''De uma lagria a um sorriso, tudo muda sem aviso. A tempestade e a acalma e a nossa relacao.''
Antes que a espada atingisse meio sentimetro de ar, Snape se posicionou e lancou-lhe um ''sectunsempra''. A vampira foi lancada para longe e ele rapidamente segurou Maria e com uma rapidez e agilidade invejaveis, ele aparatou para Hogwarts, mais precisamente nos seus aposentos.
_Voce me deve muitas explicacoes.
_Quem me deve explicacoes e voce. Como ousa interromper uma luta?
_O que? Eu salvei sua vida.
_Eu iria me savar sozinha.
_Ah, claro, depois que tudo ja passou. E facil dizer isso agora.
_Aconteca o que acontecer. Uma pessoa deve saber que NUNCA deve interromper uma luta. E o que diabos voce estava fazendo la?
_Eu e que faco as perguntas por aqui mocinha. Vamos comecar com voce me dizendo o por que de ter enfrentado uma... vampira... sozinha. Deveria ter comunicado a Dumbledore, ou a mim.
_Da um tempo... nao era voce mesmo que vivia dizendo que eu estava louca?
_E! E eu ainda acho voce louca! Voce parece um bebe! E como uma crianca irresponsavel.
_Eu nao sou irresponsavel.
_Prove me contando o por que... me de um bom motivo para acreditar que voce nao precisa de uma expulsao... ou de um passe direto para o Santo Mungus.
_Olha, Snape. Eu sei que isso soa muito estranho ta... mas e dificil explicar. Eu sou uma cacadora de vampiros.
_Uma cacadora de vampiros?
Ela estava sentada no mesmo lugar onde ele a deixou: uma poltrona em verde-escuro aveludada que ficava no compartimento lateral de seus aposentos, uma especie de sala de estar, pequena e confortavel, com uma adega de vinhos do lado da porta. O que ela dezejou que ele lhe oferecesse uma taca, pois estava tensa demais para explicar qualquer coisa. Ele, por outro lado, estava de pe andando de um lado para outro, massageando as temporas vez ou outra para ver se aliviava a dor de cabeca.
_Por favor, nao conte a Dumbledore.-a voz dela saiu tao sofrida como ele nunca tinha ouvido antes.
Entao parou, olhou-a, viu uma jovem moca linda, confuza, desprotegida... ''Um passe livre para problemas'', pensou. E sentou-se de frente a ela, encarou-a, que desta vez estava de cabeca quase baixa.
_E por que eu nao faria isso?
_Porque eu estou pedindo?
_Voce passa sua vida tentando atasanar a minha, e vem me dizer:''porque eu estou pedindo''? Acha que eu arriscaria o meu emprego e o meu juiso para proteger uma inconsequente? Vou perguntar de novo: por que eu faria isso?
_Se voce tivesse perdido uma pessoa muito querida, e tivesse que arriscar sua vida para tentar pelo menos, fazer a morte dessa pessoa valer alguma coisa, o que voce faria? Iria ignorar?
Ela tinha tocado o ponto fraco dele.
_Do que voce esta falando?
_Voce me perguntou por que faria isso. Eu posso te dizer por que eu faco isso. A muito tempo, mais precisamente a 15 anos atras uma mulher chamada Calissa Volturi, em uma jornada de caca aos vampiros foi mordida. Nao aguentando conviver com o terror que e ser uma... vampira, ela simplesmente decidiu que iria ver o nascer do sol. Como o seu corpo ja estava vulneravel as fraquesas do vampirismo, ela morreu. Cinzas... jogadas ao vento do alto de uma torre no centro de Londres. Voce deve se lembrar de quando isso aconteceu. Quando minha mae morreu, todos os jornais anunciaram o sumisso dela. Uma morte sem corpo, um caixao vazio. Um misterio que ate hoje ninguem sabe. Assim como as pessoas, trouxas e bruxos, ignoram o perigo que correm todos as noites, agora por exemplo, tem gente morrendo, voce pode imaginar como deve ser horroroso sentir seu sangue sendo sugado? Ja pensou como e sentir sua energia vital abandonar seu corpo, e depois quando voce acorda, voce se ve uma criatura debilitada e derrotada... e ai voce comeca apensar que a morte nao e um mal negocio, mas ja e tarde.
Slencio.
E mais silencio.
_Sabe que eu nao posso permitir isso?-ele disse calmo
_Voce e livre para fazer o que quizer.
_Dumbledore nao iria te expulsar... voce so tera que deixar...
_Se eu tiver que escolher entre fazer o que eu preciso fazer, a continuar estudando... eu nao posso abandonar o que eu faco.
_Como voce faz isso? Voce... sai do castelo...
_E volto em seguranca todos os dias.
_Isso e um absurdo! Eu nao sei o que dizer... ou o que fazer... Francamente!
_Voce pode esquecer tudo isso, nao precisa se preocupar comigo.
_Nao e questao de se preocupar ou nao. Eu sei o seu... segredinho. Agora, querendo ou nao, me tornei responsavel por voce.
_Entao nao conte a Dumbledore. As ferias estao chegando, falta so mais um ano para eu me formar. Nao diga nada ainda! Peco que voce pense um pouco... se depois das ferias decidir contar, eu vou aceitar.
_E vai abandonar seu... hobie?
_Nao e um hobie. E um dever.
_Vai abandonar?
_Nunca. Mas peco que nao aja precipitadamente.
_Esta bem. Mas quero que me conte tudo com detalhes. E eu nao prometo nada. Vamos ter outra conversinha, nas ferias. Eu procuro voce.
Ela nao esperou que ele dicesse algo, saiu.
(...)
Ja passados alguns dias, o ano letivo acabou e os alunos iriam retornar as suas casa. Ela nao esperava que Snape se comovesse e desse uma chance a ela, mas o seu destino ja estava tracado. Ela era uma cacadora de vampiros. Ela tinha que lutar contra o horror que perturbava seus sonhos todas as noites. E se tivesse que escolher entre estudar e fazer o que deveria, ela nao pensaria duas vezes: primeiro o dever. Maria nunca se sentiria bem se nao cumprisse a promessa que fez a si mesma. Acabar, ou pelo menos tentar acabar com o mal.
''Entre verdades e mentiras, disfarcados de ironia... separados de maos dadas, o problema e a solucao.''
Ja em Bristol...
_Temos um novo problema, Maria.
_Ah, e? Me conta uma novidade.
_Nao, serio. Tem uns vampiros do norte querendo ressussitar um deles.
_Ressussitar? Quem?-disse Maria, preocupada
_Um vampiro de uns mil anos. Um soberano*. Dizem que e muito poderoso.
_O que eles querem fazer?
_Eu nao sei.-dizia um dos homens da guarda dos Volturi. Parecia tranquilo.
_Tem mais alguma pista? O paradeiro deles?
_Nao muitas. Tudo que sei e que eles estao procurando um corpo de um homem em uma especie de caverna.
De repente, ouve-se um estrondo. Bristol estava sendo atacada. Os integrantes que estavam no andar de cima morreram com a explosao, varios outros ficaram feridos. Eles correram para buscar os que estavam no andar de baixo. Bombas espalhadas por todos os andares explodiram em menos de 5 minutos. Ja do lado de fora...
_Eu nao compreendo... como pode... Bristol tinha toda a protecao possivel.-dizia Hanibal King, um dos integrantes da guarda dos Volturi.
_E, mas parece que o ataque foi de dentro. Tinhamos um... traidor. Nao tem outra explicacao.
Maria estava olhando para o predio, agora so sobraram ruinas, o que antes parecia uma obra de arte, agora era uma cena de terror. Mas eles nao podiam perder tempo se lamentando, tinham que fazer algo... recomecar rapido. Maria conjurou um feitico de confuzao no local para despistar os trouxas. Eles iriam pensar que eram apenas ruinas de um museu.
No outro lado da cidade, um homem corria atras de um vampiro, atirando balas e cortando os ares com suas capas esvoacantes, negro, com um corte de cabelo bem moderno e sofisticado, alto e robusto, com uma espada enorme nas costas e uma arma bem apontada para o alvo, ja no chao derrotado.
Um tiro e ouvido, mas o vampiro nao morreu.
_Atirei em voce com prata.-dizia ele-Por que nao virou cinzas?
O homem, sangrando muito retirou um par de dentes falsos da boca e disse ja nao se aguentando, mas ainda com zombaria:
_Eu nao sou vampiro... Babaca.
_Droga.
O homem de capas negras sai correndo tentando fugir das luzes dos carros de policia que ja estavam a cercar o local. Do alto de uma torre muito sofisticada em Londres, uma mulher com dentes de vampiros verdadeiros, estava com uma camera filmando tudo.
_Ah, Blade...-ela deu uma risada zombeteira-dessa vez pegamos voce.
O plano dos vampiros era despistar todas as guardas de cacadores. Conseguiram.
Maria e os Volturi se mudaram para uma casa de um deles. Ficava situada perto de uma ponte em um bairro trouxa. Nao era como Bristol, porem, como nao podiam usar magia la, tinham que se virar com o que tinham.
Blade foi capturado por policiais trouxas e levado para um lugar reservado pelos mesmos.
Os Volturi ficaram sabendo de sua captura e foram ao resgate, bem sucedido.
Levaram-no para a nova Bristol, onde ele foi um pouco hostil no inicio, mas logo contou sobre o que viu e os ''familiares''. Acabou se juntando a eles, porem, como tambem era um vampiro, e um bem especial, podia sair no sol e outras coisa... Maria nao gostou muito da ideia, mas precivam dele.
Enquanto isso, Snape pensava em um modo de falar com ela, e mais ainda, no que dizer. Queria ajuda-la mas era loucura e ele ja havia cometido loucuras demais na vida. Mas sabia que se nao a ajudasse, iria perder sua aluna mais insuportavel. E isso, por incrivel que pudesse parecer, nao era bom.
Na verdade, ele nao admitiria nem sob tortura mas nao conseguia imaginar-se bem sem ela. Hogwarts definitivamente era como um jardim de flores sem perfume sem ela.
Entao resolveu que iria conhecer melhor o que ela fazia, ver se nao era muito arriscado. Marcou um encontro com ela atraves do fogo da lareira. Ela disse que ele poderia usar a rede de flu somente daquela casa, pois em Bristol nao era permitido nenhum tipo de magia. Ele concordou.
Entao quase instantaneamente ela comecou a pensar em como recebe-lo, que roupa usar... essas coisas de menina.''Menina boba'', pensou.''Desde quando voce se preocupa com isso, Maria?''
_Hum... freira demais.-dizia experimentando uma roupa diante do espelho.
_Uau... sexy demais. Nao.
_O-ou. Patricinha demais.
_Aha! Perfeito!
Entao saiu do quarto vestindo uma calca jeans escura levemente desbotada, uma blusa de mangas longas meio rosada de um pano bem leve e provocante e um casaco por cima. Calcou um tenis azul e quando ia decendo encontrou o seu androide(em sua casa, eles nao permitiam elfos domesticos por acharem que fazia parte da escravidao) que ela mesma havia progetado. Seu nome era New. Ele a olhou e disse:
_Hum... trouxa demais.
_New! Voce nao estava me espiando , estava?
_New nao estava espiando. New so quer dar uma opiniao.
_Ah, e? Voce e de teconogia trouxa, sabia?
_So metade.
_Mas ficou ruim?
_Nao para receber suas amigas mas para receber um professor... talvez.
_Entao o que me sugere?
_Corte esse cabelo, tire esse esmalte rosa-choc das unhas e passe um batom nesse rosto palido. Nao cores berrantes e nem tenis...
_Sei.-disse nem ligando.
Mas talvez New tivesse razao, ela tinha que mostrar que era uma adulta. Entrou no quarto de novo e decidiu ousar um pouco. Virou-se de cabeca para baixo, desembaracou seus cachos, juntou todo o cabelo e cortou metade. Virou se de novo, e conjurou um feitico para clarear algumas mexas. Jogou um spray de fixacao e...
_New realmente tinha razao... eu estou... melhor agora.
Trocou suas roupas de adolescenter trouxa rebelde por uma saia preta com rendas roxas em baixo, uma blusa bem apertada e um casaco com fexo ate metadeda barriga, um pouco mais largo, ambos na cor preta, era noite e nao era bom provocar seu professor usando cores berrantes. Botas de cano curto e salto baixo davam o toque final junto com um batom rosa bem clarinho e um pouco de rimel e lapis nos olhos. Mas ela ficou realmente sexy. O cabelo mais curto dava a sensacao de uma pessoa mais velha, e as roupas bruxas mostravam glorioso estilo. Simples e bonito.
''Se a gente briga em plena luz do dia, de noite eu quero a sua compania. E quando vai chagar a magrugada, nos entregamos sem pensar em nada.''
Ela estava esperando por ele sentada confortavelmente no sofa de sua casa. Ele chegaria em 15 minutos, e pontual que era, nao iria se atrasar.
Dito e feito, ele chegou exatamente as 8:00. Adentrou na casa pela rede de flu. Logo que chegou, estranhou, ja tinha visitado a casa dela duas vezes com Dumbledore e nao era assim. Estava tudo mais colorido e a casa parecia bem menor. ''Devem ter se mudado.''-pensou.
Vendo-o, ela se levantou do sofa e ele a olhou dos pes a cabeca. Mal pode acreditar, como ela tambem estava diferente! Mais... adulta, mais... sexy. Eles se olharam por instantes ate que ela convidou:
_Sente-se.
Ele se sentou logo perguntando:
_Onde esta seu pai?
_Na casa dele.
Ele congelou. Quer dizer que estavam sozinhos?
_Voce... mora sozinha?
_Eh! Ja tenho idade suficiente pra isso.
_Nao acho prudente conversarmos aqui sozinhos.-disse se levantando.
_Nao estamos sozinhos, o meu androide esta em casa comigo. E tem o Salem.-nisso chega um gato preto muito brilhante e se acomoda no colo dela. O gato, Snape ja conhecia.
_O que e um androide?
_Um androide e um sistema operacional movel que roda sobre um nucleo. Um robo, vulgarmente falando. Mas me chamo New e tenho grande capacidade e inteligencia, aceita um drink, senhor?-disse New apressando-se em explicar.
_Viu? Nao tem problema. Eu nao vou te morder.
''Como se ja nao tivesse feito isso antes.''-pensou
_Bom, eu acho que ja deve imaginar por que estou aqui.
Ele foi interrompido por New que lhe entregou um copo de wisk, muito solicito. Era um dos mais fortes que ele ja bebeu. Percebeu isso quando sorveu um gole. Esbocou o que eu chamaria de quase careta e disse:
_Seu pai sabe que voce bebe isso?
_Quem esta bebendo e voce.
_Otimo.-disse pousando o copo em cima da mesinha-Vamos direto ao assunto. Eu pensei muito e decidi que nao vou me envolver. Nao quer oser culpado por voce sair da escola, mas tambem nao posso te ajudar e esquecee os regulamentos da escola na qual eu trabalho.
_Como se voce nunca fizesse isso, ne?
_O que disse?
_Quero saber o que isso significa.
_Significa que eu nao sei o que houve e nao sei nada sobre voce, alem, e claro, de saber que uma insuportavel e insolente aluna.
_Nossa, obrigado.
_Nao me agradeca, Skywalker. Nao estou pensando em voce. Apenas acho que esse assunto e complexo demais para uma pessoa de fora ficar se metendo. Voce que se resolva com os seus. Contudo... devo lhe dizer que deve retornar antes da meia noite.
_O que..
_E nao descorde. Eu te entregarei um objeto que voce devera carregar consigo sempre que sair e sempre que voltar. Assim vou saber quando voce sai e quando voce volta.
Ela ficou sentada com um bico enorme. Parecia uma crianca que perdeu o doce. Ela o olhou e ele se levantou. Ela se levantou tambem e foram caminhando ate a lareira.
_Vejo voce na escola.-disse ele.
_Esta bem.
Dizendo isso ele jogou o po de flu e sumiu em um fogo verde.
Maria deu gracas aos ceus e foi ate Bristol, eles haviam descoberto o esconderijo dos vampiros e iriam ate la.
_Nao acho seguro sairmos todos daqui.-dizia King
_E verdade, perdemos muitos homens. Mas acho que la nao vai ser muito facil. King, voce vai ate a ponte do norte levar o comunicado ate o mensageiro, como combinamos. Eu e... o Blade-disse meio a contra-gosto-vamos ate o galpao onde os vampiros estao escondidos.
_Vampiros e familiares. E alguns familiares podem ser piores do que vampiros.-disse Blade
_E. Vamos logo!
Cada um montou em sua motocicleta trouxa e sairam.
Blade e Maria chegaram ate o galpao, la encontraram um homem e uma mulher conversando. Ele se aproximou e disse:
_Viemos ver o que voces tem ai.
_E? E qual e a senha?
_Anda logo.disse Maria impaciente
_Essa nao e a senha, mocinha.
_Talvez essa seja.-disse tirando uma arma de algum lugar de suas vestes
_Calma, Volturi-(somente os conhecedores do cla dos Volturi a chamavam assim. Ela usava sobrenomes distintos para nao ter problemas)
_Voce-comecou Blade-fale.
_Sabe o que estamos fazendo.-disse amocinha que em nada parecia ofensiva
_Nao. Nao sei. Fale.
De repente, ela mostra os dentes e vai ao ataque. Maria se apressa e atira na vampira antes que ela falasse algo. Blade faz um sinal de reprovacao e segura o outro homem.
_Voce. Sabe o que tem que fazer. Se colaborar, te deixo viver.
_Nao posso... eles me matam se eu disser.
_Oh, safado, eu vou te matar.
Nisso o homem levanta a manga do paleto e coloca o braco com um simbolo pequeno em um identificador.
Os grandes portoes se abrem e um cenario de puro horror e revelado. Os dois ficaram sem reacao, principalmente Maria. Haviam varias pessoas em uma especie de armazenado a vacuo individual. Todas elas com agulhas nas veias sugando seu sangue. Os vampiros estavam ficando inteligentes. Para que ter o trabalho de cacar vitimas e serem mortos por pessoa como eles se podiam produzir o alimento e se fartar dele sem riscos?
_Eles estao consientes?
_Nao.-responde o homem-Sao mendigos, pessoas de rua que nao tem onde morar nem o que comer. Estamos fazendo um trabalho social. Isso e o futuro.
Maria pegou o homem pelo pescoco como uma serpente, de modo tao brusco que ate Blade se assustou. Encostou a cabeca dele no plastico em que estavam as pessoas e disse:
_E isso que voce chama de futuro? Olha pra isso? E?
_Va com calma, Volturi.
_Dane-se.-ela cuspiu as palavras que comumente falava
_Voce tem 20 segundos para se mandar daqui.-disse Blade dando uma chance ao homem que era trouxa.
Ela apontou sua arma para o homem, que ja estava correndo e disse atirando em sua perna.
_20.
'Nosso amor e assim: paraiso imperfeito, tempo bom e ruim... e assim agente se ama. Nosso amor e assim: so me leva a voce, te traz de volta pra mim, e assim agente se ama.''
Indo de volta para Bristol, so conseguia pensar nele. Estava carente. Precisava de apoio, alguem para abracar, desde que comecou a pensar nele, ja nao queria mais beijar ninguem. Precisava DELE.
Quanto chegaram, logo viram que algo estava errado. Bristol foi atacada de novo. Entraram e encontraram corpos no chao. Wanda Swmerfield tinha sido brutalmente assassinada, o que peovocou muito choro da parte dela. A filha de Swmerfield tinha sido levada junto com King para a sede do esconderijo dos vampiros. Ela, junto com Blade foram buscar a pequena e o cabeca-oca.
Foi uma luta ardua para derrotar os vampiros, mas conseguiram. So que perderam muitos homens e estavam fracos agora. Mais uma missao cumprida.