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3. Epílogo


Fic: Fugitiva


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Bem gente, esse é o epílogo, mas antes d vcs lerem, eu keru ter um momento propaganda. Enquanto eu esperava alguém dizer que tinha gostaddo da fic pra q eu pudesse terminar o epílogo e postar eu fui escrevendo outra, e ela já está quase completa, só falta algumas cenaszinhas, aki ta o link do menu dela, dêem uma olhada se kiserem e ñ eskeçam d comentar me dizendo oq vcs axam: http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=42139


Muito obrigada às meninas q comentaram, Nana-moraes malfoy, Stephanie.L e M R C, amei os coments de vocês, muito obrigada mesmo, é muito importante pra mim e espero que vocês continuem a ler minhas fic's e me dizerem oq axam, foi só por vocês que eu terminei o epílogo e postei e espero que vocês gostem, comemtem me dizendo oq axaram, a opnião d vcs é mt importante, assim como a opnião d um ouvinte é importante pra um cantor, a opnião do leitor é importante pro autor, muito obrigada mais uma vez e Bêjuxs =*


Boa leitura.


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Hermione olhou novamente para os portões e voltou a olhar para a filha, ele iria matá-la, ela sabia disso no momento em que decidiu voltar, mas agora a decisão já estava tomada e sabia que era a coisa certa a se fazer. Havia fugido novamente depois de discutir com Draco alguns meses depois de ter voltado para a mansão e dessa vez se certificara em ir para um lugar totalmente afastado e não usara magia uma única vez, sequer tentou um emprego, Draco também poderia encontrá-la assim, usava o dinheiro que havia retirado de sua conta antes de sair do mundo bruxo, dessa vez não deixara pistas para o loiro seguir. Ainda estava receosa em entrar, não sabia o que iria falar, as lembranças da última vez em que esteve na mansão ainda giravam na sua mente como um pesadelo persistente.


 


 


 


Flashback


 


 


 


Hermione havia voltado mais cedo de um passeio no parque com Violet e Pansy, a previsão era de jantar na casa de Pansy e voltar tarde para casa, quando Violet estivesse cansada do dia cheio e de preferência dormindo, mas a pequena estava febril e inquieta, e Hermione decidiu voltar para casa logo no início da noite.


 


Ao entrar na mansão tudo estava silencioso e presumiu que Draco ainda não tinha voltado, subiu e colocou a filha no berço e voltou indo para a cozinha, preparar algo para abaixar a febre da bebê. Ao sair se deparou com Draco, Blaise e mais dois homens que não conhecia sentados no sofá da sala.


 


- Hermione? - Draco perguntou surpreso. - Achei que ia chegar mais tarde.


 


- Resolvi voltar mais cedo pra casa, porque? Algum problema?


 


- Cadê a Pansy? Está aqui com você?


 


- Não Blaise, ela ficou em cada lhe esperando.


 


- Não vai nos apresentar Draco?- um dos homens perguntou, era alto, tinha cabelos pretos e encaracolados e olhos azuis.


 


- Oh sim claro, essa é... Her-Hermi-one... Er... Ma-Ma...


 


Hermione notou a resistência de Draco em dizer seu sobrenome para confirmar que ela era sua esposa.


 


- Hermione Granger. - disse se aproximando mais.


 


- Hermione Granger? A amiga de Harry Potter? - o segundo homem se surpreendeu, parecia com o outro, alto, cabelos castanhos, cacheados e olhos verdes.


 


- Sim para a primeira, uma vez que eu acabei de dizer isso e não para a segunda. - respondeu fria.


 


- E o que a Srta. Salvadora do mundo bruxo faz na Mansão Malfoy? Há tempos não vejo notícias da sua pessoa, por onde andou? - o segundo homem perguntou ainda surpreso.


 


- Nenhum dos assuntos lhe dizem respeito.


 


- O que ela faz aqui Draco? Não sabia que agora socializava com sangues-ruins.


 


Draco demorou para responder e quando o fez parecia nervoso.


 


- Mas é claro que não me misturo com gente assim. - respondeu rindo forçadamente, ao que Hermione sentiu uma punhalada no coração. - Ela... Trabalha pra mim.


 


- Com licença. - se virou quase correndo na direção das escadas enquanto segurava as lágrimas.


 


- Você deixa seus empregados circularem livremente pela área social da casa? Lúcius não lhe ensinou bons modos Draco.


 


- Seria melhor se manter apenas com os elfos a ter de se sujeitar ao convívio com uma sangue-ruim, eles podem transmitir doenças.


 


- Hermione. - Blaise que até o momento permanecia calado, chamou quando a castanha já estava no meio das escadas.


 


- Sim Blaise – respondeu sem se virar.


 


- Isso não significa nada.


 


- Para quem Blaise? Para mim significa muito. Acho que a bebê mestiça lá em cima também esteja contaminada com alguma doença imaginável que possa acabar com os sangues-puros. É uma pena que o pai dela tenha vergonha do suposto amor que sente por ela e pela mãe dela... Uma vez sonserino, sempre sonserino.


 


Hermione terminou de subir as escadas e sumiu por um corredor, Draco fez menção de segui-la, mas seus acompanhantes o bombardearam perguntando de que bebê Hermione falara, o que ela fazia na mansão e ainda mais nos andares de cima quando devia estar junto com os elfos, quem era o pai e etc.


 


Enquanto isso no andar de cima, Hermione mais uma vez arrumava as malas para ir embora com sua filha, nada a faria perdoar Draco pelo seu comportamento em frente aos amigos. Arrumou suas coisas e as de sua filha e aparatou antes que ele subisse e lhe convencesse com alguma desculpa.


 


 


 


Fim do Flashback


 


 


 


Depois de sair da mansão naquela noite, Hermione retirou boa parte do dinheiro acumulado em sua conta no Gringotes e foi para o outro lado do país com sua filha, alugaram uma quitinete de quarto e sala numa vila afastada e passaram a viver lá. Até a noite em que estava brincando com Violet e a pequena lhe olhou nos olhos e balbuciou a palavra “papai”, no momento Hermione quase chorara, já havia descoberto que estava grávida e no momento em que a pequena chamara pelo pai Hermione teve certeza de que jamais apagaria ele do seu coração, e não poderia negar a presença dela na vida dos filhos, seria injusto para Violet, Draco e para o bebê que ainda iria nascer, e com sua decisão tomada arrumou tudo novamente e partiu de volta para casa.


 


E agora estava de frente para a majestosa mansão na qual estava seu, com certeza, furioso marido. Draco já havia lhe avisado outras vezes que não a perdoaria caso ela fugisse, mas ele não ignoraria seus filhos. Não é? Hermione não tinha total certeza, na última vez que o viu ele não dera exatamente uma prova de amor, mas estava disposta a superar isso em nome dos seus filhos e do amor que sentia por ele. Respirando fundo e se enchendo com toda sua coragem Grifinória Hermione entrou na mansão.


 


Estava tudo escuro e não havia sinal de vida, a mansão parecia abandonada, ela só havia ficado dois meses fora e tudo parecia um completo caos, andou por alguns cômodos notando o mesmo abandono, parecia que os elfos não trabalham mais, mas seria impossível Draco tê-los libertado. Se dirigiu à cozinha e descobriu que estava vazia, escura e empoeirada, sem vestígios de vida. Subiu para o andar superior se dirigindo direto para o quarto que era de Violet, e ele estava totalmente intacto, exatamente como o deixou, não havia teias, nem sujeira, nem nada quebrado como no resto da casa, deitou uma Violet adormecida no berço e saiu atrás do dono da casa.


 


Abriu a porta do quarto que dividia com Draco de uma vez, com medo que faltasse coragem caso fosse devagar. Havia alguns móveis destruídos e Hermione pensou que seria realmente bom que Draco fizesse terapia, não sobraria nada da casa se ele sempre descontasse sua raiva nos móveis. Olhou para a cama que ainda estava intacta e pôde notar o volume por debaixo dos lençóis e algumas garrafas vazias que repousavam por cima dos mesmos.


 


- Draco? - chamou receosa.


 


- Vão embora. Mas que droga. - disse com a voz embolada e Hermione se sentiu culpada, pois sabia que ele ficara assim por causa da sua partida.


 


- Draco, o que aconteceu aqui? - houve um silêncio e de repente as cobertas foram lançadas e Draco se sentara na cama analisando a castanha à sua frente.


 


- O que faz aqui? - sibilou. - Onde está minha filha?


 


- Dormindo no outro quarto. Você está bem Draco? - Hermione se aproximava cautelosamente.


 


- Porque voltou? O que faz aqui?


 


- Eu voltei. - pela primeira vez Hermione pensou na possibilidade de Draco não querê-la de volta, dele não aceitar sua volta, dele rejeitá-la.


 


- O que quer? - Draco se levantava da cama, estava com uma calça larga de pijama e uma camisa comum, ambas as peças amarrotadas, e havias alguns cortes leves pelos seus braços e rosto.


 


- o que houve com você Draco? - Hermione se aproximou e ergueu a mão para tocá-lo no rosto.


 


- Não me toque. - sibilou se afastando antes que a mão dela chegasse ao destino. - Você fez de novo. Você foi embora novamente levando minha filha.


 


- Me perdoe Draco, eu estou aqui agora. Me arrependi de ter ido, mas eu voltei.


 


- Você destruiu a minha vida! - ele gritou chutando o criado-mudo, mas Hermione não se moveu, apesar do susto que teve com a ação. - O que veio fazer aqui? Terminar de destruir o resto que sobrou?


 


- Eu sei que está com raiva, mas nós voltamos, tudo vai voltar ao normal.


 


- Eu sei que agi como um idiota, mas você não tinha o direito de ir embora de novo levando minha filha sem avisar. Que me pedisse o divórcio, mas que não afastasse minha filha de mim, você já a afastou por meses de mim. Ela é minha filha também, eu também tenho direitos.


 


- Estou lhe pedindo perdão Draco. - Hermione o abraçara, se agarrando a ele com força, ele não retribuiu o abraço, mas também não a afastou.


 


- Eu botei detetives trouxas e bruxos atrás de você, libertei os elfos e ainda sim os idiotas permaneceram aqui, dei seu apartamento para aquela velha corcunda que morava no cubículo ao lado e ainda reformei todo o andar, fazendo um único apartamento só para aquela velha, quebrei a cara de dois sócios, destruí minha casa, e você não voltou.


 


- Como eu podia saber o que você estava fazendo Draco? Eu fiquei muito magoada com o que fez Draco, entendo que sua criação o faça ser assim, mas me magoou profundamente a forma como ficou com vergonha de dizer que era casado com uma nascida trouxa e que tinha uma filha mestiça com ela. Eu me desliguei totalmente de tudo que estava ligado a você.


 


- Eu não fiz por mal, era uma situação inesperada e me senti encurralado. Teria pedido desculpas se ao socar meus sócios e subir encontrasse minha esposa e minha filha, mas você não estava mais aqui, já havia sumido, de novo sem esperar que eu dissesse qualquer coisa.


 


- Me desculpe, eu estou aqui agora, aceito suas desculpas se você aceitar as minhas. - Draco trincou o maxilar e Hermione suspirou cansada. - Vamos Draco, me beije e vamos fazer as pases. – Hermione disse beijando-lhe de leve o queixo.


 


- Não. – ele disse firme. – Eu não vou me entregar de corpo e alma para você de novo para que depois você fuja quebrando o meu coração, porque sim Hermione, ao contrário do que você pensa, eu tenho um coração.


 


- Eu não duvido que tenha um coração Draco, e não quero machucá-lo de novo, por isso eu voltei, para que nenhum de nós sofra mais. – Draco permaneceu calado e Hermione continuou. – A Violet disse sua primeira palavra, e foi papai.


 


- Você me privou de mais uma coisa na vida da minha filha? – Draco a segurou pelos ombros a afastando de si.


 


- Me desculpe Draco, eu realmente lamento por você não ter estado presente em alguns dos momentos da vida dela, eu realmente queria que você estivesse lá. Eu só me decidi por voltar depois que ela chamou por você.


 


- Pra quê? Pra me jogar na cara todos os momentos que estou perdendo da vida dela por sua culpa?


 


- Pra que você possa ver todos os momentos que virão na vida dos nossos filhos. Eu quero muito você Draco, todos nós queremos você por perto. – a castanha disse colocando uma das mãos na barriga, mas Draco estava com raiva demais para perceber qualquer coisa. – Eu senti muito a sua falta, fui muito difícil ir embora de novo, mas eu precisava desse tempo para equilibrar os seus sentimentos, e agora eu tenho certeza de que quero você, pra sempre. Será que não pode me perdoar?


 


- Eu disse que não perdoaria você uma segunda vez. – Draco evitou os olhos dela, estava prestes a ceder e agarrá-la.


 


- Por favor, Draco, me dê uma última chance, eu faço um juramento mágico se você quiser, nunca mais vou fugir de você de novo.


 


- Porque voltou Hermione? Só para acalmar seu desejo por mim? E fugir depois que matar a saudade do meu corpo?


 


- Não só por isso Draco. – o loiro trincou os dentes e Hermione se deu conta que ele havia entendido errado. – Eu o desejo tanto quanto você em deseja, mas não foi só por isso que eu voltei, foi por muitas outras razões e eu lhe explicarei cada uma delas, mas agora eu preciso muito de você, tanto quanto sei que você precisa de mim. Porque eu não aguento mais viver sem você .Preciso te beijar, te sentir, me preenchendo como tantas outras vezes. Eu estou com tan... – Draco não deixou que terminasse a frase a beijando com fervor a empurrando contra a parede mais próxima, Hermione respondeu à altura, sentira muita falta dele.


 


Sem ter muita paciência Draco rasgou as roupas de ambos e puxou as coxas da castanha fazendo-as se enlaçar em sua cintura.


 


- Eu senti muito a sua falta Hermione, nunca mais faça isso comigo. – ele sussurrou passeando com as mãos pela cintura e coxas dela.


 


- Não farei, eu prometo, nunca mais irei sair do seu lado. – Hermione gemeu beijando-o no pescoço.


 


Draco a penetrou sem aviso, sentido-a lhe apertar ao redor de si, distribuía beijos desde o pescoço até os seios de Hermione enquanto a estocava com força a ouvindo gemer cada vez mais alto. Draco aumentou o ritmo chocando os quadris contra os dela, e a segurou firmemente pela cintura, se mantendo o mais profundo possível dentro dela quando ambos chegaram ao clímax. Ficaram em silêncio, na mesma posição normalizando suas respirações por alguns minutos, até que Draco saiu de dentro dela e a carregou no colo até a cama, a deitando gentilmente e a cobrindo com o lençol. A castanha não entendera o gesto e o puxou para cima de si, o abraçando e distribuindo beijos pelo seu rosto e pescoço.


 


- Acho que isso não compensa a sua ausência em certos momentos da vida da Violet, mas... – Hermione quebrou o silêncio incômodo, mas Draco a interrompeu.


 


- Fazer amor com você não compensa eu não ter visto minha filha mamar, crescer, engatinhar, comer a primeira papinha, dar os primeiros passos, dizer a primeira palavra... Nada vai compensar Hermione. – Draco falou se afastando e se sentando de costas pra ela na cama.


 


- Eu sei que não, nada que eu faça vai compensar, mas talvez se você ver esses momentos, talvez possa doer menos.


 


- Eu já vi suas memórias desses momentos, e não é tão reconfortante quando penso que poderia estar lá, e que a cena poderia ser diferente comigo lá pra levantá-la quando ela caísse.


 


- Isso também me dói Draco, saber que por minha culpa você não estava lá, dói em mim tanto quanto dói em você e na Violet. Mas você vai poder viver esses momentos, não com a Violet, mas realmente espero que isso diminua o rancor que você tem por mim.


 


- Aonde você quer chegar com isso? Aliás, por que me relembrou esse assunto agora que eu perdoei sua segunda fuga com minha filha?


 


- Porque você terá outra.


 


- O quê? Outra o quê? Fuga? Não Hermione, dessa vez eu vou me certificar de que não vai fugir mais, vou colocar feitiços na casa e lhe vigiar vin...


 


- Terá outra filha. – Hermione sussurrou o interrompendo. – Ou filho.


 


Draco ficou alguns minutos em silêncio, depois piscou repetidas vezes e arrancou o lençol de Hermione olhando do rosto dela para a barriga tentando achar algum sinal de que ela estava mentindo.


 


- Você... Está esperando... Está grávida? De mim? De outro filho meu?


 


- Mas é claro que é seu Draco, de quem mais seria? Estou grávida de novo.


 


Draco ainda olhava Hermione sem acreditar, até que houve um estalo na sua cabeça.


 


- E você só vem me dizer isso agora? - ele gritou se levantando da cama. - Eu fui um bruto com você quando lhe fiz amor minutos atrás, devia ter me dito. Eu posso tê-la machucado, machucado o meu filho sua... Sua... Irresponsável.


 


Hermione engatinhou para a beira da cama, se pondo de joelhos em seguida e o puxando pelas mãos.


 


- Você não nos machucou, estamos perfeitamente bem, principalmente agora que você fez amor comigo de forma tão intensa.


 


- Eu sabia! Só voltou porque teve desejo por sexo não foi? - Hermione bufou e o abraçou colando seus corpos.


 


- Sim, eu lhe desejo e muito, mas voltei porque o amo e não quero mais ficar longe de você por motivo nenhum. E também não quero mais que fique longe da Violet e do filho que vamos ter, voltei para que você pudesse acompanhar tudo na minha gravidez.


 


- Temos de ver o medi-bruxo, eu posso ter te machucado sua irresponsável. - Draco se soltara da castanha e começara a andar pelo quarto procurando alguma roupa.


 


- Draco eu estou bem, já lhe disse isso.


 


- Não! Eu tenho o direito de te levar ao medi-bruxo e de ser super protetor e você me tirou isso uma vez e não pode me impedir agora, você vai, ou melhor, nós vamos, e ponto final. - Hermione se aproximou do loiro e o beijou docemente nos lábios.


 


- Você pode fazer o que você quiser meu amor. - sorriu. Draco encostou sua testa na dela.


 


- Não fuja mais. - disse sério. Hermione pegou sua mão e o encarou no fundo dos olhos.


 


- Eu prometo que jamais lhe deixarei de novo enquanto eu viver. - uma luz violeta envolveu os dois selando a promessa mágica. - Agora está mais confiante?


 


- Ainda sim vou colocar os feitiços na casa. - disse zombeteiramente fazendo ambos rirem. Hermione o abraçou e o beijou e logo estavam se amando outra vez.


 


 


 


 


 


 


 


5 anos depois


 


 


 


 


 


 


 


Draco fora um marido perfeito e um pai coruja durante e após a gestação de Hermione, nunca mais ela tentara fugir, e nunca mais Draco a traiu ou a ignorou como sua esposa.


 


Após a reconciliação, redecoraram a casa e o loiro recuperou a vontade de viver e trabalhar.


 


Depois de ouvir um longo sermão de Pansy, a morena comunicou que também estava grávida para alegria de todos e surpresa de Blaise.


 


Hermione e Draco finalmente batizaram Violet, com Pansy e Blaise como padrinhos.


 


Durante o nascimento de Derek Malfoy e Daisy Zabinni, as famílias se encontraram com alguns dos Weasley, mas Hermione ignorou o passado bom que tiveram e se concentrou em quando a deixaram de lado e seguiu em frente depois de cumprimentá-los formalmente para alegria de Draco.


 


 


 


Agora, anos depois, os Zabinni e os Malfoy estavam no jardim da mansão fazendo um piquenique à beira do lago que havia à direita na propriedade. Hermione e Pansy estavam sentadas lado a lado, cada uma com seu bebê no colo olhando Draco Blaise e Violet brincarem com uma goles, no final, a pequena loirinha de olhos violetas passava mais tempo com o pai do que com a própria Hermione, indo juntos à jogos de quadribol enquanto a castanha lia em casa.


 


 


 


- Já está bom meninos. - Hermione gritou. - Agora venha comem e repôr as energias.


 


Os três soltaram a goles e correram para a toalha estendida, cada qual se sentando com sua esposa com Violet em frente para os dois casais, fazendo uma careta de nojo quando se beijaram.


 


- Não faça assim Violet, daqui a algum tempo será você quem irá estar fazendo isso que considera nojento. - Pansy disse e todos riram ao ver a careta que Draco fizera.


 


- Minha filha não vai beijar ninguém. - disse indignado. - Ria Blaise, ria enquanto tem tempo, mas sua filha também vai crescer. - Blaise parara instantaneamente de rir e agora era Draco quem dava altas gargalhadas.


 


- Vamos, deixem se serem bobos, estou com fome mamãe. - Violet disse.


 


- Também mamãe. - Derek e Daisy fizeram coro.


 


- Então vamos logo matar a fome antes que ela nos mate.


 


Hermione serviu e todos comeram felizes e fazendo piadas, ao final do dia, com todos já satisfeitos, Pansy e Blaise estavam brincando com as crianças no balanço enquanto Hermione e Draco passeavam de mãos dadas ao redor do lago.


 


- Hoje foi um bom dia, que bom que conseguiu escapar da empresa.


 


- Sempre farei o máximo para ver você e os nossos filhos felizes, nem que pra isso eu tenha que ter uma enxaqueca repentina.


 


- Você já me fez bastante feliz ao me dar nossos bebês.


 


- E você não acreditou quando eu disse que queria ter vários mestiçoszinhos com você não foi. - Draco a girou para sua frente a abraçando. - Não me importo com a pureza do sangue que corre nas veias deles, desde que seja uma mistura do meu com o seu.


 


- Isso apesar de estranho, é bastante romântico sabia? - Hermione passou seus braços pelo pescoço dele selando seus lábios brevemente. - Eu te amo meu carcereiro preferido.


 


- Eu te amo minha fugitiva favorita. - Draco se inclinou e a beijou, ambos aproveitando o máximo o momento, antes que as crianças e os amigos reclamassem por sua presença.






Fim


 

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Comentários: 2

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Enviado por JOSY CHOCOLATE em 18/01/2012
Já acabou? ah queria mais! Adoroooooooo essas historias cheias de filhos! amoooo e esse Draco, tive vontade de bater nele, e na Mione tb! srrss Adoreiii Beijocassss
Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mónika Black em 20/12/2011

Adoreii!!!!!!!!!!!!! Ficou perfeito.

Beijinhos :)

MónikaBlack

Nota: 5

Páginas:[1]
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