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18. Como num sonho


Fic: Pássaro de Fogo 1- O filho do Pássaro de Fogo - Fic Completa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry acordou com a pior dor de cabeça que ele já tinha experimentado na vida. A dor era tanta que ele não queria nem mesmo abrir os olhos, mas ele continuava a ouvir um som sibilante bem em cima do seu rosto e então ele eventualmente foi obrigado a olhar para ver o que era. Ele se viu encarando uma sombra oval de alguém usando uma máscara e um capuz cinza de lã grossa. “Gahhhh!” Ele gritou.


“Se acalme.” Disse uma voz feminina vinda de debaixo do capuz. “Eu sou uma inominável do Departamento de mistérios. Eu não vou te machucar.”


“Por que a máscara assustadora então?” Harry exigiu saber.


“Porque ela é assustadora, por que mais seria?” Disse a voz de algum modo transmitindo sarcasmo, humor e impaciência, tudo ao mesmo tempo. “Como você se sente?”


“Como se tivesse um elfo dentro da minha cabeça usando um martelo pra tentar sair à força.”


“Seu estômago?”


“Como se tivesse vomitado tudo que tinha dentro dele.”


“Olhe para a minha varinha.” Disse a mulher mascarada. Ela segurou a varinha em pé e Harry se viu cativado pelo arco-íris cintilante de cores.


“Uou! Que feitiço foi esse?” Ele perguntou.


“O que você viu?”


“Cores... um arco-íris inteiro, com algumas gotas de brilho e cores piscando ao redor dele.”


“O indivíduo está vendo auras.” Disse ela.


“Com quem você está falando?” Perguntou Harry.


“Um gravador.” Ela disse secamente. “Você se lembra do que aconteceu?”


“Eu estava jantando e comecei a me sentir meio doente. Eu lembro que meu nariz começou a sangrar, mas não me lembro de mais nada.”


A mulher se inclinou para trás permitindo a Harry ver o quarto espaçoso que ele estava usando na mansão Longbottom. A mulher encapuzada estava sentada na beirada de sua cama. “Sr. Potter, você sabe se alguma vez você disse algo para alguém que eles se lembram, mas você não? Pode ser desde alguma coisa insignificante até alguma coisa mais significativa e profunda, mas tem que ter sido ao redor de outras pessoas.”


Harry franziu as sobrancelhas em concentração até que ele se lembrou de uma coisa. “A professora McGonagall uma vez me contou que eu disse que um casal de colegas de escola iria se ligar, mas eu não me lembrava de ter dito isso.”


Por causa do capuz ele não podia ver a expressão da mulher quando ela se sentou mais rígida. “Você pode, por favor, me dizer o que aconteceu?” Ele finalmente perguntou. “Por que estou me sentindo tão mal?”


“Nós ainda estamos investigando.” Ela disse. “Mas assim que nós tivermos certeza, nós deixaremos você saber. Nesse meio tempo você precisa descansar. Sem mágica por pelo menos dois dias— o que não deve ser problema para um bruxo menor de idade.”


"Okay," Disse Harry.


A inominável se levantou e saiu do quarto como se flutuasse sobre o chão. Um momento depois Neville entrou. “Você está bem Harry?”


“Estou.” Murmurou Harry. “O que aconteceu?”


“Não tenho a menor idéia.” Disse Neville. “Eu lembro que o seu nariz começou a sangrar e a próxima coisa que eu me lembro é que todo mundo tinha ido embora e eu acordei na minha cama no dia seguinte.”


Quando ele disse isso, Harry percebeu que já era de manhã. “Então você não sabe o que aconteceu?”


Neville balançou a cabeça. “Não.”


Harry afundou de volta em seu travesseiro com um gemido.  “Eu não acho que vou ser uma companhia muito divertida hoje Neville, desculpe.”


“Não se preocupe com isso.” Disse Neville com um pequeno sorriso. “Eu vou trabalhar nas estufas por um tempo. Isso sempre me acalma.”


"Neville?"


"Sim, Harry?"


“Obrigado por... bem você sabe. Por ser meu amigo.”


Neville sorriu timidamente. “O prazer é meu Harry. Obrigado por ser meu amigo também.”


~~~~~~~~~~~~~~


Profundamente dentro das entranhas do Ministério da Magia, escondido de todos exceto dos membros mais privilegiados da sociedade mágica, ficava o Departamento de Mistérios. O departamento não respondia a ninguém no Ministério da magia Inglês, nem a nenhum ancião da Suprema Corte dos Bruxos da Inglaterra. Em vez disso o departamento operava sob as ordens da Confederação Internacional de Bruxos. Não havia sido sempre assim, mas após a tentativa de Voldemort de tomar o controle do ministério a Confederação Internacional de Bruxos queria manter algum tipo de controle/fiscalização sobre o governo mágico da Inglaterra, e o Departamento de Mistérios foi a ferramenta que eles usaram para conseguir isso. Dumbledore sendo o Supremo Mandachuva da Confederação Internacional de Bruxos tinha certa autoridade ali.


Aqueles sentados na mesa redonda na sala de conferências do departamento não eram inomináveis, mas os representantes de alguns dos mais poderosos blocos com direito a voto na da Suprema Corte dos Bruxos e no próprio Sabbat Inglês. Dama Augusta Longbottom, Dama Délia Griffin, Ancião Delbert Griffin, Ancião Algie Croaker e Ancião Arthur Weasley olharam para cima para ver os últimos três que chegavam à reunião.


Dumbledore praticamente brilhava para todos eles com mágica e idade, enquanto a inominável ao seu lado era o exato oposto, propositalmente escondida em sombras enfeitiçadas. Dos últimos três apenas Amélia Bones parecia uma bruxa normal.


Dumbledore se sentou com um suspiro audível após Amélia se sentar, enquanto a inominável permaneceu de pé. “Bem, parece que tivemos um dia agitado.” Começou o diretor.


“O garoto Potter fez uma verdadeira profecia.” Disse a inominável abruptamente. “Todos que a testemunharam e que não estão nesta sala foram obliviados seguindo o procedimento padrão. A profecia foi entregue ao Hall das profecias.”


Do centro da mesa um brilho apareceu seguido pela imagem do rosto do garoto, seus olhos virados para trás e seu cabelo esvoaçando com o vento mágico. Suas palavras vieram com uma voz de outro mundo: “O Lorde das Trevas está vindo. Aquele marcado como seu igual irá se erguer. O Sabbat se partirá em dois, os Covens irão cair, as Damas irão queimar, os anciões irão perecer. O Lorde das Trevas está vindo. Aquele que é seu igual e seu oposto irá lutar: um viverá e o outro morrerá!”


Madame Bones estremeceu. “Eu estava lá e ainda me dá arrepios.” Ela disse. “Lílian... Lílian chegou a ser confirmada como uma profetisa?”


“Nós não acreditamos que Potter seja um profeta.” Corrigiu a inominável. “Isso foi mais um evento oracular. Ele é um recipiente inconsciente para a magia, ao passo que um profeta tem consciência e conhecimento do que ele vê. O garoto mostrou todos os sinais de um oráculo após uma profecia— dor de cabeça, de estômago, sangramento nasal, ver auras e nenhum conhecimento do que foi que ele falou. Além disso, ele me disse que uma vez ele fez uma profecia menor sobre dois estudantes na frente de Minerva McGonagall. Nós acabamos de voltar da escola onde McGonagall confirmou o episódio.”


“E não Amélia, Lílian não era um oráculo pelo que nós sabemos.” Disse Dumbledore. “Ela, no entanto, tinha algumas habilidades proféticas. Ela me contou pessoalmente dois meses após o nascimento de Harry que ela não viveria para vê-lo entrar em Hogwarts. Ela viu a própria morte eu acredito, mas não suficientemente detalhada para mudar o que ela viu. De fato não é incomum para Aethers receberem lampejos do futuro. No ano passado, por exemplo, uma jovem Aether me contou que eu irei cair da torre de astronomia da escola, mas a queda não irá me matar. Eu achei isso encorajador, parece que sou mais resistente do que aparento.”


“Nós estamos nos desviando do ponto principal.” Disse Arthur Weasley, um homem atarracado com cabelos vermelhos que já começavam a cair. “O Lorde das Trevas está vindo. Alvo, certamente ele não está falando sobre... você-sabe-quem, está?


Alvo observou cuidadosamente todas as bruxas e bruxos ao redor da mesa. “O que eu vou dizer a vocês meus amigos, não pode sair dessa sala. Eu devo pedir que façam um Voto Perpétuo sobre isso, ou eu devo pedir para que saiam.”


“Você só pode estar brincando!” Disse Dama Délia acidamente.


“Dama Délia eu não estou brincando.” Ele disse calmamente enquanto a observava. “Nós temos três Covens representados aqui nesta sala. Minerva como Dama Proxy do Coven Dumbledore apóia qualquer forma de ação que eu acredite ser a melhor. O que eu tenho para dizer é muito importante para deixar ao acaso ou correr o risco de que vaze. Então, eu irei ter o Voto Perpétuo de vocês?”


“Você tem o meu.” Disse a Dama Augusta.


Délia se levantou. “Pois não terá o meu. É completamente inapropriado para um bruxo pedir tal coisa para a Dama de um Coven. No entanto, eu tenho fé em Delbert e na Dama Augusta. Se o que eles ouvirem os convencer a votar de determinada maneira, então eu irei apoiá-los.” Com isso ela saiu da sala.


Delbert a observou com os olhos estreitos antes de voltar sua atenção novamente para Dumbledore. “Você vai realmente exigir um Voto Perpétuo ou isso foi só pra tirar ela da sala?”


“Sim.” Disse Dumbledore com um sorriso brilhante.


Após os votos perpétuos serem feitos, Dumbledore descreveu para eles os eventos do primeiro ano de Harry, incluindo como a última descendente de Dumbledore havia dado a vida para salvar Harry. “Eu sei que há vários rumores sobre isso, mas o espírito se identificou especificamente como sendo Voldemort.” Disse Dumbledore. “E é por isso que eu aumentei as proteções contra espíritos do castelo e avisei os fantasmas para vigiarem e terem cuidado. Apesar dos fantasmas assustarem os alunos, eles tradicionalmente agem como guardiões contra espíritos do mal. Este espírito em particular passou despercebido por eles porque estava possuindo um hospedeiro vivo. E ao que tudo indica, não ouvimos sobre ele durante todo esse tempo porque ele não quer simplesmente possuir hospedeiros, ele quer um corpo só seu, algo que tem várias vantagens em relação a posseção: maior controle sobre a própria magia e sobre os próprios movimentos, capacidade de sentir prazer que ele não tem usando um corpo possuído. Ele não teria que se preocupar com rituais de exorcismo ou com lutar contra seu hospedeiro pelo controle do corpo. E claro, ele garantira o respeito e obediência de seus seguidores apenas com um corpo próprio.”


“Então os rumores eram verdadeiros? Se o caso é esse...” Começou Amélia. “Anciões, Dama Augusta, nós não podemos permitir que a verba do meu departamento receba mais nenhum corte! Eu já não tenho a verba necessária para pagar completamente o salário do pessoal que eu já tenho. Minha equipe sênior não teve um aumento de salário em dez anos e eu tenho aurores recebendo voluntariamente apenas três quartos do salário só para manter as despesas básicas necessárias para cumprir nossas responsabilidades.”


“Então talvez Amélia,” Disse Dumbledore, “seja hora de fazer sua voz ser ouvida.”


Amélia tamborilou um dedo sobre a mesa.


“O Coven Weasley ficaria honrado em ter você Amélia.” Disse Arthur. “Mas haveria um conflito de interesses, a minha chefe no ministério estar sob o comando da minha esposa como sua Dama.”


“Molly é uma alma amorosa e abençoada com fertilidade.” Disse Augusta. “Mas ela é muito, muito jovem para a posição dela. Sua falecida esposa Adeena, abençoada seja sua alma, tinha uma cabeça muito melhor sobre os ombros.”


“E ainda assim nosso Coven inclui todo o clã Prewett.” Disse Arthur ligeiramente ofendido.


“Seja como for,” Disse Amélia “Arthur está certo, eu não posso permitir um conflito de interesses. Honestamente eu estava considerando me juntar aos Griffins até que eu conversei com minha sobrinha. Felizmente o obliviador foi muito preciso e removeu apenas as memórias da profecia e dos momentos que se seguiram.”


"Oh?" Disse Dumbledore.


“Ela disse que Harry sugeriu que eu estaria mais bem servida no Coven Croaker, pelo menos no futuro próximo.”


“E por que isso?” Perguntou Delbert.


“Porque a sua esposa, Ancião Griffin, é conhecida por tomar ações contrárias à posição que seu Coven afirma estar alinhado — tradicionalista da luz.” Disse Dumbledore abruptamente.


“Não precisa me dizer, estou casado com a mulher por mais de um século.”


Arthur fungou assim como Augusta. “Será uma grande honra e um grande prazer dar as boas vindas à última Bones ao Coven Croaker.” Dama Augusta disse. “Eu irei postar o aviso pela manhã se você me der o seu juramento ainda esta noite, e amanhã por volta dessa mesma hora nós iremos reunir as Damas dos blocos tradicionalistas e progressistas da luz para votar essa questão contra os blocos das trevas numa reunião do Sabbat. Eu acredito que Aahuti Patil pode até mesmo alinhar o bloco imigrante a nosso favor se nós usarmos os movimentos de varinha certos.”


“Você vai ter meu juramento antes de irmos embora.” Disse Amélia. “E minha gratidão agora. Obrigada Dama Augusta.”


“De fato, obrigado a todos.” Disse Dumbledore. “Era meu desejo mais profundo que a ameaça de Voldemort estivesse liquidada, mas parece que ela está apenas começando de novo. Saibam que eu continuarei a proteger as crianças da escola com toda a minha mágica e com a minha vida. E se nós pudermos impedir esse corte de verba, talvez possamos impedir corte de aurores também.”


“Que a mágica permita que assim seja.” Jurou Arthur Weasley. “Eu não tenho um aumento de salário em uma década, e eu tive que pagar os estudos de sete filhos em Hogwarts!”


~~~~~~~~~~~~


Harry e Neville estavam no Beco Diagonal para as compras do novo material escolar. Eles estavam saindo da Floreios e Borrões quando os dois colidiram com algumas bruxas que estavam entrando. A pilha de livros de Harry se derramou pela rua enquanto Neville tropeçou.


“Ah não!” A garota mais a frente disse. “Me desculpe, você está... Harry?”


Harry olhou para cima e viu uma juba de cabelos castanhos e crespos e dois olhos castanhos brilhantes. “Olá Hermione!” Ele disse, antes de recolher o resto de seus livros e colocá-los em sua mochila. “Como está sendo o seu verão?”


“Bom, realmente bom.” Ela disse. Ela sorriu para Neville. “O de vocês também?”


“Foi bom.” Disse Neville sorrindo. “Harry ficou com a gente pelas últimas duas semanas. Foi divertido.”


“Isso é bom. Você se lembra da minha colega de quarto Deanna, e Justine Finch-Fletchley da orientação. E esta é Colleen Creevey. Você provavelmente não a conhece, já que ela vai começar o segundo ano.”


Justine sorriu timidamente. Ela era uns dois centímetros mais alta que ele ou Hermione. Colleen era uma garota pequena e efêmera que mal chegava aos ombros de Hermione e tinha uma expressão quase élfica em seu rosto estreito. Ela olhou para Harry com tanta adoração que ele estremeceu. “Bem, er, que classes opcionais você vai começar esse ano?” Ele perguntou a Hermione.


“Eu queria fazer todas elas, mas a professora McGonagall disse que eu tinha que escolher duas, então eu escolhi Aritmância  e Trato das Criaturas Mágicas.”


“Eu vou estudar Aritmância também.” Disse Neville. “E Trato das Criaturas mágicas também. A professora Kettleburn é considerada a maior autoridade do mundo em hipogrifos e outras criaturas grandes da fauna mágica.”


“Eu li sobre isso também!” Disparou Hermione.


“E quanto a você Harry?” Perguntou Justine. Atrás dela Colleen meramente acenou.


“Er, eu também me matriculei em Aritmância  e Trato das Criaturas Mágicas, mas mudaram meu horário.” Ele fez uma careta. “Me tiraram de Aritmância  e me puseram em Adivinhação.”


“Por que em nome de Morgana eles mudariam seu horário?” Perguntou Hermione.


“Eu não sei.” Disse Harry. “Apenas recebi uma nota me dizendo que eu estaria muito mais bem servido em Adivinhação.”


“Me parece ser um assunto um tanto quanto incerto pelo que me disseram.” Disse Hermione. “E eu ouvi algumas coisas horríveis sobre a professora Trelawney. Bem, você vai ter que me contar como é conforme for estudando.”


“Vocês já compraram os seus kits de poções?” Perguntou Deanna.


“Ainda não.” Disse Neville.


“Oh, nós também não.” Disse Hermione. “Por que nós não vamos juntos? Nossos pais estão lá fora na Londres trouxa, então nós temos muito tempo.”


“Bem, é que...” Começou Harry, que começou a imaginar imediatamente um monte de garotas sugando sua mágica.


Ele parou quando Hermione gentilmente tocou sua mão por um momento. Houve o choque imediato do contato, mas durou apenas um segundo. “Harry,” Ela disse, “eu não estou interessada em subjugar garotos. Eles nos mantiveram separados pelos últimos dois anos e eu sinto como se com isso eles tivessem nos impedido de sermos amigos. Eu só quero aquela amizade que tínhamos no começo de volta. Isso é tudo, eu prometo.”


“Além disso, Neville vai proteger você.” Disse Justine com uma risada.


“Mas quem vai me proteger?” Perguntou Neville.


“Eu vou!” Colleen saltou, falando pela primeira vez.


“Tudo, vamos lá então.” Cedeu Harry com um suspiro. Eles terminaram as compras juntos até que as garotas finalmente voltaram para comprar os livros que elas estavam para comprar quando trombaram com Harry e Neville. Vendo que a partir dali os caminhos dos dois grupos inevitavelmente iriam se separar Hermione disse, “Obrigado por nos acompanhar.”


“Foi um prazer.” Disse Neville com um tom jovial mutilado pelo timbre infantil de sua voz.


As garotas deram risadinhas antes de entrar na loja. Enquanto os dois garotos seguiram de volta para o Caldeirão Furado para pegar o Flu de volta para casa, Neville disse, “Ela fala muito.”


“Sim, ela fala.”


“Acha que ela é bonita?”


“Suponho que sim.” Disse Harry. “Mas acho que eu ficaria cansado de tentar acompanhar ela o tempo todo.”


Neville riu enquanto eles saiam do Beco Diagonal.


~~~~~~~~~~~~


Você me deve.


O homem imundo sentou em sua cela úmida equipada com um vaso sanitário, uma cama cheia de piolhos e nada mais. Ele se enroscou no canto mais distante da pesada porta de metal, seus braços enroscados em volta de sua cabeça. “Cale a boca.” Ele disse.


Você me deve. Você deveria ter me salvado. Morrido por mim.


“Eu disse cale a boca!” Gritou o homem antes de bater a cabeça contra a parede de pedra atrás dele.


“Cale a boca você Black!” Gritou um guarda do lado de fora da porta. “Você tem companhia.”


A porta se abriu revelando a luz bruxuleante de uma tocha sem fumaça acesa e a figura de uma silhueta feminina contra a luz. A pessoa entrou na cela e ao fazer isso permitiu luz o bastante em seu rosto para que ele pudesse ver quem era.


“O que você quer?” Rosnou Sirius Black.


Eliezeta Malfoy neé Lestrange, primeira esposa de Lúcio Malfoy e Dama do Coven Malfoy sorriu como se estivesse se encontrando com um estimado amigo. “E pensar que você poderia ser um ancião na Suprema Corte neste exato momento. Tantos Comensais da Morte livres por aí, perdoados por suas Damas, e você preso aqui nesse buraco. A Dama Proxy do Coven Black não deve gostar nem um pouco de você não é? Claro, ela não tem o seu talento.”


“O que você quer Eliezeta?” Ele disse novamente


Ela deu um passo mais para perto e se agachou até que estivesse a um palmo do rosto dele. “Você me deve.” Ela disse suavemente, imitando a voz na cabeça dele. “Nós realizamos uma sessão espírita e o mestre falou conosco. Você tem uma dívida Black. Pague sua dívida e seu irmão viverá.”


Sirius Black encarou longamente a mulher com uma expressão dura. “Você está mentindo. Régulo está morto.”


“Ele está vivo.” Ela disse. “Contrabandeado para o continente pelo ramo francês da família quando o mestre caiu. Ele não está bem, mas está vivo. O acordo permanece, mesmo com o atual estado do nosso mestre. Pague sua dívida e seu irmão será libertado para assumir o lugar de chefe da família.”


“Um pouco tarde para isso agora.” Ele disse


“O guarda está no meu bolso.” Disse Eliezeta. “Como você acha que eu sou capaz de manter alimentados meu querido irmão Rodolfo e sua prima Belatriz? Você vai estar por contra própria depois que passar por aquela porta, mas você é um homem cheio de recursos não é mesmo?”


“Eu odeio você sua vaca maldita.” Grunhiu Sirius.


“Tenho certeza que odeia.” Ela riu. “Se lembre de sua dívida Sirius.”


Ela se levantou, ajeitou a saia e andou imperiosamente para fora da cela. A porta se fechou, mas não foi trancada.


Você me deve.


“Cale a boca!” Gritou Sirius. De repente seu corpo se ondulou e mudou de forma para a forma de um grande cão negro. Com um grunhido e uma longa língua balançando para fora da boca, ele investiu contra a porta que se abriu sem resistência e ele correu por sua vida.


 

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