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3. I’m One in a Million


Fic: Suave Veneno - Postada


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Recomendo a leitura desse capítulo ouvindo a música Portishead – Glory Box, a letra não tem muito haver, mas o ritmo é perfeito...


 


*-----*


 


Nome do autor: Manú G.


 


Shipper: Luna Lovegood / Lilian Luna Potter


 


Itens escolhidos: salto alto, sangue, tempestade, unhas pretas, pelúcio, cabelo cacheado, sutiã lilás, briga, foto antiga.


 


Classificação indicativa: Nc 18.


 


Titulo – Suave Veneno


 


Capítulo II – I’m One in a Million


 


No outro dia as duas mais velhas estavam sentadas na cozinha tomando café da manhã, ficaram algum tempo conversando, muito tempo pensando... a mais nova acordou algum tempo depois e foi diretamente à cozinha.


- Dia...


- Bom dia minha filha.


- Bom dia...


- Eu vou voltar para Londres.


- Por quê?


- Ahn, vou dar uma volta com o pessoal, aproveitar o final das férias com meus amigos...


- Puxa filha você vai passar o ano todo com todos eles, custa ficar mais um tempinho com sua mãe?


- Ta bom, mãe... então vou fazer assim, vou dar uma passeada agora e mais tarde eu volto, tudo bem?


- Sim senhorita...


- Então eu vou me trocar e já vou saindo...


- Come alguma coisa...


- Não, eu como lá...


- É assim, os filhos crescem e nos abandonam.


- A gente cria filhos para o mundo Gina. O máximo que podemos fazer é torcer para que eles tomem as decisões corretas...


 


I got (I got) shivers (shivers)


When you touch my face


I'll make you hot


Get what you got


I'll make you wanna say (Jai Ho) 


I got (I got) fever (fever)


Running like a fire


For you I will go all the way


I wanna take you higher (Jai Ho) 


Fico (fico) arrepiada (arrepiada)


quando você me toca assim


Vou te esquentar


e ver o que você sabe


Vou te fazer dizer (Aleluia!)


Estou (estou) fervendo (fervendo)


fervendo como fogo


Por você vou até o final


Vou te levar às alturas (Aleluia!)


 


- Sendo corretas ou não, são decisões deles... não temos muito a ver com isso... bom, contanto que eles não sejam comensais, eu fico feliz com o caminho que eles quiserem seguir...


- Bom, um dos amigos do Lisander é gay, como você agiria sendo a mãe recebendo esse tipo de notícia?


- Contanto que a pessoa seja boa, e faça meu filho ou filha feliz, acho que tanto faz...


- E seu filho se relacionasse com alguém mais velho... tipo um professor... seria difícil?


- Talvez, mas por que tudo isso?


- Ahn é só uma suposição, eu não sei como eu agiria se estivesse no lugar...


- Pessoas estou saindo, mais tarde a gente se vê...


Ela saiu logo após deixando as duas para trás...


 


*-----*


 


Já passava das 11 horas da noite, a dona da casa se encontrava em sua cama, já tinha deitado há algum tempo, mas o sono simplesmente não vinha. Ela não conseguia deixar de pensar na pequena ruiva, por que ela havia ido embora? Onde ela estaria? E principalmente: ela voltaria? Enquanto pensava essas coisas e se revirava na cama, escutou um estalo seguido de um barulho de queda, resolveu levantar para ver o que havia ocasionado os barulhos. Foi andando até a cozinha e olhou sorrateiramente pela janela. Podia ver algo se mexendo perto de um monte de folhas, parecia uma pessoa... e realmente era uma pessoa, que ficou em pé e veio andando ligeiramente cambaleante em direção à casa.


- Lilian, o que você está fazendo? Isso são horas de você chegar?


- Eu... sai com os meus amigos, acabai perdendo a hora.


- Você está bêbada?


- Não, somente levemente alcoolizada...


- Levemente? Estou vendo seu levemente... não senta de novo é melhor você ir direto pra cama...


 


I keep it steady uh-steady


That's how I do it


This beat is heavy, so heavy


You gonna feel it


You are the reason that I breathe


You are the reason that I still believe


You are my destiny


Jai Ho! Oh-oh-oh-oh! 


Vou manter desse jeito


É assim que se faz


A batida é muito, muito forte


Você vai sentir


Você é o motivo pelo qual eu respiro


Você é o motivo pelo qual eu ainda acredito


Você é o meu destino!


Aleluia! Oh oh oh oh!


 


A ruiva andava esbarrando em tudo que havia pelo caminho.


- Cuidado, você vai acabar acordando sua mãe, deixa que eu te ajude...


Levou a outra até o quarto e a colocou na cama.


- Me ajuda? Acho que eu não consigo me trocar sozinha – Fazia a cara mais pilantra possível – É sério...


- Sei, mas eu acho melhor você se virar sozinha... vou pro meu quarto...


- Não – Ela praticamente gritara – Não me deixa sozinha. A manhã nós vamos embora mesmo...


- Eu sei disso, e realmente acho que é o melhor para todas nós...


 


*-----*


 


A dona da casa andava de um lado para o outro na sala de estar, as duas bolsas de viagem de suas hóspedes se encontravam perto da porta, ela estava ansiosa para que as duas fossem embora logo de uma vez... não que a companhia estivesse ruim, ou que ela não tivesse se divertido durante a estadia, mas era melhor assim... a situação que ela estava enfrentado com a mais nova a havia sufocado, era uma coisa surreal demais, como ela poderia ter qualquer tipo de relacionamento com sua afilhada, filha mais nova dos seus melhores amigos e além de tudo praticamente uma criança? Não, isso não era surreal, era ridículo...


- Bom Luna, vamos indo então... vai lá para Londres qualquer dia desses, passar um tempo comigo.


 


No there is nothing that can stop us


Nothing can ever come between us


So come and dance with me


Jai Ho! (oohh) 


Catch me, catch me, catch me, c'mon, catch me


I want you now


I know you can save me, you can save me


I need you now. 


Não, nada pode nos parar


Nada vai nos atrapalhar


Então venha e dance comigo


Aleluia!


Me pegue, me pegue, me pegue, venha e me pegue


Quero você agora


Sei que você pode me salvar, você pode me salvar


Preciso de você agora


- Quem sabe depois que as aulas retornarem?


- Pode ser...


- Tchau Luna, muito obrigada pela hospitalidade... vamos mãe, quero ver se eu ainda faço algo com meus amigos ainda hoje...


- Até mais ver, espero vê-las brevemente...


E assim as duas aparataram na soleira. Agora sua vida voltaria ao normal...


 


*-----*


 


Estava fazendo uns preparativos para o dia seguinte, seus filhos retornariam de uma viagem com uns amigos, quando ouviu uma batida na porta da frente... quem poderia ser?


- Lilian! O que você está fazendo aqui?


- Eu vim em missão de paz... precisava conversar com você longe da minha mãe.


A loira estava completamente atônita – Conversar?


- Sim conversar... vai ser rápido


- Pode entrar, eu estava na cozinha – A ruiva foi se encaminhando em direção ao outro cômodo – Está indo a uma festa?


- Reuniãozinha particular na casa da minha ex...


- Sua ex?


- É, os pais dela foram a Manchester e ela me chamou para passar a noite lá...


- Só você?


- Sim, mas não é sobre isso que eu queria falar, eu vim aqui na verdade te pedir desculpas...


- Desculpas? – A loira fazia cara de surpresa.


- É, desculpas. Mas veja bem, não vim pedir desculpas pelo que eu fiz, não me arrependo nem um pouco de ter tentado te seduzir ou do beijo que nós trocamos – Ela mexia em seus cabelos formando cachos com os dedos – Eu queria me desculpar pela forma que eu fiz tudo isso, eu acho que nunca deveria ter começado tudo isso com a minha mãe ao lado...


 


I am yours forever, yes, forever


I will follow anywhere in anyway


Never gonna let go


Escape (escape) away (away)


I'll take you to a place


This fantasy of you and me


I'll never lose my chance. (Jai Ho) 


Sou sua para sempre, sim, para sempre


Vou com você pra qualquer lugar de qualquer maneira


Nunca vou te deixar


Vamos (vamos) fugir (fugir)


Vou te levar para um lugar


É uma fantasia de nós dois


Nunca perderei esta chance (Aleluia!)


- Ela estando aqui ou não... eu nunca teria cedido.


- Isso é o que você diz...


- Não, essa é a única verdade.


- E por que você nunca teria cedido?


- Porque é o melhor Lilian.


- Melhor pra quem?


- Pra todo mundo, imagine...


- O que meus pais diriam? Eu não me importo com o que meus pais diriam... eu sou maior de idade, vacinada, posso não ser independente financeiramente, mas isso se arranja...


- E o que eu diria a eles? Como eu poderia encarar seus pais quando eles descobrissem? Seria uma traição...


- Bom, quer dizer que você prefere trair você mesma? Enganar e sufocar seus próprios sentimentos?


- Eu... você é só uma criança...


- Eu não sou uma criança. Posso ser jovem, inexperiente, iludida. Posso até quebrar a minha cara e me ferrar gigantescamente, mas eu vou ser feliz do jeito que eu quero e com quem eu quiser – Saiu andando em direção a porta dos fundos – Desde que a pessoa me queira também...


Nesse momento as duas estavam gritando uma com a outra – Você não sabe...


- Eu posso até não saber de muita coisa, mas eu sei de uma coisa... sabe por que eu me encantei com você? – A outra estava com a cara fechada, tentando de toda forma terminar de vez com essa briga – Porque você não é uma adolescente, você não tem que pedir autorização pra ninguém, você é madura, vivida, tem sua estabilidade, além de ser atraente é claro – Ela havia abaixado o tom de voz enquanto a outra franzia a testa – Você tem esse jeito sonhador – Ela foi chegando perto – Uma voz rouca que amolece minhas pernas e um sorriso meio enigmático meio perdido no tempo que me faz suspirar.  Acho que eu sempre fui apaixonada por você, sabe? Lembro-me de ficar te olhando quando eu era menor, eu te achava demais... tipo a pessoa mais corajosa do mundo, uma super exploradora...


Elas ficaram algum tempo quietas se encarando, a loira não conseguia dizer nada, afinal de contas o que ela poderia acrescentar depois de uma briga seguida de uma declaração dessas?


- Eu não sei o que te dizer, eu nunca quis te deixar desta forma...


- Eu sei disso, eu também nunca procurei por isso, mas aconteceu. Mas se eu pudesse voltar atrás não mudaria nada, porque eu sei o que eu sinto e sei que isso é muito forte para ser ignorado... bom eu já disse tudo o que estava entalado na minha garganta... até.


 


I can (I can) feel you (feel you)


Rushing through my veins


There's an ocean in my heart


I will never be the same. (Jai Ho) 


Just keep it burnin', yeah baby


Just keep it comin'


You're gonna find out baby


I'm one in a million. 


Posso (posso) te sentir (te sentir)


correndo pelas minhas veias


Meu coração é um oceano


Nunca mais serei a mesma (Aleluia!)


Deixe tudo esquentar, é, baby


Deixe rolar


Você vai descobrir, baby


que sou uma em um milhão


Quando a ruiva virou as costas e começou a se encaminhar em direção a porta, sentiu uma mão a puxando pelo cotovelo.


- O que você tá fazendo?


- Provavelmente a maior asneira da minha vida Lilian, mas é o que eu tenho que fazer nesse momento.


E assim suas bocas se colaram em mais um beijo, e esse era quente, apaixonado e explorador. As mão passeavam pela costas, puxavam cabelos, gemiam... elas foram até o sofá da sala e deitaram, sem parar de se beijar por nem um segundo, o beijo foi ficando cada vez mais intenso o contato pele a pele ficando cada vez mais necessário. A ruiva sentia seu coração pulsar tão forte, aquilo era inacreditável, nunca sentira tanta excitação antes... depois do que pareciam horas a loira desviou o rosto ofegante.


- Eu não tenho mais 17 anos, você vai acabar me matando assim...


- Você ainda não viu nada – Ficou em pé de uma vez e foi tirando peça por peça sem desviar o olhar, a outra olhava estarrecida enquanto o processo ia se desenrolando. Quando sobraram somente a lingerie lilás e o sapato ela parou, se afastou alguns passos sentando sedutoramente em uma cadeira – Então, você se lembra disso? – Disse apontando para o próprio colo – Foi divertindo te ver tentando não me secar sempre que eu estava desfilando com esse sutiã...


- Foi difícil não te secar mais enquanto você estava desfilando com esse sutiã...


- Não seja por isso – Arrancou a peça atirando longe – Agora estou sem ele, fica mais fácil me admirar?


- Com certeza...


- E se eu tirasse mais alguma coisa? – Levantou virando o encosto ao contrário e foi dando a volta na cadeira até ficar de lado, colocando em seguida um dos pés sobre o estofado – O que você acha?


A outra ficou em pé chegando perto - Não tira seu salto alto, você está mais que perfeita assim... Vem comigo.


 


No there is nothing that can stop us


Nothing can ever come between us


So come and dance with me


Jai Ho! (oohh) 


I am yours forever, yes, forever


I will follow, anywhere in anyway


Never gonna let go. 


Não, nada pode nos parar


Nada vai nos atrapalhar


Então venha e dance comigo


Aleluia!(ohh)


Sou sua para todo o sempre


Vou com você pra qualquer lugar de qualquer maneira


Nunca vou te deixar


 


Elas andaram até o quarto principal e deitaram enquanto se beijavam, agora o beijo era voraz cheio de ansiedade, uma praticamente consumia a outra enquanto as roupas da mais velha iam ao chão, a ruiva ficou por cima pressionando seu joelho firmemente entre as pernas da outra enquanto mordia o lóbulo da orelha e gemia suavemente, o que fez a loira começar a sussurrar palavras sem sentido que iam deixando a ruiva cada vez mais estimulada, ela retirou o joelho colocando a mão no lugar, começou a passar levemente as unhas pretas sobre a calcinha que ia aos poucos adquirindo uma umidade cada vez maior.


- Eu te quero muito Luna – Colocou a mão por dentro da ultima peça de roupa e passou a brincar com o clitóris – E você já é minha...


Voltaram a se beijar voluptuosamente, a mais nova aumentava gradativamente o ritmo enquanto a outra ia gemendo sem nenhum pudor não mais se controlava, já arrancara o lençol da cama e quando o orgasmo veio puxava cabelos vermelhos, tentando restabelecer o domínio físico e psíquico de si mesma. Após alguns segundos a ruiva levantou tirando sua calcinha e voltou para fazer o mesmo com a outra.


- Já ouviu falar de tribadismo Luna? – Encaixou suas pernas nas pernas da mulher fazendo com que seus sexos ficassem em contato e começou a movimentar-se, a outra passou a acompanhar os movimentos e em pouco tempo as duas suavam e gemiam freneticamente. Mais uma vez a loira chegou ao prazer arfando muito e quando ela achava que iria conseguir se recompor, sentiu a garota começar a beijar e lamber seus pés, panturrilhas, coxas, virilha até chegar a seu clitóris, ela lambia avidamente alternando com pequenas chupadas e mordidas, mexendo sua cabeça, não parando segundo algum.


A loira já havia tido muitos orgasmos em sua vida, mas nada, nunca, a havia preparado para o que sentiu no momento, era como se todos seus músculos estivessem se contraindo, o sangue corria muito mais rápido, sentia uma descarga elétrica se propagando por seus nervos que a deixavam sem fôlego e faziam com que a adrenalina que seu coração recebia no momento quase o fizesse parar. Ela simplesmente sorria e respirava, qualquer movimente exigia um esforço físico completamente sobre-humano.


- Será que agora eu posso tirar meu salto?


- Não, deita aqui só um pouquinho, eu já vou cuidar de você...


 


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Música utilizada: The Pussycats Dolls – Jai Ho, perfeita...

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