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0. Prólogo


Fic: A Origem dos Dementadores - A PEDIDOS CAP 8 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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postagem em - 01/02/12


 


 


 


Prólogo




 


  O ano era 1415. O clima na Europa era de guerra e apreensão. Inglaterra e França viviam um momento conturbado e conflituoso, a guerra dos cem anos. Vez por outra, a França armava-se de seus exércitos cada vez mais ousados para investir contra algum território inglês. A Inglaterra, por sua vez, sob o comando do Rei Henrique V, ia sem misericórdia contra tais exércitos e fez mais: numa forma de represália aos franceses, perseguiu, torturou e assassinou qualquer francês ou descendente que habita-se suas terras sob o pretexto de combater a tão temível bruxaria...

******* 


 


  — Adoria, fique aqui, meu amor. Não saia. — suplicava o jovem Henri a sua esposa. — Não se mexa, não fale, e respire o menos ruidoso que puder. Se você ficar bem quietinha neste lugar, as duas estarão seguras!


 


  Adoria Chevalier, a mulher mais bela de todo o Condado de Wessex, a dama mais gentil entre as plebéias daquele vilarejo, a dona eterna do coração de Henri, não conseguia raciocinar e acreditar que seu mundo perfeito estava prestes a desabar ali, naquele instante.


 


  — Henri, por Deus! Não vá, você não pode contra eles!— implorou, debulhando-se em lágrimas. No andar debaixo ela podia ouvir a pequena tropa de inglesa sedenta, forçando a porta da sala.


 


  — Claro que eu posso, meu amor. Lutarei com todo o meu poder contra esses trouxas, mas não deixarei que nada de mal aconteça a você e a nosso bebê. — garantiu, acariciando a barriga gestante de Adoria.


 


  Sua mulher esperava o primeiro filho do casal e já estava de oito meses quando os ingleses começaram a vasculhar as aldeias inglesas atrás de franceses praticantes de bruxaria. Infelizmente, por intermédio de torturas e chantagens, naquela noite eles haviam chegado à porta da sua casa. Agora, enquanto Henri improvisara uma magia para deter-los por mais tempo no andar debaixo, tentava proteger sua família com uma velha e defeituosa capa da invisibilidade no quarto do casal.


 


  — Não, não... — implorou Adoria — se algo acontecer a você Henri, eu nunca mais poderei viver. Nunca mais me sentirei segura em lugar algum.


 


  — ABRAM A PORTA EM NOME DO REI!!! — esbravejou uma voz masculina no andar debaixo.


 


  Adoria agarrou-se a Henri, que sentia as pulsadas do próprio coração esmagar-lhe no pescoço. Um misto de medo, ansiedade e fúria latejava em suas veias indo corroer seu peito. Tudo o que aquele jovem francês queria era esquecer sua poderosa linhagem bruxa para viver com a exuberante trouxa Adoria. Por breves anos ele achou que este sonho era possível, mas agora já sabia que não. Um bruxo nunca iria conseguir viver no mundo dos trouxas sem ser perseguido pela igreja e pelo rei.


 


 — Vamos aparatar então. Você pode...


 


 — Eu já lhe disse que perdi este direito quando abdiquei mão de me casar com uma bruxa legítima. — disse com amargura.


 


  A única trouxa no mundo que conhecia as origens bruxa de Henri era Adoria. Ele, porém, quando decidiu viver como um trouxa e abandonar completamente seu mundo mágico sofreu sérias retaliações de sua família puro-sangue. Perdeu muita coisa devido à influência de seu pai no Ministério. Perdeu a licença de aparatar, o direito a herança da família, os amigos de infância. Entretanto, o que ninguém nunca conseguia tirar de um bruxo era sua varinha, seu legado, mas até mesmo nela seus poderes tornaram-se limitados.


 


  — Mas e... e isso?! — disse ela, apontando para a varinha.


 


  — Eu farei o melhor que puder com ela lá embaixo, mas existem poderes que estão além do alcance dela.


 


  — Meu amor, minha vida... Eu não quero te perder. — sussurrou Adoria entre beijos e prantos.


 


  — Não vai, eu prometo...


 


   ...No lado de fora da casa, envolta de uma pequena comitiva de dez soldados, o experiente comandante Charles, transbordava de ira. Criado numa excepcional família cristã ele sempre fora centrado em combater ao lado da igreja toda espécie de mal. Sua razão, entretanto, por algum motivo teimava em crer que a maldade estava apenas nos olhos de quem a via. Charles era um cético, ainda que guardasse seu ceticismo apenas para si. Ele não acreditava em monstros, em demônios, em seres da noite, muito menos em bruxas de poderes sobre-humanos. No que aquele comandante inglês acreditava era na disciplina e na obediência cega a um rei e ao seu clero. Era por isto que comandava aqueles homens, porque detestava toda e qualquer forma de heresia. E certamente Henri Chevalier esconder sua esposa acusada de bruxaria e heresia, a sete trancas dentro daquela casa, era um insulto, e dos maiores.


 


   Mas a velha porta de madeira não aguentaria muito sob os grossos troncos de árvores que os soldados improvisaram para empurrarem sua estrutura. Charles teria que ter apenas um pouco de paciência, porque quando a porta cedesse ele faria o que nascera para fazer: executar sentenças, torturar hereges, e porque não? Queimar mais uma bruxa...


 


***




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Comentários: 2

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Enviado por Maris em 06/02/2012

Amei!!!

Muito bem escrita e vai "amarrando" o leitor do início ao fim!!

Parabéns!!! 

Nota: 1

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Enviado por Louyse Malfoy em 02/02/2012

Eu nem gostei muito.. Eu amei. Nossa, eu sempre procurei uma fic assim e achei, graças a Merlin e a você. Vou ler o próximo capítulo (:

Nota: 5

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