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6. Quadribol e Frango


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Look what you’ve done


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Take my photo off the wall

If it just won't sing for you

'Cause all that's left has gone away

And there's nothing there for you to prove


Chorus:

Oh, look what you've done

You've made a fool of everyone

Oh well, it seems likes such fun

Until you lose what you had won


Give me back my point of view

'Cause I just can't think for you

I can hardly hear you say

What should I do, well you choose

Oh, look what you've done

You've made a fool of everyone

Oh well, it seems likes such fun

Until you lose what you had won


Chorus:

Oh, look what you've done

You've made a fool of everyone

A fool of everyone

A fool of everyone


Take my photo off the wall

If it just won't sing for you

'Cause all that's left has gone away

And there's nothing there for you to do


Chorus:

Oh, look what you've done

You've made a fool of everyone

Oh well, it seems likes such fun

Until you lose what you had won

Oh, look what you've done

You've made a fool of everyone

A fool of everyone

A fool of everyone


Look what you’ve done (tradução)


Tire a minha foto da parede

Se ela não cantar de jeito nenhum para você

Porque tudo que restava foi embora

E não tem nada lá para você provar


Refrão:

Oh, veja o que você fez

Você fez todos de bobos

Oh, bem, parece que você se divertia com isso

Até você perder o que você ganhou


Me devolva meu ponto de vista

Porque eu não posso pensar por você

Mal posso ouvir você dizer

"O que eu deveria fazer?" - bem, você escolhe


Refrão:

Oh, veja o que você fez

Você fez todos de bobos

Oh bem, isso parecia tão engraçado

Até você perder o que você ganhou

Oh, veja o que você fez

Você fez todos de bobos

Todos de bobos

Todos de bobos


Tire a minha foto da parede

Se ela não cantar de jeito nenhum para você

Porque tudo que restava foi embora

E não tem nada lá para você fazer

Oh, veja o que você fez

Você fez todos de bobos

Oh bem, parece que você se divertia com isso

Até você perder o que você ganhou


Refrão:

Oh, veja o que você fez

Você fez todos de bobos

Todos de bobos

Todos de bobos


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Capítulo 6


Quadribol e frango


Na noite seguinte, Gina estava do lado de fora da casa de Sirius em frente à porta, enfrentando uma batalha interna se deveria ou não bater. O pedaço de pergaminho que trazia na mão direita era do campo de Quadribol do Puddlemere. Olívio foi ao O Caldeirão Furado esta manhã e tinha lhe pedido, enquanto estava trabalhando, para entregar o pergaminho a ele. Ela suspeitava que não tinha sido só para aquilo que ele tinha vindo, e foi provado correto quando ele a convidou para jantar naquela noite.

Ela lembrou que se sentiu um pouco surpresa vendo a expressão triste de Olívio quando recusou o pedido. Ela tinha lhe dito que era porque sua família tentava comer junta pelo menos duas vezes por semana, o que tinha sido, em parte, verdade. Sinceramente, ela tinha se sentindo como se estivesse traindo Harry se dissesse sim. Especialmente depois do que Harry tinha lhe dito na noite anterior. Ele ficou bravo com ela... Talvez até mesmo tenha ficado com um pouco de ciúmes. Ela queria desesperadamente saber o que isso significava.

Respirando profundamente, Gina ergueu sua mão até a porta e bateu. Ela ficou esperando um pouco, não ouvindo nenhum sinal de movimento do outro lado. Um pouco desapontada, se preparou para ir embora quando repentinamente a porta se abriu.

- Gina. - Harry disse com voz de surpresa.

- Harry... Me desculpa, eu incomodei você?

Ele negou com a cabeça.

- Na verdade, eu estava lavando um pouco das minhas roupas. - Ele parou, abrindo a porta um pouco mais. - Você pode entrar... Se quiser.

Ela entrou e fechou a porta. Seus olhos passaram no livro que estava em cima da mesa, próximo ao sofá. Ela abafou um sorriso quando o reconheceu como Quadribol Através dos Séculos. Ele se virou para olhá-la, com suas mãos dentro dos bolsos da calça.

- Então...

Gina se mexeu, o silêncio estendendo-se entre eles antes de ela olhar para o pergaminho e voltar a olhá-lo depressa.

- Ah! Eu preciso entregar isso a você.

Ele olhou para o pergaminho com suspeita.

- Você escreveu um recado para mim?

Ela ficou quieta por um momento, se sentindo como se estivesse com onze anos novamente, com uma paixonite de adolescente quando ele a olhou daquele jeito.

- Eu? Não... É do Olívio. - Ela disse, dando o pergaminho a ele.

Ele franziu as sobrancelhas levemente, pegando o pergaminho das mãos dela, cuidando para que não a tocasse.

- Olívio?

- É... Do campo de Quadribol do Puddlemere. - Ela disse com um sorriso. - Ele não desiste, não é?

- Evidentemente. - Ele pegou o recado e o colocou em cima do livro. – Obrigado, Gina.

- Então... Você já decidiu o que vai fazer sobre isso?

- Sobre o quê? - Ele perguntou, passando em volta da cadeira para se sentar no sofá. Cautelosamente, ela se sentou próximo a ele.

- Sobre Quadribol... Jogar para o Olívio.

Ele a olhou e encolheu os ombros.

- Eu não sei... Eu quero dizer, uma grande parte de mim ia amar fazer isso.

- Mas...?

- Mas eu não sei se Quadribol é o que eu quero fazer na minha vida. É bom para pessoas como Olívio, que vive e respira esporte. Mas nesse momento, parece ser uma perda de tempo.

Ela assentiu em um entendimento silencioso, mexendo na roupa com seus dedos nervosamente.

- Por que Olívio simplesmente não me mandou uma coruja? - Ele perguntou repentinamente, seus dedos se contraíram quando a viu ficar levemente vermelha.

- Ele não tinha certeza de onde você estava ficando então eu me ofereci para te entregar.

Aposto que sim, ele pensou, antes de se perguntar quais eram as intenções de Olívio Wood para com Gina.

Tirando os pensamentos indesejáveis da cabeça, Harry limpou a garganta.

- Você, por acaso, falou com Rony desde ontem à noite? - Harry perguntou casualmente, erguendo seus olhos para os dela.

Ela encolheu os ombros.

- Ele ficou com a Hermione na noite passada... Eu estava indo no caminho de casa quando parei aqui. Era para ele estar no jantar hoje.

- Ok... - Ele disse, incerto sobre o que dizer depois.

- Você pode vir jantar conosco, se quiser. - Gina apressou-se a falar, cruzando as mãos em seu colo. - Eu sei que você não tem visitado a mamãe ou o papai ultimamente e...

- Eu não posso. - Ele interrompeu. - Sirius vai trazer comida. Ele vai voltar do Ministério mais cedo hoje.

- Ah. - Ela ignorou o desapontamento que passou dentro de si. - Eu não tenho visto Sirius ultimamente, como ele está?

- Ocupado. - Harry respondeu, encolhendo os ombros. - O Ministério está formando um novo Projeto de Auror que ele desenvolveu.

- Por que eles precisam de um novo projeto? - Gina perguntou, curiosa, sentindo os músculos de seus ombros relaxarem enquanto entravam em uma tranqüila conversa.

Ele encolheu os ombros novamente.

- Eu não tenho certeza. Não falei direito com Sirius desde que me mudei. Ou ele está no Ministério ou está visitando o Remo.

- Eu fui visitar Remo com a mamãe algumas semanas atrás. - Ela disse suavemente, vendo os olhos dele se abaixarem. - Parece que está com um pouco mais de cor no rosto...

- Cor não adianta nada para alguém que é um vegetal. - Harry explodiu, tristeza o perfurando instantaneamente quando viu os olhos dela abaixarem. Ele suspirou e colocou as mãos no rosto, cansado. - Me desculpe...

Ela engoliu em seco e levantou os olhos para os dele.

- Eu posso ir com você, se desejar... Se quiser visitá-lo logo.

Esse pensamento absolutamente o aterrorizou. Harry levantou a cabeça de suas mãos e deu um sorriso fraco a ela.
- Obrigado... Talvez.

- Você está bem? Parece cansado...

- Eu não tenho dormido muito bem, na verdade.

Ela decidiu não lembrá-lo que descobriu isso por ela mesma algumas noites atrás. Em vez disso, ela se virou para ele, colocando sua mão sobre a dele, sem pensar.

- Eu tenho lido sobre um feitiço para dormir sem sonhar... É um pouco diferente de poções, mas bem melhor em...

Ela parou de falar quando percebeu que Harry estava olhando-a atentamente. Ela sorriu intencionalmente.

- O que foi? Por que você está olhando...?

O resto de sua frase foi silenciado quando, repentinamente, ele se inclinou e capturou seus lábios. Ele usou o corpo para deitá-la no sofá e abafar um gemido quando os lábios dela finalmente se partiram sob os dele. O corpo de Gina era um circuito de eletricidade sob o toque de Harry. Ela arqueou, querendo mais. Precisando de mais.

A reação repentina que ela teve foi ficar chocada quando seus sentidos voltaram e tirar seus lábios dos dele.

Surpresa o pegou tão rápido quanto as mãos de Gina o empurrando. Ela se sentou e respirou profundamente enquanto se virava para ele.

- O que você está fazendo?

- Eu estava beijando você, Gina. - Ele respondeu, vendo-a ficar de pé e arrumar o cabelo em frustração.

- Você não pode simplesmente... Me beijar, Harry!

- Por que não? Você pareceu estar gostando, como você geralmente gosta. - Ele respondeu secamente.

Ela olhou para baixo, para ele e deixou seus braços caírem para os lados.

- Você sabe o que eu quis dizer.

Ficando de pé, Harry inclinou sua cabeça curiosamente para ela.

- Talvez eu não saiba.

Seus olhos o seguiram quando levantou e logo se sentiu a única que estava sendo olhada de cima.

- Me explique isso. - Ele disse rapidamente.

Como ela podia pensar quando ele estava tão perto? Ela deu um pequeno passo para trás e limpou a garganta.

- Você não pode... Você não pode simplesmente agir como se eu fosse nada um minuto, Harry, e no outro me beijar.

- Por que não? - Ele perguntou, dando um pequeno sorriso quando viu os olhos dela brilharem.

- Por que não?!- Ela repetiu. - Porque não é justo para mim, Harry.

Ele mexeu os ombros com desinteresse.

- Olhe, me desculpa se você pensa que eu não estou sendo justo, Gi. Mas eu nunca prometi nada a você.

Você está errado, ela pensou. Você me prometeu tudo.

- Eu não estou pedindo por promessas, Harry. Estou pedindo para você pensar melhor no que você quer. Você não pode simplesmente admitir que eu vou estar aqui para seu conforto quando você quer quebrar seu mau humor com piedade...

Os olhos dele repentinamente foram de desinteresse para fúria.

- Não.

Ela ficou quieta por um momento, os olhos deles chocando-se numa batalha furiosa.

Finalmente ela suspirou.

- Eu não entendo você, Harry.

- Eu sei que não, Gina. - Ele disse. - Me deixe te perguntar uma coisa. Por que você está aqui?

- Eu... Eu vim entregar a carta de Olívio...

- Você poderia ter dito a ele onde eu estava ficando. - Harry sugeriu, cruzando os braços.

- Eu estava fazendo um favor a ele...

- Tenho certeza que estava.

- Olhe, Harry...

- Enfrente isso, Gina. - Ele interrompeu, ignorando o olhar dela. - Você se ofereceu para entregar a carta porque queria me ver.

Porque ele acertou em cheio, Gina cruzou os braços defensivamente.

- Não se gabe.

- Ah, não estou me gabando. Mas me parece que você é muito parecida com a sua mãe. Você não pode me deixar ser, pode? Você me vê como o pobre e torturado Harry. Você diz que quer me ajudar, mas tem que ser do seu jeito.

Os lábios de Gina se contraíram com raiva.

- Você pode ir diretamente para o inferno, Harry.

Ela estava estranhamente orgulhosa de si mesma quando viu choque e fúria acenderem nos olhos de Harry.

- E você não poderia estar mais errado. - Ela disse friamente. - Eu não o vejo como pobre ou torturado de forma alguma. Eu nunca o vi. E eu não vim para uma rápida transa para ajudá-lo.

- Bem, isso é decepcionante. Então por que está aqui?

- Você quer saber o por quê?

- Sim, eu quero.

A sua resposta foi cortada por um barulho na porta dos fundos abrindo e fechando, a voz de Sirius chamando da cozinha.

- Harry?

Harry deu um passo para trás e enfiou mais uma vez as suas mãos nos bolsos da calça.

- Aqui, Sirius.

Sirius deixou a sacola de comida na mesa e olhou por cima do ombro para a sala. Seu sorriso foi vívido quando viu Gina.

- Gina. - Sirius disse com surpresa, seus olhos passando em suspeita entre eles.

- Olá, Sirius.- Gina disse com um sorriso tranqüilo. Grata pela desculpa, ela tirou os olhos de Harry e deu um abraço em Sirius. - Faz tempo que não nos vemos.

- Eu ouvi que você está trabalhando no O Caldeirão Furado. - Sirius disse com um sorriso e deu um passo para trás, mantendo as mãos de Gina nas dele. Ele olhou para Harry brevemente quando sentiu os pequenos tremores nos dedos dela.

Gina sorriu novamente, mesmo com a mente agitada pelo pensamento de que Harry discutiria sobre ela com Sirius.

- Está certo. Vá lá logo, eu te pagarei uma bebida ou duas.

- Essa é uma promessa que manterei. - Ele lhe assegurou, enquanto começava a colocar as comidas para fora de uma sacola de papelão. - Você gostaria de ficar para o jantar?

- Ela não pode,” Harry respondeu rapidamente, evitando o olhar dela quando esta se virou para ele. - Os pais dela a estão esperando.

Sirius tirou o frango da sacola e colocou-o na mesa vagarosamente, franzindo a testa para o tom na voz de Harry.

Forçando outro sorriso, Gina se virou para Sirius.

- Ele está certo, mamãe provavelmente está querendo a minha ajuda, então eu deveria ir... Mas obrigada pelo convite, Sirius.

- De nada, Gina. Venha me visitar mais freqüentemente, tá?

- Certo. - Ela disse e passou apressada por Harry em direção a porta.

Com um rápido relance para Sirius que lhe deu um olhar silencioso, Harry se apressou e acompanhou Gina até a entrada.

- Ei! - Ele agarrou o braço dela gentilmente antes que ela pudesse desaparatar.

Ela se virou para olhá-lo interrogativamente.

- Sim?

- Me... Me desculpa. Eu tenho ficado um pouco impaciente ultimamente. - Ele suspirou quando viu seu olhar de surpresa. – Ok, olhe, eu só... Quero que sejamos amigos.

Mesmo que seu coração tenha se partido um pouco ao ouvir essa palavra, Gina lhe deu um pequeno sorriso.

- Eu também quero.

Ele a largou e colocou a mão na nuca.

- E se você estiver disposta a... Fazer o feitiço para dormir sem sonhar que estava falando, eu não me importaria de ser uma pessoa para testá-lo.

Ela assentiu, compreendendo que era difícil para ele fazer o pedido.

- Claro, Harry. Podemos fazê-lo logo, se quiser.

Ele balançou a cabeça afirmativamente e deu um passo para trás. Ia lhe agradecer, mas ela já tinha puxado a varinha e desaparatado.

Com o coração um pouco mais leve, Harry se virou e voltou para dento da casa, fechando a porta antes de ir à cozinha.

- Você precisa de ajuda?

Sirius negou com a cabeça e apontou a varinha para o armário, que enviou dois pratos para a mesa.

- Tudo feito.

Harry puxou uma cadeira e se sentou, rapidamente pondo o frango em sua frente.

- Obrigado por trazer o jantar... Você não precisava sair do trabalho só para pegar frango.

Sirius pendurou sua capa no gancho próximo a porta e sentou de frente para Harry, pegando uma coxa de frango.

- Eu não saí do trabalho mais cedo por causa do frango. Eu saí mais cedo para ver você.

Harry tomou um gole d’água e encolheu os ombros levemente.

- Não precisava.

- Harry- Sirius disse, com a voz firme. - Eu queria, também.

Eles comeram em silêncio por alguns minutos antes de Harry olhar para Sirius.

- Eu sou idiota?

Limpando os dedos com um guardanapo, Sirius deu a Harry um olhar divertido.

- Você é idiota?

Ele apontou a porta com a cabeça, nunca tirando os olhos de Sirius.

- Sobre ela.

- Você é idiota sobre ela?- Ele tentou esconder o sorriso atrás do guardanapo quando Harry suspirou em frustração e lhe deu um olhar aborrecido.

- Você acha que sou idiota por não... Estar com ela?

- Você a ama?

Seus ombros caíram enquanto hesitava.

- Eu não sei.

- Você quer ficar com a Gina?

Suspirando novamente, Harry balançou a cabeça.

- Eu não sei.

- Parece que você está indeciso sobre algumas coisas. Isso não faz de você um idiota, Harry. - Sirius disse, levando o copo aos lábios.

Ele virou o pedaço de frango em seu prato com um ar de irritação antes de se encostar à cadeira.

- Ela simplesmente deixa tudo mais difícil...

Sirius pegou outro pedaço de frango.

- Por que?

- Eu não sei, Sirius. É só que... Ela fica aparecendo, sabe?

- Você não quer que ela faça isso? Ela não é sua amiga?

- Bem, é, eu acho. Mas...

- Mas? - Sirius pressionou gentilmente.

- Hermione é minha amiga, também. Mas eu não sinto...- Ele parou e balançou a cabeça. - Não importa.

- Harry, eu sei que você tem sentimentos confusos sobre Gina. Eu também sei que você está fazendo um baita de um trabalho para se afastar dela e dos seus amigos.- Ele levantou a mão quando Harry abriu a boca para responder. - Me deixe terminar. Eu vou estar aqui para você, Harry, quando você estiver pronto para falar sobre o que quer que seja que você está sentindo. Mas estou te dizendo, se você ama seus amigos... Se você acha que talvez ame Gina, não se afaste deles. Deixe-os ajudá-lo.

- Eu não preciso ser salvo, Sirius. - Harry disse concisamente.

- Eu nunca disse que precisava, Harry. Eu só estou te dizendo para fazer as decisões certas.- Sirius parou por um momento, vendo Harry abaixar os olhos para o prato. -Rony veio me ver outro dia.

Ele viu a cabeça de Harry se erguer rapidamente, sua testa enrugada em confusão.

- Por que?

- Ele quer ser um Auror.

Repentinamente, Harry sentiu uma pequena bola de orgulho e medo se mexer desconfortavelmente dentro do estômago.

- Ele quer? O que você disse?

- Bem, eu não disse nada na verdade. Eu o inscrevi para ir na semana que vem para fazer o exame escrito e alguns testes básicos antes de ele poder começar a treinar.

- Você vai deixá-lo fazer?” Harry perguntou, seus olhos se alargando em surpresa.

Sirius ficou de pé e levou seu prato para a pia.

- É claro que eu vou deixar. Rony é inteligente e forte. Ele é impetuoso. Precisamos de pessoas como ele.

- Não houve nenhuma magia das trevas em quase dois anos, Sirius. - Harry falou. - Por que vocês precisam de mais Aurores? Tenho certeza de que os únicos que vocês têm estão terrivelmente entediados.

Sirius se virou rápido, a sua calma amarrada dentro do peito.

- Harry, na noite em que Voldemort morreu, encontramos vários Aurores que tinham passado para o lado das trevas secretamente. Estão aproveitando uma estada bem legal em Azkaban agora, mas isso não muda o fato de que ainda há muitas dessas coisas rondando por aí. Bruxos das Trevas e alguns Comensais da Morte atacando trouxas... Famílias bruxas...

- Mas para quê isso? - Harry perguntou, suas mãos começando a suar.

- Prazer... Para chamar atenção. Quem sabe o por que, Harry? A questão é, você não ouve muito sobre isso porque as pessoas do Ministério estão trabalhando em cima disso para manter em segredo. Por que você acha que eu fico no trabalho até altas horas da madrugada? Por que você acha que Gina mal vê o pai? Não queremos que as pessoas nos olhem com medo, do jeito que você está olhando agora.

Harry ficou de pé meio trêmulo e passou a mão pelo cabelo.

- Me desculpe, Sirius. Eu não fazia idéia...

- Está tudo bem, Harry. Não estou bravo com você. Mas você deveria se orgulhar de Rony por dar um passo a frente e querer ajudar. - Sirius disse em um tom cortante, o que fez Harry sentir a repugnância se tornar vergonha.

Ele suspirou intimamente quando Sirius passou por ele para ir para a sala.

- Eu quero ajudar também, Sirius.

Ele parou na porta, virando-se para olhar Harry, curioso.

- O quê?

- Eu vou na semana que vem também, com Rony. Eu quero ajudar.

Ele viu o que pensou ser orgulho cintilar nos olhos de Sirius antes deste assentir.

- Que tal uma partida de xadrez?

Harry lhe deu um pequeno sorriso.

- Você é um homem velho.



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