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16. A festa e obviedades


Fic: Divergências.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando entramos no salão, a festa já estava armada.


Vários alunos alegres e entusiasmados (como seu eu não estivesse também), espalhados por cadeiras, poltronas e qualquer área que considerasse mais confortável. A comida também já havia sido providenciada, e todos metiam as mãos nas bandejas sem a menor apreensão (coisa que eu tenho certeza que não estaria acontecendo se Fred e Jorge ainda estivessem aqui).


Assim que fui avistada, um sussurro entusiasmado correu os presentes e imediatamente fui cercada por grifinórios entusiasmados, todos querendo me parabenizar e saber de cada lance da partida (como se eles não estivessem lá). Tive que explicar lentamente que estava jogando como apanhadora, e que, como o meu trabalho era encontrar uma bolinha minúscula e extremamente rápida, prestar atenção a todos os lances da partida e a como eles foram criados e executados definitivamente não era o meu foco principal. A explicação pareceu acalmar a todos, antes de eles se darem conta de que eu deveria saber detalhada e minuciosamente cada lance da partida, e se porem a explicá-los animadamente. O que me fez suspirar desanimada.


Não me entenda mal. Eu adoro Quadribol. Adoro mesmo. Estou muito feliz com a nossa vitória, e muito orgulhosa do time por sua atuação... Mas não estou muito disposta a escutar cada suspiro que eles deram. Em outro momento, talvez. Agora eu quero um bom banho relaxante, e liberdade para curtir a comemoração em paz (já subentende-se que Harry faça parte disso). Além do mais, se eles realmente se porem a detalhar cada lance da partida, sairemos daqui amanhã.


Ou semana que vem, penso abatida, enquanto um garoto especialmente entusiasmado comenta o instante inicial da partida.


Alguns minutos depois.


Cuidadosamente me afasto dos entusiasmados (que, em algum momento, parecem ter se esquecido de que estavam detalhando o jogo para mim, e estão alegremente analisando a partida entre eles), e segui em direção a Hermione.


-Olá de novo – cumprimento após pegar uma cerveja amanteigada de uma mesa por perto.


-Olá. Capturada por fãs fanáticos? - indaga divertida.


-Oh, sim. Tão fanáticos que se dispuseram a me detalhar a partida, e esqueceram completamente que eu ainda estava ali. Parece que a análise dos melhores momentos está muito boa – termino indiferente. Hermione se engasga levemente com a cerveja amanteigada, antes de rir.


-Fanáticos, realmente. Não é a toa que Rony esteja ali com eles -ela faz sinal para o meu irmão, que havia se juntado aos "entusiasmados", e sorrimos juntas- O que realmente não compreendo é o porquê de você não estar lá. Afinal, você é tão fanática quanto eles -termina fazendo sinal para o grupo, e logo em seguida se virando para mim.


-Oh, sim -começo incerta- Acho que não estou com muita vontade de ouvir cada detalhe de todas as jogadas, no momento.


-Ah sim -responde me olhando ceticamente, com um leve sorriso- e isso não teria absolutamente nada a ver com um certo garoto de cabelos pretos e olhos verdes, que, por acaso, ainda não voltou de uma detenção?


E eu realmente não deveria esperar que Hermione caísse nessa. Desisto da pose e decido expressar a razão da minha inquietação.


-Ele ainda não voltou da detenção -comento preocupada- o que será que o Snape está fazendo com ele?


Ela me olha exasperada.


-Acalme-se Gina, por favor. Não é como se o Snape fosse torturar o Harry ou algo assim. Ele é um professor -responde convicta. O que me faz a encarar incrédula.


-Por favor, Hermione, tem certeza de que estamos do falando da mesma pessoa? Porque eu estou falando do Snape que simplesmente odeia o Harry. -retruco indignada.


-Bem, não é como se ele nos amasse ou algo assim -responde consciente.


-Mas também não como se ele nos odiasse tanto quanto odeia o Harry -rebato exasperada- Fala sério, Hermione. Você mesma já me contou que o Snape já descontou pontos dele por respirar alto. - E ela sabe que eu estou certa, penso indignada. Até um cego é capaz de notar o ódio que Snape tem de Harry. Até um cego, surdo e mudo. Não há como não notar. Faíscas voam (e não estou falando no sentido "atrativo" da expressão), quando ele põem os olhos em Harry. E com Harry não é muito diferente.


Ela parece parecer ter de aceitar o meu argumento. E, se eu conheço bem Hermione (e posso crer que conheço), ela simplesmente ainda não consegue aceitar o fato de um professor ser tão indigesto com Harry quanto Snape é (não que ele seja um doce com o resto de nós, para ser sincera), simplesmente porque o garoto é parecido com o pai. Ela inclusive já me confidenciou que, por mais que acredite nessa história, ela tem certeza de que ela absolutamente não justifica todo o ódio que Snape guarda de Harry.


E eu concordo com ela.


-Você está certa. Snape realmente tem um ódio sobrenatural de Harry -ela é obrigada a admitir- Mas isso não muda o fato de que ele é um professor, Gina. Ele simplesmente não pode – e tenho certeza de que não vai- fazer algo sério a Harry. Ainda mais quando ele conta com a confiança do Diretor. Eu não creio que ele fará algo a Harry assim -desculpe o trocadilho- nas barbas de Dumbledore. Não. Ele precisa que Dumbledore confie nele, e precisa do seu apoio. Ele sabe que os membros da Ordem só o toleram porque o Diretor declarou sua confiança nele. Fazer algo a Harry seria instantaneamente acabar com isso.


O argumento de Hermione faz sentido, sou obrigada a admitir.


-É, acho que você está certa. Como praticamente sempre, claro- respondo, o que a faz sorrir- Mas isso não me impede de ficar preocupada, você sabe - E realmente não o faz. Mesmo sabendo que Snape é um professor e todo o resto, ele não tende a ser muito racional perto de Harry. Não. Definitivamente não há nada de racionalidade lá.


Hermione assente compreensiva.


-Sim, claro que sei. Eu também fico preocupada com ele -ela faz uma careta- o temperamento de Harry é absolutamente inflamado, e eu não gostaria de ver o que aconteceria se Snape ultrapassasse os limites. Harry não se conteria, eu tenho...


Ela é interrompida pela chegada de um sorridente Rony, com duas canecas de cerveja amanteigada nas mãos.


-Olá – exclama sorridente, antes de se virar para Hermione- Aceita uma cerveja, Hermione? -pergunta, oferecendo um copo a uma confusa Hermione.


-Ér, bem -exclama- Obrigada Rony, mas eu já estou tomando – faz sinal para o copo em sua mão.


Eu rio contra o meu copo. Hermione é tão inteligente... mas às vezes parece não conseguir entender algumas coisas. Como o fato de isso ter tido praticamente o mesmo simbolismo da entrega de um buquê de flores, para o meu irmão.


Eu sorrio consciente da expressão decepcionada e envergonhada que toma o rosto dele. Coisa que Hermione não parece ter notado, alias. Eu acho que Luna estava completamente certa ao dizer que às vezes não conseguimos enxergar coisas dolorosamente óbvias, por achar que é a nossa imaginação. Ou, no caso de Hermione, por simplesmente não querer levar situações dolorosamente simples a um nível tão elevado.


-Oh, certo -ele parece não saber o que fazer, até parecer se dar conta de que eu ainda estava ali- Você quer, Gina?


Faço sinal para o copo em minha mão.


-Ok, então – ele desajeitadamente coloca o copo em uma mesa por perto e se volta para nós novamente, obviamente desejando poder apagar o incidente da cerveja das nossas mentes- Então, o que vocês estão fazendo?


Hermione responde rapidamente, provavelmente prevendo a resposta nada educada que eu daria a essa pergunta nada inteligente.


-Conversando sobre Harry – Rony ergue as sobrancelhas- Eu e Gina não gostamos de imaginar ele e Snape juntos por horas – elabora.


Ele faz uma leve careta de compreensão.


-Verdade. Não seria nada legal um professor matar um aluno, ou vice-versa -Diz como quem comenta o tempo.


-Rony, por favor! - Hermione exclama. Eu não consigo segurar uma pequena risada. Hermione me lança um olhar fugaz.


-Por favor, o quê, Hermione? – ele responde exasperado – Você não pode negar que, neste exato momento, eles devem estar pensando nas melhores maneiras de um torturar o outro.


Reprimo uma risada. Hermione encara Rony com uma estranha mistura de repreensão e diversão. Ele dá de ombros.


-E você não pode dizer que eu esteja mentindo – completa. Hermione prefere ignorá-lo.


-Na verdade, eu sempre quis ver Harry explodir com Snape – Rony emenda com uma expressão sonhadora, ignorando o olhar de Hermione, nesse momento muito grave (extremamente semelhante ao da prof. McGonnagal, por sinal) - Seria maravilhoso.


Eu não posso deixar de rir alto com esta. Seria realmente maravilhoso. Hermione me lança o mesmo olhar que estava direcionando a Rony.


-Sim, seria esplêndido – respondo sorrindo – Brilhante também. Snape nem saberia o que o atingiu. Não se Harry estivesse realmente fora de si.


Rony ri abertamente. Hermione está claramente dividida entre a vontade de comentar alguma coisa e continuar nos repreendo com o olhar.


-Verdade. Até o ano passado, eu não sabia que ele poderia ser tão explosivo. Mas, nossa, eu realmente fico com medo dele quando está irritado. É assustador -Rony estremece levemente- Como se ele fosse nos azarar até virarmos um patê, ou nos torturar, ou como se pudesse nos matar com o olhar, e quisesse fazer isso. É como se o Harry calmo de sempre desaparecesse e um dragão extremamente irritável tomasse o seu lugar.


Hermione finalmente resolve se manifestar.


-Nem tanto, Rony.


-Nem tanto, nem tanto? - Rony retruca indignado- Você está maluca, Hermione? Porque se você tem amnésia, euainda me lembro muito bem do jeito que ele ficava -e ainda fica- quando irritado. Muito bem -enfatiza- E não é uma experiência exatamente agradável.


Eu franzo as sobrancelhas, surpresa. Se o que Rony falou está certo (e deve estar), Harry deve ser ainda mais assustador do que eu pensava, quando irritado.


-Ele é mesmo tão ruim assim? - indago curiosa.


-Ele é pior – Rony responde em um tom que não deixa margem a questionamentos.


-Ele fica bastante temperamental -Hermione declara neutra, embora sua expressão denuncie que ela está mergulhada em lembranças não muito agradáveis.


Rony resmunga algo que soa como "Assim como um Rabo-Córneo Húngaro é temperamental" contra sua caneca.


-Eu me lembro de como ele gritou com vocês ano passado – comento com uma leve careta- Era realmente assustador. Ele parecia pronto para explodir alguma coisa. Como a cabeça de vocês.


-Viu? - Rony faz sinal para mim, olhando para Hermione- Até a Gina, admite que ele é assustador quando está com raiva – expõe como se isso resolvesse a questão.


Hermione revira os olhos diante da insistência dele.


-Ok Rony. Eu admito que Harry pode ser bastante intimidador quando está irritado – exclama dividida entre a exasperação e a diversão.


Rony sorri presunçosamente. Eu e Hermione trocamos um olhar antes de rirmos.


-Daqui a pouco ele deve estar aí, aliás – ele comenta um pouco apreensivo, encarando a entrada como se, de repente, Harry fosse entrar gritando e agitando os braços – Portanto, acho bom este assunto parar por aqui.


Então nos encara como se dissesse "Eu não estou brincando. Vamos calar a boca", o que faz somente eu e Hermione rirmos ainda mais.


-Eu não o porquê de vocês estarem rindo -comenta confuso.


-Você é muito engraçado, Rony – comento entre arquejos, antes de me pendurar nele e beijar ruidosamente a sua cara nariguda. Ele me encara aturdido. Eu dou dou de ombros, antes de largá-lo, e sorrir.


-E isso foi por você ter jogado muito bem – falo, e ele sorri orgulhoso, antes de parecer se lembrar repentinamente de algo, e fazer uma intensa careta.


-Ah propósito -ele se volta para Hermione- Que história é essa de você querer sair com o McLaggen, Hermione? - indaga indignado para uma Hermione cuja expressão vai de confusa à aturdida em milésimos.


Oh ow. Eu já havia me esquecido completamente disso.


-Oh sim- comento divertida, e vendo que Rony não desviaria sua atenção, o cutuco nas costas – Rony? Rony! - ele continua parado, encarando acusadoramente Hermione – RONALD BILLIUS! - Exclamo alto, o que faz Rony instantaneamente se voltar para mim. Usar o segundo nome é instantaneamente conseguir a sua atenção, ou melhor, a sua raiva. Pobre vovô, parece que Rony nunca aceitou muito bem a homenagem que mamãe prestou.


-O que você disse? - exclama alterado para mim. E talvez isso até possa assustar alguém, mas sinceramente, eu convivo com Rony a tempo demais para me afetar por suas crises.


-O seu segundo nome, claro -respondo indiferente- Aquele com que você foi registrado. Billius.


Rony varia entre vermelho e roxo. Já a julgar a expressão de Hermione (que está mordendo o lábio inferior como se estivesse evitando demonstrar qualquer emoção), ela ainda não conhecia o segundo nome do meu irmão.


-O que você quer, GI-NE-VRA? - retruca mordaz. E se ele pensa que eu vou cair assim nessa está enganado. Tudo bem que o meu nome não é o mais bonito do mundo (muito longe disso, aliás), mas ainda assim é o meu nome, fazer o quê. Não me adiantaria em nada xingar qualquer pessoa que o pronunciasse, apesar de eu sempre deixar clara a preferência pelo uso do meu apelido.


-Por favor, Rony. Eu conheço o meu nome, não precisa soletrá-lo – respondo propositalmente calma.


Ele me encara frustrado. Sem dúvidas esperava que eu cedesse a sua provocação.


-Então -continuo- O que eu estava querendo dizer antes de você ter um ataque, é que Hermione não quer sair com McLaggen, e nem o considera um bom jogador. Ou considera? -indago divertida para Hermione.


-O.. O quê? - Hermione parece pasma demais para formular uma resposta coerente – Não! Eu não o considero um bom jogador. Ele é um idiota arrogante -termina ainda evidentemente perdida, porém convicta.


-Oh, certo. Eu já esperava isso – comento, antes de me virar para Rony- Então, viu? Hermione não quer -urgh- nada com McLaggen. Nada.


-O.. o quê?.. Mas, mas, você me disse! - ele exclama confuso, gesticulando de mim para Hermione.


Sorrio – Eu sei que disse.


-Então? -pergunta confuso.


-Eu estava mentindo.


-Mentindo? - exclama se alterando.


-Sim, você sabe. Aquilo que você faz quando conta uma coisa falsa.


-Eu sei o que é mentir! -responde irritado, as orelhas vermelhas- Mas por quê você fez isso?


-Para você jogar bem.


-Mas... mas o quê isso tem a ver? - retruca alterado.


Eu rio – Tem tudo a ver.


-O, o quê? -exclama confuso e irritado.


-Quando é que você vai conseguir fazer dois mais dois, Rony? Acho que você já deveria ter passado das contas estupidamente simples.


Aprecio por um momento a expressão atordoada e confusa de Rony. Hermione me encara como se eu houvesse acabado de declarar aos berros a paixão deles. Sorrio inocentemente para ela.


-Reflita um pouco sobre isso, Roniquinho – respondo batendo em seu ombro, antes de largar a minha caneca vazia- E bem, eu vou ir para o banho agora.


Enquanto me retiro para o dormitório, escuto a voz do meu irmão.


-O, o quê foi isso? - fala atordoado.


-Eu não sei, Ronald. Realmente não sei – Hermione responde rispidamente, em um tom de voz mais alto do que geralmente usa- Talvez você deva refletir melhor sobre isso mesmo, não? Me responda depois se conseguiu descobrir o resultado da conta- completa alterada, antes de eu ouvir o som de um copo sendo largado, e passos resolutos rumo à outra direção.


Me viro a tempo de ver um Rony completamente pasmo, no meio do salão, segurando uma caneca meio bebida, com uma expressão de quem não está nem um pouco atento aos cochichos que foram iniciados ao seu redor.


N/a: Eu sei, eu sei! Parei bem na parte que interessa. Mas eu prometo que logo eu já termino o resto.


E então, o que você achou? Eu sei que não mereço... mas se você quiser me dar a sua opinião, muito obrigada mesmo.


E o meu obrigada, obrigada mesmo, a todos que leram. Sério, só de fazer isso vocês já me enchem de alegria. Masss, é bom saber quem me enche de alegria, não é? /pequena indireta. sagifdsfgd


Bjos da tefa.

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Comentários: 2

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Enviado por Larissa W. Potter em 30/07/2012

POSTAA LOOGOOO!!!! QUEROOO LEER A PARTE QUE INTERESSA ! 
Sua fic é demais estou adorando ! Não demore viu?  

Nota: 5

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Enviado por Aurora Weasley Potter em 18/04/2012

Muito engraçado e bem elaborado ta chegando a parte que interessa.

Nota: 5

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