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1. Verdades escondidas


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá pessoal, eu tinha essa fic aqui antes, mas deu um problema no meu acesso, não consegui abrir a fic, então exclui e comecei de novo, o que é até bom, pois tive que arrumar alguns erros grotescos de quem estava começando a escrever; Mas aqui estou com a fic novamente. Espero que gostem. Bjussss esperarei os comentários


 


Ahhhhh, a escrita é bem simples ta....


Capítulo 1 - Verdades escondidas


Rony tentava a todo custo acordar Harry que se remexia violentamente na cama, o garoto estava suado e gritava.


- Harry, Harry – Chamava Rony, mas o menino não acordava.


Em sua cabeça Harry via somente feixes de luz verde em todos os lados. Corpos caídos ao chão, gritos e tristeza, medo e desespero. Então no meio de tudo isso ele viu um ser raptileno, com olhos vermelhos, sem nariz, vestido de preto, empunhando sua varinha e apontando para seu peito. Voldemort estava parado diante de si rindo.


- Você vai morrer Harry Potter, e será agora. Avada Kedavra.


Harry acordou de sobre-salto e olhou para o lado. Rony estava ali segurando seu braço e o olhando com preocupação. Seu corpo suava por todos os lados, sua visão estava um pouco embaçada e seu coração acelerado.


- Mais um pesadelo? – Perguntou Rony


Harry apenas balançou a cabeça afirmando. Os pesadelos não paravam de vir toda noite. Precisava tomar poções para conseguir dormir um pouco, mas mesmo as mais fortes não conseguiam fazer com que ele tivesse uma noite inteira de sono tranqüilo.


- Tome – Disse Rony entregando uma toalha – Se seca, você está todo molhado.


- Obrigado.


- Você está bem? Quer que eu chame Sirius?


- Não precisa, eu estou bem. Ele está dormindo e não quero incomodá-lo. Foi só um pesadelo, nada mais que isso. Sempre pesadelo.


Harry deitou e disse a Rony que fizesse o mesmo. Rony acabou dormindo em alguns minutos, mas Harry permaneceu de olhos abertos na escuridão do quarto, quando o tic TAC do relógio foi abafado pelos roncos de Rony, Harry resolveu que era melhor levantar do que ficar virando de um lado para outro na cama. Afastou as cobertas e vestiu o robe saindo do quarto sem se preocupar em ser silencioso, Rony não acordaria tão fácil. Ele esfregou os olhos e desceu a escada para a sala.


O Largo Grimauld ainda era a sede da Ordem da Fênix. Por mais que Voldemort tivesse sido derrotado ainda havia comensais a solta por todo o mundo bruxo. Todos os integrantes da ordem trabalhavam para caçar os comensais fugitivos e prendê-los em Azkaban. Na opinião de Harry, todos deveriam morrer, nenhuma prisão é castigo suficiente para eles, eles merecem morrer pelas mortes que causaram, mesmo que Dumbledore diga que a morte é a aventura seguinte, Harry tinha esperanças de que essa aventura fosse muito cruel e dolorosa. Mas mesmo que todos queimassem no inferno, Harry não se separaria da dor que sentia ao lembrar-se de Tonks, Moody, Dumbledore, Fred, Nigel, Neville e muitos outros. Quantas mortes desnecessárias.


- Não consegue dormir? – Perguntou uma voz vindo da cozinha fazendo Harry parar de andar de um lado para o outro e afastando seus pensamentos dos comensais.


Harry não precisou virar-se para reconhecer a voz da pessoa que mais amava, sua única família, quase um pai. Sempre ficava feliz ao saber que antes de morrer, Dumbledore conseguiu trazer Sirius de volta do véu, mas isso custou-lhe muito e só apressou a maldição do anel de Voldemort.


- Vejo que também perdeu o sono Sirius.


Harry sorriu para o padrinho e o abraçou forte. Queria sentir uma pouco de calor paternal naquele momento difícil. Harry travava uma guerra dentro dele mesmo, depois da última batalha ele não conseguia se lembrar de muita coisa. Tudo voltava nos pesadelos que estava tendo, mas ainda assim era muito pouco. Seu coração seria eternamente pesado pelas perdas que teve devido a guerra, mas no fundo ele sabia que havia uma pessoa que fora mais importante e que também se perdera, o problema é que ele não se lembrava quem era essa pessoa.


- Está tudo bem Harry?


- Eu tive outro pesadelo só isso.


- E o que aconteceu no pesadelo?


- Nada demais, a mesma coisa de sempre. Feixes de luz verde que acredito ser a maldição da morte, muitas pessoas mortas e Voldemort parado no meu do caos rindo e lançando a maldição em mim, mas antes mesmo de ser atingido eu acordo.


Sirius tinha uma expressão preocupada em seu rosto enquanto ouvia o afilhado citando mais uma vez o sonho que tivera. Sabia tudo que havia acontecido antes da batalha e durante a batalha, ele estava lá, ele viu. Ele sabia por que Harry não se lembrava de muita coisa. Sirius e Snape apagaram uma parte da vida de Harry que eles sabiam que iria apenas trazer tristeza ao menino. Snape era muito bom em obliviar as lembranças dos outros e apagou tudo que dizia respeito ao grande amor da vida de Harry.


- Sirius?- Chamou Harry – O que foi? Você ficou mudo de repente.


- Nada. Eu só estava pensando um pouco. Que tal um chá?


- Acho que é uma boa idéia.


Os dois caminharam para a cozinha e Sirius preparou um gostoso chá de camomila para os dois. Tomaram o chá em silêncio, cada um pensando em uma coisa. Sirius pensava em qual seria o momento certo para contar a Harry o que ele deveria saber, afinal uma hora ele lembraria, Snape havia dito isso a ele, as lembranças viriam aos poucos e pelo que parecia, estava começando a aparecer nos sonhos do garoto.


Sirius se lembrava bem da conversa que tivera com Snape sobre esse assunto


“- Você é o melhor em obliviar a mente de uma pessoa Ranhoso, não é possível que não consiga isso com Harry.


- Eu consigo Black, mas Potter é poderoso demais e sua mente não ficará escondendo a verdade para sempre, um dia ele lembrará de tudo, pode ser hoje, amanhã, mês que vem ou daqui a cinqüenta anos, mas ele se lembrará e duvido que um cachorro sarnento como você conseguirá segura-lo quando descobrir tudo. Sabe que a ira de Potter o deixa descontrolado e muito mais poderoso do que você.”


Sim, Sirius sabia que Harry era muito poderoso e que Snape estava certo, ele não conseguirá segurar a ira de Harry quando ele descobrir que esconderam a verdade dele. Seu afilhado era espontâneo e emocional.


Harry pensava no que aconteceu na noite da batalha que ele não conseguia lembrar. Algo faltava em sua mente, em seu coração. Não estava feliz e nem ao menos sabia o porquê. Claro que ele estava triste por toda a devastação, mas ele deveria pelo menos se sentir mais leve e tranqüilo, pois o mal foi embora. Mas em seu coração ele sabia que algo estava errado, que não sabia toda a verdade.


- Sirius.


- Sim?


- Aconteceu algo na batalha não aconteceu?


O rosto de Sirius empalideceu, ele sabia que essa hora estava para chegar, sabia que uma hora Harry acabaria percebendo que faltavam peças para se encaixar no quebra cabeça, mas não esperava que ele se desse conta agora. Ele não estava preparado para contar.


- Claro que aconteceu, Voldemort morreu.


- Não, não foi só isso, tem algo mais. Sei que sabe que algo mais aconteceu naquela noite. Não mente para mim Sirius. O que aconteceu?


Sirius ficou calado e apenas olhava para seu afilhado enquanto mexia a colher dentro da xícara de chá. Os olhos verdes suplicavam por verdade, pediam uma explicação, mas ele não estava pronto para dar.


- Atrapalho? – Disse uma voz arrastada na porta.


Pela primeira vez na vida Sirius agradeceu ouvir aquela voz baixa e arrastada.


- Não Ranhoso, aliás eu estava mesmo querendo falar com você – Sirius suspirou e levantou olhando nos olhos negros do recém chegado, Snape retribuiu o olhar com uma levantada de sobrancelha – Ele está pronto.

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