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9. Capítulo 7: Correndo atrás do


Fic: Em nome do Amor - atualizado 03 de julho


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Até onde é válido enlouquecer por amor?”


 


O beijo terminou sob palmas e assovios. Sequer notamos que estávamos nos beijando sem parar a quase três minutos e fomos quase obrigados a nos separar por Symas (estraga prazeres).


Só quando eu larguei muito a contragosto a boca dela, foi que conseguir perceber que precisava respirar.


– Uau! Mais uma pergunta indiscreta e um pedido de desafio e vocês acabam concebendo um bebê.


A galera inteira caiu na gargalhada e Hermione baixou os olhos, corada. Eu fiquei sério, olhando para ela. Não conseguia parar de olhar. O que eu ia fazer agora que havia constatado minha paixão? Como eu ia fazer para conquistar a garota que eu mesmo dispensei anos antes?


No meio da baderna, apenas Harry pareceu entender que eu precisava de um tempo daquilo tudo. Foi ele quem encerrou o jogo.


– Já deu. Acabou o jogo.


Ouvi muxoxos desaforados de todos os lados, mas Harry levou no bom humor.


– Já vi a cara do Sym o suficiente por hoje, você não tinha um encontro?


Symas gargalhou parecendo um maluco, do jeito que só ele conseguia fazer.


– Você ‘tá é com medo que a Gina pegue um desafio comigo... ‘Tá com medo que termine na cama.


Harry fez uma careta e eu ouvi a gargalhada da Gina.


– Termina na cama Symas, com você vestindo pijama de coraçõezinhos flutuantes e eu te contando a historia dos três porquinhos. Bebê chorão!


O pessoal riu ainda mais e Harry abriu um belo sorriso idiota.


Por que os homens geralmente ficam bobos quando estão amando e qualquer coisa que uma mulher diga em seu favor vira o maior dos elogios?!


A coisa virou baderna, mas eu não estava com vontade de rir, Mione também não parecia muito à vontade ali. Nós nos olhávamos como se tivéssemos acabado de nos conhecer, como se estivéssemos nos vendo pela primeira vez.


Não consegui compreender o que os olhos dela diziam mais uma vez e aquilo me inquietou. Eu queria me aproximar de novo, perguntar se estava tudo bem, mas não podia fazer aquilo no meio de todas aquelas pessoas.


A baderna continuou e eu senti uma mão no meu ombro, quase me forçando a me mover. Era Harry.


– A Gente tem que ir. – ele me disse.


Eu não disse nada, precisava mesmo, mas eu queria falar com ela. Vi quando Gina se aproximou e sussurrou algo em seu ouvido, ela continuava olhando para mim.


Harry forçou mais uma vez a mão no meu ombro.


– Vamos Rony...


Mas eu parecia estagnado, não queria andar, não queria sair dali. Ou melhor, até queria. Mas com ela.


– Deixa isso pra depois. – ele disse me enviando uma mensagem bem maior que aquela e finalmente eu dei dois passos para trás, enquanto ela era levada por Gina.


Não me lembro ao certo como todo mundo foi embora e o que rolou depois que Hermione saiu. Estava drogado, literalmente drogado e esta é a coisa mais clichê do mundo, mas eu estava dopado pelo amor.


Eu sei. Parece piegas. Mas é real.


Se você ainda não sentiu as famosas borboletas no estomago, ciúmes, medo, garganta seca, coração acelerado e gaguejou, desculpe, você ainda não conhece o amor.


Lembro-me apenas de parar na casa do Harry.



– Eu estava certo. – ele disse depois de um longo tempo de silencio – Você tá louco pela Hermione.


Eu apenas olhei para ele com um ar derrotado. O que dizer? Ele estava mesmo certo.


– Eu falei pra você – ele continuou – Não quero sacanear, mesmo. Mas eu te avisei que você era doido por ela. Que aquele ciúme e aqueles olhares não eram normais.


Fiz careta. Harry às vezes não sabia que o silencio poderia por si só, ser um grande torturador.


– O que vai fazer?


Balancei a cabeça.


– Não sei.


– Como assim não sabe? Depois daquele beijo...


– Foi só um beijo Harry... – eu me apressei. Aquela velha mania de auto proteção que não funciona com Harry e Gina. Nunca – Foi um grande beijo... – tentei convencê-lo, mas ainda não havia conseguido – Ok, Ok foi o melhor beijo da minha vida e eu to louco por ela, mas... Ela é minha amiga Harry.


– Ah vai se ferrar Rony. Que Mané amiga... Nunca beijei nenhuma amiga deste jeito. Qual é?


– Mas... ah cara... Mas e se para ela foi só um beijo?


– Porra Rony, você é pago pra se fazer de burro? A garota escolheu você.


– Vai ver foi só pra não virar mais uma na lista do Cedrico. – eu tentei mais uma vez.


– E virar mais uma, na sua lista vale?


Eu ia falar, mas as palavras não vieram na boca.


– Você é tão santo quanto eu. Sai pegando aonde chega, ah vai. Só por que eu escancaro não quer dizer que eu seja mais ou menos galinha que você.


– Mas ela não é igual – eu disse.


– Diz pra ela. – ele rebateu. – Vai lá e diz pra ela que ela não é como as outras.


– Não posso... – eu balbuciei baixo – Não posso... E se eu perder a amizade dela?


– Puta que pariu Rony, a Gina tem toda razão quando diz que vocês são duas mulas. Não existe amizade entre vocês dois. Não existe qualquer elemento de amizade entre vocês. Vocês se gostam, se desejam, é impossível haver uma amizade assim.


– Mas Harry... – eu não tinha mais argumentos – Eu a dispensei. – admiti enfim.


– Ah, chegamos ao ponto principal. Está com medo não é? Medo de ela dar o troco?


Meu silencio falou por mim.


– Ah Rony, vamos lá. Mione não é assim.


– E se ela não gostar de mim? Ah qual é, minha mãe mesmo diz que não importa o quão integra e honesta e boa seja uma mulher, ela sempre é vingativa.


– Vingativa é a Gina. Aquilo ali não é uma mulher, é um ‘cebolinha’. Vive cheia de planos infalíveis para se vingar da minha época de pegador.


– Ahhh eu não sei não Harry... Não sei... Não sei se quero arriscar mudar o que temos assim. E se eu perder tudo?


Harry suspirou.


– Bom; quem não arrisca não petisca não é brother? Agora se eu fosse você, eu me decidia logo. Mione não vai esperar para sempre. Ela é gata e tá cheio de marmanjo babando na dela.


A conversa ‘Mione’ acabou ali. Mas na minha cabeça foi assunto constante.


Passei três dias sem vê-la. Três dias em que quase fui à loucura. Mudei de opinião várias vezes. Totalmente multipolar. Uma hora estava decidido a abrir o jogo e dizer que a queria. Outra hora achava a idéia mais absurda do mundo e decidia que ia fazer uma piada do assunto. Na hora seguinte decidia que ia chegar e dar outro beijo daqueles. E assim sucessivamente.


Quando finalmente a vi, horas antes de viajar de novo eu quase sofri um ataque. Parecia que cada vez que a olhava Hermione estava ainda mais linda. Ela se aproximou e sorriu.


Eu estava decidido a pelo menos dizer-lhe que conversaríamos quando eu voltasse.


Harry olhou pra mim como se avisasse “A hora é essa” e eu estava pronto. Sentia-me pronto.


Pronto para o que mesmo?


Minha língua travou, minha garganta secou. Ela me deu um beijo no rosto, como costumava fazer. Abraçou-me como costumava fazer. Desejou-me boa sorte. Exatamente como sempre fez.








Minha coragem acabou ali.


Hermione agia comigo como se a noite do jogo não houvesse existido.


Durante os minutos que se seguiram antes da viagem eu, me valendo do direito de usar quantas figuras de linguagem eu quiser, tentei umas mil vezes falar para ela como me sentia. Dizer alguma coisa, pelo menos relembrá-la que aquele beijo foi real.


Mas eu entrei na van e não disse absolutamente nada.


Vi Harry e Gina se despedirem com um exagerado, abusado e imoral beijo. Senti vontade de esganar os dois.


De repente a Van partiu. Cedo demais. Quando a coragem finalmente apontou no meu cérebro e disse “Oi Ronald, eu existo”. Eu estava há quilômetros dela.


Eu gostaria de não dizer a vocês que o campeonato foi um fracasso absoluto. Gostaria de não ter que dizer que eu joguei como um retardado, não me alimentei como devia e decepcionei todos que contavam comigo. Mas foi exatamente isto que aconteceu.


Meu time perdeu e só não perdeu feio por causa dos esforços dos outros jogadores que foram brilhantes. Voltávamos para casa duas semanas antes do que deveríamos caso chegássemos à final. Mas eu estava feliz.


Na verdade, pela primeira vez na vida eu não estava nem ai pro campeonato, nem pro Hóquei nem pra nada, a não ser para ela.


Hermione estava me deixando louco. Eu sonhava com ela. Eu ansiava por ela, eu até ouvia a voz dela... Quase dois meses longe dela e eu estava mesmo ficando maluco.


Só queria voltar e achar uma maneira de estar com ela. De dizer o que eu sentia. Ou pelo menos, de beijar ela de novo, só pra matar um pouco daquela saudade infame que me corroía.


Eu nunca me senti tão feliz fora da estrada como naquele dia. Felicidade que não durou muito.


Acho que eu já falei para vocês do Cormack McLaggen. Um desgraçado dentuço e caçador. Pois é. Ele foi um pesadelo na minha vida. Um pesadelo que durou uma semana inteira.


Chegamos em casa e nas três primeiras semanas eu não a vi, ela não estava em casa, estava viajando com os pais.


Sufoco de novo. Neste meio tempo, entre eu ter terminado com a Lavender no aniversário dela, preparo para jogos, campeonato, pausa, fim de campeonato e volta, já iam embora nove meses e poucos.


Não liguem para minha cronologia. Foi o pior ano da minha vida, nem faço questão de lembrar muito, mas enfim... Hermione voltou de viagem.


Estava ansioso como criança num circo.


É obvio que eu falava com ela quase todo dia por telefone. A voz dela era o que me matinha são. Combinamos de nos encontrar assim que ela relaxasse da volta. Íamos nos reunir na Dedos de Mel.


Durante o tempo que eu não a vi eu senti saudade, muita. Chegava a corroer. Sonhava com ela. Ficava nervoso e de mal humor. Mas aquela sensação de estar à beira do precipício, pronto pra cair e não estar nem ai pra isso, tinha se acalmado.


Acontece que quando eu a vi de novo, tudo voltou dobrado.


Linda. Como sempre. Hermione tinha cortado os cabelos, na altura dos ombros. Parecia uma boneca de porcelana.


Ela me abraçou e beijou meu rosto como sempre fazia. Mas agora ardia o lugar que ela tocava. Sempre.


A conversa começou amena. Apenas o trivial


O campeonato e a derrota que sofremos. As viagens, descrição dos lugares. Ela contou da viagem dela para SouthHampton. Falou da família que morava lá. Tudo ia bem.


Eu já tinha combinado com Harry. Ele ficaria lá com a Gina e depois daria uma desculpa esfarrapada pra nos deixar a sós. E então eu diria a ela.


Ainda não sabia o que. Mas diria alguma coisa.


A julgar pelo fato da Gina e do Harry estarem brincando de mão boba descaradamente por baixo da mesa, dava pra ver que não seria um enorme sacrifício para eles saírem dali.


E aquele dia parecia dia de noticias bomba. Começando pelo Harry e pela Gina.


– Bom, eu tenho uma coisa pra falar. – disse meu amigo – Vocês sabem que minha avó faleceu ano passado e deixou a casa dela pra mim. O campeonato acabou e eu vou começar a trabalhar então vou virar homem e morar sozinho.


Era um antigo sonho do meu amigo que nunca se deu bem com o padrasto. Era de se entender o sorriso bobo na cara. O padrasto dele nem é ruim, é que Harry é ciumento mesmo.


Acontece que Gina tinha o mesmo sorriso. O que não era normal afinal, ela sempre me disse que se Harry morasse sozinho a casa dele seria um “bordel”. Mas logo entendi o, por que.


– Eu venho tentando convencer essa mulher teimosa de que eu sou um cara direito, que minha fase encrenca já passou e que eu a amo. – Gina abriu ainda mais o sorriso – Como ela não acreditava em mim de jeito nenhum eu resolvi que só forçando a barra não é? – ele piscou pra ela.


Hermione parecia tão off na conversa quanto eu.


– Eu e Gina vamos ‘casar’ – ele disse meu estomago afundou – Não casar, casar mesmo, mas Gina tá vindo morar comigo.


Hermione abriu um longo sorriso e eu a acompanhei. Era bom finalmente ver aqueles dois se acertarem... Quem disse que se acertaram mesmo?


Eu vi o Harry colocar uma aliança no dedo esquerdo dela.





– Pelo poder que eu concedo a mim mesmo... Eu me declaro seu marido e ai de quem tentar por as mãos em você.


Foi bonito. Mesmo. Foi simples, numa mesa de fast food. Só nós quatro, mas foi bonito, por que irradiava sentimento. Foi uma das raras vezes que eu vi Gina chorar. Chorar e sorrir ao mesmo tempo.


Gina abraçou Hermione e eu meu amigo.


– Agora se vocês me dão licença – disse ele – Vamos para nossa Lua de mel. Se vocês nos ligarem nos próximos dois dias eu mato ouviram?


Eu sabia que o motivo que Harry encontraria para tirar Gina dali seria vinculado ao sexo, mas não tão intenso...


Enfim... Eu estava mesmo, muito feliz pelos meus amigos.


Eles foram mesmo embora. Era o momento pelo qual eu esperara o dia inteiro. Estávamos sozinhos...


– Mione.


– Ron...


Falamos ao mesmo tempo.


Rimos ao mesmo tempo.


– Pode falar. – eu disse cavalheiro. Como ser cavalheiro pode ser ruim...


– Eu queria perguntar uma coisa. – ela falou um pouco incerta sobre continuar.


– O que é?


– Na verdade, eu queria uma opinião. – continuei olhando-a totalmente desprevenido para o que vinha – Cormack pediu-meem namoro. Estoupensando em aceitá-lo.


Assim. Cru. Seco. Cruel.


O sanduiche quase voltou pro lugar onde estava.


– O que? – perguntei sem disfarçar a surpresa e a desaprovação





Ela riu sem jeito.


– Gina agiu da mesma forma. – ela disse.


– Namorar? Cormack? Mas Mione... – não havia muito o que dizer. Eu não era o pai dela, embora quisesse sê-lo, pelo menos naquele momento. Ela me pedira apenas uma opinião. – O Cormack?


– Eu sei, eu sei... mas... Ah Ronald eu... – ela parecia ponderar. – estou pensando ainda. Quer dizer... Ele tem sido paciente...talvez...goste mesmo de mim.


– O Cormack? – falei com ironia. – Ele não gosta nem dele.


– Não seja tão duro Ron.


– Mas é verdade. Aquele... – mordi a língua para não xingar – Mione. Pelo amor de Deus, vocês nem se conhecem tanto assim.


Ela concordou.


– É verdade. Por isso marcamos de nos encontrar sábado. Talvez role de a gente ficar e quem sabe eu não decido se a gente combina.


– Você vai ficar com ele?


– Acho que sim. Ah Ron ele tá tentando há tanto tempo. Eu to sozinha há tanto tempo. Acho que vale a pena investir.


– Hermione... – Eu não conseguia encontrar as palavras. Era como socos simultâneos na minha barriga.


– Vou pelo menos conversar com ele – ela continuo – Afinal fica chato dar bolo. Dependendo do que rolar eu decido...


Vocês devem imaginar que eu fiquei puto. Sim fiquei. Seu eu tivesse perfil de um serial killer, mataria mil vezes Cormack McLaggen.


Depois daquilo nem disse mais nada. Levei-a pra casa e fui pra minha. Naquele dia eu não consegui dormir. Tive todo tipo de pesadelo com a Mione e o MacLanche. Quando o sol raiou e eu não tinha mais como expulsar a frustração que eu sentia eu decidi.


Dane-se tudo. Ela não vai ficar com aquele desgraçado. Hermione vai ser minha. Minha e de mais ninguém.


A semana se passou e pareceu uma eternidade. Eu nunca me senti tão angustiado na vida. Tinha que pensar em algo para impedir a Mione de ficar com o idiota do McLanche.


Bom, neste meio tempo tive uma idéia.


Vocês condenariam alguém que armou, mentiu e subornou por amor?


Vejam; antes de qualquer coisa vocês tem que entender que foi tudo por amor.


Mas vamos à história.


Eu tinha um papagaio. Eu gostava muito dele. Na verdade amava meu papagaio. O nome dele era “Fala ai”.






Como chegar na Mione e dizer o que sentia era algo como a forca, eu achei que era mais fácil... sacrificar alguma coisa. O escolhido para o sacrifício foi o Fala ai.


Nãaao. Eu não matei meu papagaio. Não foi isso. Deixa-me contar como foi.


Eu já tinha dito que Hermione e eu tínhamos uma grande amizade antes de tudo certo? Então. Sempre que eu tava mal e chamava-a pra me consolar. Ela sempre vinha.


Então qual foi a idéia mirabolante que eu tive?


Bom, meu primo sempre quis o Fala ai. Passou um tempão tentando negociar meu amigo comigo, mas eu nunca aceitei. Acontece que casos extremos pedem medidas extremas então... Um dia antes, na sexta eu dei o Fala ai pro meu primo. Com muitas recomendações e um aperto no peito horrível, mas como meu primo mora bem perto eu sabia que sempre veria o Fala ai.


Com a ajuda da Gina, descobri a hora exata em que a Mione ia se encontrar com McLanche, então esperei.


Sabe quando o maldito relógio parece que não colabora?


Então.


O Combinado com a Gina foi deixar ela chegar no encontro. Dar uns minutos e depois ligar.


Apesar da vontade enorme de não deixar ela nem ver a cara daquele safado, eu resisti.


Cara, eu preciso admitir. Naquele dia eu merecia um Oscar.


Na hora marcada eu liguei pra Hermione.


Eu podia ouvir a musica de fundo. O desgraçado a levou pra jantar, com musica ao vivo. Ele tinha tudo planejado... Filho da mãe.


Ela atendeu. A voz dela reverberou em meu corpo.


“Alô”


– Mione? – eu falei com a voz mais chorosa que podia. – Mione, eu preciso de você.


“Ronald? O que houve?”


A Voz dela alarmada seguida de um “É o Rony?” do McLanche quase me fizeram gargalhar e por tudo a perder.


– Meu Pai... – eu disse ainda chorando (Oscar na certa) Ele vendeu meu papagaio...


“O Fala ai? Ele vendeu?”


– Sim... Por favor, Mione... Eu preciso de você. – Chorei mais... Tem algo mais poderoso que choro de homem?


“Ronald... eu estou... ocupada...”


– Ah Mione... Por favor... eu não te ligaria... se não fosse importante – até eu não acredito na veracidade dos soluços – Harry e Gina estão incomunicáveis... eu...


“Ok, Ok... Acalme-se ‘tá bom? Estou indo para ai? Me espere.”


– Mione... Vem logo...


“Eu vou, eu vou. Agora mesmo. Quinze minutos tá?”


– Preciso mesmo de você – reforcei.


“Certo. Estou indo. Estou indo”.





Acreditem, quinze minutos exatos e ela estava na minha casa.


Imaginei a cara do MacLanche. Foi inevitável.


Bom, eu tinha pressionado meu nariz e ele estava vermelho, molhei meus olhos varias vezes e pus um colírio que arde. Estava perfeito. Eu parecia desolado de verdade.


Ela me abraçou assim que me viu e minha felicidade pelo plano infalível se foi.


Ah eu não gostei nem um pouco de ter mentido.


Mas foquei no fato de ser necessário.


Ela ficou comigo até quase meia noite, depois eu agradeci com a maior cara de pau do mundo e a levei para casa.


No dia seguinte descobri que MacLanche ficou puto. Ela o deixou no restaurante sem grandes explicações e veio me ver...


Bom apesar das mentiras. 1X0 pro Rony não é?


MacLanche estava fora do Páreo. Agora só faltava achar uma maneira de dizer pra ela o que eu sentia. Uma maneira de dizer isso pra ela e não levar um fora.


 


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N/A: Obrigado pelo compreensão e desculpem a demora gente. 


 


 

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Comentários: 3

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Enviado por willi santana em 24/01/2012

kkkkk essa do papagaio foi realmente incrível, premio de maior apelação!!!!!

mas o que não fazemos quando estamos apaixonados?? e quando percebemos a burrada, que - no caso do Ron - fazemos?

e o papagaio que se mude!!!!!

será que agora ele se declara pra mione???

não demora a postar!!!!! beijoca!!

Nota: 5

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Enviado por Sah Espósito em 24/01/2012

E o premio de maior mentiroso vai pra RONY WEASLEY!!

Cara o que foi isso
um papagaio Joey???aoskdposad

mas enfim... criatividade e o que manda!

Aguardo proximo capitulo!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Babi Valerio em 23/01/2012

   E o Oscar por cara desolada vai para: Rony Weasley!!!! haahhahahaha nao demore para postar! beijos

Nota: 5

Páginas:[1]
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