FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

8. Degrau 4 - Dele


Fic: ESCADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Escada

Autora - Ubiquirk
Tradução - Clau Snape
Beta reader – Fer Porcel
Degrau Quatro - Dele

30 de Agosto, 07:05 da noite

Eu bato na porta dela, e ela abre com um olhar de surpresa, ainda vestida em calças jeans rasgadas e uma camiseta excessivamente alegre como as que ela gosta de usar para trabalhar.

– Severo, você está adiantado. Eu não estou pronta ainda, então você terá simplesmente que esperar. – Ela tece um trajeto deliberado pela desordem do hall de entrada até a sala de estar.

Tonks já não é mais desajeitada. Ela não o fora desde a batalha final. É como se a parte tempestuosa que a permitia ser descuidada morresse com Lupin.

– Posso lhe oferecer uma bebida?

Com o meu assentimento, ela cruza até o aparador para servir whisky em um copo. A aparência dela é nova outra vez esta noite – um tanto baixa, mas pesadamente musculosa, com pele parda e o cabelo preto cacheado.

É como se ela já não quisesse ser ela mesma, e dada as suas habilidades especiais, ela pode manifestar fisicamente este desejo subconsciente.

Concomitantemente, ela já não se deixa experimentar emoção verdadeira. Ah, ela ainda ri e saltita, mas pouco disso toca o coração dela. Tendo feito o mesmo por anos, eu sou mais do que capaz de detectar tal fachada. Acredito que isso seja realmente porque ela está envolvida comigo – ela sabe que nunca me amará, nem eu a ela, e eu, conseqüentemente, não ofereço nenhum desafio a isolação emocional dela.

Shacklebolt, entretanto, parece mais do que desejoso em demolir as paredes do castelo dela – e de mais que uma maneira. Suponho que o meu afastamento lhe permitirá a abertura.

Que nobre. Como se isto não me livrasse também para outras buscas.

Ela gira, entrega-me a bebida, e move-se para sair da sala.

– Tonks.

Parando, ela me encara.

– Eu gostaria de falar com você.

– Isto não pode ser bom. – O sorriso dela é irônico enquanto estabelece-se ao meu lado no sofá.

Eu coloco a minha bebida de lado e viro-me apenas o suficiente para observá-la com minha visão periférica. – Tonks, o ano letivo em Hogwarts começa em dois dias, e o meu tempo será assim ainda mais limitado do que agora. De fato, será levará indubitavelmente um bom tempo até que eu tenha a habilidade de perseguir atividades recreativas.

Eu pauso; ela desvia o olhar.

Há algum benefício em enrolar? Vamos.
– Eu me sinto incapaz de continuar um relacionamento.

Olhando fixamente para o assoalho, ela permanece silenciosa. O tempo passa tão devagar quanto um medonho rastejo.

Bem, pelo menos ela abriu mão de chorar. .

Contudo mais silêncio. Eu mudo de posição a fim de encará-la mais inteiramente.

– Tonks?

Uma contração – a cabeça dela se levanta abruptamente, e o grande sorriso é completamente inesperado, como a resposta:

– Então, que tal mais umazinha pelos velhos-tempos?

Agora é a minha vez de permanecer silencioso embora eu levante uma sobrancelha.

Em um movimento reminiscente da nossa primeira vez, ela toma isso como um convite e monta no meu colo. – Qual é, Severo. Eu posso ser quem você quiser. Escolha um corpo – um favorito.

– Há um…

– Sim, continue. – Ela envolve os braços em torno do meu pescoço.

– O problema é que não é um que você já tenha usado para mim.

– Sem problemas. Sem problemas. Apenas descreva-o e eu posso ser ele.

– Ninfadora – eu digo, olhando nos olhos dela –, eu gostaria que você fosse você mesma.

– Eu mesma? – Um flash de confusão cruza o rosto dela antes que ela se incline para trás e desvie o olhar.

– Sim, você mesma. Seu próprio rosto, seu próprio cabelo, seu próprio corpo – você mesma.

– Eu… eu… – O rosto dela gira ainda para mais longe de mim.

O tempo passa – alguns momentos apenas, mas momentos esticados e desagradáveis.

Eu a pego e viro-a para encarar-me. Silenciosamente, lágrimas grandes rolam pelas bochechas dela.

– Ninfadora.

– Eu… eu… – Ela se metamorfomaga, e pela primeira vez em mais de dois anos eu vejo o rosto dela, o verdadeiro rosto dela: traços de duende emoldurados pelo cabelo castanho médio com olhos que estão assombrados. É menos exótico do que as criações dela, menos glamoroso, menos perfeito, contudo de certa forma mais bonito porque é real.

– Você é encantadora – eu lhe digo firmemente.

Desmoronando como se liberada de um grande peso, ela cai em meu peito chorando audivelmente. Ela murmura algo repetidamente enquanto esfrega o rosto para frente e para trás sobre a minha sobrecasaca. Finalmente vindo a se acalmar, os soluços continuam em um ritmo menos frenético, e eu posso determinar o que ela está dizendo. É:

– Desculpa.

Eu afago as costas dela e, quando ela se acalma mais, sussurro:

– Você não tem do que se desculpar.

– Mas nós íamos… e agora…

– Isso é secundário. – Eu uso o espaço de uma respiração profunda para considerar minhas próximas palavras cuidadosamente.

Faça direito, velho.

– Quando eu olhar para trás no nosso tempo juntos, você sabe em que eu pensarei? Você acha que serão somente lembranças do sexo vigoroso?

Um riso soluçado e ela se mexe um pouco contra o meu peito.

– Não. Será que você foi uma amiga quando eu necessitei de uma.

Após algumas batidas do tempo, ela me repele para encarar-me com um semblante que é tanto triste quanto aberto. – Obrigada, Severo.

Prendendo meus olhos por um longo momento, ela forma um pequena carranca e abre a boca.

Não querendo saber que insight do meu psique ela está a ponto de sondar, eu me mexo debaixo dela desconfortável. – Agora, eu realmente tenho que ir. Prometi a Minerva que estaria apenas um pouco rabugento na reunião dos funcionários amanhã de manhã.

– Claro. – Ela desliza do meu colo, acompanha-me até a porta, e beija meu rosto em despedida. A porta clica suavemente ao fechar atrás de mim.

Bem, lá se vai meu acesso à fodas regulares e sem complicação.

Eu balanço a cabeça e bufo em estranho divertimento.

Ainda amargo.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.