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3. O chá de bebê


Fic: Gente grande II


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                    O resto da semana correu bem. Sob protestos de Rony, Hermione ficou de repouso e quase não saiu da cama. Ele foi trabalhar na parte da tarde quando as crianças estavam na escola, e na parte da manhã ele cuidava delas. Gina e Luna ficavam com Hermione quando Rony ia trabalhar e as três se divertiam. Luna levava o bebê com ela, Zick. Ele era mais tranqüilo do que a irmã, então não atrapalhava em nada. Na maior parte do tempo ele só dormia. Isso dava tempo pra que elas conversassem sobre tudo.


                   Foi assim até chegar o final de semana. Rony não foi trabalhar no sábado e preparou o almoço. Foi um almoço bem família com Hugo falando até os cotovelos, mas Rony estava tão feliz que nem se irritou. Na hora do jantar eles pediram pizza e assistiram filme.


                  Finalmente no domingo Hermione não desconfiava de nada. Todos combinaram o chá de bebê sem ela saber. Ela foi para a casa de Molly pensando que era um simples almoço de domingo. A casa de Molly e Arthur era bem grande. Eles compraram pensando nos netos e tinha um jardim enorme, com muito espaço para as crianças brincarem. Rony estacionou o carro junto dos outros e ajudou Hermione a sair do carro. Hermione notou que estava tudo muito quieto. Normalmente as crianças já estariam do lado de fora correndo e gritando enquanto Gina se irritava com Tiago por coisas bobas. Hermione notava tudo quieto e ficou mais intrigada ainda quando viu uma figura de cabelos médios correndo pra dentro de casa, como se estivesse fugindo de algo.


- Por que o Sirius correu? – Hermione perguntou para Rony enquanto ele tirava Hugo da cadeirinha.


- Não sei. Ele é idiota. – Ele respondeu com raiva de Sirius, ele quase estragou tudo.


Os quatro seguiram até a casa, quando Rony abriu a porta todos gritaram: “SURPRESA!”. Hermione se assustou com todo mundo, mas depois ficou emocionada. Rony a abraçou pela cintura e beijou seu rosto. Depois todos vieram lhe abraçar. Tinha uma faixa enorme escrito: “chá de bebê” e tudo estava decorado com as cores azul e rosa. Como não sabiam o sexo dos bebês acharam melhor colocar as duas cores. Hermione ganhou vários presentes e Harry ligou a música para animar o ambiente. As crianças foram brincar e os adultos também foram se sentar lá fora enquanto a música rolava.


- E então Hermione, gostou da surpresa? A idéia foi minha. – Sirius sorria.


- Nossa, adorei! Obrigada pela idéia então! – Hermione sorriu.


- Na verdade eu queria sair de um bolo, a surpresa seria maior, mas seu marido é muito careta e não deixou.


- Claro que não. Isso é um chá de bebê e não uma festa de dia das bruxas. – Rony respondeu irritado e todos riram.


- E então Hermione, como está se sentindo? – Marrie perguntou simpática.


- Estou muito bem. Tenho ficado de castigo esses dias, mas mesmo assim estou me sentindo bem. – Ela sorriu.


- Rony está te obrigando a se alimentar? – Gina perguntou.


- Demais! Algumas vezes eu sou obrigada a comer cinco vezes por dia. – Ela riu.


- Mas as outras duas vezes são por sua conta né Hermione. – Rony falou rindo e ela bateu fraco em seu braço.


- E vocês já pensaram em um nome? – Angelina perguntou.


- Bom, temos alguns palpites. – Hermione sorriu para Rony.


- Mas eu não gostei de nenhum. – Ele respondeu.


- Ah Ronald é claro que não. Você quer colocar nomes de jogadores de futebol, que coisa mais infantil. – Ela respondeu mal humorada.


- Sério? E qual nome você pensou? – Harry perguntou.


- Neymar e Pelé! Lindos né?! – Ele respondeu radiante.


As mulheres trocavam olhares do tipo: “que merda”! Hermione abaixou a cabeça negativamente e os rapazes soltaram uma gargalhada.


- E se forem meninas, você pretende colocar quais nomes? – Luna perguntou provocativa.


- Neymara e Peléia, oras. É só acrescentar as coisas femininas não é? – Ele riu e os homens riram mais ainda.


- Francamente... – Hermione olhou para Gina como se implorasse por ajuda.


- EI! Tive uma idéia! Que tal se fizermos uma votação? Cada um de nós coloca dois nomes de meninos e dois nomes de meninas depois no final vocês escolhem o melhor. Que tal? – Gina perguntou olhando para Hermione que sorriu agradecida.


- Ótima idéia Gina! – Hermione comemorou e as mulheres concordaram.


Gina chamou Molly e Arthur e os pais de Hermione para participarem. Cada um pegou uma folha picotada e escreveram os nomes. Gina colocou em uma caixinha e entregou para Rony e Hermione.


- Bom, vamos ver que tipo de nomes temos aqui. – Rony sorriu e abriu o primeiro papel e ele fez uma cara estranha. – Beyonce e Madonna / Jay-Z e Snoop Dogg? Que merda de nomes são esses? – Ele olhou pra todo mundo e eles começaram a rir. Fred levantou a mão rindo. – Tinha que ser. – Rony embolou o papel e jogou fora.


- Agora é minha vez. – Hermione pegou outro papel e leu. – Sirianna e Sirikelly / Siriago e Siriucas? QUE ISSO? – Ela perguntou olhando e todo mundo se matava de rir.


- Eu Siriacho que a Sirideia foi do Sirius. – Harry falou morrendo de rir e todos caíram na gargalhada inclusive Hermione e Rony.


- Ah qual é. Os nomes são lindos tá. – Sirius cruzou os braços emburrado.


- Tá. Vamos ver o próximo desastre. – Rony pegou outro papel. – José Bezerra e João do touro / Maria do bairro e Marimar?! Que lixo! – Rony olhou esperando que alguém se manifestasse e Jorge levantou a mão. Todos soltaram uma gargalhada e Rony embolou o papel e jogou fora.


- Ai ai... To vendo que não vamos ter um nome hoje. – Hermione riu e pegou o próximo papel. Ela ficou olhando para o papel um bom tempo.


- Vai Hermione, lê esse aí. – Rony fez carinho em seus cabelos.


- Eu... Eu gostei desse. – Os olhos dela encheram de lagrimas.


- Quais são os nomes?


- Erick e Gabriel / Ninna e Emilly . – Hermione falou olhando para todos.


Todos ficaram em silencio emocionados. Rony segurou a mão de Hermione e sorriu para ela. Eles sabiam de quem tinha sido a idéia. Esses eram os nomes dos avós de Rony e Hermione que haviam falecido na época da faculdade. Naquela época todos já eram amigos e sofreram as dores de ambos quando perderam os avós, mesmo não sendo na mesma época.


- Nós combinamos e demos a nossa idéia. Achamos que vocês iam querer fazer essa homenagem. – Molly sorriu e olhou para os pais de Hermione que sorriram também.


- Mãe... Nós adoramos. Sério. – Rony sorriu e foi abraçá-la. Abraçou também sua sogra que era muito boa pra ele. Hermione também foi e abraçou os quatro de uma vez. Todos começaram a rir e não quiseram mais ler os outros nomes.


           A festa continuou animada. Eles dançaram, divertiram, almoçaram e depois os homens foram jogar uma partida de futebol. Estava muito calor nesse dia e as mulheres resolveram nadar em uma cachoeira que tinha lá perto. Elas vestiram sua roupa de banho e foram nadar. Rony não queria deixar Hermione ir, mas ela foi enquanto ele jogava futebol e nem percebeu.


          Hermione se sentou na beirada molhando somente os pés. As crianças brincavam perto de suas mães.


- Vem Hermione! Tá uma delicia. Eu te ajudo! – Gina falou.


- Ai, não sei Gina. Seu irmão vai ter um treco se ele me ver nadando em uma cachoeira.


- Vem mamãe, tá gotosa! – Hugo gritou do colo de Marrie.


- Ok. Eu vou. – Ela sorriu e entrou na cachoeira com cuidado. Gina pegou sua mão e ajudou ela a chegar até onde as outras mulheres estavam. Ela se molhou e brincava com Rose e Hugo e tomava cuidado para não escorregar.


              Com o tempo ela perdeu o medo de cair e elas começaram a se divertir. Brincaram com as crianças e falavam das coisas de casa. Elas se divertiam até que uma voz furiosa chamou atenção.


- HERMIONE VOCE TÁ DOIDA?! QUE QUE EU TE FALEI? – Rony gritou da beirada da cachoeira.


- Relaxa Rony! A gente tá ajudando ela! – Gina gritou de volta.


- ESSA CACHOEIRA ESCORREGA GINA! VOCE SABE MUITO BEM DISSO! NÓS DOIS JÁ CANSAMOS DE MACHUCAR AÍ PORQUE A GENTE ESCORREGOU. – Ele gritou de volta furioso. – HERMIONE SAI DAÍ AGORA!


- NÃO! Como Gina disse Ronald ela tá me ajudando! Não se preocupe eu não vou cair. – Hermione respondeu calma.


- HERMIONE PELO AMOR DE DEUS! VOCE NÃO PODE FAZER ISSO! – Ele foi ficando mais vermelho.


Os rapazes chegaram correndo e pularam na cachoeira jogando água em Rony. Ele ficou mais nervoso ainda e se preparou para fazer um gesto obsceno com o dedo quando sua mãe lhe deu um tapa na cabeça.


- Olha a educação Ronald Billius. – Ela fechou a cara pra ele. – Filho, relaxa, por que ao invés de ficar gritando com Hermione que nem um louco você não vai lá fazer companhia pra ela? – Molly falou colocando os pés na cachoeira e sentando ao lado da mãe de Hermione.


Rony ficou um tempo olhando para onde Hermione estava. Ela brincava com Hugo com cuidado enquanto jogava água nele e ele ria. Rony virou as costas e saiu.


- Será que ele ficou com raiva? – Luna perguntou para Hermione.


- O Ronald é muito infantil Luna. Se tiver ficado com raiva problema é dele. – Hermione respondeu indiferente, mas no fundo ela sentia um pouco de culpa pela raiva de Rony.


Hermione olhou até que Rony desapareceu entre as arvores. Ela se sentiu um pouco culpada e achou melhor sair da cachoeira. Quando ela se preparava pra sair ela viu Rony voltar correndo. Ele corria como se fugisse de alguém e quando ela ia perguntar o que aconteceu ele gritou:


- PULO DE BOMBAAAAAAAAA! – Ele pulou e abraçou as pernas. Quando caiu na água voou água pra todo lado. As crianças riam divertidas e batiam palmas, os adultos morriam de rir.  Rony levantou e foi em direção a Hermione e a abraçou. – Desculpa gritar com você. – Ele beijou seu rosto.


- Tudo bem amor. Agora você tá aqui comigo. – Ela sorriu e os dois começaram a se beijar. Os outros começaram a zoar e jogaram água nos dois e Rony fechou a cara pra eles.


            Eles ficaram um tempo brincando igual criança. Rony não largava Hermione e sempre que ela queria mergulhar ele segurava a sua mão como se ela fosse uma criança. Ela devia ficar brava, mas ela estava orgulhosa do marido preocupado.


            Depois de ficar um tempo brincando eles resolveram sair. Já era bem de tarde e eles ainda ficaram mais um pouco conversando no jardim. Depois todos se arrumaram para ir embora. Rony colocou os presentes no carro e eles se despediram de todos. Eles combinaram que a mãe de Hermione ia ficar com ela durante a semana na parte da tarde enquanto Rony trabalhava, assim não precisava que Luna e Gina ficassem com ela sempre.


                Eles se despediram e foram embora para sua casa. Chegaram em casa e eles foram ajudar Hermione a abrir os presentes.


- Olha mamãe, que coisa mais fofa. – Rose falou tirando um macacão rosinha e um azul.


- É sim meu amor. Lindo. Eu olho pra essas roupinhas e lembro quando você era bebê. – Hermione sorriu abraçando Rose.


- Mas ela ainda é um bebe Hermione. – Rony falou sorrindo para a filha.


- Sou nada papai! Eu sou grande já. Já sei ler e escrever e já tenho um namorado. – Rose falou indignada para o pai. Rony fechou a cara e foi ficando vermelho. Hermione segurou o riso.


- Como assim namorado meu amor? – Hermione sorriu para a filha.


- É um menino da minha escolinha mamãe. Ele chama Pedro. A gente fica de mãos dadas na hora do recreio. – Ela falou como se fosse a coisa mais normal do mundo.


- Rose você é louca? – Rony perguntou vermelho. – Você tem cinco anos, não pode ter um namorado!


- Porque não papai? Você e a mamãe namoravam não é?


- É Rose, mas a gente já era grande... Você... Você é uma criança ainda pelo amor de Deus ! – Ele largou os presentes e se levantou. – Eu vou ter que falar com os pais desse menino. Isso não pode ficar assim...


- Rony... Eles são crianças. Deixa de ser bobo. – Hermione falou abraçando Rose.


- Não interessa Hermione! Eu não quero nenhum menino de cinco anos perto da minha princesa! Nem hoje e nem nunca! – Ele falou irritado e Rose encolheu no abraçado da mãe.


- Rony... Por favor...


- Por favor nada Hermione! Onde já se viu... – Ele entrou com raiva no quarto e bateu a porta.


- Mamãe, o papai tá bravo comigo? – Rose perguntou para Hermione.


- Não exatamente meu amor. É que... Você é a princesinha dele sabe?! Ele não gosta da idéia de você ter um namoradinho, mesmo sendo brincadeira.


- Não é brincadeira mamãe, a gente namora mesmo. A gente troca o lanche e segura a mão do outro. – Ela sorriu.


- É meu amor... Mas quando você ficar mais velha vai entender melhor tudo isso. Isso é só uma brincadeira de criança, vocês são crianças e não podem namorar como eu e o papai, como a tia Gina e o tio Harry... Você entende? – Rose assentiu e Hermione sorriu. – Quando você for maior você vai poder namorar, e até lá vamos ter que conversar bem com seu pai.


- Mamãe, quando eu namorar de verdade, quando eu tiver grande... O papai vai querer bater nele? – Ela perguntou inocente e Hermione riu.


- Provavelmente sim meu bem... Mas a gente conversa com ele né? – Ela beijou a testa da filha. Ela sabia que Rose entenderia as coisas, mesmo sendo uma criança. Ela era muito inteligente e conseguia entender muito bem.


- Mamãe, eu posso ir conversar com o papai?


- Claro que pode amor. – Hermione sorriu. – Aproveita e pede ele pra voltar aqui e ajudar a gente com os presentes tá bom? – Ela sorriu e Rose correu para o quarto. Hermione ficou olhando Hugo dormindo no sofá, e passou a mão nos cabelos do filho. Tava muito calor e ele tava suando. Hermione tirou sua blusa pra ele ficar mais a vontade. Ela ficou olhando para ele e pensando como tinha filhos maravilhosos.


 


                Rony estava parado em frente a janela. Estava com raiva, mas tinha que admitir que por enquanto era o de menos. Ia ser pior quando Rose fizesse 15 anos... Ela aprenderia discutir com ele e ele sabia que não adiantava proibir, ela ia ter um namorado de qualquer jeito. Ela era igualzinha Hermione, sempre conseguia tudo o que queria e sem nenhuma lagrima derramada, tudo no diálogo. Ele pensava essas coisas quando ouviu uma pequena batida na porta. Sabia que não era Hermione.


- Entra. – Ele respondeu meio frio.


- Papai... Posso entrar? – Rose perguntou com sua voz angelical.


- Claro filha. Senta aqui. – Rony apontou a cama e Rose se sentou. Ele abaixou na sua frente e olhou para seus olhos azuis como os dele.


- Papai você tá bravo comigo? – Ela perguntou com os olhos com lagrimas.


- Claro que não princesa. – Ele sorriu pra ela. – É que o papai fica nervoso só de imaginar você namorando.


- A mamãe já conversou comigo. Eu não vou mais namorar se você não quiser papai. Eu posso esperar quando eu fizer quinze anos. – Ela sorriu e Rony engoliu seco. Hermione segurou o riso escutando escondida perto da porta.


- Princesa... Você não precisa pensar nisso. Você não precisa namorar... Pode ficar morando com a mamãe e o papai pra sempre, o que acha?


- rãm rãm. – Hermione chamou a atenção de Rony sem que Rose percebesse que ela estava lá e Rony percebeu o que ela pretendia.


- Papai... Você sabe que isso não vai acontecer. – Rose colocou a mão no rosto de Rony e sorriu. – Um dia eu vou casar e nós vamos morar em um castelo beeeem grande. Eu vou vim almoçar aqui todo o domingo como fazemos na casa da Vó Molly. – Ela sorriu.


        Rony ficou um tempo parado olhando pra ela, e ela se levantou e beijou o rosto de Rony, que continuou parado sem reação. Hermione não conseguiu segurar o riso e entrou no quarto olhando para a cara de um Rony sem falas. Rose sorriu e voltou para a sala. Hermione esticou a mão para Rony e ajudou ele a se levantar, ela continuava rindo.


- Você viu isso Hermione? Minha filha... Minha filha de cinco anos me tratando como se eu fosse uma criança. – Ele falou meio sem reação. – Eu to perdido com essa menina! Não vou conseguir fazer ela tirar essa idéia da cabeça nunca mais! – Ele colocou as mãos no cabelo como se estivesse revoltado.


- Calma amor. – Hermione continuou rindo e abraçou ele. – Você sabe que um dia isso vai acontecer de verdade, e nada vai tirar isso da cabeça dela. – Hermione sorriu e beijou o rosto de Rony.


- Poxa Hermione, obrigado pela ajuda. – Ele falou irônico. – Mas ela não vai namorar enquanto eu estiver vivo.


- Tá bom Rony, como se você fosse conseguir isso. – Hermione sorriu. – Vamos voltar para os presentes.


           Rony seguiu Hermione, mas não conseguiu se concentrar mais. Rose estava crescendo, e quando ele menos esperasse ela já ia ter um namorado de verdade. Rose era uma criança linda, e todos percebiam isso. Quando crescesse ia ser mais linda ainda. Ruiva, cabelos lisos com pequenos cachos nas pontas e olhos azuis. Um rosto angelical como o da mãe. É, ele realmente estava perdido. Rose ia ser o tipo de garota que ia despertar olhares maliciosos nos homens, e ele não gostava nem de pensar nisso. Enquanto ele pudesse impedir, Rose nunca ia ter um namorado, ia sempre continuar sendo sua princesa.

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