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6. Um doce toque


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


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Capitulo 6 – Um doce toque


 


Harry voltou ao seu quarto para trocar de roupa, colocou uma bermuda e uma camiseta velha. A expectativa de jogar basquete com Draco era tamanha que ele já estava suando. Desceu as escadas quase correndo e foi para o jardim. Ao contrário de Draco, Harry não era assim tão musculoso, tinha seus músculos por causa do Quadribol, mas não eram tão bem definidos.


- Bom diga-me o que sabe.


- Nada


- Certo, isso não ajuda muito, mas vamos ver o que posso fazer. O essencial é saber que você tem que acertar a bola naquele aro.


Aquilo lembrava um pouco quadribol onde os artilheiros tem que jogar a goles nos aros postos no extremo do campo, isso Harry sabia fazer.


- O resto é básico, eu terei que tentar tirar a bola de você para poder fazer a minha cesta. Não vou lhe ensinar as regras, porque são complicadas e como estamos apenas os dois, vamos fazer apenas um jogo de acertar o aro. Vamos tentar, você começa, pode bater a bola no chão, mas não ande com a bola parada na sua mão.


- Está bem, acho que dá para jogar.


Harry começou a bater a bola no chão e a tentar acertar a cesta, sua mira era horrível, mas a manhã foi prazerosa, jogaram até estarem totalmente suados.


- Acho melhor pararmos, tenho que ir tomar banho para poder trabalhar o restante da tarde e noite. Foi bom jogar com você senhor Potter.


- Também foi bom jogar com você, apesar de ter feito muito mais cestas que eu, espero que possamos jogar mais vezes.


- Podemos sim, eu estou na quadra quase todos os dias de manhã. Eu aproveito que a maioria dos hospedes ainda estão dormindo.


- Claro, talvez amanhã eu venha tentar uma revanche.


- Estarei ao seu dispor. Com licença.


Draco passou do lado de Harry e o fez estremecer ao jogar o cabelo loiro para trás.


A bola laranja em sua mão quicou duas vezes antes de parar aos pés do grifinório, Harry suspirou e secou o suor de seu pescoço com a camiseta. Enquanto caminhava até seu quarto ele pensava no loiro, em seus movimentos precisos ao pegar a bola e jogar no cesto, em seu sorriso ao ver que Harry acertara a bola uma vez pelo menos, seus olhos cinzas brilhando ao olhá-lo. Era coisa demais para pensar. Harry precisava de um banho. Ele tomou um banho refrescante na banheira e ficou deitado olhando o teto até a hora do almoço. Colocou uma roupa bem refrescante, uma calça fina e uma camisa branca. O almoço tinha um cheiro muito gostoso e o menino estava começando a ficar com água na boca, ele se serviu no Buffet e se sentou em uma mesa próxima a janela lendo um jornal trouxa. Mas sua concentração fora abandonada quando uma voz arrastada e muito conhecida falou atrás de si


- Tirando férias?


- Pelo amor de Mérlin, Snape. Quer me matar de susto? O que veio fazer aqui?


- Ver como andam as coisas com meu afilhado. Sou um cliente daqui Potter. Estarei hospedado aqui por um tempo. Quero ver se você não irá colocar caraminholas na cabeça de Draco.


- Ora seu...


- Senhor Snape, que bom vê-lo por aqui – Cumprimentou Draco interrompendo Harry – Faz tempo que o senhor não aparece.


- Muito trabalho Draco, sabe como são as coisas.


- É eu sei como é trabalhar. Vejo que já se conhecem.


- Sim. O senhor Potter foi meu aluno na escola que lhe falei outra vez.


- Hummm, interessante. Bom, o que vão querer? A mesma coisa de sempre senhor Snape?


- Sim, por favor.


- E para o senhor Potter?


- Eu quero uma sopa de galinha caipira.


- Certo, já trago os seus pedidos.


- Você não podia vir em outro momento? – Sibilou Harry quando Draco se afastou


- Não Potter, eu venho sempre que eu quiser e não quando você quiser.


Harry bufou e ficou em silêncio lendo o seu jornal até que Draco trouxe os pratos.


- Aqui estão. Um frango grelhado ao molho branco e uma sopa de galinha caipira.


Draco abaixou-se perto de Harry e esse não pode evitar suspirar quando sentiu o cheiro da pele branca. Draco tinha um cheiro totalmente particular que o fazia sentir-se quente por dentro.


- Cuidado Potter, segure seu fogo dentro de si, assustará o menino desse jeito. Tente ir devagar.


- Ora, quem é você para me dizer o que devo fazer?


- Sou o padrinho daquele que quer conquistar – Disse Snape colocando o guardanapo no colo - Vamos ser sinceros, Potter, com o que ninguém está querendo ser. Você o ama, sempre o amou, e agora está voltando a sentir essa paixão, muito mais forte que antes devido a distância e o término do feitiço que lancei. Ficou tempo demais longe dele e seu corpo quer tê-lo, quer senti-lo. Mas tem que ter em sua cabeça a idéia de que ele não sabe de nada disso e que terá que ir bem devagar com tudo isso entendeu?


- Sim, eu entendi.


O almoço seguiu em silêncio. No final da refeição, Snape cumprimentou Draco novamente, deu um olhar significativo para Harry e foi para seu quarto, já o grifinório permaneceu mais um tempo sentado tomando suco. Draco estava servindo as mesas mais próximas e cada vez que o loiro se abaixava seu cabelo caia em sua bochecha rosada escondendo seu sorriso, Harry detestava esses momentos, pois o sorriso do menino era tão belo, tão singelo e radiante que ele poderia ficar olhando o tempo todo sem se cansar. Mas não podia permanecer sentado mais tempo, ele já havia terminado há muitos minutos e ele acabaria realmente assustando Draco se continuasse olhando para ele daquela forma.


- Senhor Potter – Disse Draco tirando os copos na mesa de Harry – Estava boa a sopa?


- Estava maravilhosa, obrigado – Respondeu Harry tocando o ombro de Draco e sentindo um arrepio, ele afastou a mão o mais rápido que pôde – Vai jogar essa tarde?


- Não, eu tenho que trabalhar, só posso jogar mesmo de manhã. Se quiser estarei na quadra amanhã, por volta de seis e meia da manhã.


- Certo, acho que vou estar lá também


- Então nos vemos lá.


Harry deu um aceno de cabeça, um sorriso e se dirigiu para o quarto, não saiu de lá, não havia motivo, Draco estaria trabalhando, ele não poderia vê-lo.


Nos três dias que se seguiram, Harry jogou basquete toda manhã com Draco, ele era um excelente professor e Harry começava a gostar de estar ali com ele, mesmo que depois ele ficasse todo suado e dolorido, valia a pena. Os dois conversaram bastante e Harry descobriu que Draco tinha as lembranças de ser o filho de um empregado do proprietário da pousada, ele tinha duas irmãs e uma avó. Porém, apesar da família, ele vivia sozinho há pelo menos alguns meses e começou a trabalhar na pousada quando lhe indicaram o emprego diretamente pelo seu pai. Ele aceitou na hora, precisava de dinheiro. Também descobriu que Draco terminara os estudos e gostava de chocolate. Mas o mais importante para Harry foi saber que Draco não tivera namorados antes.


No sábado de manhã Harry acordou cedo, sabia que Draco estaria na quadra, sua barriga já ronronava de nervoso, colocou sua bermuda, sua camiseta e foi para fora. Não encontrou Draco na quadra. Ali só estava uma bola de basquete sozinha, abandonada no meio do nada. Sentiu um desapontamento tão grande em seu coração. Queria vê-lo, queria ver aquele sorriso novamente, aquela felicidade que agora tomava conta do sonserino e que lhe caia muito bem.


Pegou a bola e a rodou no dedo, a segurou firme, arremessou e acertou. Pegou novamente a bola e arremessou. Passou uns trinta minutos só pegando a bola e arremessando. Acertou algumas por pura sorte, mas errava a maioria.


- Está na posição errada.


Harry virou-se e viu Draco parado atrás de si olhando seus movimentos.


- Me ensina.


Draco deu um sorrisinho que se Harry estivesse mais perto teria percebido que era malicioso.


- Você tem que pegar a bola assim.


Draco aproximou-se se posicionando atrás de Harry, passou seus braços pela cintura do moreno e segurou as mãos magras que com muito esforço não deixava a bola cair.


Harry tentava ao máximo se controlar, mas aquele doce toque em suas mãos, aqueles braços em volta de sua cintura, aquele corpo colado ao seu era demais. Não pode resistir quando Draco começou a falar perto de seu ouvido e acabou gemendo baixinho.


- Tudo bem senhor Potter?


Harry arregalou os olhos ao perceber o que tinha feito, imediatamente sua cabeça começou a arquitetar uma mentira para encobrir o seu descuido, não poderia simplesmente dizer que gemeu ao sentir o hálito quente de Draco em seu pescoço.


- Está sim, é que minhas costas doem um pouco. Acho que dormi de mau jeito hoje à noite.


- Bom, eu posso dar um jeito nisso se quiser, eu fiz um curso de massagem e se quiser posso colocar suas costas no lugar e fazer uma massagem relaxante


Massagem, Harry só conseguiu ouvir essa parte da frase, ter as mãos de Draco em seu corpo.


- Claro, se não for muito incomodo.


- Imagina. Vamos para o mini spa que temos aqui. É pequeno porque ainda não está concluído, mas pretendemos terminar em alguns meses, por esse motivo não seremos incomodados, ninguém vem aqui e como é final de semana, os pedreiros não vem. Poderá relaxar sem se preocupar.


Draco levou Harry para uma sala onde tinha um colchão no chão cheio de travesseiros. Ao lado tinha uma banheira de hidromassagem e na estante havia vários potes com gels e óleos para massagem. Em um canto tinha um plástico grande que separava a parte que estava pronta, da parte que ainda estavam construindo. Era longe da recepção e estava deserto. Era perfeito.


- Tome, tire a roupa e cubra-se com isso.


Harry corou na hora em que pegou a toalha. Draco estava sendo totalmente profissional, mas a imagem dele nu apenas com a toalha e Draco massageando suas costas era algo que mexia com seus nervos. Harry fez o que Draco mandou e esperou. O loiro tinha ido a uma sala ao lado e voltado logo em seguida.


- Onde deseja fazer sua massagem senhor Potter, na banheira ou na cama?


- Acho que na cama está bom. – Disse Harry sabendo que já estava difícil se segurar e se fosse para a banheira iria ser mais difícil ainda.


Draco indicou a cama e Harry se deitou de bruços na macia cama. O menino estava completamente nervoso e até mesmo tremia, precisava se controlar, tinha que respirar. Harry não sabia o que fazer naquele momento, apenas respirou fundo e deixou suas mãos ao lado do corpo. Draco sentou-se ao seu lado e pegou sua mão.


- O senhor está tremendo, está frio?


- Um pouco.


- Desculpe, vou ligar o arcondicionado.


Draco pegou o controle e ligou o ar em uma temperatura quente, mas mesmo assim Harry continuava a tremer. O loiro pegou sua mão novamente e Harry fechou os olhos sentindo a massagem na palma de sua mão, os movimentos e a pressão dos dedos de Draco enviavam uma carga elétrica para seu corpo. Harry mordeu os lábios e descansou a cabeça no travesseiro. A massagem prosseguiu por seus braços e Harry já começava a sentir um calor no abdômen. Depois Draco destampou um pote e passou um pouco do conteúdo em suas mãos.


- Esse óleo fará com que seus músculos relaxem, assim ficará mais fácil retirar os nozinhos de nervos que encontrarei e assim poderei colocar sua coluna na posição correta.


- Certo – Murmurou Harry em uma voz fraca.


Harry não conseguia articular nada além dessa simples palavra. Sua mente estava totalmente fora de sintonia. As mãos de Draco encostaram-se às costas de Harry arrancando mais um gemido que ele fingiu ser de dor. De olhos fechados Harry não podia ver os olhos cheios de desejos de Draco. O loiro primeiro estava completamente profissional e realmente apertava nos cantos certos amaciando os músculos e dilatando as veias fazendo o sangue de Harry correr maia rápido. Mas depois ele apenas passeava sua mão pelas costas do grifinório, sentindo a pele macia, a textura aveludada.


Draco massageou a base das costas de Harry, que estava quase choramingando de prazer, e desceu pelas suas pernas causando extremos arrepios no moreno ao sentir os dedos no interior de suas coxas, somente um leve toque que fez o corpo de Harry tremer. Draco nada comentou sobre isso, apenas seguiu com suas mãos até o pé do moreno e começou uma massagem em cada ponto importante, depois subiu novamente pela perna chegando suas mãos habilidosas nas coxas de Harry.


O moreno tentava se segurar mais quando as dedos longos e finos de Draco encostaram em sua virilha ele não conseguiu se segurar, suas mãos fecharam-se com força no lençol e ele gemeu alto sem se importar em disfarçar, ele estava com prazer e queria Draco, não podia mais fingir.


Mas enquanto Harry tremia pelo toque dado, Draco permanecia parado sem mover um único músculo. Depois de um tempo Harry olhou por sobre o ombro e viu Draco de joelhos entre suas pernas com a mão ainda em suas coxas, mas com os olhos longe. O loiro piscava e por vezes balançava a cabeça e franzia a testa.


- Draco?


Harry chamou pelo jovem, mas Draco não lhe respondeu, só fechou os olhos e franziu a testa por alguns segundos. Quando abriu os olhos cinzentos novamente e olhou para os verdes de Harry o moreno pode sentir que algo estava diferente


- Harry?


A boca do moreno se abriu e ele se virou completamente ficando frente a frente com Draco. Somente o loiro lhe chamava daquela forma, com aquela voz e entonação.


- Draco? É você mesmo, Draco Malfoy.


- Sim, sim sou eu. 

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