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3. Harry ama, Harry chora.


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá pessoal, esse é o terceiro capítulo, é curto mas espero que gostem... obrigada pelas visitas...bjus


Capítulo 3 – Harry ama, Harry chora.


 


- O que foi que aconteceu? – Perguntou Harry quando voltou da penseira.


- Sua habilidade de interpretar os fatos está péssima Potter. Você viu a si mesmo sendo dramático como sempre. Depois viu Draco e o conheceu de verdade.


- Como não me lembro de nada disso? Por que só me lembro de ser inimigo dele? De odiá-lo? Nunca entrei naquele banheiro com Malfoy, nunca tive uma conversa com Malfoy.


- Sim você entrou naquele banheiro Harry – Disse Sirius que até o momento estava calado. – Depois da batalha você entrou em coma, uma coisa grave aconteceu e retiramos tudo que envolvia sua amizade com Draco Malfoy.


- Por quê?


- Se quiser saber terá que ver o restante das lembranças.


Snape tirou outros frasquinhos do bolso interno de sua capa. Destampou um e o jogou na penseira.


- Primeiro precisa saber que depois dessa conversa com Malfoy, vocês ficaram amigos e sempre se encontravam no mesmo lugar para poderem conversar sobre suas vidas. Sua amizade era secreta e sempre se tratavam mal quando estavam na frente de outras pessoas, mas quando estavam juntos eram bem diferentes. Nem mesmo a senhorita Granger e o senhor Weasley sabiam disso. Eu só fiquei sabendo, pois como padrinho de Draco ele acabou me contando, e Black também soube por ser seu padrinho. Lembre-se que essas lembranças são suas Potter, ninguém falsificou nada e nem alteramos nada.


- Por que diz isso?


- Porque como você não se lembra de nada ao ver o que está aqui pensará que tem algo errado, que você jamais faria aquilo, apesar de sabermos que é algo normal em um menino de 15 anos.


- Não estou entendendo, acontecer o que?


- Assista você mesmo.


Harry mais uma vez mergulhou na penseira.


 


Flashback


 


- Demorou Potter


- Desculpe, tive que despistar Ron e Mione.


- Ah! Seus amigos inseparáveis – Disse o loiro com voz de descaso.


- Não fale assim, você também tem seus amiguinhos, aqueles brutamontes que andam com você. Não desgruda deles nem um instante.


- Está com ciúmes Potter?


- Eu com ciúmes e de você? Não me faça rir Draco.


A menção de seu primeiro nome saindo da boca de Harry era algo que ele não conseguia explicar. De um tempo para cá Draco começou a sentir necessidade de ver Harry, de estar com Harry, de tocar em Harry mesmo que seja só um aperto de mão. Ficava observando ele, percebendo as manias como bagunçar os cabelos que por algum motivo não racional o faziam querer tocar neles, sentir se eram macios ou não.


- E por que não? Vai falar que você não me ama?


Harry ficou paralisado ao ouvir aquilo. Será que Draco já sabia? Será que percebeu que o loiro mexia com ele? Que o fazia perder o sono, suar e tremer ao vê-lo andando pomposo pelos corredores. Abriu a boca, mas nada saiu de lá, as palavras estavam engasgadas em sua garganta e pareciam não querer sair de jeito nenhum.


- Todos me amam – Concluiu o loiro para alivio de Harry. Era só ele sendo convencido de novo.


- Convencido você não?


- Eu não. Todos me amam e isso é realidade.


- Nem todos te amam. Eu por exemplo não amo você – Mentiu para ele e tentou mentir para si mesmo.


- Que bom que não me ama Potter. Se eu fosse querer um homem teria que ser um homem forte e não um nanico raquítico como você.


Draco pegou nos braços de Harry e Harry pegou nos dele fazendo força para mostrar que não era fraco.


- Quem você chamou de fraco seu loiro de farmácia?


- Você Potter testa rachada.


Harry virou Draco com tudo e o jogou na parede. Seus corpos estavam tão perto, os rostos a apenas alguns centímetros de distância. Os olhos cravando uma guerra com o inconsciente. Queriam ficar assim, mais perto se possível, mas não podiam, isso não era permitido, ou era?


- Parabéns Potter, você pode ser um homem para mim – Sorriu maliciosamente.


- O que?


Antes mesmo que Harry pudesse raciocinar o que havia ouvido Draco agarrou sua nuca e o trouxe para perto selando suas bocas em um beijo urgente.


Ao se distanciarem depois que já não tinham ar, os dois apenas ficaram se olhando durante um tempo, até que se desgrudaram e cada um foi para sua sala comunal sem falar nada.


No outro dia os dois se encontraram de novo e sem fazer cerimônias beijaram-se a tarde toda. Essa cena repetia-se todo dia.


 


Harry não queria mais ver aquilo e forçou para sair dali. Ao sair acabou caindo no chão.


- O que foi aquilo? Foi você não foi? – Disse apontando o dedo para Snape.


- Eu disse a você senhor Potter de que o que veria talvez não fosse de seu agrado.


- Eu nunca beijaria um homem, muito menos um Malfoy.


- Tome cuidado com suas palavras Potter, pode se arrepender depois.


- É mentira. Sirius fala a verdade para mim, não mente para mim Sirius.


- É verdade Harry. Você e Draco eram namorados, namoravam escondidos no banheiro da escola. Você o amava mais que tudo. Disse a mim quando nos encontramos no Natal.


- Não, não não. Eu jamais ficaria com um homem, nunca.


- Acha que o sexo importa mais do que a pessoa senhor Potter?


- Não. Mas é errado. O que as pessoas falariam?


- Logo o senhor importando-se com o que as pessoas falariam? Senhor Potter aceite que o senhor ama Draco.


- Harry você o ama e muito, está assim agora porque não se lembra desse sentimento ter crescido em você.


Harry não acreditava naquilo. Justo Malfoy? Ele amava Gina, sabia que a amava, aquele sentimento não poderia ser somente carinho.


- Por que eu não fiquei sabendo disso antes?


- Assista a última memória e entenderá tudo.


Mais uma vez Harry mergulhou em suas lembranças


 


Flashback


 


- Volte para dentro Draco, proteja os outros.


- Não, quero ir com você Harry, quero lutar com você.


- Não. É perigoso demais. Você pode se ferir ou pior, pode morrer.


- E quer que eu fique aqui dentro sabendo que você também pode morrer lá fora? Harry ele te deu um tempo e a localização dele, quer que você vá sozinho, se for poderá morrer, e eu não quero que morra seu grifinório petulante.


- Seu sonserino maldito, meu sonserino maldito. – Harry abraçou Draco tão forte. Queria sentir aquele cheiro pela última vez, queria sentir aquela pele macia e os cabelos ensebados. – Eu te amo Draco.


- Eu também – Beijaram-se como se fosse a última vez que iriam se ver – Toma cuidado Harry. Volta pra mim.


- Eu voltarei.


Harry encaminhou-se para a floresta proibida, mas nem se deu conta que um loiro o seguia. Ao chegar ao local certo Harry avistou um amontoado de gente. Comensais da morte rodeavam Voldemort. Nagini a cobra de estimação dele estava flutuando no ar protegida por um escudo.


- Harry Potter. Que honra tê-lo aqui. Venha, junte-se a nós.


Harry não se moveu apenas olhou para o Lord.


- Não quero perder tempo Voldemort. Vamos acabar com isso agora mesmo.


- Se você quer assim.


- Expeliarmus


- Avada Kedavra


O raivo laranja atingiu o verde no meio do caminho, mas desta vez Harry não conseguiu mantê-lo e o raio atingiu algo que foi ao chão. Ao abrir os olhos Harry viu Voldemort em pé na sua frente. Ainda segurava a varinha e apontava para ele. Se ele estava vivo, então quem...


A resposta foi dada quando Harry olhou para baixo e viu Draco a seus pés. Seus olhos estavam abertos, mas não se moviam. Sua pele estava gelada e pálida, mais que o natural.


- Draco – Chamou Harry, mas o loiro não respondeu.


Harry sentiu em seu peito o ódio aumentar consideravelmente. Mataram mais uma pessoa que ele amava.


- Agora você me paga Voldemort. Avada Kedavra


O jato de luz verde sai da varinha de Harry e atingiu não somente o Lord, mas também todos os comensais que estavam ali. Harry agachou perto do corpo de Draco e segurou sua mão. As lagrimas caiam no rosto magro do loiro.


 


Harry mais uma vez foi trazido à realidade.


- Ele morreu? Draco morreu?


 

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