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30. Elizabeth have a plan


Fic: A Broken Heart and a Troubled Mind - reescrevendo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Meu corpo todo doía. Minha mente parecia vagar pelas nuvens. Eu estava leve, mas não estava contente. Pelo contrario, a morte de Marianne só fez com que o sofrimento que eu sentia triplicasse. Eu queria sentir orgulho de mim mesma, mas eu sentia apenas... o vazio. Pensei que a morte de Marianne faria com que meu coração pesasse menos dentro do meu peito, mas a cada minuto que se passava eu sentia que o que eu fizera foi a coisa mais estúpida do mundo.


Eu me deixei levar por uma vingança boba. A morte não trouxe meus pais de volta a vida. Eu queria poder saber o que diriam a respeito de minha atitude. Será que sentiriam orgulho? Raiva? Será que correriam na minha direção e me dariam uma bronca, como quando eu quebrei um vaso de flores de minha mãe?


Senti a brisa fresca que soprava ao sul. Era um dia maravilhoso, com o sol radiante sobre minha cabeça. Mas isso não fez com que eu me sentisse melhor.


Água fria foi jogada em meu rosto, e quando abri os olhos vi um rosto conhecido.


– Levante-se coisa lerda de Poseidon. – Liz me puxava com força, mas minhas pernas estavam bambas demais para suportar meu peso. – Vamos Annie, temos que voltar!


O plano de Elizabeth era viajar pelas sombras com o poder de Hades. Até aí tudo bem, só que Hades não é muito fã do meu pai, então já sabem o perigo.


 


 


Durante longos segundos, eu só senti a mão de Liz apertando a minha fortemente e minha mão deixando a dela totalmente encharcada. Eu não via nada, apenas a escuridão. Só posso dizer que não foi lá algo muito confortável como aparatar... Arrepios gelados em minha espinha acompanharam-me durante toda a “viagem”, assim como aqueles barulhos insuportáveis e estanhos.


Então, a cena mudou. Estávamos próximas ao local de uma luta acontecia, e eu ouvia não só barulhos de espadas se encontrando ou feitiços sendo lançados. Ouvia grego e latim, o que me deixou confusa. Liz parecia cansada, mas levantou-se do chão e andou até a árvore que nos escondia e passou a observar o que acontecia. Fiz o mesmo.


 


Eu poderia ter caído para trás, desmaiado novamente e acordado apenas... Um mês depois de ver aquela cena maravilhosa. Liz estava estática ao meu lado, e eu estava exatamente como ela. Allynne estava ali, de pé, lutando com Adam. Mas ela não estava... Morta? Perguntei a mim mesma. Mesmo estando super feliz, aquilo era muito confuso.


– Annie, finja que está muito irritada, brava, finja que está querendo me matar. – Liz disse, fazendo-me ficar mais confusa do que eu já estava. Por que diabos eu iria querer matá-la? – Eu sei, é que para enganar a todos, você tem de fingir isso. Annie, Adam acha que você estava impossibilitada de lutar. Seria estranho, e lembre-se, era pra você matar Marianne. Mas como eu impedi que Marianne te matasse antes, e depois, quando ele souber que matamos Marianne, ele vai deduzir que eu matei Marianne. Então, você tem de fingir que está muito puta comigo, que está morrendo de raiva de mim por que eumatei Marianne. Entende? - Eu não entendia direito, mas concordei. Voltamos a observar a luta.


Luna lutava com todas suas forças, matando mais de cinco guerreiros mortos-vivos de uma vez só. Ela usava sua espada, seus pés, e acima de tudo, seu controle sobre a água. Estava mostrando que era uma verdadeira filha de Poseidon, lutando bravamente. Ela parecia estar sendo temida por todos que do exercito de Adam. Ela não parecia nem um pouco cansada, e parecia mais que estava com fome de morte. Fome de matar pessoas. Era como se ela vingasse seus pais ali, num toque de mágica, matando todos os que podia. Era como se aquilo extravasasse a sua raiva do mundo.


Delcroxs lutava com a mesma bravura, mas ela tinha uma expressão de estremo cansaço, assim como eu e Liz e a maioria dos presentes. Apenas Anna e Luna não pareciam cansadas, ambas pareciam estar destruindo o exercito de Adam com tanta voracidade que chegou a me dar medo.


 


Então, nós saímos e ficamos do lado de Fred, que estava estático observando Allynne lutando com Adam. Observei-os também. Mas o que? Allynne estava mais parecendo uma filha de Zeus do que Hades. Que porra de raios eram aqueles? Zeus não ajudaria Allynne nem que... Não sei. Mas eu não tinha tempo pra pensar pro que um deus ajudaria uma semideusa filha de Hades. Eu tinha que continuar seguindo o “plano” de Liz.


Agora ela estava um pouco mais a frente, observando a luta de Adam e Allynne com fervor, sabendo que a irmã estava ganhando. Então, eu, que já estava fingindo uma cara de ódio total iria fazer o maior teatro da minha vida.


– Ignore isso. – eu falei baixo, para que apenas ele pudesse ouvir. Ele virou o rosto pra mim com cara de confuso, mas viu apenas um nada. Eu havia avançado com a minha espada, encostando a ponta da mesma com cuidado nas costas de Liz que obviamente levou um susto, mas não se feriu. Apenas virou-se, olhando para mim, confusa, não sabendo o porque daquilo. Até que se tocou que eu estava apenas seguindo o plano.


– POR QUE FEZ ISSO, LIZ? – Gritei, fingindo estar com raiva. Estava dando certo, Adam prestava atenção em nós e em Allynne. – ERA PRA EU MATÁ-LA, NÃO VOCÊ! – Berrei, me segurando para não rir. Eu nunca tinha brigado com Liz, e fingir que estava morrendo de raiva dela não era legal, era hilário!


– O QUE QUERIA QUE EU FIZESSE? – Liz gritou de volta e eu então percebi que ela também estava morrendo de vontade de rir. – QUE EU MORRESSE? QUE ELA NOS MATASSE? – O exercito de Adam, aproveitando a distração das garotas, recuava rapidamente, aparatando e desaparecendo como num passe de mágica. Poucos foram os que ficaram para ajudar Adam que nem percebeu a fuga do seu “exercito” que já fora, pela metade, eliminado.


– POR QUE NÃO ME ACORDOU? – Hermione e Gina nos olhavam assustadas, como se pedissem para que não nos matássemos. Eu tive grande vontade de gargalhar naquele momento e Liz também, mas nos seguramos. Eu com minha face de raiva profunda e Liz com sua de espanto. Ela desembainhou sua espada. Se estivéssemos brigando de verdade, eu estaria morta naquele momento, pois Liz era a melhor com espadas dentre nós, ela já treinava desde os quatro anos e meio. Sem contar, que era alguns meses mais velha que eu.


– ACORDAR QUEM ESTÁ DESMAIADA QUANDO SE ESTÁ PRESA POR CORDAS NÃO É FÁCIL, ANNIE WILLIAMS! – Ela apontou a espada pra mim, necessariamente para o meu rosto como se fosse cortar-me ali. Eu então dei uma volta desnecessária e logo a ponta de minha espada estava a centímetros do pescoço de Liz, e se eu a movesse para o lado acabaria por fazer um corte feio em Liz, e se ela se mexesse seria pior pra ela como pra mim. – VOCÊ TEM IDÉIA DO QUANDO FOI DIFICIL MATÁ-LA? – Observei de relance Allynne tentando um golpe contra Adam. Os raios haviam cessado e agora só existiam sombras eternas ali. Hécate estava mesmo ajudando Allynne e de uma forma bem eficaz.


– NÃO TENHO, LIZ.


– VOCÊ SABE, ANNIE! – Minha espada estava quase cortando o pescoço de Liz. – VOCÊ SABE QUE EU MATEI MARIANNE! – ela gritou. Adam cambaleou, e com uma face de total espanto e, eu podia jurar tristeza, ele desaparatou fugindo de nós, assim como o resto de seu exercito.


– ANNIE, LIZ, NÃO FAÇAM ISSO! – Allynne gritou fraca e rouca, mas fazendo um extremo esforço para gritar aquilo. Eu e Elizabeth olhamos para Allynne e depois nos entreolhamos. Jogamos as espadas no chão, e começamos a rir e chorar ao mesmo tempo, enquanto nos abraçávamos. Um misto de emoções tomou conta de nós duas fazendo que parecêssemos duas patetas choronas e dramáticas, mas todos sabiam que não era isso. Logo depois, corremos e abraçamos Allynne, pois éramos as ÚNICAS que não sabiam que ela não havia... Bem, era assim.


- Vamos para onde agora? – Anna perguntou. Ela não parecia estar muito cansada, acho que apenas uma boa noite de sono resolveria todos os problemas dela. Já a mim não, eu acho que precisaria de uma semana pra me recuperar de verdade.


- Bem, casa... – Hermione olhou para Gina, que concordou com a cabeça. – dos Granger. – Ela falou, confiante.


 


- A dos seus ‘pais’? – Luna perguntou, andando em direção ao carro que haviam conseguido, não sei onde.


- Temos uma de inverno... O que? Nós não passávamos o inverno em casa até eu ir pra Hogwarts! – Ela disse vendo nossa cara de “tá brincando?!”. – Bem, eu dirijo já que não sabem onde fica. – Completou ela, correndo pro banco do motorista. Eu e Liz sentamos na frente. Allynne, Fred, Gina, Luna e Anna foram atrás. Allynne sentou-se no colo de Fred para descansar um pouco, recostando sua cabeça no seu ombro. O resto foi todos apertados, mas sem reclamar, pois logo estariam em uma casa confortável, então...


– Gente... Alguém viu Julieta? – Harry apareceu antes de sairmos andando com o carro.


– Ela está indo no carro vermelho com o resto do pessoal. Ali, olha. – Luna apontou, fazendo cara de mau humor.


– Obrigada, Luna. – Ele saiu correndo e então, Delcroxs acelerou, saindo daquela floresta que estava me trazendo certas lembranças que me faziam chorar.


 



“- Já estou cansando disso, Annie. - Ela falou, guardando a varinha... O que ela ia fazer? Observei cada movimento dela. Ela pegou uma faca, que eu conhecia. 
– O que voc... - Eu tentei falar, sendo interrompida por ela lançando a faca em mim. Não vi bem ao certo o que aconteceu, mas... Esperava que a faca chegasse a mim, e ela não chegou.


Olhei para baixo, e vi um Peter encharcado de sangue, com uma faca enfiada no peito. Olhei para Marianne, que desaparatou, sabendo que agora, eu poderia matá-la até com minhas unhas.
– Peter! - Ajoelhei-me ao seu lado. Nesse momento, esqueci toda a raiva que eu estava sentindo dele, e a única coisa que lembrei foi que gostava dele. - Por que você fez isso, filho da puta? - Eu estava desesperada. Peguei a varinha dele, eu não sabia mesmo o que fazer.
– Annie... - A voz dele falhou. Olhei seu rosto. Ele tinha um olhar suplicante agora, o que me fazia chorar mais.
– Diga, Peter... - Minha voz também falhou, por que eu estava chorando. Retirei a faca de Peter com o maior cuidado possível.


– Antes... Eu... Eu iria te "matar", Ann. - Lágrimas escorriam de seus olhos e sua voz era quase inaudível. Annie debruçou-se sobre ele para ouví-lo melhor. - Eu era ambicioso, e Mari... Marianne ofereceu-me uma... Grande... Quantidade de... Galeões para que... Para que eu... Eu te atraísse pra uma... Armadilha. Eu iria... Fazer você... Se apaixonar por mim...


- Peter, para...


– Não, Ann... O plano era perfeito, e estava sendo... - Engoliu a seco, tentando melhorar a voz -... Executado com perfeição... M... Mas eu aca... Acabei me apaixonando por você, Harvelle. N... Na flores... Floresta, eu ia te... Te contar tudo, mas a Anna... Ela ouviu tudo. Então eu... Tive que fugir. E agora, Ann... Eu te beijaria, se... Se eu não estivesse... Tão fraco. Então, Ann, beije-me você...


Annie aproximou seu rosto do de Peter e beijou-lhe os lábios docemente, o gosto de suas bocas misturavam-se com o de suas lágrimas. Após o beijo, ela encostou sua testa na dele por alguns segundo, então afastou-se e olhou em seus olhos pela última vez. Sim, Peter estava morto.


– Peter, não... Não faz isso comigo... - Abraçou-o fortemente e chorou mais forte. Ver que Peter nunca mais estaria com ela doía... E muito. Suas lágrimas eram de dor e sofrimento. Peter se fora e ela não pudera fazer nada para que isso não acontecesse. - Volta... Peter... Eu preciso de você! - Mas ele já não a ouvia mais. - Isso não... Não fica assim! - Ann pegou a varinha de Peter e colocou-se de pé. Em seus olhos, via-se a fúria que sentia pelo que acabara de acontecer. - Haverá vingança, e ela acontecerá logo... - Olhou uma última vez para o corpo imóvel e sem vida de Peter, limpou uma última lágrima e pôs-se a correr com toda a rapidez que suas pernas permitiam-lhe.”


 


– NÃO! – Berrei. Acordei suando frio e gritando, e logo eu já estava chorando desesperada enquanto Liz levantava de sua cama e chegava até mim.


– Annie, o que foi? O que aconteceu? – Anna chegou logo depois, sendo seguida por Luna.


- Annie? – Anna perguntou, aflita. – O que foi?


– Ela... – Eu tentava parar de chorar e soluçar para dizer o que havia acontecido. Luna me trouxa um copo d’água, e eu o bebi o mais rápido possível e desatei-me a contar o que Marianne havia feito entre soluços.


– Ela matou... O Peter? – Liz perguntou, surpresa.


– Sim... – Eu falei, chorando. – Mas... Voltem a dormir por que... – Eu solucei novamente. – Eu também vou fazer isso. – Completei, tomando um copo inteiro d’água de novo, só que dessa vez com açúcar e afundando minha cabeça no travesseiro.


 


Os dias seriam longos desde ali.

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