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9. Consequências


Fic: Pássaro de Fogo 1- O filho do Pássaro de Fogo - Fic Completa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Notas:


Sabbat: é um encontro daqueles que praticam bruxaria e outros rituais.  Aqui será o grupo formado pelas Damas de todos os Covens de um país.


Nesse universo não haverá horcruxes ou a profecia de Trelawney para Dumbledore. Isso é claro acrescenta mais um mistério a trama. O que diabos Voldemort queria ao ir atrás dos Potter?


~~~~~~~~~


Harry ficou ciente das cores primeiro — cores brilhantes e cintilantes, dançando na borda de sua consciência, como um arco-íris pulando para dentro e para fora de sua percepção. Conforme as cores ficaram mais brilhantes elas começaram a desenvolver forma, até que finalmente assumiram uma forma semelhante à de um fantasma— uma aglomeração de magia pulsante e brilhante se organizando numa forma que lembrava o vago esboço de uma pessoa, com bolas de magia aonde seriam os olhos. Uma segunda forma pairou a alguns passos na escuridão dos olhos fechados de Harry— mas está não era nem de longe tão brilhante quanto à primeira.


Quando as cores se solidificaram ele ficou ciente de outra sensação — som.  Com a percepção do som veio à clareza das vozes e da precisão das palavras: “... vassoura enfeitiçada!”


A voz se parecia com a da professora McGonagall e parecia vir da silhueta de mágica menos brilhante.


“Disso eu não tenho dúvida.” Disse uma segunda voz, que soava antiga e seca, e ainda assim havia poder atado aos tons dessa voz e isso fez Harry se sentir confortado. Ele então percebeu que a voz era do diretor, que estava sentado em sua cama. “pelo que eu observei o Sr. Potter aprende com seus erros. Sendo jogado para fora da vassoura pela primeira vez eu nunca o vi permitir que isto acontecesse de novo. Além disso, a vassoura para no lugar perfeito para dar aos batedores um bom tiro. Se não fosse a ação rápida do professor Snape nós poderíamos ter perdido o garoto.”


“Mas quem?” Disse McGonagall.


“Eu tenho apenas suspeitas e nenhum jeito de prová-las.” Disse Dumbledore. “Mas nós sabíamos dessa possibilidade. O testamento de Lílian explicava a necessidade de colocar o garoto para viver com sua irmã Petúnia. Ela sabia que tinha inimigos, e não seria tão surpreendente que estes mesmos inimigos voltassem sua atenção para o jovem Sr. Potter. Dada a história de Petúnia com mágica, eu sabia que nunca seria um lar carinhoso para o rapaz, mas ao menos ele estaria seguro daqueles que realmente lhe desejavam ferido ou morto.”


“Até agora.” McGonagall observou sombriamente.


“De fato, até agora. E parece que o nosso jovem paciente está acordado. Você pode abrir os olhos agora Sr. Potter.”


Os olhos de Harry se abriram de uma vez, apenas para se espremerem e se fecharem novamente quando a luz de toda a mágica na sala fluiu até o seu cérebro. Ele começou a murmurar o que leu no livro de sua mãe, logo na primeira página do mesmo e quase imediatamente o fluxo diminuiu e se tornou algo tolerável e ele abriu os olhos de novo.


Ele viu McGonagall em pé ao lado de uma cama simples em um salão cheio de camas similares — a ala hospitalar ele supôs. Lentamente ele se virou e viu Dumbledore de perto pela primeira vez e se sobressaltou com a mágica do homem que parecia estar sob a sua pele fazendo-o parecer quase translúcido — como um fantasma. “Você é um fantasma?” Ele perguntou com a garganta seca.


“O quê?” Perguntou McGonagall.


Dumbledore, no entanto, sorriu. A mágica em seus olhos faiscava e brilhava, e pareceu quase alcançar Harry. “Eu sou muito velho Harry.” Disse Dumbledore em uma voz gentil. “Conforme nós envelhecemos nossa mágica fica mais obvia para aqueles que podem notá-la, enquanto a mesma mudança também acontece com nossos corpos. Então eu pareço um fantasma para você?”


“Desculpe senhor.”


“Nenhum problema meu caro. Sua mãe disse que eu parecia uma árvore de natal na primeira vez que me viu. E neste verão eu tive o prazer de encontrar uma jovem Aether que vai começar em Hogwarts ano que vem e ela disse que eu pareço com um heliopata. É melhor ser visto como uma luz única, do que não ser visto no final, não acha?”


“Sim senhor.” Harry disse rapidamente. Seus ombros caíram quando ele olhou para McGonagall. “Sinto muito que tenhamos perdido professora.”


“A temporada apenas começou Sr. Potter.” Ela disse. “No entanto, foi um jogo particularmente brutal e professora Hooch tirou muitos pontos dos sonserinos por causa da conduta deles. Ganharam a vantagem no campeonato de quadribol e a perderam na copa das casas. Mas dada à situação, eu vou entender se você quiser esperar um ano ou mais para voltar a jogar.”


“O quê? Não!” Falou Harry rapidamente. E então se lembrado de com quem estava falando disse em tom mais calmo. “Eu quis dizer não obrigado, professora. Eu gostaria de continuar jogando se eu puder.”


“Eu estou feliz em ouvir isso Sr. Potter.” Disse McGonagall. “Não se preocupe. Eu não apenas confio em você como tenho fé. Se não este ano, então no ano que vem. Mas eu não tenho dúvida de que você deixará Grifinória orgulhosa.”


“Obrigado professora.”


Corando Harry para suas mãos em seu colo — elas pareciam pequenas comparadas às mãos pálidas e sem pelos do professor Dumbledore. Suas mãos não se moviam, nem mesmo tremiam. “Professor alguém realmente tentou me machucar?”


“Você ouviu?” perguntou McGonagall.


Harry acenou afirmativamente.


“Eu temo que sim Harry.” Disse Dumbledore gentilmente. “A professora McGonagall chegou a discutir com você como os seus pais realmente morreram?”


“Rony me falou um pouco sobre isso.” Harry admitiu. “Você-sabe-quem...”


“Chame-o de Voldemort Harry.” Disse Dumbledore. “Não tenha medo de um nome.”


“Certo, então Voldemort veio a nossa casa e matou minha mãe e meu pai, mas quando ele tentou me matar o feitiço ricocheteou de volta para ele e ele se explodiu.”


“Sucinto, e um tanto quanto impreciso.” Disse Dumbledore. “Você tem que entender que era uma época horrível. Voldemort visava principalmente bruxos, não apenas como suas vitimas, mas também para serem seus apoiantes e servos. No auge da guerra ele já tinha quase metade dos bruxos do Reino Unido lutando por ele, com ainda mais bruxos cruzando o Canal da Mancha vindo do continente para cá para lutar por ele. Ele quebrou os Covens, convenceu bruxos a lutarem contra suas bruxas, até mesmo suas próprias esposas em alguns casos. Nossa sociedade estava paralisada pelo grande número de pessoas que o apoiou. Parecia que ele ia vencer e que sua vitória traria o fim da sociedade mágica como a conhecemos.”


“O que aconteceu?” Harry perguntou preso a história.


“Bem, é aqui que a história fica interessante.” Disse Dumbledore mudando para o tom de um contador de histórias magistral. “Voldemort estava atrás de alguma coisa. Nós não sabemos o que, mas ele parecia acreditar que seus pais tinham o que quer que fosse. Ou talvez ele temesse que Tiago formasse um novo Coven. Aethers algumas vezes são conhecidos como atuadores, já que freqüentemente podem aumentar o poder do seu parceiro através da ligação mágica. Considerando que sua mãe era uma, era possível que ela superasse seu ciúme e ajudasse Tiago a se ligar a outras três bruxas. Isso iria formar um novo Coven, com representação na Suprema Corte dos Bruxos. Poderia ser o suficiente para alterar a balança de poder na Suprema Corte dos Bruxos e até mesmo nos Sabbats, dando a Ministra Bagnold o poder político que ela precisava para levara luta até Voldemort. Independentemente de suas razões, ele optou por fazer de sua família um alvo.”


Harry se sentou tão completamente absorvido na história que nem notou Madame Pomfrey andando ao redor da cama para checá-lo. “O que aconteceu depois?” Ele perguntou. Alguma parte pequena e irracional de sua mente tinha esperança de que o diretor iria lhe dizer que eles derrotaram Voldemort e viveram felizes para sempre após isso, apesar de que a parte racional de sua mente sabia que isso era besteira.


“Seus pais tiveram que se esconder, mas foram traídos pelo seu mais querido amigo. Voldemort os encontrou e então seu pai lutou um incrível duelo — dava para ver os sinais nos danos causados naquele dia na sala de estar da casa. Tiago era talentoso e poderoso, e a mágica forense provou que ele conseguiu deixar Voldemort terrivelmente ferido. Infelizmente Voldemort tinha passado por muitos rituais de magia negra para aumentar o próprio poder e ele sobrepujou Tiago. Mas ele cometeu um erro, um erro comum a muitos bruxos. Ele assumiu que todo o poder estava em Tiago e não esperava que Lílian fosse quase tão poderosa quanto seu marido. Além disso, Lílian empregou várias magias baseadas em Aethers que ela mesma pesquisou e aperfeiçoou. Magias contra as quais Voldemort tinha poucas defesas.”


“Você tem que entender que o que se sabe do que aconteceu a seguir é especulação, mas modéstia a parte meus palpites tendem a ser melhores do que os da maioria. Eu acredito que sua mãe lutando para te salvar empregou magia da lama.É um tipo terrível de mágica, considerada por muitos como arte das trevas, mas empregada neste caso com o mais puro amor. Ela fragmentou a própria alma, banhando você na energia resultante e enfraquecendo a alma de Voldemort no processo. Fazer isso acabou por matá-la, mas ao mesmo tempo destruiu os efeitos de vários dos rituais e mágicas que Voldemort tinha feito sobre si mesmo. Ao vê-la morta ele se considerou vitorioso, tenho certeza disso, e então ele virou a varinha na sua direção. Foi então que ele aprendeu o quão poderosa, talentosa e brilhante era sua mãe.”


“O que aconteceu?” Ofegou Harry.


“O ato de lançar a maldição da morte fragmenta a alma daquele que a lança. É um feitiço que requer puro ódio para ser lançado. Voldemort sendo uma criatura de ódio, não tinha nenhum problema ao usá-la. No entanto, ao fazer isso aquela noite após ser enfraquecido sucessivamente pelo duelo contra Tiago, e pelo ritual de Lílian, o baque extra de ter a alma fraturada ao lançar a maldição acabou com qualquer defesa ou energia que ele tivesse restando. O feitiço se tornou uma energia alto destrutiva que bateu no escudo de alma que sua mãe te deu e ricochetou de volta para ele, destruindo seu corpo do mesmo modo que o feitiço partiu sua alma. A explosão destruiu o quarto inteiro, exceto o canto onde estava o pequeno bebê que sobreviveu milagrosamente.”


O velho bruxo se inclinou para frente e passou um dedo seco e semelhante a couro na bochecha de Harry, recolhendo uma lágrima que escorria. “Desde aquele dia, muitos bruxos chamam você de o menino que sobreviveu, a única pessoa a ter sobrevivido à maldição da morte. Isso é de fato verdade, mas os verdadeiros heróis aquela noite foram Lílian e Tiago Poter.”


“Obrigado por me contar.” Disse Harry finalmente, quando pode acharas palavras. “Ninguém nunca me contou a história inteira antes.”


“Então é meu prazer ser capaz de fazê-lo. Leia o livro que a professora Burbage lhe deu. Sua mãe era uma bruxa verdadeiramente excepcional, e ela lhe deixou um legado que irá lhe fazer muito bem quando você for mais velho. Nesse meio tempo, saiba que eu e os outros professores estamos trabalhando para garantir sua segurança. Apenas lembre-se de ficar com seus amigos e não deixar o castelo sem supervisão.”


“Sim professor!”


“Bem, ele está curado é pronto para ir.” Disse madame Pomfrey atrás do garoto. “Você se machucou num domingo então não perdeu nenhuma aula, mas você vai estar um pouco dolorido amanhã, esteja avisado.”


“Obrigado Madame Pomfrey!”


“Bom Harry, eu preciso ir.” Disse Dumbledore. “professora McGonagall irá te escoltar de volta para o seu dormitório. Fique bem e tenha uma boa noite.”


“Obrigado professor!”


~~~~~~~~~


“Sr. Potter” Disse McGonagall. “Antes de entrar na sala comunal. Você deve estar ciente que Olívio e eu removemos a Srta. Johnson do time principal por um período de tempo indeterminado. O substituto dela será o Sr. Lino Jordan, um amigo de Fred e Georgina. Durantes os testes ele foi o segundo e melhor e eu sinto que ele será uma boa adição ao time.”


“Mas por que...?”


            “Ela te colocou em perigo Harry, logo antes do jogo.” Disse McGonagall. “Eu disse a ela para manter distância e em vez disso ela praticamente te atacou no seu caminho para fora do salão principal. Por isso ela foi rebaixada para jogadora reserva. Mais uma violação e ela será permanentemente banida do time.”


“Sim senhora.”


McGonagall lhe deu um tapinha no ombro. “Eu também não quero que se sinta mal sobre o jogo. Nosso time é jovem — nós vamos melhorar.”


“Sim professora.”


“Sr. Potter eu temo que haja mais uma coisa que tenho que falar e pode ser meio difícil para você. O diretor acredita que é melhor manter em segredo o fato de que sua vassoura foi enfeitiçada. Pelo que os estudantes sabem você simplesmente perdeu o controle da sua vassoura. Eu desculpo por te causar este embaraçamento, mas Wood está ciente do que realmente aconteceu e está ansioso para mantê-lo no time.”


Sentindo suas bochechas corarem Harry simplesmente acenou.


Eles chegaram na sala comunal e a encontraram cheia de alunos mais velhos estudando, falando ou simplesmente descansando sobre as poltronas espalhadas pela sala. Todos, no entanto pararam quando Harry e McGonagall passaram pelo quadro da mulher gorda que guardava o lugar.


Harry não tinha certeza do devia ter esperado, mas com certeza não era alunos mais velhos rindo. Ele tinha certeza de que estavam rindo dele e não com ele, dado que ele não estava rindo. “Calem a boca todos vocês!” Gritou Wood. “Se vocês pudessem fazer melhor do que ele estariam no time!”


“Pelo menos eu sei como parar uma vassoura!” Um aluno do sexto ano gritou.


“Ora, cale a boca Connor, você mal consegue subir no ar!”


“Ele não subir nada na verdade!” Gritou uma aluna do sexto ano.


“Vadia!”


“bem, o garoto se saiu melhor do que o Wood no jogo.” Uma voz cruel em algum lugar da sala falou.


McGonagall limpou a garganta e isso teve o efeito de uma bomba e a sala silenciou. “O Sr. Potter demonstrou que ele é a melhor pessoa para a posição de apanhador nesta casa, e ele continuará cumprindo esse papel.” Ela disse resolutamente. “Essa é a decisão de ambos, minha e do capitão do time. Se algum de vocês tem um problema com o desempenho do time traga o assunto até mim se você realmente estiver disposto.”


Aquela afirmação silenciou tanto os risos quanto as piadas. “Venha Harry.” Disse Olívio com um olhar amargo para seus colegas de casa. “Eu vou te levar para o seu quarto. Obrigado professora.”


Ela acenou para Wood antes de se virar e sair da sala. Nas escadas que levavam ao dormitório do primeiro ano Wood disse “Não se preocupe com isso Harry. Eles vão ver. Esse foi um começo ruim de temporada, mas nós aprendemos algumas importantes lições não aprendemos?”


“Não pare sua vassoura na frente dos batedores do time adversário?” Disse Harry.


“E não deixe o capitão do outro time te socar logo no começo do jogo.” Concordou Wood. “bem, aqui estamos. Não deixe seus colegas de quarto te chatearem. Afinal você é o apanhador mais jovem do século. Isso deve calara boca deles.”


“Certo.”


“Lembre-se, nós temo treino nas terças, quintas e sextas.” Ele disse. “Eu também quero que todos assistam ao jogo da Lufa-lufa VS Corvinal. Nós vamos estar contra a Lufa-lufa no próximo jogo e vai ser bom ver como eles estão jogando.”


“Okay Wood. Vejo você na terça-feira.”


Harry entrou em seu dormitório e parou no meio do caminho quando ele viu o que estava no chão.


O rosto de sua mãe estava olhando para ele com um sorriso triste da página inicial de seu livro, enquanto as páginas do mesmo estavam rasgadas, espelhadas e queimadas em pequenas bolas pretas por todo o chão do dormitório.


Harry olhou para Rony e viu seu colega de quarto que estava com o rosto vermelho, uma expressão de raiva e uma contusão na bochecha esquerda. Neville estava em sua cama com a face enterrada nas mãos enquanto em sua cama Simas Finnigan estava assobiando enquanto lia o Profeta Diário cuja manchete era claramente visível para Harry: “O menino que caiu — Harry Potter falha em seu primeiro jogo de quadribol!” Abaixo havia uma foto de Harry pendurado na ponta da vassoura. Enquanto ele olhava os balaços acertavam sua cara e ele caia para fora do quadro da foto, apenas para a cena voltar a se repetir.


“Ora, olá Harry!” Disse Simas com um grande sorriso. “Adorei o jogo. Bom trabalho representando a casa dos leões.”


Harry deu um passo hesitante na sala até que ele chegou às primeiras páginas destruídas de seu livro. “Por que você fez isso?” Ele disse sua voz tremendo com uma tempestade de emoções que ele nem podia nomear.


Simas cuidadosamente dobrou o jornal até que apenas a primeira página estava visível e o segurou ao lado do rosto. “Por que você acha sua bicha de merda? Grifinória é a casa dos vencedores! Nós supostamente somos bons, o que diabos foi isso aqui então?” Ele jogou o jornal contra a perna de Harry.”


Harry começou a contar sobre o feitiço em sua vassoura, mas se lembrou de McGonagall dizendo a ele para não contar a ninguém. “Por que você está me culpando?” Ele finalmente perguntou. “Pegar o pomo não teria nós ganhado o jogo.”


“Teria se você o tivesse pegado mais cedo seu maricas!” Disse Simas saindo de sua cama. “Você sabe pelo que a Grifinória é conhecida? Como a casa dos bravos. Fogo nas nossas veias e toda essa merda. Então meu pai me escreve uma carta e pergunta que tipo de covarde é a velha McGonagall para permitir um primeiranista fedido jogar e um capitão que tem o traseiro chutado logo no começo do jogo. Foi muito embaraçoso Harry.”


“O que te dá o direito de destruir a minha propriedade?” Exigiu Harry, tremendo quando o choque deu lugar a uma raiva que crescia lentamente.


“Pra te ensinar uma lição seu fraco!” Rosnou Simas. “Pra ensinar os outros garotos uma lição também. Grifinória é para os fortes, e eu provei que eu sou o mais forte nesse grupo. Weasley tentou me parar e eu o derrubei como se ele fosse um cachorrinho. Longbottom é tão covarde que nem mesmo tentou. Nós vemos segurando a livro como se fosse um ursinho de pelúcia. Pelas bolas flácidas de Merlin, eu vi você chorando em cima daquele livro algumas semanas atrás. É hora de crescer Harry. Você pode achar que é famoso, mas você não é nada além de um garotinho afeminado. Você não merece estar na Grifinória, e você não merece estar no time de quadribol.”


Estava difícil para Harry respirar. “Aquela foto foi à primeira vez que vi a minha mãe!” Ele disse num sussurro ríspido. “A única foto que eu tinha dela.”


“Besteira.” Disse Simas com um grunhido de desprezo. “E daí? O que você vai fazer menininho? Vai chorar para McGonagall? Que tal você correr para Elfaba, talvez ela deixe você chorar nas tetas dela. Isso é tudo que você pode fazer, chorar e correr para as garotas não é mesmo? Você é patético seu...”


O fogo da magia ferveu dentro do corpo de Harry, e em um momento de raiva cega, Harry Potter perdeu qualquer aparência de autocontrole. Com um rugido gutural ele se lançou em cima do garoto maior e mais velho e o jogou no chão lhe acertando socos com vontade. Infelizmente Simas era mais velho e mais forte e facilmente virou Harry de costas e começou a dar seus próprios socos.


Os socos não pararam Harry, no entanto. Ele passou por situações piores com Duda. Enquanto fogo fervia mais e mais forte em seu peito, ele sentiu uma nova pressão de magia se formando.  Simas não percebeu perdido como estava na luta. Mas nas camas ao lado Neville disse, “Simas seu idiota, ele está prestes a explodir!”


Ao lado de Neville Weasley disse “Deixe ele Neville. Simas merece o que quer que ele vá receber.”


Simas se preparou para mais um soco, e no peito de Harry o fogo explodiu para cima e para fora em uma onda de magia acidental. Simas voou para o teto com tanta força que os garotos escutaram o barulho de osso se rachando. Harry virtualmente voou para os pés dele, olhando para o garoto atordoado. Simas não cai imediatamente, e suas bochechas se moviam como se uma terrível força o estivesse forçando contra o teto.


Subitamente a força cessou e Simas começou a cair, diretamente na mão de Harry. O grito do garoto menor ecoou pelo quarto ao mesmo tempo em que um pulso branco de magia brilhou no ponto de contato entre a mão de Harry e o peito de Simas e mandou o garoto voando através do quarto.


U momento depois Percy Weasley disparou apara dentro do quarto, seguido pelo monitor do sexto ano, David Jones. “o que está havendo aqui?” Weasley exigiu saber.


Jones, no entanto viu Simas caído contra a parede mais distante com sangue saindo de suas orelhas, nariz e boca. “Mais que droga!” O prefeito mais velho disse. Ele puxou sua varinha e murmurou um feitiço que Harry nunca escutara antes. “Percy, chame McGonagall agora! A mágica do garoto está morrendo!”


Os olhos de Percy se arregalaram antes de ele se virar e disparar para fora do dormitório. Jones olhou em volta e encarou os três garotos chocados. “Quem fez isso?”


Harry balançou a cabeça, o fogo em seu peito subitamente desapareceu. “Eu... eu não queria...”


“Potter seu...” O sextanista rosnou. “Você vai ter sorte se conseguir evitar Azkaban depois disso, seu idiota. Esse garoto esta quase morto!”


“Eu não queria fazer isso!” Harry gritou desesperado.


“Diga isso para a Suprema Corte dos Bruxos!”


“Cale a boca!” Gritou Rony. “Foi Simas que fez isso. Foi ele quem começou, ele recebeu o que merecia! Não foi culpa de Harry!”


“Quieto fedelho” Rosnou Jones.


E então McGonagall correu para dentro do quarto. Ela pareceu entender tudo com um único olhar antes de voltar sua atenção para Finnigan. “Morgana!” Ela sussurrou enquanto fazia uma série de feitiços sobre o garoto. Ele se levantou, lançou um feitiço paralisante sobre ele e então disse para Jones “pegue ele e venha comigo.”


Se virando para Harry ela disse. “Potter, você, Weasley e Longbottom devem ir ao meu escritório agora. Não saiam daquele escritório até eu ou outro professor vá buscar você. Você entendeu?” 


Harry acenou, seu estomago despencando. “Professora, eu...”


“Agora não Potter, apenas vá.” Disse McGonagall urgentemente.


Após ela sair Rony disse. “Me desculpe Harry. Eu tentei parar ele.”


Vendo o olho roxo em seu colega de quarto Harry acreditou nele. “Obrigado Rony.”


“Me desculpe também Harry.” Disse Neville. “Depois que ele socou o Rony eu... eu estava com medo Harry. Não mereço estar na Grifinória.”


“Bem, veja em que situação eu fiquei por lutar.” Disse Harry amargamente. “Venham, é melhor nós irmos. Ela provavelmente só vai perguntar algumas coisas pra vocês, eu aposto que vocês não vão ter problemas. Já eu por outro lado...”


“Sem chance, se você estiver encrencado, eu estou também.” Disse Rony resolutamente.


Neville ergue o queixo. “Eu também. Se eu não tivesse sido tão medroso, nós poderíamos ter parado ele juntos, e isso não teria acontecido.”


 


 

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