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1. Lua Cheia: Partidas e Chegadas


Fic: As Fases da Lua


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione Granger parou de escrever. Estava sentada na frente da escrivaninha do seu quarto, trabalhando no editorial do “Olho Bruxo” , revista que ela mesma tinha criado para manter os bruxos ingleses atualizados sobre as experiências da Comissão de Feitiços Experimentais, onde ela também trabalhava...O editorial deveria ser entregue na segunda-feira e ela nem tinha terminado de escrever a primeira linha, mas Hermione não estava se importando, sua mente estava longe do trabalho, estava no domingo que se aproximava, seria 31 de outubro, dia das bruxas. Naquele domingo, Hermione iria visitar os Weasley que sempre comemoravam o dia com uma grande festa com todos seus familiares, e como sempre ela foi considerada um deles. Ir para a Toca significava ver todos aqueles rostos de novo....O espelho de seu quarto sussurrou ensonado:



― Vamos querida! Precisa dormir, amanhã será um longo dia!




Então Hermione olhou para o relógio cuco preso na parede, marcava não só as horas como também as fases da lua, tinha quatro ponteiros, três para as horas normais e o quarto para indicar a fase que a lua estava no dia. Eram 11:00 horas e o ponteiro da lua indicava “cheia”. Hermione levantou da cadeira,guardou o pergaminho, a pena e o frasco de tinta no armário e vestiu sua camisola. Deitou na cama e em alguns minutos já estava dormindo.




Hermione estava na frente das portas da entrada do castelo de Hogwarts, estava um clima ameno de outono, era noite e não havia se quer uma alma acordada, exceto talvez por quatro. As portas do castelo se abriram lentamente, mas ninguém saiu por elas, ninguém visível. Hermione sabia que alguém vestido com uma capa de invisibilidade tinha acabado de passar, porque passos podiam ser ouvidos, e ela seguiu seus sons. Passaram se alguns segundos até que apenas a respiração da pessoa podia ser ouvida. Tinha parado, e estava esperando alguém, Hermione manteve-se afastada para observar. Esse alguém chegou algum tempo depois, era Draco Malfoy:


“Você está aqui Weasley?” e a capa de invisibilidade caiu no chão revelando Rony Weasley pálido como a lua cheia acima dele:


“Estou pronto” falou ele friamente para Malfoy.


Draco soltou uma risadinha de deboche e disse:


“O Lorde das Trevas recebeu notícias insatisfatórias sobre suas ações e tem uma nova missão para você, está preparado?”


“Já disse: estou pronto”


Sua voz começou a ecoar na mente de Hermione antes de tudo ficar escuro.


Hermione acordou assustada. “Um pesadelo....Foi um pesadelo” pensou aliviada, mas mesmo sendo um sonho Hermione sabia que tinha sido real no passado. Ainda um pouco assustada ela levantou, saiu do quarto escuro e foi até a cozinha de sua casa. O lugar estava iluminado pela luz da lua cheia, o chão de ladrilhos gelados esfriou seus pés descalços enquanto enchia um copo com água. Toda véspera de dia das bruxas, Hermione sonhava sempre com a mesma coisa...Sonhava com o acontecimento final daquele dia, nove anos atrás...Ela ainda se lembrava como se fosse ontem...Era o final de seu sétimo ano em Hogwarts, Voldemort ainda estava vivo e a luta contra seus comensais também.Hogwarts já não era a mesma, muitos alunos haviam fugido com seus pais para outros países, outros nem tiveram aquela chance mas Hermione tinha conseguido chegar até lá e não ia fugir, seus pais haviam concordado em ficar mesmo conhecendo os riscos...As aulas eram canceladas freqüentemente por falta de professores, e nem Quadribol conseguia animar Hogwarts...Dias tristes foram aqueles...Hermione bebeu um gole d’água. Harry fora quem sofreu mais, havia sido atacado durante as férias, por pouco a casa dos tios não tinha sido destruída....Mas o pior ainda estava por vir, o trio inseparável que Hermione fazia parte estava para acabar...Ronald Weasley...Só em pensar no nome, Hermione era obrigada a fazer um grande esforço para lágrimas não correrem de seus olhos....Ronald Weasley, Rony, estava agindo estranhamente durante todo aquele ano, andava sério, quieto e com olheiras de cansaço nos olhos, claro que ninguém percebeu no começo, afinal todos estavam no mesmo estado, mas ainda havia algo de ruim naquela cara cansada.E eles descobriram o que era. Foi numa véspera de dia das bruxas, estavam lendo o Profeta Diário, apesar das notícias animadoras (dois comensais haviam sido capturados naquela manhã), Rony estava muito aborrecido, depois que Harry terminou de ler, foi embora bruscamente, ela lembrava de ter até perguntando aonde ele ia, e só um grunhindo foi a resposta. Era a gota d’água para Harry, ele esperou até que Rony tivesse ido embora para convencer ela a descobrir o que ele estava escondendo, Hermione aceitou relutantemente...E assim eles foram até a sala comunal, onde achavam que ele estaria, mas não estava. Após uma breve conversa, eles decidiram procurar Rony por toda Hogwarts, Hermione tentou convencer Harry que seria perigoso para ele sair do castelo, e ele falava que era perigoso para ela, mas ela ,finalmente, conseguiu convence-lo e Harry acabou procurando pelo castelo, enquanto ela foi procurar nos arredores do castelo...Mal havia saído, e ouviu passos, seguiu devagar com sua varinha na mão e mantendo uma boa distância..Chegando perto das estufas, ela começou a ouvir vozes, se escondeu dentro de uma estufa, abrindo a porta com um silencioso Alahomora. Então começou a ouvir a conversa entre Draco Malfoy, um dos comensais da morte de Voldemort que estava supostamente desaparecido desde do final do sexto ano, e Rony Weasley...Aquilo foi horrível...Hermione não conseguiu acreditar...Na verdade ela não queria acreditar...O relógio do quarto tocou 11 badaladas, acordando-a das lembranças, Hermione bebeu o restante da água, guardou o copo e resolveu tentar dormir de novo...”Não há por que ficar lembrando do passado”



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― Vuelo de la medianoche para Londres - Inglaterra, embarque en la plataforma 21!* - gritava a voz vinda do alto falante.


Harry Potter se levantou, era seu vôo. Vestiu o casaco e arrastou lentamente a sua mala até a plataforma. Passava pelo vazio aeroporto de Barajas em Madri, havia poucos trouxas, mas ele preferiu não levitar a pesada mala. Faltavam dez minutos para a decolagem, mais que suficiente para chegar a plataforma 21.


Quando chegou na plataforma, entregou rápido sua passagem e entrou no avião, seguido apenas por uma moça cheia de bagagens.Não havia ninguém no avião, afinal quem ia pegar um avião a meia noite? Harry voltou-se para a paisagem da janela.


Após alguns minutos o avião já estava no ar, Harry pegou um fone de ouvido, olhou para os lados e com um simples e silencioso feitiço configurou o rádio para ouvir a rádio bruxa M.F.B.M (Músicas do Fundo do Baú Mágico) e começou a ler o Profeta Diário que havia comprado em uma banca na Esquina Del Hipogrífo, um lugar parecido como o Beco Diagonal, mas um pouco menor.


Harry folheou o jornal, mas não havia nada de interessante, foram nas últimas páginas que uma notícia chamou sua atenção:


“Desaparecido!


Eduard Hayward, 42 anos, já está desaparecido a quase dois meses. O ex-auror conhecido por seus encontros nada amigáveis com o Lorde das Trevas, desapareceu no final do verão, agentes do Esquadrão de Execução da Lei Mágica já começaram as buscas, mas ainda não há nenhuma pista de seu paradeiro.


Sua esposa, Audrey Hayward 41 anos, alega tê-lo visto pela última vez indo para o jogo do campeonato inglês de quadribol entre Ballycastle Bats e Wimborne Wasps, por Pó de Flu.


Mark Gage, porta-voz da Comissão da Regulamentação do Flu, informou aos editores do Profeta ao ser questionado sobre o paradeiro do Sr.Hayward: “Tudo consta que Eduard Hayward chegou são e salvo ao estádio dos Bats”



Seguia ao lado uma foto de Eduard. Harry o conhecia, era um bom sujeito, mas tinham se encontrado em circunstâncias nada agradáveis. Fora ele quem trouxera a notícia da morte de Ronald Weasley.Ironicamente, Harry pensava nessa pessoa antes de embarcar, Ronald Weasley, seu nome parecia um eco do passado...Quem Harry um dia havia considerado como um irmão, e na verdade não passava de um traidor...Harry sacudiu a cabeça, tentando se manter calmo. “Ele está morto”. Morto por Thomas Calumnior. O infeliz tinha sido enviado para matar um auror da mais alta categoria, Ronald não teve chance. Nem um pedaço do seu corpo tinha sido encontrado. Harry só tinha pena dos Weasley, não mereciam tanto sofrimento. E isso só fazia ele ter mais raiva de Rony.


― Gostaria de uma bebida senhor? - perguntou a aeromoça acordando Harry de seus pensamentos.


― Não obrigada. - respondeu educadamente.


Harry esqueceu da noticia e voltou a ouvir o rádio, que tocava a antiga gravação feita por Celestina Warbeck do hino do time Puddlemore United.



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O avião já devia estar chegando a Londres, podia ser ver luzes fracas das cidades inglesas. “Quanto tempo faz? Dois meses?” Pensou Harry. Deviam ser dois meses, quase três que ele não ia a Londres, tinha estado ocupado em Tebas, e passará em Madri para visitar uma amiga. Já estava acostumado a viajar de avião trouxa, não era comum ter pó de flu ou uma lareira por perto. Aparatar requeria paciência e energia, e aparatar todo dia não era a idéia de diversão de Harry. Voar pela Europa interia de vassoura, multa na certa. Então sobram os aviões trouxas, certa vez Arthur Weasley acompanhou ele em uma viagem para Berlim, foi cômico, Harry não conseguia não rir quando lembrava a dificuldade de manter Arthur no assento, e o pior (ou melhor) era que o avião estava lotado..


― Trinta minutos estaremos sobrevoando Londres, por favor mantenham seus cintos afivelados, e uma boa noite - anunciou o co-piloto.


A mulher a sua frente levantou (mesmo com o sinal com forma de cinto aceso), passou por ele, e, Harry deduziu, seguiu para o fim do avião. Ele não deu atenção e voltou a observar as nuvens escuras apenas visíveis com o brilho fraco da lua cheia.


O pouso foi suave e em poucos minutos Harry já estava chamado o Nôitibus de uma esquina vazia, não demorou muito e o veiculo já estava parado em sua frente. Quem o reconheceu foi Lalau, agora com mais de 30 anos, mas com a mesma cara de sempre:


― Mas olha é o Harry Potter, Stu! Ele apareceu!! Quanto tempo!! - gritou acenando para o motorista que Harry não conhecia.


― Como vão os negócios? - perguntou Harry apertando a mão de Lalau e subindo no ônibus.


― Bem, como sempre!


Harry pagou alguns sicles por uma xícara de chocolate quente e se acomodou em uma das camas se perguntando se era aquela que a mesma que tinha se sentando há 14 anos atrás quando ele ainda acreditava que Sirius Black era um assassino. Seu padrinho tinha sido inocentado há pouco tempo, estava agora trabalhando como repórter para um jornal alemão.


― Para onde sr.Potter? - perguntou Stu falando pela primeira vez.


― Ottery St.Catchpole, A Toca - respondeu Harry tomando um gole da xícara.


― Ah...Você vai para festa também! - sorriu Lalau - Stu e eu já levamos quatro ruivos só essa noite para lá! Não é, Stu?


― Sim, senhor. - assentiu rapidamente o jovem motorista. - São 30 sicles, sr.Potter, senhor.


― Oh, claro aqui está - pagou Harry para Lalau.- Não sabia que iria ter tanta gente na festa.


― Pois é, você esteve fora por um bocado de tempo. Perdeu muita coisa! A festa vai ser tão grande que o Ministério teve que rodear o lugar com feitiços contra os trouxas, sabe? Somos obrigados a tomar um caminho especial para não chamar atenção, coisa grande mesmo.


― Dizem que até o Ministro vai aparecer - completou animado Stu


Harry sorriu, os Weasley tinham melhorado de vida...Parte por causa do sucesso da loja de travessuras dos gêmeos Weasley (que agora tinham filiais por toda Europa e estavam se preparando para abrir novas nas Américas) e parte pelas seguidas promoções de cargo do sr.Weasley, que agora tinha criado o Departamento de Relações Entre Trouxas e Bruxos (ou DRETB) no qual era chefe. O resto da viagem foi silencioso, não demorou mais do que 10 minutos e eles já estavam estacionados na frente do portão da Toca.


― Obrigada, Lalau, foi bom ver você de novo - agradeceu Harry apertando a mão do condutor.


― O prazer foi todo nosso, não é Stu?


Com um estalo o nôitibus desapareceu. Harry levantou sua mala, abriu devagar o portão tentando não fazer muito barulho e seguiu para a casa em volta em escuridão.

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