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1. O Herdeiro.


Fic: Amaldiçoados pelo destino.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Único herdeiro de uma das mais influentes famílias da Inglaterra, Draco Malfoy era um jovem atipico.  Desde a adolecência era focado no trabalho, há quem diga que ele é um jovem sagaz , mal sabem essas pessoas que seu Q.I atingia 157. De tão brilhante, se sentia sozinho, mas aprendeu cedo que pra aliviar essa solidão, garotas, bebidas e cigarro eram suficientes.  Logo que nasceu, seu pai adoeceu. Sua mãe, Narcisa, permanaceu ao lado de Lucius até o misterioso falecimento. Nas raras vezes que Draco viu seu pai, este estava em um coma profundo, e sua mãe nunca respondia suas perguntas sobre o assunto.  Logo após o enterro Narcisa teve que ser internada em uma instituição para pessoas mentalmente perturbadas. Ela alegava que a morte do marido era culpa de Draco e que a maldição deveria ser quebrada. O menino nunca entendeu o porque de a mãe olhá-lo com tanto asco. As únicas figuras familiares que tinha em sua vida, eram sua tia Andromeda, irmã de sua mãe, e a governanta que cuidou dele desde que nasceu, Muriel.  As viajens de negócio acabaram por distanciar a tia da criação do menino, que acabou sendo educado pela governanta, a quem chamava de Hope. Não se lembrava quando começara a chama-la assim, mas era uma maneira carionhosa de tratar a mulher que considerava sua mãe. 

Com 16 anos Draco foi emancipado e consequantemente obrigado a assumir os negócios da família, que abrangiam várias áreas do setor executivo do país, desde venda e compra de ações até o ramo publicitário.  Como dono e presidente das Coporações Malfoy, tinha que cuidar de todas as empresas, mas era numa em particular que encontrava seu refúgio e onde passava a maior parte de seu tempo. Achava encantadora e envolvente a magia que a crição despertava nele. A única coisa enfadonha desse ramo eram as convenções que seus clientes faziam e que ele era obrigado a ir, o que o confortava eram as secretárias que lá estariam. E por serem o braço-direito de vários executivos importantes eram alvos facéis e necessarios para Malfoy. E com quase todas, já havia mantido relações intimas. 

- Draco, que surpresa te encontrar aqui! - um homem de meia idade, e um tanto calvo se diriguiu ao loiro. - Esta sempre tão ocupado e sem tempo que me admira sua presença.

- Sr. Johnson, me admira que o senhor se sinta assim! - disse fingindo indignação. - sabe muito bem que nunca perco a chance de aparecer nessas reuniões tão agradáveis. Vou ali no bar pegar um drink, fiquei sabendo que o sr. Scott quer conversar comigo, e você sabe bem que sem alcool seria impossível sustentar uma conversa agradavel. 

Ambos riram e seguiram caminhos opostos. Na realidade já havia conversado com Scott Thomas, só não suportava mais participar de conversas entediantes com homens com quem não tinha nada em comum a não ser negócios. Se dirigiu ao bar e logo antes de decidir qual seria a bebida mais forte do local um garçom o abordou com o que aparentava ser uma dose tripla de whisky.  

- Senhor, isso é um oferecimento daquela moça ao lado do banheiro masculino. 

Draco virou-se e avistou uma ruiva, de corpo escultural sorrindo maliciosamente em sua direção. A moça usava um vestido curto, de um ombro só, que possuia faixas largas horizontais verdes e pretas. No que ela percebeu que ele retribuiu o sorriso, piscou deixando suas intenções claras e entrou no banheiro. Malfoy que não era bobo, prontamente entendeu o recado, agradeçeu ao garçom e seguiu a moça. Entrou no recinto e ela se encontrava apoiada numa bancada. 

O banheiro era suntuoso e relativamente grande. Tinha um bom gosto na decoração o que refletia a qualidade do hotel em que estavam. Conseguiu sentir um leve cheiro de lavanda que emanava do local, porém, o perfume que a ruiva usava era o mais predominate no ar. Percebeu que os coquetéis que tinha tomado misturados com aquela última dose que bebericava já estavam fazendo efeito,  o deixando mais confortável e desenvolto.

- Senhor Malfoy, fiquei sabendo de sua reputação. - disse ela ainda sustentando aquele sorriso cheio de sensualidade.

- Ah é? Qual reputção? - o loiro se fez de desintendido se aproximando da ruiva e tomando todo o liquido do copo que trazia em mãos. 

- Não se faça de bobo. Sabe o que todas nós aqui pensamos do senhor! - disse ela levantando uma perna sugestivamente e sentando na bancada. 

- Por favor, cansei de pessoas se dirigindo a mim como senhor. Me chame de Draco. - disse passando a mão sobre suas coxas nuas, aumentando a tensão sexual que estava tomando conta do local.

- Tudo bem, Draco. Já que vamos nos apresentar, meu nome é.. - antes que ela pudesse terminar a frase, ele calou sua boca com o dedo. A mulher mal conseguia esconder a exitação que o homem causava em seu corpo. 

E com um movimento rápido, beijou os lábios da moça, com paixão porém sem pressa. Ambos podiam ouvir o murmurinho das pessoas lá fora, sabiam do perigo que estavam correndo, mas não se importavam. Queriam um ao outro insanamente e não ligavam com quaisquer consequências que teriam que lidar, isto só trazia mais excitação para o que iriam fazer. Draco, nem que quisesse, teria alguma preocupação se fossem descobertos. Seus clientes sabiam que todas suas secretárias já tinham passado pelas mãos do loiro, alguns deles até incitavam elas a irem procura-lo, pois assim sabiam que teriam um motivo para que Malfoy apoiasse suas empresas no mercado. Mas ela era a mais nova assistente do sr. Scott que repugnava Draco Malfoy com todas as suas forças, e se ele a descobrisse lá ela seria demitida, mas como ela não parecia se importar, tampouco ele se importaria.

- Minha cara, eu não preciso saber seu nome. - disse pressionando seus dedos na cintura fina da mulher - Eu somente preciso saber se você me deseja tanto quanto eu te desejo neste momento. - aproximou significativamente seus lábios da face da ruiva. 

Ela se fixou nos olhos cinzas do loiro, colocou sua mão no peitoral definido que se escondia sob uma camisa branca, lentamente foi desabotoando a peça. Passou sua mão fria por sobre os musculos de Malfoy, o que fez com que ele se arrepiasse, chegando no cinto prendeu seus dedos na fivela e o puxou para si, sentindo que o loiro estava respondendo aos estimulos. 

- Você sabe muito bem a resposta para essa pergunta, Malfoy. - disse ela ainda sustentando o olhar magnetizante do loiro. 

  - Eu sei. Mas quero que você diga, que você implore. - disse ele num sussurro, arrepiando a ruiva ao beijar seu pescoço. Draco amava esses jogos sexuais, dava a ele o total controle da situação, o que fazia ele se excitar mais ainda. 

- Draco.. - gemeu a moça se levantando de supetão e num movimento rapido, colocou o jovem contra a bancada. Agarrou o pescoço dele e tascou um beijo cheio de luxúria e tesão. O loiro correspondeu. Puxando-lhe os cabelos, ferosmente afastou a cabeça da ruiva  para tras e olhou-a nos olhos, esperando uma resposta, que veio num sussurro - Eu te quero. 

- Implore!

- Por favor - gemeu - eu te quero, me faça sua!

- Prove que me quer! - disse soltando os cabelos da moça, apoiando as mãos na bancada e sorrindo maliciosamente, deixando claro  o que queria que ela fizesse.

A ruiva logo entendeu, e arranhando seu peito nú, ficou de joelhos e abriu a calça dele. Pegou em sua mão aquele membro rijo e grosso que era a fonte de seus desejos. Gentilmente o lambeu, fazendo com que o loiro a quisesse de uma forma incontrolável. Quando viu que, pelo menos naquele momento, tinha ele nas mãos, sorriu olhando a face de prazer que Draco começava a esboçar. E assim, com naturalidade, colocou-o inteiramente em sua boca. Retomando o controle, ele agarrou aqules cabelos vermelhos e ditou o ritmo dos movimentos.  O loiro estava quase no extase quando ouviramm um estrondo na porta. Alguém tinha atingido aquilo com toda a força.

- Puta que merda! - falou um homem com a voz arrastada, claramente bebado. Os amantes se separaram e fingiram não se conhecer. 

O homem entrou no banheiro, pareceu não ligar pro fato de uma mulher estar descabelada e com o batom totalmente borrado no meio do banheiro masculino. Também ficou alheio ao fato que o loiro estava arrumando as calças e abotoando a camisa. O que o ruivo mais queria era fazer xixi em paz, e não interromper o que parecia ser um sexo dos bons. E com uma ruiva daquelas, pensou Ronald, não importava o lugar, o importante era comer. A moça se apressou para fora do banheiro, e segundos depois foi seguida por Draco. Já o ruivo, ficou sozinho no banheiro, tudo a sua volta girava, e então, ele vomitou tudo o que já tinha bebido e ali permaneceu.

O loiro saiu apressado, não era porque não sofreria nenhuma consequencia que iria se deixar ser pego. Foi direto ao bar, precisava de uma bebida forte, algo que tirasse a memória de curto prazo dele, pediu uma tequila.Virou-a o mais rápido que pode. Se sentia vazio, nunca nenhuma secretária represntava um desafio, na maioria das vezes, elas que se jogavam em cima do loiro. Pediu uma dose tripla de whisky, conforme a bebida queimava sua garganta sua fúria aumentava, não sabia exatamente o porque de se sentir assim. E o não saber o deixava maluco, como um Malfoy não sabia de algo? A fúria tomou conta dele. E num estampido, o copo que estava em suas mãos se quebrou. Ele não esperava por aquilo, e acabaou por levar um susto, nem estava fazendo tanta força assim.  

Ouviu um risinho baixo e distânte, olhou ao seu redor e percebeu do outro lado do balcão uma mulher tampando a boca, tentando esconder o seu divertimento. Ficou irritado por alguns segundos olhando para o pequeno corte que acabou fazendo na palma de sua mão e pelo fato de uma estranha estar rindo dele, um Malfoy. Levantou a cabeça para observá-la novamente, ela estava séria, olhando para o copo em mãos, provavelmente tentando quebrá-lo também. O loiro riu com a ideia. Ela era sem dúvida a mulher mais linda da festa, com cabelos marrons caindo em suaves ondas pelo rosto até o balcão, pele branca e um vestido ousado, porém comportado, e uma expressão divertida de quem estava pondo total concentração em uma tarefa dificil. Trouxe para ele uma sensação segura de inocência, que ele não sentia desde criança. Ela parecia inofensiva, uma menina sem malicias, apenas brincando com seu copo, totalmente alheia das tantas pessoas sedentas por poder a sua volta. A morena levantou a cabeça derrepente e começou a olhar para os lados, parecia estar procurando alguém, e então seus olhos pararam nos dele por um segundo apenas, antes dele abaixar a cabeça.

Os olhos dela eram castanhos, pode perceber mesmo de longe, mas tinham algo mais…  Era como se aqueles olhos estivessem gritando por ajuda. Olhou para a palma da mão novamente, ele não conseguia deixar de se surpeender com o fato de seus cortes cicatrizarem tão rapidamente, deixando apenas um fino rastro de sangue seco. Uma sensação estranha começou a crescer dentro dele, sentia seu rosto queimar. Pela primeira vez em sua vida, ele não sabia que atitude tomar, então, desviou o olhar.  Evitava ao maximo não olhar aquela morena estontante que estava a apenas alguns metros dele.

Riu para si mesmo. Ele, Draco Malfoy, sentindo-se envergonhado por que uma completa desconhecida riu dele. Olhou para o fundo do balcão mais uma vez, e num impeto levantou do banco do bar, o lugar onde a morena antes ocupava, agora se encontrava vazio. Olhou desesperado para os lados. Precisava saber quem era ela, precisava olhar novamente para aqueles olhos quentes e sedutores. Aquela menina o atraia, e parecia não perceber o poder que emanava de si mesma.

 Andou em meio a aglomeração de pessoas, que agora gritavam cada vez mais para que pudessem ser ouvidas. O cheiro de alcool e cigarro dominavam o local de uma maneira extravagante. Percebeu uma loira andando em direção à ele. Virou na direção oposta e andou mais rápido, nunca deixando de olhar para os lados, procurando faminto.

Finalmente a avistou, andando devagar para os elevadores com uma garrafa de champagne nas mãos. Aquele cabelo e a abertura nas costas do vestido eram inconfundiveis, era ela, e agora não iria perdê-la de vista. Pegou duas taças da bandeja de um garçom, que por sorte passou por ele, e começou a andar em direção a ela.

 Alguém segurou seu braço, era a loira.

-Olá - ela disse de um jeito encantador.

Draco olhou desesperado para a morena misteriosa, as setas do elevador indicavam a sua aproximação. Sem nenhuma resposta, desvencilhou seu braço das garras da mulher de uma maneira um tanto rude e correu. Precisava alcançá-la, mas as pessoas não pareciam querer ajudar, entrando em sua frente, cumprimentando-o, atrasando-o.

Quando finalmente conseguiu abrir caminho, olhou-a já dentro do elevador, concentrada em fitar seus próprios pés, desejou poder saber tudo o que se passava em sua cabeça, descobrir por que aquela menina parecia estar totalmente absorta a outro mundo. Ele precisava desvenda-la. Correu para a porta, impedindo-a de se fechar com um dos pés. A morena olhou para cima, surpresa.

Ele encontrou o olhar dela de imediato. A sensação estranha cresceu dentro dele novamente, mas dessa vez, não abaixou a cabeça nem pensou em desviar o olhar. Era como se aquela morena tivesse que ser dele,  tinha que ser aquela noite. Draco se pegou sorrindo espontaneamente, uma coisa rara de acontecer. Os olhos dela sorriram para ele, mas a expressão de surpresa continuava.

O elevador começou a apitar, forçando o fechamento da porta contra o corpo do homem.

- Não acha que vai beber tudo isso sozinha, não é? - e levantou as duas taças que tinha em mãos, divertido.

A morena fitou as taças por um curto periodo de tempo e voltou o olhar para o loiro, ela agora estava corada. Draco percebeu um pequeno sorriso começar a aparecer na boca da menina, e então entrou. Permitindo que as portas se fechassem e , finalmente, ficando totalmente a sós com ela.


Único herdeiro de uma das mais influentes famílias da Inglaterra, Draco Malfoy era um jovem atipico.  Desde a adolecência era focado no trabalho, há quem diga que ele é um jovem sagaz , mal sabem essas pessoas que seu Q.I atingia 157. De tão brilhante, se sentia sozinho, mas aprendeu cedo que pra aliviar essa solidão, garotas, bebidas e cigarro eram suficientes.  Logo que nasceu, seu pai adoeceu. Sua mãe, Narcisa, permanaceu ao lado de Lucius até o misterioso falecimento. Nas raras vezes que Draco viu seu pai, este estava em um coma profundo, e sua mãe nunca respondia suas perguntas sobre o assunto.  Logo após o enterro Narcisa teve que ser internada em uma instituição para pessoas mentalmente perturbadas. Ela alegava que a morte do marido era culpa de Draco e que a maldição deveria ser quebrada. O menino nunca entendeu o porque de a mãe olhá-lo com tanto asco. As únicas figuras familiares que tinha em sua vida, eram sua tia Andromeda, irmã de sua mãe, e a governanta que cuidou dele desde que nasceu, Muriel.  As viajens de negócio acabaram por distanciar a tia da criação do menino, que acabou sendo educado pela governanta, a quem chamava de Hope. Não se lembrava quando começara a chama-la assim, mas era uma maneira carionhosa de tratar a mulher que considerava sua mãe. 


Com 16 anos Draco foi emancipado e consequantemente obrigado a assumir os negócios da família, que abrangiam várias áreas do setor executivo do país, desde venda e compra de ações até o ramo publicitário.  Como dono e presidente das Coporações Malfoy, tinha que cuidar de todas as empresas, mas era numa em particular que encontrava seu refúgio e onde passava a maior parte de seu tempo. Achava encantadora e envolvente a magia que a crição despertava nele. A única coisa enfadonha desse ramo eram as convenções que seus clientes faziam e que ele era obrigado a ir, o que o confortava eram as secretárias que lá estariam. E por serem o braço-direito de vários executivos importantes eram alvos facéis e necessarios para Malfoy. E com quase todas, já havia mantido relações intimas. 


- Draco, que surpresa te encontrar aqui! - um homem de meia idade, e um tanto calvo se diriguiu ao loiro. - Esta sempre tão ocupado e sem tempo que me admira sua presença.


- Sr. Johnson, me admira que o senhor se sinta assim! - disse fingindo indignação. - sabe muito bem que nunca perco a chance de aparecer nessas reuniões tão agradáveis. Vou ali no bar pegar um drink, fiquei sabendo que o sr. Scott quer conversar comigo, e você sabe bem que sem alcool seria impossível sustentar uma conversa agradavel. 


Ambos riram e seguiram caminhos opostos. Na realidade já havia conversado com Scott Thomas, só não suportava mais participar de conversas entediantes com homens com quem não tinha nada em comum a não ser negócios. Se dirigiu ao bar e logo antes de decidir qual seria a bebida mais forte do local um garçom o abordou com o que aparentava ser uma dose tripla de whisky.  


- Senhor, isso é um oferecimento daquela moça ao lado do banheiro masculino. 


Draco virou-se e avistou uma ruiva, de corpo escultural sorrindo maliciosamente em sua direção. A moça usava um vestido curto, de um ombro só, que possuia faixas largas horizontais verdes e pretas. No que ela percebeu que ele retribuiu o sorriso, piscou deixando suas intenções claras e entrou no banheiro. Malfoy que não era bobo, prontamente entendeu o recado, agradeçeu ao garçom e seguiu a moça. Entrou no recinto e ela se encontrava apoiada numa bancada. 


O banheiro era suntuoso e relativamente grande. Tinha um bom gosto na decoração o que refletia a qualidade do hotel em que estavam. Conseguiu sentir um leve cheiro de lavanda que emanava do local, porém, o perfume que a ruiva usava era o mais predominate no ar. Percebeu que os coquetéis que tinha tomado misturados com aquela última dose que bebericava já estavam fazendo efeito,  o deixando mais confortável e desenvolto.


- Senhor Malfoy, fiquei sabendo de sua reputação. - disse ela ainda sustentando aquele sorriso cheio de sensualidade.


- Ah é? Qual reputção? - o loiro se fez de desintendido se aproximando da ruiva e tomando todo o liquido do copo que trazia em mãos. 


 


- Não se faça de bobo. Sabe o que todas nós aqui pensamos do senhor! - disse ela levantando uma perna sugestivamente e sentando na bancada. 


- Por favor, cansei de pessoas se dirigindo a mim como senhor. Me chame de Draco. - disse passando a mão sobre suas coxas nuas, aumentando a tensão sexual que estava tomando conta do local.


- Tudo bem, Draco. Já que vamos nos apresentar, meu nome é.. - antes que ela pudesse terminar a frase, ele calou sua boca com o dedo. A mulher mal conseguia esconder a exitação que o homem causava em seu corpo. 


E com um movimento rápido, beijou os lábios da moça, com paixão porém sem pressa. Ambos podiam ouvir o murmurinho das pessoas lá fora, sabiam do perigo que estavam correndo, mas não se importavam. Queriam um ao outro insanamente e não ligavam com quaisquer consequências que teriam que lidar, isto só trazia mais excitação para o que iriam fazer. Draco, nem que quisesse, teria alguma preocupação se fossem descobertos. Seus clientes sabiam que todas suas secretárias já tinham passado pelas mãos do loiro, alguns deles até incitavam elas a irem procura-lo, pois assim sabiam que teriam um motivo para que Malfoy apoiasse suas empresas no mercado. Mas ela era a mais nova assistente do sr. Scott que repugnava Draco Malfoy com todas as suas forças, e se ele a descobrisse lá ela seria demitida, mas como ela não parecia se importar, tampouco ele se importaria.


- Minha cara, eu não preciso saber seu nome. - disse pressionando seus dedos na cintura fina da mulher - Eu somente preciso saber se você me deseja tanto quanto eu te desejo neste momento. - aproximou significativamente seus lábios da face da ruiva. 


Ela se fixou nos olhos cinzas do loiro, colocou sua mão no peitoral definido que se escondia sob uma camisa branca, lentamente foi desabotoando a peça. Passou sua mão fria por sobre os musculos de Malfoy, o que fez com que ele se arrepiasse, chegando no cinto prendeu seus dedos na fivela e o puxou para si, sentindo que o loiro estava respondendo aos estimulos. 


- Você sabe muito bem a resposta para essa pergunta, Malfoy. - disse ela ainda sustentando o olhar magnetizante do loiro. 


  - Eu sei. Mas quero que você diga, que você implore. - disse ele num sussurro, arrepiando a ruiva ao beijar seu pescoço. Draco amava esses jogos sexuais, dava a ele o total controle da situação, o que fazia ele se excitar mais ainda. 


- Draco.. - gemeu a moça se levantando de supetão e num movimento rapido, colocou o jovem contra a bancada. Agarrou o pescoço dele e tascou um beijo cheio de luxúria e tesão. O loiro correspondeu. Puxando-lhe os cabelos, ferosmente afastou a cabeça da ruiva  para tras e olhou-a nos olhos, esperando uma resposta, que veio num sussurro - Eu te quero. 


- Implore!


- Por favor - gemeu - eu te quero, me faça sua!


- Prove que me quer! - disse soltando os cabelos da moça, apoiando as mãos na bancada e sorrindo maliciosamente, deixando claro  o que queria que ela fizesse.


A ruiva logo entendeu, e arranhando seu peito nú, ficou de joelhos e abriu a calça dele. Pegou em sua mão aquele membro rijo e grosso que era a fonte de seus desejos. Gentilmente o lambeu, fazendo com que o loiro a quisesse de uma forma incontrolável. Quando viu que, pelo menos naquele momento, tinha ele nas mãos, sorriu olhando a face de prazer que Draco começava a esboçar. E assim, com naturalidade, colocou-o inteiramente em sua boca. Retomando o controle, ele agarrou aqules cabelos vermelhos e ditou o ritmo dos movimentos.  O loiro estava quase no extase quando ouviramm um estrondo na porta. Alguém tinha atingido aquilo com toda a força.


- Puta que merda! - falou um homem com a voz arrastada, claramente bebado. Os amantes se separaram e fingiram não se conhecer. 


O homem entrou no banheiro, pareceu não ligar pro fato de uma mulher estar descabelada e com o batom totalmente borrado no meio do banheiro masculino. Também ficou alheio ao fato que o loiro estava arrumando as calças e abotoando a camisa. O que o ruivo mais queria era fazer xixi em paz, e não interromper o que parecia ser um sexo dos bons. E com uma ruiva daquelas, pensou Ronald, não importava o lugar, o importante era comer. A moça se apressou para fora do banheiro, e segundos depois foi seguida por Draco. Já o ruivo, ficou sozinho no banheiro, tudo a sua volta girava, e então, ele vomitou tudo o que já tinha bebido e ali permaneceu.


O loiro saiu apressado, não era porque não sofreria nenhuma consequencia que iria se deixar ser pego. Foi direto ao bar, precisava de uma bebida forte, algo que tirasse a memória de curto prazo dele, pediu uma tequila.Virou-a o mais rápido que pode. Se sentia vazio, nunca nenhuma secretária represntava um desafio, na maioria das vezes, elas que se jogavam em cima do loiro. Pediu uma dose tripla de whisky, conforme a bebida queimava sua garganta sua fúria aumentava, não sabia exatamente o porque de se sentir assim. E o não saber o deixava maluco, como um Malfoy não sabia de algo? A fúria tomou conta dele. E num estampido, o copo que estava em suas mãos se quebrou. Ele não esperava por aquilo, e acabaou por levar um susto, nem estava fazendo tanta força assim.  


Ouviu um risinho baixo e distânte, olhou ao seu redor e percebeu do outro lado do balcão uma mulher tampando a boca, tentando esconder o seu divertimento. Ficou irritado por alguns segundos olhando para o pequeno corte que acabou fazendo na palma de sua mão e pelo fato de uma estranha estar rindo dele, um Malfoy. Levantou a cabeça para observá-la novamente, ela estava séria, olhando para o copo em mãos, provavelmente tentando quebrá-lo também. O loiro riu com a ideia. Ela era sem dúvida a mulher mais linda da festa, com cabelos marrons caindo em suaves ondas pelo rosto até o balcão, pele branca e um vestido ousado, porém comportado, e uma expressão divertida de quem estava pondo total concentração em uma tarefa dificil. Trouxe para ele uma sensação segura de inocência, que ele não sentia desde criança. Ela parecia inofensiva, uma menina sem malicias, apenas brincando com seu copo, totalmente alheia das tantas pessoas sedentas por poder a sua volta. A morena levantou a cabeça derrepente e começou a olhar para os lados, parecia estar procurando alguém, e então seus olhos pararam nos dele por um segundo apenas, antes dele abaixar a cabeça.


Os olhos dela eram castanhos, pode perceber mesmo de longe, mas tinham algo mais…  Era como se aqueles olhos estivessem gritando por ajuda. Olhou para a palma da mão novamente, ele não conseguia deixar de se surpeender com o fato de seus cortes cicatrizarem tão rapidamente, deixando apenas um fino rastro de sangue seco. Uma sensação estranha começou a crescer dentro dele, sentia seu rosto queimar. Pela primeira vez em sua vida, ele não sabia que atitude tomar, então, desviou o olhar.  Evitava ao maximo não olhar aquela morena estontante que estava a apenas alguns metros dele.


Riu para si mesmo. Ele, Draco Malfoy, sentindo-se envergonhado por que uma completa desconhecida riu dele. Olhou para o fundo do balcão mais uma vez, e num impeto levantou do banco do bar, o lugar onde a morena antes ocupava, agora se encontrava vazio. Olhou desesperado para os lados. Precisava saber quem era ela, precisava olhar novamente para aqueles olhos quentes e sedutores. Aquela menina o atraia, e parecia não perceber o poder que emanava de si mesma.


 Andou em meio a aglomeração de pessoas, que agora gritavam cada vez mais para que pudessem ser ouvidas. O cheiro de alcool e cigarro dominavam o local de uma maneira extravagante. Percebeu uma loira andando em direção à ele. Virou na direção oposta e andou mais rápido, nunca deixando de olhar para os lados, procurando faminto.


Finalmente a avistou, andando devagar para os elevadores com uma garrafa de champagne nas mãos. Aquele cabelo e a abertura nas costas do vestido eram inconfundiveis, era ela, e agora não iria perdê-la de vista. Pegou duas taças da bandeja de um garçom, que por sorte passou por ele, e começou a andar em direção a ela.


 Alguém segurou seu braço, era a loira.


-Olá - ela disse de um jeito encantador.


Draco olhou desesperado para a morena misteriosa, as setas do elevador indicavam a sua aproximação. Sem nenhuma resposta, desvencilhou seu braço das garras da mulher de uma maneira um tanto rude e correu. Precisava alcançá-la, mas as pessoas não pareciam querer ajudar, entrando em sua frente, cumprimentando-o, atrasando-o.


Quando finalmente conseguiu abrir caminho, olhou-a já dentro do elevador, concentrada em fitar seus próprios pés, desejou poder saber tudo o que se passava em sua cabeça, descobrir por que aquela menina parecia estar totalmente absorta a outro mundo. Ele precisava desvenda-la. Correu para a porta, impedindo-a de se fechar com um dos pés. A morena olhou para cima, surpresa.


Ele encontrou o olhar dela de imediato. A sensação estranha cresceu dentro dele novamente, mas dessa vez, não abaixou a cabeça nem pensou em desviar o olhar. Era como se aquela morena tivesse que ser dele,  tinha que ser aquela noite. Draco se pegou sorrindo espontaneamente, uma coisa rara de acontecer. Os olhos dela sorriram para ele, mas a expressão de surpresa continuava.


O elevador começou a apitar, forçando o fechamento da porta contra o corpo do homem.


- Não acha que vai beber tudo isso sozinha, não é? - e levantou as duas taças que tinha em mãos, divertido.


A morena fitou as taças por um curto periodo de tempo e voltou o olhar para o loiro, ela agora estava corada. Draco percebeu um pequeno sorriso começar a aparecer na boca da menina, e então entrou. Permitindo que as portas se fechassem e , finalmente, ficando totalmente a sós com ela.




 

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