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3. Futuro


Fic: Destiny


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Hermione, acalme-se, pelo amor de Deus! — Exaltava-se sra. Granger, vez ou outra, quando Hermione dava seus ataques histéricos.

O problema era que não havia meio de Hermione se acalmar. Era algo além da compreensão humana, algo além da compreensão da sempre tão inteligente, Hermione. Nunca havia sentido isso antes. Achava que ansiedade era aquilo que tivera antes dos N.O.M's. Mas nem se comparava. Porque, finalmente, ela estava sendo útil para alguma coisa que não fosse em nome da inteligência.

Respire, Hermione, somente respire.

— Não posso me acalmar, mãe. Sou a noiva, lembra? — Resmungou, fazendo sra. Granger rir.
— Principalmente sabendo que vai se casar com Rony. — Exclamou Gina, trazendo o véu que estava sobre a cama. — Ainda não acredito que vai fazer essa loucura, Mione!
— Gina, não a deixe mais nervosa do que já está.
— Harry! — Gritou Hermione, ao ver o amigo entrar no quarto. Correu para abraçá-lo. — Harry... Não estou nervosa. Estou surtando!
— Ora, Hermione... — Ele começou, soltando uma risada tranquilizadora. — Rony te ama. O que há de assustador nisso?
— E como está o Ronald? — Perguntou sra. Granger, tentando ajeitar o véu na cabeça da filha.
— Está muito nervoso. — Concluíu Harry. — Quase colocou fogo na cortina. Sra. Weasley está deixando ele maluco.
— Ele não chegou a mencionar fuga ou algo do tipo, certo?

Todos riram, mas Hermione não via graça. O assunto era sério. Merecia atenção. E se Rony, de repente, deixasse de amá-la? E se a achasse mandona demais para aturá-la a vida toda? Não... Isso não aconteceria. Ontem mesmo havia dito que a amava. Cinco vezes. Não desistiria agora, quando seu sonho estava tão próximo de se realizar.

— Não, Hermione. Fugir não está nos planos dele. — Responder Harry, monótonamente.


Respire, Hermione, somente respire.


Repetia este mantra mentalmente, enquanto Gina terminava de maquiá-la. Podia se lembrar de quantas vezes sua mãe começava um assunto romântico, e ela fingia estar ocupada com alguma coisa. Até que um dia não conseguiu escapar. Tinha quinze anos, quando experimentou contar sobre o baile que foi com Vitor Krum para sua mãe. Contou tudo, inclusive sua briga com Rony. Sra. Granger insistiu para Hermione que aquilo tinha outro nome. Na época, Hermione não quis acreditar, mas aquela conversa nunca saiu de sua mente. E, olha só no que deu, sra. Granger estava certa novamente.


No fundo, ela sabia de tudo. Desde o dia do baile, sabia que sentia algo diferente por Rony. Não era o mesmo sentimento com Harry, com quem conseguia se abrir, sem sentir vergonha dele. Com Rony era diferente, porque sempre queria agradá-lo. Mesmo quando o criticava, ou xingava por algum motivo. Era sempre querendo impressioná-lo. Era sua maneira de dizer, "Hey, Rony, estou aqui, você não vê?". Se sentia boba agora, quando se lembrava dessa época de sua vida, mas também entendia o quão importante ela fôra. Porque, de certa forma, conseguiu atingir seu objetivo. Rony havia, felizmente, entendido o sinal. Quando tentava afastá-lo, na verdade, estava implorando para que ficasse. E o leguma insensível havia entendido. Rony era mais inteligente que Hermione, afinal. Porque ele fizera o mesmo, todos esses anos, e ela nunca entendeu. Agora ela entendia, finalmente.




Ronald nunca havia pensado muito naquilo. Quando criança o que mais queria era ser bom em alguma coisa, fosse em Quadribol, ou Xadrez Bruxo. Mas nunca havia se imaginado sendo bom pra alguém. Claro que, no sentido literário da palavra, ele queria ser uma pessoa boa. Mas não lhe passava pela cabeça viver e morrer por alguém. E agora ele fazia o máximo possível para ser tudo na vida desse alguém. E esse alguém se chama Hermione Granger Em-Breve-Weasley. Sua futura esposa, com quem passaria os últimos dias felizes de sua vida.


— Rony, não pode ficar parado feito uma marionete, precisa me ajudar. — Ralhou Molly Weasley, tirando seu filho dos devaneios. — Você não é aleijado, nem nada, pra ficar parado!


— Sim, Ronald, você tem as duas orelhas! — Comentou Jorge, fingindo tristeza.


— Jorge, se não ajudar, não atrapalhe. — Molly se virou para Gui. — As crianças estão prontas?


— Pergunte ao Teddy.


— Estou pronto, tio. — Falou, como toda criança fofa, no auge dos seus quase quatro anos. — E a Vic também.


— É sim... — Ela concordou, mexendo na barra do vestido branco, encantada com as rendas.


— Ótimo — Comentou a mãe de Rony, terminando de lhe arrumar a gravata. — Podem ir descendo, se quiserem.


— Mãe, quer me matar? — Perguntou Rony, com as orelhas avermelhadas. — Não precisa apertar tanto...


— Não faça birra, Ronald. Não tem mais onze anos...


É, não tinha mesmo. Mas se lembrava como se fosse ontem, a garotinha de cabelos armados e nariz arrebitado entrando no vagão com um gordinho simpático, procurando por um sapo. Ali fora a primeira vez em que passara vergonha na frente de Hermione. Primeira de muitas, aliás.


— Alguém aqui viu a Hermione? — Rony perguntou, não conseguindo conter o nervosismo. Suas pernas tremiam, incontrolávelmente, e isso tirava umas piadas de Jorge.


— Eu vi. — Comentou, sonhadoramente Luna. Rony nem sabia que ela estava ali. — Está radiante. Parece uma princesa.


Rony riu, nervosamente, e sua mãe concordou com a cabeça. Parecia que o tempo estava contra Rony. Não via a hora de ver Hermione, de abraçá-la, beijá-la e enfim tomá-la como esposa. Não necessariamente nessa ordem, é claro. Passara a noite toda imaginando Hermione em seu vestido branco, como contrastariam com seus olhos e cabelos castanhos, como ela ficaria ainda mais delicada naquele vestido. Hermione ficava bem de qualquer jeito. Poderia entrar de vestido verde-limão, que ele não se importaria. Porque era sua Hermione se tornando oficialmente sua. Finalmente.


— Radiante... — Ele repetiu, sorrindo.


— Coitadinha da Hermione... Não sabe aonde está se metendo. Mesmo porque, Krum está aqui. Cuidado, hein, Rony. Talvez, quando ela veja ele, acabe mudando de ideia e puxando-o para o altar no seu lugar.


— Jorge, cale a boca.


— Só estou falando o que penso, Roniquinho.


— Jorge!


— Mamãe!


— Está quase na hora. — O patriarca Weasley anunciou.


— Já? — Rony perguntou, atordoado.


— Sim, meu filho. Quase...


— Respire fundo, Rony, vai dar tudo certo. — Dessa vez foi Angelina quem se manifestou.


— Obrigado.


Rony não conseguia pensar. Não sabia se era por conta da gravata apertada, ou do coração apertado. Apertado de amor, de ansiedade, de medo e, acima de tudo, de desejo. Rony desejava Hermione como jamais desejara qualquer coisa em sua vida. E era aquilo que lhe causava medo. Medo não era bem a palavra, e sim vergonha. Vergonha por sentir e pensar aquilo.


— Rony, pode aparatar agora.


— Para o altar, Roniquinho, não se esqueça.


— Jorge!


— Sei que me ama, mamãe. — Retrucou o ruivo, mandando um beijo para a mãe.


— Vá agora, Rony.




Com um estampido, Rony desapareceu. E nada mais importava.


Porque Rony ia se casar.


Casar com Hermione Granger.




Respire, Hermione, somente respire.

Havia perdido a conta de quantas vezes repetira aquilo a si mesma. Tudo parecia girar, fora de órbita, fora da terra. Por um lado Hermione estava feliz. Se sentia completa, satisfeita, cheia. Cheia de Ron, cheia de amor, cheia de felicidade. Por outro lado, Hermione estava insegura. Tinha medo, estava assustada, estava passando mal. Essa era a resposta. Parecia que todos os órgãos dela reviravam, sua cabeça girava e algumas vezes, tudo se escurecia, para então, clarear novamente.

— Está pronta, querida? — Perguntou seu pai, segurando sua mão. — Você está linda.

Hermione sorriu em resposta, e sua respiração começou a ficar ofegante. Se odiava por ser tão nervosa, por sentir cada minúscula célula do seu corpo em vibração. Afinal, lembre com quem está se casando, Hermione. É o Rony, o seu Rony. Aquele que havia salvado ela do trasgo. Aquele que jogou o melhor Xadrez Bruxo da história de Hogwarts. Aquele idiota que esqueceu de convidá-la para o baile. Aquele que, por mais incrível que possa parecer, teve uma boa ideia. Aquele que cometeu um enorme erro namorando a Lavander Brown. Aquele que foi embora, mas voltou, aquele que a salvou de - com a ajuda dos outros, é claro - das garras de Bellatriz Lestrange, aquele que a pediu em namoro, e finalmente, em casamento. Ela o conhecia, não estava se casando com um qualquer. Era com o garotinho ruivo, de vestes de segunda mão, e sardas pelo rosto.

— Bem, então vamos. — Ele sussurrou, ainda segurando as mãos da filha. Juntos, desceram as escadas em direção ao futuro mais do que certo de Hermione.

Ao pé da escada, alguns Weasley e outros estavam esperando-a, todos com os olhos voltados a ela. Tentou sorrir, parecer tranquila. Mas era difícil, quando sabia que Rony estava a poucos metros de distância, a esperando no altar.


— Vamos nos ajeitar. Etram Gui e Fleur primeiro. — Anunciou sra. Weasley. — Vocês são os últimos. — Apontou para Hermione e seu pai.
— Ainda tá em tempo de desistir, Hermione. — Comentou Jorge, parando ao lado de Angelina. — Posso te ajudar, se quiser.
— Jorge, agora não, por favor.
— Estou falando isso, porque é mais difícil de se desistir no altar. Só estava dando uma solução.

Ninguém se incomodou em responder. Sra. Weasley se aproximou de Hermione, com o lenço em mãos.

— Você sempre foi parte da família, querida. — Ela falou, com os olhos já cheio de lágrimas. — E você está linda.

Os olhos de Hermione se encheram de lágrimas também. As portas se abriram, a música começou, e os padrinhos começaram a entrar, vagarosamente. Hermione tentava espiar, na ponta dos pés, pra dentro da tenda. Procurava por Rony, mas haviam muitas pessoas a atrapalhando. Hora ou outra conseguia focalizar os cabelos ruivos, mas nada além disso, pois logo saía de foco, novamente.

— Nossa vez, filha.

Hermione começou a andar. Aos poucos, o rosto de Rony foi ficando visível ela não conseguiu conter o enorme sorriso que brotou em seu rosto. Afinal, era Rony Weasley ali. Seu futuro marido, aquele que ela juraria amar por toda a eternidade.
Pois, seria eterno enquanto durasse, não era assim que diziam?
E ela tinha certeza de que duraria eternamente.


Assim que as portas se abriram, o coração de Rony deu um salto. Tudo parecia estar em câmera lenta, e por pouco ele não saiu correndo e passou pelos padrinhos para chegar a Hermione. Podia vê-la, mas não tão claramente, e isso o deixava mais ansioso do que o normal. Se é que isso era possível.

— Não disse que ela estava linda. —Sussurrou Harry, assim que parou ao seu lado. Rony sorriu torto, concordando com a cabeça.

Agora sim, ele a via completamente. Não era como imaginara, era melhor. Ela estava maquiada, mas de maneira leve, suave, como o todo o resto. Os cabelos estavam presos em coque alto, com alguns fios enrolados soltos. Se Ron pudesse congelar aquele momento, colocaria Hermione em uma moldura, e ficaria contemplando-a sem se importar com qualquer outra coisa. Ela vinha, e estava cada vez mais perto, fazendo o coração de Ronald bater mais forte, como se todos ali pudessem ouvir. Ele respirou, profundamente.

— Aqui está, sr. Weasley. — Disse o pai de Hermione, tirando um sorriso envergonhado dos noivos. — A minha vida, e estou passando-a a você.
— O senhor não se arrependerá. — Respondeu Rony, de maneira tão intensa, que fez Hermione arfar.

Então era isso. Hermione Granger Em-Breve-Weasley estava ao seu lado, vestida de noiva, para se casar com Ronald Weasley. E, para Rony, não existia felicidade maior do que aquela. Muito menos para Hermione.

— Senhoras e senhores... — Sussurrou um bruxo, velho, com olhos sábios. — Estamos aqui reunidos para a união de dois bruxos que tanto fizeram para nossa história... — Uma pausa foi necessária, para que a mão de Rony - sem querer - encostasse na de Hermione, causando um grande choque para ambos. As mãos de Ron estavam quentes, enquanto as de Hermione eram frias e estavam molhadas de suor. — Para abençoá-los até o fim de vossas vidas.



Hermione estava a um segundo de explodir em lágrimas, porém tentaria aguentar até o fim do casamento. Ouvia os soluços de sua quase-sogra e de sua mãe, e não conseguiu deixar de sorrir com isso. Sentia o olhar de Rony sobre ela, então levantou o olhar e encontrou com os dele. Aqueles olhos azuis tão intensos, tão magníficos, que a faziam perder o ar. Os olhos que ela esperava ver até o fim de sua vida, ao seu lado.

— Hermione Jean Granger... — Anunciou outra vez, a voz rouca do bruxo. — Você aceita Ronald Bilius Weasley como seu esposo, para amá-lo, respeitá-lo e estar junto dele, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separe?
— Sim, eu aceito. — Respondeu sem exitar, arrancando um longo suspiro de todos os presentes.
Com um sorriso nos lábios, o bruxo continuou: — E você, Ronald Bilius Weasley, aceita Hermione Jean Granger como sua esposa, para amá-la, respeitá-la e estar junto dela, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separe?
— Sim, eu aceito. — Aos ouvidos de Hermione, aquilo havia soado como um "com certeza", e ela mordeu o lábio inferior para não rir.
— Então, vamos ao que todos estão esperando. — O bruxo tornou a falar, arrancando o sorrisinho de uns e outros. — Eu vos declaro marido e mulher.

Todos, ainda em silêncio, olhavam ansiosamente para Rony e Hermione. Eles, ainda estático, não sabiam ao certo o que fazer, tamanha a felicidade que havia dentro deles.

— Já pode beijar a noiva, Rony! — Gritou alguém da massa de convidados, que ambos os recém-casados sabiam ser Jorge.

Mas Rony, prontamente, fez o que ele lhe falara, fazendo Hermione ficar na ponta dos pés para alcançá-lo.

Rony podia sair dali beijando Hermione, sem precisar parar, sem dar tempo para respirar. Os lábios se moviam sincronizadamente, como se fossem feitos exatamente a medida um do outro. Rony não queria soltá-la agora. E muito menos Hermione. Mas como a garota era conhecida pelo bom senso, empurrou carinhosamente Rony, separando-se. Envergonhados, olharam para os convidados, que logo explodiram em palmas, fazendo ambos corarem violentamente.

— Já podemos ir? — Perguntou Rony, enquando desciam do altar improvisado, e atravessavam o tapete vermelho em direção a outra tenda, onde iria acontecer a festa.
— Podemos ir para onde? — Hermione lhe respondeu com outra pergunta.
— Para qualquer outro lugar em que fiquemos sozinhos! — A principio, ele não se preocupou com suas palavras. Mas logo notou o duplo sentido que elas tinham, e tentou consertar. — Sabe, pra gente conversar melhor...
— Teremos todo o tempo do mundo para conversar, Rony. — Respondeu Hermione, sem se dar conta do quão desconcertado seu marido estava.

Seu marido. Tantas vezes sonhara com essa palavra, imaginando se iria mesmo se tornar real. Hermione tinha um marido. E ele era Rony. Não podia existir sorte maior!

— Vamos, venham cumprimentar os convidados! — Alertou-os Molly, empurrando vagarosamente o filho e a nora para o centro da festa.
— Temos que cumprimentar todos eles? — Perguntou Rony, abismado com a quantia de convidados.
— Só agradecer por terem vindo, dizer um oi, e pronto. Não é nada de mais, Ronald.

Ele lançou um olhar pidão para Hermione, que apenas riu e segurou sua mão.

— Prometo que será rápido. — Sussurrou ao pé do ouvido de Ron, puxando-o para a mesa mais próxima.

— Jamais imaginei que Ronald fosse se casar. — Exclamou uma velha com cara de rabugenta, a quem todos chamavam de tia Muriel. — Ele sempre foi um garoto estranho.

Todos fingiram rir, mesmo que não tivesse graça nenhuma. Aflita, Hermione queria sair logo dali.

— Obrigado por ter vindo, tia Muriel. — Exclamou Rony, com a mesma aflição que sua esposa.
— Ah, sim, foi mesmo um sacríficio. Ando tão cansada ultimamente, que aparatar até aqui me deu um trabalho. — Falou, ainda mais rabugenta, se é que era possível. — E você? Tão branquinha e magrela, coitadinha. Alimente ela, Ronald. Não quer ficar víuvo antes da hora...
— Pode apostar que não, tia Muriel. — Antes que ela voltasse a atasaná-los, pegou a mão de Hermione e a puxou para outro lado. Não bem o lado que ele queria ir, mas talvez fosse melhor que tia Muriel.

— Hermii-oni, você estar linda! — Vítor Krum analisou Hermione, deixando as orelhas de Rony vermelhas.
— Obrigada, Vitor. Obrigada por vir.
Rony achou o tom de voz de Hermione melosa demais. Não estava gostando nem um pouco daquilo.
— Non per-rderia porr nada. — Falou, rindo. Hermione riu também, o que fez Rony ficar ainda mais intrigado. Não tinha graça no que ele falou.
— Hermione, temos mais gente pra cumprimentar. — Falou irritado. Hermione olhou feio para ele.
— Com licença, Vitor. Fique a vontade. — Se afastaram, em direção ao centro da tenda. Quando estavam longe o suficiente da mesa de Krum, Hermione parou bruscamente, fazendo Rony parar também. — O que pensa estar fazendo? Temos que ser amáveis com os convidados.
— Não tão amáveis, Mione. Viu o jeito que ele olhou pra você? E também, não sei porque respondeu pra ele daquela maneira. "Obrigada por vir." — Tentou imitar, sem muito sucesso, o tom de voz de sua esposa.
— Rony, preste atenção. — Hermione começou, abraçando Ron para ficar mais perto de seu ouvido. — Sou amiga do Vitor!
— Mas ele não pensa assim... — Ele exclamou, de cara amarrada.
— Ronald, me escuta. — Repreendeu-o com os olhos, mas logo voltou a sorrir. — Vitor é só meu amigo. Ele fez parte da minha vida, e foi muito importante nela. Mas eu amo você, e só a você. E o escolhi e quero que confie em mim. Não acha que se eu gostasse do Vitor estaria aqui, agora, me casando com você? Você é a minha vida, Ron. Só você.

Aos poucos a cara fechada de Rony se transformou em um sorriso caloroso, fazendo Hermione sorrir também. Essa cumplicidade de ambos, sorrir ao mesmo tempo, chorar ao mesmo tempo, chegava a ser emocionante para aqueles ao redor. Hermione entendia Rony pelo olhar, assim como ele a entendia com apenas um sorriso - ou a falta dele! E isso era uma das coisas que eles tinham de mais bonito.

— Sra. Weasley, aceita dançar comigo? — Perguntou Rony, já segurando a cintura de Hermione.
— Seria um prazer, sr. Weasley.

Foram os primeiros a dançar, porém logo outros casais apareceram ao centro. Harry e Gina foram logo em seguida, e Gina lançou um olhar malicioso a Hermione. A morena não entendera, e ficou a pensar o que queria dizer aquele olhar. Após muito pensar, sem chegar a conclusão alguma, tentou se desligar daquilo.

— Poxa, Hermione. E ainda dizem que você é inteligente... — Exclamou Gina, quando a música parou, e eles pararam de dançar. — A festa está acabando, e isso significa... — Ela instigou a cunhada a falar.
— Significa?
— Noite de Núpcias, Hermione! — Gina sussurrava somente para Hermione ouvir, mas ela sentiu como se todos tivessem ouvido.
— Fale baixo, Gina!

Gina riu, voltando a se sentar com Harry. Hermione estava estática, como conseguiu se esquecer completamente daquilo? Ah, Merlin os ajudasse naquele momento, senão Hermione teria um ataque cardíaco!

— O que foi? — Perguntou Rony, olhando-a com curiosidade.
— Nada. Gina me lembrou uma coisa que havia esquecido.
— É importante?
Imagina...


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Comentários: 1

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Enviado por juliavon em 29/12/2011

amei o cap... quer dizer... amei a fic inteira, vc escreve muito bem e eu AMEI tudo, parabéns! eu só dei nota 5 pq não existe a nota 1000 - FIC PERFEITAAAA

Nota: 5

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