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25. Discussões e Acertos


Fic: Apollyon 1 - Romance, sexo, guerra. HP como voce nunca imaginou NC 18 FIC CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tudo normal. Consegui alguns livros que eu precisava. Ainda consegui resolver alguns assuntos no banco. E claro, pude ver em primeira mão, o Novo Snape. – falou Gabriel rindo.
- Eu o vi, há alguns minutos. Devo acrescentar que houve uma considerável melhora. – fala Dumbledore rindo.
- Só quero ver o que ele vai fazer hoje à noite. – fala Gabriel rindo baixinho.
- Como assim? – pergunta Dumbledore sem entender.
- Narcisa Malfoy. – fala Gabriel sorrindo enquanto olha para Dumbledore. – Acho que hoje ele vai ser “atacado”.
- Soube que a apresentação ontem foi muito boa. Recebi algumas correspondências dos sócios da Sociedade dos Preparadores de Poções elogiando muito o Professor Snape. – fala sério Dumbledore.
Gabriel apenas sorriu e ficou pensando até quando Dumbledore ia enrolar antes de entrar no assunto que queria.
“Se ele não tem pressa, eu muito menos!” – pensa Gabriel.
- Creio que a festa hoje será animada. – fala Dumbledore.
- Os gêmeos sabem como animar uma festa. E creio que teremos boas surpresas. Eles é claro, tentarão aproveitar a festa para aumentar as vendas de sua loja, então acredito que Filch terá maiores problemas nos dias que virão. – falou Gabriel.
- Como assim? – pergunta Dumbledore.
- Amostras grátis. – fala Gabriel sorrindo.
- Realmente. Creio que farão isso. – sorri Dumbledore. – Mas eles também trouxeram um presente ontem à noite.
- Mesmo? – perguntou Gabriel sorrindo levemente. – De que tipo?
- Segundo eles, cientes de que a escola não tem muitas verbas, realizaram uma “arrecadação” com ex-alunos da escola e conseguiram levantar 2.000.000 de galeões para a escola. – responde Dumbledore.
- Rapaz! É muito dinheiro! Vocês devem ter ex-alunos em altas posições. – fala Gabriel impressionado.
- Realmente. Fiquei muito comovido com o gesto deles. Tão comovido que enviei algumas cartas de agradecimento a alguns alunos que obrigatoriamente teriam contribuído e não acreditei quando disseram desconhecer tal “arrecadação” . – fala Dumbledore sério.
- Acha que eles mentiram? – pergunta Gabriel incrédulo.
- Creio que foram orientados a isso. Claro que procurei descobrir o que teria acontecido. E por isso, aproveitei para visitá-los agora pela manhã, e o que você acha que descobri? – pergunta Dumbledore sério o encarando.
- Nem consigo imaginar. – fala Gabriel com a voz calma.
- Eles admitem o fato de que mentiram, e que receberam o cheque de uma pessoa que nunca viram antes, uma mulher que os visitou na empresa e lhes contou esta história da arrecadação. – fala Dumbledore sério e continua. – O mais interessante é o que descobri depois.
- Que seria? – perguntou Gabriel se esticando enquanto bocejava.
- Que a referida mulher trabalha há pouco tempo numa empresa nova, que abriu há poucas semanas, e que lida com investimentos em empresas bruxas. E uma vez sabendo isso, soube que ninguém conhece o Gerente Geral, muito menos o proprietário da empresa. – completa Dumbledore.
- Que coisa! – fala Gabriel entediado e bocejando ruidosamente. – Desculpe. Depois do almoço sempre tenho muito sono.
- Não se preocupe. – fala Dumbledore rindo. – Mas o fato mais estranho não é esse. Não consegui descobrir o nome do Gerente Geral da empresa de investimento. Nem consegui informações no Gringotes sobre tal empresa, apesar de serem, segundo descobri depois, os maiores clientes do banco. Nenhuma informação. Apesar de ter conversado até mesmo com membros do Conselho Administrativo, não me falaram nada. Confesso que foram até hostis comigo, após a pergunta.
- Desculpe Diretor, mas não estou entendendo mais nada. Afinal, por que está me contando isso? – pergunta Gabriel sério.
- Quem era o duende que falou com você hoje pela manhã, na sorveteria no beco? – pergunta Dumbledore sério.
- Não acredito que mandou me seguir! – fala Gabriel com a voz gelada.
- Na verdade, não mandei. O dono da sorveteria é meu amigo, e disse que você costuma se encontrar seguidamente com este duende. – fala Dumbledore, sério.
- Muito bem. Considerando que você não é meu pai, que eu sou maior de idade, e que não lhe devo satisfações sobre meus assuntos pessoais, creio que este assunto está encerrado. – fala Gabriel seco se levantando e olhando para Dumbledore com um olhar de tédio.
- Ah, mas agora fica ainda melhor. Aparentemente este duende foi demitido do Gringotes há algum tempo, e depois, misteriosamente contratado por “um jovem e educado rapaz, de longos cabelos loiros e que agora administra o dinheiro dele.” Até quando vai esconder certas coisas? – pergunta Dumbledore sério.
- Até que eu ache que deva revelá-las. Se eu mostro saber de algo já me dão Veritasserum. Se eu não falo, sou seguido. O que quer saber exatamente Dumbledore? – pergunta Gabriel.
- O que está tentando fazer? Por que não me diz o que sabe? E por que sua mente é fechada? – pergunta Dumbledore se levantando e ficando frente a Gabriel.
- Estou tentando Estudar e ensinar que um homem, não importa o quanto digam que é poderoso, pode ser derrotado. O que eu sei me pertence. E minha mente é fechada por proteção. Estudei muito para conseguir isso. Está satisfeito com as respostas, ou vai pedir para o Moddy preparar outro suco de uva? – pergunta Gabriel levemente irritado.
- Creio que não haverá necessidade disso. – fala Dumbledore mais calmo. – Mas você pouparia muitos problemas para mim se me contasse o que sabe.
- O que eu sei é que o maior esperança de um feiticeiro Armênio morto está à solta por ai, e não acredito que seja invencível. Eu estou tentando me preparar para ele. E também tentando preparar meus amigos, coisa que você deveria estar fazendo, ao invés de colocar o Jovem Potter numa caixa de porcelana e o esconder no fundo de uma prateleira. – fala Gabriel irritado.
- O que pensa que estou fazendo? – levanta a voz Dumbledore. – Estou ensinando a ele.
- Estupefaça, Expeliarmus? Por Mérlin!! Se ele tiver que encarar Voldemort novamente você acha que isso chegará? Nem você é tão tapado assim Dumbledore. As chances dele são nulas se ele não tiver preparação adequada, e você sabe disso. Nem sempre você poderá estar por perto para salvá-lo. – fala Gabriel no mesmo tom que Dumbledore usara.
- E o que você acha que eu deveria fazer com ele? – pergunta Dumbledore mais irritado ainda.
- Coloque-o sob seu treinamento pessoal e comece a lhe ensinar a sobreviver a combates, feitiços e maldições, por que senão fizer isso, eu mesmo faço. – responde Gabriel tão irritado quanto Dumbledore. – Ensine-o, maldição, por que senão ele vai morrer!! E daí, eu vou ter que torcer para que Voldemort fique satisfeito só em me matar. Por que eu sei que ele vai começar por aqui, e sei o que vai acontecer depois com o mundo Bruxo e com o mundo trouxa também.
- O que você me pede é impossível. Ele não agüentaria a pressão. – fala Dumbledore com a voz baixa.
- Besteira. Eu e você sabemos que ele agüenta isso e muito mais. Droga, Dumbledore, tome uma atitude ou juro por Merlin que eu tomo, e você não vai gostar. E se quer saber, o que o está irritando no momento, é o fato de que sabe que eu tenho razão. – responde Gabriel sério.
- O que você iria ensiná-lo? A lutar como um trouxa? O que adiantaria contra Voldemort? – pergunta Dumbledore irritado levantando a voz.
- Pelo menos eu o ensinaria a fechar a droga da mente dele. Se você acha que Voldemort parou de ir lá toda noite, está maluco. Ele fica chorando toda a noite com pesadelos de arrepiar os cabelos, cortesia do velhote. E não quer te incomodar com isso. Sabe o que ele viu num dos últimos? Todos os amigos dele mortos e empalados! Daqui a pouco ele enlouquece. E o que você faz? Nada a não ser ficar me seguindo e perdendo tempo, além de irritar um dos poucos que poderiam ajudá-lo, segundo suas próprias palavras. Droga, Dumbledore, eu não sou o inimigo. Será que não entende isso? – fala Gabriel mais calmo.
- Vou pensar no que disse. Voltaremos a conversar na segunda feira a noite. – fala Dumbledore olhando para Gabriel.
- Se desejar. – fala Gabriel dando de ombros. – Mas não se iluda. Terça feira à noite, se você não começar um treinamento avançado para o Potter, eu mesmo começo. Pois os livros eu já tenho. E coragem ele tem o suficiente, até para mais do que isso.
- Deixe-me pensar até segunda-feira, rapaz. E desculpe por perder a cabeça. – fala Dumbledore calmo.
- Não há necessidade de desculpas. Eu também perdi a minha. – responde Gabriel calmo.
-Até a noite, na festa. – fala Dumbledore.
- Até lá. – responde Gabriel.
Voltando para o castelo, Gabriel estava pensativo. O fato de Dumbledore saber, ou pelo menos desconfiar de suas ações poderiam complicar um pouco seus planos. Tinha que avisar Snit da falha que a funcionária tinha cometido. Era melhor se preparar. Foi até seu quarto, e pegou um pergaminho, escrevendo em seguida para Snit.
“Vossa funcionária errou em algo na loja dos gêmeos e Dumbledore conseguiu rastreá-la até a empresa. Não conseguiu nada e foi até o Gringotes. Sabe sobre um duende que trabalha para mim. O dono da sorveteria contou a ele, e fui interrogado. Devo estar sob vigilância. Desconfio que nosso código seja em breve quebrado. Passe a usar o código alternativo. Prevejo problemas para a empresa. Devo ficar mais escondido nos próximos dias. Providencie pagamento dos gastos de Snape, convertendo dinheiro Bruxo para Trouxa. Coloque junto uma bonificação para Malcom. Fique atento. Prepare-se. Creio que em breve o ministério vai aparecer por ai. Gabriel.”
Foi até o corujal e encontrou Apollo, que estava dormindo. Após acordá-lo, enviou a carta até Snit. Este problema estava sob controle, até certo ponto.
Voltou ao salão comunal e encontrou quase todos os alunos fazendo tarefas. Especialmente as de Adivinhação. Não encontrou Hermione por ali. Para não ficar sem fazer nada, pegou um dos livros que tinha comprado e começou a ler rapidamente. Não tinha muita coisa, e o que tinha ali ele já sabia. Colocou-o de lado e voltou-se para os próximos.
Leu os quatro livros que diziam ser de Magia de Ataque e Defesa Avançada, e achou-os extremamente fracos. Aprendera aqueles feitiços com 7 anos de idade.
Pensou seriamente no que tinha dito para Dumbledore. Se ele não treinasse o Potter, Gabriel faria isso. O Potter e seus amigos. Era melhor lutarem preparados do que despreparados. Faltava apenas achar um lugar para isso.
Pensou na Sala Precisa, mas descartou a idéia. Infelizmente muita gente sabia de sua existência e cedo ou tarde alguém daria com a língua nos dentes. Precisava de outro local. Mas onde? Nas salas secretas da torre sul?
Depois de alguns minutos pensando, não conseguiu achar um local adequado. Bem, o negócio era descobrir outra hora. Estava pensando em como conseguir fazer com Dumbledore largasse do seu pé, quando Neville o chamou.
- Gabriel, eu queria saber se dava para nos liberar do treino hoje, uma vez que teremos uma festa e as garotas precisam de tempo para se arrumar. – falou ele tímido.
- Tudo bem, Neville. Passe o aviso. Continuamos na segunda-feira no mesmo horário, certo? – perguntou Gabriel.
- Certo. Vou passar o aviso. – e saiu falando para os participantes do grupo de luta. Logo todos seriam avisados.
Sem nada para fazer, resolveu procurar Hermione e conhecendo-a, foi direto para a biblioteca. Lá estava ela, com outros livros de feitiços tentando quebrar seu código. Gina e Draco só olhavam e riam dela cada novo fracasso.
- Não entendo. – falava Hermione brava. – Este feitiço desvenda qualquer segredo, por que não este código?
- Por que se fosse fácil assim, eu não o usaria. – responde Gabriel a abraçando e dando um selinho.
- Você vai me contar o segredo, ou não? – perguntou ela ainda irritada.
- Não. Mas posso te dizer que ele não tem mais validade. Eu troquei o código. – fala Gabriel sério.
- O que? Depois do tempo que eu passei tentando descobrir esse? – pergunta Hermione irritada.
- Eu falei para você não perder tempo. É praticamente inquebrável. – fala Gabriel rindo.
- Por quê? – pergunta Hermione rindo.
- Não acha que vou lhe contar, não é mesmo? – disse Gabriel se esquivando da pergunta. – O Neville avisou sobre o treino de hoje?
- Sim. Já nos avisou. – falou Draco rindo. Gina estava abraçada a ele. – A propósito, espero que saiba dançar. – falou ele. – Porque Hermione é uma exímia dançarina.
- Eu me viro. Tive aulas de dança com uma professora extremamente exigente e perfeccionista! – falou Gabriel. – Agora, que horas vocês vão se arrumar? – pergunta Gabriel para as duas.
- Mérlin, olha só a hora. Vamos nos atrasar. – fala Hermione. – Vamos, Gina. – e pegando na mão de Gina, saem da biblioteca quase correndo.
- Draco, prepare-se! – fala Gabriel sério.
- O que foi? – perguntou no mesmo tom.
- Meu tempo aqui dentro está se esgotando. Dumbledore está no meu pé. Acho que ele desconfia de mim. – fala Gabriel.
- Tem como reverter isso? – pergunta Draco preocupado com seu amigo.
- Acho que não. Conversamos logo após o almoço, no jardim, e acho que ele não gostou de saber que não pode ler minha mente. – falou Gabriel.
- Conversaram! Sei! Um aluno do 2° ano da Sonserina me contou que viu você discutindo com ele em altas vozes, e com irritação. – comenta Draco rindo.
Após alguns instantes de hesitação, Gabriel confirma com um movimento de cabeça.
- Palavras foram ditas de ambos os lados com agressividade demasiada. – explica sorrindo.
- Caso você saia, o que devo fazer? – pergunta Draco.
- Proteger-se! Não será fácil, nem sempre poderei estar do lado de vocês, mas tentarei “atrair o fogo do inimigo” para onde eu estiver. Só não sei quanto tempo vou resistir a isso, mas quero que tente se proteger de qualquer forma. – falou Gabriel sério.
- Farei isso, mas e quanto aos outros? – pergunta Draco preocupado.
- Tente ensiná-los. Deixarei alguns livros que podem auxiliá-los. Estão no meu dormitório. Rony e Harry são capazes de se proteger, Hermione ficará vulnerável, mas é mais capaz do que os dois juntos. Neville tem um potencial muito grande. Só falta autoconfiança. Simas é meio louquinho, mas com algumas aulas de DCAT seria um grande Auror. Luna parece completamente louca, mas a mente dela funciona em outro nível. Gina é ótima, creio que quase no nível de Hermione. Gina é sua responsabilidade. Proteja-a até onde for possível. – resume Gabriel.
- Farei isso com minha vida. – fala Draco sério.
- Eu sei. Mas não esqueça que por pior que fiquem as coisas agora, no futuro elas tendem a piorar, e muito. – disse Gabriel preocupado com o futuro.
- Você está meio deprimido ou é impressão minha? – perguntou Draco curioso.
- É mais como uma sensação ruim. Um pressentimento. – responde Gabriel. – Vamos sair daqui. Tenho que tomar um banho e me preparar, afinal sou o homenageado, não é?
- É isso aí! – responde Draco rindo. – Minha mãe vai vir, sabia?
- Snape me contou. – falou Gabriel rindo. – Parece que a noite dos dois foi boa.
- Minha mãe falou a mesma coisa. Eu contei a ela da aposta, e ela está ansiosa para ver o “Novo Snape” . – falou Draco sorrindo.
- Você já o viu? – perguntou Gabriel.
- Ainda não. Parece que nem almoçou hoje. Acho que ficou se preparando para a festa. – falo Draco rindo.
- Ele não ficou muito ruim. Melhorou um pouco, até. – disse Gabriel se despedindo de Draco e indo cada um para sua Casa.
Logo depois, Gabriel entra em seu dormitório e fecha as cortinas de sua cama. Começou a meditar e depois de uma hora ouviu o movimento dos colegas que chegavam para o banho. Parou a meditação sentindo que os níveis de energia estavam novamente controlados. Esperava que tudo estivesse em ordem para a festa. Não queria problemas ou “acidentes” . Queria uma noite calma e tranqüila. Um pouco de dança, comida, bebida e diversão. “Além é claro de embebedar o Snape.” - pensou sorrindo.
Levantou-se e depois de alongar um pouco, foi para o banho. Secou-se e depois se trocou, optando por uma camiseta preta e colocou sobre ela uma camisa de mangas longas, que dobrou de forma perfeita, para deixar os braços a mostra. Já que não era um baile e sim uma festinha, não precisava se produzir muito. Utilizou uma calça Jeans Preta e optou por um sapatenis, leve e prático para dançar.
Olhando para seus colegas, percebeu que todos se vestiam mais ou menos de forma parecida.
Pegou a caixa com o colar e foi para a sala comunal esperar as meninas. Como sempre ouviu as reclamações sobre o atraso inevitável das garotas.
Pouco mais de meia hora depois, as meninas chegaram. Hermione optou por uma calça Jeans e uma camiseta básica bem decotada, e com uma camisa sobre ela com alguns botões abertos e usando um tênis parecido com o seu.
Estava com o cabelo solto, mas liso, obra de algum feitiço, acreditava ele. Usava pouca maquiagem e um batom vermelho que deixava seus lábios extremamente sensuais e carnudos.
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Próximo Capitúlo - Festa. E Depois, - hehehehehe. Boris vem fazer uma Visita.
Comentem Pessoal.

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