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7. Na Floresta Tropical


Fic: Harry Potter e os Mistérios de Hogwarts - quando a net voltar eu posto dois caps, prometo...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 7
Na Floresta Tropical:

A chave de portal lhes levara a uma floresta tropical velha, de arvores muito próximas umas das outras, de troncos largos, copas altas e galhos retorcidos, que em conjunto, bloqueavam praticamente qualquer iluminação solar permitindo apenas que eles enxergassem o suficiente para identificar onde pisavam.
Do meio das árvores um projétil prateado voou em direção aos dois passando alguns centímetros do pescoço do Weasley. Indo se enterrar numa arvore próxima, era uma flecha de prata com um bilhete amarrado na haste.




Corajosos e Honrados caçadores,
Felicito-os pela coragem notável ou pela falta de juízo completo de desafiar nossa digníssima família a um combate em troca de um dos nossos mais preciosos tesouros.
A Flecha é uma chave de portal é um presente que vos levara de volta ao seu país em segurança se quiserdes recuar, nossa recomendação é que aceite-a como uma oferta de um amigo.
Aviso que se arriscareis por sua própria conta e risco e a partir disso não o verei como amigo.
Jean-Louis Delacour





- Hã... Fleur me disse que tinha um tio chamado Jean-Louis que morava no lado Vezuelano da floresta amazônica, desde que veio com um trouxa francês rico (1) aqui e este descobriu um tal de “broto-cor-de-rosa” (2) ou coisa parecida.
- Isso quer dizer que estamos... - disse Harry.
- Isso mesmo estamos na floresta amazônica, o maior habitat do Dragão Dente-de-Víbora Peruano, segundo meu irmão Carlinhos e olha que ele entende de dragões.
- Mas não era para estarmos na França? – disse Harry
- A família da Fleur deve estar fazendo algum tipo de brincadeira a nossa custa com isso tudo, um tipo de caça ao tesouro, só que eles não sabem que sempre fui o melhor desfazedor de feitiços que o Gringotes já teve.
- Reducto - disse Harry apontando para a flecha que explodiu – Sem desistência nessa altura do campeonato!
- Assim que se fala! – disse Gui abrindo-lhe um sorriso pela primeira vez no dia.
Eles andaram na direção que a flecha foi disparada se orientando com o feitiço dos quatro pontos para não se perderem na escuridão da floresta e encontraram uma clareira e no meio dela havia um garoto sentado num tronco de madeira velho portando um arco com flechas de prata em sua aljava.
O garoto era mais novo e baixo que Harry, tinha uma cabeleira loira encaracolada e os mesmos olhos de Fleur.
- Meu nome é Miguel Delacour – disse o garoto rindo – parece que a prima escolheu bem melhor que imaginávamos. Vocês conseguiram chegar aqui sem um arranhão pelo visto, e também não voltaram correndo com a minha flecha.
- Eu devo duelar com você? – disse Gui olhando o tamanho do garoto.
- Como sou menor, minha mãe me desautorizou duelar, mas posso lhe propor um desafio. – disse Miguel – Na minha aljava eu carrego doze flechas de prata, vou lançá-las contra você, se você sobreviver até décima segunda sem usar magia eu me dou por derrotado, aceita o desafio?
- Você sabe que é meio-lobisomem, se alguma dessas flechas te acertar, você sabe o que pode acontecer... – disse Harry.
- Você já vai desistir? – disse o jovem Delacour maliciosamente ainda sentado no tronco.
- Desafio aceito. – falou Gui.
Uma flecha saiu velozmente do arco do rapaz loiro e passou raspando por Gui que desviou dela a tempo, graças aos reflexos lupinos que estavam começando a se aflorar por causa do dia de lua cheia.
- A primeira é só treinamento, garanto que as outras serão mais divertidas – disse o garoto sentado no tronco pondo outra flecha no arco e mirando o coração do Weasley.
A segunda flecha foi disparada três vezes mais rápido que a primeira descrevendo uma trajetória de fogo até Gui que mesmo com os seus reflexos não conseguiu evitar que sua capa pegasse fogo.
- Muito bom! Melhor do que eu esperava. – disse Miguel - Agora vamos melhorar a brincadeira.
O garoto se levantou do tronco e se pôs numa postura melhor para disparar suas flechas e logo várias flechas cortavam o ar, enquanto o Weasley desviava numa velocidade alucinante o garoto continuava a enviar mais e mais flechas até só restar uma.
- Nunca imaginei que isso fosse possível... – disse o garoto pasmo – mas essa última flecha é uma flecha encantada pelo próprio Merlin e está na família a gerações, dizem que ela nunca erra o alvo e sempre volta a seu verdadeiro dono. Eu mesmo a cobri com prata dos duendes para essa ocasião especial, agora morra.
O garoto colocou a flecha no arco e ela passou de um brilho prateado para azulado. Quando ele soltou a corda do arco o que aconteceu foi tão rápido que Harry só conseguiu enxergar por causa dos anos de treino como apanhador de quadribol da grifinória.
A flecha avançou velozmente em direção ao rosto do meio-lobisomem e tudo o que ele teve tempo de fazer mesmo com todos seus reflexos de lobisomem foi estender uma das mãos.
A flecha se encravou em sua mão direita, atravessando-a.
- Se não se pode desviar, pode-se ser atingido em um local que me não vai atrapalhar muito – disse Gui retirando a flecha da mão e devolvendo-a ao garoto loiro que ficou surpreendido com o ato.
- O poder da flecha a faz retornar a você, agora se rende?
O garoto começou a rir descontroladamente.
- Claro! – disse o loiro sinceramente – Prima Fleur sempre soube avaliar bem as pessoas, venham serei seu guia por essa floresta.
O garoto loiro avançou por uma trilha escondida em meio a arbustos espinhosos enquanto Harry via Gui.
- Você está bem? – perguntou Harry ao Weasley
- Por enquanto sim, mas a prata me afeta e demorará de cicatrizar - disse Gui olhando penosamente para a mão – Estou temporariamente inutilizado de uma mão, mas essa não é a mão da varinha.
– Tenha cuidado por que não sabemos exatamente o quanto a prata te afeta – falou Harry
– Por enquanto só vamos seguir o garoto, ele pode nos levar até uma armadilha, mas conseguiremos escapar dela. - falou Gui
Então os dois rapazes se embrenharam nos arbustos espinhentos da trilha atrás do garoto loiro.
Depois de alguns minutos na trilha Harry e Gui já estavam arranhados, sujos, com as vestes rasgadas e cabelos com pedaços de folhas e galhos, mas continuavam atrás do rapaz loiro até chegar a outra clareira onde estavam mais dois rapazes loiros muito parecidos com o menor.
- Muito Prazer, nossos nomes são Pedro e...
- ...Paulo Delacour, ao seu dispor.
Quando chegaram mais próximo aos rapazes eles notaram que Pedro e Paulo Delacour eram tão parecidos que mal se podia diferenciar os dois.
- Como podem ver... – disse Pedro.
- ...Somos Gêmeos – disse Paulo.
- Perdoe meu irmão é que ele costuma....
- ...terminar as minhas frases...
- ...só por que ele é...
- ...dois minutos mais velho.
Pedro Delacour estava claramente insatisfeito com o fato de seu irmão completar as frases com tanta perfeição que amarrou a cara.
- Mas acho que você não veio para tomar um chá conosco e sim para um duelo. Não vejo o porquê de não fazemos um duelo duplo. Eu meu irmão e você e seu padrinho – disse Paulo.
- Realmente preciso ganhar algum tempo – disse Gui – você concorda Harry?
- Lógico! Já estava ficando entediado. – respondeu o rapaz.
Os quatro tomaram posição sob o olhar atento do loiro menor que ficou só olhando a cena em cima de uma arvore num dos lados da clareira.
Eles fizeram uma reverência, deram alguns passos de distancia e contaram:
- Um... Dois...Três...
- Estupefaça! - gritaram os dois gêmeos ao mesmo tempo lançando raios vermelhos da ponta de suas varinhas.
- Protego - gritou Harry.
Os feitiços de estuporamento bateram no feitiço escudo refletiram estuporando os gêmeos.
- Empalados pela suas próprias espadas! – disse Harry
- Belo feitiço escudo, Harry!
- Que nada, eles que são péssimos duelistas.
- Eu disse para eles não tentarem duelar, que imbecis esses meus irmãos, só porque completaram 22 acham que são os tais, mas até eu faria melhor num duelo – murmurou Miguel Delacour enquanto descia da árvore – venham vou levar à sua penúltima parada aqui.
Eles foram agora por uma trilha mais larga e sem arvores ou arbustos, porém com uma leve inclinação.
Depois de uns quinze minutos de caminhada eles se depararam com um paredão de rocha viva na frente deles.
- Essa é uma chapada, seu destino está em cima dela, é só escalar. – disse o jovem Delacour.
- Subir isso aí? – disse Gui
- Ou sobe ou se manda – disse o garoto mal criadamente.
- Nós subimos! – respondeu Harry antes que Gui azarasse o garoto.
- Você não precisa fazer isso Harry.
- Eu sei, mas vou fazer assim mesmo.
Eles gastaram mais uma meia hora subindo o paredão rochoso e quando eles estavam alcançaram o topo viram uma figura familiar.
- Como você chegou aqui? – perguntou Gui para Miguel.
- Eu dei a volta. – respondeu Miguel maliciosamente.
- Aonde vamos agora? – perguntou Gui querendo não perder a paciência com o garoto loiro.
- Sigam aquele caminho em direção a floresta para achar meu irmão Antônio. Se vocês sobreviverem, é só seguir em frente que chegarão à nossa casa onde meu pai aguarda vocês com uma chave de portal.
- Então vamos logo! – disse Gui pressuroso.
Harry e Gui seguiram pela trilha indicada para dentro de uma floresta cada vez mais densa e escura, entre as árvores barulhos como de respiração eram ouvidos e vários rugidos de feras coléricas soavam distantes.
- Meu nome é Antônio Delacour e esse é o centro da floresta das trevas amazônica lar dos terríveis dragões dentes-de-víbora peruanos – disse um homem loiro mais velho que Gui que apareceu do nada no meio do caminho.
- Aqui é o terceiro maior ninho dessa espécie e como sabem ninhos de dragão são áreas restritas por leis mágicas e por isso não há possibilidade de aparatação – disse mais o loiro. – Esse será o túmulo de vocês, boa refeição meus bichinhos. – e o loiro desapareceu assim como surgira.
Quando ele terminou de falar isso dois dragões de quatro metros, cor acobreada e com caninos enormes e salientes que escorriam uma secreção amarelada e mortal colocaram suas horrendas cabeças para dentro da trilha.
As bestas sussurravam e chiavam excitadas umas para as outras sobre a refeição que teriam. Gui tentou se afastar, mas notou que atrás deles também havia outro dragão emergindo para a trilha.
Harry, porém, não se movera, pois entendia perfeitamente o que as bestas falavam, pois era língua de cobras, mas ele tinha que ser cuidadoso pois convencer cobras não seria o mesmo que convencer dragões.
- <<< Vamos devorá-los agora!>>> - disse o dragão maior
- <<< Não, vamos levá-los a matriarca!>>> - chiava um dragão caolho.
- <<< Se levarmos para matriarca teremos que dividir, mas se comermos aqui ninguém vai saber>>> - chiava o primeiro.
- <<>> - disse o mais magro o que fez o caolho concordar relutantemente
- <<< Somos apenas dois e temos pouca carne, vocês são três e grandes, um de vocês acabará não comendo nada>>> - disse Harry
- <<< Ele nos compreende>>> - disse o dragão maior.
- <<< Ele está certo eu fico com o de cabelo vermelho e vocês decidem quem come o outro>>> - disse o dragão mais magro
-<<< Vocês vão deixar que ele mande em vocês?>>> - disse Harry instigando uma briga.
- <<< Claro que não eu é que devoro o maior porque sou o maior, você se quiser que devore o outro>>>.
- <<< Você vai ficar de fora?>>> - perguntou Harry ao dragão caolho
Logo os três dragões estavam numa furiosa briga ferrenha que fazia o chão tremer e as arvores se incendiarem.
Os dragões já haviam se esquecido dos dois jovens buxos o que deu tempo mais que o suficiente para que Harry e Gui fugirem sem ser percebidos.
Quando estavam numa distância razoavelmente segura dos dragões Gui voltou-se para Harry e perguntou:
- Como você fez aquilo?
- “Há mais coisas entre o céu e a terra que compreenderia sua vã filosofia, Horácio.” (3)
- Hãm?
- Deixa pra lá, é o seguinte aqueles dragões estavam falando em língua de cobras, então, como sou ofidioglota, foi só coloca-los uns contra os outros.
- Acho que entendo – disse Gui – Mas vamos ter uma conversa com Carlinhos, ele me disse uma vez que o dragão-dente-de-víbora peruano se comunicava por uma linguagem estranha que parecia com a ofidioglotia, mas, até hoje, não havia no mundo nenhum livro bruxo com provas de que algum ofidioglota confiável já tenha chegado perto o suficiente de um monstrengo desses para confirmar a história.




Depois de alguns minutos de caminhada pela floresta o terreno se abriu para uma nova clareira maior e tão ampla que caberia um estádio de quadribol dentro e ainda sobraria espaço.
Eles seguiram a trilha que saia da floresta até encontrar um velho casebre de madeira com aparência de ruína e abandono que surgia ao final da trilha.
Gui e Harry resolveram entrar, mas ao tentar encostar-se à maçaneta porta ela se abriu revelando uma criatura com orelhas de morcego, olhos do tamanho de bolas de tênis e intensamente azuis e nariz pontiagudo.
A criatura estava enrolada em um pano que, ao contrário dos outros de sua espécie, brilhava branco como novo, a criatura era um Elfo doméstico.
- O Sr. e Sra. Delacour não os esperavam tão cedo, mas ficariam gratos por recebe-los em sua sala de visitas. Como devo anunciá-los? – perguntou o Elfo.
- Anuncie-nos como Guilherme Weasley e Harry Potter. - disse Gui
- Ha-Harry P-Po-Potter – disse o Elfo parecendo pela primeira vez avaliar o garoto menor – A que devemos essa ilustre visita?
– Eu sou apenas o padrinho - disse o garoto corando
– Entendo... Dibbis saber que Harry Potter é grande amigo de Srta. Fleur é verdade?
– Sou sim. - disse Harry encabulado.
– E é verdade que Harry Potter salvou pequena Srta. Gabrielle de se afogar no lago.
– É verdade também – disse Harry que nessa altura estava tão vermelho que os cabelos de Gui.
– Então Dibbs tem muito a agradecer ao grande e generoso Harry Potter, Dibbs está muito feliz de tê-lo aqui – e então o elfo desaparatou na fente dos rapazes deixando-os a sós por algum tempo.



Por dentro a casa era muitas vezes maior e mais luxuosa que o mais lunático trouxa poderia supor olhando lá de fora, na verdade só no salão de entrada caberia toda a casa dos Dusley.
A sala era ricamente decorada com sofás confortáveis em uma disposição estratégica próximos a grandes janelas que revelavam um jardim com plantas tão terríveis e mortais que nada deixariam a desejar as plantas da estufa 3 de Hogwarts.
As janelas por sua vez iam do chão ao teto que deveria estar a uns 9 metros de altura. Do teto pendiam candelabros de cristal de onde pendiam velas acesas que lançavam uma aparência mais austera e nobre aos móveis e estátuas de mármore e cobre que se espalhavam na sala como se fosse uma enorme exposição de arte.
Mais ao fundo no salão podia-se ver uma enorme pista de dança com um palco que mostrava um piano de calda branco abandonado.
Porém antes de que Harry pudesse contemplar plenamente o aposento da casa um estampido foi ouvido e surgiu novamente Dibbis, o elfo doméstico.
– Sr. Potter e Sr. Weasley, por favor me sigam, os Sr Delacour os convida para subirem ao salão de refeições. - disse o Elfo com ar de importância
Os rapazes seguiram o elfo que atravessou o salão sem ligar para nada em sua volta, o elfo estalou os dedos e uma porta surgiu onde outrora fora uma parede sólida. Quando as portas se abriram deram de cara com um pátio interno com uma fonte com chafariz de onde figuras de Veelas faziam água jorrar de varinhas que elas seguravam.
Quando chegaram ao final do pátio interno se depararam com uma enorme porta dourada que abriu com mais um estalar de dedos do elfo doméstico.
Eles seguiram por um corredor ladeado de imponentes armaduras de batalha medievais expostas uma ao lado das outras.
- Esses são os protetores da propriedade, se vocês viessem sem ser convidados eles os teriam atacado e não seria nada bom – disse o elfo em voz baixa.
No final do corredor eles depararam com uma escada talhada na rocha por mãos muito hábeis e por fim pararam em frente de um grande portão que tinha um brasão de uma Veela grande e aterrorizante e duas varinhas cruzadas.
O elfo se adiantou, tocou no portão e disse algumas palavras em voz baixa que nem Harry, nem Gui com seus sentidos apurados de lobisomem pode entender e então as portas se abriram deixando passar uma grande quantidade de luz que ofuscou a visão dos rapazes por um momento.
O salão era incrível, feito de puro cristal que brilhava sobre a luz matinal dos Equador que passava pelas janelas e clarabóia no teto da casa.
Ao fundo do salão encontrava-se uma grande família de loiros de olhos azuis e pele bronzeada sentada numa mesa do tamanho de uma das mesas das casas de Hogwarts, porém feita de cristal.
Ao todo eram 13 pessoas à mesa sendo 8 mulheres e 5 homens, sendo que quatro deles já eram conhecidos dos rapazes.
Antônio, Pedro, Paulo e Miguel estavam boquiabertos com o fato deles estarem vivos e não esboçavam nenhuma reação, as mulheres belas como Veelas, ao contrário murmuravam entre si contra a aparência reprovável dos rapazes e o rosto cheio de cicatrizes de Gui. E na cabeceira da mesa se sentava um homem de cabelos louros parcialmente grisalhos e um cavanhaque volumoso, seu rosto mostrava que um dia já fora belo e seus olhos eram de um intenso azul, esse era Jean-Louis.
Quando se aproximaram da mesa a garotiha menor pulou da cadeira e avançou para cima de Gui com extinções homicidas.
- Eu te pego! Você enfeitiçou minha prima Fleur, minha prima preferida! – disse a garotinha enquanto era contida pela irmã mais velha.
- Desculpem-me por causa da Liz – disse a irmã mais velha – nessa idade às garotas tem problemas para controlar a magia veela.
- Anuncio os Srs. Guilherme Weasley e Harry Potter. – disse Dibbs que estava chegando ao lado dos rapazes.
Nesse momento o salão virou uma bagunça, os filhos de Jean-Claude começaram a pedir autógrafos e perguntar a Harry sobre a sua vida.
- È verdade que você ganhou o torneio Tribuxo, com 14 anos?
- É vedade que você salvou a nossa prima Gabrielle do lago?
- É verdade que você foi criado por seus tios trouxas?
- É verdade que você não tem namorada?
Harry tentava responder a todas as perguntas o mais calmamente possível, mas á última pergunta ele recusara-se terminantemente a responder, mas a pergunta teimava em ser refeita por outra Delacour esperançosa que lançava, ao mesmo tempo que perguntava, sua magia veela sobre o rapaz, que por sua vez teve que desviar os olhos de uma ou outra Delacour para evitar ser envolvido pela magia veela.
A caçula dos Delacour ainda firmemente segura por sua irmã, se jogava agora em direção a Harry e, dessa vez, sua intenção não era bater...
- É o Harry Potter! Ai... Me solta Violeta – dizia a menina sem conseguir se desvencilhar da irmã.
A confusão continuou sobre o olhar entretido de Jean-Louis Delacour que não se movia um músculo para evitar o assédio gratuito dos filhos aos convidados.
Até que uma mulher entrou no salão, ela era diferente do resto da família, ela tinha cabelos e olhos negros como a noite e aparência de descendente indígena, seus modos eram como de uma rainha e suas belas vestes prateadas ofuscavam o brilho do resto do salão.
Assim que entrou no salão seus olhos severos varreram a sala e todos seus filhos sentaram-se de volta aos seus lugares a mesa. Depois de algum tempo encarando seriamente seus filhos ela se dirigiu aos visitantes:
- Sejam bem-vindos viajantes de terras distantes, sei que não é fama ou fortuna que os trazem ao meu país, mas não será por terem corações humildes que lhes negarei a hospitalidade de minha casa. Ao fundo do salão temos dois quartos com banheiros, vocês poderão tomar banho e se arrumarem para continuar sua jornada, não se preocupem com suas roupas, pois os elfos-domésticos as levarão a vocês.
Harry e Gui tomaram um relaxante banho quente e se vestiram das belas vestes que os elfos deixaram nos quartos durante o banho, as roupas de Harry eram verde vivo, e enquanto as de Gui eram de um azul vistoso.
Quando entraram novamente no salão de visitas a reação da família foi totalmente diferente, todos prestavam atenção a eles como se fossem visitas respeitáveis que eles ansiosamente esperavam.
O Sr. Jean-Louis Dealacour se levantou de sua mesa e começou uma série de apresentações da maneira mais polida que podia:
- Minha Mulher Miriam Sant’anna Delacour, rainha e sacerdotisa de seu povo na mais sagrada e bela cidade de ouro.
Miriam se levantou e cumprimentou os visitantes, ainda revelando sua pose magistral de rainha.
- Minha filha mais velha, Rosa Delacour, Curandeira-Chefe do hospital de La Paz.
A mulher loira mais velha se levantou e fez uma reverência.
- Vocês já devem conhecer meu filho Antônio, ele é Auror no Brasil e atualmente está fazendo um curso para ingressar no 3º Regimento da Infantaria Sul-Americana. A tropa de elite de combate de Criaturas e Bruxos das Trevas no nosso continente – falou o homem orgulhosamente – vocês já devem ter ouvido falar nela, não?
Antes que eles tivessem possibilidade de responder Antônio se levantou e cumprimentou-os da maneira Cortez, mas fazendo pouco esforço para não demonstrar sua antipatia pelos rapazes.
- Minhas filhas Jasmim e Margarida Delacour, Curandeiras do hospital de La Paz.
Outras duas belas loiras se levantaram e cumprimentaram os rapazes.
- Apresento a vocês também minha filha Dália, a melhor artilheira do Time dos Jacarandás Amazônicos.
Uma loira alta de compleição atlética se levantou e cumprimentou Harry e Gui.
Vocês também devem ter conhecido os gêmeos, exímios herbologistas, mas péssimos duelistas. Eles são os artistas responsáveis por nosso amistoso jardim.
Os Gêmeos se levantaram e fizeram um cumprimento muito irônico e voltaram a se sentar.
- Violeta Delacour a melhor caçadora dessa região.
A loira que estava segurando anteriormente a sua irmã caçula fez uma reverencia.
- Camélia e Orquídea Delacour, formadas este ano na Beauxbatons e as mais novas bruxas-estagiárias do Visionário-diário do Chile.
Das loiras sorridentes se levantaram e deram um belo sorriso encarando os rapazes.
Miguel é meu filho varão mais novo, ele estuda na Beauxbatons, está atualmente no 4° Ano e será o próximo caçador da família.
- E ai? Sem treta né rapazes? – disse o garoto esboçando um cumprimento.
- E por fim minha adorada minha querida Flor-de-Liz.
- Chame-me apenas de Liz papai, eu já te disse isso! – protestou a caçula da família, mas logo depois acenou para os rapazes – Er... Oi Harry!
- E eu pensava que tinha uma família grande! – disse Gui numa altura que apenas Harry pode escutar
O que Harry podia concluir, além de que a mãe era a voz de comando na casa, foi que o Sr. Delacour tinha a estranha mania de colocar nomes de flores em suas filhas era que de alguma maneira toda essa pompa e apresentação era uma desesperada tentativa de intimidação.
- Venham meus rapazes, venham! – disse Jean-Louis conduzindo-os a mesa – o último desafio que lhes concedo é me derrotar numa partida de xadrez de bruxo, se me vencer eu me lhes darei a chave de portal para irem embora, senão, que voltem á pé, pois sei que destruíram a flecha que encantei. – e Jean-Louis abriu um largo sorriso de escárnio – As Prateadas começam.




Definitivamente o homem não sabia o que estava propondo, ele até que era muito bom jogador de xadrez bruxo, mas desafiar um Weasley para um jogo de xadrez de bruxo e esperar vencer é tão inteligente quanto desafiar um dragão para um duelo e esperar sobreviver.
Depois que o homem sofreu de uma humilhante derrota que Gui lhe infringiu com um mirabolante xeque envolvendo um bispo uma torre e um pião ousado. Jean-Claude pareceu bem mais humilde sem aquele sorriso zombeteiro no rosto.
- Bom assumo que não posso impedi-los de continuar, mas não se enganem, meus irmãos não os deixarão passar tão facilmente e com certeza vão se arrepender de querer a mão da mais querida neta de Elvira, a Veela Dourada. – ameaçou o anfitrião.
Depois disso Jean-Louis entregou uma garrafa de leite aos rapazes e se despediu. No mesmo momento eles sentiram o solavanco e a sensação de descer pelo buraco do ralo.

N/A: E agora onde eles irão parar com essa nova chave de portal?

Terminei em suspense de Novo, mas a ação pelo menos é garantida, não?

(1) Jaccques Custou.
(2) Boto-cor-de-rosa. (mamífero marinho da mesma família que os Golfinhos)
(3) Referência a Hamlet de Wilian Sheakespeare.

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