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2. Capítulo 2


Fic: Sweet Voice - Doce Voz


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 2



- Soube que houve uma festinha em comemoração à promoção do Potter. – comentou Draco Malfoy, com ar desinteressado, porém superior. Estava no trabalho com Hermione em uma sala cheia de objetos mágicos apreendidos no mundo trouxa.
Hermione parou suas anotações na prancheta para fitá-lo desconfiada.


- Você não deveria estar no seu escritório, Sr. Malfoy? O que faz aqui mesmo?


- Não é da sua conta, Srt. Granger. – respondeu em tom presunçoso. – Mas como estamos, infelizmente, trabalhando juntos e temos que nos aturar, saiba que estou aguardando a chegada de uma mercadoria rara que encontraram no seu mundinho.


- Ham, e o que você fará com essa mercadoria?


- Arquivá-la, obviamente. 


- Tem certeza que não quis dizer contrabandear? – Hermione não conteve o comentário.


- Haha, isso é o melhor que sabe fazer, Granger? – se aproximou dela – Sou seu superior e se quisesse já estaria no olho da rua agora mesmo. – piscou pra ela fazendo-a ruborizar levemente – Mas como adoro me divertir as suas custas, aqui estamos. – se afastou passando a mão pelos cabelos.


- E por que você quer saber da festa? – voltou ao assunto, desconcertada.


- Bem, é meu dever zelar pela integridade do Ministério e se uma funcionária não parece bem, o Ministério não está bem. – argumentou enquanto olhava com nojo objetos cheios de pó.


- Do que está falando? – ela cruzou os braços.


- Já se olhou no espelho hoje, Granger? – ele apontou para seus olhos castanhos – Esta com a maior cara de ressaca que um bebum pode ter. 


- Isso... Essas olheiras não são de ressaca – disse voltando às sua anotações e andando para a próxima prateleira para esconder os olhos.


- Então, por que esses olhos aguados? É pra combinar com sua roupa? – disse sarcasticamente.


- Não há nada de errado com minhas roupas, Malfoy. São adequadas ao trabalho, bem diferente das da sua secretária. – ela lembrou-se de Parkison, a secretária vulgar de Malfoy, não sendo segredo pra ninguém que faziam suas próprias festinhas particulares após o expediente.


- Ah sim – exclamou coçando o queixo como se estivesse relembrando algo – Parkison, até que ela é... como vocês trouxas dizem? Ah, gostosa.


Hermione levantou as sobrancelhas.


- Pra quem odeia o mundo trouxa até que você esta bem “inteirado no linguajar”.


Os dois deram um sorrisinho, se olharam e desfizeram o sorriso tão rápido quanto surgiu.


- Bem, terminei por hoje. Até amanhã, Sr. Malfoy.


- Até. –murmurou ele, aparentemente soldando uma ampulheta.


Hermione virou-se para ele no meio do caminho:


- E a mercadoria que estava esperando?


- Minha o quê? – virou-se para ela.


- O motivo de você ter ficado aqui a tarde inteira Malfoy, a tintura de cabelo deve estar queimando seus neurônios.


- É final de expediente, acho que não vem hoje. E meu cabelo loiro prateado é tão natural quanto seu dente de esquilo.


- Já os concertei há muito tempo. – defendeu-se.


- Você que pensa. – riu Draco enquanto ela ia embora com o rosto em chamas.

 ****************************

 Sentada na mesa da cozinha, Hermione digitava aceleradamente no notebook, por mais que gostasse de estudar magia não abria mão de usar os métodos trouxas para afazeres simples, ate porque gostava de lembrar que nasceu trouxa, tinha orgulho disso. Ao olhar novamente para a pilha de processos levantou os olhos para o relógio em seguida para o teto pedindo a Merlin para dar-lhe insônia até terminar o trabalho. A campainha tocou freneticamente sobressaltando-a. Correu para abrir a porta mas não foi preciso, Harry já tinha entrada, estava ensopado pelo temporal que caia.


- Harry, o que houve? – perguntou ajudando-o a retirar a capa encharcada – E como conseguiu a chave da... – Harry sacudiu a chave em frente a face dela.


- Por acaso tenho a senha do vaso de plantinhas.


Hermione pegou uma tolha no banheiro, encabulada por ter esquecido que o amigo tinha acesso livre a sua casa. Enrolou a toalha em Harry e o levou até a cozinha, estava tremendo de frio. Pôs-se a fazer chocolate quente para que a cor voltasse ao rosto do amigo.


- Respondendo a segunda pergunta, eu e Gyna brigamos. – explicou da mesa.


- Mas é a terceira vez esta semana.  - observou Hermione – Esta virando rotina, não acha? 


Harry fez que sim com a cabeça enquanto a amiga lhe presenteava com uma caneca espumante de chocolate quente, a bebida fumegante fez-lo parar de tremer na hora. 


- O que aconteceu? – perguntou sentando-se em frente a ele.


- Brigamos por besteira, como sempre. Estava assistindo TV e ela começou a brigar sobre a louça suja, que não iria sujar suas mãos, que teria sido melhor casar com uma porta se fosse pra comandar a casa sozinha, e tinha me tornado auror somente pela fama e... Desculpe, é penoso relembrar. – ele terminou encaixando a cabeça nos braços.


Harry chorava pelo fiasco de seu casamento, Hermione lamentava profundamente ia dizer frases feitas como “Vai dar tudo certo”; “É apenas uma fase”; “Vocês se amam”; mas a quem queria enganar?  Melhor que enchê-lo de ilusões foi acolhê-lo em seus braços, num braço de “Sinto muito”.


- Posso dormir aqui hoje? – soluçou ele.


- Quando quiser.


Enquanto Harry chorava nos braços de Hermione a tempestade aumentava.

******************************* 


Califórnia, 4:07 a.m.


The Broken Hurt estava agitada como sempre. As luzes pirotécnicas trabalhavam para transformar os clientes em sombras dançantes enquanto os as garçonetes esgueiravam-se com destreza pelos convidados levando as bandejas de pedidos para a área v.i.p.. Esta ficava acima da pista de dança, em salas separadas, algumas a prova de som para o desfrute intimo de certos convidados.


-  Martine para a Madam, e Bellini para o senhor. – disse a garçonete pondo os drinks na mesa.


- Obrigado. - agradeceu o homem ponto uma nota de 100 dólares na mão dela.


Alegre pela gorjeta a garçonete saiu deixando o casal a sós.


- Qual a graça de vir a uma boate e ficar numa sala a prova de som? – perguntou a mulher calmamente. Estava sentada com o acompanhante em um sofá luxuoso (assim como todo o resto da decoração) observando através da parede de vidro transparente as pessoas na pista.


- A graça é justamente essa, minha cara: não tem graça. – ele sorriu. Era um homem de 48 anos com ralos cabelos grisalhos mergulhados em gel fixador, usava terno, era um homem de negócios e a mulher não se surpreenderia se a qualquer momento o telefone tocasse e ele saísse catando pneu.


Continuou bebendo o drink e observar as pessoas la em baixo, estava ciente que o homem não parava de olhá-la de cima a baixo.


- Você é muito bonita, sabia?


- Aham.


- E parece ter classe... – disse pegando numa mecha de cabelos castanhos – Ainda bem que há encontrei na fila de espera para entrar na boate antes que outro tivesse sido mais esperto de entocá-la pra cá dentro. Mas é curioso que nenhum outro homem a tenha oferecido cordialidade já que você é facilmente percebida na multidão. Estava esperando o cara certo pra entrar?


Ela virou para a cabeça para ele e sorriu maliciosamente:


- Sorte que o encontrei antes da noite acabar.


Ele sorriu de volta. Se aproximou até ficarem cara a cara. Acariciou tanto a face da mulher como a perna.


Ela sentia repugnância em ser tocada por um velho promiscuo como aquele, que traía a mulher com qualquer vadia que visse pela frente, sentiu vontade de cuspir na cara dele, mas esperou mais um pouco para finalizar o serviço.


- Você é uma dessas modelos contratada para atrair homens cheios da grana antes de dar o bote?


- Pode ser que sim, pode ser que não. O quê você prefere? – sussurrou o instigando contra a vontade.


- Prefiro que seja a primeira, porque o que faremos hoje custará bem caro e vou pagar cada centavo com gosto.


Inclinou-se para beijá-la. Ela se esquivou ficando em pé e gritou:


- CRUCIO!


O homem caiu no chão contorcendo o corpo em dor física, como se ele fosse uma lesma e ela tivesse jogado sal em cima.  


- Onde está o colar que você comprou semana passada? – perguntou ela com a varinha em punho cessando o feitiço para ele responder


- D-do que esta falando? – gemeu – Quem é você, o que est-ta fazendo comigo-go...


- Crucio!


Ele gritou tão alto que a garganta quase rasgou. Ela cessou novamente. Abaixou-se o puxou pelos cabelos, sussurrou no ouvido dele:


- A cada pergunta não respondida sua dor aumentará mais e mais até... – ameaçou. Levantou-se e vasculhou a maleta que ele trouxera.


- SO-SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDE! – gritou desesperado.


- É a prova de som. Não queria ser perturbado, lembra? – disse ela rispidamente. – Onde está o colar?! – gritou.


- Não sei do que está falando... – gemeu.


- Talvez um pouco de incentivo refresque sua memória. Cruci...


- NÃO, NÃO, NÃO POR FAVOR. – interrompeu – O colar, comprei, sim lembro que foi de um velho esquisito em Londres, ele... ele disse que era coisa rara, valia muito dinheiro mas iria fazer por um preço especial pra mim, foi isso... Comprei pra minha esposa, presenteei ela, não gostou... mas não lembro o que aconteceu, a-acho que ela deu pra alguém... não sei.


- E pra quem ela deu?


- Já disse que não sei...


- Sabe Sr. Langdon, eu tenho o dom de identificar quando alguém está mentindo e tsc, tsc, tsc, você não está em posição de requerer esse privilégio humano.


- Por favor me deixe ir – ele começou a chorar – Não comprei, robei o colar do velho, sei do que aquilo é capaz, sei do poder contido la dentro, eu poderia ser o novo Lord das Trevas – lamentou o ex-comensal que fingia ser trouxa para fugir das perseguições do mundo bruxo.


- Onde está? – ela estava perdendo a paciência.


- Escondido com um amigo trouxa, em Boston, disse pra ele levar na viajem de volta pra casa e ter cuidado, que era uma jóia de família ele concordou e... não sabe de nada, não sabe como usar, é um mero trouxa idiot...


- AVADA KEDRAVA!


O corpo do homem amoleceu tendo a vida ceifada. 

********************************

Hermione acordou ofegante. Soava como se tivesse corrido uma maratona. Olhou para o relógio digital: 5:03. Mais um pesadelo, e estranhamente lembrava somente alguns flashs. Sentia a boca extremamente seca e com gosto de... Martine?


Pulou da cama, desceu as escadas, chegou à cozinha e pode desfrutar de dois copos gelados de água. Encostou-se na pia sentindo-se gelada desde que acordara. Tentou entender porque aquele sonho a atormentava se mal lembrava, esforçou os neurônios ainda adormecidos. Era o segundo naquela semana, não se importava se os pesadelos a acordassem na hora adequada. “Mas espere... tinha luzes coloridas, uma moça com roupa curta, sim, ela até se insinuou para... ”


- Mione?


Hermione deixou cair o copo, espatifando-se no chão. Um caco cortou sua bochecha.


- Harry? Você me assustou! – exclamou pondo as mãos no peito enquanto o sangue escorria pela pele.


- Ah você ta sangrando, desculpe, não queria... – desculpou-se tampando o ferimento com o guardanapo.


- Não foi nada Harry, estou bem foi só um ferimento superficial, vê? – tentou acamá-lo.  


- Venha, deixa cuidar disso pra você.


- Mas Harry já disse que...


Ele tapou a boca dela com um dedo, aplicando um olhar firme.

- Shii, nem mais um pio ou terei de bancar o Superman e carregá-la a força.
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- Pronto, doeu? – brincou Harry satisfeito em concertar o estrago causado no rosto bonito da amiga. Sim, ele não negava que ela era bonita.


Ele estava sentado na mesinha de centro, em frente à Hermione no sofá, do lado uma caixinha de primeiros socorros.


- Na verdade doeria menos se você não tivesse confundido o esterilizador de ferimentos com perfume.  – brincou sendo sincera, ele pegou o produto no armário do banheiro sem ler o rótulo.


- Veja pelo lado bom, seu rosto esta cheirando a modelos italianas. – ele cheirou o curativo no rosto dela – Vai seduzir todos os homens que quiser. – sorriu.


Hermione sorriu de volta para ele, se via refletida nos olhos verdes brilhantes, e realmente estava horrível. Porém Harry não achava, admirava os olhos castanhos em toda sua imensidão oceânica; tão profundos e meigos, nem traço de ressentimento, cansaço ou frieza encontrado nos adultos por terem enfrentado dificuldades ao longo da vida guardando o resquício de cada uma nos olhos e na alma. Mas Hermione tinha os olhos diferentes, dele, do Rony e até de Gyna...


- O que foi, está estuporado? – maneou a cabeça pro lado e riu. – E culpe meu pai pelo perfume, talvez ele te


  Harry se distanciou rapidamente, ligeiramente perturbado.


- Desculpe mais uma vez por isso. – ele arrumou a caixinha e foi guardá-la.


- Harry, você quer tomar café da manhã? – gritou ela da sala.


- Café? – gritou do banheiro em resposta – São 5 da manhã Mione, você quer chegar ao trabalho antes das corujas acordarem?  - voltou mais equilibrado e sentou no chão ao pé dela. – Afinal, porque esta acordada?


- Poderia fazer a mesma pergunta.


- Perguntei primeiro.


Hermione suspirou. Cobriu-se com o coberto de Harry, e deitou-se no sofá tomando o lugar dele.


- Tive outro pesadelo. – falou baixinho – Mas dessa vez foi diferente do outro. Não lembro direito, ainda esta tudo confuso. Mas tinha uma moça, garçonete pra ser exata. Um homem familiar, mas não lembro o nome. Luzes coloridas também...


- Se refere a uma boate?


Hermione o olhou surpresa.


- Como você sabe?


- Elementar meu caro Watson, elementar – imitou a famosa frase de Sherlok Homes – E é um pouco óbvio, não é?


- Como assim?


- Vai dizer que nunca foi em uma boate?


- Bem, Ronald e eu não saíamos muito. – falou constrangida cobrindo um pouquinho o rosto com o cobertor – Não tenho muito tempo pra procurar boates mundo a fora.


- Por algum motivo, não estou surpreso. Então fazemos o seguinte, nesse fim de semana levo você à uma boate bem tranqüila que conheço, se não gostar procuro outro melhor amigo pra você.


Ela rir.


- Não chega a tanto, Harry. Você é insubstituível. E ok, aceito a proposta com uma condição.


- Qual?


- No próximo fim de semana, eu dito a cronograma, fechado?


- Fechado. 


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