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11. Onde é você estava?


Fic: Não era para ser assim


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_Me deixa em paz, Lúcio! Achei que você tivesse desistido de mim!

_Então é assim, Draco? Agora você nem me chama mais de pai?

_O que você quer de mim agora?

_Achei que tivesse sido bem claro naquele bilhete...

_E foi...

_Ótimo! Entenda, Draco, nós somos bruxos, somos de família inteiramente mágica, não podemos sujar nosso sangue, e nem permitir que outros bruxos se sujem. – ele se aproximou lentamente do filho. – Isso é para o nosso bem, Draco. O seu bem. Principalmente depois do fiasco com o velho...

_Mas ele está morto, não está?

_Está, mas o Lorde não perdoa falhas, e eu não poderei te ajudar se você cometer outro erro, filho. – ele colocou uma de suas mãos sobre o ombro de Draco e lhe sorriu cinicamente. – Boa noite filho...



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Hermione seguiu da sala de reuniões diretamente para seu quarto. Sua cabeça estava confusa e seu coração muito pesado. Não seria nada fácil conversar com Draco e correr o risco de se decepcionar com ele. Não depois de tudo que vinha acontecendo entre eles nas últimas semanas.

_Amanhã mesmo falo com Draco. Preciso tirar essa história a limpo. – disse para si mesma enquanto se preparava para dormir, mas Morfeu não estava a fim de dar-lhe uma merecida noite de sono. Ela se virou na cama por quase uma hora antes de decidir sair para andar pela casa. Foi até a biblioteca na esperança de encontrar algum livro que a distraísse e fizesse o sono chegar. Pegou vários, mas nenhum assunto a interessava. Chegou a se deparar com o Livro Monstruoso dos Monstros, que a fez rir se lembrando de como foi aprender a lidar com ele, de seu terceiro ano na escola, das aulas de Hagrid, do julgamento de Bicuço, e das palavras ofensivas de Draco, assim como do tapa que ela lhe deu. Então ela se lembrou que em todos esses momentos Harry e Rony estavam por perto. – Ah, Harry... Onde será que você está? Espero que esteja vivo... Será que a Gina já sabe? Coitadinha...

Naquele instante ela ouviu passos pela casa. Mais alguém não estava conseguindo dormir, mas não era para menos. O sumiço de Harry havia arrasado com o ânimo de todos.

_Quem está aí? – perguntou levantando-se de onde estava e seguindo para a sala da casa. Os passos se apressaram, quem quer que estivesse lá decidiu correr quando viu que havia mais alguém acordado. Hermone correu para tentar alcançar a pessoa, mas não conseguiu. Tudo que encontrou foi um corredor vazio. – Estranho. Tenho certeza de que ouvi passos...

_Droga Granger! O que você ainda está fazendo acordada? Vou ter que deixar para outra hora...

_Acho melhor eu voltar para cama. Amanhã o dia será pesado. Com certeza seremos escalados para procurar o Harry, mas como saber se não estaremos levando o inimigo conosco?... - pensou. Ela deixou que suas pernas a guiassem livremente enquanto tentava usar sua inteligência para descobrir quem poderia ser o traidor. - Não pode ser o Draco... - ela parou a tempo, se desse mais um passo teria despencado escada abaixo. Suas pernas a levaram diretamente para o porão. O lugar em que ela e Draco se encontravam há semanas, mas que ela havia evitado desde o fatídico dia. – Como não pensei nisso antes? – Ela se apressou, desceu as escadas correndo e abriu a porta bruscamente, o coração aos saltos. – Draco? Draco, você está aí?

_Estou, Granger... – ele estava sentado sobre a familiar pilha de colchonetes, com as pernas esticadas, olhando sério para a garota.

Ela se virou assustada. – Draco! Onde você esteve esse tempo todo? Eu fiquei preocupada.

_Ficou desconfiada, isso sim... – ele dobrou os joelhos abraçando as pernas.

_Todos estão desconfiados... – ela se aproximou dele.

_Eu não ligo para o que todos pensam, quero saber o que você pensa?

_Uma parte de mim tem certeza de que você não faria isso. Não desse jeito, tão abertamente. Mas outra parte faz questão de se lembrar do rapaz que quase matou o diretor da escola... – ela se sentou ao lado dele, sem ousar toca-lo.

_Eu não fiz nada, Hermione. Você precisa acreditar em mim.

_Eu quero acreditar, Draco, mas tem coisas que...

_Que coisas? – ele a cortou.

_Onde você esteve o dia todo? Por que você aparatou daqui sem me avisar, e mais: o que era aquele papel que você estava lendo ontem aqui na escada?! Eu estou confusa Draco! Muito confusa!

_Aquilo não era nada, Granger. – ele disse sem coragem de encara-la.

_Fazia tempo que você não me chamava só de Granger... Você ficou muito estranho desde o dia daquela missão. O Gui me disse que você havia pedido dispensa porque estava machucado. Ele concordou no dia, mas agora está desconfiado.- ela desviou o olhar dele. – Tenho que confessar que... também estou...

_Ah! Eu sabia! Você nunca confiou em mim de verdade! Você acha que eu mentiria para você Hermione?! – ele se levantou dos colchonetes e permaneceu em frente a ela andando nervosamente e agitando impacientemente os braços enquanto falava. – Achei que eu tivesse dado provas suficientes de que eu te amo! Eu parei de provocar o Potter, parei de xingar os Weasley, nunca mais falei mal de trouxas! Isso não é prova suficiente de que eu mudei?!

Hermione se espantou com aquela declaração inflamada de Draco. Ela nunca imaginou ouvir tudo aquilo dele. Já havia se imaginado ouvindo esse tipo de coisas do Rony, do Krum, mas do Draco! Seu coração ficou balançado. – Draco, escuta, eu só preciso que você me explique. Tem muita coisa mal explicada nessa história... – ela se levantou e caminhou até ele. Me conta o que aconteceu com você naquele dia. Onde você foi? Por que você sumiu? – ele se mostrou impaciente, ela levou suas mãos até o rosto do rapaz. – Eu... eu também te amo, Draco... Mas meu amor não vai resistir se as dúvidas permanecerem... Eu quero muito confiar em você... Mas por anos eu fui sua vítima preferida... Eu consegui enterrar toda raiva que eu sentia por você por todas as vezes que você me ofendeu ou aos meus amigos, mas algo assim é difícil de perdoar. Se você não é culpado não tem por que não me contar o que ouve.

_Você nunca vai confiar em mim, Hermione... – ele baixou a cabeça e começou a se afastar.

_Em tempos de guerra não se confia nem nos melhores amigos, quem dirá num ex – inimigo. – ela deslizou sua mão pelo braço dele tentando parar seu movimento. Ele tentou disfarçar uma careta de dor. – O que houve com seu braço?

_Nada! – ele se soltou bruscamente das mãos dela, sentindo uma agulhada por causa do movimento.

_Como nada?! Você está machucado! – ela se pôs em frente a ele tentando levantar a manga da blusa que ele usava.

_Eu pedi dispensa daquela missão por causa disso, Hermione. Eu falei para o Gui que estava machucado!

_Você não parecia machucado naquele dia! – ela falou examinando as ataduras mal feitas e tentando se lembrar daquela noite.

_Eh... É que o machucado piorou! É isso! – ele puxou o braço das mãos dela novamente.

_Por que você não procurou a ala hospitalar?

_Porque não, Granger! Que coisa! Eu não queria ninguém me perguntando o que tinha acontecido. Também não queria preocupar você!

_Tudo bem, tudo bem! Mas me deixa ver isso. Me deixa fazer um curativo melhor. – ela tentou se aproximar dele.

_Não! – ele se afastou. – Não precisa!

_Ok... – ela desviou dele e seguiu novamente para os colchonetes. Ele a seguia com os olhos.

Os dois ficaram se olhando em silêncio por algum tempo. Estavam se estudando. Hermione queria ver se notava nele alguma expressão que o traísse. Ele tentava ao máximo não transparecer sua impaciência com aquela situação. Sabia o quanto Hermione era perspicaz, qualquer coisa poderia compromete-lo.

_Olha, Mione... – ele foi até ela e se sentou a seu lado. – Eu fiquei com medo... Sabia que a culpa ia cair sobre mim... O Weasley mesmo me acusou naquele dia! Eu precisava pensar um pouco... Pensei em fugir, desaparecer, mas aí lembrei de você, de nós... Não tive coragem... Como sempre... Aquele papel que você me viu lendo era um dos bilhetes que você me mandou marcando um lugar para nos encontrarmos no começo, quando ainda não tínhamos esse aqui. Eu aparatei porque não queria ver ninguém... Nem você... Voltei quando finalmente me convenci que fugir seria assumir a culpa por tudo... Resolvi ficar e enfrentar as conseqüências de um passado mal vivido.

_Ah Draco... Você não deveria ter sumido... Você realmente deixou todos mais desconfiados! Vá até o Gui, converse com ele. Conte para ele o que você contou para mim...

_Mas aí eu tenho que contar sobre nós dois! – ele a olhou incrédulo.

_Ai... Tem razão... Mas de qualquer maneira você tem que dar alguma explicação para ele... Eu vou estar do seu lado... – ela o abraçou carinhosamente. – Vou estar sempre do seu lado...

Ele retribuiu o abraço. Era tudo de que ele precisava. Saber que havia recuperado a confiança dela. – Você acredita mesmo em mim?

Ela hesitou. – Eu te amo, Draco...

_Eu também te amo... – os dois se beijaram calorosamente traduzindo naquele gesto toda saudade que estavam sentindo um do outro. Ao final do beijo os dois se olharam por um tempo, repassando mentalmente tudo que havia acontecido até ali.

_Acho melhor irmos dormir... Já está tarde... – ela disse entre beijos suaves.

_Tem razão, vamos... – os dois se levantaram e seguiram de mãos dadas, silenciosos. Quando chegaram ao corredor dos dormitórios ele a parou, deu-lhe mais um beijo rápido, depois perguntou: - O Potter apareceu?

Toda sensação de leveza que ela havia adquirido depois da conversa dos dois desapareceu. Ela se lembrou do Harry e se sentiu culpada. Abaixou a cabeça tentando não pensar em nada e apenas responder a pergunta dele. Depois de um suspiro triste ela disse: - Não... Ele ainda está desaparecido...

_Vocês acham que ele está...

_Não! – ela se exaltou, depois baixando o tom continuou: - Ele não pode estar morto... Não pode!

_Tudo bem, tudo bem... Ele não deve estar morto, apenas perdido em algum lugar. Agora vá dormir... – ele a abraçou firmemente e depois de mais um beijo ficou observando ela entrar em seu quarto...

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