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3. A rosa vermelha


Fic: A Rosa: 6- Menina flor - Concluída!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3: A rosa vermelha


 


- Rose, se você não ficar quieta, não vou conseguir fazer o feitiço corretamente. - Disse Hermione para a filha.


 


- Mas é que eu estou ansiosa mamãe! - Respondeu a menina sorrindo.


 


Hermione estava ajoelhada em frente à filha, enquanto a menina estava de pé na sala da casa, utilizava um feitiço para costurava a fantasia que Rose usaria na apresentação da turma, na escola naquela noite. A menina usava uma roupa feita de um tipo de tecido verde escuro, que brilhava sob a luz. A roupa cobria-lhe dos pés até o pescoço, ficando somente as mãos de fora. Ela estava tão ansiosa que desfizera sem querer, a costura da roupa, de tanto se mexer.


 


Rose estava com seis anos e estudava no colégio trouxa, no primeiro ano do primário. Hermione e Ron optaram por deixá-la cursando o primeiro ano letivo normalmente, para que isso não atrapalhasse a menina na interação com os colegas ou quando fizesse novos amigos. Numa turma mais velha, Rose poderia ser discriminada por estar avançada e por ser mais nova, poderia não conseguir fazer amigos entre os colegas.


 


Todas as turmas da escola iriam fazer uma apresentação especial de fim de ano, que seria uma versão mais simples de uma peça ou livro, que foi escolhido pela professora em conjunto com as crianças.


 


Aquele dia seria o dia da apresentação da turma de Rose. A professora da menina sugerira uma adaptação de um livro, O pequeno Príncipe. Hermione conhecia o livro e o adorava. Rose ainda não o conhecia, mas assim que soube que essa seria a história da peça e pediu para a mãe o ler, mais de uma vez.


 


A própria professora escolheu os papeis para os alunos, de acordo com sua facilidade de interpretação. O papel de Rose era muito importante, ela faria a Rosa, que vivia com a príncipe no seu pequeno planeta. Hermione ficara muito orgulhosa quando a professora lhe disse que Rose tinha muita facilidade com as palavras e que conseguiria interpretar muito bem. As crianças da turma ensaiaram durante semanas. Hermione acompanhou alguns ensaios e pode perceber que a professora não se enganara com Rose, pois pode notar o quanto a menina demonstrava facilidade e parecia acostumada com o palco, mesmo sendo a primeira vez que atuava.


 


- Prontinho. - Falou Hermione se pondo de pé. - Mamãe, a senhora já terminou?


 


- Sim, filha. - Respondeu a mãe de Hermione, que estava sentada no sofá, costurando a parte de cima da flor, que era composta de pétalas vermelhas feitas de um material resistente, para que elas ficassem no lugar certo, sem se mover. A mãe de Hermione se levantou e ajudou a colocar a parte de cima da flor, em Rose.


 


Hermione e a mãe se afastaram um pouco, para apreciarem o trabalho. A parte de cima, com as pétalas encaixara perfeitamente, ficando em volta da cabeça de Rose, cobrindo-lhe os cabelos como um gorro. Fazendo a cabeça de Rose parecer mais um sol vermelho, com os raios, que eram na verdade as pétalas, apontando em todas as direções. As pétalas vermelhas combinavam perfeitamente com o verde da roupa.


 


- Como é que eu estou? - Rose perguntou sorrindo.


 


- Linda! - Disse Hermione feliz. - Parece mesmo uma rosa!


 


- Minha neta vai ser a menina mais linda da peça. - Comentou a mãe de Hermione.


 


- Obrigada vovó, por ajudar. - Disse Rose abraçando a avó.


 


- Não há o que agradecer meu amor. - Disse a mãe de Hermione. - Mas agora vamos tirar isso de sua cabeça, para não estragar até a hora da peça.


 


- Hermione, venha aqui um instante. – Hermione ouviu Ron chamar lá do andar de cima.


 


- Eu já volto. – Ela disse antes de subir as escadas.


 


Quando entrou no quarto, encontrou Ron mudando suas roupas trouxas pelas roupas que ele geralmente usava no ministério.


 


- Por que você trocou de roupa? – Perguntou Hermione confusa. – Pensei que estivesse se arrumando para irmos ver a peça de Rose.


 


- Eu estava quase pronto, quando recebi um chamado urgente do ministério. – Ele falou colocando o sobretudo negro sobre a roupa.


 


- Mas a peça... Rose...


 


Hermione não podia acreditar. Uma chamada do ministério bem naquela hora.


 


Ron parou diante dela, parecendo triste.


 


- Harry está indo pra lá, ele também não estava feliz quando me contou. – Ron falou. Harry Gina e os filhos também iriam ver a peça.


 


- Ron, ela vai ficar tão triste. – Hermione disse pensando na filha, que estava tão alegre em participar da peça.  – É capaz dela nem querer mais ir.


 


- Não, você vai com seus pais e Hugo, e leve ela. – Ron falou. – Ela tem um papel muito importante, não pode faltar.


 


Ele fez uma breve pausa, onde fitou bem o rosto dela.


 


- Eu vou lá e tento voltar o mais rápido o possível.


 


Deu um beijo rápido nela e os dois saíram do quarto.


 


Quando desceram as escadas, Rose os viu e saiu correndo em direção a eles.


 


- Olha papai! – Disse ela parando à frente dele para que ele pudesse olhá-la. – Gostou da minha fantasia?


 


Ron se abaixou para poder ficar quase da altura de Rose.


 


- Filha, papai vai ter que sair. – Disse parecendo triste. 


 


- Mas você não vai ir me ver na peça? – Ela perguntou.


 


- Eu vou assim que conseguir sair do ministério, ok? – Disse ele olhando nos olhos de Rose. – Eu prometo.


 


Rose concordou com a cabeça e Ron beijou a testa da filha.


 


- Tenho que ir. – Ele disse após se por de pé. – Já estou atrasado.


 


Ele acenou e saiu.


 


Rose ficou cabisbaixa.


 


- Filha, é uma emergência no trabalho, mas ele vai ir ver sua peça. – Disse Hermione tentando alegrar a filha.


 


- Tá bem, então...


 


Rose voltou-se para a sala, onde se sentou no sofá.


 


- Hermione, vou lá em cima chamar seu pai e Hugo. – Disse a mãe de Hermione, também parecendo triste.


 


O pai de Hermione estava no quarto do neto, brincando com o menino.


 


- Não, pode deixar que eu vou. – Disse Hermione observando Rose. – Tenho que terminar de aprontar Hugo.


 


Pouco mais de uma hora depois, o carro estacionava diante ao prédio, que era o colégio em que Rose estudava. Muitos outros carros estavam estacionados ali.


 


Todos saíram do carro, menos Rose.


 


- Filha, você vai ficar ai? – Perguntou Hermione, quando os pais dela e Hugo se dirigiram para a o teatro da escola.


 


- Vou, sim. – Ela disse, sem olhá-la.


 


- Mas sua professora e seus colegas estão esperando por você. – Hermione disse se aproximando da lateral do carro, e ficando à porta, para ficar mais próxima de Rose. – Você não pode faltar... filha, você ensaiou tanto.


 


Rose pareceu concordar e saiu do carro.


 


- Além do mais, seu pai vai chegar... você vai ver.


 


As duas se encaminharam para o prédio. Lá encontraram muitos pais e seus filhos. Muitas das crianças estavam fantasiadas, pois participariam da peça. Os pequenos pareciam animados e muitos sorriam alegres.


 


Mais a frente, Hermione viu Gina e os filhos.


 


- Acabamos de chegar. – Falou Gina, que estava de mãos dadas com Lily. Albus e James estavam ao lado da irmã e olhavam para tudo e todos com curiosidade. – Vimos seus pais e Hugo, eles foram procurar lugares para nós.


 


- Rosie! – Chamou uma menina que estava fantasiada do que parecia ser uma raposa.


 


- Kelly, sua fantasia é muito bonita. – Falou Rose para a amiga, que se aproximou deles, acompanhada dos pais.


 


- A sua também. – Disse Kelly animada.


 


- Boa noite, senhor e senhora Bowder. – Hermione cumprimentou os pais da amiga de Rose.


 


Eles sorriram em resposta.


 


- Essa é minha cunhada, Gina e os filhos. – Ela apresentou. – Gina é a madrinha de Rose.


 


- Prazer em conhecê-la. – Falou a mãe de Kelly apertando a mão de Gina.


 


- O prazer é meu. – Disse a ruiva apertando agora a mão do pai de Kelly.


 


- Rosie, seu pai não vem? – Perguntou Kelly para a amiga.


 


- Ele vai vir, só está atrasado. – Respondeu Hermione pela filha.


 


- O Christopher já chegou. – Falou Kelly parecendo feliz. – A roupa dele está igualzinha a da figura do livro!


 


Hermione conhecia Christopher, era o colega de Rose. Ele faria o Príncipe na peça.


 


- Boa noite. – Cumprimentou a professora de Rose se aproximando deles. – Meninas, vocês estão lindas! Adorei suas fantasias.


 


- Gina, essa é a professora de Rose...


 


- Pode me chamar de Kary. – Disse a professora apertando a mão de Gina.


 


- Prazer conhecê-la. – Falou Gina sorrindo.


 


- Meninas, está na hora de irmos para o palco. – Disse a professora das crianças, depois de cumprimentar os pais de Kelly.


 


- Boa sorte querida. – Disse Gina abraçando Rose. Depois a menina se voltou para Hermione.


 


- Mãe, ele ainda não chegou...


 


- Mas vai chegar. – Ela disse abraçando a filha. – Agora vá, seus colegas já estão indo para o palco.


 


Rose se dirigiu para o palco, de mãos dadas com Kelly.


 


Hermione, Gina e as crianças foram procurar lugares para se sentarem. Encontram os pais dela e Hugo já sentados. As duas mulheres e as três crianças, mais os pais de Hermione e Hugo, ocuparam quase uma fileira inteira de acentos do teatro.


 


Hermione colocou sua bolsa sobre um dos acentos, para guardar um lugar para Ron.


 


Ela tinha esperanças que o marido chegasse a tempo. Desejava isso realmente. Sabia como a presença dele era importante para Rose.


 


As demais pessoas continuaram chegando e ocupando seus lugares. Muitos pais com câmeras fotográficas e filmadoras nas mãos.  Gina também não ficou para trás, tirou da bolsa a sua câmera fotográfica, que tirava fotos bruxas. Lily, Albus e James observavam tudo ao redor, com muito interesse. Os três nunca haviam estado num teatro e nem sequer assistido uma peça.


 


Foram mais alguns minutos até todos se sentarem. Hermione não tirava os olhos da entrada do teatro, com a esperança de ver Ron.


 


O diretor da escola apareceu no palco, que ainda estava com as cortinas vermelhas fechadas, com um microfone em uma das mãos. Ele começou a falar, agradecendo a presença dos pais e demais pessoas e continuou falando de como os professores estavam emprenhados nas apresentações de final de ano, entre outras coisas. Hermione agradeceu mentalmente pelo discurso quase político do diretor, pois assim a peça demoraria mais alguns minutos para começar.


 


Logo em seguida a professora de Rose apareceu e pegou o microfone que o diretor lhe oferecia.  Ao contrário do diretor, a professora fez um breve agradecimento e elogiou as crianças por terem ensaiado muito para a apresentação.


 


Hermione olhou novamente para a entrada. O coração já na mão. Ela estava muito ansiosa. Rose ficaria muito triste se Ron não chegasse a tempo para vê-la, afinal ela apareceria logo no começo da peça.


 


As luzes do teatro se apagaram e as do palco foram acesas. Ela olhou novamente para a entrada, mas nada de Ron chegar.


 


Finalmente as cortinas foram abertas e diante do cenário, apareceu um menino, Christopher, vestido de pequeno Príncipe.  Todas as pessoas que estavam assistindo, começaram a aplaudir.


 


“Ron, chegue logo!” – Hermione pensava, aflita.


 


O menino começou com suas falas e Hermione sabia que logo Rose apareceria, pois conhecia a história. 


 


- Hermione. – Ela ouviu alguém falar. Olhou para o lado e viu Harry. O amigo fez sinal para alguém que estava no fundo do teatro. Ela virou e viu Ron se aproximando.


 


Harry passou por ela, indo se sentar alguns acentos mais adiante, no lugar de Lily, que se sentada sobre as pernas da mãe, para dar lugar ao pai. Hermione retirou sua bolsa do acento, e Ron o ocupou em seguida.


 


- Cheguei a tempo? – Ele perguntou preocupado, num sussurro.


 


- Sim. – Ela respondeu próximo ao ouvido dele.  – Ela ainda não apareceu, a peça acabou de começar.


 


Em poucos minutos Rose adentrou o palco, sob as palmas da platéia.


 


Ela olhou para a platéia, provavelmente procurando pelo pai. Ela olhou bem em direção a eles. Ron notou isso e acenou. Agora a menina pareceu mais feliz e prosseguiu com a atuação.


 


- Ela está linda! – Comentou Ron, enquanto Rose estava no palco.


 


- Está sim. – Disse Hermione sorrindo.


 


Eles estavam muito orgulhosos de Rose. A menina só tinha elogios da escola e agora demonstrava que atuava bem.


 


Pouco depois Rose saiu do palco. A peça continuou por uma meia hora até acabar. Rose e todos os colegas voltaram ao palco para se despedir.  Ficaram todos de mãos dadas lado a lado, numa fila, com a professora no meio. Se curvaram em agradecimento, sob as palmas da platéia, que agora estava de pé.


 


- Acabou rápido. – Comentou Ron, quando os pais se levantaram para encontrar os filhos que agora desciam do palco pela escada lateral.


 


- É uma versão mais simples do livro. – Falou Hermione quando eles se levantaram.


 


Rose, que ainda estava usando sua fantasia, desceu do palco e foi até eles.


 


- Papai! – Ela disse se jogando nos braços estendidos dele. – Você veio!


 


- Eu prometi que viria, não prometi? – Ele falou abraçando a menina.


 


- Você gostou da peça? Você me viu? – Rose perguntou feliz, quando o pai a colocou no chão.


 


- Vi sim. – Ron disse. – Você estava linda.


 


Rose virou para ela e a abraçou.


 


- Eu não disse pra você que ele viria? – Falou Hermione para a filha.


 


- Disse sim. – Disse Rose feliz.


 


- Vá cumprimentar seus padrinhos e seus primos. – Hermione disse e a menina se dirigiu a Harry.


 


Logo depois ela abraçou Gina, Albus, Lily e James. Gina ainda fez questão de tirar algumas fotos de Harry com os filhos e Rose.


 


- Ron, ainda bem que você conseguiu chegar a tempo. – Falou Hermione observando Gina tirando as fotografias.


 


- Ainda bem que conseguimos sair de lá rápido. – Ron disse se aproximando dela.  – Não foi nada tão grave assim, os outros aurores ficaram lá para resolver algo, se precisar. Harry e eu saímos de lá, quase correndo para chegar a tempo.


 


- Ela está tão feliz por você ter vindo. – Hermione comentou abraçando o marido. – Nem sei como ela ficaria se você não tivesse chegado a tempo.


 


Ficaram abraçados observando Rose conversando com os avós, que elogiaram muito a neta.


 


Kelly apareceu e ficou com Rose e Albus, comentando sobre a peça. James conversava com Lily e Hugo mais ao lado.


 


- Ela estava tão linda! – Comentou Gina se aproximando deles com Harry ao seu lado. – Tirei muitas fotos!


 


- Sim, ela estava linda demais. – Falou Harry tão orgulhoso de Rose, quanto eles.


 


Hermione sorriu. Era maravilhoso desfrutar desses momentos com Ron e os filhos, além de estar na companhia de seus pais, amigos e sobrinhos.


 


Rose agora era uma menina crescida e muito inteligente. Adora ler, desenhar e brincar. Brigava bastante com Hugo, mas os dois não se desgrudavam, eram muito unidos.


 


Estar a cada dia vendo o crescimento dos filhos, acompanhando cada evolução deles era como estar num sonho. Um sonho lindo. Ter Ron ao seu lado, compartilhando desses momentos em família era melhor ainda.


 


Rose voltou para perto deles, após se despedir da amiga, Kelly.


 


- Nós vamos embora agora mamãe? – A menina perguntou.


 


- Vamos, minha rosa... vamos para casa. – Hermione disse sorrindo, enquanto acariciava o rosto rosado e cheio de sardas da sua linda Rose.



*** 

Esse capítulo é dedicado especialmente para minha amiga Kary, que está completando mais um aniversário! Parabéns Kary! Fiz uma pequena homenagem nomeando você como a professora de Rose! kkkk Espero que tenha gostado.


Bom, chegamos ao fim de mais uma fic. Esse capítulo demorou um pouco mais para sair. Mas do que eu esperava.

Dentro de alguns dias o primeiro capítulo da sétima fic da Rosa, estará por aqui no FeB.

Até mais! 

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Comentários: 1

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Enviado por Kary em 21/07/2011

Olá Krys,


Se eu gostei ???? Eu AMEI <3<3<3

Muito muito obigada, ninguém nunca tinha feito algo assim por mim antes !!! Dedicar e ainda me colocar como um personagem : Muito Obrigada <3<3<3

Amei o capítulo (aliás a fic toda rsrsrs). Pobre Rose, toda tristinha com a ausência de Ron!!

Tia Gina arrasou como fotografa rsrsrsr

Os Potter ficaram curiosos com o teatro ? Imagina eles num cinema rsrsrs

Amei muito, obrigada... sua fic está linda


Bjos

Kary

Nota: 5

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