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5. O Caldeirão Furado


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rihanna - Hate That I Love You


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That's how much I love you

That's how much I need you

And I can't stand ya

Must everything you do make me wanna smile

Can I not like it for awhile

No.. but you won't let me

You upset me girl, then you kiss my lips

All of a sudden I forget that I was upset

Can't remember what you did


But I hate it

You know exactly what to do

So that I can't stay mad at you

For too long, that's wrong

But, I hate it

You know exactly how to touch

So that I don't wanna fuss and fight no more

So I despise that I adore you


Chorus:

And I hate how much I love you boy

I can't stand how much I need you

And I hate how much I love you boy

But I just can't let you go

And I hate that I love you so..



And you completely know the power that you have

The only one that makes me laugh

Sad and it's not fair how you take advantage of the

fact that I

Love you beyond the reason why

And it just ain't right


Chorus:

And I hate how much I love you girl

I can't stand how much I need you

And I hate how much I love you girl

But I just can't let you go

And I hate that I love you so



One of these days maybe your magic won't affect me

And your kiss won't make me weak

But no one in this world knows me the way you know me

So you'll probably always have a spell on me

That's how much I love you

That's how much I need you

That's how much I love you

That's how much I need you


Chorus:

And I hate that I love you so

And I hate how much I love you boy

I can't stand how much I need you

And I hate how much I love you boy

But I just can't let you go

And I hate that I love you so

And I hate that I love you so.. so..



Rihanna - Hate That I Love You (tradução)


Isso é o quanto eu te amo

Isso é o quanto eu preciso de você

E eu não suporto você

Tudo o que você faz, me faz sorrir

Será que eu posso não gostar disso por um instante?

Não...mas você não me deixa

Você me chateia, garota, e depois me beija

De repente eu esqueço que estava chateado

Nem me lembro do que você fez

E eu odeio isso

Você sabe exatamente o que fazer

Para que eu não fique brava

Por muito tempo, isso é errado

Mas, eu odeio isso

Você sabe exatamente como me tocar

Para que eu não queira mais discutir nem brigar

Então eu detesto te adorar

Refrão:

E eu odeio o quanto eu te amo, garoto.

Não suporto o quanto eu preciso de você

E eu odeio o quanto eu te amo, garoto.

Mas eu simplesmente não posso te deixar

E eu odeio te amar tanto assim


E você sabe completamente o poder que tem

O único que me faz rir

Triste e não é justo o modo como você se aproveita do fato

De que eu te amo além da razão

E isso não é certo


Refrão:

E eu odeio o quanto eu te amo, garota

Não suporto o quanto eu preciso de você

E eu odeio o quanto eu te amo, garota

Mas eu simplesmente não posso te deixar

E eu odeio te amar tanto assim


Um dia desses talvez sua mágica não me afete mais

E seu beijo não me enfraquecerá

Mas ninguém nesse mundo me conhece como você

Então você provavelmente terá sempre um feitiço sobre mim

Isso é o quanto eu te amo

Isso é o quanto eu preciso de você

Isso é o quanto eu te amo

Isso é o quanto eu preciso de você

E eu odeio te amar tanto

E eu odeio o quanto eu te amo, garoto

Não suporto o quanto eu preciso de você

E eu odeio o quanto eu te amo, garoto.

Mas eu simplesmente não posso te deixar

E eu odeio te amar tanto assim

E eu odeio te amar tanto assim...

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Capítulo 5


O Caldeirão Furado


Simas lhe disse para começar numa segunda-feira, que não iria ser muito cansativo, mas Gina, silenciosamente, se perguntava o que seria “cansativo” para ele. A taverna estava quase cheia; as conversas e risadas enchiam seus ouvidos tão alto que tinha que se inclinar para poder ouvir o que o cliente pedia. Ela entendia rápido, felizmente, e Simas recebia nada além de elogios com sua “nova ajuda”.

Colocou duas cervejas amanteigadas na frente de duas velhas bruxas que continuavam tagarelando e, depois, Gina voltou para trás do balcão, pondo o guardanapo em volta do pescoço. Ela admirava muito Simas por ser capaz de melhorar este lugar, sozinho, nesse último ano. Ela teria ficado louca no segundo dia se estivesse sozinha.

Ela cumprimentava cada cliente com um sorriso e, com inocência, flertava com os bruxos, rapidamente aprendendo que se ficasse ocupada não teria tempo para lembrar da dor nos pés. Às vezes, à tarde, ela tirava o avental e colocava o cabelo no alto da cabeça frouxamente, deixando refrescar um pouco sua nuca. Durante os intervalos entre o café da manhã e almoço, ela deixava a porta aberta, permitindo que a brisa refrescasse lá dentro.

Ao longo do dia Gina, poderia jurar que fez o recorde em toda a Grã-Bretanha, pela quantidade de álcool vendido em seis horas. Mas apesar do cansaço em seus ossos, ela nunca vacilou e continuou levando os pedidos em cada mesa. Agradecidamente, Simas cuidou de fazer as comidas quando Gina lhe informou que provavelmente causaria um tumulto se ela tentasse oferecer o que ela chamava de sua comida.

Ela reconheceu alguns rostos dos anos em que passou em Hogwarts, mas não se incomodou em cumprimentá-los pessoalmente, sabendo muito bem que não se lembrariam quem ela era. E se lembrassem, só a reconheceriam como “uma Weasley”.

Ao invés disso, ela deu um sorriso e continuou o que estava fazendo, feliz quando percebeu que não estava mais contando as horas para ir embora e molhar seus pés.

A noite começou a cair e as luzes do Beco Diagonal acenderam, iluminando as ruas de pedra, que estavam se enchendo. A diversidade de pessoas no Beco Diagonal era incrível. E n’O Caldeirão Furado não era diferente. Assim que as famílias e velhos comerciantes começaram a ir embora, jovens adultos e seus amigos ocupavam as mesas.

Ela serviu Parvati e Lilá, que estavam sentadas no fundo da taverna, dando risadinhas e cochichando coisas fúteis. Conseguiu se desfazer delas facilmente e usou sua varinha para mandar os pratos e canecas sujos de volta para Simas. Gina pegou um guardanapo e foi dar uma limpada nas mesas quando Rony e Harry entraram. Ela gelou e sua boca repentinamente secou. Limpando a garganta quando eles começaram a se aproximar dela, Gina andou para trás, com passinhos ligeiros, e voltou para trás do balcão.
Rony se curvou no balcão, seus olhos cintilavam.

- Como está indo o primeiro dia?

- Está indo tudo bem. - Seus olhos passaram por Harry que esperava um pouco atrás de Rony, suas mãos estavam nos bolsos da calça, quando ele olhou em volta da taverna.

- Vocês querem alguma coisa?

Rindo, Rony olhou por cima do ombro:

- Harry! O que você quer beber?

- Água. - Ele murmurou, suspirando quando Rony lhe deu um olhar curioso. - Está bem, pegue uma cerveja ou qualquer coisa.- Se ele não tivesse aprendido nada em beber Uísque de Fogo na última noite, a ressaca que ele teve essa manhã estava lhe ensinando uma lição cruel.

Se virando de volta para sua irmã, Rony lhe despenteou o cabelo.

- Dois copos de cerveja, senhorita.

Irritada, colocou a mão dele para lá e intencionalmente pôs o cabelo para trás.

-Vá se sentar em algum lugar, vai? Eu tenho que servir outras pessoas que estão esperando; levarei suas bebidas em um minuto.

Sorrindo, Rony foi se juntar a Harry numa mesa, passando por Parvati e Lilá, flertando, e estas sorriram em resposta, passando seus olhos por ele com apreciação.

Revirando os olhos, Gina pegou dois copos embaixo do balcão. Sentiu-se terrivelmente ruborizada e constrangida no momento em que Harry parou e começou a estudá-la silenciosamente com os olhos.

Gina podia senti-lo a olhando, e lentamente ela ergueu os olhos da garrafa que estava despejando nos copos, encontrando seu olhar. Uma inoportuna enchente de excitação passou por seu corpo, formigando até as pontas dos dedos. Atrapalhada, rapidamente desviou o olhar e colocou a garrafa no balcão, enxugando a bebida que tinha derrubado dos copos.

- Gina... - Parvati a chamou, erguendo a mão.

Enxugando suas mãos suadas no avental, Gina respirou profundamente e foi para a mesa das duas garotas.

- Vocês precisam de alguma coisa?

Parvati balançou a cabeça, mexendo o pulso num gesto de dispensa.

- Estamos bem por agora. Diga, o Rony continua ignorando a Hermione?

- Ignorando? - Gina perguntou, suas sobrancelhas se contraíram em confusão. - Se você quis dizer, eles ainda estão apaixonados um pelo outro, sim. Eles vieram aqui outro dia, você não os viu?

Parvati olhou para Rony por cima do ombro e depois olhou de volta para Gina.

- Ah... Eu não devo ter prestado atenção. Mas minha nossa, ele e Harry ficaram muito bonitos.

- Olhe, Parvati, você não vai querer que a Hermione te jogue um feitiço.- Simas brincou antes de sair de trás do balcão e cochichar alguma coisa no ouvido de Lilá, o que a fez ruborizar como uma garotinha.

Gina balançou a cabeça e foi para lá, pegando a bandeja de comidas que Simas tinha trazido para ela. Seu queixo se levantou levemente quando passou por Rony e Harry para servir a mesa atrás deles.


Harry assistiu com interesse enquanto ela passou por ele e foi para a mesa de trás. Mesmo que ela estivesse o ignorando, ele não podia se controlar, mas percebeu o jeito que os olhos dela se lançaram em sua direção quando estava colocando as bebidas.

Ele estava maravilhado em como Gina estava com o avental, parecia tão estupidamente sexy. Estava amarrado bem forte em sua cintura, era branco e contrastava com a calça preta que usava. O seu cabelo ruivo estava preso num rabo frouxo no topo da cabeça, como se ela tivesse o amarrado sem se preocupar em usar uma escova ou um espelho. Algumas mechas estavam caídas em seu rosto e Harry não podia se controlar, mas percebeu que a blusa de cotton branca marcava totalmente as suas curvas, e seu sangue começou a se direcionar para um único local.

- Harry?

- Hmmm? - Ele perguntou, piscando rapidamente enquanto desviava a sua atenção para Rony.

- Eu perguntei se você percebeu que a Parvati Patil está te secando. - Rony repetiu, dando a ele um curioso olhar. - Você está bem?

- Eu estou b...- Ele começou, sentindo a sua voz falhar, limpou a garganta e continuou. - Eu estou bem. Só estou com um pouco de sede.

- É, eu acho que a Gina está nos ignorando para me irritar.- Ficou de pé e foi procurá-la atrás do balcão. - Gina!

Ela se virou irritada, fazendo com que Rony ficasse um pouco ruborizado e voltasse para seu lugar.

- Ela já vai trazer.

- Certo. - Harry respondeu. Ele tinha pensado que Hermione podia silenciar os resmungos de Rony somente com um olhar. Dando uma rápida olhada em Gina, ele omitiu um sorriso. Como se estivesse errado.

Um tumulto na porta chamou sua atenção, quando ele e Rony olharam para um pequeno grupo de homens que entraram na taverna, usando uniformes de Quadribol azul-marinho e conversando alto enquanto iam para a maior mesa que se encontrava desocupada.

Rony piscou antes de se virar para Harry em surpresa.

- Ei, aquele não é o Olívio Wood?

Harry estudou o grupo um pouco mais e imediatamente reconheceu seu capitão de Quadribol de Hogwarts.

- Claro que parece com ele...

- Ele joga para a Puddlemere United agora. - Rony disse com excitação. - Eu não o vejo desde o Torneio Tribruxo.

Harry encolheu os ombros com pouco interesse, seus olhos começando a procurar por Gina mais uma vez.

- Potter?

Harry forçou um pequeno sorriso quando Olívio fez seu caminho até à sua mesa.

- Harry Potter.

- Olívio. - Harry o cumprimentou e ficou de pé para dar a mão a Olívio.

Olhando para Rony, Olívio sorriu novamente.

- E Rony Weasley. O homem que me substituiu como goleiro. Eu ouvi que você ganhou a Taça de Quadribol no seu sexto ano.

Um pouco convencido, Rony assentiu.

- Nós ganhamos da Sonserina por 240 a 90.

- Brilhante. - Olívio disse orgulhoso antes de dar um tapinha nas costas de Harry. - Harry, eu considero que foi o destino que nos colocou no mesmo pub essa noite.

- Por quê? - Harry perguntou cuidadosamente, sentando-se novamente quando Olívio pegou uma cadeira próxima e se juntou a mesa. Ele virou a cadeira e se sentou de frente para o encosto com as pernas abertas.

- Quando foi a última vez que jogou Quadribol, Harry? - Olívio perguntou, seu tom mudando repentinamente.

- Er, um ano ou mais. Eu parei depois que deixei Hogwarts...

- Você não pegou a vassoura desde então?- Olívio perguntou incrédulo, seus olhos alargaram-se.

Repentinamente se sentindo desconfortável debaixo do olhar surpreso de Olívio, Harry se mexeu.

- Bem, eu joguei uma vez ou duas com os Weasleys... nada sério.

Olívio pausou, como se estivesse considerando o que Harry falara, antes de mexer a cabeça.

- OK, não é um problema. Nós iremos te treinar de novo e ficará tão bom quanto era nos tempos de Hogwarts.

- Espera aí.- Harry interrompeu, erguendo uma mão para parar o que Olívio estava dizendo.- Sobre o que é que você está falando?

Olívio olhou por cima do ombro para os seus companheiros do time antes de se inclinar para mais perto de Harry e Rony.

- Vê aquele cara ali atrás? Com cabelo laranja?

- Para mim parece vermelho.- Rony falou, seus olhos voltando para Olívio.

- Não, não, o seu cabelo é vermelho, o dele é laranja.- Olívio respondeu trivialmente. -Ele é nosso Apanhador, e para ser franco, ele é uma bosta. Pertencia ao Chudley Cannons se perguntarem.

- Ei!- Rony protestou, mal humorado.

-Ah é.- Olívio disse. - Você é fã do Cannons, eu esqueci. Bem... De qualquer forma, eu estou procurando por um novo Apanhador desde que eu me tornei capitão e estaria mentindo se não dissesse que seu nome apareceu uma ou duas vezes na minha cabeça, Harry.

Mesmo que jogar profissionalmente num time de Quadribol o excitasse um pouco, Harry negou com a cabeça.

- Eu não estou muito interessado em...

- Você está louco?- Rony perguntou, surpreso. - Harry, você seria jogador de Quadribol... Num time de Quadribol de verdade!

- É, Harry.- Olívio disse, segurando Harry pelos ombros e chacoalhando-o gentilmente. - Você foi o melhor Apanhador que Hogwarts viu em séculos. Só dê um tempo e...- A sua voz foi morrendo quando Gina se aproximou, colocando dois copos na frente de Rony e Harry. Ignorando os dois, ela se virou para Olívio com um sorriso.

- Eu posso trazer alguma coisa para você?

- Ah...- Olívio ficou sem palavras por um momento antes de balançar a cabeça. – Não, senhorita.

Levantando sua sobrancelha com curiosidade, ela assentiu.

- Está bem então...

Harry a assistiu ir embora e rapidamente deu um gole de sua bebida, aliviando a garganta seca com o líquido gelado.

- Bem, Simas certamente sabia o que estava fazendo quando a contratou. - Olívio disse, virando-se na cadeira para olhá-la novamente. - Quem é ela?

Harry sentiu as suas costas se endireitarem quando reconheceu o olhar de Olívio. Ciúme começou a crescer dentro de si. Ele ia replicar, mas foi interrompido por Rony.

- É a minha irmã, Olívio.

- É a Gina Weasley? - Voltou-se para Harry, falando rápido. - Não foi ela que te mandou um cartão no dia dos Namorados?

Harry ficou ruborizado com a lembrança, lembrando o quão constrangedor foi receber o cartão.

- Na verdade, eu acho que foram os irmãos dela... Alguma coisa para constranger a irmãzinha, certo?

Olívio se virou novamente para olhá-la, não percebendo que a raiva pulsava no pescoço de Harry.

- Ela está linda... Eu acho que vou pegar uma bebida.

Olívio se levantou da cadeira e assentiu para os dois.

- Foi legal te ver de novo, Rony. E Harry, pense sobre aquilo, está bem?

- Você viu como ele estava olhando para a Gina?- Harry falou sem pensar, bravo, quando Olívio finalmente estava longe o bastante para não escutá-lo.

- Você consegue acreditar que Olívio quer que você seja o novo Apanhador do Puddlemere? Isso é incrível, Harry!- Rony respondeu, como se não tivesse o ouvido.

Suspirando, Harry encolheu os ombros.

- Eu não sei... Vamos ver. Eu não estou muito interessado.

- Bem, você precisa ficar interessado. - Rony respondeu. - Você seria um idiota se pelo menos não tentasse.

Enquanto Rony começava a falar sobre os benefícios do Quadribol... Dinheiro, fama, garotas... Garotas! Harry se mexeu casualmente para que pudesse ficar de olho em Olívio.


Gina voltou para trás do balcão, reenchendo os copos dos clientes. Ela não sabia o por quê, mas estava muito insegura sabendo que Harry estava a alguns metros dela, dando um gole em sua bebida casualmente. Ela queria ignorá-lo. Ela queria ficar bem na presença dele. Mas ele era uma completa distração.

Ela encheu mais dois copos, sorrindo educadamente quando os colocou em frente de duas velhas bruxas. Ambas agradeceram e tomaram um gole de cerveja amanteigada juntas. Gina podia jurar que as tinha visto sexta-feira quando ela tinha vindo com Rony e Hermione. Nas mesmas duas cadeiras. Usando as mesmas vestes.

- Você deve ser nova aqui. - Disse a bruxa com o nariz um pouco amassado. - Nós nunca te vimos aqui no meio desse monte de gente antes.

- Ah, sim, eu sou nova. Só estou ajudando Simas...

- Ele é uma graça, não é?- A outra bruxa suspirou, seus olhos cintilando quando estudou Gina. Uma garota doce. Uma garota com um rosto bonito o suficiente sem precisar usar muito Feitiço de Beleza. Simplesmente perfeita para o jovem Simas.

- Sim, ele é maravilhoso.- Gina respondeu com um sorriso.

- Ele trabalha tanto. Eu não vejo como um jovem homem tão bonito como este ainda não está casado.

Repentinamente percebendo a sua intenção, Gina tossiu, ficando muito vermelha.

- Na verdade, aquela mulher de cabelos loiros lá no fundo foi a...- Ai, Merlin, qual era a palavra certa? Namorada? Companheira de transa? - Bem, eles foram um casal por mais ou menos quatro anos ou mais...

As bruxas olharam ansiosamente para onde Lilá e Parvati estavam, e olharam uma para outra em desgosto.

- Tem muito blush nas bochechas, aquela lá.

Gina deu uma risadinha.

- Por que uma garota tão bonita como você está trabalhando numa taverna como esta numa noite tão bonita?- Perguntou a bruxa com o nariz um pouco amassado.

- Isso era o que eu queria saber.

Gina ouviu o sotaque escocês e se virou, enxugando as mãos no avental.

- Me desculpe... Você quer alguma coisa então?

Seu sorriso era intenso. E que sorriso, Gina refletiu, tão charmoso.

- Eu pensei melhor e acho que vou pegar uma cerveja amanteiga.

Gina voltou ao balcão para pegar a bebida e ele a seguiu.

- A sua língua está trabalhando corretamente então.- Ela disse com um sorriso.

- Ah, você sabe o que dizem... Homens sempre se atrapalham com as palavras quando uma mulher bonita está por perto.

Ela sentiu suas bochechas ficarem um pouco vermelhas e percebeu o sorriso das duas velhas bruxas.

- Elogiar é tudo que você quer, Olívio Wood, mas vai continuar pagando por essa bebida.- Ela brincou, se perguntando por que suas mãos repentinamente ficaram suadas.

Ele riu com isso, seus olhos cintilaram com divertimento.

- Você certamente não é a garota de doze anos que eu lembro de Hogwarts.

Ela o estudou atentamente, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.

- E como você se lembra de mim?

- Desajeitada, quieta. Eu estava acabando de falar do cartão de Dia dos Namorados que você mandou para Harry, com ele.

Seu sorriso diminuiu um pouco, suas bochechas se ruborizaram com a constrangedora lembrança.

- Na verdade, Fred e Jorge mandaram.

- Harry também fala isso.- Olívio respondeu, apontando coma cabeça para Harry e Rony. - Ele pareceu ter ficado um pouco constrangido com isso, assim como você agora. Na verdade, eu achei aquele cartão tão encantador.

Ela riu, balançando a cabeça.

- Estava horrível. Eu acho que chorei duas horas seguidas naquele dia.

- E agora você está com... Dezoito? E está trabalhando n’O Caldeirão Furado.

Ela se encontrou relaxando com a tranqüila conversa. Certamente era bem melhor do que ficar discutindo e gritando.

- É tão difícil de acreditar assim?

- Que você está com dezoito anos? Claro que não. - Ele sorriu. – Quanto a trabalhar aqui, eu suponho que é um pouco. Eu te vejo mais to tipo do Três Vassouras. Alguma coisa um pouco mais calma e aconchegante do que esse lugar.

Gina encolheu os ombros, colocando novamente aquela irritante mecha de cabelo atrás da orelha.

- Bem, você não me viu por sete anos, e você só está conversando comigo há seis minutos. Como você sabe qual é o meu ‘tipo’?

- Intuição. - Ele disse simplesmente, pausando para tomar um gole de sua bebida. - E, na verdade, foram seis anos. Eu te vi algumas vezes durante o Torneio Tribruxo.

- Ah...- Ela exclamou, achando estranho que alguém como Olívio Wood a tivesse notado. - Eu ouvi Rony falando que você está jogando para Puddlemere United agora?

Os olhos dele cintilaram rapidamente.

- Eu joguei para o time de reserva por um ano, e depois eu me tornei goleiro em 1996. Eles me nomearam Capitão em 1998... O mais jovem da história do time.

- Com duas partidas ganhas debaixo do seu uniforme. - Ela completou, vendo os olhos dele bruxulearem de orgulho.

- Você acompanha Quadribol?

Ela riu, apontando com a cabeça para Rony.

- Eu tenho seis irmãos. Todos obcecados por Quadribol. Eu iria ser uma idiota de não saber ou gostar do esporte.

- Uma mulher depois do meu próprio coração...- Olívio disse com um pouco de admiração. - Você deveria sair e ver um jogo qualquer dia desses.

Ela considerou por um momento, seu coração ficando repentinamente pesado. Seus olhos se desviaram para Harry, que estava falando com Rony.

- Talvez...

- Se eu convencer Harry a se juntar ao time, eu terei uma terceira partida ganha.

Os olhos dela se voltaram para Olívio, surpresa com a notícia.

- Harry vai jogar para você?

Olívio sorriu e assentiu.

- Ele diz que não está interessado, mas eu acho que é mentira. Eu lembro de jogar com ele em Hogwarts. O garoto adorava estar na vassoura.

Ela assentiu tranqüilamente, sua mente agitada. Quadribol seria a oportunidade perfeita para Harry ficar mais tempo fora de casa. Talvez fazendo uma coisa que ele amava iria fazê-lo se esquecer de qualquer coisa que o estava aborrecendo.

Instintivamente, ela ergueu a mão para a mecha de cabelo que não parava de cair, mas parou quando Olívio fez isso por ela. Os dedos dele encostaram-se no lóbulo em sua orelha e seus olhos se encontraram por um momento.

De repente, ela se sentiu extremamente culpada com o suave calor que passou por seu corpo e podia jurar que sentia os olhos de Harry nela.

Limpando a garganta, ela deu um passo para trás, dando um pequeno sorriso.

- A sua língua está trabalhando corretamente? - Olívio perguntou, flertando com os olhos.


Harry viu Olívio se inclinar no balcão casualmente, dizendo alguma coisa a Gina que a fez jogar a cabeça para trás e rir. Seu sangue começou a fervilhar no momento em que Olívio ergueu o braço e a tocou. Ele a tinha tocado. Ele viu um ar de flerte entre eles naquele momento e repentinamente a voz de Rony desapareceu atrás do zumbido em seus ouvidos. Ciúme era como chamas de fogo em seu estômago, agitadas e queimando até que sentisse como se fosse explodir com o calor.

Senhor, ela estava flertando com ele? Ela estava. Ela estava mesmo flertando com ele! Enraivecendo-se, Harry ficou de pé, incapaz de ver mais. Ignorando as perguntas de Rony, ele começou a ir para o balcão, ansioso em deixar Olívio e Gina saberem exatamente o que ele pensava das suas pequenas exibições.

Com a neblina de raiva, ele não viu Parvati se aproximar. Ela agarrou Harry pelo braço antes que pudesse passar, um pouco ofendida porque ele não tinha ido falar com ela a noite toda.

- Ei, estranho. Onde estava indo com toda essa raiva?

Ele desviou o olhar de Olívio e Gina e olhou para Parvati distraidamente. De repente se sentiu bobo que estava mais do que disposto a trasnformar Olívio em polpa de fruta só por falar com Gina.

- Eu só... Só estava indo pegar uma bebida.

O sorriso de Parvati era penetrante, e decidiu perdoar Harry por ignorá-la. Ele estava extremamente atraente, afinal de contas, e a luxúria se manifestou diretamente em seu estômago quando seus dedos passaram pelos músculos do braço de Harry.

- Sabe, eu não falei mais com você desde que deixamos Hogwarts.

Encolhendo os ombros, Harry olhou para a mão dela, cuidadosamente, que já estava em seu corpo.

- Eu estive um pouco ocupado.

Parvati colocou o seu longo cabelo atrás dos ombros.

- É claro. O famoso Harry Potter e tudo o mais.- Ela deu uma risadinha, não se incomodando em perceber o jeito com que as costas dele ficaram retas. - Talvez pudéssemos sair juntos algum dia desses...”

Ele passou os olhos por Olívio e Gina brevemente.

- É... Talvez.

Com um pouco de alívio, ele viu Rony se aproximar deles, ficando ao lado de Harry e sorrindo para Parvati.

- Oi, Parvati.

Ela tirou a mão do corpo de Harry enquanto dava o seu sorriso de flerte para Rony.

- Rony Weasley. Você cresceu desde a última vez em que te vi.

Sabendo exatamente como entrar no jogo, Rony sorriu.

- Você quer dizer desde a semana passada?

Parvati deu uma risadinha novamente, fazendo com que Harry girasse os olhos rapidamente. Ele se desligou dos dois e ficou aliviado em ver que Olívio tinha voltado para a sua mesa. Gina estava falando com Simas, enquanto limpava o balcão. Ele encontrou a si mesmo querendo falar com ela. Ele não tinha certeza sobre o quê, mas queria estar perto dela. Queria que ela risse com ele e flertasse com ele.

Se sentindo um pouco tolo, colocou as mãos nos bolsos da calça e ficou pensando. Não teve muito tempo porque Parvati colocou a mão na frente de sua camisa.

- Espero te ver logo, Harry,” Ela disse, mordendo seu lábio inferior e que Harry só pôde supor que ela achava um gesto sexy antes de se virar para Lilá.

Rony riu e deu uma tapa no braço de Harry.

- Você definitivamente deveria tentar.

Harry voltou com Rony para a mesa.

- Do que você esta falando?

- Parvati. Os sinais estavam tão óbvios.

Ele se sentou, balançando a cabeça.

- Você está maluco.

Rony bebeu o resto de sua bebida e riu.

- Você é realmente tapado, Harry. Ela estava flertando com você, te tocando... Seus olhos falavam claramente ‘me pegue!’.

Harry sentiu seu estômago sacudir dolorosamente.

- Flertar nem sempre leva a sexo, Rony.- Ele esperava que fosse isso. - Além disso, se esse fosse o caso, então você teria que explicar muita coisa para Hermione.

Rony encolheu os ombros.

- Para mim, é inofensivo. Os Deuses mesmos não poderiam me fazer frustrar Hermione.- Ele parou por um momento. - Eu disse a você que queria me casar com ela, na noite passa, não disse?

Harry concordou.

- Você tem o anel e tudo. Eu não me lembro muita coisa, mas dessa parte eu lembro.

Rony se mexeu desconfortavelmente.

- Não diga a ela, está bem?

Rindo, Harry se endireitou em sua cadeira.

- Você realmente acha que eu vou dizer que você quer se casar com ela?

Constrangido Rony franziu as sobrancelhas.

- Eu sei que você não vai... Eu só... Eu não tinha planejado contar a você ainda, eu quero dizer, eu ia! Mas eu preferiria ter te contado quando não estivéssemos chapados.

- Eu não estou ofendido, Rony. Verdade, eu só estou feliz que tenha me contado.

- Vocês dois precisam mais de alguma coisa antes de eu começar a fechar?- Gina perguntou, chamando a atenção dos dois.

- Mas de onde é que você veio?- Rony perguntou assustado, suas bochechas ficando vermelhas. - E o que você ouviu?

Cruzando os braços, ela estudou Rony curiosamente.

- Bem, eu vim de lá.- Ela respondeu apontando o balcão com a cabeça. - E eu não escutei nada... Por quê? Vocês estão discutindo uma informação secreta?

Rony olhou furioso com o sarcasmo dela e girou os olhos.

- Olhe, Simas está por aqui?

Gina encolheu os ombros e olhou por cima do ombro em direção ao balcão.

- Tudo o que vocês têm que fazer é olhar para Lilá. - Ela explicou.- Como acalmou um pouco o movimento, ele fica conversando um pouco mais.

- Eu vou falar um oi. - Ele disse a Harry, pegando o copo da mesa. - Eu já volto.

Harry abriu a boca para protestar, ficando em pânico só de pensar em ficar sozinho com Gina. Ele só conseguiu falar algumas palavras gaguejando antes de Rony ir embora.

Suspirando calmamente ele abaixou os olhos para sua bebida, sua mãos apertavam o copo com força.

Gina mordeu o lábio e pensou em se sentar. Rapidamente decidiu o contrário, ela limpou a garganta e sorriu gentilmente, ansiosa para acabar com qualquer tensão que ainda continuava entre eles.

- Você quer mais alguma coisa?

Ele se endireitou e a estudou friamente. O coração dela começou a acelerar quando os olhos dele pararam em seus lábios.

- Eu não me decidi ainda...- Ele sorriu maliciosamente quando seus olhos fitaram os dela. - Mas talvez você queira checar o Olívio. Talvez ele precise de alguma coisa para se refrescar.

Ele viu com um pouco de satisfação quando os olhos dela se encheram de confusão.

- O que você quer dizer?

A sua resposta sarcástica sumiu quando Rony apareceu por trás de Gina e gesticulou para Harry.

- Você está pronto para sair daqui?

Alívio passou através do seu corpo enquanto deixava seu copo na mesa e ficava de pé. Ele já tinha ficado horas com pessoas em sua volta. Agora ele queria um pouco de paz e silêncio.

- Definitivamente.

- Excelente.- Rony se inclinou e deu um beijinho na têmpora de Gina. - Fale para mamãe e papai que estarei em casa para jantar amanhã, tá?

Ela balançou a cabeça afirmativamente e assistiu seu irmão ir em direção a porta. Mexeu-se levemente quando Harry passou por ela, e prendeu a respiração quando ele parou na sua frente, seu corpo um pouco perto demais para confortar. Ela só tinha que se inclinar um pouco para encostar nele.

- Tenha uma noite agradável- Ele apontou com a cabeça, para Olívio.- Certifique-se de que ele deixe uma gorjeta decente para você pelos seus serviços.

Ela recuou levemente e sentiu suas bochechas ficarem quentes, mas permaneceu em silêncio. Ela o assistiu até desaparecer no Beco Diagonal com Rony, a noite os engolfando.

- Gina, você pode trazer esses copos para mim?- Simas a chamou, tirando-a de seus pensamentos. Dando um grande suspiro, deixou os braços caíram do seu lado, balançou a cabeça e pegou os copos, mais uma vez incerta do que tinha feito para ele ficar com tanta raiva.

Será que ele tinha ficado triste porque ela estava conversando com Olívio? Talvez ele fosse ciumento, ela pensou, um pouco feliz com a idéia, mesmo que ele não estivesse em nenhuma posição para julgá-la, considerando que Parvati Patil tinha se mostrado toda para ele. Franzindo as sobrancelhas, Gina olhou para Parvati enquanto esta passava e repentinamente percebeu como ela estava. Seu cabelo todo desarrumado, sua blusinha e seu rosto manchados de blush. Harry seria um tolo em não querer alguém como Parvati Patil.

Suspirando, Gina levou os copos vazios para Simas e desejou que a noite acabasse logo, então ela poderia ir para casa e começar a longa noite agitada que Harry sempre parecia trazer para ela.


Harry e Rony andaram lado a lado através das ruas em direção a casa de Sirius. Rony começou a falar de Quadribol e na “fantástica” oportunidade que Olívio tinha lhe oferecido.

- Eu quero dizer, sinceramente, Harry, você deveria pelo menos ir ao campo e dar uma olhada.

Com a sua mente já transbordando com imagens perturbadoras de Olívio e Gina, Harry colocou a cabeça para trás e suspirou profundamente.

- Deixa para lá, Rony. Eu não estou interessado.

A paciência de Rony começou a se esgotar quando parou na rua, esperando até que Harry parasse e olhasse para trás.

- Você não está interessado em nada, não é?

Ele sentiu suas defesas aumentarem com o tom sarcástico na voz de Rony.

- Na verdade, estou interessado em algumas coisas. E Quadribol não é uma delas. Por que você não vê isso?

“Porque você está falando merda, Harry. Você jogou Quadribol por sete anos. De tudo que está acontecendo a sua volta, Quadribol era a única coisa que te permitia escapar. E agora você está fugindo disso?

- Sim.

- Foda-se.

A raiva passou pelos olhos de Harry enquanto dava um passo em direção a Rony.

- Por que todo mundo parece saber o que eu quero?

- Harry, você sabe o que você quer?

“É claro que eu sei. Eu quero recusar todas as oportunidades que aparecerem. Eu quero transar com quantas bruxas eu puder. Esse é o sonho, não é? Isso é o que consideramos ser a vida perfeita, não é?

“Era... Quando tínhamos dezesseis anos. - Rony respondeu, vendo Harry de perto.- E não temos mais dezesseis anos. Me parece que você quer essas coisas para esfriar a cabeça, assim você não tem que enfrentar a realidade.

O maxilar de Harry se contraiu com raiva.

- Eu não tenho escolha em enfrentar a ‘realidade’ ou não. É o que é. Eu vivo nela cada minuto, desde quando eu acordo até quando eu vou dormir, e, às vezes, eu até sonho sobre ela. É sombrio, violento e difícil. E vai se foder se eu não consigo encontrar alguma coisa na minha vida para fazer isso mais fácil.

- Eu não disse que você não conseguiria, Harry, mas talvez você esteja fazendo de modo errado.

Ele riu com desdém.

- Você parece a Hermione falando. É um pouco estranho que você fique aí censurando o meu modo de vida quando você está mais do que feliz para se embebedar e me encorajar a sair com as mulheres.

- Talvez porque seja o único jeito de você falar comigo.- Rony explodiu, raiva e mágoa crescendo dentro de si.

- Bem, talvez eu não queira falar com você, Rony. Você pensa que sabe o que é melhor para mim. Você pensa que sabe o que eu quero. Você é igual a todos. Em vez de me perguntar, vocês todos só admitem.

- Mas que caramba, Harry. O que você quer então?

Harry ficou em silêncio por um momento, ignorando os olhares curiosos das pessoas que passavam. Ele sentiu a raiva sair de seu corpo num movimento rápido, o deixando pálido e cansado. Olhou para os olhos de Rony e colocou suas mãos trêmulas nos bolsos da calça.

- Eu quero ficar sozinho.- Ele disse rapidamente antes de se virar e ir embora. Rony o deixou partir. Não havia nada que ele pudesse fazer por Harry naquele momento e se ele precisava ficar sozinho, ele o deixaria ficar sozinho. Mas a mágoa passou por todo seu corpo dolorosamente, e Rony assistiu Harry até que este desaparecesse, a escuridão finalmente o tragando.


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