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12. Querendo


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Evanescence – Anywhere


 


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Dear my love, haven't you wanted to be with me

And dear my love, haven't you longed to be free

I can't keep pretending that I don't even know you

And at sweet night, you are my own

Take my hand


CHORUS:

We're leaving here tonight

There's no need to tell anyone

They'd only hold us down

So by the morning light

We'll be half way to anywhere

Where love is more than just your name


I have dreamt of a place for you and I

No one knows who we are there

All I want is to give my life only to you

I've dreamt so long I cannot dream anymore

Let's run away, I'll take you there


We're leaving here tonight

There's no need to tell anyone

They'd only hold us down

So by the morning light

We'll be half way to anywhere

Where no one needs a reason


Forget this life

Come with me

Don't look back you're safe now

Unlock your heart

Drop your guard

No one's left to stop you

Forget this life

Come with me

Don't look back you're safe now

Unlock your heart

Drop your guard

No one's left to stop you now

(Chorus)


Evanescence - Anywhere (tradução)


Querido amor, você não queria estar comigo?

E, querido amor, você não desejava ser livre?

Eu não posso continuar fingindo que nem te conheço

E que em uma noite doce você é só meu.

Pegue minha mão.


Refrão:

Nós estamos partindo daqui esta noite.

Não há motivo para contar para os outros,

Eles apenas nos atrasariam

Então, pela luz do dia,

Nós estaremos à meio caminho para qualquer lugar,

Onde o amor é mais que apenas o seu nome.


Eu sonhei com um lugar para você e eu.

Ninguém sabe quem somos lá.

Tudo o que eu quero é dar minha vida apenas a você.

Eu sonhei por muito tempo, não posso mais sonhar.

Vamos fugir, eu te levarei lá.

(Refrão)

Esqueça essa vida,

Venha comigo.

Não olhe para trás, você está a salvo agora.

Destranque seu coração,

Abaixe a guarda.

Não há mais ninguém para te parar.

(Refrão)


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Capítulo 12


Querendo



Estava um dia lindo. O tempo estava perfeito e o sol estava brilhante. Gina estava de folga do trabalho, por isso, ela deveria estar no céu. Mas ocorreu o contrário, ela passou a maior parte da tarde na cozinha. E agora estava chegando o crepúsculo, e Gina estava na frente da casa de Olívio, com uma caixinha de bolinhos de caldeirão, tentando pensar no melhor jeito de se desculpar pelo o que acontecera na noite passada.

Respirando profundamente, bateu na porta de Olívio. Ela repentinamente sentiu-se boba por trazer os bolinhos. O que ela iria dizer quando os desse para ele?

“Oi Olívio! Desculpe-me porque uma pessoa por quem estou desesperadamente apaixonada interrompeu a nossa sessão de amassos. Aqui, pegue um bolinho.”

Bufando em desgosto, Gina procurou freneticamente um lugar para jogar os bolinhos quando a porta se abriu. Ela fingiu dar um leve sorriso, mesmo sentindo suas bochechas queimarem.

- Gina. - Ele disse, com os olhos surpresos. Foi um pouco para trás para que ela pudesse entrar.

- Eu... Ah, fiz isso para você. - Ela disse rapidamente, as bochechas quentes agora queimando de vergonha.

Olívio sorriu, pegando a caixinha que ela tinha lhe dado.

- Você fez para mim?

Gina colocou o cabelo atrás da orelha, nervosa, e mexeu um ombro.

- Bem, sim. Você cozinhou para mim. Não precisa comê-los... Eles não devem estar muito bons. Mas quero me desculpar pelo que aconteceu na noite passada. Sinto-me completamente responsável pelo que Harry faz e eu...

- Não tem problema, verdade. - Olívio respondeu, atravessando a sala para ir à cozinha. - Quer chá?

Gina cruzou as mãos e se mexeu.

- Claro. Seria ótimo.

Os olhos dela foram parar no sofá em que eles estavam se abraçando apaixonadamente na noite anterior. Era estranho que se sentisse desajeitada no momento?

Cautelosamente, ela foi para a pequena área em que Olívio estava preparando o chá. Ele apontou a cadeira para ela e sentou-se quieta antes de limpar a garganta.

- Eu também quero me desculpar pelo jeito que agi na noite passada... -
Olívio balançou a varinha para a água que estava nas xícaras começar a ferver antes de virar-se para olhá-la. - O que quer dizer

- Eu só... Não quero que você pense que eu sou... quero dizer, nós saímos apenas duas vezes e eu... - Ela estava fazendo realmente um excelente trabalho por se fazer parecer uma idiota desajeitada.

- Gina. - Ele interrompeu com um pequeno sorriso. - Você é uma mulher maravilhosa. Eu nunca pensaria nada de você porque me beijou.

Ela suspirou com um pouco de alívio e o agradeceu quando ele colocou a xícara de chá à sua frente.

- Como foi sua noite... Depois que fui embora?

Olívio colocou a sua própria xícara na mesa e sentou na cadeira próxima a ela.

- Er, foi tudo bem. Foi um tipo de uma longa noite.

Gina deu um gole do chá e deu a ele um curioso olhar.

- Por quê?

- Ah. - Ele balançou a cabeça e ela se perguntou se ele realmente estava ficando vermelho. - Eu fiquei acordado e... Trabalhei em uma tabela de exercícios para o time.

- Ah... Bem, eu adoraria te ajudar. Se estiver livre...

- Na verdade, alguns amigos meus e eu vamos a Hogsmeade. Há algumas bruxas que eles de quem eles estão atrás que andam perto do Três Vassouras.

Ela de repente percebeu que ele estava vestido para sair. Ele usava uma camisa cinza simples e calças pretas. Definitivamente não era uma roupa para usar em casa.

Antes que pudesse responder, ele colocou a mão em cima da dela.

- Por que não vem conosco?

- Ah, eu não sei. Não quero me intrometer...

- Gina. - Ele disse suavemente, apertando gentilmente a mão dela. - Eu realmente gostaria que você viesse.

Ela parou e pensou por um momento, seus olhos passaram pelas mãos unidas antes de levantá-los para o rosto dele.

- Tudo bem, então.

Ele sorriu rapidamente antes de encostar-se à cadeira, brincando com a borda da xícara, nervoso.

- Como vai o Harry?

Ela parou, quase derrubando o chá. Seus olhos encontraram os dele enquanto colocava a xícara firmemente sobre a mesa.

- Harry?

Ele levantou uma sobrancelha, curioso.

- Ele conseguiu ir para dentro?

- Ah! - Ela esforçou uma risada mesmo que sua garganta estivesse seca e assentiu. - Sim. Acho que ele vai bem. Espero que ele esteja com uma terrível dor de cabeça.

Olívio riu.

- Da próxima vez, já sabemos que não é para atender a porta.

Da próxima vez, ela pensou. O pensamento a excitava e aterrorizava.

- Gostaria de ir ao Baile do Ministério comigo? - Ela perguntou de repente, surpreendendo Olívio e ela mesma.

- O Baile do Ministério?

- É tradicional, dizem, depois que o Ministro da Magia for nomeado... Se achar que é melhor não, eu entendo perfeitamente. - Ela disse, com pressa.

- Eu adoraria ir com você- Ele lhe disse sorrindo nervosamente. - Quando?

- Sábado... Isso se você não tiver um jogo...

- Nós jogamos contra os Wasps pela manhã. Estarei livre a noite, se estiver tudo bem.

Gina sorriu novamente, e dessa vez ela colocou a mão em cima da dele.

- Está tudo bem.

Olívio respirou profundamente, lhe dando um pequeno sorriso.

- Está a fim de uma cerveja amanteigada?

- Com certeza.



Mais tarde, naquela noite, Gina tirou a capa e foi para seu quarto. Sentia sua cabeça um pouco leve por causa das bebidas que tinha tomado com Olívio e seus amigos. Ela esfregou sua têmpora e se perguntou como se sentiria se tivesse bebido o suficiente para ficar bêbada.

Ela andou quietamente para não acordar seus pais e seus irmãos.
Suspirando aliviada, Gina abriu a porta de seu quarto. Ela deu um pequeno pulinho quando viu Harry sentado na cadeira de canto, segurando uma tulipa amarela. Ela olhou por cima do ombro rapidamente antes de entrar e fechar a porta suavemente.

- Harry... Como... O que está fazendo aqui? - Ela perguntou lentamente, segurando forte sua capa.

- Entrei escondido já faz uma hora... Me desculpe. Eu estava... Eu estava esperando você chegar. Eu... Ah, queria te dar isto. - Ele disse, levantando a mão que estava segurando a flor. Gina pensou tê-lo visto ficar um pouco vermelho, mas não podia dizer se ele estava com vergonha ou se era a luz das velas.

Como toda mulher reagiria, o coração de Gina se suavizou um pouco enquanto pendurava a capa no mancebo ao lado da porta antes de andar até sua cama e sentar-se na ponta da mesma, olhando-o. Quase com relutância, ela pegou a tulipa, lhe dando um pequeno sorriso.

- Para que é isso?

Ele deu de ombros, como se estivesse ignorando a vergonha, mas seus olhos estavam com um pouco de tristeza.

- Eu fui um bêbado idiota na noite passada. Interrompi sua... Noite... Com Olívio. Sinto muito, Gina.

Ela suspirou suavemente, passando os dedos sobre as pétalas macias antes de encontrar os olhos de Harry com os seus.

- Está tudo bem, Harry.

Ele assentiu, mas continuou em silêncio por um momento antes de se mexer na cadeira.

- Estava com Olívio esta noite?

Ela franziu um pouco as sobrancelhas e colocou a flor ao seu lado sobre a cama.

- Estava.

Harry engoliu em seco e evitou os olhos dela.

- Então ele é seu...Ah... Seu...

- Meu o quê? - Ela perguntou, vendo-o levantar a cabeça para olhá-la.

- Seu namorado.

Ela desviou o olhar e levantou-se, pegando um lacinho na penteadeira e rapidamente amarrando o cabelo no alto da cabeça em um rabo de cavalo. Tirou os brincos e colocou-os no porta-jóias antes de finalmente virar-se para ele.

- Não, ele não é meu namorado, Harry.

- O que ele é então? - Harry perguntou precisamente.

Ela rolou os olhos com a repentina mudança na voz dele e fechou a tampa do porta-jóias com um baque. Como ela poderia responder a essa pergunta quando ela mesma não sabia a resposta?

- Eu... Eu não sei o que ele é ainda. Sei que ele é meu amigo.

- Mas você estava beijando-o noite passada. - Harry lhe lembrou, levantando-se da cadeira. - Quem sabe o que mais vocês deviam estar fazendo quando eu...

- Interrompeu tão rudemente? - Ela explodiu, cruzando os braços na frente do peito.

Ele contraiu a boca, olhando-a.

- Então ele é seu ‘amigo’ uma hora, e um companheiro de transa depois?

Ela estava ficando com raiva quando se aproximou e colocou um dedo firme apontado para o peito dele.

- Harry, realmente não é da sua conta o que eu faço ou não com Olívio.

- Você dormiu com ele?

Ela piscou por um momento, hesitando com o tom feroz da voz dele. Ela pôde sentir a tensão desaparecer de Harry em ondas exaltadas e, sem perceber isso, ela foi para trás.

- Eu disse a você que não é da sua conta, Harry. Você está livre para dormir com as mulheres que quiser, e deixou isso bem claro com a noite com Parvati. E não é diferente comigo. Se e quando eu decidir dormir com Olívio...

- Então você não dormiu. - Ele disse, com um sorriso satisfeito no rosto.

- O quê?

- Você disse ‘se e quando’. O que significa que você não dormiu com Olívio.

Frustrada, balançou a cabeça e encontrou os olhos dele firmemente.

- Ainda.

Em vez de ele ficar bravo como ela queria que ficasse, Harry se aproximou e levantou a mão, pegando uma mecha macia do cabelo dela antes de passar a mão em sua face.

- Ele beija você como eu beijo?

Ela repentinamente achou muito difícil respirar.

- O quê?

Harry se aproximou ainda mais, com a mão ainda acariciando sua face.

- Ele toca você como eu toco? - Sua respiração estava quente perto do ouvido dela, fazendo-a fechar os olhos enquanto cedia ao seu toque.

- Harry... - Ela falou, com a voz rouca de prazer.

- Você o deixaria fazer as coisas que eu faço com você? - Ele sussurrou, dando suaves beijinhos no ouvido dela e fazendo um caminho até a garganta. - As coisas que eu quero fazer com você?

Ela arqueou o pescoço permitindo aprofundar os beijinhos, enquanto suspirava. Contra o seu próprio juízo, deixou-se ceder pelas sensações que ele tinha invocado.

A respiração dele estava ofegante enquanto olhava para o rosto dela.

- Diga que me quer.

Gina se esforçou para respirar um pouco enquanto olhava para os lábios dele, que estavam perigosamente próximos aos dela.

- Diga, Gina. - Ele ofegou, deslizando as mãos para dentro da blusinha dela para cobrir seus seios. - Diga que me quer.

Ela arqueou contra ele, levando a cabeça para trás enquanto ele dava beijos quentes na base de seu pescoço.

- Harry...

- Diga. - Ele implorou, fazendo movimentos circulares com os dedos sobre os mamilos até que ficassem arrepiados.

Ela prendeu a respiração e abriu os olhos lentamente para olhá-lo. Os olhos dela estavam mostrando todas as sensações que sentia e resolveu deixar de lado as conseqüências.

- Eu quero você, Harry.

Com o que ela pôde descrever como um gemido, Harry a aproximou, fazendo-a ficar nas pontas dos pés enquanto cambaleavam contra a parede. Ela enlaçou os braços em volta do pescoço dele enquanto suas línguas dançavam ardentemente. Sensações inacreditáveis explodiam e deslizavam dentro dela quando arqueou contra ele, aumentando aquela maravilhosa sensação que crescia entre suas pernas.

Mais era tudo que ela podia pensar quando suas mãos começaram a desabotoar a camisa de Harry. Mais, mais, mais...

O gosto dela era como cereja e rum, fazendo com que a chama da luxúria desse uma pontada em seu estômago. Querendo sentir sua carne com as mãos, Harry deslizou sua blusinha para cima, raspando seus ásperos dedos na pele macia dela. Ele afastou seus lábios dos dela, só por um momento, para tirar completamente a blusinha. Sua boca capturou a dela mais uma vez enquanto suas mãos passeavam por suas costas, e desabotoou o sutiã habilmente, tirando-o.

Gina gemeu contra os lábios dele quando ela deslizou a camisa pelos seus braços, deixando-a cair no chão. O fogo dentro dela se intensificou, suplicando por prazer. Suas mãos apalparam cada centímetro do peito dele avidamente. Sentindo os músculos se contraírem debaixo de suas mãos, Gina se inclinou, ouvindo o assovio áspero dos lábios dele enquanto beijava seu pescoço.

Ele jogou a mão para o lado, achando a capa de Gina e apalpando para achar a varinha. Quando a achou, Harry fez um rápido feitiço silenciador em volta do quarto. Jogando a varinha no chão, ele empurrou Gina levemente enquanto sua língua dançava ferozmente com a dela e desceu as mãos até o botão de sua calça. Meio desajeitado, não conseguiu desabotoar a calça e praguejou-se mentalmente, mas ficou satisfeito quando o botão quebrou e voou longe.

- Harry. - Gina ofegou, com os dedos apertando o braço dele. Ela tentou pensar... Tentou respirar. Ele estava fazendo quase que o impossível para ela lhe implorar. Entortando a cabeça para trás contra a parede, ela se perdeu no redemoinho de sensações quando a mão dele foi para dentro de sua calcinha, a cobrindo intimamente.

Um gemido escapou da garganta de Harry quando Gina inclinou seu quadril contra ele. Ele apoiou um braço na parede e mordeu sedutoramente o lábio inferior dela. Ele a observava enquanto a levava muito próximo àquela explosão maravilhosa com seus dedos e repentinamente tirou a mão.

Gina abriu os olhos com a boca entreaberta e soltou um gemido de frustração. Ele não podia parar agora... Não quando ela estava tão perto...
Gina sentiu os lábios dele traçarem um caminho em sua bochecha, em seu pescoço e depois em seu ombro. Ela deixou escapar um gemido de protesto quando ele ficou de joelhos e abaixou sua calça.

Ela balançou a cabeça, como se não acreditasse nos movimentos dele. Ele não podia... Podia?

Um flash de calor a invadiu quando ele deslizou a língua em sua intimidade. Ela gemeu alto e entrelaçou os cabelo dele entre seus dedos. Oh, sim... Ele podia.

Repentinamente ela sentiu seu quadril se inclinar contra ele, acompanhando o leve movimento dele. Abriu a boca para poder respirar. O fogo crescia em seu estômago, ameaçando explodir. Ela sentiu seus joelhos começarem a ceder quando apertou forte o cabelo dele. Ela precisava que ele parasse... Precisava respirar.

Mas quando a língua dele deslizou dentro dela, sua mente ficou repentinamente branca e gemeu muito alto, caindo sobre ele. Os tremores passavam por todo seu corpo. Ela teria caído molemente no chão se Harry não tivesse levantado rápido e a segurado pelos braços.

- Não terminamos ainda... - Ele ofegou, encontrando os lábios dela.

Ela terminou de tirar a calça que estava em volta dos tornozelos, assim ficou totalmente nua... E ele estava tirando freneticamente a sua roupa para se juntar a ela... Assim poderia sentir seu corpo contra o dela. Ele precisava sentir a pele dela contra a sua. Ele se aproximou e a virou para irem para a cama.

- Eu não posso...- Ela murmurou bem baixinho. Não podia o quê? Ela não sabia. Ela não pôde nem pensar quando ele deslizou as mãos em seu corpo.

- Você pode, Gina. - Ele sussurrou, com a voz meio trêmula por causa do desejo. Ele teve que dar um passo para trás... Tinha que ser cuidadoso. Não queria machucá-la. Queria deixá-la molhada e trêmula. Queria fazê-la gritar.

Gina colocou os joelhos em cima da cama, mas ele não a deitou. Ela abriu os olhos e piscou para desanuviar a visão. Seus olhos se encontraram, vendo a urgência que cada um sentia. Ele nunca tinha sentido esta vontade quase animal, nunca tinha precisado tanto de uma mulher. Ela o tinha quase a beira da insanidade. Ela o tinha tremendo, e ela nem se quer sabia disso.

Suas mãos desceram do braço dela para a cintura e a virou, ficando com o seu peito contra as costas dela. Ele beijou sua nuca e passou as mãos nos seios e depois desceu para a barriga. Quando sua mão deslizou entre as pernas dela, ele moveu os dedos para dentro dela e beijou o nódulo da orelha.

- Você está tão molhada...

Ela levantou um braço para abraçar o pescoço dele e virou a cabeça para que seus lábios se encontrassem. Seu corpo reagiu contra a vociferante necessidade que ele tinha e ela, inconscientemente, pressionou seu quadril contra o dele.

Harry gemeu e a levou ao delírio, seu próprio desejo crescendo a cada gemido que saía dos lábios dela. Contraindo os dentes, ele sentiu seu controle explodir e colocou uma mão nas costas de Gina, empurrando-a para frente.

Ela agarrou a cabeceira da cama e estava para perguntar quando o sentiu colocar as mãos no seu quadril fortemente. Ela repentinamente percebeu qual era sua intenção e só pôde gritar quando ele deslizou para dentro dela. Ele ficou parado por um momento para que ela pudesse se ajustar e passou as mãos na sua pele macia quando ela empurrou seu quadril contra o dele, deixando-o profundamente dentro de dela.

- Gina... - Ele gemeu, sua respiração oscilou quando ela começou a se mexer.

- Não pare... - Ela começou, gemendo quando ele começou a se impulsionar dentro dela. O que eles estavam fazendo... O que ele estava fazendo com ela era inacreditável. Ela não sentiu vergonha, nem restrições. Só sentia aquela louca necessidade.

Seus gemidos ecoavam pelo quarto enquanto seus corpos estavam num ritmo rápido e frenético. Ela estava em volta dele tão forte que o fez fechar os olhos enquanto lutava contra seu momento de libertação. Ainda não... Ainda não.

Gina apertou o lençol forte contra sua mão e arqueou a cabeça para trás, soluçando o nome de Harry enquanto a penetrava. Sua respiração se prendeu na garganta enquanto gozava e só pôde gemer e deixar o gozo fluir através de si.

Momentos depois ela o sentiu se inclinar e puxar sua cabeça para trás gentilmente pelo cabelo. Ela virou a cabeça e encontrou os tentadores lábios dele, abafando seu próprio gemido de libertação e ele tremeu todo, derramando-se dentro dela.

Harry a trouxe para si e caíram deitados na cama. Ela ainda de costas para ele e este, ainda dentro dela. Agora ele entendia o que era morrer feliz.

Eles não falaram... Suas respirações pesadas eram as únicas coisas que quebravam o silêncio. Ele passou a mão pelo ombro dela e desceu até pousá-la confortavelmente em seu quadril. Com, sua bochecha, Harry afastou o cabelo dela e se colocou na curva do seu pescoço. Ela poderia deixá-lo com falta de ar somente com seu cheiro.

- Harry? - Ela perguntou, sua voz satisfeita pelo sexo.

- Hmmm?

- Obrigada pela flor.

Seus lábios se curvaram e ele a beijou na garganta.

- De nada.

Com isso, ele sentiu seus olhos se fecharem, cansados, e logo dormiu, com o braço em volta dela.

Harry acordou algumas horas depois, depois que as velas tinham se queimado por completo e a lua era a única fonte de luz do quarto escuro. Os lábios dela o levaram para um sonho que não conseguia lembrar. Ele virou para o lado, passando a mão gentilmente no cabelo dela e falando seu nome baixinho enquanto tirava o seu quadril do dela. A moleza dela o deixou surpreso... O excitou. Foi nesse momento que ela se moveu para cima de seu corpo, sentando em seu quadril com as pernas abertas, sua boca deslizando preguiçosamente contra a dele quando se encaixou nele, isso o fez saber que não havia ninguém igual a Gina.

E isso o assustou.

Quando os dois chegaram naquele momento surreal, ele gritou o nome dela, jurando que ele tinha libertado sua alma para dentro dela. Gina deitou em cima dele, com um sorriso no rosto quando colocou a cabeça no ombro dele.

- Eu te amo, Harry.

Seu coração pulsou dolorosamente em seu peito enquanto digeria as palavras. O assustou que com aquelas simples três palavras podiam rapidamente se tornar um homem por dentro. Ele piscou para mandar embora a dor atrás dos olhos e ficou parado, a abraçando suavemente. Ouviu-se barulho de chuva na janela, embalando-os em um tranqüilo sono.

Quando Gina acordou na manhã seguinte, ele tinha ido embora. Só quando ela se sentou na cama e encontrou as pétalas da tulipa espalhadas pela cama desarrumada, foi que ela percebeu que não tinha sido um sonho.


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