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1. Entre


Fic: Instantes - FemmeSlash - Cap 6 On!


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CAPÍTULO 1 - ENTRE



"Se teus desejos fossem decentes e nobres e tua língua incapaz de proferir baixezas, não permitirias que a vergonha te nublasse os olhos - dirias claramente aquilo que desejasses". (Safo)


O dia em que a vi entrar pela minha porta se apresentando como a mais nova assistente do departamento, confesso que desconfiei de sua capacidade. Estava com uma imagem pré-moldada de sua personalidade, e, embora soubesse que ela era inteligente, me perguntei o que estaria fazendo ali. A melhor amiga do menino que sobreviveu e que combateu Aquele-que-não-deve-ser-nomeado até as últimas conseqüências, pra mim era apenas uma garota famosa, até termos nossa primeira conversa.


 


- Bom dia, sou Hermione Granger – disse estendendo sua mão.


- Bom dia, sou Rowan Marfeghess – respondi me levantando e apertando sua mão. – Sente-se.


Nos encaramos através de minha mesa, e ela parecia meio nervosa. Encarou um retrato em minha mesa, em que Melanie e eu nos abraçávamos, segurando Dish e sorrindo, no inicio de nossa adolescência. Nele havíamos acabado de encontrar nossa gata, ainda filhote, bem diferente da criatura gorda e preguiçosa que habitava agora meu apartamento. Hermione sorriu na hora em que Dish pulou do nosso colo e ambas saímos da foto para pegá-la de volta.


- Que linda – comentou ainda sorrindo.


- Sim, me deu muita alegria. Mas então Srta. Granger, o que lhe trás a minha sala nessa manhã de terça?


- Eu vim lhe pedir uma vaga como assistente da senhora – disse direta.


- Interessante – disse avaliando-a. – Mas estranho que tenha que pedir algo Srta. Granger. A Srta. não tem o Ministro como amigo íntimo? – tentei não parecer hostil, mas isso realmente me intrigava.


- Eu prefiro crescer pelos meus próprios méritos no lugar em que estou, e não pelos meus feitos que nada tem a ver com meus planos aqui.


Sorri com sua fala, com seu porte. O terno que vestia a deixava com um ar decididamente imponente, como se nada pudesse derrubá-la. Muito diferente da garotinha de 11 anos que eu vi entrar em Hogwarts pouco antes da minha saída.


- Bom Srta. Granger, se é o que quer, pode estar aqui amanhã nesse mesmo horário?


- Claro – respondeu séria, mas consegui ver o sorriso que lhe queria escapar dos lábios.


- Já lhe adianto que estou iniciando um caso sobre os direitos dos Elfos Domésticos, e espero que a Srta. estude um pouco sobre toda a história deles. Teria algum problema?


Seus olhos brilharam, porém ela simplesmente sussurrou um “não” e a dispensei. Ela se despediu com um aceno rápido de cabeça e saiu. Fiquei olhando um pouco para a porta pela qual ela acabara de passar e depois para a única foto na minha mesa. Com um suspiro, comecei o relatório sobre a nova contratada do Ministério.


 


No final do dia já estava exausta, parecia que meu cérebro ia explodir a cada mínimo esforço mental que fazia. Assim que entrei na lareira e cheguei em casa senti o cheiro característico dos meus móveis, do perfume que insistia em permanecer na casa, e o cheiro de gato.


 


Sentei no sofá sentindo todo meu corpo relaxar, e logo Dish veio ao meu encontro ronronando loucamente, subindo no meu colo com um pouco de dificuldade.


- Ta ficando velhinha né? – disse fazendo carinhos atrás de sua orelha e sentindo que ela adormecia aos poucos. Meus olhos começaram a ficar pesados, e suspirei ao lembrar do trabalho que ainda tinha pela frente. Mas desisti, sabia que não poderia trabalhar, não desse jeito.


 


Deitei ali mesmo, aconchegando melhor Dish em cima de minha barriga. Olhei ao redor, podendo só enxergar metade do ambiente pela luz que vinha da rua. Retratos na parede acenavam e sorriam, dando um aperto no meu coração que já não andava muito bem há dias. Decidi simplesmente não pensar, e mergulhar em um mundo só meu onde ninguém me diria o que fazer, quem ser, quem amar.


 


Quando os primeiros raios de Sol entraram pela janela eu já estava acordada a mais de uma hora. Eu tentava inutilmente pegar no sono de novo, mas algo em meu íntimo me impedia. Lembrei da data, sete de março, e meu estomago se embrulhou. Faziam exatamente três anos que não via ninguém da minha família além da minha irmã. E eu fazia vinte e dois anos.


 


Levantei e fui para cozinha, com Dish me seguindo e indo ao seu pote de comida. Enchi um copo de água e me apoiei na bancada da pia, olhando os prédios pela janela. Um suspiro longo saiu de minha boca ao perceber a coruja que vinha em direção a minha janela, e com outro suspiro abri o vidro.


 


A coruja pousou lentamente na mesa, estendendo a carta que estava enrolada em sua perna. Retirei-a e peguei um pão sobre a mesa, espalhando migalhas perto da coruja junto com um pouco de água que coloquei num pote. Ela me olhou agradecida e lançou vôo. Peguei a carta que deixara de lado e a abri, vendo uma caligrafia toda fora do lugar, porém bonita a vista que dizia:


 


 


“Parabéns irmã! Muita saúde e felicidade pra você! Ontem pensei bem no que ia te dar de aniversário até perceber que não havia nada material que você quisesse.


Então hoje, vou preparar um jantar em casa. Vem, por favor. Foi muito difícil convencer a mamãe, mas ela sente sua falta. E o papai ta viajando, então vem, por favor.


Te espero!


 


PS: Fiz uma torta de pêssego hoje de manhã, vai rejeitar? Sua maninha te espera


Abraços,


Ellen”


 


Suspirei e fui até o quarto, colocando a carta dentro de uma gaveta, junto com outras que Ellen já me mandara. Tirei a roupa e peguei uma toalha limpa no guarda-roupa, sentindo um arrepio percorrer meu corpo ao sentir a brisa que entrava pela janela entreaberta.


Deixei que a água escorresse pelo meu corpo, tentando inutilmente relaxar os nervos do meu corpo. Fechei os olhos e sorri enquanto imagens antigas preenchiam minha mente, tomando meu peito de vários sentimentos ao mesmo tempo.


 


Nunca soube exatamente como vencer


 


Fui deixando arrumada a mala


 


Sentia o cheiro forte de éter no ar


 


Corríamos em direção ao estábulo da fazenda, por um gramado imensamente verde, no pico do verão. Ela ria com o Sol que acabara de sair por entre as montanhas, deixando seus cabelos loiros ao vento, adquirindo um brilho especial. Melanie estava linda, parecia achar graça da minha relutância em agir de forma infantil, mas ao mesmo tempo parecia não se importar. Sua graça era perceptível, palpável. Era a menina-mulher mais linda que eu poderia encontrar, e ainda não entendia como ela podia sentir algo por alguém como eu. Egoísta, chata, intolerante.


Mas ela me amava, e isso bastava.


De repente eu tropecei, levando nós duas ao chão. Ela riu gostosamente, mas eu só conseguia pensar no arranhão profundo que estava na minha mão esquerda e no meu cotovelo.


- Sorria linda, é domingo – disse me abraçando e tocando meus lábios com os seus. Me entreguei ao seu toque, já nem me lembrando mais da dor que estava sentindo.


- Queria conversar com você – disse enquanto nos levantávamos e voltávamos a correr para nosso destino.


- O que? – perguntou um pouco ofegante.


- Hum... você... quer ser minha namorada? – perguntei direta, me sentindo imensamente idiota ao fazê-lo.


- Sim, linda. Claro que quero – respondeu parecendo tão envergonhada quanto eu, porém teve a coragem de me olhar nos olhos e me parar, saltando em meu pescoço.


 


Quando percebi já estava sentada no chão, a água em minha volta, e minhas lágrimas se misturando a elas.  Essas lembranças sempre me invadiam, e parecia que a dor nunca iria passar. Nunca.


 


Cheguei ao trabalho mais cedo do que estava acostumada, encontrando uma Granger frenética na minha sala. O livro em suas mãos parecia pesado, e impossível de ser segurado com apenas uma das mãos. Ela estava sentada na minha cadeira, o que me incomodou de imediato.


- Rowan! – exclamou, fazendo com que eu me sobressaltasse.


- Oi – respondi um pouco acanhada, ainda tentando entender como ela entrara na minha sala.


Ela se levantou e se postou na minha frente, com os olhos maníacos de uma pessoa biruta. Lembrou meu olhar a alguns anos atrás, mas claro, mais louco.


- Eu achei várias coisas que poderíamos usar, passei quase a noite toda pesquisando e tenho certeza que temos muita coisa pra começar! – por um minuto tive medo, mas esperei que ela prosseguisse. – E feliz aniversário! Trouxe um presente pra você.


- Mas, como, você... – balbuciei enquanto ela colocava um embrulho pardo na minha mão. Abri meio sem jeito e encontrei uma caixinha preta, com uma águia prateada em seu interior.


- É um pingente – disse Hermione enquanto eu observava meu presente. – Pensei que pudesse sentir saudades de Hogwarts.


Engasguei um pouco com o presente, realmente tinha gostado muito, mas tentei não passar nenhuma emoção. Olhei em seus olhos. Eles brilhavam de empolgação e ansiedade, deixando suas pupilas esconderem o caramelo que sempre estava lá.


- Hum... obrigada. É... lindo – agradeci ainda meio sem graça. – Então, como você soube do meu aniversário?


- Não é muito difícil aqui, percebi logo. Me falaram assim que cheguei, uma garota muito simpática que soube que eu era nova e acho que quis me ajudar.


- Não, ela soube que você era Hermione Granger e quis te ajudar.


Suas bochechas enrubesceram instantaneamente, e aproveitei sua falta de ação para pegar o livro em suas mãos. O título era meu conhecido, embora eu perceba agora que peguei a versão resumida.


- “A vida dos Elfos na Grã-Bretanha desde do ano de 1041” – li o titulo em voz alta e depois olhei para ela. – É melhor sentarmos, há muito que falar.


 

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Comentários: 5

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Enviado por Lai Prince Slytherin em 14/12/2012

\/ a Mi que disse que é a Bette, então é a Bette na minha cabeça AUEHUEHEUAH
sua Mione tá perfeitamente caracterizada *-* 

Nota: 1

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Enviado por Van au début de sa vie em 16/11/2012

Por que a Bette? rsrsrs
Mas bem, to gostando... eu realmente vi a Hermione ali kkkk 

Nota: 5

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Enviado por Lai Prince Slytherin em 02/05/2012

as fics da Mi sempre tem aquela coisinha de sonhos perfeitos e tardes em graninhas verdes e muita comida AEUHAEUHEAU não me animo mto com PO's, mas porra, é a bette s2

Nota: 1

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Enviado por PamyPotter em 09/02/2012

Adorei o primeiro capítulo, quanto mistério... Consegui comentar! Kkk, espero que você att logo.

Nota: 5

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Enviado por Willow Rosemberg em 17/01/2012

Começou! \o/

Nota: 5

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