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15. Confidence


Fic: Born For This - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap.15 - Confidence





– Então essa é a sra. Davis? – Albus parecia admirado ao cochichar ao meu lado. A mulher se dirigiu formalmente a frente da turma na sala de Transfiguração, no horário marcado para a sua palestra. – Que senhora sofisticada.


Natalie, atrás dele, deu um empurrão nas suas costas, como se a palavra “sofisticada” se traduzisse a “gostosa”. Antes que Albus protestasse que não era isso o que ele quis dizer, a sra. Davis, chefe do Departamento de Cooperação da Magia, abriu um leve sorriso para os alunos do sexto ano.


– Bom dia – saudou, gesticulando com as mãos. Ela tinha o mesmo jeito de Amber quando fazia apresentações de seus trabalhos. – Sou Elizabeth Davis. Como algum dos senhores deve saber, sou mãe de Zimmer Davis, que se formou em Hogwarts ano passado e está trabalhando como pesquisador...


Ela continuou falando de sua família. Albus perguntou a mim, baixinho:


– Onde está Amber?


– No discurso ou na sala?


– Os dois.


A gente não soube responder. Fazia um dia desde que Amber saíra da ala hospitalar, mas ela não estava na palestra de sua mãe. Os rumores sobre a gravidez ainda não tinham circulado por Hogwarts, talvez porque ninguém esperaria uma notícia dessas, e porque eu – e Hanna – éramos os únicos que sabíamos. Eu havia contado a Rose no mesmo dia em que descobri. Para ela e Albus, somente. Natalie pegou a história com ele depois. Contara aos dois na sala comunal, sobre quando eu vi Dimitre e Amber transando na festa de casamento da minha tia e que acreditava que o bebê poderia ser do meu primo. No entanto, ocultei o detalhe de que Amber achou que eu havia transado com ela. Não achei necessário enfatizar aquilo, uma vez que eu nem havia encostado um dedo em Amber e não queria dar a Rose motivo para desconfiar, mesmo eu dizendo.


No entanto, foi um erro para a conseqüência que estaria por vir. Quando a palestra da mãe de Amber terminou e todo mundo aplaudiu, a professora permitiu que saíssemos mais cedo para o curso de aparatação. Eu fui o último a guardar minhas coisas. Rose estava me esperando na porta da sala, meio que apressada, mas a sra. Davis de repente me chamou.


Tive impressão que ela não ia me perguntar o que achei de sua palestra, quando ela se aproximou de mim com os olhos frios. Perguntei-me se ela sabia sobre a filha dela. Ou perguntei-me se ela ia me perguntar o que eu sabia sobre a filha dela.


– Podemos conversar, sr. Malfoy?


Olhei para Rose. Ela amenizou a expressão “vamos logo, Scorpius!” e ajeitou a bolsa nos ombros, olhando-nos toda curiosa.


– Em particular – acrescentou a sra. Davis sorrindo indiscretamente a Rose.


– Sem problemas – mentiu Rose, dando meia-volta e saindo da sala.


Um suspiro da sra. Davis foi preciso para antes dela perguntar:


– É a sua namorada?


– Sim – respondi lentamente. A mulher cruzou os braços.


– Então suponho... apenas suponho... que tenha terminado com Amber.


– Sim – respondi lentamente. Eu ia acrescentar “há muito tempo”, mas ela interrompeu a primeira sílaba:


– Espero que seus pais já estejam cientes.


– Sobre o quê?


– Sobre Amber.


– O quê?


– Não se faça de bobo, Scorpius. Você engravidou a minha filha.


– A senhora não sabe do que está falando – eu soei um pouco irritado.


– Todos dizem isso – falou com um sorriso seco. – Mas não há mais volta. – Ela acrescentou baixinho: – Ela não vai passar por isso sozinha. Muito menos solteira. Eu mesma vou conversar com sua mãe, e ela vai aceitar que você e Amber – não fale a palavra, não a palavra – se casem.


Só lambi os lábios. Minha mãe nunca ia aceitar que a gente se casasse.


– A senhora fez uma excelente palestra, sra. Davis.


Eu ia dar as costas, mas ela agarrou meu braço. Apertou realmente forte.


– Você não passa de um canalha, como todos os outros rapazes da sua idade. Eu tenho pena da sua namorada. Mas vai ter o que merece.


Eu ia protestar, mas dizendo isso com um ar levemente sarcástico e desprezível, a sra. Davis pegou sua maleta e saiu desfilando. Fiquei sozinho na sala, apertando os cabelos. Rose reapareceu. A pior parte de ser acusado de engravidar a filha de uma mulher? Era Rose ouvir aquilo. Eu sabia que Rose não tinha saído e estava ouvindo tudo.


– Só me diz uma coisa... – pediu com uma certa calma quando passei por ela. – Por que a sra. Davis teria motivos para acusar você?


Eu a levei para o corredor vazio e disse:


– Amber nunca contou a mãe dela que nós tínhamos terminado. E estávamos na mesma festa. Quando namorávamos, éramos um pouco previsíveis em festas. Mas eu juro que não ocorreu nada no casamente e... – olhei melhor para o rosto dela. Calada, piscando algumas vezes, os olhos um pouco saltados. – Você não está acreditando em mim.


– Scorpius, você tem certeza...?


Bati o punho na parede, irritado.


– Tenho! – bradei, assustando-a. – Porra, Rose. A única pessoa que eu preciso que acredite em mim é você. E você está me olhando desse jeito.


– Eu não estou dizendo que não acredito em você. Mas você mesmo diz que já fez muita merda quando ficou bêbado e que nem se lembra.


Meu sangue estava subindo.


– Eu não bebi naquela festa. E isso é engraçado, porque eu estava pensando em você. Não quero fazer merda com essa garota. Não de novo. Eu não tenho culpa se Amber e Dimitre são dois transtornados que gemem um para o outro o quanto são gostosos! Eu não tenho culpa que Dimitre não usou a porra da camisinha enquanto comia a porra da minha ex-namorada!


A expressão de Rose ficou dura. A voz dela também.


– Você não precisa ser hostil para mostrar que está sendo sincero.


– Bem, mas você não está acreditando, está? Eu estou aqui, dizendo a porra da verdade, mas você está com um pé atrás. Eu não vou ficar implorando para você acreditar em mim. Eu não vou implorar para ninguém acreditar em mim. Vamos ver daqui nove meses, quando alguma criança nascer. Se ela tiver olhos azuis, aí sim você desconfia, tá legal? Mas só daqui nove meses.


Eu girei meus calcanhares e ia sair dali sem dizer mais nada, mas ter dado vinte passos e percebido que Rose não tinha saído do lugar, foi o suficiente para que eu me arrependesse da minha atitude. Parei de caminhar e afrouxei a minha gravata. Por que gritei com ela? Ela não tinha culpa de nada.


– Rose, olha, eu não quis...


O tempo que fui voltar para me desculpar foi o tempo que Rose teve de passar por mim com uma postura ereta, escondendo a expressão. Saiu do corredor, os cachos balançando pelas costas, carregando os livros contra o peito. Daquele jeito que ela sempre teve desde o primeiro ano, quando era chateada.


– Muito bem, Scorpius – murmurei a mim mesmo. – Você podia ter evitado essa. Idiota.


Ela poderia estar desconfiando um pouco porque eu mesmo não era um cara para se confiar cegamente, mas Rose pelo menos esteve ali pedindo explicação. Estraguei essa chance, sendo um desgraçado com a única garota que eu precisava mostrar confiança.


Por uma escolha covarde de minha parte, evitei Albus e Rose até depois do almoço. Rose estava chateada comigo e Albus iria perguntar por que diabos nós estávamos assim. Fiquei meio preocupado que Rose fosse contar que a mãe de Davis me acusou de ter engravidado ela, mas se Albus veio falar comigo sobre quadribol, animado e tudo o mais, confiei que ele não me daria nenhum soco ou Rose apenas não quis entrar nesse assunto com ele.


Depois disso, fui procurar Rose para conversarmos melhor. A essa altura, sua mágoa já devia ter se amenizado, mas enquanto eu caminhava no corredor, o professor Inaldo chegou mancando em minha direção, segurando uma garotinha do segundo ano da Sonserina, pelo cangote. A garotinha tinha cabelos loiros escuros e despenteados, com uma mecha rosa. Ela exclamava palavrões. O sr. Inaldo agarrou minha gravata e rosnou:


– Você é o monitor da Sonserina, não é, rapaz?


– Sou, mas-


– Então leve essa garota para a sala de detenções.


– Ah, mas o que essa garotinha fofa aprontou? – fui irônico. Eu conhecia Jenna Hanson de vista. Apenas um ano em Hogwarts foi o suficiente para ela virar a lenda da Sonserina. Tinha só doze anos e o sr. Inaldo me mostrou o maço de cigarro que ela sempre carregava.


– Ela fica andando com essa coisa. E estourou a minha sala com bombas de bostas. Coloque-a em detenção. Agora!


– Se o senhor me soltar! – Jenna exclamou. Inaldo a soltou e olhou enfurecido para ela.


– Insolente. E tome conta dela na detenção. Ou ela vai explodir a sala também.


O sr. Inaldo saiu e me deixou sozinho com a garota. Jenna olhou para mim, simpática, e estendeu o braço com a palma da mão virada para cima.


– Tem maço de cigarro aí?


– Não. – Então ela deu as costas, desanimada. – Ei, onde está indo?


– Para a sala de detenções, dã.


– Quantos pontos você tirou da Sonserina dessa vez?


– Algumas centenas. Então você vai ser a minha babá? As garotas da minha turma dizem que você é gostoso. – Eu ia sorrir mas ela rosnou para si mesma: – Odeio as garotas da minha turma.


A sala de detenções ficava na sala comunal da Sonserina para os alunos da Sonserina. Jenna já devia estar acostumada porque não reclamou enquanto a gente ia até lá. Descemos até as masmorras e quando entramos na sala comunal, fiquei meio sem reação com a cena que estava rolando. A sra. Davis estava brigando com Amber. Quando eu entrei, ela me encarou e apontou na minha direção. Mas Amber gritava, enquanto todo mundo ouvia:


– A culpa não foi dele!


– Claro que não foi. Foi sua mesmo, Amberline Elizabeth Davis. Foi sua por se portar como uma vadia toda vez que vê algum garoto por perto. Mas você, minha filha, vai voltar comigo para casa. Temos que organizar o casamento.


– Nunca. – Vendo que a mãe ia insistir, Amber se afastou e disse: – Scorpius não tem nada a ver com isso. Você não devia ter enfrentado ele. Foi Dimitre Greengrass. O último cara que transei foi ele.


– O quê? O que esse garoto – apontou para mim outra vez e eu tive vontade de quebrar aquela unha bem feita e vermelha – tem que faz você defendê-lo, Amber? Acusando o desgraçado do primo dele-


– Scorpius é um garoto legal, que nunca trairia a namorada atual dele com uma ex. E eu sou ex. Scorpius e eu não estamos mais namorando há um ano. Eu nunca disse isso a você, mãe, porque... você diz que sou uma vadia. E pensava que mentindo a você sobre ter um namorado por mais de meses a faria mudar de opinião. Mas o fato é que não consigo mudar a sua opinião. Não consigo mudar a opinião de ninguém. Eu já tenho meu rótulo.


Depois do desabafo, o queixo da sra. Davis tremeu. Ela só disse:


– O filho de Markus, Amber?


– Eu sei – ela abaixou a cabeça, para esconder as lágrimas.


– Nunca mais volte para a minha casa.


Ela ia dar as costas, mas Amber perguntou, chorando:


– A senhora nem quer saber qual é o meu rótulo?


Nunca vi tanto desprezo na voz de uma mulher tão bonita e elegante:


– Você morreu para mim. Eu não vou mais me dar o trabalho de me importar com você. Manchou a nossa família.


A sra. Davis não se virou nem para mostrar qualquer reação. Foi simplesmente embora.


Os cochichos começaram. Amber Davis grávida de Dimitre Greengrass? Nem percebi que Jenna ainda estava ao meu lado. Amber caiu no sofá, chorando, enquanto as pessoas observavam. Ninguém ousou se aproximar, mas foi Jenna quem segurou os ombros de Amber, de um jeito doce e reconfortante:


– Não adianta chorar pelo gozo derramado agora, Ambie. – Como se a conhecesse desde sempre, Jenna abraçou Amber. Mas cochichou no ouvido dela algo como “tem maço de cigarro aí?” e Amber apenas riu num choro engasgado, olhando para a garota.


– Não se preocupe comigo, Jen. O que você aprontou dessa vez?


– Ah, o de sempre. Malfoy estava para me levar até a sala de detenções.


Ela finalmente me encarou e enxugou as lágrimas.


– Ele não precisa agora. Eu levo você.


– A gente vai jogar xadrez de novo? – quis saber Jenna quando Amber se levantou. Amber apenas se aproximou de mim.


– Desculpe pelo que minha mãe disse a você. Eu não podia... eu não podia deixar ela achar que você tinha feito isso.


– Ela te expulsou da família.


– Eu já estava fora dela há muito tempo, Scorpius. Não estou realmente preocupada com isso.


– Você mandou a carta a Dimitre?


– Sim. Mas não estou esperando resposta imediata. Preciso tomar conta dessa garota agora – girou os olhos, em direção a Jenna que estava deitada de ponta cabeça no sofá, perguntando a ninguém em particular o que aconteceria se ela vomitasse nessa posição.


– É parente sua? – quis saber curioso.


Amber cochichou, não querendo falar muito alto:


– Não sei o que essa garota tem comigo. Uma vez fiquei na detenção com ela e a deixei ganhar no xadrez. Desde então, me considera uma amiga ou algo assim. Ela não tem outras da idade dela. Então... como você e Rose estão?


Antes que eu respondesse, Jenna perguntou:


– Vocês vão ficar conversando aí até quando? Eu tenho que pagar uma detenção e vencer a Davis no xadrez. – Ela ainda estava de ponta cabeça. Levantou quando Amber se afastou, e a seguiu, arrastando os pés.


Eu não fiquei muito tempo na sala. Subi até meu dormitório e entrei no banheiro. Deixei que a água do chuveiro molhasse meu cabelo e passei a mão neles, arrastando-os para trás, enquanto pensava no que tinha acontecido. Eu estava querendo reverter o modo como agi com Rose. E toda vez que meu pensamento parava em Rose, eu pensava na nossa transa e que queria repetir aquilo. E que não queria que nada ficasse entre a gente, nem mesmo a forma como eu dizia as coisas e tentava demonstrar elas. Antes que qualquer pensamento se conectasse a minha própria ereção – eu odiava ter dezessete anos –, a porta do banheiro rangeu e alguém entrou lá dentro.


Eu sempre me esquecia de fechar a porta, porque eu era acostumado a não dividir o quarto com ninguém. Eu ia verificar se foi só a força do vento ou algo assim que abriu ela, mas parei imediatamente quando vi a silhueta distorcida de Rose por trás do vidro do boxe. Ela tirou a camisa e a calça, e depois entrou no boxe com uma expressão determinada. E completamente despida.


Eu não fumei nada, então não era loucura da minha cabeça. Com a garganta seca, perguntei:


– O que está...? Como?


Ela me afastou embaixo do chuveiro e molhou o cabelo dela, dizendo:


– Eu odeio quando você fala comigo do jeito que você falou de manhã.


– Você devia estar zangada e não pelada.


– Eu estou – ela estava zangada e pelada. – Mas não vou fazer nada com você. Sexualmente falando.


– Não estou pedindo nada – ergui uma sobrancelha, notando que ela só veio me provocar. Não era típico de Rose Weasley, mas achei interessante. – A não ser espaço para tomar banho.


Eu voltei para baixo do chuveiro e Rose e eu nos encaramos, bravos. Na verdade, nós checamos um ao outro. Eu conhecia Rose desde o primeiro ano, mas olhar para ela agora era como ver uma garota muito diferente da que ela foi antes. Sim, eu poderia estar me referindo ao corpo, não mais magro e reto, e sim com mais curvas agora. Mas talvez ela nunca tivesse tido um namorado que a despertasse desse jeito, o que achei ótimo. Ela era assim somente comigo. Confiante. Isso, um pouco daquele olhar que ela tinha era confiante. Ela estava ali, me matando de tesão, mas tinha confiança de que não fazer nada comigo ia ser um castigo justo pela minha hostilidade com ela.


No entanto ela deu um suspiro e finalmente disse baixinho:


– Eu não quis desconfiar de você, Scorpius. Eu só precisava ter certeza, você não precisava ter explodido daquele jeito.


– Eu não encostei em Amber, eu juro. Sei que fui idiota tentando te falar isso. Eu só estava desesperado... que talvez você não acreditasse em mim e eu ficasse sem você por isso. Às vezes perco o controle e acabo agindo hostilmente. Acho que descontei a raiva de ser acusado por algo que não fiz em você. Desculpe. E não se preocupe, eu iria dizer isso mesmo se você não estivesse... assim na minha frente. Então não tem nada a ver com o fato de que eu estou esperando que você me beije ou algo assim.


Ela riu um pouco quando dei as costas. Eu sabia que ela estava olhando para a minha bunda e foi exatamente por isso que virei às costas. Provocação, nada mais.


– Às vezes me sinto tão chata – ela disse em tom de conversa, enquanto me tirava embaixo do chuveiro, passando a mão no cabelo. Nós nos encaramos outra vez. – Fazendo tudo da maneira certa, pensando em conseqüência, não aproveitando pelo receio do que vão dizer de mim... às vezes eu me sinto presa no meu próprio mundo... sem deixar que alguém interfira nele. Mas todo o sentimento que eu tenho quebra essa barreira, sabe? Com você não quero ser limitada.


– Está dizendo que veio até aqui porque você sempre desejou me encontrar tomando banho? – trocamos de lugar de novo e voltei a sentir a água batendo nos meus ombros.


– Eu quero ficar velha e me lembrar de quando entrei no banheiro do meu namorado e deixei ele completamente sem fôlego. Posso não parecer assim, Scorpius, mas eu gosto de ser notada, principalmente pelo cara que eu sou apaixonada e que só percebeu isso ultimamente. Eu não quero dar motivos a você para me trair em momento algum, como tantos garotos fazem com outras garotas. Eu odeio ver amigas minhas chorando pelos cantos por causa dos idiotas dos namorados delas que as fazem de bobas porque elas não são boas o suficiente na cama para eles. Às vezes são apenas por uma noite, mas eu não vou ser boa o suficiente em apenas uma noite para você. Quero ser em todas, sem sentir vergonha ou insegurança sobre isso.


Eu passei a mão no rosto para tirar a água. Ela tinha um corpo incrível, diferente e viciante. Ela queria ouvir isso. Eu devia dizer isso a ela.


– Porra, Rose, você não precisa vir aqui para me deixar sem fôlego. Mas se acha que essa é a melhor solução... sou o último cara que tem que reclamar. Você é perfeita – sussurrei, olhando-a com muita atenção. Era melhor do que qualquer imagem de revista, porque estava na minha frente, era minha namorada, era Rose Weasley e eu a amava por isso. E eu não faria nada para acabar com isso.


– Certo, não precisa exagerar também – ela riu fraquinho e nos inclinamos para começar um beijo. Ela liderou os movimentos dos lábios dela contra os meus, então nossas línguas se chocavam e nossos gostos eram misturados com a água. Era delicioso beijá-la, porque com ela era exatamente isso o que eu queria. Quando passou a ficar urgente e voraz, eu gemi e me afastei, encostando minha testa na dela. Rose segurou meu rosto. – Eu me sinto responsável por isso aí.


– Você não achava que eu ia conseguir me controlar por muito tempo, achava? Não seja tão má.


– Não sou boba – sorriu, apoiando a mão no meu peito. Mas ela desceu os dedos, roçando-os em minha pele, até abaixo do umbigo. Eu gostei dessa atitude dela. Eu gostei de conhecer esse lado dela. Eu era o responsável por aquele lado dela. E eu amava ser o dono dessa responsabilidade, sentir os dedos delicados, mas fortes, molhados apertando e se mexendo pela extensão do meu membro, enquanto a gente se beijava. Ela provavelmente adorava sentir minha mão apertando seus seios também, porque estava ficando difícil para qualquer um de nós sustentar algum beijo.


Quando percebi isso, desliguei o chuveiro e saímos do boxe. Rose ainda me tocava até chegarmos ao quarto e eu deitá-la sobre a cama. Segurei as costas delas para levá-la até o meio do colchão. Antes que aprofundássemos qualquer contato, eu afastei a boca dela da minha para dizer:


– Obrigado.


Ela ergueu as sobrancelhas, sem entender.


– Não estou lhe fazendo um favor – sorriu de lado. – É o que eu quero também.


– Obrigado por acreditar em mim, quero dizer.


– Você apanhou de ladrões para me defender uma vez. E nos dois minutos que eu fiquei dentro do banheiro com você, você não fez nada até que eu agisse também.


– Sacrifícios valem à pena no final.


Voltei a beijar sua pele, às vezes lambia, percebendo que ela preferia desse jeito, porque se contorcia nua embaixo de mim. Estávamos quentes. O calor evaporara a água que estivera em nossos corpos. Rose agarrou minha nuca e pediu no meu ouvido:


– Vai devagar essa vez?


Eu assenti e pensei que ela não devia ter gostado que tivesse terminado tão rápido na primeira. Fui rápido e um pouco egoísta por querer gozar. Mas dessa vez, sabendo que ela estava mais relaxada e confiante comigo, sabendo que ela não era mais virgem, eu tentei experimentar outras coisas.


Eu precisava instigar ela a implorar por isso, mas tive certeza de que ela não imaginava que eu iria fazer. Desci com os lábios, lambendo seus dois mamilos alternadamente, e beijei sua a parte interna da coxa. Ouvi ela ofegar. Eu afastei um pouco suas pernas e me aproximei de seu sexo. Minha língua sentiu a umidade, a excitação. Rose deixou escapar uma exclamação de surpresa, contorcendo-se e agarrando os lençóis de um jeito meio arrebatado.


– Oh, meu Deus! Scorpius!


– Vou sentir seu gosto – falei, soando displicentemente excitado. Ela estava olhando para mim de uma forma ofegante, o rosto completamente corado. – Estou indo devagar dessa vez.


– Você já fez... isso?


– Não – falei com sinceridade. Eu nunca estive assim com uma garota antes. Curioso e desejoso pelo gosto que ela tinha. – Me peça para parar, se quiser.


– Ok – a voz dela quase não saiu, e na sua garganta saiu um gemido quando voltei a experimentá-la.


Eu queria que fosse perfeito, que ela sentisse tudo. Às vezes ela se contorcia, outras ela ficava calada, mas depois voltava a gemer fraquinho. Manuseei minha língua da forma mais habilidosa possível, não para parecer que eu sabia fazer isso – uma vez que eu nunca fizera – mas para que ela achasse o suficiente. Mas talvez no começo, quando contornei o clitóris dela com a ponta da língua algumas vezes, eu até agi de forma arrogante, agi como se tivesse feito isso a minha vida toda. Por isso às vezes ela meio que parava de gemer e eu tentava voltar a fazer do jeito que tinha feito para ela estrangular meu nome contra sua garganta. Quando não conseguia fazê-la gemer de volta, eu não queria que ela recebesse o que ela provavelmente não estava gostando, e sim estranhando ou até achando nojento. Mas quando parei, ela segurou meus cabelos, e pediu para que eu voltasse.


– Você estava gostando?


– Não se subestime agora, Scorpius Malfoy – grunhiu. Eu sorri, voltando a beijá-la naquele lugar tão úmido e íntimo. A mão dela estava acariciando meu cabelo, o que me deixou inspirado o tempo todo. Seus gemidos me ajudaram ainda mais, e à medida que eu introduzia minha língua, contornando seu clitóris, ela aumentava as exclamações de prazer e surpresa.  Repeti aquelas façanhas sem erro algum, e percebendo que davam certo, não ousei parar. Ela gostou de um jeito meio sobrenatural. Teve um momento em que ela começou a gritar, enlouquecida, fazendo-me parar e olhar preocupado, lambendo os lábios. Foi um dos momentos mais prazerosos que eu tive com ela.


Voltei a beijá-la na boca, mordendo seus lábios, sem dar tempo a ela de respirar. Fiquei feliz que tivesse uma camisinha dentro do meu criado-mudo, então só precisei esticar a minha mão para abrir a gaveta e pegá-la. Carregando como se fosse uma varinha. Arranquei o pacote com os dentes. Eu estava sem paciência – e duro demais – para abrir aquilo com os dedos. Mesmo assim, quando Rose viu, ela pareceu impressionada e comentou algo como “bem, isso foi sensual” e eu não deixei de me sentir confiante. Como nunca antes. Eu sentia que eu podia dar prazer a ela, que ela não iria se arrepender de nada naquela vez.


Fiz o que ela pediu. Apoiei meus braços um de cada lado do colchão, olhando sua expressão, enquanto eu a penetrava lentamente. Ela gemeu, fez uma rápida expressão dolorida. Mas logo me apertou ao redor do pescoço e prendeu meu copo com suas pernas. Agi com meu quadril, saindo de dentro dela. E voltei, sempre naquela lentidão, sem pressa alguma.


Senti que Rose estava se movendo também. Olhou para mim com a testa franzida quando perguntei se estava doendo. Ao em vez de responder a essa pergunta, ela disse incrédula:


– Vai mais rápido.


– Mas você disse para ir mais-


– Mas agora estou mandando você ir mais rápido.


– Mas aí vai acabar mais rápido para mim. E você vai ficar irritada.


– Você podia estar indo mais rápido ao em vez de ficar discutindo comigo sobre como eu vou ficar se você for mais rápido!


– Você é muito irritante – bufei, excitado e aumentando os movimentos gradualmente.


– Você é muito babaca – ela gemeu. – Gostoso, mas babaca.


Assim está bom pra você? – Segurei a cabeceira da cama para dar um apoio a mim mesmo, enquanto movia meu quadril com velocidade. A voz dela não saiu. Só um gemido ofegante que traduzi para “Isso, exatamente! Oh, Scorpius, como você é delicioso”. Certo, nem tanto.


Fiz o que ela pediu outra vez, fui mais rápido, molhado, me grudando na pele dela com nossas transpirações. Eu segurava suas coxas, enquanto me movia dentro dela, fazendo trancos de modo que ela gemia de uma forma diferente e muito prazerosa. Rose gemia, ofegava, revirava os olhos, cerrava os olhos, me mordia, me arranhava. Ela estava adorando assim. Ela jogou o braço para cima e agarrou minha mão. Entrelaçamos nossos dedos. Um pouco das unhas dela perfurou a minha mão.


Quando eu senti que estava chegando... diminui toda a intensidade. Eu estava sabendo lidar com aquilo, pelo visto, e parei. Sacrifícios valiam a pena no final. Era só ter força de vontade. E eu tinha, muita.


Rose me olhou confusa, mas delicamente:


– Você já...?


– Não! – Eu só saí de dentro dela, e me deitei ao seu lado. Eu a trouxe para o meu colo. Rose pareceu ter ficado feliz de repente, mesmo que estivesse tensa nessa posição.


Respirávamos forte.


– É só você descer mais um pouco – instiguei, percebendo que ela estava parada apenas sobre mim. Rose fez um muxoxo, orgulhosa.


– Eu sei a teoria, tá legal?


– Ah, sim. Esqueci que você é a mandona aqui.


Apenas sorri, eu a achava linda quando ela ficava afetada com as minhas provocações. O sexo de Rose deslizou livremente e facilmente pela extensão nada pequena do meu membro. Fechei meus olhos quando fiquei completamente dentro dela outra vez, de uma vez só. Os lábios dela se grudaram nos meus. Eu prensei meus dentes no inferior dela e meus dedos em sua cintura, enquanto a ajudava nos movimentos de seu quadril em cima de mim. No terceiro movimento lento que ela fez, eu achei que eu ia gozar.


– Rose... hum, continua... – Ela tinha parado. Engraçado que parecia que ela estava estudando a situação. Bem, não era hora para hesitar ou colocar alguma razão nisso. Aos poucos, fui sincronizando nossos movimentos embaixo dela, tirando qualquer pensamento da sua mente, fazendo ela apenas agir.


Eu tive certeza de que dessa vez Rose gozaria... Ela estava enlouquecida, jogando o peso do corpo contra o meu, e levantando os cabelos em êxtase. Ver uma garota ficar assim em cima de mim era uma sensação indescritível, que dava um prazer maior do que o sexo em si, do que nossos corpos colados. Com uma visão ampla de todo aquele movimento de seu corpo, segurei os seios dela. Ela apertou meu peito com as unhas. Nós nos beijamos e ela colocou o cabelo para trás, gemendo que isso era errado, que o que estávamos fazendo era errado, mas eu não estava dando importância nenhuma para outra coisa.


Eu me movi embaixo dela de um jeito meio violento até conseguir fazê-la gritar meu nome. Eu joguei minha cabeça para trás, cerrando os dentes. Ela fez outra ordem: Não pare, não pare e não pare. Não parei, mesmo já tendo atingido o acme primeiro que ela. No final, Rose desabou completamente inerte, com a cabeça em meu ombro, arquejando. Ela me beijou no pescoço, subiu os lábios até encontrar os meus. Estávamos tão exaustos que não conseguimos ficar muito nos beijos. Ela caiu ao meu lado, e olhamos para o teto do quarto.


– Então... é disso o que todo mundo fala – sussurrou Rose, o peito subindo e descendo. – Sexo. Uau.


Eu não conseguia falar. Estava em êxtase.


– O que mudou em você da nossa primeira vez pra cá? – ela quis saber. – Hoje você estava...


– Mais desesperado, eu acho. Não quero que nada fique entre a gente... – segurei os dedos dela. Ela só beijou meu peito delicadamente e se aninhou ali, me encarando de uma forma silenciosa, mas intensa. Ela acreditava em mim. Era só isso o que importava.


Ela ficou naquela noite. Passamos um tempo rindo, deitados ao lado um do outro, xingando e provocando um ao outro, fazendo piadas idiotas, comentando sobre alguns acontecimentos sérios. E precisávamos acordar as sete para a aula de Defesa Contra as Artes das Trevas na manhã seguinte.


Nada digno de dois monitores, principalmente porque não se permitia que uma garota passasse a noite em outro dormitório. Mas essa era uma das poucas vantagens de ter dezessete anos. Vivíamos cheios de desculpas a nós mesmos para arriscarmos algumas loucuras.


Só estávamos namorando.


 


 


 


 


Mas descobrimos que essa desculpa nunca ia colar para os professores. Rose e eu chegamos atrasados para a palestra de profissão daquele dia. Eu havia acordado na manhã seguinte com Rose derrubando tudo enquanto colocava as roupas, apressada. Só que ela lembrou que o uniforme estava no dormitório dela. Ela estava tão transtornada com o horário que exclamou ao abrir a gaveta do meu armário e ver as minhas cuecas:


– Esse não é o meu quarto!


Eu me espreguicei, sorrindo, sem nenhuma preocupação no mundo.


– Bom dia para você também, amor.


– Levanta dessa cama, Scorpius – ela jogou minha calça no meu rosto. – Estamos atrasados, até chegarmos a sala vão ser sete e meia. Vai ser uma falta de respeito tremenda chegarmos no meio da palestra.


– Quem vai ser o palestrante chato dessa vez? – girei meus olhos.


– Eu não sei. Vamos logo. Tenho que pegar meu uniforme ainda.


– Rose, relaxa, é só palestra.


– Eu relaxei bastante essa madrugada, mas não estamos de férias! – Ela pegou suas coisas e saiu do quarto. Dois segundos depois voltou, se aproximou da cama, se inclinou e me deu um beijo rápido nos lábios. Sorriu. – Você babou no travesseiro, sabia? Temos que ir! – E saiu correndo.


Passei a mão no canto da minha boca. Me troquei rapidamente. Tão rapidamente que quando estava chegando a sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, Rose corria atrás de mim, com as bolsas e os livros. Eu estava andando, mas ela pegou meu pulso e me fez correr para chegarmos logo.


A classe estava rindo de alguma coisa quando aparecemos ofegantes. Alguns ainda continuaram rindo.


– Rose, seu cabelo! – exclamou Natalie ao lado de Albus. Rose passou os dedos para desarmá-lo.


– Desculpe, professor, perdemos a hora e...


– Pode se sentar, srta. Weasley – Inaldo disse, descontraído. Sorria animado. Rose sorriu também e íamos nos sentar juntos nas carteiras que tinham sobrado, mas vimos quem era o palestrante quando o professor acrescentou: – Seu pai estava acabando de nos contar uma piada. Muito boa, por sinal.


Rose riu sem-graça,  soltando meu pulso imediatamente, com certeza sendo pega de surpresa, ao ver o sorriso tranqüilo do pai. Ela não havia comentado que seu pai ia ser um dos palestrantes. Nem ela sabia!


– Não é aquela piada do pato e o elefante, é? Porque sinceramente... – Rose soou preocupada, mas sentou-se e não disse mais nada. Preferiu ficar olhando suas mãos juntas apoiadas na mesa.


O palestrante chato daquela vez era Ronald Weasley. Ele olhou para mim com a varinha em sua mão até eu me sentar. Não fiquei nada confortável durante aqueles minutos enquanto ele contava suas experiências como ex-auror. Eu havia acabado de passar a noite com sua filha, depois dela ter confiado que eu não havia engravidado outra menina, e ainda fui responsável por ela se atrasar para a palestra dele.


Bem, pensei rigidamente, que ótima época para receber uma visita do sogro.


 


 


 



 




Oi amores! Novo capítulo a vocês :)
Rose mostra um lado ousado e até confiante nesse, efeito que Malfoy causa nela. Scorpius apenas perdeu um pouco a cabeça no começo, mas foi uma atitude que herdou pelos defeitos do Draco e da Ast – vocês lembram deles! – , que melhor se encaixa nele. Acabou que Rose e Scorpius se resolveram depois, na cena mais quente da fanfic – até agora. Os dois merecem isso, essas revelações, esse tesão! Amber confessou a mãe que Dimitre é o pai, e é despejada da família agora. Será que Dimitre irá responder a carta dela? Ela vai ficar sozinha? Nossos personagens irão ajudá-la?


Rose confia em Scorpius e arrisca as regras por ele. Ele a acha perfeita. Ela não quer ser limitada com ele. E veremos uma conversa genro x sogro no próximo capítulo ou será uma discussão? Bem, comentem tudo!


Já faz um ano que assisti Segundas Intenções e me inspirei para escrever Intenção Cruel. Depois Money Honey. E, agora, Born For This. Não sei nem como expressar minha satisfação por ter conseguido completar duas fanfics e atingir quase uma centena de leitores nessa atual em apenas um ano. Não faria sem o apoio e os elogios de vocês! Obrigada :D Também, por isso, fiz um presente as duas fics: http://mhbornforthis.tumblr.com/ (e considerem um presente aos leitores também, compartilhem suas cenas e frases favoritas! – sempre quis fazer isso! HASUIAHIUAS)


Um beijo a todos, feliz Natal e espero que tenham curtido o cap =)


 

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Comentários: 16

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Enviado por REJI em 12/03/2012

Nossa senhora do chuveiro, dai-me resistência! Uau... que cap mais... quente! Por Merlin... o que Scorpius Malfoy não é capaz hein? Provocar e conseguir liberar os desejos mais profundos da Rose... uau! Adorei, principalmente o fato de os dois terem dado de cara com Rony no dia seguinte! Perfeito!

Nota: 5

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Enviado por Jacih Dallazen em 23/12/2011

Adoooorei! Ahh quero ver o que o Dimitre fará, eu adoooro a Amber, ela não pode ficar sozinha!!! E a Rose e o Scorpius podem ajudar tambéééém! *-* kkkkkkkk, ri muito com o Ronald no final, quero só ver essa "conversa" dos dois no próximo capítulo! XD Esperando por mais, beijoo!

Nota: 1

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Enviado por Carolzinha Gregol em 23/12/2011

Capitulo MUITO FOOOODA! Me encantei por ele, que vadia a mãe da Amber genteeee! QUE VADIA e espero que o Scorpius e a Rose ajudem *-* espero que siiim! o Rony? CHOOOOQUEI, como assim? hahahaha adoro/ continua, QUERO VER ESSA "CONVERSA" dos dois. ADORO/

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 23/12/2011

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, que ameiiii! *o*

a amber enfrentando a mamis dela, o scorpiuszito conevrsando com a rosie, e a noite deles... *0*

e gostei mais ainda desse final, com o roniquito! heueuehhehuehue

muuuuito booooooooom!

posta logo, tá???

beijocas

Nota: 5

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Enviado por Louyse Malfoy em 23/12/2011

Incriiiiiiiiiiivel!  Estou tipo, louca, para saber se o Ronald vai ir falar com o Scorpius kkkkkkk Beijos e aguardo mais s2

Nota: 5

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Enviado por pokie. em 23/12/2011

OBRIGADA GENTEEEEEEEEE

Jô, já temos uma gravidez na estória: a da Amber. SAHISAUHASIU posso dar o spoiler de que com Rose isso não irá acontecer, pode ter certeza disso!!

Nota: 5

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Enviado por Lívia G. em 23/12/2011

Porra, ainda to bolada porque era o Rony dando a palestra! Mandou bem, hein, Scorpius? Hahahaha. Cara, o que foi essa cena deles dois? Adoreeeeei! E a Amber é sensacional, eu gosto muito dela. Achei demais ela contando a verdade pra mãe e cagando pro fato de ter sido expulsa da família. Eu espero que o Dimitre assuma o bebê, eu acho que vamos nos surpreender com ele. Bom, to ansiosa pelo próximo! Beijos

Nota: 5

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Enviado por Jô Weasley Potter em 23/12/2011

ÓTIMO CAPITULO!!!!!!!!!!!!!! Mas não faça a Rose engravidar! Não gosto muito quando isso acontece :s Amei o que a Amber fez, adorei mesmo! TDB!!!!!!!!! AISUHAIUSHIUAHS

Beijos, até o proximo capitulo...

Nota: 5

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Enviado por alana_miguxa em 22/12/2011

morri!! como assim? que cap. perfeito!!

Nota: 5

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Enviado por Mily McKinnon em 22/12/2011

QUE CAPÍTULO FOI ESSE, MINHA GENTE? Tô passada até agora kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Adorei demaaaaaaaaais, sem noção. Essa mãe da Amber é bem fdp, odiei essa mulher u.u Quanto a Rose e ao Scorpius depois, NEM COMENTO PQ NÉ KKKKKKKKKKKKKKKKKK foi perfeito *-* Amei tudo, amore! Tô louca pelo próximo capítulo!!!

Ah, e eu já tô seguindo o tumblr (LLL)

Nota: 5

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Enviado por Natália Denipoti de Oliveira em 22/12/2011

Meu deus que capitulo perfeito, eu ja tava ficando desesperada porque voce nao atualizava, porfavor não demore tanto agora pra atualizar aheuhaeue

Nota: 5

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Enviado por Carla Ligia Ferreira em 22/12/2011

Capítulo maravilhoso como sempre. Não tenho muita fé no Dimitri, mas coitado, né? Filho da Dafne e do Markus... A mãe da Amber é uma jararaca, garanto que a garota, sozinha e grávida vai estar melhor do que com uma mãe como aquelas. Espero que o Ron não seja tão mal com o Scorpius, porque eu adoro a Rose com ele. Beijos feliz Natal e até o próximo capítulo.

Nota: 5

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Enviado por Marcela Prince Snape em 22/12/2011

Perfeito!!!!!!!!!!!!!!!!!! Amei!

Momento muito quente aquele.

E Ron, nossa, o que ele vai fazer? O que ele vai fazer quando souber que o filho dos Malfoy está com a princesinha dele? kkkkkkkkkkkkkk

Posta mais!

Adoro suas fics!

Beijos!

Nota: 5

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Enviado por Lays Mary em 22/12/2011
ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii o capitulo,to doida pra sabe q Ron vai fazer com scorpius rsrsrsrs.continua
Nota: 5

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Enviado por MarianaBortoletti em 22/12/2011

Caramba, cada dia melhor! O que foi esse sexo? Descrição incrível, envolvimento surreal... eu adoro ler teus NCs. Scorpius tá me surpreendendo com essa personalidade estourada, muito parecido com o Draco mesmo! Mas diferente do Draco, ele se arrepende logo em seguida, não faz merda na hora de pedir desculpas... E Rose? Ohhh, que garota incrível. Como todas as garotas, ela quer ser notada! Não sei o que comentar mais sobre essa evolução incrível no relacionamento dos dois... É muita evolução para quinze capítulos e essa é uma marca registrada tua. Que eu adoro. HAHAHAH eu ri quando o Ron apareceu. Isso vai dar problema ainda, mas acho que não vai dar briga, no máximo uma ameaça que vai fazer a gente (leitores) rir! Bjs, até a próxima!

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 22/12/2011

Nossa amei o capiulo. *------------* Muiiito bom Rose Scorpius mais juntos que nunca *-* kkkkk coitado do Scorpius o Rony ai...

Nota: 5

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