.


Mas depois daquela noite que ela percebera minha excitação eu simplesmente iria me conter. Seria difícil estar ali com ela e não tocar-lhe os seios fartos ou a bunda empinada, mas eu decidi que iria respeitá-la.


O que eu sentia por Hermione era real e tudo teria seu tempo.


No momento eu tinha que me preocupar em como dar a notícia a todos, inclusive à minha mãe.

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Comentários: 1

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Enviado por juliana vieira em 30/11/2011

simplesmente amando a fic

espero que continue

Nota: 1

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