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2. O Convite do Conde


Fic: A Origem dos Dementadores - A PEDIDOS CAP 8 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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  Mademoiselle de Paxton trajava um longo vestido de seda em detalhes carmesim. Abaixo do busto, comprimido elegantemente pelo espartilho, fios dourados haviam sido bordados para formar uma amistosa rosa no despontar da primavera. Entre os seios, porém, algo mais brilhante exibia-se para quem quisesse ver – o colar de diamante que Ogden escolhera especialmente para a prometida em uma de suas muitas visitas a corte.


 


  Enquanto Ashley rodopiava em seus braços, delicada como um cisne, Ogden não conseguia deixar de admirar a beleza de sua futura esposa. Fosse pelo tecido vermelho que contrastava romanticamente com os cachos dourados, ou pelo sorriso quase infantil nos lábios bem modelados, ele tinha certeza absoluta que a desejaria pelo resto de suas vidas.


 


 ― Quantas dessas senhoritas já tiveram o prazer de dançar com você? ― inquiriu Ashley, segurando firmemente nos ombros do noivo, sendo embalada pelo ritmo do menestrel* e sua rebeca* naquela dança a dois.


 


 ― Algumas. ― respondeu Ogden lançando-lhe um sorriso sedutor ― Mas destas nenhuma, eu lhe garanto, ganhou um par de brincos de mim que fosse.


 


 ― Não são brincos que me preocupam. ― retrucou ela astutamente.


 


 Ogden enlaçou a noiva para mais perto de si e analisou seu rosto por completo. Ciúme era outro aspecto marcante de Mademoiselle de Paxton, o que só fazia-o se sentir mais desejado.


 


 — Por vinte e seis primaveras eu fui uma criança, um jovem e homem digno de palavra. Se eu prometi aos senhores nossos pais e a Deus que lhe desposaria, quer dizer que serei seu, e somente seu como nunca fui de ninguém. O que acha disto?


 


 Ashley corou levemente àquelas palavras. As pernas também começaram a fraquejar, principalmente quando ele a rodopiou para esquerda sem desviar o olhar ou recuar o corpo. Alto, belo e de um romantismo quase Shakespeariano, o filho do Duque de Bordon conseguia afrouxar todas as estruturas dela em apenas uma frase. Era natural, pelo menos a seu ver, ter ciúme de Ogden, ainda que eles estivessem com o casamento marcado para o próximo verão.   


 


 Desde pequenos sempre fora assim. Seu pai, o Visconde de Paxton, naquela época não passava de um vassalo do duque. Sir Carter, como chamavam ele muito antes de se transformar no Duque de Bordon, havia comprado um prado nas antigas terras de Bordon pertencentes ao seu pai, para começar a cultivar trigo. Ashley se lembrava vagamente de alguns aspectos do Duque mais novo. Era um homem bonito como Ogden era agora, mas não possuía o mesmo olhar trovador do filho. No semblante deste pairava marcas rudes de quem já fez ou viu coisas terríveis em combate.  


 


 Entrementes, assim que a pequenina Ashley com seus cabelos cacheados como nós de serpentes, pousou os olhos no filho de Sir Carter, sabia que era a ele a quem seu pai deveria prometer-lhe a mão. Ogden era um rapaz dos seus treze anos, e já era o mais lindo homem que ela vira. Claro, ela não passava de uma criança de nove anos, mas sabia que ali, naquela tarde em que Sir Carter foi ter com seu pai junto ao filho, no casarão da família, o amor a encontrou na tenra idade.


 


 Os anos seguintes foram tensos para a adolescente Ashley. Apesar de seu pai conseguir transformar o pequeno pedaço de terra que possuía numa potência financeira, razoavelmente forte para sustentar-lhe um título de Visconde, ela sabia que eles não possuíam dote para oferecerem sua mão ao filho de Sir Carter, então intitulado Duque de Bordon.


 


 Ashley teve que suportar ver nas festas e nos bailes oferecidos pelo Duque, seu Ogden sendo cortejado e atentado por todo tipo de meretriz em danças e conversas explícitas pelos salões. A filha do Duque de Wessex quase o fisgou com um dote generoso, há cinco primaveras atrás, mas graças a Deus, Ogden tinha bom gosto e não aceitaria aquela feiúra nem por um reinado inteiro.


 


 E foi engraçado que sem Mademoiselle de Paxton perceber, seu corpo, seu rosto e seus modos estavam se tornando tão belos e atraentes que quando ela deu-se por si o próprio Ogden começou a flertar-lhe compulsivamente. Ashley lembra como se fosse aquela noite, quando seu belo senhor a abordou perto do lago para declarar seu amor e pedir, sem dote ou qualquer outra formalidade, que ela se transformasse em sua noiva. Isso fora a maravilhosas duas primaveras atrás.       


 


 ― Eu acho que não seria de outro modo, Ogden. Se nem a falta de um dote o separou de mim...


 


 ― Não fale isso. ― repreendeu, contrariado. Se tinha algo que ele detestava era enxergar seu casamento com Ashley como um negócio mal sucedido. Ogden já se sentia afortunado o suficiente para ter que transformar também sua união matrimonial num negócio de família. ― Casamento por amor. É assim que vejo nosso relacionamento.


 


 Outra onda de alegria percorreu as entranhas de Mademoiselle de Paxton. Sim, eles estavam predestinados um ao outro, ela sempre sentiu isso.  


 


 ― Bem, por falar em negócios e bens, onde está o Visconde de Paxton que ainda não me lançou nenhum olhar feio por estar dançando tão junto de sua filha? ― brincou ele, esticando a cabeça para tentar enxergar um homem mirrado em vestes amarelo berrante. Seu sogro.


 


 ― Será que ele saiu para tratar do nosso casamento com vosso pai? Afinal, o duque também não se encontra em seu assento principal como estava ainda há pouco. ― observou a jovem, apontando para a direção do assento vazio.


  


 ― Humm, estranho. Eu o vi com meu padrinho, não com o Visconde.


 


 Naquele exato instante o menestrel terminou a canção, O Sonho do Nobre, sob uma chuva de aplausos dos convidados. Ogden e Ashley aplaudiram satisfeitos, e ele aproveitou a deixa para sair à procura do pai sem ser notado pelos demais.


 


 ― Irei procurar meu pai, Ash. ― informou à noiva ― Volto em breve.


 


 E sumiu entre a multidão no salão, deixando-a apaixonadamente sonhadora em ser nada menos que a futura esposa do aniversariante. 


***


 


  Os jardins do castelo tornavam-se obscuros e silenciosos ao cair da noite na propriedade dos Carter. Toda a planície de Bordon ao redor era praticamente deserta de construções ou qualquer moradia, deixando somente o castelo do duque reinar solitário por significativos doze alqueires. Naquela noite de primavera, contudo, até mesmo os jardins estavam abarrotados de convidados alegres, e seus risos ecoavam longínquos para além da propriedade.


 


 Depois de contornar as sebes altas na lateral do castelo e se esquivar de alguns amigos e parentes que haviam abusado da safra de vinho que seu pai encomendara, Ogden chegou ao local onde possivelmente poderia encontrar-lo, o Jardim de Pedras.


 


 O local era uma espécie de santuário. Havia sido construído no terreno mais íngreme. Uma orla de pedras grandes e ígneas contornava toda a lateral do jardim onde gramíneas rasteiras e begônias eram podadas e tratadas toda semana. No centro repousava, numa tumba trabalhada em granito, o corpo de sua mãe, Jane, e mais adiante as pedras não existiam mais, abrindo o jardim para a vista de toda terra de Bordon como uma espécie de mirante.


 


  Ninguém além de Ogden, seu pai e o jardineiro da família entrava ali. Não que fosse proibido aos demais, mas havia um clima de profanação há uma dor pessoal rodear o terreno que descansava a Sra. Carter. Por isso, ele estranhou ao ver, sobre o luar platinado, uma figura alta e robusta, contemplando o negrume da noite do mirante, e que em nada se assemelhava ao seu pai.


 


 Ogden hesitou perto da tumba de pedra da mãe e teve sua  presença sentida pelo homem. Vagarosamente este virou, mas o rosto permaneceu oculto nas sombras.


 


 - Aah... Boa noite, senhor...? - começou, não reconhecendo o convidado na penumbra. Aliás, seu pai havia chamado tantos rostos diferentes que ele se cansou de tentar descobrir quem era quem.


 


 O homem avançou um passo na direção de Ogden, a capa longa e escura que trajava, drapejando  a brisa suave da noite.


 


 - Você deve ser o filho de Sir Carter? - inquiriu num tom barítono.


 


  Há muitos anos, na verdade apenas quando criança, que Ogden se lembrava de alguém chamar seu velho pai pelo nome e não pelo título. Ouvir aquilo da boca de um desconhecido oculto na escuridão, dentro do Jardim de Pedra, estava se tornando no mínimo incomodo para o jovem aniversariante.


 


 - Sim, sou eu. O filho e o aniversariante. - confirmou num sorriso inseguro, forçando os olhos para tentar descobrir quem era a voz sem rosto. - E senhor, quem seria? - reforçou a pergunta.


 


 - Claro, deixe-me apresentar-me. - e revelando seu rosto num feixe de luar, disse  - Sou o Conde de Durham, um antigo amigo de vosso pai.


 


   Não se tornava necessário ser bom observador para notar a genuína aristocracia nos trejeitos daquele homem. O Conde de Durham exibia um semblante firme, mas simpático. Era de altura mediana, e pelo que a pouca iluminação permitia a Ogden enxergar, levava os cabelos castanhos num rabo de cavalo elegante que ia se perder por de trás da gola alta do casaco espesso. No pulso e nos dedos não ostentava nenhuma jóia, sendo que o único brilho vindo em suas vestimentas era das fivelas de prata nas botas longas que calçava. 


   


  Entretanto, ainda que o Conde transparecesse toda a seriedade digna a um amigo de seu pai, Ogden captou algo belicoso em sua tez. Eram os olhos, cinzentos e indubitavelmente selvagens.


 


 — É uma honra, Conde! — cumprimentou-o apertando-lhe a mão com firmeza. — Desculpe não reconhecê-lo senhor, é que meu pai tem tantos amigos pela corte e pelos condados que às vezes tornasse complicado guardar todos os rostos.


 


 — Tudo bem, filho. Não há porque se desculpar, afinal tenho plena certeza que você nunca viu meu rosto antes. Como disse, um velho amigo de Sir Carter.


 


 — Oh, entendo. Aliás, não mencionei minha graça ainda. Ogden Carter, a seu dispor.


 


 Conde de Durham maneou a cabeça numa meia reverência. Do alto das ameias* os lacaios do castelo recomeçaram mais uma saraivada de fogos de artifício.


 


 — Realmente brilhante as festividades preparadas para vosso dia. — elogiou ele, mirando a chuva de cores contra o céu.


 


 — O Duque de Bordon tem um jeito grandioso de homenagear os seus. — concordou, orgulhosamente.


 


 O Conde voltou atenção total a ele.


 


 — Duque... — refletiu, semicerrando os olhos — Então o oficial Carter ganhou mesmo um título...?


 


 — Sim, ele conquistou um título sim, — corrigiu-o sutilmente — mas foi há muitos anos. Se não for parecer ousado demais, quando conheceu meu pai?


 


 — Quantos anos faz hoje?


 


 — Vinte e seis.


 


 — Digamos que conheci Sir Carter quando você ainda não era nem uma semente.


 


 — Nossa!Então o senhor conheceu-o quando ele estava em serviço. Sempre tive curiosidade em saber como era ele atuando e defendendo o reino naquela época. — confessou Ogden, descontraidamente.


 


 — Brilhante em seu ofício. Exemplar, eu diria! — disse o outro, e embora transparecesse um elogio, uma sonoridade fria não percebida por Ogden fez-se presente em sua voz.


 


 — Porque eu nunca ouvi falar do senhor, Conde? E porque, nunca veio visitar-nos antes?


 


 — Sou um homem do mar, Sir Carter. Passei uma metade da vida em terra e a outra navegando, por assim dizer. É difícil virmos encontrar os amigos quando estamos há mil léguas ou mais distante da Inglaterra, mar adentro, em nome do Rei.


 


 — Por Deus! Nunca estive no mar. E admiro a vida de um legítimo capitão do mar! – exclamou Ogden, criando cada vez mais simpatia pelos atributos do até então desconhecido.


 


 -É mesmo? Admira até quanto? — Sua pergunta era concisa e ansiosa. O olhar assumiu um estágio misterioso.


 


 ―Bem... - ele molhou a garganta ressecada. – Admiro até o ponto do fascínio... e da ambição...


 


 Durham suavizou a tez como se estivesse esperando para ouvir aquilo. Por outro lado, Ogden estava rijo sob sua avaliação.


 


 — Semana que vêm sairei em expedição. – disse ele casualmente, fitando mais fogos que recomeçaram do alto das ameias. - Velejarei a bordo do Agatha I.


 


 — Agatha I?


 


 — Exato. Eu o construí quando ainda era um jovem como você. Agatha I é o maior navio inglês a serviço do reinado hoje em dia.


 


 O Conde desviou o olhar dos fogos para fitar-lo diretamente.


 


 ― Até onde você entende de manejar um leme, jovem Sir Carter? – perguntou.


 


 Ogden sentiu-se infeliz por ter que ser sincero.




 — Nunca sequer subi em uma embarcação, senhor. ― na verdade nunca tinha nem saído dos arredores de Bordon.— Fui apenas oito vezes à corte desde minha infância.


 


 ― Entendo. – refletiu o Conde, pensativo – Mas de certo que vontade de aprender não lhe falta? – questionou, embora tal pergunta soasse mais como uma confirmação.


 


 - Conde, devo lhe confessar que viver uma experiência marítima sempre foi meu desejo. – ele havia crescido sobre as histórias de Cruzadas valorosas como da Ordem dos Cavaleiros Templários. Homens que haviam enfrentado todas as adversidades do mar, em nome da fé, para alcançar o Santo Sepulcro em Jerusalém.


 


 - Ótimo. – vibrou ele num tom contido – É tudo que se precisa. Nossa frota partirá com três embarcações. Eu estarei sob o comando de Agatha I e já tenho um capitão para comandar o segundo navio. Entretanto, não tenho ninguém escalado para tomar a frente da terceira embarcação.


 


 Aquilo era um convite? Pensou o jovem inglês, surpreso. Um convite ousado do qual ninguém nunca tinha lhe feito?


 


 - Nossa próxima viagem é um pedido especial do Rei. Existe um rumor crescente entre os franceses e os portugueses, de que ao Norte do Reino, muitas léguas de águas distantes, existem terras. Terras férteis e prósperas, e até alguns arquipélagos pelo caminho onde corsários possam ter escondido bens usurpados.   


 


 A história só fazia o interesse do aniversariante crescer.


 


 - Estou buscando um jovem da alta sociedade, audacioso, aventureiro e sem vínculos definitivos com a terra para se tornar o capitão da terceira embarcação. Agatha III. Você seria este jovem, Sir Carter?


 


 Ele era direto. E Ogden possuía duas das qualidades requeridas. A terceira exigência era um pouco mais delicada. Mademoiselle de Paxton era seu futuro e seu coração.


 


 - Esta é uma resposta da qual eu deva dar agora? – indagou com um sorriso aventureiro.


 


 - Se possui estas três virtudes da qual citei, sim.


 


 Sua cabeça começou a trabalhar a mil, de forma que os mais perspicazes poderiam, com muita atenção, escutar as engrenagens dentro da mente de Ogden funcionando freneticamente para achar a solução para aquele dilema. Estava diante da chance de abandonar o seio do seu lar pelo menos uma vez, e por quantos anos se arrependeria depois, se simplesmente desperdiçasse?  


 


 — Não estou pedindo para passar sua vida no mar, filho. É apenas uma expedição. Pode demorar um mês, dois ou três, mas não mais que isso, eu lhe garanto.


 


 - Se eu disser que terei que pensar...? ― hesitou Ogden.  


 


 Um sorriso astuto estampou-se nos lábios do Conde.


 


- Eu diria que partiremos daqui sete dias, no porto de Sturts. Logo que o dia raiar!


 


***


 


Glossário




Menestrel: Cantores e poetas da corte;


Rebeca: Instrumento em forma de pêra com três cordas para serem friccionados por um arco.    


Ameias: Aberturas no alto da muralha do castelo.


 


***




Olá queridos! Primeiramente MUITO obrigada por estarem acompanhando. Receber visitas e comentários de vocês é uma satisfação sem igual para mim !!! *_*


 E então, o que acharam do segundo capítulo? Quem será o misterioso Conde de Durham e Ogden vai mesmo abandonar sua noiva para viajar? Próximo capítulo.... kkk. 


Comentem sempre! Adoro!!!


 


Respondendo aos comentários:


Louyse Malfoy: minha primeira comentarista! Obrigada pelos elogios e incentivos. Espero que eu te inspire a começar uma fic do tipo também. Esse tipo de história, embora mais trabalhosa de criar porque precisa de uma carga de pesquisa maior, é muito prazerosa de escrever. Bjos!


Maris: Amei você estar amando.. kkkk! Continua prendendo sua atenção? BJOS!


Janaína Ferreira: Há tempos que eu procuro um feedback positivo para esta fic também. Na verdade eu estou postando ela de novo. Já tinha começado uma vez, mas mudei alguns aspectos de narrativa e do próprio enredo e espero mesmo estar agradando. BJOS!


Grey Lady: Amiga querida! Amén que Chegou! Em breve comento lá na sua fic. Aguarde. Bjos!


 

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