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22. Everything We Had


Fic: Born For This - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 22.


Everything we Had


 


Rose depositou a droga sobre a pia. Eu estava tão puto que não consegui dizer nada. Fiquei parado olhando para ela e para a droga, alternadamente. Nenhum de nós disse alguma coisa por uns dez segundos. Rose saiu do banheiro e sentou na margem da cama, desviando o olhar de mim.


Ela abriu a boca como um peixe fora d’água, mas desistiu de falar. Apertou a toalha ao redor do seu corpo. De repente dissemos ao mesmo tempo:


– Desde quando...?


– Não são minhas. – Rose me olhou. Eu acrescentei: – Você sabe que eu não uso drogas.


– Sei? – indagou confusa. – O jeito que você ficou quando McGonagall descobriu que isso estava acontecendo...


– Não são minhas! – eu disse, aumentando o tom de voz. Só a descrença dela me fez ficar zangado.


– Não precisa mentir para mim, Scorpius, eu acabei de ver drogas no seu banheiro!


– Eu não estou mentindo! Alguém colocou elas aí para me incriminar. Não que eu precise dizer isso, já que é óbvio!


– Por que alguém faria isso? Incriminar você?


Eu disse francamente:


– Porque há muitos filhos da puta nessa escola, Rose. Um deles é aquele francês que você chama de amigo. – Eu fiz uma pausa, esperando que Rose fizesse algum protesto, mas ela se calou. Então acrescentei – enfatizei: – Além disso, o cara me odeia justamente porque eu sou seu namorado.


Ela estava muito chateada. E indignada.


– Por que ele faria isso se tem tantas coisas para se preocupar? Ele não está aqui para essas coisas, e sim para estudar e-


A risada que eu soltei foi fria. Foi sem querer, mas foi inevitável. Rose me encarou com as sobrancelhas juntas, provavelmente se sentindo indefesa e desiludida. Eu não estava debochando dela, mas passei a mão no rosto e comentei:


– Você é muito ingênua.


Ela me encarou ofendida agora. Eu expliquei:


– Você não pode ficar pensando que qualquer pessoa que pareça boa e simpática realmente faz coisas certas. Algumas têm duas caras, e às vezes é difícil acreditar ou enxergar isso, porque nunca é óbvio quando nos cegamos.


Ela girou os olhos, desdenhando da verdade que às vezes ela não gostava de ouvir. Mesmo assim eu continuei:


– Você sabe que você só vê maldade nas pessoas que aparentam ser assim. Admita, Rose, você é ingênua! Todo mundo com um rostinho bonito e um sotaque francês é sempre santo! Mas adivinha? As coisas não são assim!


Ela me encarou muito brava. A testa dela ficava enrugada quando ela me olhava assim.


– Então eu posso estar cega sobre você o tempo todo, também, não posso? Se eu sou tão ingênua como diz. Você disse que as drogas não são suas, mas não significa que você não pode estar usando!


– Eu não uso, porra! E mesmo se eu usasse...


– O quê?


– Você não precisa ser uma mãe por conta disso! Quero dizer – eu não devia ter feito tal suposição. Só me colocou ainda mais na desconfiança de Rose, numa encruzilhada, e ela ficou ainda mais puta porque começou a por as roupas. – Você está aqui, desconfiando de mim por causa daquelas drogas no meu armário, e eu estou te dizendo à verdade de que eu não sou um marginal.


– O que quer dizer?


– Você está perdendo seu tempo! Estamos discutindo à toa. O clima do que teria sido uma noite incrível foi por água abaixo porque você está perdendo tempo desconfiando de mim e simplesmente... não enxergando as coisas concretas ao seu redor. As coisas com as quais você devia abrir os olhos.


Eu não sei como tudo aquilo começou a sair da minha boca. Eu sabia que Rose era sensível quanto a... bem, a verdades. Ela tinha esse defeito de achar que estava sempre certa e de que tudo estava bem ao seu controle. Ela não gostava quando as pessoas diziam como ela deveria agir. Claro que isso não desligava sua inteligência, mas os livros eram diferentes. Não falavam sobre nossa realidade. Só nós mesmos podíamos interpretar e ver nossa própria realidade. Rose estava se desligando a isso.


E ela ficou claramente chateada com as coisas que eu disse. Fiquei com vontade de contar sobre Hugo.


Mas eu estava mantendo a calma. Pelo menos tentando. Eu senti isso. Eu não continuei acusando Roy, porque eu sabia que não tinha provas concretas para acusá-lo, e isso só ia parecer que eu era um ciumento sem medida. Eu podia ser ciumento para caramba, mas era porque eu detestava a idéia de alguém querer tirar Rose de mim de uma forma tão estúpida. Coloquei minha calça e me sentei ao lado de Rose na cama. Ela olhava para baixo. Falei com a voz neutra:


– Estamos juntos o tempo todo. Você sabe como eu me comporto.


Rose continuou sem dizer nada. Eu dei um fraco empurrão com meu ombro em seu braço. Além de chateada, parecia desanimada. Quis reverter toda a situação, aproveitando que não estávamos gritando nem nada.


– E antes de ser seu namorado, sou seu melhor amigo. Eu nunca mentiria a você.


– Eu sei – ela murmurou.


– Rose-


– Eu sei, Scorpius, eu sei. Eu acredito...


– Você não parece confiante nisso.


– É porque eu não estou! Você disse que eu sou ingênua, eu posso estar enganada sem eu perceber! – A cada palavra que ela dizia, sua voz voltou a aumentar. Eu fiquei assustado. – Scorpius, você diz que você é meu melhor amigo, você diz que nos conhecemos há muito tempo, mas e quanto ao meu próprio irmão? – ela gritou. Fiquei estupefato. Ela já sabia. – O que explica a situação dele? Eu me lembro do dia em que ele nasceu! Provavelmente a minha lembrança mais antiga! Agora ele está aí se drogando à toa com a vadia da namorada dele! Ele vai foder com a vida dele sem motivo e ele não está nem aí para isso!


– R-


– Eu não sou ingênua, Scorpius! – a voz dela estava rouca. Nunca vi Rose desse jeito. – Eu sei o que acontece ao meu redor! Eu sei que as pessoas não são o que elas aparentam ser e que você sempre vai se decepcionar com as pessoas que você mais ama!


Ela fez uma pausa abrupta e achei que ia continuar disparando tudo. Rose apertou a mão no rosto, deixando-se chorar.


E ela chorava mesmo. Já vi ela chorando de felicidade, de tristeza, mas não de desespero. Nunca de desespero. O pior era que ela tentava esconder isso. Continuou soluçando com a mão no rosto:


– Eu não sei mais o que fazer. Eu estou distante de tudo agora. Distante do meu irmão, distante dos meus pais, distante até do Albus porque ele e Natalie brigaram. Às vezes sinto que estou me distanciando de você também... o que é um sentimento completamente injusto porque eu sei que você está comigo todas as vezes, até quando eu acho que preciso ficar sozinha... ter um tempo só para mim...


Eu esperei para ver se ela ia continuar dizendo, mas dessa vez parou definitivamente. De um jeito cauteloso, porque eu nunca sabia o que fazer quando alguém chorava perto de mim, eu só tirei a mão dela do rosto e a segurei.


Ficamos um tempo significativo sem falar nada. Rose enxugou o rosto. Eu estava refletindo o que ela havia falado. Ao mesmo tempo em que eu disparei tudo o que sentia em relação a ingenuidade de Rose, ela rebateu desabafando tudo o que estava sentindo no coração dela. A partir daí comecei a perceber outras coisas. Rose tinha tanta noção da realidade que talvez ela estivesse se fazendo de boba para não carregar tudo isso em suas costas.


Eu me senti mal. Eu estava mal por não ter percebido antes. Rose sabia de Hugo, mas fingia não saber por que às vezes encarar certas realidades... faz a situação soar ainda mais preocupante. E ela talvez não quisesse demonstrar saber de alguma coisa... porque ela era de maior confiança entre todos os monitores. Ela nunca entregaria o próprio irmão para a diretora. Ela nunca faria o irmão dela receber uma expulsão, independente do caso, Rose o protegeria porque o amava. Era sua família.


Eu podia dizer que Hugo só estava curtindo a fase de adolescente e fumando algumas só para conseguir a namorada viciada, mas eu não podia banalizar o que Rose sentia. Ela sempre foi assim. Politicamente correta e preocupada, principalmente quando era alguém que ela amava. Eu não tinha irmão. Eu não podia saber como era. Apenas meu primo, com quem eu nunca tive o menor contato. Mas depois que ele ficou em coma eu pensava nele toda vez antes de dormir, perguntando-me quando ele ia acordar.


De todas as coisas que eu poderia dizer sobre isso, na verdade só uma ficou pregada na minha cabeça a ponto de me fazer quebrar o silêncio:


– “Um tempo só para mim...”


Ela afirmou com a cabeça. Finalmente me encarou.


Eu acho que nunca percebi que a amava tanto como naquele momento. Acho que foi por isso que aquele olhar doeu bastante. Ela sabia que eu tinha entendido.


– Eu não quero terminar – explicou depressa. – Eu só...


– Quer um tempo, certo, dá no mesmo.


– Não dá no mesmo, Scorpius.


– Dá sim. É só uma forma de terminar para não magoar meus sentimentos. Oh, céus – percebi enojado – estou me sentindo como o Albus. O que vocês, garotas, tem, afinal de contas? Fazemos tudo por vocês!


– Você ignorou tudo o que eu acabei de desabafar? Está tudo uma bagunça!


– Não! Eu só não acho que a gente precisa dar um tempo por causa disso! Eu acho que você precisa mais de mim do que nunca! E você sabe que eu vou estar aqui... Eu te amo, porra. – Falei essas últimas palavras em um tom exausto.


– Eu sei disso, Scorpius. Mas...


– Eu odeio o seu “mas”.


– Estamos discutindo e brigando o tempo todo! – ela disse desesperada. – E eu me sinto mal porque ultimamente eu não consigo me concentrar só em nós dois, eu preciso que você entenda. Eu preciso pensar. Até toda essa bagunça diminuir! Minha cabeça está cheia. Não faça isso ser pior.


– Não faça-? Ok. Acabamos de ter a melhor transa do nosso abençoado relacionamento. Supondo que você não tivesse visto nenhuma droga aqui, você ainda viria com essa conversa de dar um tempo? – Nem quis saber da resposta. Só deduzi. – E você ainda me pede agora para não piorar? Estou começando a achar mais vantajoso eu ter mentindo sobre não usar drogas!


– E querer que a gente acabe tacando a cama um no outro? É isso? E comigo tendo a pior desilusão da minha vida, além de todas as outras que eu ando tendo?


– Seria melhor!


– Como seria melhor?!


– Seria melhor porque eu entenderia!


Silêncio. Minhas palavras fizeram impacto em Rose. Por dois esperançosos minutos eu achei que ela reconsideraria e diria: “Certo, beleza, a gente continua do jeito que estava e ficamos de boa.” Mas nada estava do jeito que estava. Eu sentia que alguma coisa vinha mudando em relação a nós dois. A todo mundo. O silêncio dela era terrível e significou muita coisa.


Levantei bruscamente da cama. Passei a mão no meu cabelo, olhando para a janela do meu quarto. Estava nevando fraquinho. Eu estava começando a ficar com frio novamente. Rose não se mexeu, mas eu estava de costas para ela. Talvez ela realmente quisesse dar um tempo.


– Terminar é uma palavra forte, e não é isso o que eu quero – disse Rose outra vez, como se tivesse medo que eu continuasse considerando errado. – Eu só preciso...


– Eu sei o que você precisa – eu soei um pouco sombrio e grosso. – Então é melhor você sair daqui.


Ela demorou um pouquinho para se levantar, estupefata com a minha decisão e grosseria. Para mim, assim era mais fácil. Se era isso o que ela queria, não devia ficar enrolando. Eu não quis olhar para ela. A neve lá fora parecia mais concreta do que essa discussão.


– Você está zangado.


Eu fiquei revoltado. Me virei contra ela:


– Como você queria que eu estivesse? Feliz? Que dissesse que ficaremos bem?


– Eu só queria que você entendesse!


Quando percebi, eu estava gritando:


– Isso é injusto! Você pode me mandar para a puta que pariu e não acreditar em mim, qualquer coisa, mas não peça para eu entender como a sua cabeça funciona!


Ela gritou de volta:


– Você mesmo disse que antes de ser meu namorado, você é o meu melhor amigo! Achei que amigos tentavam entender e é disso o que eu preciso em você agora, Scorpius! Do meu melhor amigo!


Eu percebi que eu estava tomando tudo de volta. Era tão mais fácil dizer coisas bonitas quando a coisa não caía de volta em cima da gente como um hipogrifo gordo, diferente do que estava acontecendo naquele momento.


– Eu não consigo – murmurei, sem pensar. As palavras saíam conforme eu pensava nelas. Peguei a bolsa dela sobre uma cadeira. – Ou eu sou os dois ou não sou mais nada pra você.


Eu estendi a bolsa em sua direção, Rose não a pegou imediatamente. Os lábios dela tremeram, mas eu não quis sustentar o olhar por mais tempo. Finalmente pegou a bolsa e me encarou uma última vez, incrédula.


Até tentou dizer alguma coisa, mas parecia sem falas. E ela realmente não disse nada antes de sair pela porta.


Chutei meu armário quando fiquei sozinho. A raiva não passou. Ao em vez de ficar observando Rose dormindo ao meu lado naquela noite, eu fiquei olhando para o teto. Não parei de pensar na discussão. No que eu disse a ela. No que ela disse para mim. No que ela precisa. No que eu quero.


Acordei naquela manhã de domingo com um frio nojento. Estava menos três graus lá fora e eu havia dormido sem coberta e somente com a calça jeans. A primeira coisa que fiz ao me levantar foi jogar as drogas no lixo. Olhei todo o banheiro para ver se não encontrava alguma prova que entregasse Roy, mas na verdade só havia um brinco caído no chão embaixo do pia. Eu o peguei e fiquei olhando para o pingente de florzinha. Uma pequena rosa. Rose deixara cair quando se abaixou para abrir o armário e pegar a merda daquela toalha.


Eu estava chateado com tudo, então nem me preocupei em devolver a ela. Talvez eu nem quisesse ver ela.


Arrastei-me até o dormitório de Albus e pensei em bater na porta. Devia ser cinco da manhã, mas não me importei. Eu havia escondido uma garrafa de vodka naquele banheiro na época em que eu namorava Amber e ainda dividia o dormitório com Albus. Eu estava pensando em poder pegá-la.


Estava a cinco centímetros com o punho na madeira quando coincidentemente a maçaneta virou e a porta abriu.


Não era Albus.


Gwen Kinney ofegou quando se esbarrou em mim enquanto saía do quarto. Ela estava com a calça, mas ela segurava a camiseta e o casaco. O sutiã dela era preto. A gente se encarou por um tempo. Gwen vestiu a camiseta rapidamente como se tivesse vergonha de mim e não por ter sido pega saindo seminua do quarto de Albus.


Eu girei os olhos, não querendo pensar muito na cena, e me dirigi ao banheiro. No entanto, encontrei a garrafa no criado-mudo de Albus, que estava largado sobre a cama num profundo e invejável sono. A garrafa estava vazia. Gwen cochichou, explicando toda a situação:


– Albus não vai se lembrar do que aconteceu. Sabe, enche o saco um cara tão lindo como o ele ficar se lamentando pela ex. Você acaba querendo consolar de alguma forma.


Ela não esperou que eu falasse minha opinião sobre isso. Apenas saiu de lá, visivelmente sóbria e sem arrependimento. As coisas deviam ser fáceis para ela. Sem se apegar a alguém. Só sexo.


 


 


 


– Ela disse que quer um tempo – contei a Albus naquela tarde. Estávamos sentados na janela da sala comunal, enquanto eu me distraía com um livro. Albus ainda usava o gelo contra a dor de cabeça na ressaca em que se encontrava. – Eu fiquei revoltado e brigamos.


– Eu transei com Gwen Kinney.


É. Apesar de Gwen ter se preocupado com que Albus não se lembrasse da noite ao sair de fininho na madrugada, ela não teve muito sucesso. Ele tinha uma memória impecável.


– Você se lembra?


– Não – respondeu e eu o encarei confuso. – A cama estava cheirando a Dolce & Gabbana quando acordei. Gwen sempre passa esse perfume depois que sai do vestiário feminino nos treinos. – Ele fez uma pausa e me encarou. – Você acha que é muita coincidência que nossos relacionamentos estão na mesma situação ultimamente? Ou é só uma época que amigas decidem ser más juntas?


– Acho que só não estamos com sorte – respondi com a voz baixa, olhando para o céu branco. Não havia nuvem, nem sol, nem mesmo tempo de chuva. Era um domingo simplesmente neutro.


– Ei, o que é aquilo?


Al apontou para o céu. Nós dois vimos uma coruja sobrevoando pelo castelo até pousar na janela em que estávamos. Reconheci que a coruja era da minha mãe. Peguei a carta na garra da coruja e ela ficou me observando com aqueles olhos enquanto eu lia o que minha mãe escrevera.


– O que diz aí? – Albus quis saber curioso. – Seu primo voltou do coma?


Esperei até chegar à última linha para negar com a cabeça. Tive umas lembranças de quando Amber e eu começamos a sair.


– Ela disse que a filha de Amber nasceu – falei. – Ontem à noite.


– Nossa – ele pareceu estar com mais dor de cabeça. – E Dimitre ainda em coma, ela vai cuidar de tudo sozinha.


– A filha chama Elizabeth – reli o parágrafo. – O nome da mãe de Amber.


– Irônico.


– Foi idéia da Dafne. Ela está cuidando das duas.


A primeira reação que tive foi querer contar a Rose, mas acabou que nem nos falamos naquele domingo. Eu passei o dia inteiro estudando para o teste de Transfiguração para o dia seguinte. Ela provavelmente esteve fazendo o mesmo. Agora que tinha um tempo sozinha. Também não quis nem sair muito da sala. Não queria encontrar Roy. Eu provavelmente faria algo drástico, tamanha a minha raiva por esse cara.


Somente na manhã seguinte de aula que tive de encarar as coisas.


Ajeitei minha mochila nas costas enquanto caminhava com Al em direção a sala de Feitiços. Os alunos tumultuavam. Quis empurrá-los. Quando sentamos em nossos lugares, o professor começou a dar aula, mas eu nem prestava atenção. Rose estava na primeira carteira, como sempre, e eu via o seu cabelo preso em um laço imperfeito. Ela fazia as anotações freneticamente, sentada ao lado de uma aluna da Corvinal, mordendo a pena toda vez que parava para prestar atenção.


Ela me deixou tão irritado com essa história de dar um tempo. Mas eu não conseguia sentir raiva dela. Não conseguia. Talvez eu devesse conversar com ela. Dizer que eu queria ser qualquer coisa para continuar tendo ela perto de mim, e não afastada. Fui idiota e insensível de dizer que eu não seria nada.


Lembrei da viagem que fizemos a Los Angeles. Olhei para Natalie no outro canto da sala. Lixava a unha, mas sempre com os ouvidos atentos as aulas. Depois olhei para Albus ao meu lado. Ele estava rabiscando o pergaminho, porque não conseguia acompanhar as explicações rápidas.


Estávamos distantes. Eu nunca perceberia que meus verdadeiros amigos eram aqueles se eu não estivesse sentindo a singela falta da gente rindo das idiotices do Albus, caçoando as manias de Rose, ouvindo os palavrões de Natalie. Mas de repente meus olhos pararam em um canto específico da aula. Roy estava olhando para Rose. Aquilo fez meu sangue esquentar.


Assustei quando o professor Flitwick exclamou:


Não é mesmo, Malfoy?


– O quê?


Senti todo mundo me olhando e abafando risinhos como se ainda estivéssemos no segundo ano.


– Eu não preciso pedir para os senhores ficarem prestando atenção na minha aula, já têm idade o suficiente para entender o que são importantes para vocês. Sr. Malfoy, eu estava falando dos feitiços para confundir. Me diga em quais situações seria bom usá-los?


Nem precisei pensar.


– Para marcar ponto no Quadribol.


As risadinhas soaram pela sala outra vez.


– Falando sério, Malfoy.


– Bem...


– Em uma fuga arriscada – Roy Legrant levantou a mão. Todo mundo olhou para ele. – Se estiverem atrás de você, pensar em um feitiço para confundir é rápido e fácil. Garantiria a sobrevivência. Confundiria os ladrões ou qualquer seqüestrador.


– Oh, vamos chamar o francês quando formos seqüestrados. Ele vai pensar rápido por nós – eu comentei, causando outras risadas.


– A resposta do sr. Legrant era a esperada – comentou Flitwick. – Poupe suas gracinhas, Malfoy.


Eu sorri friamente para Legrant.


– Não existe senso de humor na França?


– Sei que não existem vagabundos como você por lá – ele retrucou. Eu o olhei com desprezo, enquanto ele sorria dessa vez, já que a classe ficou mais indignada ao descobrir que ele sabia retrucar contra mim.


Quando a aula acabou, no corredor em direção a sala de Transfiguração, Roy agarrou meu ombro me obrigando a virar para ele.


– Qual é o seu problema comigo, Malfoy?


Eu tirei a mão dele bruscamente.


– Qual é o meu problema? Eu sei qual é o seu plano, sei o que está querendo fazer comigo e com Rose, mas ela não é sua – eu rosnei. – Nunca vai ser.


Roy fez uma careta.


– Que plano? Eu não fiz plano nenhum. Rose é só uma amiga. E mesmo se eu quisesse interferir na vida amorosa de vocês, eu não precisaria de um plano. As garotas estão em cima de mim o tempo todo, sem eu pedir por isso.


Eu agarrei o colarinho da camisa dele. Albus exclamou logo atrás:


– Scorpius, nem tenta, cara.


– Fica longe da minha namorada.


Roy piscou, sem se mexer. Meus dedos estavam dormentes na sua gravata. Eu queria arrebentar a cara dele e eu nunca senti essa vontade por ninguém. Exceto pelo professor Parrish, mas isso fazia tempo.


– Você não me assusta, Malfoy. Eu já fui desafiado por caras mais alto que você.


Eu ia socá-lo, mas Rose chegou rapidamente, agarrando meu braço de modo que me fez afastar dele. Eu estava ofegando.


– O que pensa que está fazendo? – exclamou Rose indignada.


– Ele estava pensando em me bater – disse Roy. – Encontrou um namorado ciumento, Rose.


– Sai daqui, Roy – ela ordenou sem tirar os olhos de mim. Ele obedeceu, passando por mim com um sorriso de lado.


Quando se afastou, eu interrompi o que Rose ia dizer para perguntar:


– Por que você defende esse cara?


– Eu não estou defendendo ninguém, só impedindo que você seja expulso!


Olhei para ela, ainda respirando firme. Finalmente assenti, compreendendo, e dei as costas. Al não continuou me seguindo. Eu olhei para ele, como se perguntasse “você vem ou não?”. Ele estava alternando o olhar entre mim e Rose, sem saber com quem seguiria.


– Eu preciso conversar com ela – disse Albus. E eu soube que ele também sentia falta da sua prima. Não reclamei. Pouco me importou, na verdade.


Abanei a cabeça e me afastei para deixá-los conversando o que quer que fosse. No caminho, o sexto ano também estava saindo das aulas. Gwen se aproximou de mim.


– Oi. Que aula você tem agora?


Eu estava sem paciência para papinhos. Olhei para trás e vi que Rose nos observava. De repente olhei para Gwen meio que sorrindo. Não sei por que fiz isso. Talvez porque Roy me irritava e eu quisesse mostrar a Rose a sensação disso.


– Acabei de sair da aula maçante do professor Flitwick para ir a aula de História – contei.


– Eu acabei de sair da aula de história. Babei nos livros.


Eu soltei uma risada apesar de não ter tido muita graça.


– A gente se vê mais tarde, então? – perguntou. – Quero dizer, os treinos acabaram porque começou a nevar... mas uma galera vai para Hogsmeade hoje.


– Numa segunda-feira?


– O Cabeça de Javali fica aberto a semana toda nessa época. Se quiser aparecer por lá... vai ser legal. Bebemos cerveja amanteigada e essas coisas. Está convidado.


– Valeu – dei de ombros.


Ela sorriu e correu para alcançar as outras amigas. Parei de sorrir quando meu olhar cruzou o de Rose.


Ela não virou a cara para mim o dia inteiro depois disso. Eu não estava pensando em ir a Hogsmeade, mas depois da aula de Poções eu considerei tal idéia porque o professor sorteou as duplas para um trabalho. O que o azar queria comigo, afinal de contas? Rose ia fazer o trabalho com Roy. Pensar nos dois juntos trabalhando fazia meu estômago se embrulhar. Uma sensação desagradável e então eu me vi indo sozinho em direção ao Cabeça de Javali. Não para ver Gwen ou a turma dela, mas para beber.


Quando cheguei lá, havia cinco meninas e três meninos na mesa com Gwen. Ela acenou ao me observar entrando. Assim que me aproximei, ouvi um dos garotos se queixando pelo fato de alguém ter me convidado.


– Ele é namorado daquela Weasley – disse. – Vive sempre me dando detenção aquela garota. Como é que você agüenta?


Antes de eu me zangar com isso, Gwen se levantou e agarrou meu braço, levando-me para o balcão.


– Não ligue para eles. São uns idiotas.


– Não me importo – murmurei, sentando-me. Ela sentou ao meu lado e pediu ao bruxo atrás do balcão uma cerveja amanteigada. – Ela está encantada pelo sotaque francês daquele Roy.


Quando a cerveja chegou, eu reclamei.


– Por que cerveja amanteigada?


– Amanhã ainda teremos aula.


– Então você é responsável, é? – caçoei. Gwen deu de ombros.


– Eu não bebo.


– Por quê?


– Eu não gosto. Eu não preciso disso para me divertir ou para conseguir ficar com alguém.


– Autoconfiança – refleti. – Deve ser tão bom na prática.


– Se você quiser se juntar a nós lá na mesa...


– Tá, tanto faz.


Ela me olhou por uns segundos a mais que o necessário e se afastou, deixando-me sozinho com minhas escolhas.


Por que diabos eu estava ali sozinho? Eu esperava o quê, afinal de contas? Me embebedar como fez Albus e acabar acordando na cama ao lado de alguém como... Gwen?


Enquanto eu tomava alguns goles da cerveja, comecei a pensar. Recapitulei sobre Rose desabafar o fato de querer um tempo por causa dos problemas de sua família. Não foi tecnicamente um fora, admiti. Ela ainda me queria por perto. Ela não queria o compromisso de namorada naquele instante. Talvez fosse muito para ela. Eu podia ter preparado um encontro incrível naquele sábado, mas a tranqüilidade que tivemos naquela noite poderia ter sido passageira. Poderíamos ter voltado a brigar rapidamente, como andamos fazendo o mês inteiro. Nossas discussões estavam ficando piores. Cedo ou tarde, um de nós ia ceder.


Meu pai dizia que se não entendíamos alguma coisa... era mais fácil se contentar com ela do que ficar cavando respostas.


Ou eu sou os dois ou eu não sou mais nada para você.”


Como pude dizer isso a Rose? Implorei tanto pela confiança dela sobre as drogas que colocaram no meu armário. Ela não havia me dedurado para a diretora, aliás, Rose contara que as drogas não estavam mais na escola. Rose tinha mentido para McGonagall, porque ela acreditava em mim, e porque não sabíamos ainda quem havia colocado aquelas drogas ali. Por mais que soubesse de Hugo, ela ainda queria acreditar em mim. Confiar em mim. E eu estava lá... bebendo com a turma de Gwen Kinney numa segunda-feira à noite achando que isso iria me fazer sentir melhor, porque poderia afetar Rose do jeito que eu estava afetado quanto a amizade que ela tinha com Roy.


Coloquei o dinheiro no balcão e saí depressa do bar, sem me despedir de Gwen.


À medida que eu caminhava pelas ruas, havia vários bruxos sentados nos bancos lendo jornais e revistas. Particularmente, uma me chamou atenção. Era a revista de Rita Skeeter. Ela era conhecida por adorar fofocar sobre a vida dos Potter e dos Weasley. A notícia de que Ron e Hermione estavam preparando o divórcio estava na manchete do dia. As pessoas liam sobre isso.


Eu podia estar zangado com Rose, mas não parei de pensar no modo como fui escroto também. Dizendo aquelas coisas daquela forma. Meu defeito era esse. Eu não suportava mudanças ou qualquer decisão que eu não concordasse. Eu não suportava meus planos saírem por água abaixo. Eu não suportava pensar na idéia de ficar sem Rose.


Numa rua escura, um flashback voltou à tona em meus pensamentos. Lembrei daquela noite em que salvei Rose dos ladrões que me espancaram. Ela me perdoou e não tivemos mais nenhuma desavença desde então. Lembrei também de quando ela fez aquela poção polissuco só para enfrentarmos o sr. Parrish. Passou horas e horas fazendo aquilo por mim. Lembrei de quando ela me pediu para fechar o zíper do vestido no Halloween do quinto ano. Pensei em tudo o que tivemos.


Então deixar um cara filho da puta estragar nosso relacionamento abençoado de um ano, bem, eu não podia fazer isso.


Eu prefiro ser qualquer coisa do que nada para ela.


Ela precisava saber dessa verdade.


Eu queria reconciliar, ainda mais para contar que Amber teve a filha. Queria ver a expressão dela. Podia ser os cinco ou dez copos de cerveja amanteigada que eu havia tomado até chegar a essa conclusão, mas fui procurar Rose.


Ela não estava na biblioteca. Eu não a encontrei em nenhum lugar. Nem Natalie tinha visto ela.


Andrew Smith estava descendo as escadas quando me aproximei do último lugar que eu sabia que Rose poderia estar.


– Preciso conversar com Rose – disse a ele. – Ela está dentro da sala comunal, não é?


– Eu vi ela por lá agora pouco – disse Andrew, contente.


– Eu nunca sei entrar lá sozinho. Me ajuda com a charada.


– A resposta é Unicórnio.


– Certo, valeu.


Quando me postei a frente da porta da Corvinal, nem ouvi a charada toda. Já respondi Unicórnio e a porta se abriu. Olhei ao redor para ver se Rose não estaria por ali em um dos sofás, lendo algum livro ou estudando.


Olhei para a direita, então ouvi passos da escada que dava para os dormitórios femininos. Eu já fui lá várias vezes, de modo que eu sabia que Roy estava saindo do quarto de Rose.


E eu vou dizer.


Antes da raiva, eu senti como se tivesse sido traído.


 


 


Roy me viu. Ele estava com os braços apoiados no corrimão da escada, descontraído. O sorriso dele me fez aproximar. Eu subi as escadas com passos lentos, à postura ereta.


– Olá, Malfoy.


– O que está fazendo aqui?


Antes da resposta dele, eu agarrei o colarinho da camisa social francesa. Com força. Na verdade, eu o empurrei contra a parede também. Ele debochou.


– Por que tão nervoso? Eu só estava...


A porta do dormitório se abriu, e Rose saiu de lá. Ela nos viu e ofegou. Roy suspirou.


– É, bem, acho que dá para adivinhar agora. – Roy se aproximou com o rosto perto do meu e sussurrou: – Ela precisava de consolo.


– Scorpius! – exclamou Rose, pouco depois do soco que dei no olho de Roy.


Ele revidou no segundo seguinte, com um chute na minha barriga. O outro foi no nariz. Eu não me atrevi a ter fraqueza ou hesitar. Eu estava tão puto e machucado que agarrei novamente a camisa dele e o empurrei até fazê-lo cair. Ele deu um chute na minha perna e eu tombei com a barriga no chão. Levantei-me rapidamente.


Eu não estava mais vendo Rose. Eu só queria socar o filho da puta, mesmo sabendo das conseqüências. Quero dizer, ele havia roubado as drogas de Hugo e Alice, feito a diretora se importar em inspecionar toda a escola, e depois o cara colocou as drogas no meu armário, sabendo que Rose iria descobrir. Agora ele estava ali, saindo do dormitório da minha namorada.


Se eu fosse ser expulso por alguma coisa, que um dos motivos fosse por eu ter socado aquele cara. Eu não ia me arrepender.


Nós rolamos escada abaixo. Mesmo assim, ainda continuamos nos batendo. Tentaram apartar a briga. Não me importei. Eu o machuquei e isso importava.


Finalmente alguns caras nos afastaram. Eu estava ofegando. Roy também. Ótimo. Ele limpou os lábios sujos de sangue e ajeitou a gola da camisa. Se soltou do cara que o segurava, e foi embora sem dizer mais nada.


No silêncio e na tensão da sala, todo mundo olhava para mim. Eu só olhava para Rose.


Eu estava dolorido por causa dos socos. Eu queria ter tido alguma força ou até mesmo a coragem de dizer que nós havíamos acabado de uma vez. Sem nenhum tempo para pensarmos ou qualquer coisa do tipo. Acabado definitivamente. Não pude acreditar que ela fosse... que ela tivesse... transado... com o francês.


Mas eu só me aproximei dela, mancando. Eu estava muito perto quando murmurei – e, porra, minha voz estava trêmula de frieza:


– Não sou mesmo mais nada, Weasley.


Eu nem quis ouvir quando ela exclamou “Scorpius, não, espera!” de um jeito desesperado. Somente dei as costas a ela, ignorando-a. Eu fui magoado pela última garota que eu achei que faria isso comigo no momento que eu estava disposto a ser qualquer coisa por ela.


Arranquei meu distintivo de monitor no bolso. Eu o apertei em meus punhos. Sabia que ia ser chamado a sala da diretora. Pouco me importava o que eles iam fazer comigo. Eu estava revoltado. De que adianta ser uma boa pessoa numa hora dessas? Estava tudo dando errado.


 


 


 


 


Capítulo de dar raiva, eu sei. Escrevi muito preparada para as revoltas unânimes, então esse é o capítulo que vocês podem extravagar suas raivas. Aqui chegamos aquele começo. Agora os próximos capítulos ocorrerão em torno dos acontecimentos depois do flashfoward. Antes de pensarem em desistir de ler porque nossos casais lindos e perfeitos estão separados agora, só peço que confiem em mim! Não costumo colocar um conflito sem saber como resolvê-lo antes. Então, esperem, paciência! E muito obrigada pelos comentários, mais uma vez. Espero mais por vocês por aqui e que não me xinguem totalmente... Mas a dúvida ainda está no ar, porque Scorpius, ciumento e cego do jeito que é, não buscaria outra alternativa após ter visto Roy saindo do dormitório de Rose. Acham que ela dormiu MESMO com o vilão-a-lá-de-Malhação? Que outra explicativa teria para as últimas cenas? Quero seus palpites! Beijos ;*

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Comentários: 10

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Enviado por Lana Silva em 18/12/2012

Ahhhhhhhhhhhhhhhh vontade de gritar, nem sei se tenho palavrões suficientes pra xingar esse filho da mãe, serio. Ele tá querendo ferrar com o Scorpius e vai acabar conseguindo, confesso que acho que ele fez algo com a Rose, talvez não tenha transado com ela, mas fez algo porque se não ela não teria tentado dizer só um "Não, espera, Scorpius" nossa tô louca assim, poxaaaaaaaaaaaaa que sortudo o Scorpius, quando ele finalmente vai dizer a Rose que a quer como amiga e tal acontece isso :/ bem, confesso que espero que esse idiota desse Roy se ferre feio, serio, espero que ele vá pros quintos aff que personagem filho da mãe! Amei o capitulo e já Tô me roendo pra passar parao  próximo...

Bjoos 

Nota: 5

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Enviado por Karyne Weasley Malfoy em 22/04/2012

Não acho que Rose tenha ido pra cama com o Roy, sinceramente acho que pode sim ter acontecido alguma coisa enquanto eles estavam no quarto de Rose, mas nada tão grave, no máximo um beijo ou algum amasso. Agora fico em dúvida, pois essa cena do Roy saindo do quarto dela foi realmente estranho e o Scorpius de cabeça quente, me deixou mais confusa ainda, achei tão lindo quando ele veio relembrando os acontecimentos anteriores entre ele e Rose *-* Mas isso, não quer dizer que eu não esteja revoltada com a atitude que esta ruiva tomou( só fiquei com raiva assim quando o Scorpius fez aquela cagada com aquela garota e agora isso)u.u E o pior é que a Gwen já está na espreita, já transou com Alvo (quase chorei de revolta nessa cena, Alvo foi um babaca) e agora está de sorrisinhos para Scorpius, olha eu vou morrer do coração desse jeito, eu adoro esse dois casais juntos e ficar vendo essas atitudes que os quatro estão tomando, está doendo até o fundo da alma. Porkewell não seja tão má e resolva logo essa confusão por favor.Até o próximo :D

Nota: 5

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 22/04/2012

Meu Deus!!!
Fiquei LOCA quando li o cap., eu posso estar eraada, mas juro q estou com uma puta raica da Rose, ela não podia ter pedido um "tempo" pro Scorp, e sei q teve algumas coisas q ele n precisava ter dito pra ela, mas tbm sei q ela mereceu td, pq ela n devia ter feito isso com ele u.u

Estou realmente em duvuda se a Rose transou com o Roy, estou quase achando q n, mas vc tbm n deu nenhuma descrição da roupa q ela usava, ai ficou mais dificil ainda!!!
Eu estou com mt, mt, mt, mt, mt, raiva desse Francês nojento, me dá até enjoo de pensar nele, ele é asqueroso isso sim u.u
Gostei da filinha da Amber ter nascido, e espero que o Dimitri saia logo do coma, quero saber a reação dele quando ver a filha pela primeira vez...
Confio mt em vc, e sei q deve já estar pensando em um jeito de deixar os leitores te amando de novo, mas estou com raiva da sua imaginação no momento u.u
Já estou anciosa para o prox. cap., até lá
bjs    

Nota: 5

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Enviado por slytherin rules em 22/04/2012
Oh, ler sobre o ponto de vista do Scorpius é maçante! Às vezes ele é super calmo e outras um cabeça quente do caramba. Mas é muito gostoso ler sobre ele, de fato, e a relação dele com Rose é muito profunda para poder acabar assim com uma suposta traição com um francês de merda. Refletindo, acho que Rose ficou com muito ciúme e muito triste depois que viu Scorpius cheio de sorrisos para Gwen logo após estarem em tempo no relacionamento deles (até porque acho que nenhum dos dois se dava conta do peso das palavras que disseram na noite anterior) e ela - por algum desespero de estar perdendo todos que ama ao mesmo tempo - pediu ao francês senão podiam ficar lá na torre da Codvinal... Agora eles terem transado já não sei, não é muito a cara da Rose não (ela é tão filha de Hermione ai na fanfic! Parece até a propria as vezes) , mas vai saber? O francês é um puto mesmo. Quero só ver como vai ficar agora, afinal o Scorpius estava pedindo maconha pro Hugo e a namorada dele depois que perdeu o distintivo na sala da McGonagall e brigou novamente com a Rose. Enfim, estou curiosa para ver Astoria e Draco descobrindo sobre as drogas - se chegarem ao ouvido deles - e, sei lá, é estranho pensar no Ron e Hermione se separando (apesar de meio obvio), porque na minha cabeça se ela não fica com Ron, fica com Draco (que não esta disponível por estar com Astoria D: ) então estou profundamnte preocupada com os rumos que dá a vida de Hermione. E, claro, estava querendo ver o Scorpius ser tipo um pai para a filha de Amber enquanto o primo está em coma (e ao eu acho que Demitri seria um ótimo pai?). Enfim, aguardo novos capítulos. A fanfic está maravilhosa! Beijos.
Nota: 5

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Enviado por alana_miguxa em 21/04/2012

Aiii meudeus!! ela transou mesmo com ele?? é sério???? como assim!!!! se ela fez mesmo isso o scorpius não pode perdoar fácil não, hein? ehehhehehe eu normalmente apoiaria as mulheres, mas eu gosto tanto do scorpius. ele não mereceria isso. não mesmo. com o cara que ele mais odeia é muita maldade. muita mesmoooo!! posta logo, por favoooooooorrr. seria tão mara se semana que vem tivesse outro!!
amanado a fic. mesmo. ela é perfeita.
bjus 

Nota: 5

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Enviado por Lívia G. em 21/04/2012

Não acho que a Rose tenha dormido com o Roy. Sei lá, não é do feitio dela. MAS QUE EU TO MUITO PUTA, AH, TO! Que ódio desse francês filho da puta, cara! Não sei o que ele faria no quarto dela, ajudar no dever de casa é que não foi, mas sei lá. Transar com ele, ela não transou. Mas cara, eu amo o Scorpius. Meu personagem preferido da nova geração é ele, então eu fico muito revoltada quando essas coisas acontecem. Scorpius é impulsivo, mas a Rose sabe o quanto o Roy o afeta, então, tê-lo no seu quarto só ia piorar as coisas mesmo, porque, se o Scorpius não tivesse visto os dois, com certeza a notícia se espalharia pela escola, então ele saberia de qualquer jeito. To fazendo sentido? Enfim, é isso. Odeio o Roy, amo o Scorpius e to com pena da Rose. Resolve isso, mulher! Beijos

Nota: 5

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Enviado por Carolzinha Gregol em 21/04/2012

Porra, estou chorando que nem um babaca sofrendo por amor! Porque você faz isso comigo? qual é seu objetivo? sério, eu estou chorando de soluçar de tão horrivel que estou por conta desse fanfic. Cara, a Rose confia demais nesse Roy, nesse FDP, qual e a razão disso? AFF! vaaaaaaaaaadio, morra.

Nota: 5

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Enviado por Jan G. Potter em 21/04/2012

Estou em choque. Não com raiva, sabe, mas em choque. Raiva mesmo eu estava no capítulo anterior. Já nesse eu meio que me preparei antes. Ainda assim, fiquei em choque.
Coitado do Scorpius, ele está bem ceguinho de ciúme, puto da vida por causa daquele maldito Roy. Ele pode até ter razão, mas não sabe se comportar ou pensar antes de agir. É tudo de cabeça quente, basicamente, embora tenha muita coisa rolando ao mesmo tempo... 
E duvido que a Rose tenha transado com esse nojentinho. Desde o flashforward que não consigo aceitar essa hipótese. Então espero estar certa. 
Mas o Scorpius pensa exatamente o contrário, e isso pode desencadear muitas cagadas da parte dele agora, ai, ai. 
Bom, você criou uma grande confusão na vida desses dois, hein... shaushuahsuahsu. Ai, eu não devia estar rindo. ^.^ Espero que tudo se resolva o qto antes! 

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 21/04/2012

ah, acho que a Rose não dormiu com o Roy não. Acho que ela estava com saudade do Scopius, e ele pegou o francês na hora errada... Roy deveria ter ouvido Rose se lamentar de tudo, mas como alguns caras adoram fazer ciumes, o  Roy não perdeu a chance... Afinal, ele deve ser a fim da Rose.
Scorpius estava certo. Eu teria feito o mesmo. Mas eu diria o que ele foi lá pra dizer. , completaria com o que ele disse mesmo. Teria um efeito maior! hauuahua 
Enfim, o capítulo tá muito bom! Sério mesmo. meu coração está disparado! ahaha
Posta logo, viu!
Beijão 

Nota: 5

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Enviado por charl0tte em 21/04/2012

Eu sou TÃO team scorpius que eu poderia montar um fã clube. Mas puta que pariu, como a Rose foi capaz? A sempre tão certinha, santa, imaculada Weasley, fazer isso? Minha vontade é de socá-la, assim como Scorpius fez com esse maldito Roy. Eu tô aqui chorando de raiva. E eu também chorei enquanto ele relembrava das coisas. E que se foda, eu estou de TPM, mas tá tudo muito triste mesmo. Estou até com medo de que você resolva fazer um fim trágico pra essa fic, algo do tipo a Rose se casar com o Francês e o Scorpius resolver ajudar a Amber a criar a filha. Por Merlin, eu te persigo até o fim do mundo e te faço mudar pra um final feliz. KLFDS~LGFDF~]DSLFSDÇMFLSK desculpe a incoerencia, eu só tô nervosa. POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO, FAÇA A ROSE FICAR COM O SCORPIUS. Senão minha vida vai ter sido em vão até aqui. Hahahahahah, o capítulo foi foda apesar dos pesares, e eu estou ansiosa pelo próximo. Xoxo <3

Nota: 5

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