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7. Capítulo VII


Fic: O que vem depois do fim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eu demorei a perceber, mas ficou bastante claro o quão regrada era a minha vida antes de assumir o cargo de chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia quando Ron retornou de viagem.


Agora que minha carga de trabalho parecera triplicar – sim, porque havia momentos em que eu sentia que seriam necessárias três Hermiones para que eu voltasse a respirar como antes –, ficou evidente que qualquer alteração, mínima que fosse, em qualquer plano da minha vida – emocional, profissional ou social – abalaria as estruturas do plano conjugal. Justo ele, que fora construído e mantido a tanto custo, era o mais afetado por todos os outros.


Ron e eu – principalmente eu – sempre impomos regras em casa, de modo a evitar discussões bobas e totalmente desnecessárias. Tudo o que eu queria era viver em harmonia. Então busquei como forma de resolução o diálogo. Desse modo, foram estabelecidos horários para acordar e para dormir e para realizar as refeições – o que também se aplicava às crianças –, decidimos que todos os problemas do trabalho deveriam permanecer no ambiente de trabalho e que jamais deveríamos deixar que qualquer estresse respingasse em nossa relação familiar e desestabilizasse a paz e a harmonia de nossa casa.


É claro que tudo isso implicava muitas outras coisas: nenhum de nós deveria opinar no plano profissional do outro, todas as decisões que fossem afetar a família como um todo deveriam ser tomadas em conjunto e o companheirismo e a confiança deveriam ser indispensáveis tanto na relação entre Ron e eu, quanto em nossa relação com nossos filhos.


Tudo isso tornara o meu casamento mais harmonioso, trouxera cumplicidade para a relação conjugal. Mas o meu novo cargo me afastara de minha família e mesmo que eu não levasse os problemas do trabalho para casa e que controlasse bem o meu estresse, de alguma maneira isso já afetava Ron. Ele não reclamava, não questionava, sequer demonstrava qualquer contrariedade com relação à minha ausência. Eu sabia que ele estava preocupado e que gostaria que eu fosse mais participativa em casa. Eu acreditava que o Ron compreensivo se fora e dera lugar ao Ron resignado.


As festas de fim de ano agora se aproximavam e eu teria toda a minha família reunida em casa. Eu já não cabia em mim de tanta felicidade. É claro que a merecida folga de dez dias fora muito bem-vinda. Eu poderia enfim descansar ao lado de meus filhos e dar a atenção que eles e meu marido mereciam.


Eu já estava estabilizada o suficiente em meu novo cargo e, uma semana antes do Natal, sugeri a Ron que tivéssemos um fim de semana só nosso. Para isso, contei com Harry e Ginny, que prontamente aceitaram Hugo em sua casa por duas noites. Lily adoraria ter companhia, afinal!


- Carta da Rose! – Ron anunciou ao pé da escada. Corri até o alto da escada e o fitei.


- Chegou agora? – indaguei.


- Não sei dizer. Freya já estava devidamente acomodada em seu poleiro para dormir quando cheguei à cozinha.


Desci as escadas rapidamente e tomei a carta da mão de Ron. Abri com ansiedade.


 


Mamãe e papai,


Mal vejo a hora de ir para casa! Teve início os exames, como eu disse que aconteceria na carta que enviei semana passada, e finalmente percebi que o recesso não está tão distante. Parece que quanto mais se aproximam as festas de fim de ano, mais saudades eu sinto.
Imagino que Hugo esteja contando os dias para vir para Hogwarts. E pensar que falta tão pouco... Quero dizer, são só alguns meses e o tempo passa tão rápido!
Fiquei realmente surpresa – e feliz, é claro – de ele ter-me enviado uma carta esta semana. Ele me contou que passaria o fim de semana na casa do tio Harry e da tia Ginny com Lily. Oh, e Lily está tão frustrada por não poder estar aqui! Mas eu já disse a ela... É só por um ano. Ano que vem ela e Hugo estarão aqui conosco, então a turma estará completa. Isso, claro, se Malfoy permitir. Parece que Albus esqueceu a própria aversão que tinha até o ano passado à Sonserina. Aposto que se a seleção para as Casas fosse hoje, ele não pediria ao Chapéu Seletor para colocá-lo na Grifinória.
Tudo bem, posso estar exagerando um pouco. Em verdade, Malfoy não é tão detestável assim. É até educado. E não me trata mal. Talvez em respeito a Albus, afinal, somos primos. James é que não parece tão seguro com relação à amizade de Al com Malfoy, ainda que haja cordialidade no tratamento que reserva ao sonserino. Mas decidi não me intrometer mais nessa história. Penso que talvez nada disso me diga respeito. O que Albus faz, com quem ele se relaciona, de quem é amigo... Nada muda o fato de sermos da mesma família.
Bem, não há muitas novidades e as que eu acumular, deixarei para contar quando estiver em casa. Até lá, espero que você, mamãe, ainda esteja sobrevivendo ao trabalho. E você, papai, cuide direitinho dela.
Sinto saudades de vocês.
Com amor,


Rose


 


Aquela era a minha Rose. Sempre preocupada com aqueles que amava, sempre tão meiga e gentil... Era impressionante a sensibilidade dela! A segurança e a maturidade dela eram também únicas.


Eu achava tão bonita a relação que ela mantinha com Albus. Melhores amigos, inseparáveis. Ela parecia realmente sentir ameaçada essa amizade pela presença de Scorpius Malfoy. Em boa parte das cartas que recebêramos dela, havia reclamações com relação ao garoto – e sempre pelo mesmo motivo. Ela não parecia encontrar razões para não gostar de Scorpius além do simples fato de ele ser um Malfoy e pertencer à Sonserina e, é claro, dos ciúmes que sentia por Albus ser amigo dele, o que era aceitável, uma vez que antes de irem para Hogwarts eram só ela e Albus.


- Como minha Rose me enche de orgulho! – Ron comentou.


- Ron – repreendi. – Você trabalha com o pai do garoto há anos, já deveria ter superado essa rixa há tempos!


- Superar a rixa não quer dizer que vou me tornar o melhor amigo do Malfoy – ele retrucou.


- Albus é amigo de Scorpius.


- E você acha que gosto de saber que meu sobrinho está se misturando? Já disse a Harry...


- Ron – eu o interrompi, mais uma vez repreendendo-o.


- Tudo bem, já parei – ele fez. – Já está pronta?


- Calçarei os sapatos, escovarei os dentes e nós iremos – eu disse, voltando a subir as escadas.


- Enquanto isso, trago as sacolas para baixo. – E ele me acompanhou.


Iríamos para Pembrokeshire, apesar de ser inverno e o local ter como característica as suas praias e as construções medievais. Ficaríamos em um chalé próximo à praia.


Nossos planos resumiam-se a ficar diante da lareira acesa, saboreando fondue regado a um bom vinho, relembrando bons momentos e desfrutando da simples a companhia do outro. Uma segunda lua-de-mel após quase vinte anos de casamento. Era disso que todo casal precisava para manter-se unido por tanto tempo: sair da rotina, a sós, sem filhos, sem preocupações.


Hugo estava na casa de Harry e Ginny desde o dia anterior. Quando Ginny buscara Lily na escola, aproveitara para buscar também Hugo. Eu ligara para a casa de Harry na noite anterior e já ligara novamente logo após fazer o desjejum. Ele estava bem e estava adorando a programação diferente. Eu é que não gostava muito da situação. Por mais que fôssemos todos parte de uma grande família – hoje literalmente –, a preocupação sempre existia. Era coisa de mãe.


Quando voltei para o quarto, já de dentes escovados, Ron já não estava mais lá. Desci apressada e após checarmos se estava tudo certo, aparatamos.


◊ ◊ ◊


Assim que chegamos a Pembrokeshire, nos recolhemos no chalé. Conhecêramos a cidade no País de Gales muitos anos atrás e eu me apaixonara pelo lugar. Havia muitos chalés para  alugar, principalmente àquela época do ano, pois era baixa estação, desse modo conseguíramos por um preço bastante razoável, principalmente porque ficaríamos apenas por uma noite. Teríamos vindo na noite anterior se eu não tivesse chegado tão cansada do trabalho. Ainda não tinha arrumado as coisas também, então optamos por deixar a viagem para a manhã de hoje.


Infelizmente não havia muito a fazer ali no inverno. As praias e as falésias eram simplesmente encantadoras e era uma pena não poder visitá-los.


- Podemos vir novamente quando os garotos estiverem de férias, Mione. O que acha? – Ron sugerira.


- Eu nem sei como vão estar as coisas no trabalho até lá, Ron – eu disse. – Mas acredito que se nos programarmos, podemos vir, sim. Mesmo que para passar só um fim de semana.


- Difícil vai ser convencer as crianças a ficarem tão pouco tempo – ele comentou.


- Eu mesma não gosto da ideia... Passaria muito mais tempo se pudesse.


Ron veio até mim naquele momento e me abraçou por trás.


Eu estava olhando a paisagem através da janela. O céu estava escuro, quase negro, e o mar investia violentamente contra as falésias, as ondas indo e vindo e quebrando nas pedras, espalhando infinitas gotas cristalinas no ar. Era sinal de chuva se aproximando.


Senti o queixo de Ron pressionar o meu ombro e toquei seus braços, que estavam enroscados em minha cintura. Afaguei-os.


- E então, quais os planos que a senhora tem em mente? – ele indagou.


- Antes de tudo, temos de ir a um mercado. Você sabe, comprar alguns mantimentos e os ingredientes para o nosso fondue. Depois que trouxermos as coisas para cá, decidimos se vamos almoçar fora ou se preparamos algo para comer aqui mesmo.


- Acho válido – Ron disse, em seguida girou-me pela cintura para que eu ficasse de frente para ele. – Almoçamos fora, naquele restaurante de comida italiana que fomos da última vez com as crianças. De acordo?


- De minha parte, nenhuma objeção – eu disse, sorrindo.


- Perfeito. Assim voltamos e passamos o resto do dia juntinhos assim... – E ele me abraçou, distribuindo beijos pelo meu rosto e pelo pescoço antes de então me beijar a boca.


Deixei-me envolver pelo beijo, ainda que correspondesse mecanicamente ao gesto. Ron me puxara mais para perto uma ou duas vezes pela cintura, enterrara as mãos em meus cabelos e até fizera uma leve pressão em minha nuca, mas, quando nos afastamos, percebi que não fora um beijo de todo espontâneo. Eu queria, e queria muito, mas faltava alguma coisa para que fosse perfeito.


Ignorei a minha percepção e depositei um demorado selinho nos lábios de meu marido, seguido por outro, porém breve, e me afastei completamente.


- E então, vamos?


A essa altura eu já estava próxima à mesa, onde eu pendurara o casaco e o sobretudo que eu vestia quando aparatara aqui em Pembrokeshire. Estendi também para ele o casaco e o sobretudo dele e ofereci um sorriso, ao que ele retribuiu de forma terna.


- Vamos – ele assentiu.


Vestimos rapidamente os casacos e os sobretudos e calçamos as luvas. Aproveitei para colocar também um gorro antes de pegar a bolsa e dirigir-me à porta, onde Ron já me esperava. Ele passou um dos braços pelos meus ombros, abraçando-me de lado e abriu a porta para que enfrentássemos a ventania juntos.

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Comentários: 4

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Enviado por Toddynho em 15/01/2014

Casamento desmorando a vista.

Ron não suporta Malfoy pelo visto.

Harry como lida com isso?

Sua escrita esta me prendendo muito. Fic muito boa, só falta um detalhe para ficar perfeito. 

Nota: 5

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Enviado por Lara em 23/02/2012

LOL, o beijo é mecânico. MECÂNICO. mEcÂnIcO. produção, troca logo o rapaz que ele não serve mais 

Nota: 5

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Enviado por quitxi em 30/01/2012

Meu amigo, esse casamento tá muito chato viu? É regra pra isso...regra aquilo...minha nossa. Tô com o Léo. aposto em DOIS capítulos pra eles se separarem².

 ...
percebi que não fora um beijo de todo espontâneo. Eu queria, e queria muito, mas faltava alguma coisa para que fosse perfeito.

O que falta Mione pra ser perfeito é vc trocar a pessoa que tá beijando. hauhauhauah

Ingrid, se vc for esperta, já pega aí a dica pra deixar a fic mais perfeita! ;) 

Nota: 1

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Enviado por Léo Mota em 30/01/2012

Será que o comentário vai dessa vez? :P Já postei CINCO VEZES e nada :x Bora ver aí... agora vai! :x É, estou vendo que cada vez mais Ron está ficando para trás... eu aposto em DOIS capítulos pra eles se separarem :P Hahahahahaha :S

Nota: 5

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