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29. Tudo parece bem...


Fic: Greens Red: Cada Verdade Que Você Negou


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV Luke



Eu nem olhei para trás, nem quis saber se me seguiria. Tudo o que eu queria agora, era ter a minha ruivinha de volta. Bem. Aquilo doía mais do que saber que eu não a teria para mim de novo. Pensar que ela poderia estar machucada ou...morta. Era a dor mais horrível do mundo.


Foi ainda pensando nisso que entrei naquela floresta escura sem nem olhar para trás. Eu não tinha medo e nem pensei em ter. Parei no meio de uma clareira pensando para que lado seguiria. Tentei me colocar no lugar dela e tudo o que consegui imaginar era que eu seguiria sem rumo por ali.


Então decidi seguir em frente por uma linha reta. Acendi a varinha e tentei iluminar o local o máximo que eu podia. Suspirei cansado depois de uns minutos. Pareciam horas que eu estava ali, mas no relógio indicava menos de duas horas.


Onde estava a minha ruivinha? Por onde ela andou? Será que alguém pegou ela? Não era uma hipótese descartável, era? Não, não era! Depois de tudo o que vivemos, vai saber onde o maldito vilão da nossa história, que até parece uma história de filme ou de livro, vai estar escondido.


Abaixei a varinha e passei a mão no rosto e nos cabelos em um gesto de nervosismo. O que eu estava fazendo? Nunca iria encontrá-la desse jeito, mas também não poderia desistir.


Foi então que olhando para baixo e vendo onde minha varinha iluminou é que vi uma flor diferente. Ela era pequenina e continha inúmeras pétalas. Dália. Inúmeras delas. No mundo trouxa são flores normais, mas no mundo bruxa existe uma lenda.


Cada humano que a tocar passa a transformar sua cor conforme seu humor. Ela é branca, mas a partir do momento em que tocá-la ela fica colorida e passa isso paras as outras. Abaixei-me e toquei uma, elas passara a ficar negras, grande humor o meu, mas ao redor delas ainda aparecia alguma vermelhas. Como sangue. Alguém passara por ali e fora recentemente.


Levantei a varinha e apontei para os lados, nada havia ali. Andei um pouc a frente tentando enxergar algo e pude divisar uma luz ao longe. Havia uma clareira iluminada pelo luar que aparecia entre as árvores. No chão, ao centro, um corpo estava estirado. A capa envolvia o corpo completamente e os cabelos flamejantes estavam espalhados pelo chão. Lylian. Minha Lylian.


***



POV Scorpius



Chegamos ao hotel juntos. Sorríamos o tempo todo e não nos largávamos de jeito nenhum. Papai e mamãe estavam no hall conversando. Minha mãe abriu um sorriso quando nos viu e meu pai apenas me encarou com aquele ar “Eu não disse?”.


– Kassandra! – Rose sorriu e a abraçou – Eu sempre soube que estava bem!


– Obrigada! – mamãe retribuiu o abraço – E como você está?


– Muito bem! – Rose sorriu e piscou para mim – Acho que vamos dormir não é?


– Sim! Boa noite! – eu sorri e me afastei em direção ao nosso quarto com ela


– Ah Scorpius, parece estar tudo tão bem! – ela me abraçou pelo pescoço quando eu fechei a porta


– Eu que o diga! – beijei seus lábios devagar – Eu senti sua falta!


– Também senti a sua! – ela sorriu


Uma batida na janela nos acordou dos nossos pensamentos. Abri a janela para ver a enorme coruja negra entrar. Peguei a carta com cuidado, todo o cuidado era pouco agora.


– De quem é? – Rose se aproximou


– Do técnico! Nosso primeiro jogo da Liga Mundial é na França e é depois de amanhã! – eu arregalei os olhos – Estamos ferrados!


– Não treinamos e ainda temos que preparar tudo para viajar! – Rose sentou na cama – Sem contar tudo o que está acontecendo!


– Não podemos perder nosso emprego Rose! – eu a encarei sério


– Eu sei! – ela suspirou


– Vamos fazer assim! Vamos treinar amanhã e eu peço ao meu pai para arrumar a viajem ok? – eu a segurei pelos ombros


– Tudo bem! – ela sorriu – Agora...vamos fazer outra coisa! – ela me puxou pelos braços e me fez cair por cima dela


Eu sorri tocando seu rosto e a beijando. Fazer amor com ela era tudo de bom. Nós nos encaixávamos perfeitamente. Menos naquele momento.


Sempre que minhas emoções ficam a flor da pele eu me transformo naquilo. Meus olhos embaçam e minha força ficar maior, cada vez maior. Sem contar que minha mente fica completamente fora do normal.


Afastei-me respirando fundo, mas Rose me puxou de volta. Ela me encarava séria e firme.


– Eu posso! – ela estava decidida


– Eu posso machucar você! – encarei seus olhos


– Não vai! – ela sorriu – Eu sei que consigo controlar você!


Eu sorri. Por algum motivo que eu nem sabia que existia, eu sabia que ela tinha razão e por isso voltei a beijá-la.


A sensação de força e poder voltou a minha mente, mas eu me mantive de olhos fechados. Eu queria sentir o cheiro dela, o toque dela e eu sabia que isso me ajudaria. Tinha que me ajudar, mesmo meu sangue fervendo para machucar alguém.


***



POV Blaise



Luna dormia calmamente na cama. Eu ainda dormia no sofá. Eu sabia que para ela era difícil se entregar assim depois de tanto tempo. Ainda mais depois que eu contei toda a verdade.


Não neguei. Já tive outras mulheres na minha vida, nenhuma ficou mais de um dia ou uma noite, mas eu já havia beijado outras e transado com elas. Luna não ficou surpresa com isso, mas ficou mexida. Ela nunca fora de mais ninguém. Nunca. E eu tinha certeza disso porque confiava nela e por isso decidi contar a verdade.


Nosso relacionamento não podia ser baseado em mentiras. Não mais. Agora se eu queria ficar com ela, eu deveria continuar falando a verdade e jogando limpo. Minha Luna merecia isso. Chuck merecia isso.


Não pensem que não amo a Luna. Não pensem que faço isso somente pelo Chuck. Isso seria um grande engano. Luna era minha vida. Eu a amava demais, mais que a mim mesmo. Faria tudo por ela, inclusive me afastar novamente para não machucá-la. Mas eu não faria isso, eu a amaria até o final agora e continuaríamos juntos. Sempre.


– O que foi? – eu nem percebi que ela acordara e me encarara


– Estava só te observando! – eu sorri


Ela sentou na cama e eu me sentei ao seu lado.


– Está brava comigo? – perguntei segurando sua mão


– Não! De certa forma foi só o que eu já sabia! – ela sorriu com o olhar baixo


– Eu te amo Lu! – eu a encarei – Não duvide disso!


Ela respirou fundo.


– Eu não duvido! – ela sorriu e me puxou para deitar com ela


Uma dor forte ao lado da minha cabeça fez eu me afastar. Droga. Aquilo não podia estar acontecendo agora. Não com ela por perto. Afastei-me e fui até a cômoda do outro lado do quarto procurar a poção.


– Cadê aquela maldita poção? – sussurrei, meus olhos embaçaram e ficaram vermelhos, eu comecei a tremer


Luna se aproximou e segurou meu braço. Eu estremeci mais ainda. Ela me virou para ela e estendeu meu braço. Na mão ela segurava a seringa e a poção. Eu segurei seu pulso firme com a outra mão. Eu sabia que a machucava, mas ela não desviou os olhos dos meus e injetou a poção.


O aperto foi diminuindo gradativamente até que a soltei. Ela se aproximou mais e se aconchegou entre meus braços. Seu pulso direito roxo. Eu beijei seu ombro e a abracei de volta.


– Eu te amo! – sussurrei – Eu te amo!


***



POV Miguel



A morena estava sentada na varando olhando o céu noturno. Eu me aproximei devagar e parei atrás dela. Havia umas coisas que eu gostaria de perguntar e outras que gostaria de esclarecer.


– Pansy? – chamei-a baixinho


Ela não se surpreendeu, parecia saber que eu estava ali. Voltou-se lentamente e me encarou. Eu abri a boca para falar, mas ela foi mais rápida.


– Tudo o que vivemos foi uma mentira! Você sempre amou a Kassandra! – ela estava séria, mas seus olhos tristes – E o que me deixa mal é saber que eu perdi o Draco para ela e agora perdi você!


Eu queria responder. Queria dizer que não era bem assim, que eu estava confuso, mas eu não conseguia. Simplesmente não conseguia.


– Não precisa responder! – ela sorriu – Apesar de tudo eu fui feliz!


Ela passou por mim para sair, mas eu a segurei pelo braço.


– Eu amo ela sim! – confessei a encarando firme – Nunca deixei de amá-la! Mas eu sei que se algum dia ela precisar salvar a mim ou ao Draco, ela sempre vai salvá-lo antes! E você...você sempre esteve ali, eu quase te matei! Eu posso não amar você, mas você pode me fazer te amar! Não desista! – eu segurei seu rosto com as duas mãos


– Não vou desistir! – ela quase sorriu – Só dói saber que você ama a Kassandra!


– Você o quê?


Viramos para trás. Kassandra estava parada na porta, Draco atrás dela.


– Você ama a minha mulher! – Draco estava sério, eu nunca o vi tão sério antes


– Vocês ouviram a conversa toda? – eu perguntei sério também, não queria mais brigas


– Não! – Kassandra estava distante


– Eu pedi a Pansy para ela me fazer amá-la! Eu não quero a sua mulher, Malfoy! – eu encarei o loiro sério


Kassandra balançou a cabeça algumas vezes e saiu sem dizer nada. Draco continuou parado no mesmo lugar.


– Não se aproxime dela! Você não tem idéia do que sou capaz! – ele foi seco e então saiu também


***



POV Draco



– Impressão ou ficou balançada? – eu praticamente gritei no corredor


Kassandra se voltou para mim com os olhos cerrados, estava furiosa.


– Poderia ter me casado com ele, poderia ter tido filhos com ele! – ela se aproximou com passos firmes, eu continuei impassível – Poderíamos estar bem longe de tudo isso e, no entanto, eu estou com você!


– Isso é uma confissão? – indaguei erguendo as sobrancelhas


Ela riu e rolou os olhos parecendo descrente.


– Eu não estou com ele porque eu não quero estar! – ela voltou a ficar séria – Eu me casei com você Draco, me entreguei para você e só para você a minha vida inteira! Acha mesmo que se eu o quisesse, eu teria ficado com você?


Eu respirei fundo e passei a mão nos cabelos em um gesto nervoso. Ela era tudo para mim, eu sempre soube disso, mas era em situações como essas que eu me lembrava disso.


– Eu amo você! – eu disse baixinho – Ver o jeito que ficou quando ele falou aquilo, me deixou confuso! – estava mais calmo agora


– Não fiquei abalada pelo que ele disse, mas sim porque algo não fecha! – ela foi direta, seus olhos demonstravam ressentimento


– Desculpa! – eu pedi – Não quero brigar com você! Não agora que finalmente te tenho de volta!


Ela mordeu o lábio, mas sorriu me abraçando. Eu suspirei aliviado e a abracei também.


– Eu te amo seu bobo! – ela riu – Nunca mais duvide disso!


– Nunca! – eu confirmei – Agora me explique, o que não fecha?


Ela suspirou e me encarou, então me puxou para fora do hotel, em direção a Casa dos Gritos.


***



POV Hugo



– Anne? – eu consegui subir até seu dormitório


– Oi amor! – ela saiu do banheiro enrolada em uma toalha


Eu parei no mesmo lugar. Merlin! Anne nunca vestiu uma saia ou algo assim na minha frente. Vê-la daquele jeito me deixou surpreso. Ela riu.


– Amor? – ela chamou se postando na minha frente


– Oi? – eu encarei seus olhos temendo olhar para baixo


– Tudo bem? – ela se aproximou mais, minhas mãos instantaneamente pararam em sua cintura


– Tudo! – eu confirmei ligeiramente ofegante


– Hugo! – ela riu e me beijou devagar os lábios – Você tem medo do quê?


– De me precipitar demais! – eu acabei rindo com ela


Ela abaixou a cabeça e apontou a cama com um aceno.


– Eu nunca fiz isso! – ela confessou


– Nem eu! – eu sorri acariciando seu rosto


– Eu quero e você? – ela me encarou com os olhos brilhando


– Com você! – eu sorri e a puxei para um beijo doce, enquanto andávamos até a cama


***



POV Krum



Yasmin chegou cheia de sacolas e por algum motivo eu sabia que ali continha algumas botas. Eu sorri. Eu amava minha esposa e fazia questão dela ter tudo o que quisesse, mesmo que incluísse essa mania compulsiva por botas.


– Oi amor! – eu sorri enquanto lhe dava um selinho e pegava as sacolas colocando-as no sofá


– Comprei milhares de coisas para o Kauã! – ela sorriu sentando no meu colo e puxando uma sacola


Quando ela colocou aquele uniforme da Bulgária de quadribol pequenininho no meu colo eu quase chorei. Eu realmente me emocionei e fiquei muito feliz em ter mais um filho.


– Obrigado amor! – eu só tinha que agradecer


– Pelo quê? – ela sorriu


– Por me dar um garoto que já vai me dar um neto, por em seguida dar uma menina que irá ser minha princesinha para sempre e agora por mais esse garotinho que tenho certeza que vai me orgulhar tanto quanto os outros! E acima de tudo, por ser minha esposa!


Quando eu terminei de falar isso, ela estava chorando. Beijei seus lábio carinhosamente e sorri.


As batidas na porta foram rápidas e eu me levantei para atender. Edward puxava Daphinne pela mão e sorria.


– Mexeu! – ele disse todo orgulhoso – Mexeu pela primeira vez!


– Parabéns! – eu sorri para os dois – Espera aí...eu vou ser pai e avô ao mesmo tempo!


Todos riram com a minha constatação.


– E tem mais! – Daphinne deu uns pulinhos de alegria – Já sabemos o sexo do bebê!

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