FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

17. New Perspective


Fic: Born For This - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________




cap 17. New Perspective 


 


Antes de abrir os olhos, senti que alguém acariciava meu cabelo. Rose estava deitada ao meu lado, com um sorriso travesso nos lábios, como se estivesse se preparando para a melhor oportunidade de me sacanear. Quando me viu acordado, ela me encarou com os olhos tão semicerrados que eu pensei que ela iria dizer o quanto eu estava lindo ou sexy. Mas apenas sussurrou:


– Você sabe que ainda baba, certo?


Demorou um tempo até eu entender que já era de manhã. Passei a mão no meu rosto e encarei o teto do meu quarto.


 – Eu ainda não tive ninguém que pudesse me dizer o que faço enquanto durmo.


– Ótimo – ela parecia feliz.


Sorriu e eu me inclinei para lhe dar um beijo no canto da sua boca. Lembrei-me da noite passada. Tínhamos saído da festa da Sonserina para comemorarmos de um jeito particular o fato de que meu time estava na final de quadribol, pela primeira vez desde que entrei no time. Não voltamos à festa, resultando com Rose acordando ao meu lado no sábado, como se não houvesse preocupações no mundo. Acho que não tinha. Pelo menos entre nós dois. Pelo menos naquele momento.


Ela passeou com o dedo indicador na palma da minha mão e fiquei olhando para nossas mãos juntas, quando eu disse:


– Sabe a melhor parte de hoje ser sábado?


– Hum?


– Não temos nenhuma pressa para levantarmos.


Ela entendeu o que quis dizer. Nos encaramos e no momento que ela foi se inclinar para me beijar de vez, a da porta do meu quarto se abriu. Puta que pariu.


– Porra! – exclamou Albus, fechando os olhos com as mãos. – Desculpem. Quero dizer... – ele apontou para mim e para Rose deitados na cama. – Porra!


Eu fiquei feliz que eu estivesse de cueca e que estávamos cobertos pelos lençóis. Mesmo assim, levantei-me para vestir a minha calça que, ainda bem, estava no chão ao meu lado. Reclamei alguma coisa. Rose não saiu do lugar, ela parecia fazer esforço para não rir.


– Eu nunca estaria aqui se não fosse importante – disse Albus, coçando a nuca. – Acreditem.


– Você veio me socar ou algo assim? – eu perguntei. – Não estávamos fazendo nada de errado.


– Especialmente porque nós batemos na porta antes de entrarmos em algum quarto – disse Rose, de um jeito bravo. – E isso é o certo.


– Você e eu, Rose, já trocamos fraudas juntos. Nada para se envergonhar, certo? Eu só acho que deve saber, Scorpius... – Fiquei esperando qualquer tipo de ameaça, mas Albus pareceu sério e sem nenhuma intenção de me punir, ou de sequer mostrar alguma figurinha da Lorena Palmer. – Dimitre está aqui. Desculpe de novo, Rose. Não me dê detenção por isso, valeu?


Ela suspirou quando ele deu meia-volta e saiu apressado.


– Não era como se estivéssemos planejando ficar aqui o dia todo mesmo. – Quando terminou de dizer isso, ironicamente, eu vesti minha camisa e olhei para ela.


– Ele disse que Dimitre está aqui.


– Feriado de Páscoa – comentou Rose. Achei que ela ia dizer: “Dia de Albus ficar maluco”, mas disse como se fizesse sentido: – Dia de visitas. Parece que Amber tem uma.


 


 


 


A sala comunal estava vazia. Horário de almoço, pensei. Mesmo assim, no sofá, vi Amber ao lado de um rapaz que eu conhecia desde sempre. Dimitre usava um sobretudo marrom, como se tivesse voltado de uma longa viagem. Os dois não se encaravam. Amber olhava para os próprios pés, com a mão embaixo da barriga, encolhida demais, como se não quisesse encostar ou chegar mais perto ainda de Dimitre. Ele estava olhando para ela, rígido em seu lugar.


Rose soltou minha mão e disse que me encontraria depois no salão principal antes de sair dali. Querendo ou não, aquele era um assunto de família. Dimitre era meu primo e ia ser pai. Eu me aproximei dos dois. Amber levantou os olhos para mim, mas Dimitre foi o primeiro a dizer:


– Surpreso em me ver, primo?


– Sabe o que eu acho surpreendente? – ironizei. Mas não achei que seria importante lembrá-lo de que eu vi tudo o que aconteceu na festa do casamento da minha tia.


– Eu vou embora semana que vem – a voz de Amber estava fraca. – Não adiantou nada você ter feito essa surpresa. Vou ficar longe daqui.


– Amber... – Dimitre hesitou ao tentar segurar o ombro dela. Mas se afastou como se tivesse medo de engravidá-la ainda mais ou algo assim com isso.


– Não somos uma família – ela murmurou com desprezo. – Nunca vamos ser. E o fato de você ter colocado o seu espermatozóide dentro de mim, não vai mudar nada do que eu penso sobre você. Vai embora. Por favor.


– Achei que precisasse de ajuda, você me mandou a carta.


– Eu estava culpando você. Eu...


– Escute, qualquer lugar que você for, ninguém vai tratar você da maneira que eu vou tratar...


Amber fez um muxoxo irritado.


– Não é hora de tentar ser romântico!


– Eu estou sendo sincero! Eu até parei de estudar para arrumar um emprego. Posso sustentar a gente.


Nunca vi Dimitre tão decidido. E também nunca vi Amber tão desesperada. Eles haviam esquecido que eu estava ali perto, e já era tarde demais para eu querer me afastar. Estava curioso para saber o que ia acontecer com aqueles dois.


– Sua mãe está sabendo disso? – ela perguntou um tempo depois. – Que você parou de estudar?


– Minha mãe está sabendo de tudo. Ela me deu dinheiro para vir para cá, para falar com você.


– Não vai adiantar nada.


– Não sabemos de nada do que vai adiantar. Tome. – Dimitre entregou a ela um papel. – É o endereço do meu apartamento. Mas de uma coisa eu sei, Davis, eu não vou fugir como o meu pai fez.


Dizendo isso, ele se levantou. Ia passar por mim, mas apenas ficou parado a minha frente. Parecia que ia dizer alguma coisa. Eu esperei. Então ele desabafou:


– Seria muito mais fácil se você fosse o pai. Ela gosta de você.


Foi embora, acendendo um cigarro e desapareceu de vista. Eu sentei ao lado de Amber. Ela parecia envergonhada e não quis ter que me encarar. Tirou o cabelo dos olhos e disse baixinho:


– Eu não esperava que ele aparecesse.


– Amber, não estou dizendo que vai ficar tudo bem... mas talvez você devesse dar uma chance a ajuda dele. Dimitre pode ser escroto às vezes, mas ele é imprevisível quando se trata da família...


– Não somos uma família!


– É alguma coisa que faz parte dele, certo? A criança que nascer. Ele não é estúpido para não entender isso. Ele provou isso agora. E Bulgária é bem longe daqui. Foi uma longa viagem.


Amber ficou observando o bilhete com o endereço de Dimitre depois que eu disse aquilo. Lembrei-me quando fui ao enterro de Markus. Dimitre chorou como se não se importasse com os erros do pai. Procurava respostas para a morte dele sem descansar. E no ano passado, quando Parrish tentou me agredir, Dimitre foi quase expulso por tentar me defender. E agora ele sabia que ia ser pai. E que não podia ignorar isso.


– Vou almoçar – eu disse a ela, que estava bastante silenciosa. – Se cuida, beleza?


– Avisou tarde demais. – Conseguiu levantar o canto dos lábios em um sorriso infeliz. Antes que eu saísse, ela ainda disse mudando totalmente de assunto: – Ouvi umas garotas falando de você. Acho que a Weasley vai ter que ficar bem esperta depois do jogo de ontem. Você foi ótimo e não passou nada despercebido.


Depois disso, eu fiquei me perguntando se era cedo demais para entender o que meu pai quis dizer sobre... aproveitar as garotas, porque depois que se apaixona não é fácil ficar reparando nas outras. Eu não tinha reparado ou me importado nas outras.


Logo na semana seguinte, depois que Amber saiu da escola, eu não soube o que ocorreu, qual caminho ela seguiu. O lugar para mães solteiras que Hanna havia recomendado ou o apartamento de Dimitre. Ela apenas me dera um rápido abraço e não dissera nada antes de pegar suas malas e pegar uma carruagem fora da Escócia. Hanna ficava desolada pelos cantos da escola, mas em alguns momentos eu mesmo a vi conversando com outras garotas. Talvez ela tenham se separado para seguir seus caminhos. Os rumores maldosos continuavam mesmo assim. Era difícil controlá-los, a não ser que apenas ignorasse.


Com a saída de Amber, Nina Truman, uma garota de cabelos cumpridos e negros, de olhos profundos e azuis, virou a nova monitora. Ela me irritava com seu falatório e suas perguntas obsessivas sobre Albus. Sobre o namoro de idas e vindas com Natalie. Os dois sempre estavam terminando, e uma das brigas mais feias entre eles foi quando Albus perdeu a cabeça ao ficar achando que Natalie havia transado com James. Mas logo ela provou que o Potter certo era Albus e os dois voltaram. E isso significava Nina Truman enchendo o saco no meu ouvido, mas pelo menos não havia discussões entre nossos melhores amigos.


O começo de maio foi agitado, porque tivemos o baile de aniversário da Batalha de Hogwarts, com banda especial ao vivo e comida boa. Todos os alunos participavam. As garotas saíam de seus dormitórios, arrumando-se como se suas vidas dependessem disso. Era o tipo de evento esperado para o pessoal beber e se arrepender de loucuras na manhã seguinte.


Rose estava linda com seu vestido azul, os cabelos presos em um coque, apenas uma mecha de sua franja cumprida caindo em seus olhos. Eu fiquei feliz que dessa vez não tínhamos que ficar convidando um ao outro para nada, uma vez que nossas respostas já eram naturais.


Entramos no salão principal. Mesas espalhavam-se pelo lugar decorado com enfeites. A diretora Minerva estava sentada numa grande mesa e todos os outros professores também, logo antes de fazer seu discurso que sempre arrancava lágrimas das pessoas. No outro lado do salão, um palco foi projetado para as bandas se apresentarem. Enquanto isso, uma música agitada saía de alguma caixa de som ali perto, animando os casais que chegavam e nos cumprimentavam. Eram na verdade os amigos de Rose.


Ela não era tímida para querer dançar quando todos já estavam na pista. Primeiro bebemos um copo de whisky e fomos dançar lá na frente. A música era agitada. Rose começou a rir, movimentando o corpo no ritmo da música. Ou ela estava muito feliz ou muito bêbada. Era mais fácil acreditar na primeira opção quando se tratava de um sorriso dela.


– Você está muito enferrujado – exclamou perto do meu ouvido, arrepiando-me. – Dance, Scorpius!


– Eu não... ah, foda-se. Com licença.


Fiz uma mesura em sua direção. Tirei o terno negro e o joguei em algum lugar perto do palco. Rose me olhou meio admirada quando comecei a me mover de um jeito patético.


Eu não sabia o que estava fazendo, mas sabia que estava dançando. Bem ou mal, tanto faz, apenas estava. A música agitava meu sangue e eu me soltava cada vez mais. Rose continuou me encarando, sem parar de dançar também. Assim que percebi, já estávamos praticamente colados, nossos corpos balançavam sempre no ritmo da música. Naquela altura, eu nem tinha idéia de quantas já tocaram.


Nunca tinha dançado assim com alguém. Estava sendo excitante. Eu deixei escapar o elogio:


– Você está maravilhosa hoje.


– Quê? – Ela não ouviu. A música estava mais alta.


Falei de novo, perto do ouvido dela, e quando entendeu, ela jogou os braços ao redor de meu pescoço e começamos a nos beijar. Eu não soube dizer quando isso se tornou necessário.


Quando cansamos, pegamos mais um copo de whisky e saímos do salão principal para caminharmos pelo jardim de mãos dadas. Conversamos sobre algumas coisas sem muita importância. Rose estava mesmo linda. Talvez fosse o vestido... deixava as curvas dela mais chamativas. O cabelo penteado de modo que deixava os detalhes do seu rosto claramente bonito e doce. Eu não posso dizer que quando a conheci eu a achava maravilhosa. Ela se tornou assim em meus olhos. Era como se eu olhasse por uma nova perspectiva. Nenhuma das garotas da nossa classe tinha peitos ou algum atrativo perigoso no primeiro ano. Muitas mudaram para melhor.


Rose me viu rindo e olhou-me como se estivesse ao lado de um maluco.


– Alguma piada que eu perdi?


– Eu só estava lembrando como éramos antigamente.


– Tudo fica engraçado depois que passa – ela comentou sabiamente. – O quê? Estava se lembrando do meu cabelo armado, o fato de que eu era maior do que você e Albus?


– Por aí – assenti.


– Daqui a pouco já vamos estar em nosso último ano e ainda me lembro do meu primeiro como se tivesse acontecido ontem.


– Algumas coisas mudaram, não?


– Ainda vão mudar.


– Acho que sim.


– Rose! Scorpius! – ouvimos as vozes. Olhamos ao redor e, surpreso, avistei Albus e Natalie na margem do Lago. Albus estava acenando e nos convidando para que a gente se aproximasse.


Havia um breve morro que devíamos descer para chegar a margem do lago. A única iluminação por ali era da lua, que naquela época estava cheia e brilhante. Albus verificou a temperatura da água, mas Natalie já estava tirando o vestido, ficando apenas com as roupas de baixo. Rose ficou indignada ao vê-la pular, sem pensar duas vezes.


– Você está de sutiã! – exclamou Rose.


– Dããã – Natalie riu, assim que emergiu com os cabelos negros molhados para trás. Albus tirou a camisa e se jogou na água, soltando um gemido sofrido de frio. – Entrem! Está perfeita!


Albus concordou com os lábios roxos e o queixo trêmulo.


– Vocês beberam?


– Um pouco! – os dois riram. – Entrem logo, ninguém vai nos ver!


– Eu fiz maquiagem e meu cabelo...


– Uau, desde quando você se tornou a Patricinha de Hogwarts? – Natalie caçoou.


Aquele comentário deixou Rose nervosa. Ela bebeu o resto de whisky que tinha no copo e me entregou antes de começar a tirar o vestido.


– Você vai pular? – eu perguntei impressionado.


– Ela disse que sou patricinha.


– Beleza – eu mordi os lábios, apreciando a idéia. Até eu desabotoei minha blusa, sorrindo para Rose. Uau, foi só o que pensei. Eu já a vi sem roupa, mas, de algum modo, a luz do luar, o cheiro da loucura que fazíamos, ela tirando o vestido para nadar no lago a noite durante uma festa deixava-a ainda mais incrível. Às vezes eu achava que ultimamente Rose estava se esquecendo que ela era monitora. Não que ligássemos para isso agora. O importante era a diversão.


Rose hesitou. Eu não esperei mais nenhum segundo para segurá-la e, juntos, cairmos juntos na água. A sensação era de que eu ia virar algum tipo de iceberg se eu não saísse da água logo, mas consegui ficar ali porque meu corpo iria se acostumar. Não era inverno. Eu emergi, ofegando, e levando tapas no meu braço. Rose estava me dando esses tapas.


– Seu... grande... desgraçado! Por que me empurrou?


– Você só ia entrar amanhã com essa sua lerdeza – eu retruquei. – Você pensa até para entrar numa água!


– Você não precisava ter me empurrado!


Ela jogou água no meu rosto e eu revidei. Começamos a brigar feito duas crianças birrentas num parque aquático de diversão, mas Natalie nos interrompeu.


– Gente, parem com isso! Eu estou mais bêbada do que você e pareço mais adulta.


Ainda fiquei ameaçando jogar água em Rose, infantilmente. Quando ela cruzou o braço e fez cara feia, eu avancei para beijar sua boca, mas ela desviou, de modo que beijei seu rosto. Tentei outra vez até ela se render. Rindo, me deixou aquecê-la com um beijo.


– Idiota – disse, segurando meu rosto. Desviei os lábios até sua covinha e ela riu de novo, apertando meu peito com a mão. Logo segurou meus ombros, e enrolou os braços ao redor do meu pescoço. Nos abraçamos, boiamos na água, e nos encaramos por um longo tempo.


Eu descobri que eu era patético naquele momento, porque pensei o quanto ela estava ótima a luz do luar. Patético e poético. Nada nunca foi tão clichê quanto o pensamento de que eu me sentia revigorado por ter o calor e o sorriso dela ali. Nada nunca foi tão verdadeiro. Eu com certeza não tive a mínima idéia de como era gostar de alguém de verdade, até ter a vontade de chamar Rose de namorada.


Passamos horas juntos, dignas de qualquer coisa que valesse a pena. Mergulhamos e pulamos na água várias vezes, fizemos uma disputa de quem dava o melhor salto. Albus vencera. Logo que tudo se acalmou, sentamos a margem do lago, apenas observando a paisagem, as montanhas no horizonte, e todo o terreno gigante de Hogwarts.


Natalie acendeu um cigarro, assustando Rose com essa atitude, mas ninguém a impediu. Ela tirou da sua bolsa alguns salgadinhos que roubara da festa, distribuindo para nós. Aqueles mergulhos deram fome e eu os devorei rapidamente.


– Eu preciso dizer, gente – disse Natalie. – Eu estava precisando disso. Sair um pouco do esquema.


– Prometem que não vamos fazer isso sempre? – perguntou Rose. – Quero dizer, isso tem que ser especial. E se fizermos sempre, não vai ser especial.


– Agora vamos criar um clube ou o quê? – ironizei. Rimos mais um pouco, com nossos pés na água. O silêncio reinou entre nós, um silêncio que usávamos para ficar pensando.


Natalie, que estava em um período de TPM ou apenas sensível naquele dia, começou a dizer:


– Sabem por que passei o Natal com meu pai esse ano? O desgraçado está doente.


– O que ele tem? Virose? – Albus jogou uma pedrinha no lago, quicando três vezes na superfície. Natalie não respondeu, de modo que nós olhamos para ela, sentindo um certo peso em seu silêncio. Ela estava com lágrimas nos olhos.


– Ele tem três meses de vida. É uma doença rara, que afeta a vítima numa certa idade. Eu esqueci a merda do nome da doença. Minha mãe queria que eu passasse o feriado com ele porque eram seus últimos dias comigo. Dá pra acreditar?


– Você odeia seu pai – eu disse.


– Quando eu tinha seis anos, vi ele batendo na minha mãe. Prometi que iria odiá-lo para sempre desde então. Ele ainda é um idiota, mas eu não... eu não posso desejar mais três meses de vida a quem quer que seja. E a pior parte? Dizem que a doença é genética.


Ela deu um riso nervoso ao constatar aquilo. Não estávamos acreditando nisso. Desolados com a notícia, nós deitamos na grama e ficamos olhando o céu estrelado.


– Por que nunca disse isso para nós? – Rose parecia brava, ao passo que Albus estava decidido:


– Nada vai acontecer a você.


– Eu sei – murmurou Natalie. – Mas isso me faz pensar, sabe? Pensar em tudo o que quero fazer, e em coisas que ainda quero experimentar. Isso me faz pensar na nossa utilidade nesse mundo. Nascemos para quê? Para ocupar espaço? Para aumentar a lista de chamada na sala de aula? Onde está a nossa utilidade nisso? Eu morreria se me dissessem que tenho três meses para fazer a merda dessa vida valer a pena. Por isso não quero deixar nada para depois, entendem? Eu não consigo me imaginar tendo um prazo de vida.


– Ninguém consegue – pensei alto.


– Por que não disse isso para nós antes? – Rose insistiu.


– Porque não quero que ajam como se fosse o fim do mundo, não quero drama sobre isso! Sei que devo avisar vocês disso, pois são meus amigos, mas não quero que nada mude. E não digam nada a ninguém. Odeio compaixão hipócrita de algumas pessoas desse castelo.


– Vamos estar aqui por você – prometeu Rose, apertando o braço dela ao seu lado.


– Vocês querem passar as férias de verão comigo lá em Los Angeles? – Natalie perguntou um tempo depois. – Meu pai tem essa casa incrível e ele disse que posso convidar todos os meus amigos. Oh... Scorpius, eu esqueci que você não se mistura com coisas trouxas. Aquele lugar é totalmente trouxa. Mas estou convidando você mesmo assim.


Sem esperar nossas respostas, ela se virou com o corpo para Albus e os dois ficaram cochichando coisas, de modo que não me interessava ouvi-los em particular. Rose tinha o olhar distante, mas fez o que Natalie queria: não agiu como se fosse o fim do mundo. Ficamos um pouco mais por lá até que tivemos de colocar nossas roupas de volta. Rose passou um feitiço para nos secarmos mais rápido. Ela ficou o resto da festa conversando com Natalie. Eu sabia que Rose estava tentando não parecer transtornada, mas não era fácil descobrir que sua melhor amiga podia ser portadora de uma doença genética. De qualquer forma, o pai de Natalie obteve com cinqüenta anos. Mesmo se Natalie a tivesse, realmente não ia acontecer nada com ela tão cedo.


Depois da festa, ela e Albus desceram para as masmorras. Eu estava para convidar Rose, mas quando fui encontrá-la, ela estava sendo meio que cercada pela turminha de Gilbert Follese, o projeto barato de Dimitre. Ele estava acompanhada com mais dois amigos.


– Ei, Ros. Eu só queria saber... – deram risada. É, estavam bêbados. – Tipo assim, você faz algum grupo de estudo? Eu estou precisando de notas... preciso de algumas lições. Podia me ensinar.


– Não, eu não faço mais.


Ela tentou sair pelo outro lado, mas o outro garoto ficou a sua frente.


– Devia voltar a fazer, sabe? Cara... você está muito gostosa. Desde quando você é assim, hein?


– Deixe-me passar – avisou Rose perigosamente.


Tentando manter a calma, o que não era fácil, eu fui até eles. Coloquei as mãos no bolso:


– Os Três Mosqueteiros – refleti, sorrindo, analisando cada um. Nenhum deles prestava. – Vocês não têm platéia hoje.


– A conversa é entre eu e ela, tá legal, Malfoy? – Gilbert avançou contra mim, levantando o peito. Eu fiz esforço para não caçoá-lo, mas foi impossível.


– A conversa é entre mim e ela – corrigi, rindo de sua idiotice.


O primeiro movimento foi dele. Gilbert me empurrou. Eu não revidei. Nenhum deles prestava. Mesmo assim, eu o encarei com desprezo e esperasse que eu tivesse a habilidade de ameaçar com o olhar.


– Scorpius, vamos – disse Rose num cochicho. – Não vale à pena.


Ela pegou a minha mão e fez com o que eu desse as costas a ele. Enquanto nos afastávamos, Gilbert exclamou:


– É um fracote. Sabe que vai perder. E vai perder a ruivinha também. Nada que whisky não faça as garotas caírem aos meus pés de joelho. Essa daí já não vai ficar muito para trás com esses peitos e...


Eu avancei contra ele, mas Rose me segurou antes que eu o socasse. Eu estava fervendo tanto que teria sido capaz de jogar Rose fora do caminho e arrebentar aquela cara de fuinha. Mas não joguei Rose fora do caminho. Ela que me jogou fora do caminho. Num ato esdrúxulo, o tapa que ela deu em Gilbert fez um barulho alto o suficiente para que fosse capaz de sentir a dor.


– Só o meu namorado pode dizer alguma coisa sobre os meus peitos, Follese. E até onde eu percebi você não é meu namorado. E pare de ficar me seguindo. Bêbado ou não, você é ridículo. Vamos, Scorpius.


Eu estava quase aplaudindo, estupefato, mas Rose me puxou para fora do salão. Eu não sabia onde ela estava me levando, e só percebi que era para o dormitório dela quando eu realmente cheguei lá dentro, com a sua permissão. Garotos não podem entrar no dormitório das garotas sem permissão.


– Uau, aquele tapa...


– Acho que estou um pouco bêbado – ela soou como se quisesse se desculpar por ter agido agressivamente.


– Eu achei bem excitante.


– Você também está um pouco bêbado – ela riu.


– O que você quis dizer sobre... Ele está seguindo você?


– Ele só quer se mostrar.


Rose se jogou na cama, espreguiçando-se, claramente sem querer falar no assunto. Ela estava sorrindo feito uma boba olhando para mim enquanto eu me aproximava ao seu lado.


– Estou exausto – falei, passando a mão no rosto.


– Exausto? – Rose franziu a testa e rolou até ficar deitada sobre mim. Eu a abracei, confortável. – Então quer dizer que você não quer... sabe – ela abriu o primeiro botão da minha camisa. Depois o segundo, acariciando meu peito. Ela parecia um pouco decepcionada. – Você não quer?


– Estou exausto, mas não indisposto – sorri, começando a beijá-la. No começo, foi aquele beijo calmo e leve que sempre dávamos para nos saborear, só que depois Rose aprofundou os lábios nos meus, de um jeito descompassado. Assim que abriu o último botão da minha camisa, eu levantei meu tronco para arrancá-la e, nisso, Rose continuou me puxando para sua boca, sentada em meu colo, enquanto passava suas mãos em minhas costas, em meu peito, em minha barriga. Eu a apertei mais contra mim, descendo os lábios até seu pescoço. Ela jogou a cabeça para trás e depois me fez deitar no colchão novamente, olhando para mim. Ela, sentada em meu quadril, sorriu suavemente enquanto tirava o cabelo do rosto.


Ia dizer alguma coisa, mas minha voz foi sumindo quando observei ela tirar o vestido. Rose bebeu um pouco na festa, mas ela não estava bêbada. Ela estava mais relaxada, solta, segura. Sorri de novo, olhando para o sutiã dela. Depois para os olhos dela.


– Você é incrível.


– E você é tão... excitado – ela riu fraquinho, pousando a mão sobre minha ereção e, mesmo por cima da calça, eu fiquei ainda mais duro.


– O que eu posso fazer? Estou apaixonado – falei e ela riu de novo, só que mais alto.


 Rose abriu o zíper da minha calça, ficando séria. À medida que arrastava minha calça para fora das minhas pernas. Quando ela voltou a apertar meu membro, eu observei:


– Você ainda está vestida...


Ela se inclinou em mim e pousou o dedo indicador nos meus lábios. A voz dela nunca esteve tão baixa e excitante:


– Deixa que eu cuide de você essa noite, tá?


Eu assenti com a pulsação acelerada, do meu coração até a minha própria glande. Era uma conexão inevitável. Não tinha como separar as duas coisas. Rose me deu um beijo nos lábios e foi descendo com eles, sem nenhuma pressa, até chegar um pouco abaixo do meu umbigo. Ela subiu de novo e beijou meu peito, mordiscando meu mamilo. Ela olhou para mim e sorriu.


Rose me enlouqueceu naquela noite, colocando meu membro em sua boca como nunca havia feito antes. O prazer que isso me proporcionava era indescritível. Vê-la fazendo isso, então, era quase inacreditável. Adorei perceber que isso não fazia parte da minha imaginação, que isso estava acontecendo mesmo. Os lábios descendo e subindo, não contive gemidos, eu estava muito ofegante, agarrando a mão dela que arranhava meu peito. Eu estava tão vulnerável a isso, a essa novidade entre a gente, que, se Rose não tivesse se afastado e voltado a me beijar a tempo, eu poderia ter terminado rápido.


Ela arrancou minha cueca de uma vez, enquanto eu abria seu sutiã e beijava seus seios. Era tão bom vê-los de novo, senti-los com a mão e encostá-los em minha pele. Inverti a posição, ficando sobre Rose, tirando o resto de suas roupas.


– Eu quero você essa noite inteira – confessou Rose, meio desesperada, agarrando meus cabelos. Eu colei nossos membros, fazendo-a gemer. – Scorpius...


– Sou seu, não se preocupe – eu segurei a cintura dela e consegui levantá-la até que ela sentasse em meu colo, mas não a penetrei porque ela parou e me encarou com paixão:


– Me beija também.


Debilmente, fiz o que ela mandou. Então riu fraquinho, acariciando meu rosto.


– Não na minha boca. Faça-me sentir aquilo de novo, como na outra noite.


– Você gostou – observei.


– Foi bom.


Eu a deitei levemente na cama. Ela se expôs a mim, a minha língua e a qualquer habilidade que eu tinha. O aperto em meus cabelos, os grunhidos e os gemidos. O gosto dela. Perfeito da maneira que deveria ser. Mais uma noite com ela, mais uma noite dando prazer a ela. E, por fim, não agüentei mais. Tive de prepará-la com o dedo, apertando-a gentilmente, e quando estava para entrar com meu membro duro, ela sussurrou:


– Estou tomando poção anticoncepcional. Quero dizer, as coisas que aconteceram ultimamente, é bom se prevenir contra qualquer coisa...


Mais beijos. Meu corpo entre suas pernas, minha mão na sua coxa, depois saindo e subindo até seu seio. Aquele gemido que eu conheci antes. Adorei ouvi-lo de novo e queria aumentar a intensidade. Ela acariciou meu peito. Eu ia vestir a camisinha, mas dessa vez a coisa foi diferente, pois Rose preferiu tentar naquela noite. Pelo visto, ela era boa em tudo.


– Meu Deus, Scorpius... – ela grunhiu, puxando-me para ela de novo. Nós nos beijamos e, em cima dela, eu a penetrei. Estávamos tão molhados que Rose gemeu prazerosa do começo ao fim. Nossos movimentos estavam sincronizados, lentos, para que não terminasse rápido. Eu queria ficar assim com ela o resto da noite, num vai-e-vem delicioso, sentindo aquele prazer imenso não apenas de estar dentro dela, mas de saber que ela estava adorando, porque, diferente das primeiras vezes, ela sorria gemendo meu nome.


Coloquei ela em cima do meu quadril, fazendo-a deslizar sobre meu membro outra vez e continuarmos naquele jogo corporal. Meu cabelo estava grudado no meu rosto, eu estava transpirando, ofegando. Embaixo dela, movimentei-me com força e rapidez. Ela gritou, puxando meu cabelo com tanta força que gemi. Mesmo exaustos, nós não conseguimos parar. Naquela noite, ainda usei quatro pacotes de camisinhas. Eu esperava um dia poder chegar a perder a conta.


Talvez meu pai estivesse certo, afinal de contas. Eu cheguei a um ponto em que eu não conseguia pensar em mais ninguém. De repente eu comecei a me ver fazendo planos e todos envolviam Rose.


Mas eu devia saber... sempre tem alguma coisa que gosta de desviar as rotas. Eu descobri o que era só algum tempo depois. Enquanto isso... eu estava vivendo os melhores tempos da minha vida.


 


 

 


Não me xinguem, não me xinguem, não me xinguem >< *Defendendo-se com a desculpa de que hoje já vou receber dezoito puxões nas orelhas*
Dois mil e doze desculpas para todos que esperavam ansiosamente por esse capítulo. Meu ano não começou bem, e isso me afetou na hora de tentar escrever alguma coisa. Sei lá se deu algum resultado bom, mas pelo menos cheguei ao final do capítulo e posso deixar vocês avaliarem! Espero mesmo que tenham gostado, perdoem-me se deixei a desejar... Então comentem para eu saber... e, bem, porque não há nada melhor do que muuuitos comentários como presente de aniversário! 
Obrigada!!


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 20

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por REJI em 12/03/2012

Bom, a cada NC de Rose e Scorp sua que eu leio,sempre penso que é impossível ficar melhor, mas você, definitivamente, consegue isso. Elas ficam melhores a cada capítulo, mas quentes e mais românticas, ao mesmo tempo, a medida em que esses dois jovens vão se conhecendo e se descobrindo... Cada vez melhor e mais perfeito!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por MarianaBortoletti em 26/01/2012
Primeiro, um feliz aniversário super atrasado! Segundo, desculpa a demora em comentar! Terceiro, cara, como eu senti falta dessa fic. Não parecia, mas a medida que eu ia lendo o capítulo, fiquei pensando em como em pude demorar tanto para ler, porque é bom demais! Eu não canso de elogiar a tua narrativa e os teus NCs. É qualidade, não adianta, e tudo é tão bem encaixado com a história, com os sentimentos e emoções dos personagens e não estão ali só para suprir uma necessidade de "safadeza". Bem, com essas cenas fofas de Rose/Scorpius tu apenas faz meu amor por eles aumentar, acho que não existe casal mais fofo e com maior liberdade de criação. Fiquei com pena da Natalie, juro que imaginei tu sendo má e dando um destino triste para ela. Se já fossem adultos, eu pediria por um drama final, mas não vou fazer isso, vou ficar quieta. Amber... Bem, amber não tinha caído tanto nas minhas graças, assim como o Dimitri, mas depois da frase "não vou fugir como meu pai fez" (ou algo assim), virei fã desses dois. Só quero ver como a Amber vai ficar com a coisa da sexualidade dela... Ela já se decidiu? Não me lembro. Tem algo para decidir, falando nisso? HAHAHAHAHAHAH Ok, chega de falar. Até mais, garota, e que esse ano mal iniciado seja apenas uma fase curta. Bjs
Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por charl0tte em 16/01/2012

Desculpe a demora pra comentar, mas é que eu decidi ler "Money Honey" enquanto esperava esse capítulo ser postado, e como eu terminei de ler super rápido, decidi recomeçar a leitura de "Born For This" e acabei ficando um tanto atrasada nos comentários.
Aproveitando pra constar que eu fiquei apaixonada pela história do Draco e da Astória, e eu tenho uma visão incrívelmente diferente da família Malfoy depois das suas fics. Agora, eu precisava mais do que nunca comentar nesse capítulo. Começando pelo nome, que me fez pular de felicidade aqui, principalmente pelo meu amor por Panic! At The Disco, e por New Perspective ser uma das músicas da minha vida, haha. O capítulo foi lindo, e eu adoro esse clima entre a Rose e o Scorps, essa descontração, o fato de que eles têm assuntos além de passar o tempo juntos, e o modo como você aplica o NC, como uma coisa totalmente mundana e não com a malícia de outras fics, faz tudo ficar ainda melhor! Estou mega ansiosa pelo próximo capítulo, e estou preocupada com a Natalie e espero que fique tudo bem com ela, que a doença nunca se manifeste e que ela e o Alvo assumam logo um relacionamento. Parabéns, a fic tá incrível. Xoxo.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Emma Ricce em 14/01/2012

Feliz aniversário , respira fundo e continua escrevendo essa história linda de amor.
Voce é uma incrivel escritora. 

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Ana Slytherin em 13/01/2012

Primeiramente, Feliz Aniversario 
eu achei que ele ia aparecer pra tentar mostrar que podia ser diferente do pai
Agora eu quero é saber se a Amber aceitou ou não , pra onde ela foi 
Scorpius e rose são mais fofos a cada capitulo e om desvio de rota me deixou muito preocupada 
Espero pelo proximo 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Marcela Prince Snape em 12/01/2012

Super perfeito!!! Demais!!!

Parabéns atrasado!

Adorei! O que Amber vai fazer?

Será que Scorpius vai para LA COM rOSE, Natalie e Albus?

Quando Rose deu aquele tapa, eu não queria ser Gilbert Follese. Ela bateu com gosto!

Rose está bem safadinha mesmo! kkkkkkkkk

Beijos e até o próximo capítulo!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carolzinha Gregol em 10/01/2012

Me encantei por esse capitulo! você escreve muito bem :) esta de parabéns, fiquei surpresa com a volta do dimitri e ele esta de parabéns pela parte dele ter falado que vai registrar a criança e tal, mostra que é homem de verdade! A Rose esta cada vez mais safadinha, hahahahaha, eu acho muito bonita a amizade da Natalie, Albus, Rose e do Scorpius. QUE TAPA que a Rose deu naquele babaca, ele merecia mais hahahaha espero que o Scorpius de um surra naquele babaca forever. acho que isso, NÃO DEMORA MAIS, se não eu fico triste e entro no tédio. kkkkkk

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mohrod em 10/01/2012

*0*

queee perfeeeeeeeeeeitooo!

não tenho palavras pra descrever. (:

só peço que não demore mais a atualizar. Quero dizer, não demore tanto, né? Porque contratempos acontecem, afinal!

FEliz Ano Novo! 

;**

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mily McKinnon em 10/01/2012

NOOOOOOOOOOOOSSA EU ADOREI ESSE CAPÍTULO!

Gente, o que foi o retorno do Dimitre? Confesso que fiquei chocada e surpresa. Gostei bastante da atitude dele, sério mesmo. Ain, gente, eu amei a cena dos 4 no lago negro *________* mto fofa mesmo! E confesso que fiquei preocupada com o final. O que vai acontecer para ~desviar eles da rota~ hein? TÔ MORTA DE CURIOSIDADE!!!! Atualiiiiiiiiza +_+

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por LoPotter em 10/01/2012

AAH, meu Deus. Finalmente consegui comentar numa atualização sem ser duas semanas depois HUHAUHAU' Demorou pra vir o capítulo, hein? Ruum. Então, primeiramente, parabééns atrasado! Geente, eu preciso saber o que vai atrapalhar o rumo do Scorp D; Confesso que eu esperava que o Dimitre fosse fazer alguma coisa, mas aparecer em Hogwarts atrás da Amber e esperar ter uma família com ela? Isso me surpreendeu, haha. Mas eu gostei muito da atitude dele. Espero que não aconteça nada com a Natalie, eu gosto muito dela... Ameeei o capítulo, viu? E vou dizer mais uma vez: Essa fic é PERFEITA, e eu amo ela haha *-* Milbeijos.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 10/01/2012

Amei o capitulo *-* tudo de bom ele, perfeito.Ahhh amei o que o Dimitre fez *-* fofo...Espero que a Amber fiquei com ele... Feliz Niver.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lediane Werner em 10/01/2012

Parabens pelo aniversário...

O capitulo esta maravilhoso!!!!

Deixou todos nós curiosos com o pensameno final do Scorpios.

Bjus

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por alana_miguxa em 10/01/2012

eu adorei o capitulo. ficou otimo. medo das ultimas frase. que que vai aocntecer com esses dois? heheheh

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Louyse Malfoy em 10/01/2012

Dimitre quer ser a familia da Amber? A Amber por favor né! HHUAAUHHUAHUAHU Dimitre é um fofinho, e eu queria saber melhor a opinião da Dafne e até a da Astoria e Draco sobre a gravidez da Amber. Será que temos mais um casal nessa história linda? Ahhhhhhh, e a doença Natalie? Omg estou com o coração apertado... Tadinho do Albus! Tomara que não afete ela. Tomara mesmo! Rose batendo na cara do Gilbert foi demais! Sério mesmo. Scorpius cada dia mais apaixonante. Feliz aniversário minha linda, tudo de bom pra ti! Beijos e esperando o próximo capítulo. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mimi Potter em 10/01/2012

O Dimitre apareceu!Ainda bem,mas n sei se ele vai conseguir a "família feliz" q ele deve desejar internamente.Estou realmente preocupada com o que vai desviar Scorpius rota e tomara q n seja a Rose em algum surto maluco.E ainda tem essa parada da doença genética que a Natalie pode ou não ter.Tantas coisas pra me preocupar!Vamos aguardar,né?

Feliz aniversário e muitos anos de vida!Um bom ano de 2012!

 

bjs

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jacih Dallazen em 10/01/2012

Feliz Aniversário! *-*

Eu sabia que o Dimitre viria! Tinha certeza! *-* Quero mais flor e quero saber o que vai desviar o Scorpius da rota!!! XD

Beijos

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Natália Denipoti de Oliveira em 09/01/2012

Primeiro feliz aniversário!! haha ta muito bom o cap sim como sempre... e meu deus menina nao demore tanto pra atualizar :(

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lívia G. em 09/01/2012

Dimitre apareceu, eu sabia! Eu levava fé nele, espero que a Amber mude de ideia e os dois criem o bebê juntos. Quero saber o que vai desviar Scorpius dessa rota dele, fiquei curiosa. Espero o próximo! Beijos

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lays Mary em 09/01/2012
gostei do capitulo,não demore a posta e Feliz aniversário.bjssssssssssssss
Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Naaty A. Silva em 09/01/2012

Ouch! Esse capítulo tá MARAVILHOSO. Nada ficou a desejar, 'tá perfeito, parabéns!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.