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31. Troca de Informações II


Fic: Apollyon 1 - Romance, sexo, guerra. HP como voce nunca imaginou NC 18 FIC CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Com um movimento de cabeça, Dumbledore concordou e Melissa orientada por Gabriel começou.
- Onde ele nasceu?
- Quem são seus pais?
- Como se conheceram?
- Se amavam?
- Como foi parar num orfanato?
- Quem o buscou lá?
- Como ele foi na escola?
- Amou alguém?
E logo Dumbledore percebeu que eles tinham se preparado de acordo. Em quatro longas e cansativas horas, dissecaram a vida de Voldemort, desde o seu nascimento até a morte dos Potter. Cada aspecto de sua vida tinha sido exposto e esmiuçado. Nada fora deixado de fora. Respostas que os alunos não tinham, Dumbledore tinha, e vice-versa.
Dumbledore solicitou uma pausa e pediu para que continuassem no dia seguinte, após o almoço, onde poderiam continuar mais descansados.
- Não achei que tinham se preparado tanto assim. – falou Moddy para Gabriel enquanto caminhavam até o salão principal.
- Nós tentamos ver tudo. – falou Gabriel cansado. – Mas o mérito é de todos os membros do colégio. Todos ajudaram demais. E dos pais que enviaram as informações.
- Realmente. – fala Dumbledore que caminhava junta eles, assim como Lupin. – No início recebi algumas cartas muito irritadas de pais indignados que os filhos estivessem estudando a vida de Voldemort. Mas depois, os mesmos pais escreveram para os filhos enviando as informações.
- Quando tivermos todas as informações, poderemos conhecer o inimigo, e a partir daí vamos traçar uma estratégia. – completa Gabriel.
- Que tipo de estratégia? – pergunta Lupin.
- Quais os objetivos dele? Como espera alcançá-los? Quem o apóia? E por aí vai. – responde Gabriel cansado.
- Realmente. Creio que pensou em tudo. – fala Dumbledore.
- Não. Tem coisas que ainda não sei. – fala Gabriel parando e eles pararam também. – E têm outras que eu sei.
“Hora de apertar um pouco o velhote!” – pensa Gabriel sorrindo.
- O que sabe exatamente? – pergunta Lupin.
- Um amigo me escreveu, informando que talvez saiba quem é RL. – falou Gabriel.
- Mesmo? – perguntou alerta Dumbledore. – E quem seria?
- Por que não me diz exatamente o que Voldemort está fazendo agora? Por que ele foi pessoalmente buscar Belatriz? E por que ele anda tão quieto? – pergunta Gabriel se desviando da pergunta de Dumbledore.
- Aí é que está o problema. Não sabemos. Mas sempre que ficou quieto antes, estava se preparando para um ataque. – falou Dumbledore.
- Sim, mas sem vampiros e com poucos lobisomens, seu poder deve ter diminuído. – responde Gabriel.
- Realmente, mas parece que ele ainda procura aliados. E não conseguimos avançar nas buscas pelas Horcruxes. Estamos bloqueados, e ele também. – responde Dumbledore com voz baixa. – Agora, quem você acha que é RL?
- Quando eu contar, vocês vão rir. – fala Gabriel.
- Tente. – falou Moddy.
- Rodolpho Lestrange. – respondeu Gabriel.
- Como é que é? – perguntou Lupin incrédulo.
- Por que tanto interesse em proteger e buscar Belatriz? – pergunta Gabriel sério.
- Amor? – pergunta Moddy.
Gabriel lhe dirige um olhar incrédulo e começa a rir baixinho.
- Qual é Moddy! Voldemort apaixonado por Belatriz? Isso é ridículo. Lembra-se do recado. “Você tem algo meu, eu tenho em dobro algo seu. Mantenha o meu em bom estado que mantenho o seu da mesma maneira!” Não vê? E logo depois o velhote em pessoa vai buscar a Belatriz. Ele está chantageando o velhote, descaradamente.
- Realmente! – fala Dumbledore. – Recebi informações que Voldemort procurava por um antigo aliado. Poderia ser isso!
- A questão é onde estaria Rodolpho? – pergunta Lupin.
- Isso eu sei. – fala Gabriel e deixa todos assustados. – Não se preocupem. Tenho ele sob vigilância. Sei onde está. Sei onde estão guardados os objetos que pegou de Voldemort, e, creia-me, ele não vai conseguir fugir de mim.
- Como assim? Se souber, vamos atrás dele imediatamente. – fala Moddy irritado.
- Não. – responde Gabriel.
- Como assim “Não”?? – pergunta Lupin indignado com Gabriel.
- Eu tenho meus Planos de Batalha! E vocês não vão interferir neles. – fala Gabriel sério.
- Talvez alguém precise de um “suco de uva”. – rosna Moddy.
- Talvez. Mas isso teria um efeito adverso para vocês. – fala Gabriel sério.
- É mesmo? E qual seria? – pergunta Moddy desdenhoso.
- Eu mataria Voldemort, e assumiria o lugar dele. E acreditem, comigo no comando do bando dele, vocês estariam bem mais encrencados. – fala Gabriel com a voz fria. – Já me traíram antes, não confio mais em vocês para certos assuntos. Estou compartilhando minhas informações, mas não creiam que me esqueci do que me fizeram.
- Gabriel – fala Dumbledore – você sabe o quanto é sério o que estamos fazendo e contra quem estamos lutando. Sonegar informações neste momento seria um erro, grave e poderia ser mortal, para todos nós, inclusive seus amigos.
Depois de pensar um pouco, Gabriel finge mudar de estratégia.
“Certo! Vamos apertar o velhote, então!” – pensa Gabriel satisfeito.
– Muito bem. Vamos jantar e depois nos reunimos na sua sala Dumbledore e continuamos a conversa.
- Pois bem. Dentro de uma hora, então. Creio que será melhor chamar o Potter. Lupin, por favor, convide-o e coloque-o a par do que conversamos até agora. – fala Dumbledore e Lupin assente em silêncio.
Depois disso se separaram e Gabriel foi jantar. Riu sozinho. Se Dumbledore queria informações, era hora de pagar por elas. E iria ser caro. Precisava de alguns livros dele. Deu um beijo em Hermione e viu Lupin conversando baixinho com Harry. Viu quando Harry o olhou e perguntou se tudo estava bem.
- Sim. Mas temos que jantar e ir. – fala Harry.
- Para onde? – perguntou Hermione curiosa.
- Temos uma reunião com o Dumbledore, depois do jantar, mas não deve demorar muito. – responde Gabriel. – Não esqueci que você me prometeu uma aula de dança. – fala ele baixinho no ouvido dela.
Rindo baixinho, Hermione observa que não iria conseguir informações com ele assim, por isso, resolveu esperar a reunião terminar. Ela era uma mulher. Existiam muitas maneiras de se retirar informações de um homem. Jantou e depois que eles saíram foi para sua ronda. Depois para o salão comunal, aparentemente eles ainda não haviam voltado. Parece que a reunião foi mais demorada do que imaginaram.

Depois de jantarem, Gabriel e Harry foram para a sala de Dumbledore, e após entrarem, viram que já eram aguardados. Moddy, Lupin e Dumbledore já estavam lá.
- Muito bem. – falou Dumbledore após eles se sentarem. – Agora, Gabriel, o que sabe sobre Rodolpho?
- O que sei é que Rodolpho não tem mais dois objetos, somente um. – fala Gabriel.
- O que houve com o outro? Não me diga que Voldemort o pegou novamente? – pergunta Lupin sério.
- Não. Não foi Voldemort. Parece que foi Apollyon quem pegou de Rodolpho e o deixou vivo, por enquanto. E minhas informações indicam que depois disso ele falou com você Dumbledore. Agora, que tal me contar o que aconteceu entre vocês? E não me venha com “Tratamento de Pele”? – pergunta Gabriel fingindo irritação.
Dumbledore ficou olhando para Gabriel. Estava ficando curioso com o rapaz. Como é que ele sabia de certas coisas? Será que... não. Isso não fazia sentido.
- Realmente fui procurado por Apollyon alguns dias antes de iniciar as aulas. No dia seguinte a entrega de Rabicho. Ele apareceu aqui, bem onde você está Gabriel e disse que queria conversar. Trocamos algumas palavras e soube que ele estava a par das Horcruxes. Achei que ele iria pegar o anel que estava comigo e me preparei para atacá-lo. Ele me paralisou e me falou que eu não tinha entendido nada. Entregou-me a taça de Helga e depois disso, curou meu braço. Logo depois colocou suas mãos em meu peito e fez com que eu ficasse 50 anos mais novo.
- Mas qual o nível de poder para fazer tal coisa? – pergunta Lupin assustado.
- Bem maior que o meu, com certeza. – fala Dumbledore sério.
- Grande Porcaria. – fala Harry se levantando com irritação. – Por que ele fez isso? Qual o objetivo? E se ele realmente quer lhe apoiar, por que não lhe disse claramente?
- Ele disse que seus objetivos e os meus iriam coincidir em alguns pontos, e que eu não deveria tentar interferir nos dele. – responde Dumbledore. – Na verdade - fala Dumbledore – o estilo de ele conversar e o seu são bem parecidos, Gabriel.
Todos o olhavam agora, e sentiu que estavam rondando muito perto.
“Era hora de afastar aquela linha de raciocínio, mas delicadamente.” – pensa Gabriel levantando uma sombrancelha.
- Bem, já fui acusado de ser assassino, de ter matado vários comensais sem nem saber do que se tratava, por que não de ser o Arcanjo da Destruição? – pergunta Gabriel levemente divertido, erguendo os ombros. – Deixem-me concentrar em usar todo o meu “fabuloso poder”, e quem sabe eu coloque inteligência em vocês. – fala Gabriel como se estivesse se concentrando, e depois de alguns instantes desiste. – É impossível. Certas coisas nem o Bruxo mais poderoso do mundo consegue. – termina brincando.
- Eu não o acusei, apenas informei que seus estilos são semelhantes. Ambos são determinados. E acredito que seja hora de me contar quem são seus “amigos” e “informantes” que lhe repassam essas informações. – fala Dumbledore sério.
- É claro que sim, desde que me conte o nome de todos os seus espiões. – responde Gabriel sério. – Não se iluda, eu mantenho meus informantes em segredo por um motivo. Vocês são de alguma forma, altamente suscetíveis a “vazamentos”.
- Como é que é? Está acusando alguém de traição aqui dentro da escola? – pergunta Harry.
- Estou. E assim que eu tiver comprovação, vou varrer o chão do castelo com ele. – fala Gabriel sério.
- Tem uma pista? – pergunta Lupin.
- É um Grifinório. – responde Gabriel.
- De novo, não. – fala Lupin com as mãos na cabeça e a voz triste. – O pesadelo de novo não. Já não chegou Rabicho?
- Sabe quem é? – pergunta Dumbledore.
- Não, mas tenho suspeita. Poderei dizer o nome dele em breve, mas não poderei provar nada. São somente boatos, mas creio neles. Até hoje nada que veio desta fonte se revelou falsa.
- Responda-me uma coisa. – fala Dumbledore. – Como você consegue tantas informações? De que forma? Por que seus “informantes” lhe ajudam? – pergunta curioso.
- Por dinheiro, é claro. – responde Gabriel incrédulo que não tivessem pensado nisso.
- E você tem dinheiro? – pergunta Moddy desdenhosamente.
- Mais do que seus sonhos mais absurdos. – responde Gabriel brincando. – Agora, Dumbledore esta é a relação de livros que quero emprestado e que fazem parte de sua coleção particular. – e entregou uma relação de cinco livros, que Dumbledore com um aceno de varinha, retirou de sua estante e entregou para ele.
Depois de conversarem mais um pouco, Harry e Gabriel saíram da sala e foram para o dormitório. Harry ainda esta irritado, mas Gabriel estava feliz. Aparentemente Dumbledore não contara a ninguém da visita de Apollyon.
“Agora sai dessa, velhote!” - pensou Gabriel divertido.
Foi necessário revelar parte da verdade, para que Dumbledore lhe emprestasse os livros, claro que tinha deixado plantada a semente de dúvida entre eles, mas sinceramente, não estava se importando.
Sobre o espião, era verdade, mas já não importava mais, afinal, ele mesmo tinha pedido para sair da escola. Uma de suas prioridades era afastar Dino Thomas da escola, e embora ele tivesse preferido matar o jovem, afastá-lo já era o suficiente, por enquanto.
Como já passava da meia noite, todos foram dormir, ficando somente Gabriel acordado lendo furiosamente. Depois de ler todos, encontrou na última página a resposta para o que estava procurando.
Rapidamente copiou e memorizou o feitiço que deveria fazer, e em seguida fechou o livro.
Pensou em ir dormir, mas já estava amanhecendo. Recolheu os livros e levou para seu dormitório. Meditou durante uma hora e depois do banho, foi tomar café no salão principal.
Antes, porém, concentrou-se e localizando a cama de Hermione, fez um pequeno feitiço que a agradaria. Agora era só esperar ela acordar.
“Estou virando um moleque apaixonado!” – pensou Gabriel divertido.
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Atendendo a Pedidos!! Hehehehehe.
Valeu pelos comentários.
JM Flamel, sinto muito orgulho de vossa mensagem.
Nine Malfoy - Aqui está a Primeira parte das Informações
Próximo Capítulo - Horcrux Inesperada
Contagem Regressiva para uma Chacina anunciada. Se o Gabriel já mata por atacado somente com a espada. Imagine ele com armas trouxas. Hehehehe!
Logo colocarei aqui o endereço de um Fotolog, apenas para que entendam melhor as armas e aliados de Gabriel. By

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