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10. Antigo amor novo ódio


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10 – Antigo amor novo ódio




Harry estava meio confuso, assim que chegou ao Largo Grimauld ele foi levado de lá para outro lugar, a princípio não entendeu nada, mas deixou para perguntar depois, pois naquele momento ninguém conseguiria lhe responder, o barulho era alto demais. A única coisa que ele sabia era que a nova casa era bem grande e cabia muita gente, pois cada vez chegavam mais e mais pessoas. Ele ainda ficava impressionado com o tanto de pessoas que a senhora Weasley conseguia juntar em menos de trinta minutos. Quando chegara ali havia apenas Sirius, a senhora e o senhor Weasley na nova sede da Ordem, mas com alguns patronos conjurados em alguns minutos começaram a chegar mais e mais pessoas como Rony, Hermione, George, Gina, Percy entre outros.  Logo depois dos cumprimentos, abraços e beijos, todos se sentaram nos sofás da grande sala para conversarem e finalmente Harry viu sua chance de questionar a mudança ocorrida.


- Me diz Sirius. Por que não estamos na sua casa – Perguntou Harry – O Snape não me disse nada, só me levou até lá e depois viemos para cá.


- Eu imaginei que o Seboso não iria lhe dar explicações. Bom, com o fim da guerra, não nos preocupamos em refazer o feitiço fidelius no Largo Grimauld, parece que nos enganamos pensando que os comensais recuariam. Dois dias depois de você sair, recebemos um atentado e estávamos em desvantagem. Na verdade só tinha eu na casa. Eles destruíram muita coisa lá dentro e estão fazendo visitas constantes. Sua ida para lá foi estratégica, assim os comensais, se tivesse algum lá, pensariam que você estava sendo levado para lá por Snape, para uma cilada. Claro que tudo estava arquitetado, Snape precisa sempre mostrar que está do lado daqueles vermes, mostrar que é igual à eles e se tivesse alguém lá seria ideal, mas não tinha nem um único comensal, então Molly esperou por vocês e os trouxe para cá. Não poderemos mais viver naquela casa.


- Sinto muito pela casa de sua mãe.


- Não sinta. Estava na hora de alguém fazer alguma coisa com aquela casa, acho que eles a destruíram. Felizmente agora eu tenho uma casa mais bonita – Disse Sirius alisando o sofá em que estava sentado.


- Essa casa é sua então?


- Sim, eu a comprei, estava em promoção, o dono estava na beira da morte e como não tem filhos e nem descendentes ficou feliz em não deixar seu patrimônio para ser invadido pelos comensais.


Rapidamente o assunto mudou e todos começaram a dar risadas com as brincadeiras de Rony e George. Harry se sentia muito a vontade naquele sofá ao lado de seus amigos, vendo os convidados conversarem entre si sobre variadas coisas, sendo abraçado por Hermione que exibia um lindo sorriso ao rir das imitações que os ruivos faziam. Mas apesar de tudo ele sentia falta de algo, sua vida naquele momento não estava completa e ele percebeu o que estava errado quando olhou em volta e deu pela falta do cabelo platinado de Draco. Ele não estivera em lugar algum desde a hora que Harry entrara e isso o incomodava.


- Com licença, acho que bebi suco demais – Disse Harry.


Sirius sentou em seu lugar quando Harry levantou fingindo ir ao banheiro, mas ao invés de pegar o caminho da direita, onde estavam os banheiros, Harry subiu as escadas do lado esquerdo que levavam aos quartos da casa. Os degraus eram forrados com um tapete bege que abafava os passos de Harry, mas de nada adiantou visto que seu coração estava aos pulos dentro de seu peito. Ele queria Draco, ele precisava de Draco, ele desejava Draco, mas não achava Draco.


O loiro não estava em nenhum dos quartos da casa e nem nos jardins já que caia um temporal do lado de fora, uma virada do tempo que impressionou Harry com seus trovões e relâmpagos. Ele continuou procurando nos escritórios, nos banheiros e na cozinha. Nada.


Até que chegou à ultima porta, a biblioteca.


A biblioteca era glamorosa, realmente espetacular. Seu tamanho fora aumentado magicamente e agora parecia uma bela catedral cheia de prateleiras e livros extremamente arrumados e catalogados. O cheiro do local era bem característico: pó, passado e história. Harry sorriu de lado ao imaginar como seria a cara de Hermione quando descobrisse esse lugar, provavelmente não sairia dali.


Harry foi andando pelos corredores passando a mão nas lombadas dos livros. Demorou um pouco, mas depois de andar a esmo entre os corredores finalmente o encontrou sentado em uma poltrona em um canto iluminado pela luminária antiga em cima da mesa de madeira igualmente antiga acompanhada apenas por um livro velho.


Draco estava tão concentrado em algo que só percebeu a chegada de Harry após o mesmo estalar os dedos em frente aos seus olhos.


- Onde você estava?


- Bem longe.


- Percebi. Por que não estava lá na sala conosco?


- Eu sou um sádico Harry e não um masoquista. Eles não estavam comemorando a minha vinda e sim a sua.


- Humm, tudo bem. Acho que posso entender você – Disse Harry passando a mão de leve no livro em cima da mesa – Não sabia que você gostava de ler.


- Eu não gosto.


- Então por que você está no único lugar que só tem livros.


- Eu não gostar de ler não quer dizer que eu não goste do lugar. Eu precisava ficar sozinho.


- Quer que eu vá embora?


- Não – Disse pegando a mão de Harry e puxando-o para seu colo – Jamais quero que fique longe de mim. Sou egoísta demais, quero você só para mim.


- Eu sou seu.


Harry capturou os lábios de Draco antes que seu sorriso de canto se formasse. As línguas já se conheciam tanto que não era necessário pensar, só deixar os corpos fluírem e agirem sozinhos.


- Você está tão distante – Disse Harry encostando a testa na bochecha de Draco – O que você tem?


- Precisamos conversar sobre uma coisa – Draco olhou no fundo dos olhos de Harry antes de continuar – Eu sei que disse que queria assumir nosso namoro, mas não podemos.


- Por quê? Você era o mais favorável à isso – Indagou Harry franzindo a testa.


- Por causa de Trevor Danver.


- Esse nome de novo – Disse Harry afastando-se de Draco e sentando na outra ponta da mesa – Afinal de contas quem é esse Trevor Danver que você até agora não me disse nada, nem você nem o Snape.


- Trevor Danver é um comensal da morte.


- E o que mais?


- Ele entrou para o círculo dos comensais pouco antes de eu entrar, mas logo conseguiu ter uma grande confiança do Lord transformando-o em um dos mais influentes do circulo, quase mais que meu pai.


- Como assim mais que seu pai? O Malfoy é do circulo desde o início.


- Parece inacreditável, mas Trevor é o mal em pessoa, ele não hesitava quando o Lord mandava que ele fizesse algo – Disse Draco levantando-se e andando lentamente em direção a Harry – Se o Lord pedisse para ele maltratar alguém, ele maltratava, se fosse pedido para torturar, ele torturava, se fosse pedido que matasse, Trevor não queria saber o porquê, ele só apontava a varinha e matava. Se algum comensal da morte desse a entender que estava com dúvida da sua lealdade Trevor não iria perguntar ou esperar, ele tomava a atitude primeiro e depois perguntava alguma coisa e o Lord nunca se irritava com ele porque aos olhos do Lord era exatamente assim que um comensal deveria se portar.


- E onde você entra nessa história?


- Logo quando entrei para o círculo no final do quinto ano Trevor mostrou interesse em mim – Draco pausou ao dizer a última palavra vendo a reação de Harry.


- E? – Perguntou Harry sentindo uma pontada no peito ele estava entrando em um território perigoso agora – O que mais?


- Aparentemente o Lord gostou da idéia e incumbiu Trevor de me ensinar como ser um verdadeiro comensal. Mas Trevor levou isso sério demais e eu não tive muita escolha a não ser aceitar tudo que ele mandava eu fazer.


- O que ele mandava você fazer, Draco?


- Eu prefiro não te dizer, Harry.


- Então, por que ele é um problema para você agora e por que somente ele vai te escutar?


- Porque ele é poderoso demais e é o líder dos comensais agora, não chega a ser como o Lord, mas muitos o temem. E – Deu uma pausa olhando fixamente nos olhos verdes antes de dizer a última frase – Ele se apaixonou por mim.


Aquela frase foi como uma faca entrando bem devagar no peito de Harry, cortando a pele centímetro por centímetro, arranhando-a, queimando-a por dentro. As palavras que eram para serem ditas jamais foram ouvidas.


- E quanto a você?


Draco não respondeu a pergunta de Harry e apenas o olhou pedindo desculpas pela resposta que Harry já sabia qual era.


- Eu não posso acreditar nisso.


- Harry entenda, eu não planejei isso. Eu nunca imaginei que iria me apaixonar por ele, aconteceu.


- Aconteceu? Aconteceu? E eu, Draco Malfoy, fui uma brincadeira para você, durante todo esse tempo?


- Não, você nunca foi uma brincadeira, eu gosto realmente de você Harry, mas eu não pude evitar de gostar dele também.


- Por que você está me contando isso tudo? Por que agora?


- Porque eu tenho que encontrá-lo novamente e terei que fazer o possível para retornar ao círculo dos comensais, só assim a Ordem terá informações valiosas sobre os passos que eles darão, e como Severus lhe disse, só ele me escutará, nenhum dos outros comensais vai parar para me ouvir.


- Eu não quero nem imaginar a forma que você vai fazer ele te escutar.


- Harry, acalme-se.


- Me acalmar? Como você quer que eu me acalme, Malfoy? Quando eu penso que está tudo bem conosco, você vem e me diz que tem que se encontrar com um antigo amor e que o amor é recíproco, e ainda mais que tem que ir encontrar com ele tendo uma enorme possibilidade de trepar com ele. Sinceramente Malfoy não quero ouvir mais nada de você. Divirta-se muito com Trevor Danver.


 - Harry espere – Chamou Draco deixando a mão cair vendo Harry passar pela porta da biblioteca sem intenção de voltar.

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