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5. A assombração continua


Fic: Paixão e magia UA


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Capítulo 4

Granger devia ter abotoado sua blusa às pressas.
A visão da vestimenta branca fechada de maneira errada fez o sangue de Harry vibrar. Ele mal se recobrara dos primeiros socorros que ela lhe administrara na cozinha antes do instinto o fazer seguir às mulheres Ravenwell para dentro do celeiro, certo de que havia algum desastre iminente.
É claro que não foi nada grave. Aquela era a Inglaterra. A civilizada e refinada Inglaterra.
Mas, agora que a gata dera a luz os filhotes, Harry sentia um aperto familiar no peito e certa dificuldade para respirar. Tinha de sair dali. O perfume da srta. Granger, tão parecido com as flores das quais ela cuidava tão bem...
Subitamente, ele se pôs de pé.
— Duncan vai ficar...
— Ela vai ficar bem — afirmou ele. Pena não pode dizer o mesmo de si.
Pouco depois, estava fora do celeiro, apoiando um dos braços contra a parede de pedra, inspirando repetida e profundamente. Fora um tolo de ter vindo até Cúmbria. Não iria conseguir provar nada sobre fantasmas e ainda era possível que não conseguisse a vaga no Royal College se não trabalhasse mais no projeto das abelhas. Não bastaria reputação...
— Obrigada, sr. Potter — disse Granger, saindo do celeiro. — Obrigada por ajudar com a gata de Luna. Não sei o que teríamos feito sem o senhor.
— Não foi nada — respondeu, aparentando uma segurança que ao sentia. — Duncan provavelmente teria dado conta do recado, mesmo sem a minha interferência.
— Mas Luna teria ficado arrasada se algo houvesse dado errado e... sr. Potter, está tudo bem?
Ele afastou-se da parede e esfregou as mãos.
— É claro.
— Como posso lhe pagar pela sua...
— Não será necessário, srta. Granger. Tenha um bom dia.
Ele começou a caminhar na direção da estalagem, torcendo para que ela não seguisse.
Mas ela o fez. E segurou os eu braço.
Harry se crispou.
— Eu... Desculpe — disse ela. — Não quis... — Ela não sabia o que pensar. — Eu o machuquei?
— Claro que não — Harry disse, virando-se para ir embora.
Não estava disposto a oferecer uma explicação para sua aversão ao toque dela. Gostaria que as coisas fossem diferentes. Deus, como gostaria de poder tocá-la.
Harry não se recordava de quando fora a última vez que se sentira tão tentado por uma mulher como se sentia por Hermione Granger. Só de olhar para ela, sua cabeça latejava e as mãos ansiavam por tocá-la.
— Desculpe se o ofendi — disse ela baixinho.
— Srta. Granger. — Ele engoliu em seco e manteve a distancia. — Não me ofendeu. Eu... —Ele não queria afastá-la. Precisava conquistar sua confiança para que ela lhe contasse sobre os fantasmas. —Será que tem algo para eu almoçar na estalagem?
Surpresa, ela piscou os olhos. Devia estar achando-o um idiota que não consegue nem mesmo concentrar sua atenção em algo por mais de 30 segundos.
— É claro — disse ela. — Siga-me.

Hermione conteve sua alegria ao examinar os livros novos que chegaram com a correspondência da tarde. Estivera ocupada demais para dar uma olhada neles antes, mas agora que o jantar estava sendo servido tinha alguns minutos para folhear OS TESOUROS EGÍPCIOS e A ATENAS DA ANTIGUIDADE antes de providenciar as aparições de sir Emmett e Lady Alice.
Os lugares longínquos do mundo fascinavam Hermione, especialmente aqueles com uma história antiga. Adoraria visitar o Cairo e ver com os próprios olhos as pirâmides e decifrar suas escritas antigas. Ou ir a Roma e ver o Coliseu, ou Partenão em Atenas.
Ela suspirou. Nada disso iria acontecer. Prometera a Maude que ficaria ali cuidando de Luna — e de Ravenwell.
Mesmo que Ravenwell rendesse a Hermione o dinheiro para fazer a viagem que tanto desejava, Luna jamais poderia acompanhá-la. Ela não lidava bem com mudanças e só era capaz de tolerar desconhecidos porque estava confortável e protegida no seu próprio ambiente.
Hermione sabia disso devido à pequena viagem que fizeram para Londres com tia Maude e Luna, apenas um ano antes da morte de Maude. Luna ficara horrorizada com todo o trafego e a quantidade de pessoas. Ficara muito nervosa e não conseguira comer nem dormir. Era óbvio que ela não deveria deixar o ambiente rural ao qual estava acostumada, o que significava que Hermione também teria de ficar.
Mas Hermione podia sonhar, e satisfazia sua sede de correr o mundo com os livros sobre lugares exóticos.
Os livros não eram baratos. Hermione comprava os que possuíam a melhor qualidade de fotos, porque elas a ajudavam a visualizar os cenários pitorescos. Às vezes, quando as fotografias na cabeça. Podia quase escutar os sons os e sentir os aromas fortes da Pérsia, da América do sul, da África.
Ela suspirou. Não que fosse infeliz em Ravenwell, mas também não estava satisfeita. E isso era mais evidente no verão, quando a estalagem tinha hospedes de vários lugares espalhados pelo mundo.
Maude tivera esperanças de que Hermione e Ronald Weasley se casassem um dia, mas Hermione só via em Ronald um irmão. Ele era um homem maravilhoso que ajudava muito a ela e Luna, mas nunca poderia ser seu marido.
Hermione nunca se casaria. Estava presa em Ravenwell – e a Luna. E embora Luna fosse uma jovem encantadora e afável, Hermione não acreditava que houvesse um homem disposto a assumir a responsabilidade de uma esposa e sua irmã deficiente. Pelo menos ainda não conhecera nenhum.
Mas se ela tivesse que imaginar um homem que a amaria e cuidaria dela, ele seria alguém como Harry Potter... Alto e bonito, com uma voz paciente e um sorriso gentil.
Ele fora tão meigo com Luna no celeiro, mas quando Hermione o encontrar ao sair do celeiro fora distante e rude. Não sabia o que poderia ter feito para aborrecê-lo. O toque no braço não podia ter sido a causa.
Estivera admirando sua paciência com Luna e sentindo-se grata por sua ajuda, quando o tocara, imaginando o homem tomando-a nos braços e...
Era melhor não levar adiante essa fantasia. Damas de bom-tom não saíam por aí imaginando braços musculosos e queixos másculos. Não sonhavam com beijos e caricias.
Hermione virou a página e se concentrou nas fotografias de um mercado egípcio. Parecia tão exótico - tão excitante! Se ao menos...
— Henry Sanderson mal deixou o hotel ao pesquisar para esse livro.
Surpresa, Hermione fitou Harry nos olhos, depois olhou para a capa do seu livro. O autor era Henry Sanderson.
— O senhor conheceu Henry Sanderson?
Ele sacudiu a cabeça.
— Na verdade, não. Nós nos encontramos algumas vezes quando eu estava no Cairo, há cerca de três anos. Sujeito tímido. Não gostava de sair pelas ruas.
— Mas... mas ele...
— Pagou a um fotografo para obter essas fotos — disse Potter. — Entrevistou vários habitantes locais para conseguir informação que colocou no texto.
— Ah, não! Não me diga isso!
— Desculpe. —Sua reação o deixou envergonhado. — A senhorita se interessa pelo Egito?
Hermione assentiu e Harry puxou a borda do livro na sua direção. Ele apontou para o canto da fotografia.
— Há uma loja bem aqui, onde dizem que a esposa de lorde Chester encontrava-se com seu amante todas as terças À tarde.
Hermione ficou chocada com a afronta de seu comentário, mas também se viu intrigada.
— Lorde Chester?
— É o que dizem.
— O senhor realmente esteve no Cairo?
Ele assentiu.
— Várias vezes. Em outra ocasião posso lhe contar tudo. E quanto a Ravenwell? Este é um lugar incomum.
Ela virou a página do livro e se preparou para mais uma enxurrada de perguntas intrusivas.
— Nem tanto. Já foi uma mansão de propriedade da família Barnaby. Já faz mais de 50 anos que é uma estalagem.
— E vem sendo assombrada esse tempo todo?
— Acredito que sim — retrucou ela, erguendo os olhos para ele. — Não estou aqui há tanto tempo — disse asperamente.
Mesmo notando a hostilidade, Harry decidiu continuar com as perguntas.
— A senhorita morava aqui quando criança?
— Morava.
— Seu nome não é Barnaby.
— Muito observador. — Ela reconhecia as táticas sendo usadas. Outros já a haviam questionado impiedosamente sobre os fantasmas. Hermione sabia que a melhor maneira de lidar com um cético era ser direta. — Será que há algo em especial que queira saber a respeito de Ravenwell?
Ele sacudiu a cabeça.
— Estou apenas curioso com o lugar. Parece ser bem antigo.
Hermione fora apanhada de surpresa. Normalmente não era assim que os interrogatórios se desenrolavam. A maioria estava interessada nos fantasmas.
— E é. A mansão foi construída durante o reinado do rei Jaime. A família original foi morrendo e a casa acabou nas mãos dos Barnaby nos inicio do século passado.
— Parece que a senhorita guardou muitos dos artefatos originais.
— Guardei. Agora é a minha vez de perguntar. Como é o Egito? O senhor viu as pirâmides? E quanto a Tebas e os templos.
Ele ergueu a mão para silenciá-la, mas Hermione começou a vasculhar o livro atrás dos lugares que queria que ele descrevesse.
— Os pilares...
— São muito mais altos do que aparentam aí. E o sol é tão quente que criaria bolhas na sua pele clara depois de apenas uma hora.
— É isso que eu quero saber. As sensações, os cheiros. O lugar é maravilhoso?
A expressão de êxtase no rosto da srta. Granger deveria ter sido reservada para algo totalmente diferente. Harry afastou tais pensamentos pouco cavalheirescos de sua cabeça. Se ela estava interessada no Egito, então lhe contaria tudo sobre o lugar.
Por um preço.
Iria fazê-la revelar-lhe tudo que sabia sobre a assombração de Ravenwell Cottage. Sabendo que já tinha estragado duas boas ocasiões para conquistar sua confiança, Harry tomaria muito cuidado para não coloca-la novamente na defensiva.
— Gostei do Egito quando estiver lá ainda criança. — Mas recentemente, o professor Dumbledor e o resto da expedição se reuniram em Assua, antes de começar a viagem até Carum. — É um país fascinante.
— O que o senhor viu?
O interesse da moça chegava a ser quase palpável, de tão intenso.
Harry deu de ombros. Nunca parara para pensar muito nas experiências da infância, e agora o que mais queria era esquecer suas experiências – especialmente as vividas nos últimos oito meses.
— Vimos os tempos Philae e Abu Simbel antes de sguir para o Sudão, ao sul.
— O Sudão? Ah...
Ela chegou a suspirar de êxtase, e o corpo de Harry reagiu de um amaneira que lê não pensava ser possível.
— Srta. Granger?
Uma voz masculina os interrompeu. Harry virou-se e viu o inglês baixinho que encontrara na sua primeira noite, o sujeito que queria explorar o sótão.
— Srta. Granger, será que posso dar uma palavrinha...
— Certamente, sr. Payton — respondeu ela, fechando o livro. — Não creio que conheça o sr. Potter.
— Como vai? — disse Payton, tomando a mão de Harry. —É um prazer conhecê-lo.
Apesar de se sentir suando frio, Harry murmurou um cumprimento.
— Srta. Granger, a senhorita tem idéia se sir Emmett e Lady Alice vão parecer de novo hoje? Ou será que vão descansar por alguns dias?
— Bem...
Impassível, ela parecia estar considerando cuidadosamente a resposta. Ao se recobrar do aperto de mão de Payton, Harry sentiu uma vontade irreverente de aplaudir o desempenho dela.
— Na minha experiência, eles são totalmente imprevisíveis, sr . Payton. Lembro-me de uma vez que estava todo mundo no jardim, tomando café ou licor, e sir Emmett apareceu na sala de visitas, logo ali — apontou para a sala ao lado. — Eu era a única aqui. Mas quando cheguei com os outros hóspedes para vê-lo, ele já havia desaparecido.
— Ah! Que pena! —Payton exclamou, enquanto harry resistia à vontade de gargalhar.
— Mas lady Alice apareceu logo depois, na janela do sótão.
Harry podia apostar que sim.
O barulho de vidro estilhaçando veio de algum lugar na estalagem. Se Harry não estava enganado, viera lá de cima.
— Minha nossa! — disse a srta. Granger. — E o que foi agora?
— É melhor eu ir ver como está a sra. Payton — disse o homenzinho, ao sair correndo.
— Onde está Luna?
Harry passou a mão pelos cabelos, bagunçando-os. Havia visto Luna há apenas alguns minutos.
— Ela estava no celeiro com a gata. Será que devemos investigar o barulho?
A anfitriã o surpreendeu aceitando sua companhia.
— Acho que veio lá de cima.
Poucos minutos mais tarde, haviam verificado todos os quartos vazios atrás de uma janela quebrada ou qualquer outro tipo de vidro.
— Será que devemos verificar o sótão?
Ele queria ver ser havia polias ou fios escondidos por lá.
A srta. Granger assentiu e abriu uma porta. Ela fez menção de subir a escada íngrime, mas virou-se para Harry.
— Precisamos de um lampião.
— Há um no meu quarto. Venha comigo — disse ele, não querendo perdê-la de vista. — É melhor não subir sozinha no escuro.
Ele apanhou o lampião na mesinha-de-cabeceira e voltaram para as escadas. Harry subiu na frente.
— Bom Deus!
Havia cacos de vidro da janela espalhados por todo o chão, chegando até a escada. Harry ergueu o lampião, iluminando o espaço abarrotado do entulho típico de ser encontrado em sótãos: móveis, baús, quadros, alguns tapetes enrolados... Poderia se esconder qualquer mecanismo ali, e seriam necessários dias, senão semanas, para encontrá-lo.
— O que será que aconteceu? — disse Harry.
Ele caminhou sobre o vidro até a janela do outro lado e olhou para o jardim do terraço lá embaixo.
Um grupo de pessoas se amontoava na penumbra, enquanto a luz difusa pairava por perto. Harry apertou os olhos tentando focalizar a figura.
— O que é aquilo? — perguntou.
A srta. Granger veio até a janela.
— Parece que lady Alice resolveu aparecer — disse.
Harry olhou para os arbustos altos que cercavam o jardim. Quando não localizou nada de suspeito, vasculhou o resto da propriedade, mas seus olhos invariavelmente voltavam-se para a figura difusa. Depois de alguns minutos pairando sobre as cabeças das pessoas ali reunidas, a forma enevoada repentinamente desapareceu, e os hóspedes que a tudo assistiram calados começaram a tagarelar entre si.
Franzindo a testa, Harry virou-se para a srta. Granger. Ela se encontrava próxima demais dele, mas ele estivera tão concentrado em achar o que produzia os fantasmas que nem percebera. Ele afastou-se da janela, e de Hermione, para ponderar o que acabara de presenciar.
Ele realmente vira a forma de uma mulher flutuando no jardim. E não fora apenas uma figura indefinida. Vira claramente uma mulher de longos cabelos castanhos, e Harry fora capaz de identificar o estilo distintamente medieval do seu vestido. Percebia-se um pouco da cor.
Harry tentou imaginar como Granger poderia ter eito aquilo.
Talvez o responsável tenha sido Weasley. O homem estivera convenientemente ausente o dia todo. Devia ter retornado mais cedo para montar o equipamento necessário para fabricar a projeção.
Harry tinha de admitir que fora uma apresentação impressionante.
Mas ficou se perguntando como a janela quebrara.
— É melhor tapar isso.
Ele vasculhou o chão atrás do objeto que devia ter sido arremessado pela janela, mas nada encontrou. Era curioso, mas com certeza não tinha nada de sobrenatural.
— Temos um martelo e pregos no galpão do jardim E tábuas de madeira no celeiro, mas não espero que o senhor cuide disso, sr. Potter. O senhor é meu hóspede...
— Não me incomodo.
Seria uma boa desculpa para descer até o jardim e flagrar Weasley guardando seu equipamento de projeção.
Quando Granger começou a varrer o vidro quebrado, Harry desceu as escadas. Ele apanhou um candeeiro e saiu pela porta dos fundos. As pessoas que haviam assistido à projeção de Weasley ainda estavam lá, conversando animadamente. Descrente, Harry sacudiu a cabeça diante da credulidade deles e deu inicio à sua busca antes que escurecesse por completo.
Começou por um arbusto alto, que parecia ser o local mais provável para esconder qualquer que fosse o equipamento que Weasley usara. Agachando-se, Harry iluminou o chão, mas não localizou nada de suspeito. Expandiu a busca para cobrir a área imediatamente ao redor, atrás do muro do jardim e o pequeno galpão.
Mas não descobriu nada.
Ele sabia que tinha de haver algum aparelho em algum lugar, só iria demorar mais para encontrá-lo. Um trabalho que se tornaria mais fácil quando conquistasse a confiança da srta. Granger.
— Sr. Potter, não?
A voz do homem o surpreendeu quando saiu do galpão com um martelo uma das mãos e pregos na outra.
— Henry Dawson — disse o sujeito, estendendo a mão.
Mostrando as mãos cheias, Harry evitou o contato e ficou imaginando como Dawson poderia conhecê-lo. Não haviam sido apresentados, embora Harry já o tivesse visto na estalagem em diversas ocasiões.
— Uma exibição e tabto — disse Dawson.
— É, foi mesmo.
— O que acha disso, Potter?
Harry virou-se para fechar a porta do galpãp.
— Por que pergunta?
— Soube que é um cientista. Acima de qualquer um, o senhor deveria ter uma opinião objetiva sobre esta assombração.
— Prefiro reservar minha opinião para quando tiver dados suficientes — respondeu Harry, adquirindo uma antipatia imediata por Dawson. A insolência do homem o irritava.
Pelo que notara, Dawson permanecera o dia todo na estalagem, enquanto todos os outros hóspedes foram caminhar - velejar ou visitar a aldeia. Durante o jantar, sentara-se no canto da sala de jantar observando atentamente, com os olhos vazios de emoção, toda a atividade ao seu redor.
Assim como alguns dos carcereiros de Harry no Sudão.
Infelizmente para Harry, Dawson o seguiu na direção do celeiro.
— Parece estranho que toda vez que um fantasma aparece, alguma coisa quebra, ou o clima fica esquisito.
— Fantasmas travessos — foi a resposta de Harry.
Não estava gostando das insinuações, mesmo tendo ele próprio feito comentários semelhantes. Ele achar que Hermione Granger era culpada de trapaça era uma coisa, mas, por algum motivo, não apreciava muito quando o sr. Dawson levantava a mesma hipótese.


Continua.....

O nome do capítulo ficou sem noção...

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