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7. A volta dos demais -- Parte II


Fic: Greens Red: Em Cada Sonho Que Eu Sonhar


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV Scorpius


 


Rose estava na cozinha ajudando minha mãe, enquanto meu pai e eu estávamos conversando na sala. Eu ainda não conseguia acreditar que eu estava ali como vindo visitar minha antiga família. Porque agora eu tinha uma família só minha, a Rose e nosso pequeno. Eu contaria hoje aos meus pais, espero que eles fiquem felizes e logo depois nós iríamos contar a família Weasley. É, daria tudo certo. Porque ele haveriam de receber mal uma criança que por mim era tão bem vinda?


– Scorp! – Tye descia as escadas com Yvih segura pela mão e foi me cumprimentar com um abraço


– Como você está? Papai me contou que passou na Universidade! Parabéns cara! – eu sorri para meu irmão e beijei Yvih no rosto – Mas tome cuidado maninho, Yvih está muito linda e alguém pode roubá-la!


– Obrigada! – Yvih sorriu vermelhando


– Que nada cunhadinha, sabe que te adoro! – eu sorri a abraçando


– Ei quer largar ela? Isso está ficando nojento! – Tye resmungou, mas eu vi o ciúme estampado em seu rosto


– É bom amar seu cunhado também Scorpius, estou para ser morto hoje! – Chuck entrou sendo puxado por Vick que sorria como se dissesse tenho trinta e dois dentes brancos e perfeitos


– Por que Chuck? – perguntei irônico – Vick e você brigaram?


– Quem me dera! – ele resmungou e foi cumprimentar meu pai


Apesar do medo do Chuck, meu pai e ele se davam bem. Quando Vick foi estudar na França era aqui que Chuck passava a maior parte das férias do nosso time. Ele adora ficar aqui na casa onde ela morou e conversar com a minha mãe e com meu pai. Acho que ele foi a melhor pessoa que Vick podia ter escolhido.


– Gente o almoço está na mesa! – Rose apareceu na porta


Eu a olhei sorrindo. Ela estava linda. Um vestido amarelo florido chegava até abaixo dos joelhos e era bem rodado. Se sua barriga estivesse um pouco mais, apareceria facilmente pelo tecido fino. Eu fiquei ali imaginando-a com a barriga enorme e eu sentindo nosso bebê chutar. Ela me dera o bem mais precioso do mundo. Meu filho.


– Pai? – chamei ele sem tirar os olhos de Rose


– O que foi? – ele me encarou, mas eu não virei meu rosto


– Você gostaria de ter um neto? – ergui as sobrancelhas


– É claro que eu gostaria! – ele sorriu – Rose e você estão tentando ter um bebê?


– Não pai! – eu abri um sorriso lindo e estiquei uma mão para a ruiva que sorria abertamente vendo-a segurar minha mão e se aconchegar em meus braços – Rose e eu vamos ter um bebê!


O sorriso de meu pai sumiu na hora, mas ele não ficou decepcionado, pelo contrário, seus olhos brilharam tanto que parecia que ele teria outro filho. Então seu sorriso voltou a se abrir e ele me abraçou emocionado, em seguida tomou minha esposa nos braços e a abraçou também. Rose chegou chorar a tamanha emoção.


– Eu ouvi bem? Vou ser avó? – minha mãe estava parada na porta


– Vai mãe! Mas você vai continuar linda e nova como sempre! – eu sorri, brincando


– Ah meu pequeno! Quem diria que você cresceria! – ela me abraçou forte, quase me sufocando


Eu ri e retribuí o abraço, Rose era abraçada por Yvih e Tye ao mesmo tempo e depois foi minha mãe agarrá-la pelo pescoço e começar a pedir se ela estava se alimentando bem. É, minha felicidade estava completa.


***


 


POV Alvo


 


Fazia três dias que estávamos em Londres. Lylian havia sumido novamente com Luke, eu sei que não deveria me preocupar, mas conhecendo minha irmã, ela vai se entregar facilmente para ele de novo. E se ele a machucar mais uma vez?


No entanto, não era somente isso que preocupava. Eu praticamente pedi Louise em casamento e ela não me respondera nada. Simplesmente ficou me olhando. É claro que ela não mudara comigo e naquela noite os pensamentos foram varridos da nossa mente por causa da Sophie, mas isso já faz uma semana. Será que ela não podia me responder?


Senti meu celular vibrar no bolso. Peguei e verifiquei o identificador de chamadas, era ela. Ligava dos Estados Unidos, não pudera vir para cá e só viria realmente na véspera de natal, até lá faltava duas semanas ainda. Suspirei e atendi.


– Oi!


– Oi amor, tudo bem? – ela estava feliz demais


– Tudo sim e com você? – suspirei, será que só eu achava isso estranho?


– Tudo sim, estou cheia de trabalho! Eu fiz uma troca, vou fazer plantão de 16 horas por dia e então no próximo domingo a noite eu poderei pegar um avião e ir para aí!


– Que bom meu amor, eu já sinto a sua falta! – meus olhos marejaram, porque eu estava me importando tanto com a maldita resposta dela?


– Alvo? Por que está falando diferente? – ela perguntou de forma branda, mas notara que havia algo errado


– Nada amor, eu só não sou acostumado a ficar longe de você! Prefiro saber que estou no mesmo local em que você chegará depois do trabalho!


– Eu sinto sua falta também meu amor e eu te amo muito, não se esqueça disso! – ela estava sorrindo agora, eu podia sabe conforme suas palavras


– Eu te amo também e não me troque por nenhum médico almofadinha ok? – eu tentei rir, mas esse riso pareceu descrente até para mim


– Nunca meu amor! Prefiro meu jogador de quadribol esquentadinho! – ela riu e desta vez eu acompanhei


– Promete que se cuida meu amor? – pedi como sempre pedia todos os dias


– Prometo! E promete que me espera?


– Prometo meu amor! Beijos!


– Beijos!


E então eu desliguei. Era sempre assim. Eu estava em dúvida, mas era ouvir sua voz e eu melhorava. Ela era tudo o que precisava, talvez não fosse tão importante assim uma cerimônia de casamento. Mas ela podia pelo menos ter respondido, Merlin!


***


 


POV Hugo


 


Eu não vira ela desde que acabara as aulas, ela fora ajudar a irmã, Mel, a arrumar as coisas e vir para cá. Mel e James moravam na Espanha agora, meu primo arrumara um trabalho no Ministério lá, na área de Controle dos Esportes Mágicos. Eu só queria saber porque tinham que chamar a Anne. Enfim, ela voltaria hoje. Hoje.


E quando o carro buzinou lá fora, eu fui o primeiro a pular do sofá e abrir a porta. A minha loira descia junto com o menininho Luka de dois anos e meio. O pequeno ensaiava seus primeiros passinhos e agarrava firme as mãos de Anne.


Abaixei-me e abri os braços. O pequeno sorriu e andou mais rapidinho, até se aconchegar em meus braços e eu me levantar com ele no colo. Beijei sua bochecha e puxei Anne para um selinho demorado.


– Senti sua falta amor! – eu sorri


– Eu também senti, mas agora vim para ficar! Se eu puder é claro! – ela sorria abertamente


– Se você ficar com ele no colo, ele não vai te deixar em paz! – Mel sorriu e me beijou o rosto


– Pode deixa, eu adoro ele! – eu sorri cumprimentando James em um meio abraço


Acho que só vendo os dois tão perto é que eu percebi que James e Luka eram iguais. O pequeno era moreno e de olhos verdes, a única coisa de Mel era os contornos do rosto. Luka saíra a cara do pai.


– Amor? – Anne me chamou – Preciso conversar com você! Pode dar o Luka ao James?


– Claro! – entreguei o pequeno ao meu primo e saí com ela para o jardim – O que foi?


Comecei a andar calmamente pela grama com ela. Ela se apoiou em meu braço e encostou a cabeça em meu ombro.


– Sabe que Mel e eu sempre fomos sozinhas, não sabe? Ela quer que eu more com ela para que eu não fique sozinha em casa! Meus pais sempre viajam e ela sempre me protegeu!


– Na Espanha? Ela quer que você more na Espanha? – eu me virei indignado para ela


– Sim! Eu disse que não iria! E não é só por você! É porque imaginei uma vida aqui! – ela sorriu singelamente – Hugo, eu...não tenho onde ficar! Quando falei antes que vim para ficar e pedi se podia, estava falando sério! Estou pedindo para morar com você!


Eu fiquei surprese. Não esperava que ela me pedisse isso, nem de longe imaginei algo assim. Só que no fundo, eu gostei da idéia. Só precisava convencer meus pais, porque nós dois apesar de termos tido ótimos NOM´s e NIEM´s, ainda não tínhamos emprego, então teríamos de morar com eles.


– Por mim você fica! Claro que fica! – eu a abracei – Só que vamos ter que ficar com meus pais por um tempo! Não tenho do que viver ainda!


– Eu sei! Não estou pedindo nada Hugo, só que me queria aqui! – ela sussurrou segurando minha mão em seu rosto – Não quero morar tão longe!


– Vou conversar com meus pais e mesmo que eles não deixem, nós damos um jeito! Eu não vou deixar você ir! – segurei seu rosto e a afastei sorrindo – Se tivermos que morar embaixo da ponte, você vai?


– Com você sim! – ela riu da brincadeira e voltou a me abraçar


***


 


POV Vincent


 


Eu acordei aquela manhã na casa dos Potter sentindo falta de Sophie na cama. Olhei a volta no quarto, mas não vi sinal dela. Levantei e fui para o banheiro a fim de tomar um banho, mas a encontrei sentada no chão, pálida e chorando.


– O que foi meu amor? – abaixei-me ao seu lado e segurei seu rosto – Aconteceu alguma coisa?


– Eu tive um enjôo Vin! – ela suspirou – Acho que é porque eu fiquei muito chateada por causa do bebê e então devo estar tendo aquelas gravidez psicológica sabe?


– Sophie! – eu a abracei – Foi a primeira vez que isso aconteceu?


– Não, aconteceu no avião vindo para cá, mas eu achei que fosse a altitude! – ela suspirou em meus braços – Você pode chamar a Hermione? Prefiro saber se estou bem!


– Claro meu amor! Por que não toma um banho e relaxa? Vou descer e chamá-la pela lareira e então venho ficar com você! – beijei o topo de sua cabeça – Eu te amo!


– Eu também te amo Vin! – ela sorriu fraquinho e se levantou abrindo o chuveiro dentro do Box


Eu sorri um pouco e saí do banheiro me vestindo e indo para o andar de baixo. Harry estava na sala lendo o Profeta Diário e Gina na cozinha preparando o café.


– Posso usar a lareira? Sophie não se sente bem e eu queria chamar a Hermione! – pedi cauteloso, porque estava com um mau pressentimento?


– Claro! – Harry estranhou – O que Sophie tem?


– Enjôos! –eu respondi laconicamente – Ela acha que está com uma gravidez psicológica por causa de tudo que aconteceu!


– Eu imagino como ela deve ter se sentido!


Eu acenei e chamei Hermione pela lareira, ela ainda tomava café, mas avisou que se arrumaria correndo e voltava. Subia as escadas com passos leves e entrei no quarto. Sophie estava deitada na cama, mais branca ainda do que antes.


– Aconteceu de novo! – ela sussurrou – Estou com medo Vin!


– Estou aqui meu amor! Hermione já vem e tudo ficará bem! – eu sorri – Você vai ver, nada de mal vai te acontecer!


– Fica comigo? Do meu lado, por favor? – ela segurou forte a minha mão enquanto eu me sentava ao seu lado e a puxava para o meu colo


– Não vou sair daqui, eu prometo! – beijei o topo de sua cabeça


***


 


POV Edward


 


– Daphinne, desse jeito nunca vamos chegar a casa da minha mãe! – exclamei pela décima segunda vez


– Espera, eu tenho que estar bonita! – vi mais uma roupa voar pelo quarto


– Você estava bonita nas últimas cinco roupas que você colocou! – eu resmunguei


– Você gosta de mim de qualquer jeito! – ela sorriu maliciosa


– Mas é convencida! – eu passei a mão nos cabelos – Isso não é verdade!


– Não é? – ela riu e pegou um vestido vermelho colando na frente do corpo – Como fico com esse?


– Gostosa! – eu sorri malicioso


– E essa roupa? – ela colocou uma calça escura e uma blusa branca – Certinha demais?


– Comportada como uma menina mimada e linda! – eu ri, ela sabia me enrolar


– E mais essa? – era uma saia e uma tomara-que-caia


– Perfeita! Agora vai, veste essa e vamos! Você vai levar todas essas roupas na mala mesmo! Nas malas né! Esqueci que você vai levar pelo menos cinco!


– Ah vai se ferrar! – ela me tacou um vestido azul no rosto


– Você não deveria ter feito isso! – eu fechei a cara e levante


– Por quê? – ela se voltou para mim séria e com as mãos na cintura


– Porque você me deixou bravo agora! – eu a segurei pelos braços


– Vai me bater é? – ela desdenhou


Eu a segurei firme pelos ombros e a joguei para trás, ela caiu deitada na cama. Eu engatinhei por cima dela, ainda sério.


– Vou e você não sabe o quanto! – eu sorri antes de capturar seus lábios com os meus


Ela me abraçou pelo pescoço e começou a arranhar minha nuca, eu desci meus beijos para o seu pescoço.


– Sabe como eu te prefiro? – eu disse entre beijos sorrindo malicioso


– Hum? – ela pediu inebriada com o clima


– Sem nada! – eu sorri e abri o fecho de seu sutiã jogando-o pelo quarto


É nós iríamos nos atrasar, mas quem disse que eu estava ligando para isso?


***


 


POV Chuck


 


Chegara a hora. Vick segurava minha mão de maneira forte, enquanto seu pai me alcançava um copo de firewiskey, eu estava realmente precisando disso. Suspirei pesadamente e abri a boca para falar. Vick prendeu a respiração ansiosa, mas não saiu som nenhum da minha boca.


– Chuck? – ela me cutucou nas costelas


– Calma! Tenho que me preparar! – eu sussurrei esfregando minhas costelas onde ela batera


– Ele não vai fazer nada! Não custa pedir! – ela choramingou e cruzou os braços na frente do corpo emburrada


– Pare de ser mimada! – eu sussurrei – Vou pedir, já lhe disse que pretendo me casar com você e não vou deixar que nada interfira nisso!


Ela tentou não deixar o sorriso aparecer, mas não conseguiu e eu, então, beijei seus lábios de forma carinhosa. Então me voltei para meu sogro que estava conversando com Rose e Scorpius sobre o neto e respirei fundo.


– Senhor Malfoy? – chamei


Ele estranhou eu o chamar assim, pois sempre o chamei de Draco, então se voltou de cenho franzido.


– Eu tenho algo importante para falar! – eu me levantei e puxei Vick comigo


– Você engravidou minha filha! – ele largou o copo de firewiskey na mesa de centro e levantou ficando cara a cara comigo


– Não! Por que todo mundo pensa isso? – indaguei sorrindo


Ele suspirou aliviado.


– Eu pedi sua filha em casamento e diante da resposta afirmativa dela, quero a sua benção! – eu disse de uma vez só e nunca me senti tão bem quanto agora, eu fizera a coisa certa


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