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Visualizando o capítulo:

9. Sombra de um sentimento.


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Karin *>8 minha tonks do coração vc aqui \o/ XDDDDDDDDDDDDDDD
obrigada pelo comentario

obrigada por todo mundo que esta lendo e comentando a fic *.*

espero que gostem deste cap

o mesmo tem uma grande e importante ajuda da minha Tonks lindona...a Karin logico *.*

valeu menina sem voce esse cap não teria saido bjão =*********

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Senti todo o meu corpo temer enquanto Malfoy e Lestrange discutiam diante de mim, era a minha vida que estava em jogo, mas quem lutava por ela era o Malfoy. E não conseguia entender aquilo, eu ouvia ele falar daquela forma, mas não conseguia acreditar, como ele poderia esta do meu lado. E parecia que a informação que poderia explicar aquilo fora apagada da minha memória, pois a única coisa que conseguia lembrar era o momento que consegui fugir dos comensais na Bulgária após a morte de Uglus e kaiser. Mas sera que eu ainda estava na Bulgária? Estava tudo muito confuso.
-Seus pais estão mortos por causa dela, e ainda quer defende-la... E sem falar que foi o próprio Lorde que mandou você matá-la, tem certeza que quer passar por cima deste pedido?
A voz de Lestrange ecoou no meu ouvido, Malfoy tinha a missão de me matar? Mas não queria fazer a mesma?
-Não acho que seja ela a culpada pela morte dos meus pais.-Falou Malfoy encarando com determinação a sua tia, era possível o doninha esta fazendo isso, e por mim?
-Pela informação que recebi a culpada é ela .-Lestrange me encarou com seu sorriso frio e alucinado no rosto.-Não é mesmo senhorita Granger e futura senhora Krum?-Disse ela sarcasticamente.
Neste momento ? Malfoy me olhou atordoado, por que razão eu não sabia, ele parecia confuso, e furioso. Naquele instante temi pela minha vida.
-Eu...-tentei falar, mas meu corpo foi jogado com força para trás, fazendo a minha cabeça causar um barulho estrondoso no local.
-Abra a sua boca na hora que eu mandar.-A voz fria de Lestrange, causou mais arrepios pelo meu corpo.
Fechei os olhos, sentindo a minha força indo embora aos poucos, eu tinha me preparado para aquilo, já que todos os dias eu e Vitor conversávamos sobre isso, sobre o fato de que poderíamos se pegos, e a importância de ficarmos calados diante do inimigo. E era isso que eu necessitava fazer, ficar quieta.
Ajeitei-me ali da melhor forma, e encarei os dois. Malfoy me olhava com uma expressão que nunca tinha visto, ou já teria? Mais uma vez eu senti que faltavam muitas informações na minha mente. Não entendia a sensação prazerosa que sentia ao ver aqueles belos olhos azuis. Mas sem duvida sentia aquilo, por que estava começando a enlouquecer.
Lestrange deu um passo em minha direção seu olhar era penetrante, e em seus lábios um tipo de sorriso se formava.
-É melhor parar de discussões e começarmos logo o nosso trabalho.-Falou ela friamente.-Legilimens!

O ar estava frio, dificultava ainda mais a caminhada de Hermione que carregava Krum. Os dois estavam alguns passos longe do hospital, e o búlgaro parecia que a cada segundo piorava.
-Você tem que agüentar, você é forte.-Disse Hermione chorosamente.
-Não se preocupe comigo Mione.- A voz fraca de Krum, cortou ainda mais o coração da morena.
O peso dele já estava ficando insuportável, mas ela sabia que tinha que agüentar, pois ele tinha que ser levado para o hospital...

-Que coisa mais meiga.
Eu senti um puxão dentro da minha cabeça, parecia que Lestrange tinha acabado de sair de dentro de mim. Que de certa forma era verdade, pois as minhas lembranças estavam sendo invadida pela bruxa. As lagrimas começaram a brotar nos meus olhos quando encarei Malfoy, que se encontrava ao lado da mulher, sua expressão era confusa para mim, não entendia direito o que a mesma queria dizer.
-Legilimens!
-Ahhhhhh!

-Como você pode confiar numa carta?-A voz de Hermione era de preocupação, mas tinha em meio a ela um sutil alivio.
-Você acha que eu realmente conseguiria salvar você se não estivesse feito isso?-Perguntou Krum num meio sorriso, segurando a mão da morena com carinho.
-Bem...mesmo assim foi perigoso, e se a pessoa que mandou tivesse levando você para uma armadilha?
-Não sei por que mas eu confio na pessoa que me mandou a carta, Talvez por que eu aprendi que às vezes é nas horas mais difíceis que conseguimos enxergar melhor os caminhos certos.

-Vamos um pouco mais além.-Ouvi ela falar, eu queria impedir ela, mas não tinha como. Estava entregue a ela, como estava já entregue a morte.-Legilimens.

- O que exatamente estamos trás?- Perguntou Uglus que estava a dois passos de distancia de Hermione, e cada momento parecia que a distancia aumentaria, já que o homem andava rapidamente.
-Infelizmente não posso falar, só preciso que o senhor me leve ate esse tal templo.-Falou ela olhando para nuca dele, dentando alcançar os passos do mesmo.
-Bem senhorita seria mais fácil se eu soubesse o que exatamente você ira fazer lá.
- E por quê?-Quis saber ela, dando passos mais largos.
-Por que assim eu poderia lhe ajudar.-Explicou ele parando em frente de uma cabine telefônica...

- O que você procurava?
Novamente aquela sensação de algo esta saindo de dentro de mim, invadiu o meu corpo. Apoiei-me com uma de minhas mãos no chão, fitei primeiro Malfoy, e depois Lestrange.
-Não irei falar.-Sussurrei.
Um jato azulado bateu contra o meu peito, e no mesmo instante eu senti uma forte dor, parecia que estavam queimando o meu corpo de dentro para fora. Eu ouvia o meu próprio grito ecoar por todo o canto, dos meus olhos que estavam cerrados, começou a caírem lagrimas. Quando Lestrange parou de utilizar o crucius em mim, estava respirando arfantemente, ainda sentindo uma forte dor. Meus olhos se abriram com dificuldade, mas não enxerguei o que estava a minha volta, pois neste mesmo instante o grito da Lestrange utilizando Ligilimens encobriu todo o ambiente, levando-me junto a ela para mais uma lembrança.

-Você sabe que pode contar conosco Harry.-Disse Lupin com um sorriso maroto no rosto.
-Eu sei.-Disse Harry retribuindo o sorriso.-Por essa razão, por confiar em vocês, que separarei a ordem, para missão Fênix...
-O que iremos procurar?-Quis saber Ginny que estava segurando a mão de sua melhor amiga nervosamente.
-As horcruxes de Voldemort.-Disse simplesmente.
-O que?-Perguntou a ruiva sem entender nada.
-Eu explico.-Começou a falar Hermione, na verdade a mesma tinha ensaiado aquilo desde que soube do caso das horcruxes, sempre achara que precisaria explicar sobre as mesmas.-Voldemort dividiu a alma dele em sete partes, guardando as mesmas em lugares que ele julgara ser importantes e seguras. Para assim ele se “tornar imortal”. Por essa razão que Harry precisa encontrar e destruir as Horcruxes.

A risada triunfante de Lestrange ao sair de minha mente, deixou-me desolada. Ela descobrira o que não era para ser descoberto. E sem duvida com isso as coisas ficariam difíceis para Harry e todo o resto da ordem. Abalada com esse ultimo acontecimento, as lagrimas começaram a cair dos meus olhos. Não conseguia mais demonstrar minha força, como se nada estivesse acontecendo. E sentia-me inútil, como tinha sido na Bulgária, com todas aquelas mortes por causa de mim. Por causa do meu sangue. As lagrimas caíram ainda mais, fitava com certa ansiedade o chão, eu procurava por alguma luz, alguém que me ajudasse. Mas quem me ajudaria ali, Rony e Harry estariam sabendo da minha saída repentina da Bulgária? E mesmo que estivessem sabendo, quem poderia dizer aos mesmos sobre o meu paradeiro? E se na verdade eu ainda estivesse na Bulgária, Krum poderia então me salvar?
Essas perguntas martelavam na minha cabeça, estava desesperada, eu queria uma saída, eu queria que tudo desse certo.
Levantei um pouco a minha cabeça, vi Lestrange conversando com Malfoy, mas não conseguia ouvir o que eles falavam em sussurros.
-Você me ouviu bem?-Ouvi ela falar depois de um tempo, olhei o rosto de Malfoy, ele parecia confuso, o que ela pedira para ele?
-Sim ouvi, mas eu custo a acreditar.-Disse num tom deploravelmente irônico, parecia que todo aquele ambiente de tortura estava o afetando seriamente.
-Então acredite, não quero matá-la antes de falar com o Lorde, preciso saber exatamente o que ele acha deste assunto.
A mulher se retirou sem dizer mais nada, olhei para Malfoy, segurando outras lagrimas que queriam cair. Mas ele desfiou o seu olhar do meu, e se encostou na parede, olhando em seguida a janela que havia ali.
Por alguma razão insana, eu queria abraçá-lo, eu necessitava daquilo. Queria sentir os lábios dele nos meus.
-Para de pensar nisso.-Falei em tom alto, fazendo o loiro me olhar.
Quando nossos olhos se encontraram, esse desejo aumentou, não sei se era a minha insanidade já num estagio avançado, mas eu vi nos olhos dele ternura e paixão. Não pode deixar de rir alucinadamente de tal coisa.
-Esta ficando louca Granger?
A voz dele era seca, mas sentia que mesma foi forçada para ficar assim. Era como se ele estivesse cansado de ser Draco Malfoy, o desprezível Malfoy, que teve como sua importante missão matar um homem inocente e bondoso.
Parei de rir e o fitei com intensidade, reprimindo todos aqueles sentimentos.
-Quem parece louco aqui é você Malfoy.-Falei com desprezo, mesmo sentindo que não deveria falar assim com ele. Que diabos estava acontecendo comigo afinal?
Encostei-me na parede, olhei para janela, vendo que o céu estava nublado, parecia que estava preste a chover.
Naquele momento de silencio, as lembranças da velha Hogwarts vieram a minha mente. Os momentos prazerosos que passei junto com Harry e Rony. O nome Rony me fez sentir um nó na garganta, sentia algo por ele ainda, mesmo depois de jurar a mim mesma que não iria mais atrás dele, que não iria ficar mais lhe esperando.Foi esse mesmo juramento que me fez ficar na Bulgária mesmo sentindo raiva daqueles que me rodeava, foi por isso também que aceitei o pedido de casamento de Vitor, quando ele ainda estava no hospital. Mas ali estava eu, trancafiada num lugar imundo junto daquele que sempre depositou em mim o verdadeiro significado do que é preconceito e ódio, não importavam naquele instante as juras que fiz, na verdade eu queria desfazê-la, por causa urgência de querer voltar a minha vida como era antes, sentia que era necessário desfazer aquele juramento e dá mais uma chance ao Rony. Quando pensava nisto meu olhar se encontrou com o do Malfoy que parecia me analisar com atenção.
Esqueci neste mesmo momento Rony e toda aquela historia de juramento. Senti meu coração amolecer, aqueles olhos acinzentados me invadia de maneira intensa, por alguma razão desconhecida por mim, eu queria senti-lo, queria tocá-lo. Neste impulso levantei-me, mas me revoltei comigo mesma em pensar nisto, em sentir isso, era nojento aquilo tudo. Querer sentir os lábios do inimigo, o mesmo que não pensara duas vezes antes de fazer o que fez em nome de um monstro.
Ainda meio tonta com as sessões de leglimenses fui ate ele, deixei todo a minha raiva de todos aqueles anos infernais que ele me fez passar, e tudo o que ele fez naquele ultimo ano percorrer pelo meu corpo, dando-me uma força a mais.
Quando dei por mim a meu punho fechado já tinha acertado com violência o nariz do loiro, que agora sangrava.
Dei um passo para atrás aterrorizada com que fiz, pois fiquei receosa com o que ele poderia fazer por causa daquilo.
Porem para minha surpresa, ele nada fez, simplesmente levou sua mão ate o nariz, e com um sorriso desdenhoso falou.
-Bela direita.
Como ele conseguia ser assim, tão frio? Avancei nele novamente, ate me esquecendo onde estava, e o perigo que poderia esta correndo fazendo aquilo.
Arranhei o rosto dele, e me agarrei em seu cabelo, puxando-o para baixo. Malfoy me empurrava, tentava me segurar. Mas o ódio de tudo aquilo que estava acontecendo, de toda aquela guerra, da minha vida sem grandes perspectivas, dominava o meu ser de forma intensa. Dei mais dois socos, deixando as lagrimas contida caírem.
-Por que você tem que ser assim?Por que você não poderia ser diferente?-Choramingava enquanto batia nele.
O rosto de Malfoy estava cheio de sangue, mas ele não se defendia com determinação, era como se estivesse deixando. Mas por quê?
Não me importava, continuei, dando-lhe chutes, socos, tapas e arranhões. Ate deixa-me cair no chão em prantos, odiava tudo aquilo, odiava quem eu era, quem Hermione Granger se tornara.
-Mate-me.-Sussurrei.
Malfoy sentou no chão, seu rosto sangrava muito, e um grande arrependimento tomou conta de mim. Engatinhei o ate, e ele deu-me a sua varinha, pensei naquele instante que ele ficara maluco.
-Eu sei que você cuidará de mim.-Disse ele com um sorriso de lado.
Queria dizer-lhe que estava errado, e utilizar um feitiço nele, mas não fiz nada disso. Eu cuidei realmente dele, quando estava fechando um pequeno corte que tinha no seu lábio inferior, aquela sensação perturbadora de sentir aqueles lábios adentrou em mim novamente, talvez a mesma sensação passou para Malfoy. Pois no momento seguinte, ele me puxou com força, fazendo nossos lábios se encontrar. Não me afastei, ao contrario o beijei calorosamente. Beijávamos como se aquilo fosse a razão da nossa existência, parecia que estávamos noutro mundo, onde não havia guerra, não havia essa estúpida idéia de sangues puros e ruins, sem Harry Potter e sem Voldemort, éramos só nos dois, num mundo perfeito. Que foi tirado de mim, como um ladrão tira algo valioso de seu dono. Senti uma dor por todo o meu corpo, afastei de Malfoy aos gritos, que ecoavam pelo quarto de pedra, na minha mão, ainda estava a varinha do loiro.
-Pensei que você fosse mais inteligente. – Consegui ouvi quando a o efeito do crucius passou.
-Vai se ferrar.-Bradou Malfoy, pegando a sua varinha com violência.-pensei que você não ia mas voltar...
-Logicamente que você iria amar não é? Ate consigo imaginar o que poderia ter acontecido aqui se não chegasse, você realmente afundou o nome Malfoy.-Lestrange falava numa mistura de raiva e sarcasmo.- Não que eu me importe, mas você não deveria esta se agarrando com essa sangue ruim, você quer se satisfazer pega uma garota que ao mesmo seja uma sangue puro...e não uma que alem de ser uma sangue ruim é também assassina de seus pais.
Minha respiração era fraca, ouvia cada palavra pronunciada pelos dois, mas não conseguia entender na afirmação de Lestrange, o que ela exatamente queria dizer com aquela historia que a culpa da morte dos pais de Malfoy era minha.
-Para de falar isso... se você realmente sente pela morte dos dois, porque você não tentou impedir?
-Desculpa-me garoto, mas não fui eu que preferi ir atrás do meu filho e ainda deixar que anta mandasse uma carta de ajuda para os inimigos, e muito menos fui eu que deixei uma sangue ruim denunciar tudo para os comensais.
Vi o olhar confuso de Malfoy, talvez o tom sincero da Lestrange finalmente o perturbara.
- O que você quer dizer com isso?-Perguntou ele depois de um tempo.
-A imunda ali.-Disse ela apontando com cara de nojo para mim.-Foi quem entregou o seu esconderijo.ou seja, sem ela seus pais ainda estariam vivos.
O que ela estava falando afinal? Parecia que eu estava num filme, onde varias cenas foram deletadas, deixando a compreensão do mesmo difícil. Porem o que mais me preocupou foi o olhar de fúria que Malfoy me lançou. Senti que naquele instante ele não pensaria duas vezes antes de me lançar um avada, talvez ele iria fazer isso mesmo. Mas foi segurado pela tia.
- O Lorde não quer que a mate agora, ele analisará casa dos Blacks. Temos que descobri como se entra nela, e depois que ele ver o que tem na mesma ele pensara o que exatamente fará com esse sangue ruim, por isso não faça besteira... Na verdade acho ate melhor você não entrar mais aqui.
Malfoy ficou um bom tempo me olhando, vi os lábios dele se mover, e algo do tipo ‘por que não me contou?’ foi o que eu consegui ler com os movimentos de seus lábios.
‘Mas o que eu tinha que contar, e se tivesse por que eu contaria?’ pensei olhando ele. Afinal o que estava acontecendo ali. Quando ele virou as costas e seguiu pela porta afora, senti um aperto no coração. Que não pude analisar por muito tempo, pois Lestrange usando a sua varinha me acorrentou na parede, e depois saiu dali com um sorriso malicioso nos lábios...

...
-Namorada? Desculpa ‘tia’ mas informaram você errado...
-Não precisa se explicar Draquinho.-Ela deu um das suas risadas e se retirou dali não antes de falar.-Cuidado Draco você é tão traidor do sangue quando aquela família suja e pobretona que você odeia.
Malfoy deu um suspiro e olhou para mim, eu estava chorando mais que nunca naquele momento.toda aquela situação estava me cansando, e eu queria de qualquer maneira me explicar para Malfoy, achara ate estranho chamá-lo de Draco quando comecei a me explicar, porem sentia que deveria chamá-lo assim, como também sentia que ele merecia uma explicação. Mas antes de abrir a boca novamente para falar, ele grossamente interrompeu-me.
-Viu o porquê você tem que ficar em silencio...Portanto antes de querer se explicar, ou querer dizer algo do que aconteceu, eu peço para que escolha ficar sem se explicar.
nos olhamos por um tempo, o incrível era ver o que eu sentia refletido nos olhos azuis dele, que era desejo e desespero.
Mas aquele momento um tanto que mágico, se quebrou com um grito lá fora, Malfoy abriu a porta e um frio adentrou o quarto. E a minha alegria começava esvair de dentro de mim, como as minhas forças.
-Expec...- a voz de Belatrix ecoou pelo corredor, Malfoy estava com sua varinha em posição.
-Expectro Patrono!- Uma fumaça azulada, em forma de serpente surgiu da varinha de Malfoy, Seguindo para direção onde provavelmente se encontrava o Dementador. Porem em seguida ouviu um grito, e um jato de luz azul atingiu o peito de Draco o empurrando com força para trás, olhei apavorada para ele, mas não tive tempo de ficar o olhando, pois no minuto seguinte um homem de roupa preta e cabelos oleosos que iam ate os ombros entrou na cela, carregando Lestrange no colo.
-Espero que tenha força para sair daqui.-Disse ele olhando para mim.
Toda aquela historia realmente estava confusa.parecia inacreditável ver Snape, meu ex-professor de poções e também assassino daquele que sempre estimei, me salvando. Mas aquela não era hora de se perguntar as razões dele esta fazendo aquilo tudo.
-Tenho sim.-Disse-lhe, tentando inutilmente retirar as correntes.
-Deixa que eu faço isso.-Disse ele colocando Lestrange no chão.
Com sua varinha em um instante ele retirou as correntes que me prendiam. Levantei-me com dificuldade, esfregando os meus pulsos, aquelas malditas correntes estavam me apertando demais. Olhei para Malfoy e algo se apoderou de mim, agachei ao lado dele, mas antes de toca-lhe a fase com meus lábios. Snape me puxou com violência.
-Esse namorico de vocês já causou muitos problemas.-Disse ele olhando seriamente para mim.
Imaginei que talvez Lestrange, ou ate mesmo Malfoy, falara sobre o beijo, por isso ele dissera aquilo. Meu ex-professor passou pela porta, e eu o segui. Atordoada ainda com os últimos acontecimentos. Logo depois que saímos, ele trancou a porta , olhei o corredor. O mesmo estava cheio de dementadores, deixando o ambiente mais obscuro e frio.
-É incrível o que podemos aprender quando lutamos para o lado negro.
A voz de Snape, era fria, numa mistura sutil de ironia. Estava extremamente incomodada com aquela situação, mas tinha que me agarrar na única chance de fuga, ou senão ficaria ali e morreria, ou enlouqueceria.
-Eles são fieis ao Lorde, por que o mesmo dá o que eles querem, pessoas para dá seus beijos.Pois bem, dei mais de seis hoje. –Disse com um sorriso fraco, senti que ele não estava orgulhoso do que fizera, mas para que? Para me salvar?
Passamos pelos dementadores com cuidado, sentindo que talvez poderia ser atacada agarrei no braço de Snape. Senti que este estremeceu quando fiz tal coisa, mas nada disse ou fez. Simplesmente continuou a andar.
Fomos para uma sala escura, onde estavam quatro pessoas, desmaiadas? Não sei em que estado realmente estavam elas. E naquele momento nem queria saber, eram afinal todos comensais da morte, e mereciam aquilo tudo.
Saiamos em passos apresados, Cape repetia que logo ele chegaria, associe, esse ‘ele’, como Voldemort. Afinal quem mais seria?
Quando saímos daquela velha mansão, encontramos mais duas pessoas caídas, Snape olhou para mim e me puxou, vi ele esfregar o seu braço esquerdo antes de fazer isso.
-Não podemos mais perder tempo.
Saímos dos terrenos da casa, quando assim fizemos, Snape me abraçou fortemente e sussurrou um ‘confie em mim’, em seguida senti uma forte dor, não consegui enxergar mais nada depois disso...

Um cheio de terra molhada começou a me incomodar, abri os olhos devagar, a luz forte do sol, feriu a minha visão, que se acostumara com a escuridão. Senti o meu corpo molhado, e quando consegui abrir melhor os olhos vi onde realmente estava. Era um tipo de um bosque, e parecia que tinha chovido recentemente, pois estava tudo molhado, minhas roupas estavam sujas de lama. Levantei com dificuldade, ouvi a minha voz ao longe, me virei, e acabei caindo por causa da tontura que estava sentindo. Vi que eu levantara de costas para toca, e quem me chamava era uma garota de longos e lisos cabelos vermelhos.
-Ginny.-Sussurrei com um leve sorriso, finalmente estava em casa.
Deixe-me cair, sentindo um alivio por todo o meu corpo. Quando a ruiva se aproximou, ajoelhou ao meu lado, me abraçando.
-Estávamos preocupados com você.-Disse ela chorando.
Retribui o abraço, sentia tanta falta daquilo, de um abraço amigo.Mas será que um dia teria aquele segurança que um dia tive, ter orgulho daquilo que eu era.
‘não deveria temer ao sentir orgulho daquilo que você é Granger, pois quando mais foge da sua essência, mas fraca fica.’
Era a voz de Draco que ecoava na minha mente, mas quando ele disse isso para mim, e como era possível o mesmo dizer tal coisa.
Deixei mais uma vez um fato sem explicação de lado e sussurrei.
-Precisamos sair daqui, estou ficando com frio.
Ginny deu um leve sorriso, e se levantou me ajudando logo em seguida.
-Recebemos uma carta que você estaria aqui, mas papai achou que era mentira, talvez uma armadilha, mas como resolvi não ouvi-lo vim para cá.-informou ela com o seu jeito maroto.
-Ainda bem.-Disse numa voz fraca.
Seguimos para toca, sentia o cheiro do lugar, como se fosse a primeira vez que colocava o pé no local, fazia tanto tempo assim que não ia ate ali?
Sorri bobamente, quando chegamos ate a porta, agora um cheiro forte de chá invadia a minha narina.Ginny abriu a porta, deixando a mesma escancarada.
-Adivinha quem esta aqui- A voz da ruiva cobriu todo o ambiente. Em menos de um minuto todo o hall de entrada estava cheio de gente, sr. e sra. Weasley, Harry, Lupin, Tonks, Moody, Fred e George, Fleur , Gui e Rony. Sendo que este ultimo tinha seus olhos marejados. Finalmente estava em casa. Mas sentia um vazio dentro de mim, um grande e horrível vazio. Deixei minhas lagrimas caírem desesperadamente.
‘Pensei que você finalmente iria embora.
-Eu não disse que ia ficar, eu nunca quebro aquilo que eu digo Malfoy.’
A voz novamente do loiro veio a minha mente, como se fosse uma lembrança. Mas como?
-Hermione onde você estava?
Rony nem deixou que eu lhe respondesse, simplesmente me agarrou num abraço apertado, e me beijou na boca. Em tempos antigos esse momento seria o mais maravilhoso que eu poderia viver, porem por alguma razão qual desconhecia, esse foi o pior momento, e nos meus pensamentos estava voltado completamente numa única pessoa Draco Malfoy.a confusão daquilo tudo estava me enlouquecendo, Rony parou de me beijar, com um belo sorriso no rosto. Como não poderia gostar daquilo? Como poderia pensar somente em Draco?
Levei a minha mão ate a cabeça, Molly como sempre se mostrou preocupada.
-Por Merlin Rony deixa ela respirar, venha querida.-Ela me tirou dos braços do ruivo, e enquanto passávamos entre os outros, eles me beijavam, davam tapinhas no meu ombro.
Quando por fim saímos dali me senti melhor, como eram contraditórias as coisas, quando estava naquele lugar horrível, desejava está na toca, com as pessoas que amo, com as pessoas que eu confio. Mas agora que estava ali, queria esta em outro lugar, e para minha surpresa a mesma era casa dos Blacks. Mas por quê?
Definitivamente o mundo virara de perna por ar, pelo mesmo o meu mundo. Não conseguia mais me entender, aquela Hermione centrada que sabia onde ir, e como fazer as coisas, agora estava totalmente perdida.
-Ficamos preocupados quando Krum entrou em contato conosco dizendo que fazia duas semanas que você tinha voltado para cá.
Olhei para Molly, estávamos naquele momento adentrando o velho quarto de Ginny.
-Duas semanas?-Perguntei espantada.
-Sim...Oh Merlin ficara tanto tempo trancada que perdeu a noção do tempo, não é?-a voz maternal e chorosa de Molly, deixou-me sufocada. Por alguma razão eu sabia que o lugar onde ficara aquele tempo todo não tinha sido aquele lugar imundo. E era para esse lugar que eu queria voltar.
Porem não disse nada, com ajuda da Sra. Weasley retirei a minha roupa suja e fui tomar um banho demorado, minhas lagrimas novamente começou a cair. Todo aquele acontecimento daquele dia infernal veio a minha mente.
Mas o que mais me perturbou naquele momento, foi a rejeição em relação ao beijo de Rony. Afinal, mesmo quando estava com o krum eu pensava nele. E por que não tinha gostado do seu beijo, e por que não me sentia mais em casa estando na toca.
Levei a minha mão ate o rosto e sussurrei.
-Você ficou longe daqui mais de um ano, é normal não se sentir em casa, como você sentia quando vinha aqui antes.
Após o banho me troquei, quando estava começando a secar o cabelo, ouvi batidas na porta.
-Entre.
Adentrou no quarto Harry e Rony.
-Como você se sente?-Perguntou Harry Gentilmente.
-Melhor.-Respondi com um leve sorriso.
-Ficamos preocupados.-Informou Rony se aproximando.
-Imagino que sim...-Tinha algo engasgado na minha garganta, que não deixei que saísse.
-Temos novidades...
- Eu também.-Interrompi Harry, tinha que falar logo de uma única fez sobre o que Lestrange descobrira- Voldemort esta sabendo que estamos em buscas das hocruxes dele.
Harry me olhou com espantando, e Rony ganhava uma colorização bem mais branca daquele que ele possuía.
-Mas como?-Quis saber Harry.
Em breves palavras contei a eles, sobre o que Lestrange fizera, e o que Malfoy também fez. Deixando de lado certos detalhes, como o beijo entre mim e o loiro.
-Por Merlin Mione...-A voz embriagada de preocupação de Rony, enjoou-me. Sentia raiva dele, sem motivo aparente.
-Não se preocupe Rony, estou bem agora... A única coisa que eu quero fazer é dormi.
-Tudo bem Mione, você merece.
Harry tocou de leve no meu ombro, e depois saiu. Rony deu dois passos em minha direção.
-Eu pensei que nunca mais a veria.
-E não seria uma boa coisa Ronald?-Perguntei friamente.-Afinal você mesmo não disse que era bom estarmos afastados?-Lembrei-me da carta que recebi quando estava na Bulgária apenas um mês. Uma carta que mexera muito comigo, que me fez chorar dias e noites, a mesma que me fez jurar que teria uma vida sem Rony Weasley.
-Hermione...
-Estou cansada Rony, por favor deixe-me descansar.
Ela assentiu com a cabeça e se retirou. ‘ é só o cansaço’ pensei indo em direção a cama ‘ quando estiver mais descansada tudo ficara normal’. Fechei os olhos e deixei o sono me conduzir...
#S#O#N#H#O#
As velas de chamas bruxuleantes iluminavam o quarto onde se encontrava Draco e Hermione. A morena estava sentada sobre o chão frio, com um livro na mão, tentando se acalmar.Afinal o plano já estava pronto, e a hora de iniciá-lo se aproximava.
O nervosismo os dominavam, mas um som de passos lhe tirou daquele ambiente tenso, fazendo-a ouvir um grito que pronunciara o seu nome.
#F#I#M#D#O#S#O#N#H#O#
-Hermione!
Eu acordei suada, e vi que Ginny estava perto de mim, com uma expressão de preocupação estampado no seu rosto pálido.
-O que foi?-Perguntei sentando na cama.
-Você tem que se levantar...-A voz dela era chorosa.
-O que foi, fale!- Exclamei ao sentir a tensão de sua fala.
-Há comensais aqui...

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