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1. Reflexões no Espelho


Fic: Reflexões no Espelho - Parceria Miss Granger e Van au début


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Reflexões no Espelho



Flash.


Aquilo fora uma luz vermelha?


Flash.


Não. Era branca.


Um zumbido.


“Pare com esse zumbido”  pensou “Por favor” implorou “Minha cabeça dói.”


Zumbiu, zumbiu. Ignorando todos os seus pedidos.


– Então, como eu disse, é uma...


Ah, bom, eram vozes.


Tentou prestar atenção.


– Eu não entendi exatamente. – a voz e a frase condiziam com Rony. Era o Rony.


– Sobreposição de memórias. – explicou uma voz mecânica – É por isso que...


E voltou o zumbido.


– Ginny – sussurrou uma voz suave. Era Hermione. Será? – Está tudo bem, você vai melhorar logo.


– Não quero melhorar. – tentou dizer. Mas ela não tinha corpo, então isso era meio difícil.


– É a Herms, sente minha mão? – soou novamente a voz da amiga.


– Não tenho corpo, Herms. – tentou dizer. Mas não tinha corpo.


E então alguma coisa engolfou o que restava de si, e ela afundou, afundou feliz.


 


* * *


 


Era escroto.


Falaram para ela, que ela devia ficar quieta. Se proteger.


Mas de que adiantava se proteger, se todos que realmente amava e lhe importava, estariam lá fora, arriscando suas vidas.


Estariam morrendo.


Sim, era muito escroto.


Não agüentava aquilo, assim como não agüentou.


Precisava se agarrar a qualquer sopro de vida que ainda existia, para conseguir não afundar.


E afundava. Era só isso o que acontecia.


Afundou naqueles lençóis tantas vezes, que perdera a conta.


Aquilo sim, por algum motivo inexplicável, inenarrável, lhe soprava alguma vida. Talvez, quem pode saber, uma vida estranha. Doentia.


A beleza da ruiva era quase inalcançável. Uma vez que ela não continha beleza alguma.


As mãos dela, alvas e delicadas lhe percorriam o intimo. Retiravam de si algo que ela mesma já havia esquecido possuir.


E ela se afogava cada vez mais em uma sangrenta contradição.


O vai e vem dos cabelos afogueados e o corpo da outra roçando em sua barriga era tão embriagante...


Gemia incansavelmente... Era um desagrado...


Tudo deveria ser um desagrado.


Mas definitivamente gostava daquilo.


 


* * *


Alguma coisa irritou a pele de suas costas. Os lençóis agora não eram macios. Será que estava recuperando seu corpo?


– Docinho?


– Mamãe – tentou dizer – Me deixe ir, só me deixe ir.


Tentou se lembrar...e as lembranças eram como um balde de gelo que derretera, escorria a água pelas suas mãos e ela conseguia reter apenas pequenas pedras.


 


* * *


 


Passou a mão pela testa dele, só queria tirar a poeira. Viu a poeira em torno de suas narinas, imaginou-a revestindo sua traqueia, a seu ver o pulmão dele estava cheio de poeira. Imaginou-o puxando o ar, e apenas areia invadindo-lhe o peito. As lágrimas desciam  de forma assustadora pelo seu rosto. E então tudo desabou, ela puxou o ar, mas apenas areia e pedras entravam no seu peito. Puxou o ar em um desespero inútil e doloroso. Seu estomago e seus pulmões encheram-se de poeira e areia.


“Preciso respirar” pensou desesperada “Preciso respirar”


Acordou assustada. Sentou-se na cama,  através da janela não havia nenhum indício de que amanheceria. O sonho havia sido assustador. Desde que Freddie morrera, desde que se fora, ela tinha esses sonhos repetidamente toda noite. E agora havia sido ela quem fora soterrada. A sensação, mesmo no sonho, era horrível.


Sabendo que não voltaria a dormir levantou-se e foi até o banheiro. Fitou o rosto no espelho. Os olhos fundos, o cabelos desgrenhado, aquele jeito derrotado. Há duas semanas ela não era mais Ginevra Weasley.


 


Hoje eu acordei


Olhei no espelho e não me vi


Quem é você


Me perguntei não respondi


Pare de me olhar com essa cara de mim


A vida inteira para me achar só para me perder no fim


 


Bateu a porta.


Foi ao próximo cômodo, e não havia ninguém lá.


– Mas ela estava aqui, ela estava... – seu coração bateu descompassado.


Pensou em chamar, mas resolveu não arriscar.


Mais um volteio.


Procurou, procurou, procurou.


Por que ela sumiria? Por que a abandonaria assim? Começou a chorar sem controle e ainda assim continuou abrindo e fechando as portas.


Arremessou o objeto longe ao bater a última porta.


Ela se fora. Mas como ela se fora? Ela não poderia ter ido, poderia?


Sentou-se no corredor, sentindo a pedra gelada em suas costas, e se deixou soluçar sem controle. Ela se fora. Havia deixado-a.


* * *


As coisas de fato, não estavam indo bem.


O seu cérebro parecia estalar a cada vez que se levantava pela manhã.


Talvez fosse por que o sono dificilmente lhe ocorria, e quando finalmente conseguia pregar os  olhos, o sol já estava nascendo. Ou talvez fosse por que simplesmente não queria dormir.
         A questão era, como poderia, uma vez que com os olhos fechados, só se deparava com as tragédias que haviam acontecido.


Por que era tão difícil?


No dia anterior, Harry viera conversar com ela.


Pedira que fosse ao beco diagonal com todos, visitar George.


A tentativa obviamente não fora bem sucedida.
         Sua mãe viera logo em seguida.


Mais uma vez, sem sucesso.


E agora, como sempre o sol começava a se empinar em sua janela, sorrindo mecanicamente para ela. Aquela cortina esfarrapada não  ajudava muito.


Hermione não estava.  Resolvera passar alguns dias na casa dos pais. Nada mais justo é claro,  porém, sempre ficava uma impressão de que se Hermione estivesse ali, suas noites seriam um pouco mais fáceis.


Sua mãe abriu a porta devagar na esperança de convencê-la novamente.


- Querida...


- Hum...


- Tem certeza que não vai conosco...? - perguntou com uma voz de quem implora. - Já estamos tomando café...


- Não mãe... por favor, já conversamos sobre isso...


- Tudo bem Ginny... Mas que fique claro, essa é a ultima vez – disse com voz firme.


Ela saiu e a ruiva virou-se na cama, tentando compreender o quanto devia ser torturante para sua família, vê-la ali, atarracada em seu quarto dia após dia.


Esperou algum tempo. Precisava certificar-se que já teriam indo embora quando descesse.


Uma brisa estranha batia na sala quando ela jogou-se no sofá.


Ficou se perguntando por no mínimo meia hora o que poderia fazer.


Não agüentava mais aquela tortura diária. Mas também, não agüentava olhar para os rostos a sua volta, e lembrar-se dos que se foram. Lembrar-se de Fred, Tonks, Remus, Collin...


Acabou cochilando.


O tic-tac do relógio estalava como seu cérebro, e invadia-lhe os sonhos.


A poeira brincava sobre o chão de madeira.


Tic-tac... Tic-tac...Tic-tac...


- Freddie! - se sobressaltou com o raio de sol em seu rosto. - Ah... droga... - Levantou-se com raiva e caminhou até a escadaria, subindo com firmeza até o último andar.


Puxou uma pequena escada que dava passagem ao sótão.


Vislumbrou por um segundo o vampiro que dormia estático a um canto do local.


Pegou algumas caixas empilhadas e começou a procurar algo que nem ela mesma sabia direito o que era.


Fotos antigas, livros, utensílios inúteis... algo ali lhe chamou a atenção.


Era uma pequena argola, no meio dela havia algo que lhe lembrou uma ampulheta dourada, que parecia dar voltas presa á um fino eixo. E presa a ele havia uma longa corrente. Parecia um tipo de jóia, mas por que uma corrente tão longa? Era bonito, muito bonito. Ficou longos minutos admirando o dourado faiscante.


Um vira-tempo...


Quando ouvira falar sobre o tal objeto a primeira vez, fora por um descuido de seus pais e era bem criança. Ficara por dias perguntando ao pai, como funcionava o objeto que fazia o tempo voltar. Ele nunca lhe dissera muita coisa.


Mas, como era uma coisa um pouco... obscura, nunca mais ouvira uma palavra sequer sobre o assunto.


Era provavelmente uma grande bobagem.


Bem, não tinha mesmo nada a perder.


Resolveu então, experimentar.


Colocou a corrente no pescoço, o pingente indo balançar na altura das suas coxas.


Girou um pouco a ampulheta. Nada aconteceu.


- Eu sabia... - murmurou colocando o objeto de volta na caixa.


Separou algumas fotos, onde Freddie e George sorriam, e um livro intitulado: “Coisas que acontecem no mundo bruxo” e desceu  novamente para a sala.


* * *


– E então? – perguntou uma voz que parecia cansada.


– O médico disse que não há previsão de quando ela vai acordar. – suspirou a voz que ela reconheceu como da mãe.


– Ainda não entendo como isso pôde acontecer... – era Bill. Agora ela reconhecera.


– Ainda não entendo como não percebemos que isto estava acontecendo. – falou a voz da mãe.


Quem me encontrar


Por favor devolva-me


Quem me encontrar


Devolva-me


O coração quase lhe saiu pela boca. Ela arfou de um jeito muito alto.


Ficou imediatamente apavorada, levou a mão à varinha no bolso e pensou em estuporar a garota. Mas então seu cérebro teve um estalo.


 


Objeto utilizado pelos bruxos para voltar no tempo. Cada volta do objeto equivale à uma hora humana. Violar a barreira de tempo é algo muito perigoso que apenas bruxos muito experientes devem se arriscar à fazer.


                                                              Glossário de História da Magia de B. Bagshot, sob o verbete “vira-tempo”.


A garota ruiva, com os cabelos muito longos, sentada no sofá com olhos castanhos arregalados era seu eu de algum tempo atrás.


Aproximou-se lentamente da garota.


– Quem diabos é você? – falou a menina no sofá, apontando a varinha.


– Você, é obvio. – falou Gina segurando a própria varinha.


– É claro que não é. – falou a garota, seu espelho, desconfiada.


– Se não sou como saberia que você acabou de sonhar com Fred, e que agora está se levantando para ir ao sótão, a procura disto. – Gina estendeu uma foto onde  o irmão sorria.


O Espelho fitou a foto. Houve um momento de silêncio.


– O que diabos eu fiz? – murmurou ela, enquanto Gina se sentava.


– O que eu fiz, você ainda vai fazer. – disse simplesmente. Há alguns meses a experiencia a deixaria empolgada, no momento era só mais um acontecimento dos que escorriam pelo tempo.


– E o que foi? – perguntou a ruiva à sua frente.


– Girei um vira-tempo. – falou Gina – Achei que não funcionaria.


– Vira-tempo...vira-tempo... – o Espelho pareceu pensativo.


– Aquele negócio que você gira ampulheta e volta no tempo. – explicou sucintamente.


– Ah, sim. – disse o Espelho.


As duas Ginas ficaram em silêncio. Gina fitou a foto de Fred, o Espelho acompanhou seu olhar.


– Eu sinto tanto a falta dele. – falou ela.


– Eu sei. – falou Gina simplesmente.


– E de como mamãe era... – disse o Espelho colocando os pés em cima do sofá e abraçando os joelhos.


– Sinto falta de George. – disse Gina, algo agarrou-se à sua garganta. Quando viu estava chorando, e o Espelho chorava junto à ela. – Ele parece morto! – exclamou escondendo o rosto nas mãos.


Sentiu as mãos do Espelho tocarem suas costas.


– Eu sinto muito. – murmurou o Espelho. E pela primeira vez em semanas Gina acreditou nessa frase.


* * *


– Gina, é a Hermione de novo. Você pode me ouvir? – falou a voz da amiga – Você precisa ser forte, se você quiser muito, você pode acordar.


– Me perdoe Hermione – quis dizer – Mas eu não quero.


* * *


Gina guardara o vira-tempo junto à si e o usara outras duas vezes. Ficavam apenas em silêncio, como se o vazio existente em ambas, pudesse, juntos, ser algo concreto.


Agora, mais uma vez, ela e o Espelho estavam deitadas lado à lado. Era uma madrugada fria, e ela sabia que logo acordaria de um dos pesadelos.


Tão logo o pensamento se consolidou o Espelho arfou e abriu os olhos.


– Não!


– Calma. – murmurou para si mesma – Acabou.


Se fitaram por um momento. Gina sentiu os batimentos do Espelho se acalmarem. Uma vontade súbita lhe ocorreu e ela de repente quis sentir os lábios rosados em sua boca.


Beijou-a.


* * *


- Eu me pergunto... - começou o Espelho, que permanecia sentado na cadeira da cozinha, enquanto Gina requentava um café amargo. - O que você faz quando eu vou embora?


A ruiva virou, recostando-se na pia. Fitou os olhos amendoados, que tão bem conhecia, do seu eu do passado.


Já era a quarta vez que experimentava aquilo, e começava a admitir, estava sendo muito bom.


Encontrara em si própria algo que não conseguia buscar em mais ninguém. Refúgio.


- Eu continuo levando a vida – respondeu displicente à seu Espelho.


O Espelho sorriu.


- Assim...? - Curvou-se um pouco sobre a mesa. - Tão simples...?


- Sim – confirmou Gina, também sorrindo.


Silêncio.


A ruiva colocou em dois copos o café que esquentava e se juntou ao Espelho.


As duas bebericavam quietas o líquido, quando um barulho alto sobressaltou lá fora.


O espelho olhou assustada na direção da sala.


- É só aquela coisa trouxa passando, avião... - disse Gina tranqüila.


- Como você sabe...? - perguntou o Espelho.


- Eu já vivi isso... - alegou achando graça. - Esqueceu?


- Hum...


Mais silêncio.


- E o que você fez quando ouviu o barulho? - indagou o Espelho.


- Tive a mesma reação que você, estava deitada no sofá, esperando as horas passarem – respondeu se aprofundando em seu olhar curioso. - Fui até lá fora dar uma boa olhada.


- Hum...


- Nós ficamos ansiosas pelo dia em que todos vão visitar George...


- Eu sei...


- Ontem tivemos uma discussão daquelas com a mamãe...


- Eu sei...


- As vezes eu esqueço que você sou eu...


- Eu sei...


- É meio estranho não é?


O Espelho confirmou com a cabeça.


- Mas é bom... - disse em seguida.


Gina tocou a mão da outra, recostada sobre a mesa.


O Espelho sobressaltou.


- Vamos deitar um pouco? - perguntou.


- Vamos... eu estou com um pouco de sono – respondeu o Espelho.


Subiram devagar até o quarto.


- A Hermione vai vir no início do mês que vem – informou Gina, enquanto entravam pelo quarto com as cortinas ainda fechadas.


- Mamãe quer comemorar meu aniversário de qualquer jeito... - comentou o Espelho. - Por isso Hermione vai vir, aposto, mamãe deve ter pedido que viesse para me animar.


- Nos animar – corrigiu Gina.


- Sim, nos animar – confirmou deitando-se na cama. Gina acompanhou seu movimento acomodando-se ao seu lado.


Por alguns segundos permaneceram encarando o teto empoeirado.


- Posso te abraçar? - perguntou o Espelho.


- Claro...


A ruiva do passado se virou um pouco de lado e envolveu a outra com seu braço.


Gina também se inclinou, aconchegando-se um pouco melhor em seu Espelho.


Era extremamente confortável ali.


A respiração do Espelho pousava tranqüilamente em sua nuca. Por um momento, Gina esquecera quem estava ali, logo atrás de si.


Não soube no que pensou, em quem pensou. Simplesmente continuou contemplando o gostoso suspiro constante que subia por seus fios flamejantes e terminavam... bem, terminavam um pouco mais embaixo.


Virou-se novamente para o Espelho.


Os olhos dela estavam fechados.


Colocou uma de suas mãos na cintura da outra garota. Pôde sentir sua pele se arrepiar.


Subiu um pouco a mão, até chegar nos seios, também arrepiados. Permaneceu com a mão parada sobre o peito, arfante. Viu as bochechas de seu Espelho ruborizarem deixando claramente visíveis as sardas que antes tanto odiava... Mas sabe, era até bonitinho...


- O que você pretende...? - indagou com a voz fraca, o Espelho. Os olhos ainda fechados.


- Sinceramente...?


- Por favor... A menos que você queira se arriscar à mentir para si mesma.


- Eu não sei exatamente... - respondeu, a voz também fraca – mas... eu acho que estou tendo reações estranhas... meu corpo, quero dizer...


O Espelho abriu os olhos monotonamente.


- Você acha...? - indagou quase pausadamente.


Gina afirmou com a cabeça, um sorriso maroto surgindo em seus lábios. A mão ainda sobre o peito, ainda mais arfante, do Espelho.


- Então basta me tocar – sussurrou a garota do passado, enquanto também colocava a mão por dentro de sua camisola. Segurou firme o pulso da outra e a trouxe quase delicadamente para baixo, colocando a mão trêmula dentro de sua calcinha. - E verá o quanto seu corpo está tendo reações estranhas... e que tipo exato de reação é.


Quando Gina sentiu seu intimo completamente úmido não conseguiu mais diluir os pensamentos. Manteve a mão ali dentro, porém não esboçou nenhum movimento.


- Eu gostei daquele beijo... - recomeçou a sussurrar o Espelho.


- Eu também... - confessou Gina.


- Mas, nós dormimos depois... - continuou o Espelho. - Como se aquilo tivesse nos tranqüilizado.


- Parecia algo um pouco... errado... estranho...


- Talvez não seja – pontuou o Espelho, e com um movimento quase imperceptível, roçou  seu sexo na mão estática de Gina.


- Anh – gemeu Gina, baixinho.


- Eu estou muito excitada – pediu o Espelho.


– Eu acho que estou percebendo.... – sussurrou Gina em um único fio de voz.


Ela começou a tocá-la suavemente. Era a melhor sensação que já experimentara.


O Espelho afastou a calcinha da outra a sua frente e também a tocou.


Estavam igualmente concentradas. O intimo era incontrolável. E não havia o medo, que normalmente permanecia.


Era ela, agora, e antes. Era somente ela, e ela se conhecia como ninguém.


As coisas estavam começando a sair do controle.


Gina levantara a blusa do espelho, e beijava-lhe o colo com ferocidade. Caminhou até os lábios da outra.


O toque não cessava.


O relógio de pulso começou a apitar.


- Ah não! - exclamou Gina, alto.


- O que...? - indagou o Espelho, sem ar.


- Você precisa ir... precisa ir girar a ampulheta.


* * *


– Eu sinto muito. – murmurou a voz mecânica. Era óbvio que não sentia porra nenhuma.


– Isso não pode, não pode ser... – era o Rony falando?


– Precisamos falar com sua mãe. – falou a voz de papai.


– Papai. – ela quis dizer. Queria apenas falar papai mais uma vez antes de ir.


* * *


A agitação  impulsionava seus pés de maneira única, cada degrau, cada maldito degrau era irritante. Abriu a porta suavemente, não queria acordá-la.


Despiu-se rapidamente, levantou o cobertor e deitou-se ao lado da garota ruiva. Como bem sabia, ela estava nua. Suspirou com o simples contato do corpo do Espelho.


– Oi... – sussurrou.


O Espelho abriu os olhos, sonolento e sorriu.


– Esperei por isso o dia todo. – falou.


– Eu sei. – falou Gina enlaçando-a pela cintura, puxando-a para si com fome.


– Faça... – murmurou a outra ruiva.


– Pode ter certeza de que eu vou. – sussurrou Gina.


* * *


- Gina... - Ouviu uma voz baixa chamá-la. - Eu queria tanto poder ver seus olhos cheios de vida mais uma vez...


Ela reconhecia aquela voz...


- Sinto tanto a sua falta... Eu... prometo te ajudar, se você conseguir... Prometo te ajudar se você conseguir voltar. - Era Harry, e era uma mentira.


* * *


Corri para te acordar de tanto medo que me deu


Percebi no seu olhar, você achou que eu fosse eu


Como eu fui me enganar para te confundir assim


Uma dúvida no ar:


Será que eu nunca estive em mim?


* * *


Suas mãos escorregaram pelo corpo do Espelho, alcançando a carne macia e úmida de entre suas pernas.


A ruiva suspirou.


– Eu – arfou quando o espelho mordiscou seu pescoço – lancei um feitiço impertu...


– Entendi. – disse o Espelho cravando as unhas em sua cintura fazendo Gina gemer.


Seus dedos percorriam o sexo da ruiva que gemia em seu ouvido de forma descontrolada, com a mão livre Gina pegou a coxa dela e colocou em sua cintura, penetrando-a.


O som que escapou pelos lábios da garota a fez gemer.


Começou a movimentar os dedos rapidamente fazendo com que os espasmos do corpo de seu Espelho perpassassem suas digitais, chegando ao seu peito, deixando-a cada vez mais entorpecida. As unhas dela agora foram até a nuca de Gina, e a cada vez que esta aprofundava os dedos, seus fios ruivos eram puxados, e sua cabeça pendia para trás. Doía, mas era uma das melhores sensações que ela já havia experimentado.


– Por favor...


Gina atendeu o pedido e aumentou o ritmo. O Espelho selou suas bocas. Gina sentiu quando as unhas dela penetraram seu pescoço, e ela gemeu alto em sua boca. A ruiva arqueou a coluna e com um gemido rouco Gina sentiu-a derreter-se naquela onda de prazer.


Foram trinta segundos de fôlego. Esse foi o tempo em que Gina sentiu espasmos passarem pelo corpo da garota até o seu, enquanto o Espelho se recuperava.


Prendeu a respiração quando a outra ruiva ficou por sobre ela.


A garota beijou-lhe o pescoço enquanto seus dedos percorriam-na com lascívia e sem cuidado.


Desceu os lábios até seus seios e Gina se contorceu ao sentir aquela boca quente tocando seus mamilos, lambendo, sugando. O Espelho perfez uma trilha pela barriga de Gina, até chegar ao seu sexo úmido. Sem mais demora, forçou a língua contra Gina que agarrou os lençóis delirando. Sentiu os dedos dela invadirem-lhe enquanto ela forçava seu clítoris com a língua. Gina deixou-se levar por aquele delírio bizarro, deixou aquelas ondas de prazer percorrerem cada célula de seu ser, dentro e fora.


O Espelho subiu novamente para beijar-lhe a boca, entrelaçando suas pernas, tocando os sexos úmidos.


– Geme. – ordenou.


Gina apenas arfou.


– Eu mandei gemer. – disse o Espelho friccionando o corpo, fazendo os sexos roçarem fortemente. Gina gemeu alto.


Começaram a mexer-se com desespero, gemendo juntas, dentro da boca uma da outra. As unhas de Gina arranhavam as costas da ruiva enquanto esta apertava-lhe o seio esquerdo.


Gina sentiu quando o Espelho chegou ao orgasmo mais uma vez mordendo-lhe o pescoço com força.


Ainda estava delirando quando ela desceu e voltou a penetrá-la com a língua vorazmente. Deixou-se levar por aquelas sensações e logo era ela que quase perdia os sentidos.


* * *


Aquilo estava realmente começando a fugir do controle.


Era viciante. Mas, como poderia não ser?


Ela não se sentia mais solitária, ou abandonada, ou triste...


Não lembrava tanto das perdas que sofrera...


Talvez fosse meio doentio o que estava acontecendo... o modo que estava acontecendo... E por que logo aquilo a fazia se sentir melhor?


De qualquer maneira... Já havia perdido as contas, de quantas vezes voltara no tempo.


Sete, ou oito, ou nove... Certamente de dez não haviam passado...


Ou haviam...?


– Gina?


Seu cérebro estava confuso. Que dia era hoje mesmo?


– Gina?


Já devia ser hora de almoçar, ela estava faminta.


– Gina?


– Ahm?


Entre os efeitos de se usar vira-tempos consecutivas vezes, estão a perda da consciência de si próprio, perda de noção de espaço e tempo, perda de memórias e confusão.


Métodos Mágicos Controversos aplicáveis e inaplicáveis, Armand Snooper.


 


– O que está fazendo sentada aqui às três da manhã?


* * *


- Acho que... - começou Gina, insegura.


- Que devemos parar? - continuou o Espelho mirando-a intrigada.


A ruiva afirmou com a cabeça.


Eram quatro horas da madrugada, e Hermione chegaria no dia seguinte, pela manhã.


- É que tem sido tão bom... - disse o Espelho.
         - Eu sei... - concordou Gina. - É tão difícil pensar em parar...


Silêncio.


As duas Ginas estavam nuas e envolvidas , completamente absortas em pensamentos.


O Espelho roçava os dedos pela barriga úmida de Gina.


- Até que eu sou bonita... – disse pausadamente o Espelho.


Gina soltou uma risada abafada.


- É, nós somos bonitas... – concordou em seguida.


Viraram-se uma de frente para a outra, e permaneceram se encarando.


- Então não vamos mais nos ver? - indagou o Espelho.


- Acho melhor... - respondeu Gina. - Apesar de ser bem doloroso imaginar isso...


- Então – o espelho aproximou-se o suficiente para se ver, apesar do escuro, nos olhos de seu eu do futuro – me promete que vai fazer valer à pena esse último encontro?


Gina sorriu fraco.


- Prometo.


A ruiva beijou os lábios da outra devagar, enquanto encaixava mais fortemente sua coxa pelo meio das pernas do Espelho.


Retirou a manta que as cobria, e subiu em cima da garota.


O espelho arfou quase timidamente, ao se ver ali, daquela forma.


Gina pegou as mãos da outra e as beijou delicadamente.


O espelho sorriu engraçado.


- O que foi? - indagou Gina.


- Por que você beijaria as próprias mãos? - respondeu com outra pergunta.


- Por que elas me comem bem. E é o que vão fazer agora – respondeu colocando uma das mãos da outra embaixo de si.


O Espelho a penetrou. Forte, rápido, era de fato, bom demais.


Gina gemia incansável. Desceu um pouco, e continuou arfando no ouvido de seu eu do passado, enquanto a garota lhe penetrava.


- Você... me enlouquece – alegou o Espelho.


Gina se manteve fazendo movimentos contínuos e desesperados. Quase involuntários.


O Espelho virou a garota na cama. Começou a tocá-la lentamente, enquanto sua língua percorria um trajeto indecente pelos seios de Gina.


A ruiva apertou as costas do Espelho com força.


O Espelho forçou mais seu corpo contra a garota.


Gina colocou a mão sobre o pulso da outra, que continuava insistente.


- Anh? - indagou o Espelho confusa.


Gina a virou na cama, invertendo as posições.


Não se demorou a começar a tocá-la ferozmente. Sentia a boca da outra ansiando pelo contato, e a beijava como se o mundo fosse acabar no dia seguinte.


O Espelho arranhava suas costas precisamente.


Era tudo tão... límpido.


Não sabia por que, mas era límpido.


O corpo da outra, implorando pelo seu, pelo próprio corpo... Aquilo era tão devastador.


E ela se sentia daquela forma. Devastada.


- Gina? - ouviu sua voz lhe chamar.


Abriu os olhos, e viu os próprios olhos amendoados... Estava meio... embaçado.


Havia uma claridade insistente tentando invadir o quarto.


- O qu...
         - Você desmaiou... Eu não sei bem... - tentava explicar o Espelho.


Tudo ainda permanecia embaçado. E ouvia um barulho irritante ao longe...


- Eu preciso ir, o alarme já está apitando – informou a outra. - Eu estava muito preocupada, você não acordava...


Ela estava mesmo acordada...? Tudo parecia tão... irreal.


O barulho irritante continuava.


- Eu já vou, ok?


Já...?


- Ok...? - insistiu o espelho.


Gina balançou a cabeça afirmativamente.


 Conseguiu divisar bem vagamente a silhueta da outra se levantando, e o barulho da porta batendo.


Em seguida, apagou mais uma vez.


Quem me encontrar


Por favor devolva-me


Quem me encontrar


Devolva-me


– Ginny? – ouviu alguém chamar.


Tinha a leve impressão de que ficara um longo tempo naquele corredor. Sentia o piso de madeira contra o rosto lavado de lágrimas. Sentia aquela falta horrorosa. O desespero de não encontrar. Onde estava? Onde estava seu Espelho? Por que em todo aquele longo tempo em que ela chorava no corredor frio, ela não viera acudi-la?


– Ginevra o que está havendo com você? – insistiu a voz.


– Traz ela... – pediu. Por favor, alguém traga-a de volta. Pensou desesperada.


– Rony? Rony? – era a voz de Hermione, agora ela reconhecera – Tem algo errado com ela.


Havia medo na voz.


Passos atropelaram o assoalho, Gina sentiu-os reboar no seu crânio.


– Mione... – pediu.


– Oi Ginny... O que houve? – perguntou a voz de Hermione muito próxima à ela.


– Traz ela... – disse.


Por que ninguém entendia?


– Precisamos levá-la ao Saint Mungus. – disse a voz de Rony.


Sentiu que ele a erguia e depois aquela sensação de aparatar.


Muitos sons, muito branco e o vazio de novo.


* * *


– Como assim ela não vai acordar? – a voz esganiçada era de Molly.


– Mamãe? – tentou falar – Só quero ir... me deixa.


– Entenda. Ela não está dormindo. Ela perdeu a consciência, por causa das viagens. Ela não sabe voltar. Creio que se encontrou com si própria. – disse uma voz.


Ah, então era isso.


Quem me encontrar


Por favor devolva-me


Quem me encontrar


Devolva-me


A luz do sol refletia-se sobre a mesa, aquecia seu corpo. Ela tinha nas mão um copo de suco de abóbora.


– Gina? – chamou alguém.


Ela virou-se com expectativa e foi quase com desânimo que constatou ser Hermione. À qualquer momento o Espelho viria.


– O que está fazendo aqui? – perguntou quase acusadora demais. – Isto é, achei que estivesse com seus pais.


– Gina você se meteu em uma furada. – decretou Hermione.


– Ahm? – perguntou confusa.


Ela viu no pescoço de Hermione uma corrente familiar.


– Esqueça. Me dê a mão ande. – Hermione estendeu a mão para ela.


– Que? – perguntou.


– Gina você está inconsciente no Saint Mungus por que usou o vira-tempo de forma errada. Preciso sincronizar seus “eus”. – falou a garota morena ainda com a mão estendida.


Mal sabia ela que Gina estava mais que bem sincronizada com os seus “eus”.


– Como assim Herms? – questionou.


– Pare de perguntar e venha aqui. – ordenou a amiga.


Caminhou até ela desconfiada. Hermione envolveu-a com a corrente e começou a girar a ampulheta. A familiar sensação de retrocesso apossou-se dela.


De repente ela estava parada na porta entreaberta de seu quarto. Ela e Hermione fitaram enquanto a Gina dentro do quarto girava o vira-tempo e desaparecia.


– Anda. Entra lá, deita e dorme. – ordenou Hermione – Qualquer gracinha e você vai ser ver comigo. Tive um trabalhão para rastrear seus horários.


Ainda estupefata Gina entrou no quarto vazio entrou debaixo dos cobertores e observou Hermione desvanecer.


Ficou ainda longos minutos observando as sombras que a lua criava no quarto. Por fim adormeceu.


Quem me encontrar


Por favor devolva-me


 


Refúgio.


Ele se fora.


Se perdera.


Ou, ela havia se perdido...?


Era tudo um grande esboço. Rabiscado por alguém desesperado.


Alguém fora de si.


Precisava de liberdade.


Precisava de paz.


 


Uma sensação de formigamento percorria sua nuca. Uma estranha quentura invadia-lhe os olhos.


Conseguiu abri-los finalmente, recaindo sobre um homem alto vestido de branco com uma prancheta e pena nas mãos.


O homem sorriu abobalhado, parecia surpreso.


- Ginevra? - ele se aproximou. - Consegue me ver, me ouvir?


Ela afirmou com a cabeça.


Ele sorriu mais.


- Tente falar algo – pediu o homem.


A garota se esforçou. Abriu a boca, e a fechou novamente.


- Tudo bem, tudo bem – ele recomeçou. - Não precisa se esforçar.


Gina continuou encarando-o intrigada. Mas, já compreendia exatamente o que tinha acontecido.


- Você consegue entender aonde está? - perguntou.


Estava começando a se sentir uma débil mental naquele momento.


- Não? - ele indagou quando não obteve resposta.


- S...Sim... - conseguiu pronunciar.


- Ah, ótimo! - exclamou o medibruxo. - Espere um momento, está bem? - terminou saindo do quarto.


Alguns momentos se passaram. Apesar de que, pareceram horas.


O tempo era mesmo estranho.


- Ah querida... - A voz preocupada de sua mãe invadiu o lugar. Em seguida a abraçou forte. - Eu fiquei tão preocupada! - Ela estava chorando.


Quando Molly saiu de cima da filha, ela pôde observar que seu pai também estava ali. E Harry, e Rony, e Hermione.


Hermione, inclusive, exibia um sorriso pelo canto da boca para ela, indecifrável.


- Está bem Gina? - perguntou Rony.


A ruiva afirmou com a cabeça mais uma vez.


- Tem mais alguém que veio te ver... - indagou Arthur.


Ela o olhou curiosa.


- Qu... Quem...? - Seria ela? Seria o Espelho...?


“É lógico que não, sua imbecil” - pensou cruelmente.


Todos olharam para a porta entre-aberta do quarto. Inclusive ela.


Um rapaz ruivo com uma barba rala adentrou devagar o recinto.


Gina sorriu intimamente.


         - Obrig... Obrigada... por vir – agradeceu quando George se aproximou de sua cama.


         Naquele momento, teve certeza de que não precisaria mais dela. Afinal, espelhos podem quebrar.


 


N/MG: Aeeeeeeee, dois anos depois e a lendária Ginny & Ginny saiu!!!!!!


E cara adorei escrevê-la, adorei escrevê-la mesmo. Bom, sempre incrível contar com o talento absurdo da Van para adjetivos e descrições de sensações. Foi legal por que a idéia surgiu de pensamentos loucos e doentios (Ah, seriu??) e acabou virando um bagulho legal. O mais hilário é que a primeira fic era tipo toda Be Happy and Gay e dois anos depois, alguns acontecimentos depois, ficou meio sombria. Ai, eu adoro a Gina, /prontofalei.


Beijos e Bye


N/Van: É isso aê, ela disse tudo HSUASAUHASIUHASIHIASHIAS


Mas, vou falar mais algumas palavras, se não a Bells (sabe que eu te amo né Bells?) vai dizer que eu sou mais anti-social que ela...


Bom, brincadeiras à parte, eu realmente também gostei muuuuuuuuuuuuito de escrever essa fic. Acho que foi a melhor fic que já escrevi, e a Manú também. Ou pelo menos, com melhores NCs, rsrs.


Enfim, até a próxima...


Ps da MG (tem que ter né?): DEFINITIVAMENTE a melhor NC que eu escrevi, mas também Vanzinha do meu coração com a Gina e a Gina impossível ser menos que isso. ///tenso essas duas ruivas.


Ps da Van: Espero que ninguém tenha ficado confuso rsrsrs

Aaaaah a Música é Reflexões no Espelho do K-sis /perfect *-*

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Comentários: 5

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Enviado por Lai Prince Slytherin em 21/12/2011

na real, não acho que foi narcisista porq, pelo que eu entendi, ela se encontrou por acidente, porq não sabia que o vira-tempo tinha funcionado; então, ela não voltou no tempo só pra ver, beijar e transar consigo mesma AHAEUHAEUAEHUEAH

gente, a princípio eu fiquei totalmente sem saber o que dizer e pra ser totalmente sincera eu fiquei assustada e perturbada com essa ideia. cara, eu amo a Ginny demais, mas pensar nela desse jeito me assustou D: eu não achei narcisista, achei o cúmulo do forever alone, isso sim! AEUHUEAHUAEHUEAH

e cara, fucking sombrio! fiquei com puta medo de continuar a ler nos primeiros parágrafos mas a escrita maravilhosa de vocês me convenceu a continuar *-* só não acho que foi a melhor NC porq foi mais assustador do que excitante D: AEUEUEAHUEHAEUH só vcs aloks pra terem uma ideia fucking original como essa, vcs são fodas! s2

Nota: 1

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Enviado por Miss Granger em 08/12/2011

Bea amore, vc realmente tem uma implicancia com a Gina que me comove....rsrshua 

Mas concordo que fomos ao cúmulo do "narcisismo", mas afinal, vc concorda que a Gina é a criatura mais narcisista do universo??

Nota: 5

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Enviado por Mione03 em 05/12/2011

Eu sinceramente estou meio sem palavras aqui,então não sei muito o que dizer!
Com certeza é algo totalmente novo e diferente de tudo o que li, pode-se dizer que algo inovador!
A fic tem uma carga emocional gigantesca e passa todas as sensações,principalmente esse lado meio obscuro, para os leitores!
Realmente meninas vocês se superaram!
Parabéns, não tem mais o que dizer!

P.S. concordo com a Beatriz quando ela disse que vocês levaram o narcisismo a ter um novo significado!

Beijos
mione03

Nota: 5

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Enviado por Beatriz Potter em 05/12/2011

Vocês levaram a palavra 'narcisismo' a um novo nível de significado. Mas é a cara da Ginny uma coisa dessas, aquela prepotente paoskaoskoaksoa Preciso MESMO destacar as puta figuras de linguagem que vcs usaram, pelamor vcs duas. As metáforas então... lindas, absolutamente lindas. Infelizmente, depois dessa fic eu vou ter que me afastar um pouco de vcs duas, pq estou assustada e achando que vcs tem um lado doentio, incestuoso e psicopata. paoskoskoaksoa Brincadeira (ou não). Enfim... ficou foda. Assustador. E foda.

Nota: 5

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Enviado por Nyx em 05/12/2011

Será que eu posso fazer uma reverência a vocês duas? Minha santa da bicicretinha sem freio na ladeira. Que fic divina é essa? Manu, Van, es5tou sem palavras. Turbilhão de pensamentos e eu não consigo ordenar nada. [tá que tem 5 dias que não durmo, mas isso não é desculpa]. Simplesmente magnífica essa fic. Ainda estou processando a informação. Afinal quem nunca quis fazer exatamente o que a Gina fez que atire a primeira pedra. [tá se for só eu, por favor não me ma5tem a pedradas ou me chamem de maluca, afinal todo mundo tem alguma tara. rs] Tá sem mais delongas. Em uma única palavra eu resumo tudo. Perfeita!

Nota: 5

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