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2. - AS CONSEQUENCIAS -


Fic: Beautiful - Dramione - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Parece que foi uma boa ideia aceitar seu convite, Potter. Draco Malfoy está se divertindo muito com sua companheira de dança. – sorriu ela – Deixe os dois, eles são jovens e desimpedidos.


- Hermione namora meu melhor amigo. – disse Harry, preocupado.


- Problema, então. – comentou Astoria, séria – Vai até lá.


- Tarde demais. – notou ele, quando um fotografo registrou o beijo – O que eu direi ao Rony?!


- Que deixou a namorada dele sozinha porque estava ocupado com outra garota. Acontece...


- Só que tem mais uma coisa... – disse Harry, envergonhado.


- O que, Potter? – pergunta Astoria, desconfiada.


- Eu namoro a irmã dele. Eu ia te contar, só achei que não tinha porque dizer isso agora!


PLAFT!


- Idiota. – disse Astoria, após acertá-lo com vontade no rosto.


- Eu mereci. – disse Harry, massageando o local atingido – Já sei que vou receber mais...


Um bom tempo depois, Draco e Hermione terminaram o beijo com um selinho e vagarosamente abriram os olhos. Ainda ofegantes, eles se olharam com uma expressão que misturava vergonha, felicidade e arrependimento:


- Rony tinha razão? – perguntou Hermione, vermelha de vergonha.


- Isso foi apenas para provocá-lo. – respondeu Draco, nervoso.


- Ele nem está aqui.


- Mas vai saber, Hermione. – comentou Harry, aproximando-se – Eu vi quando um repórter tirou uma foto de vocês. É melhor irmos embora.


- Sei por que você está nervoso, Potter. É porque você estava se divertindo com a Greengrass ao invés de “cuidar” da namoradinha de seu amigo. Mas agora é um pouco tarde para arrependimentos. – disse ele, colocando-se entre Harry e Hermione.


- É verdade o que o Rony disse, então?! – notou Harry, chocado – Hermione, Malfoy está a fim de você.


- Não confunda as coisas! – disse Draco, envergonhado.


- E pelo visto você também sente algo por ele. – continuou Harry, ainda mais chocado – Oh Merlin, vamos morrer!


- Eu não sinto nada pelo Malfoy! – defendeu-se Hermione.


- Estamos começando a chamar atenção. – reclamou Draco, discretamente.


- É melhor irmos embora, Harry. – disse Hermione, recompondo-se.


Os dois saíram com urgência da mansão e, ao entrar no carro, Harry dirigiu o mais rápido que pode:


- Esse foi o pior dia da minha vida. – comentou Hermione, nervosa.


- Nem me fale. Mas por que você foi beijar o Malfoy?! – perguntou Harry, agoniado – Se não fosse isso, nenhum de nós precisaria explicar nada!


- Ah, senhor Potter. Você não podia se conter diante de uma garota bonita, não é? – reclamou Hermione, cruzando os braços – Estamos completamente ferrados!


- Completamente! – notou Harry, respirando fundo – Mas, por que você beijou o Malfoy? – insistiu.


- Aconteceu... – respondeu ela, vagamente, olhando pela janela.


- Espera que eu acredite nisso? – disse Harry, cético – Qual é, Hermin. Você mente melhor.


- Eu o beijei porque ele me atrai, é isso. – confessou ela, envergonhada.


- Isso com certeza surpreende. Você, agindo por impulso, com o Malfoy! – debochou Harry.


- Puxa, Harry! Não me deixe pior! – pediu Hermione, agoniada – Me leva para casa porque eu preciso pensar bem no que dizer quando a notícia sair.


... e no dia seguinte:


- Oh Merlin! – espantou-se Molly, lendo o jornal.


- Bom dia, mamãe. – cumprimentou Gina, sorrindo – O que houve? – perguntou ela, ao notar o rosto pálido da senhora Weasley.


- Rony não pode ver isso. – disse Molly, mostrando o jornal para a filha.


- “Novas alianças”. – leu Gina, arregalando os olhos – Mas que...?! Não pode ser!


- Não pensei que Hermione faria isso com o Rony!


- Tem alguma coisa errada aqui. O Harry estava com ela! Ele não deixaria o Malfoy encostar-se nela!


- MAS QUE P*RRA É ESSA?! – gritou Rony, do andar superior, descendo as escadas com fúria – Alguém diga que eu estou vendo coisas! – disse, chegando à cozinha.


- Rony, isso deve ser armação. Olha de quem é a matéria, Rita Skeeter. – respondeu Gina, tentando acalmá-lo.


- Como você conseguiu esse jornal? – perguntou Molly, curiosa.


- Draco Malfoy mandou para mim, com esse bilhete irônico! – respondeu ele, jogando o bilhete na mesa.


- “Espero que aproveite a leitura porque eu com certeza aproveitei o momento.” – leu Gina – Está na cara que é armação, Rony. – comentou ela, incrédula.


Mas Rony não deu ouvidos. Mal Gina acabou de argumentar e ele saiu enfurecido porta a fora e desaparatou dos jardins:


- Vou avisar ao Harry o que houve. – disse Gina, correndo para fora da propriedade para desaparatar também.


Na casa de Hermione, a castanha estava sentada na sua varanda segurando uma xícara de café enquanto fitava o infinito pensando no que fazer. De repente, um ruído chamou sua atenção. Ela pegou sua varinha e seguiu o som, mas logo baixou quando viu quem era:


- Ah, Rony, o qu--? – tentou perguntar ela.


- O QUE SIGNIFICA ISSO, HERMIONE?! – gritou ele, mostrando o jornal para ela – QUE DIABOS SIGNIFICA ESSE BEIJO ENTRE MALFOY E VOCÊ?!


- Eu... posso... Rony... – gaguejou Hermione, recuando – no baile... eu...


- Onde p*rra estava o Harry que não viu isso?! – vociferou ele, segurando o braço dela com autoridade.


- Solte-a, Rony! – pediu Harry, surgindo com Gina.


- Já viu as noticias, Harry?! Já viu que eu FUI ENGANADO?!


- Rony, eu posso explicar... – tentou dizer Harry, nervoso.


- Onde você estava, amor, que não viu isso? – perguntou Gina, curiosa.


- Eu estava dançando com uma garota. – respondeu Harry, baixando a cabeça.


- Não basta minha NAMORADA me trair, meu MELHOR AMIGO trai minha IRMÃ na mesma noite?! Só falta me dizer que vocês dois também tiveram algo! – insinuou Rony, possesso.


- Não fale assim da gente! – tentou defender-se Harry.


- Com que moral você diz isso, Potter?! – perguntou Gina, irritada e decepcionada – Você estava mais ocupado com outra mulher do que defendendo sua amiga de um idiota! Olha a merda que você FEZ! – termina ela, dando um tapa na cara de Harry.


- Hermione o beijou porque QUIS! – soltou Harry, automaticamente.


Silencio absoluto. Hermione, que estava paralisada desde que Rony começara a gritar ficou pálida diante da atitude de Harry. Gina começou a chorar copiosamente e Rony, procurando se conter, amparou sua irmã:


- Desapareçam de nossas vidas. – pediu Rony, seco, desaparatando dali.


- Harry! – disse Hermione, caindo de joelhos e chorando muito – O que eu faço?!


- Temos que dar um jeito de consertar nossos erros. Diga ao Rony que você se arrepende de ter feito o que fez. – respondeu Harry, confortando-a – Você se arrepende, não é?


- Eu me arrependo de tê-lo traído. – respondeu ela, confusa – Ah, Harry, você sabe mais do que ninguém que desde o primeiro ano eu tenho uma queda pelo Malfoy. Achei que nunca ia acontecer pelo fato de a família dele odiar nascidos-trouxa, mas aí acontece isso...


- Você quer se acertar com o Rony, não é? – perguntou Harry, temendo a resposta.


- Quero terminar direito. Acho que, depois do que houve, Malfoy e eu podemos finalmente nos conhecer melhor.


- Sabe o quanto isso é arriscado, não é?


- Sei, mas estou disposta a tudo. A bomba já estourou. – disse ela, sorrindo cansada.


Nesse mesmo dia, Hermione foi até a mansão Malfoy reunindo coragem de onde não tinha mais. Ao chamar pelos donos da casa no portão, o velho elfo-doméstico, com um sorriso esperançoso no rosto, guiou-a com respeito e cordialidade até o salão onde, na noite anterior, houve o baile.


Com mais intensidade do que na outra noite, aquele lugar, sem os enfeites e tudo mais, só a lembrava daquele dia fatídico onde, por causa da espada de Grinfinoria, ela fora torturada sem piedade por Bellatrix Lestrange. Cada lugar que ela olhava trazia aquelas sensações ruins para mais perto de si. As lembranças a faziam se arrepiar e, inconscientemente, ela tentava confortar a si mesma sem notar que, por trás dela, Draco caminhava ao seu encontro:


- O que faz aqui? – perguntou ele, arrancando um grito de susto dela – Acalme-se!


- O Rony leu o jornal. – respondeu ela, de cabeça baixa.


- Eu mandei para ele. – comentou Draco, tranqüilo.


- Você o que?! – perguntou Hermione, incrédula – Então tudo que aconteceu hoje foi por sua culpa?!


- Hei, garotinha, vai com calma! – pediu ele – Esse era o combinado, não? Irritá-lo?


- Ele praticamente me chamou de vadia! – gritou ela, chorando involuntariamente.


- Ah, se ele não agüentou, azar. – respondeu ele, sorrindo.


Hermione simplesmente detestava o modo dele de encarar as coisas sorrindo daquele jeito. Aquele sorriso de canto, meio debochado, quase amargo como se zombasse da situação, mas principalmente, zombasse do mundo que não o compreendia:


- Vai ficar aí fingindo que não se importa? – perguntou ela, séria.


- Mas eu não me importo mesmo! – respondeu ele, seco – Você teve sua noite mágica, o nome da minha família está mais bem visto do que nunca. Não podia ser melhor. – disse ele, abrindo a porta – Vá embora.


Se houvesse uma palavra para descrever o que Hermione sentia naquele momento em que Draco segurava a porta aberta para que ela deixasse a propriedade, ela com certeza não faria jus à intensidade do sentimento. Simplesmente, engolindo o choro, ela saiu e, antes de ultrapassar a porta, ela deixou uma ultima frase:


- Pensei que você era um homem.


Incrivelmente, aquilo entrou pelos ouvidos de Draco e atingiu em cheio sua consciência. Não fazia o menor sentido ele agir daquele jeito, mas o orgulho era maior. Depois de dizer tudo o que disse, ele não podia, simplesmente, chamá-la de volta e dizer que nada daquilo era verdade.


Foi muito difícil vê-la desaparatar do outro lado do portão, mas ele manteve até o ultimo segundo o olhar frio que tanto lhe caracterizava. Quando Hermione sumiu, Draco correu para seu quarto onde, com sua varinha, destruiu tudo que estava ali dentro.


Ouvindo os gritos de fúria de seu filho, Narcisa correu até lá e, com a ajuda de alguns elfos-domésticos, abriu a porta que estava travada com magia:


- O qu--- - espantou-se ela ao ver a bagunça do lugar – Draco Malfoy! – repreendeu ela, desarmando-o.


- O que?! – gritou ele, ainda nervoso.


- Por que você está fazendo isso?!


- Porque eu sou um idiota! Um filho da p*ta de um desgraçado!


- O que aconteceu para você dizer essas coisas de você mesmo?


- Foi essa maldita criação com todo esse orgulho sonserino que me deixou assim! Eu não consigo nem dizer para uma garota que eu quero que ela fique ao meu lado sem desferir uma torrente de grosserias! – respondeu ele, agoniado – Sou um maldito de um ser sem coração. Lucius deve estar bem orgulhoso de sua prole.


- Nunca mais fale o nome daquele homem nessa casa. – repreendeu Narcisa, abraçando o filho – Você não é assim, Draco. Você é uma pessoa doce.


- Eu não estaria tão certo disso, mãe. – disse ele, cansado.


- É a Granger, não é? O que você fez?


- Eu mandei a edição daquele jornaleco de quinta que fotografou nosso beijo para o Weasley e ela veio aqui por mim. – respondeu ele, decepcionado com ele mesmo.


- Meu amor, você deveria falar com ela.


- E parecer um fraco?! Jamais!


- Faça como quiser então. Fique aqui, destrua seu quarto, sinta pena de você mesmo e assista ela se reconciliar com o namorado. – concluiu ela, saindo dali – Quando terminar arrume isso sem magia.


**


Na Toca, após de horas insistindo e de muito conversar com os demais Weasleys, Harry conseguiu finalmente se desculpar com Gina. Ele contou a historia do começo, incluindo o que houve com Hermione e a decisão que ela tinha tomado. Ainda com o sangue fervendo devido à quase traição dele, ela não se mostrou muito a fim de ajudar o rapaz a fazer as pazes com Rony, mas, depois de um bom tempo, decidiu que era o melhor a fazer:


- Só que ele está mais bravo ainda porque ele te contou sobre o temor dele e você o ignorou. – comentou ela, séria.


- Te juro que eu não sabia que ele estava tão certo. – confessou Harry, sincero – Vamos ser realistas, Gina. Malfoy e Hermione é algo que nunca deveria acontecer. Os princípios de ambos são completamente diferentes!


- Você nunca notou que ela, quando brigava com ele, sentia mais decepção do que raiva?


- Algumas vezes... – respondeu ele, com um ar pensativo – no sexto ano, quando ela ficou de porre, ela me confessou que achava ele atraente desde o primeiro ano. Me fez jurar que eu nunca repetiria aquilo de novo, assim como ela nunca admitiria se alguém perguntasse.


- Por que ela aceitou namorar o Rony?


- Porque motivos alguém namora uma pessoa gostando de outra, Gina? – perguntou ele, certo de que ela sabia a resposta.


- Porque acha que nunca conseguirá quem realmente quer. – respondeu ela, triste – Hermione deve estar arrasada.


- Isso se ela não correu para a mansão Malfoy.


- Isso se Draco Malfoy não estava apenas a usando.


De repente, batidas urgentes são ouvidas na porta. Agoniados, todos descem para ver o que está acontecendo. Harry, com a varinha em punho, abriu a porta vagarosamente:


- Harry! – disse Hermione, jogando-se nos braços dele.


- Hermione, o que...? – perguntou ele, tentando acalmar o choro dela.


- Foi tudo uma mentira! Tudo para sair por cima na história! – respondeu ela, chorando mais ainda.


- Querida, você precisa se acalmar. – pediu Molly, convidando-a para sentar-se.


- O que ela faz aqui? – perguntou Rony, seco – Ou melhor, o que eles fazem aqui?


- Rony, eu fui mesmo uma idiota. – disse Hermione, triste e envergonhada – Eu troquei seus sentimentos certos e verdadeiros por meia dúzia de palavras vazias de Draco Malfoy. Estou muito arrependida de ter caído na conversa dele...


- Eu não preciso te ouvir. – disse ele, saindo dali.


- Rony! Por favor! – chamou Hermione, correndo atrás dele.


Gina, preocupada, fez menção de ir atrás deles, mas Harry a interrompeu:


- Deixe-os. Eles precisam de um tempo.


**


Hermione seguiu Rony até o quarto dele, onde, após entrar, trancou a porta atrás de si. Tentando ao máximo conter sua irritação, ele respirou fundo antes de dizer qualquer coisa:


- Vá embora. – pediu ele, tentando parecer calmo.


- Não até você me perdoar! – insistiu Hermione, indo para cima dele.


- Não me teste, Hermione. – avisou, cerrando os punhos.


Estava prestes a perder totalmente o controle. Por mais que ele tentasse, só conseguia enxergar aquela foto do beijo entre Draco e ela, a garota que prometeu ser apenas sua e de mais ninguém. Mais do que a traição em si, ele pensava no temor que ele sempre teve e nunca teve ideia de que estava tão certo sobre:


- Eu estou no meu limite. – continuou Rony, baixando a cabeça


Mas Hermione continuou a avançar. Ficou frente a frente com o ruivo e tentou tocar em seu rosto, porém ele interceptou sua mão antes que conseguisse fazê-lo:


- Não me toque! – gritou ele, sério.


- Grite, me xingue, faça como quiser! Eu sou mesmo idiota em cair na conversa do Malfoy! – disse Hermione, agoniada – Vamos para outro lugar, preciso conversar com você sem ser interrompida.


Quando Rony pensou em protestar já estava no quarto de Hermione. Ele não sabia como, mas ela conseguiu quebrar as defesas da sua casa. Nada que o surpreendesse, afinal, ela formou-se com honras em Hogwarts e não podia se esperar menos de uma bruxa tão talentosa.


Mas, ainda assim, ele estava possesso de raiva:


- Que p*rra, Hermione! Deixe-me! – gritou ele, soltando a mão dela.


- Me perdoe, Rony! – pediu ela, angustiada.


- O que mais me intriga é o motivo, o real motivo pelo qual você se prestou à esse papel. Ele eu entendo, mas você é mais inteligente do que isso, Hermione. – disse Rony, olhando diretamente para ela.


- Não caí na conversa dele por burrice, Rony. – confessou Hermione, desviando o olhar – Eu sempre tive uma queda pelo Draco.


- Você está mesmo muito desesperada pelo meu perdão para me dizer isso assim.


- Draco nunca foi e nunca será o cara certo para mim. Você, por outro lado, sempre esteve comigo.


- Então agora está me dizendo que só está comigo porque eu gosto de você?


- Por mais que eu explique, eu me enrolo mais, não é? – notou Hermione, cansada, sentando-se em sua cama – Eu gosto de você também, Rony.


- Quer que isso dê certo? – perguntou Rony, interessado na resposta, mas tentando manter seu ar desinteressado.


Hermione apenas balançou a cabeça positivamente. Respirando fundo, Rony caminhou até ela e sentou-se ao seu lado:


- Eu te amo. – disse ele, abraçando-a.


- Você vai me perdoar? – perguntou Hermione, aproveitando o abraço.


Rony não respondeu. Deitou-a na cama e curvou-se sobre ela beijando-a. Hermione fechou seus olhos com força, correspondendo ao beijo. Aos poucos os toques começavam a ficar mais intensos. As caricias, os beijos, tudo rumava para um caminho que Hermione esperava evitar até o dia de seu casamento:


- Se eu disser ‘não’, Rony vai pensar que estou pensando no Malfoy. – pensou Hermione, confusa, gemendo baixinho com as sensações que ele lhe proporcionava – Se eu continuar... oh, Merlin, o que eu faço?!


- Hermione, você quer continuar? – perguntou Rony, vendo que ela estava nervosa.

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