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18. Ciúmes II


Fic: Apollyon 1 - Romance, sexo, guerra. HP como voce nunca imaginou NC 18 FIC CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Assim que saíram, Gabriel retornou para seus pensamentos. As informações sobre Voldemort que possuía eram no máximo limitadas. O acesso à biblioteca da escola e a de Dumbledore seriam extremamente úteis. E a justificativa de suas ausências seria... Interessante. Permitia-lhe estar perto dos amigos e também lhe concederia as condições para cumprir algumas missões. E quanto às informações que tinham lhe “tirado” com o veritasserum, bem, eram inventadas mesmo. Ficava imaginando a cara de Dumbledore se soubesse a verdade. Provavelmente teria um infarte. Riu baixinho, estava adorando aquele jogo. Mas era hora de provocar o outro lado. Em breve, APOLLYON deveria atacar, assim que tivesse algumas informações.
Estava divagando demais. O acesso a biblioteca seria liberado amanhã e a de Dumbledore depois de algum tempo. Provavelmente ele tentaria esconder alguns livros, mas o que ele queria, encontraria nos menos importantes, justamente naqueles que ele não considerava perigosos. Era melhor se preparar, só para caso as coisas fugissem ao controle. Despertou de seus pensamentos quando seu estômago reclamou. Era hora de ir jantar.
Indo até o salão principal, observou que era novamente o centro das atenções. Precisava ter umas aulas com o Potter, sobre isso. Foi até a mesa e logo apareceram os alimentos desejados, no caso, frutas e café preto. Quando comia uma maçã, uma cabeleira ruiva sentou-se a sua frente.
- Fiquei sabendo que você bateu no Krum hoje? – pergunta Gina divertita.
- Você está sabendo demais. – responde Gabriel rindo baixinho.
- Hei. Estou do seu lado. Se alguém me ofendesse daquele jeito, provavelmente eu faria o mesmo. – disse ela.
- Como sabe que ele me ofendeu? – pergunta Gabriel intrigado.
- Você deve estar brincando. Só se fala nisso em toda a escola. Quando seus colegas saíram da sala, contaram para todo mundo. – fala ela espantada que ele não soubesse disso.
- É. Deve ser por isso que estou parecendo um animal em exposição. – comenta Gabriel percebendo os olhares dos alunos. Curiosamente, não eram olhares raivosos, ou amedrontados. Pareciam... orgulhosos.
- Você deveria conhecer antes o Krum. É um poço de orgulho e empáfia. Desde que veio pra cá, andava caçando confusão. Parecia estar louco por uma briga. – fala Gina. – Até discutiu com alguns alunos do 4º ano. Ele nunca foi popular aqui, mas piorou bastante. Mas o pior não foi isso.
- O que foi o pior? – pergunta Gabriel distraído.
- Ele arranjou encrenca com você. – fala ela.
- Não entendi. - fala Gabriel.
- Você é mais tapado que o Potter, não é mesmo? – falou Draco se aproximando e pegando as últimas palavras de Gina. Após cumprimentá-la, sentou-se ao lado dela e sorriu. Hermione tinha aparecido e sentado próximo a eles, mas nem olhava em sua direção.
- Dá pra vocês pararem de falar em rodeios? – pergunta Gabriel.
- Você não entendeu ainda? – perguntou Gina.
- Desisto. – falou Draco. – Achei que fosse esperto.
- Me dê um desconto. Estive em reunião até agora. – respondeu Gabriel.
- É simples. – respondeu Gina rindo. – Depois do que houve no trem, do que disse aqui no salão para o trasgo do Dino Thomas e mais o que fez na aula do Snape, a grande maioria dos alunos está pensando em mandar fazer uma estátua sua e colocar na entrada do Castelo.
- Escute Gina. Tem algo errado nesta história. – fala Gabriel ainda sem entender aquilo.
- Não. Escute você. Além de ser um cara bonitão e ser educado, você fez algumas coisas que qualquer aluno gostaria de fazer, entendeu?
- Não é pra tanto, assim. – falou Gabriel nervoso.
- Você acha que alguma aluna até hoje simulou um desmaio só pra ficar nos meus braços? – perguntou Draco sério.
- Olha, eu não creio que seja tão especial assim. – falou Gabriel meio desorientado.
“Mérlin, o que esse povo tem afinal?” – pergunta-se Gabriel.
- Você é que pensa. Veja quem está chegando. – falou Gina.
Vindo na direção deles vinha Melissa Mogan, a aluna que desmaiou em seus braços. Usando seu melhor sorriso, ela vem até onde ele estava sentado e o cumprimenta.
- Boa noite.
- Boa noite, desculpe, creio que seu nome é Melissa, não? – pergunta Gabriel abrindo um sorriso encantador.
- Isto mesmo. Fico feliz que tenha lembrado. Incomodo se me sentar? – pergunta ela.
Gabriel ia dizer que sim, apenas para tirar a história a limpo com Gina e Draco, mas vendo o olhar assassino de Gina, resolveu testar uma teoria.
- Este é um país livre. Fique a vontade. – falou Gabriel tomando um gole de café.
- Obrigado. Gostaria apenas de cumprimentá-lo pela lição que deu no Krum, hoje. Ele estava se tornando insuportável. – fala Melissa.
- Creio que não mereça tanto assim. Na verdade o que eu fiz foi um erro. – responde Gabriel sério.
- Um erro? Como assim? – pergunta Melissa.
- Eu perdi o controle. Não devia ter permitido que me irritasse tanto. – fala Gabriel sério. – Era previsível que ele queria encrenca. Eu fui somente o alvo por estar nervoso. O erro foi meu. Até já o visitei e pedi desculpas.
- Você é realmente diferente. E encantador. – fala ela sorrindo.
- Realmente. Encantador. – fala Gina com a voz fria. – Gabriel, se não se incomoda, eu gostaria de discutir algo com você.
- É claro. Pode falar. – responde Gabriel olhando para Gina de forma tranqüila.
- Tem certeza que não pode esperar um segundo, querida? Preciso dizer algo antes. – fala Melissa com a voz mais doce que Gabriel já havia ouvido.
- É claro. Por que não? – responde Gina com a voz gelada.
- Na verdade, eu gostaria de saber Gabriel, se você não poderia me dar umas aulas de reforço em poções? Eu realmente estou tendo algumas dificuldades, e pensei que poderia me ajudar, sabe, digamos dentro de uns 20 minutos na sala 301, já tenho tudo preparado. – pergunta piscando para Gabriel.
Gabriel se mantém sério e quando iria responder ouve uma voz gelada a suas costas.
- Desculpe interromper, mas alguém esqueceu de combinar uma detenção e deve se encontrar com a Professora Minerva, agora! – fala Hermione.
Gabriel nem se vira e olha para Draco que lhe dá um sorriso tranqüilo.
- Querida Monitora, tenho certeza que se pedir a Minerva, ela pode deixar a detenção para amanhã, não é mesmo? Afinal, você sabe tirar notas boas é importante para sua carreira, não é mesmo? – pergunta Melissa.
- Tenho certeza de que não. Afinal devemos manter a ordem na escola, não é mesmo? – responde Hermione.
- Creio que com um pouco de boa vontade tudo pode se ajeitar, não é mesmo?- – pergunta Melissa.
- Creio que não. Se nos der licença, o Sr. Gabriel creio que tem um compromisso. Poderia se levantar e me acompanhar? – questiona Hermione séria.
- Estou me alimentando no momento. Dentro de alguns minutos estarei a disposição da professora Minerva. – responde Gabriel sério.
- Acho que não entendeu as regras daqui. – falou Hermione levantando voz chamando a atenção de praticamente todo o salão. – Eu lhe dei uma ordem. Por favor, cumpra-a.
- Não tem mais nenhum namorado pra brigar com ele, não? – falou Melissa irritada.
- Felizmente não sou como você, não é mesmo? – responde Hermione no mesmo tom.
- O que quer dizer com isso? – responde Melissa se levantando.
- Creio que conhece seu apelido, não é mesmo? – provoca Hermione.
- Você não tem nada com minha vida, senhorita-só-namoro-homens-famosos-e-ricos. - tornou Melissa com a voz no mesmo tom de Hermione.
Gabriel continuava a comer calmamente, enquanto as duas começavam a bater boca, num tom nada delicado.
- Você não vai fazer nada? – pergunta Draco baixinho.
- E arriscar levar outra detenção? – devolve Gabriel, observando que Gina e outra colega de Melissa chamada Ruth entram na discussão. Discretamente Gabriel muda de lugar e se senta ao lado de Draco. Ambos ficam observando a discussão. Depois de alguns instantes, discretamente Draco e Gabriel “saem de fininho”. Draco volta para sua mesa e Gabriel vai até a mesa dos professores, indo diretamente até Professora Minerva.
- Boa noite, professora. Creio que precisamos acertar algo a respeito de uma detenção. – diz Gabriel.
- Deixemos isso para outra ocasião, Gabriel. Já fui informada dos motivos que originaram a sua detenção. – responde a Professora Minerva olhando para a discussão.
- Obrigado Professora. Com sua licença, me retirarei. – fala Gabriel retornando a sua mesa, onde a discussão entre as duas já chama a atenção de todo o salão. Palavras ofensivas são ditas de lado a lado.
Sem muita paciência, entra no meio da briga e pegando Hermione por um braço e Gina pelo outro, retira-as de lá embora quase que as arrastando. Após levá-las até a outra ponta da mesa, deixa-as e volta até onde estava Melissa e Ruth.
- Lamento por isso. Infelizmente tenho que resolver um problema urgente, então creio que devemos deixar vossa revisão para outro dia. – fala Gabriel calmamente.
- Aquela sem vergonha, despeitada, eu vou... – fala Melissa, que estremece sob o olhar que Gabriel lhe dirige.
- Com sua licença vou me retirar agora. Desejo-lhe uma boa noite. – fala educadamente Gabriel. E virando as costas, retira-se em silêncio, com a cabeça baixa. Caminha em direção aos jardins, e senta num banquinho que tinha conjurado, é imediatamente seguido por Gina que deixa Hermione com Draco.
“Jamais vou entender o que se passa na cabeça deles!” – pensa Gabriel triste.
“Deve ser difícil para você ver essas coisas acontecerem.” – comenta seu Monstro Interior.
”Nem me fale. Hades , aquele sacana, não me explicou como reagir numa situação dessas!” - comenta Gabriel preocupado.
”Reaja como sempre!” - brinca seu Monstro Interior.
”Por algum motivo, creio que matar todo mundo não seja a melhor opção agora! Além disso, isso iria, com certeza, contra os Protocolos da Missão! - brinca Gabriel vendo Gina se aproximando irritada.
- Pode se explicar! Agora! O que pensa que estava fazendo nos tirando de lá? - grita com ele já nos jardins.
Olhando para ela, nota que estava praticamente da cor dos cabelos. Furiosa. Gabriel a olha calmamente e sorri.
- Deveria deixar vocês brigarem por algo sem sentido? – pergunta sorrindo.
- Como sem sentido? Era minha amiga que estava discutindo. Ou não percebeu? – pergunta ainda brava.
- Foi assim que começou minha briga com Krum, hoje. Por coisas sem sentido. Não percebe? – fala Gabriel com calma.
- O que percebo é que minha amiga ouviu o que não merecia e você ao invés de ajudar, saiu de fininho, como um covarde! – berra Gina.
- Gina. Preste atenção. Eu não sei o que ela merecia ouvir ou não. Só sei que ela não devia ter interrompido minha conversa com Melissa, pra começar. – diz Gabriel ainda calmo.
- Então é isso? Você iria ajudar na “revisão de poções” dela? – pergunta incrédula.
- Eu disse que iria por acaso? – pergunta Gabriel ainda calmo. – Não. Não disse em nenhum momento. Eu iria arrumar uma desculpa delicada para sair de fininho, mas graças a sua amiga, eu me vi no meio de algumas mulheres completamente malucas que estavam gritando horrores uma para a outra, a meio metro de mim! O que esperava que eu fizesse?
- Não sei! Só sei que agora a Hermione está encrencada por querer te ajudar! – falou Gina mais calma.
- Me ajudar, Gina? Repita isso para si mesma e se acreditar nisso me fale de novo. – fala Gabriel cético.
- Será que não vê o quanto ela gosta de você? – pergunta Gina triste.
- O que vejo Gina, é uma menina que não sabe controlar seu humor, nem por cinco minutos. Acha que tenho interesse em alguém assim? Por Mérlin, o que vocês mulheres tem afinal? – pergunta Gabriel cheio daquela conversa. – Será que acham que vão conquistar alguém assim? Demonstrando isso? Por favor. – termina Gabriel olhando para Gina triste.
- O que vai fazer agora? – pergunta Gina, calma.
- Fazer o que deve ser feito. – responde Gabriel. – Vou dormir, amanhã vai se puxado e eu não quero me envolver em mais nenhuma encrenca. Já tive problemas demais por hoje.
- E vai deixá-la naquele estado? – pergunta Gina incrédula apontando para Hermione que chorava abraçada a Draco próximo ao Castelo.
- E o que sugere que eu faça? – pergunta Gabriel calmo.
- Vá até ela e diga que a ama! – responde Gina séria.
“Finalmente uma boa idéia! Dê uma medalha para ruiva!”. – fala seu “Monstro Interior”.
- Voltou pra azucrinar? – pergunta Gabriel mentalmente.
- Não posso fazer isso, Gina. Se eu fizer isso, ela nunca mais vai se perdoar. E de mais a mais, ele deve ter a mente um pouco mais aberta a novas situações, caso contrário isto irá se repetir sempre. – responde Gabriel.
“Não seja idiota! Não seja burro! Vá até lá e agarre a Morena!” – começa a gritar seu “Monstro Interior”.
- Não! – pensa Gabriel firme.
- Vocês homens não entendem, não é mesmo? – pergunta Gina. – Quando nós amamos, é pra valer, com todas as forças, com tudo o que podemos oferecer. Será que não percebem isso?
“Rapaz! Nocaute! A ruiva é incrível!”. – ri baixinho seu “Monstro Interior”.
- Tem jeito de dar um tempo? – pergunta Gabriel mentalmente.
- O que você não percebe Gina é que ela não tem o direito de fazer isso. Droga, Gina, o Draco te ama demais, mas nem por isso está aqui querendo me bater ou fazer escândalo por que estamos conversando. Não percebe? O ciúme dela vai destruir qualquer coisa que tente criar. – explica Gabriel como se conversasse com um trasgo.
- O que sei é que ela está sofrendo, muito. E você não quer ficar nem na mesma sala que ela. Isto a está deixando-a louca. Ela está se culpando por tudo o que dá de errado, até pela briga de hoje com o Krum. E isto vai destruí-la. – responde Gina.
- Ela foi visitar o Krum? – pergunta Gabriel sério.
- Não. Ela disse que não consegue esquecer o que houve com ele. Ela tem medo que ele nunca mais volte a se mexer. – fala Gina. – Ela disse que você o machucou pra valer.
- Sim, machuquei. Mas já dei a ele um remédio, e fora o estrago no rosto, ele já está bem. Acho que ela deveria visitá-lo. – fala Gabriel cada vez mais sério.
- Ela nunca irá lá. Tem medo do que pode ver. – fala Gina.
- Bom. Medo é bom. Venha comigo. Vamos conversar com ela. – fala Gabriel voltando com Gina em direção ao castelo.
Hermione e Draco estavam sentados num banco próximos a entrada. Hermione chorava baixinho. Abraçada a Draco. Gina viu aquilo e não gostou, mas não demonstrou nada. Era um momento difícil para Hermione e ela entendia aquilo, mas o ciúme não passou despercebido por Draco, que olhou para Gabriel e sorriu triunfante.
- Monitora Granger, poderia recompor-se e nos acompanhar? – pergunta Gabriel sério.
Ela o olha com os olhos marejados de lágrimas, e tenta limpar os olhos com as mãos. Vendo aquilo, Gabriel usa sua varinha e conjura um lenço e entrega a ela que o pega, limpando o rosto e enxugando as lágrimas.
- É claro. Aonde vamos? – pergunta tentando firmar a voz.
- Visitar um amigo. Acompanha-nos, Draco? – pergunta Gabriel, mas movimenta a cabeça dizendo não. Draco entende e desconversa.
- Se não se incomoda, vou terminar meu jantar e depois voltarei a esperá-los aqui, tudo bem? – pergunta ele.
- Como desejar, creio que não deveremos demorar. – fala Gabriel, caminhando diretamente para a enfermaria, e com as duas o acompanhando.
Quando chegaram à porta da enfermaria, Hermione parou. Não queria entrar. Tinha medo que iria ver.
- Acompanhe-nos, Monitora Granger. – falou Gabriel de forma suave.
- Não. – respondeu Hermione com a voz sumida.
- É necessário que nos acompanhe. – falou Gabriel com a voz mais dura.
- Eu tenho medo. – falou ela baixinho.
- Eu sei. Mas é necessário que veja. Caso contrário nunca mais se perdoará. Combata seu medo ou ele irá destruí-la. – falou Gabriel olhando-a diretamente.
Depois de alguns instantes, ela concordou em segui-los. Gabriel olhou para onde estava Krum e viu que estava dormindo, com a enfermeira a seu lado, limpando seus lábios, que ainda sangravam um pouco.
- Agora não é mais horário de visitas. – falou Madame Pomfrey olhando-os com censura.
- Lamento. Mas é que achei mais um pouco da minha poção e gostaria de testar. Agora se não se incomodar. – fala Gabriel educadamente.
- Muito bem, mas só por cinco minutos. – fala a enfermeira intransigente. – Acabei de dar uma poção para dormir sem sonhos para ele.
- Obrigado. – responde Gabriel.
Aproximando-se da cama, vê que Krum estava com o rosto bem deformado, estava mais inchado e realmente assustador. Vendo-o, as meninas se assustaram, mas Gabriel olhou para Hermione e disse claramente e com a voz dura.
- Se você acha que foi a responsável por isso ter acontecido, tire da sua cabeça. Fui eu que bati nele e não você. Agora eu quero que vejam bem o rosto dele, pois assim como ele está agora, poderiam estar vocês duas que brigam e discutem por motivos estúpidos. Agora afastem-se por favor. – pediu ele.
Pegou dentro de suas vestes um vidrinho que tinha uma pequena quantidade de um liquido incolor e colocou na boca de Krum que estava dormindo. Mantendo sua mão na testa dele, mentalizou novamente o feitiço de cura e manteve-se parado por uns dois minutos, tempo esse que resultou na restauração do rosto de Krum, inclusive seu nariz torto.
A única coisa que ainda não estava “consertada“em Krum eram os dentes, e esses, Gabriel não iria arrumar mesmo.
Naquilo volta a enfermeira e olha para seu paciente. Em seguida olha para Gabriel e sorri, cansada.
- Vejo que ainda tinha poção. Agradeço-lhe em nome dele. Creio que quando acordar ele vai se sentir muito melhor. – fala com voz suave. – Foi muito nobre de sua parte providenciar a cura dele em tão pouco tempo. Confesso que quando o atendi, achei que iria morrer.
- A culpa foi minha, em parte. Avise-o que quanto aos dentes infelizmente nada posso fazer. - fala Gabriel.
- Comparado ao resto do corpo, são detalhes, meu jovem. Mas Snape quer saber que poção é essa, e eu também. – diz ela sorrindo.
- Infelizmente, cara senhora, não saberia lhe responder. Foi me dada há muito tempo atrás, com um aviso que seria útil no dia em que me descontrolasse. Espero que tenha sido hoje. Com sua licença, vamos nos retirar. – falou Gabriel educadamente.
- É claro meu jovem. Avisarei ele amanhã, quando acordar que estiveram aqui. Imagino que ficará agradecido por sua visita. Tenham uma boa noite.
- Para a senhora também. – respondeu Gabriel e se retirou da enfermaria, seguido pelas duas.
- Por que fez isso? – perguntou Gina curiosa com a atitude de Gabriel.
- Meus erros, minha responsabilidade. – respondeu Gabriel. – Agora, preciso descansar. Mas antes, “sugiro” as duas que encontrem a Srta. Melissa Mogan e peçam desculpas por causa do ocorrido.
- Nunca. – falou Hermione com a voz dura. – Jamais farei isso.
- Você não aprendeu nada vindo aqui? – perguntou Gabriel incrédulo.
Ante o olhar de Hermione, ele baixou os olhos e saiu caminhando sozinho para o salão principal, quieto e triste, deixando as duas sozinhas para trás.
Passou no salão principal e encontrou Melissa e Ruth, e fez o mesmo pedido, para que pedissem desculpas a Hermione e Gina.
- Nunca. – foi a resposta de Melissa com a voz dura. – Jamais farei isso.
Despediu-se e foi para seu dormitório. Ao chegar, tomou um banho e foi dormir. Aquele dia tinha sido uma droga total.
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Comentários: 1

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Enviado por Jéssica Lane Malfoy em 18/07/2017

Nossa, eu não gostei muito dessa Hermione espero que ela mude futuramente. 

Nota: 4

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