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4. O Resgate


Fic: A Divina Comédia


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A Divina Comédia | Capítulo 4. | O Resgate


Apressada, mas cautelosa, não demorou muito para encontrar o lugar onde havia deixado Harry. Não querendo protagonizar mais nenhum momento constrangedor, chamou pelo moreno num tom pouco mais alto que um sussurro, antes de poder ver qualquer coisa, mas ainda assim próximo o suficiente para não chamar a atenção.


— Hermione? — pode ouvir a voz de Harry hesitante, no mesmo tom cuidadoso que ela usara antes.


— Sim, eu mesma. — anunciou ao se aproximar rápida e silenciosamente de onde o moreno estava. Tirou a capa para que ele pudesse lhe ver. — Achei Sirius, mas houve uma mudança nos nossos planos.


— Aconteceu alguma coisa? — Harry perguntou a queima roupa, visivelmente preocupado. Parecia pronto para ir de encontro ao padrinho, preparado para tirá-lo de qualquer situação que ele possa ter se envolvido.


Ao reparar isso, Hermione balançou a cabeça, se recriminando de não ter deixado tudo claro desde o inicio.


— Sirius está bem, dadas às condições atuais. Não é nada com ele, Percy e Nico chegaram aqui e parece que não foi exatamente bom para Percy. Nico fez um acordo com o pai para saber mais sobre sua família, mas não deu certo. Hades vai manter Percy preso até que a guerra deles acabe. Ao que eu entendi, Nico está envolvido na profecia, e Hades quer que ele seja aquele a salvar o Olimpo, pelo menos foi o que declarou.


— Vamos ajudar, então? — inquiriu o moreno, encarando a amiga seriamente, sabia que ela tomaria essa atitude. Obteve sua confirmação assim que a viu encolher os ombros.


— Acho que devemos, eles nos ajudaram a vir até aqui. — ela encolheu os ombros, encarando-o seriamente em seguida. — Não faço ideia de onde Percy pode ter sido levado, Harry, vai ser um pouco complicado achá-lo...


— Sirius está bem e escondido, certo? Então podemos procurar por Percy sem muitos problemas. — ele pôs as mãos no bolso do casaco e franziu o cenho, sua mente trabalhando a partir dos novos dados. — Mesmo que esteja preso, Hades provavelmente pôs guardas à porta dele; é o que eu faria; então não deve ser tão complicado. Quando acharmos ele, podemos usar a mesma tática que usamos com Cérbero… Não, acho que não vai funcionar com esses guardas. — ele pausou por um segundo, Hermione observava-o intrigada — Podemos transfigurar alguma coisa em um animal pequeno, mas que chame a atenção. Um gato talvez? — pelo seu tom de voz e o jeito que a encarava, a morena soube que esse era um trabalho para ela. Acenou afirmativamente. — Acho que vai dar certo.


Depois de terem o novo plano montado, saíram rumo ao palácio de Hades, tão silenciosamente quanto podiam. Imaginavam que Percy seria levado para um calabouço, já que o Senhor do Submundo não parecia ser muito hospitaleiro. Seguindo por corredores em pedra escura e sem enfeites, tomaram a rota que julgavam ser o caminho para o subterrâneo do palácio, e onde os calabouços normalmente ficavam.


Mais uma vez perderam a noção de tempo enquanto andavam pelos corredores escuros e gélidos. E ao que parecia, a teoria de Harry não era tão certa; já que a intervalos regulares havia soldados mortos com seus uniformes esfarrapados e armas de diferentes países e épocas.


Mesmo sem saber como encontrariam a cela de Percy, continuaram em frente, sempre atentos a qualquer coisa fora do normal, que pudesse indicar o cativeiro do semideus. Depois de passarem por um arco sem portas, se viram em um longo corredor, ligeiramente escuro em suas pedras negras, mas ainda estranhamente iluminado. Já na metade do corredor, Hermione começou a ponderar sobre algo fora de lugar.


Aquele corredor era comprido, e ao contrário dos andares superiores, não havia portas nem janelas. Só era estreitamente longo e simples, em suas pedras negras e luzes bruxuleantes, que terminava numa parede sólida.


Chegando ao final, Harry começou a praguejar baixinho e Hermione sentiu-se estranha. Já havia se sentido assim desde que puseram os pés nesse corredor sombrio, mas fora uma sensação passageira, um simples, bem… ela achou que desconforto seria a palavra.


Ignorando Harry e seus impropérios resmungados, se concentrou.


Nada ali parecia normal, nem ela mesma, chegou à conclusão depois de uma breve análise. Como ficar olhando fixamente a parede não adiantava nada, acabou fechando os olhos e se deixou levar pela sensação. Era como um pequeno puxão no estômago, quase como se uma chave do portal tivesse sido ativada, mas que ela não tivesse visto e fosse pega de surpresa. Ao invés do puxão firme que não tinha escapatória, o que sentiu foi só um frêmito. Se estivesse conversando ou distraída, em vez de alerta a tudo a sua volta, teria perdido a sensação.


Abriu os olhos assustada.


Era magia, sabia disso. Tinha sentido-se assim uma vez, no Beco Diagonal, na sua primeira visita, mas como estivera agitada demais aquele dia, não se prendeu a informação. Era mais ou menos como agora. Com a mente a mil, tentou encontrar um sentido para a mudança.


Não achou muito difícil descobrir a resposta.


Imaginava que a sensação estava diferente porque lidava com um tipo de magia que não era a cotidiana. Havia alguma coisa nessas paredes que estavam ocultas por magia divina. Ou seria imaginação sua?


— Harry... – chamou baixinho, percebendo que o fluxo das reclamações do moreno tinha diminuído. — Você consegue sentir alguma coisa diferente aqui?


— Diferente? — Harry olhou ao redor, sentindo-se impotente, não era possível que houvesse vasculhado milhares de corredores e não houvessem achado Percy ainda. — O que você quer dizer por diferente, Mione? É claro que é diferente, é um corredor estúpido sem uma única janela ou porta! — exasperado, passou a mão livre pelos cabelos, espirando com força.


— Então é diferente sim, mais ainda. Vamos, concentre-se e me diga. — pediu em tom brando, deixando com que ele descobrisse por si só, enquanto deixava a mente trabalhar freneticamente para encontrar um modo de anular a magia divina daquele corredor e achar Percy, aquele era o local onde ele estava sendo mantido, sabia disso.


Ouviu um leve arfar as suas costas e soube que estava certa. Ele também havia sentido.


— Sim, tem alguma coisa mais estranha nesse corredor! — o tom do moreno agora era empolgado, sabendo que estavam numa boa pista. —Mione, o que é que causa esse desconforto?


— Magia. — respondeu sem prestar muita atenção, mais preocupada em descobrir como achar uma forma de tirar Percy da cela em que fora posto. O silêncio vindo de onde Harry estava, carregado de incredulidade e desconfiança. Quase exasperada, pôs-se a explicar com metade da concentração. — Lembra que eu comentei que nossa magia fica obscurecida pela magia olimpiana? Ela só fica obscurecida porque são diferentes. Conseguimos senti-la, tanto quanto a nossa, mas a sensação não é a mesma, embora parecida de certa forma.


— Está me dizendo que essa sensação é causada pela magia divina? Mione, estamos andando aqui há horas, já deveríamos ter sentido isso antes! E... — ela balançou a cabeça, interrompendo o moreno.


— Se estivéssemos prestando atenção sentiríamos, só que estávamos tão preocupados em não ser pegos e conseguir entrar e sair daqui o mais rápido possível que não nos prendemos as nossas sensações. Para sentir a magia como estamos fazendo agora, tem que estar muito concentrado.


— Tudo bem, mas seria interessante saber mais sobre o assunto. — arquivando a informação para mais tarde, voltou a se concentrar nos assuntos mais urgentes. — Como vamos saber com o que estamos lidando aqui?


— Estou chegando nessa parte. — informou pensativa. Harry manteve-se em silêncio, esperando pela decisão dela, que obviamente teria a melhor solução. — É, é melhor assim. — Harry pensou em perguntar do que ela estava falando, porque por um momento imaginara que ela falara com ele. Balançou a cabeça, divertido ao notar que ela terminara o que possivelmente era um debate mental.


Assim que a morena se decidiu pela melhor opção, viu-a erguer a varinha, e executar um movimento fluido e mesmo assim, complicado. Não soube o que esperar, aparentemente Hermione sim, pois logo sorriu satisfeita e indicou que a acompanhasse.


— Agora, é disso que eu estou falando. — murmurou divertida, encostando a varinha na pedra negra e polida mais próxima.


Quando a ponta da varinha entrou em contato com a parede, ela criou vida instantaneamente, abrindo-se e revelando um portal amplo, que dava para o interior de uma cela grande, sem janelas, apenas um pequeno catre da mesma pedra da parede.


Era naquele catre que Percy estava sentado, parecia suado naquela luz bruxuleante e estava arfante. Assim que viu uma porta surgir no meio da parede, olhou-os assustado, se erguendo de um salto, a mão indo para o bolso, e em seguida a mesma espada que estivera com ele no seu primeiro encontro estava preparada para atacar, se necessário.


— Percy, somos nós. Harry e Hermione.  — informou enquanto abria a capa, mas de um modo que só o semideus pudesse ver quem estava ali. — Viemos lhe ajudar a sair daqui.


— Como? — ele abaixou a espada ligeiramente, mas ainda em guarda. Seu espanto era óbvio, embora usasse o mesmo tom sussurrado da garota.


— Não podemos explicar agora. Vamos, vamos tirar você daqui, depois explicamos! — ela fez um gesto para que ele se aproximasse, para que pudessem sair dali. Ele ficou parado por um instante, por fim pôs uma tampa na espada, que se transformou em uma inocente caneta esferográfica, que meteu no bolso, olhando para os dois avaliativo.


— Como vamos sair ser sermos vistos? — pergunta espantado, próximo dos dois.


Hermione olha para o amigo de lado. — Vamos ter que nos espremer. O caminho até o ponto de encontro com Sirius não é longe, vai ser mais seguro se formos todos com a capa. Qualquer coisa, ainda temos o plano B. — a morena explicou, evitando corar ao lembrar o que uma viagem espremida sob a capa já rendera. Percy a encarou sem entender. — Não precisa entender agora, Percy, se mandarmos você correr, você corre.


E aos apertos, eles se espremeram sob a capa. Corando agora, Hermione agarrou o braço de Harry, tentando dar espaço para Percy, mas mesmo assim não era muito. Sentindo o rosto realmente quente agora, foi praticamente esmagada pelo garoto, se colando ao melhor amigo para ficar minimamente confortável.


Hermione esperava que a pequena distância até Sirius fosse mais curta do que se lembrava, não estava sendo divertido estar espremida entre os dois garotos. Esperava também, que ninguém notasse o solado de um dos seus sapatos, que poderiam eventualmente ficar a vista. Não conseguia segurar com firmeza a varinha e provavelmente não conseguiria executar o plano perfeitamente. Não sem revelar suas posições.


Depois de um tempo anormalmente longo, se viram cruzando os jardins de Perséfone, já longe dos guardas, se arriscaram então a acelerar o passo, já que em meio ao jardim não tinha ninguém a vista.


Dando a volta no último conjunto de árvores esqueléticas, se depararam com uma cena inusitada.


Sirius, em sua forma humana, tinha a varinha apontada para um pálido Nico desarmado. O homem tinha um sorriso de escárnio no rosto, em sua mão a espada ainda embainhada do garoto.


Sem que fosse combinado, os três pararam de andar, estupefatos com o que viam. Mesmo estando desprotegidos, Nico falava alguma coisa aos sussurros que aquela distância não podiam ouvir, mas pelo modo que se comportava, tentava convencer Sirius a não lhe atacar.


Preocupada com o que poderia sair dali, Hermione deu um cutucão no amigo para que ele saísse do torpor e fosse até o padrinho, antes que ambos fossem pegos.


Assim que chegaram perto deles o suficiente, a morena entendeu o motivo de ver Sirius em sua forma humana. Estavam perto da saída do jardim de Perséfone, e estavam cobertos pelos arbustos que haviam acabado de passar, atrás deles estava o muro que circundava o palácio de Hades.


Aproveitando a chance, Harry retira a capa, atraindo a atenção de Nico e Sirius, que se viraram rapidamente, surpresos com a aparição inesperada. Notando Percy, Nico relaxou resmungando algo aliviado.


— Sirius! — chamou Harry sem se conter, correndo até o padrinho contente por finalmente o ter encontrado.


Vendo Harry abraçando o padrinho, Hermione tomou para si a tarefa de impedir Nico de escapar; ajeitando de qualquer forma a capa de invisibilidade, que Percy também tirara, mantinha a varinha apontada para o pálido garoto que a olhava com desconfiança e a Percy de soslaio.


— Desobedecendo Hades, Nico? — indagou Percy, sem evitar. Nico suspirou e o encarou seriamente.


— Não sabia que ele pretendia lhe manter prisioneiro, Percy. — balançou a cabeça, irritado consigo mesmo. — Olha, eu ia tentar te tirar de lá. E iria se ele não tivesse me impedido! — explicou indignado, apontando para Sirius que agora tinha um braço passado pelo ombro do afilhado, parecendo satisfeito consigo mesmo.


— Horas, você entregou seu amigo, garoto, não podia deixa-lo voltar lá. Além disso, Hermione aqui disse que tinha um plano. Que olha só, deu certo! — Sirius soltou uma risadinha baixa, rouca, como a de um verdadeiro cão. — Além do quê, se te deixasse usar seus poderes, iria acabar aparecendo no meio da sala de jantar!


Percy engasgou uma vez e olhou Nico intrigado, mas refazendo a expressão séria em seguida, o que fez o filho de Hades revirar os olhos. — Percy, juro pelo Rio Styx que não sabia o que meu pai pretendia. — disse num tom monótono e o olhar fixo no do amigo e deliberadamente ignorando Sirius e sua provocação, afinal, nem mesmo tinha sido sua culpa!


Hermione, que ainda mantinha a varinha pronta, olhou de lado para Percy, que contrariado, acenou positivamente com a cabeça, indicando ter entendido. A morena, lembrando que um juramento pelo Styx tinha que ser levado a sério abaixou a varinha, fazendo o filho de Hades relaxar ainda mais.


— Temos que ir rápido, Percy. Logo meu pai vai perceber que eu não estou mais no meu quarto e ainda temos que passar pelo Styx. — informou Nico, recolhendo a espada do chão e a repondo na cintura. Olhou para Sirius e Harry que o observavam atentamente e por fim para Hermione. Se voltou para Percy. — Vai continuar com o plano?


— Vou sim, não temos opção. — ele encolheu os ombros, virando-se para Hermione. — Tenho que agradecer por terem me tirado de lá, mesmo que nem me conheçam.


— Era o certo a fazer. — disse Harry com um dar de ombros. — Querem uma carona até o Styx, temos que passar por lá antes de sairmos daqui.


— Carona? — questionou Percy, intrigado. Depois de uns segundos ele arregalou os olhos e assentiu firmemente. — Você consegue nos levar?


Harry o olhou sem entender, deu uma risadinha quando compreendeu. — Eu não, ela sim. Além do mais, Nico pode chegar lá sozinho, não pode? Então é simples. — afirmou com convicção, fazendo Sirius soltar um grunhido de incredulidade. — Hermione só precisa nos levar até lá aparatando, Nico usa a viagem das sombras dele. — explica encarando o padrinho com um sorrisinho maroto no rosto. Sirius olha com espanto para Hermione e intrigado para Nico.


— Aquilo não vem ao caso agora, mas posso muito bem chegar ao Styx sozinho. — Nico responde ao olhar de Sirius, mas parecia irritado consigo mesmo. — Encontro vocês no Styx. — disse antes de sumir nas sombras.


— Bem, vamos indo então. Estou louco pra sair daqui. — Sirius anunciou alegremente, dando um tapinha amistoso nas costas do afilhado.


Ajeitaram-se em volta de Hermione e divertida, a morena viu Percy fechar os olhos concentrado, Sirius tinha uma expressão neutra, como se não soubesse onde ir e Harry lhe ofereceu um pequeno sorriso, antes da garota desaparatar levando os três com ela.


********************


Apareceram quase aos pés da escadaria que levava à saída do submundo. Percy se afastou do grupo assim que seus pés se firmaram, parecia pálido e arfante, se apoiou nos joelhos. Hermione trocou um olhar com uma ponta de diversão com Harry, que compreensivo, sorriu ante o olhar espantado do semideus.


— Você foi muito bem para a primeira vez aparatando. — afirmou com convicção, tentando soar impressionado. — Geralmente vomitam na primeira viagem acompanhado. — adicionou, vendo que o semideus não se convencera totalmente, Sirius acenou afirmativo, uma sombra de sorriso no rosto, como quem lembra de uma piada antiga, mas que não perde a graça. Percy o encarou seriamente, balançando a cabeça.


— Obrigada pela carona, foi realmente rápido. Mas não vou querer tentar uma segunda vez. Isso é horrível. Como vocês conseguem?


— Com o tempo a gente acostuma. — Sirius registrava tudo a sua volta, a sombra do sorriso se alargando ao não encontrar Nico a espera deles. — Mas tem suas vantagens. Olha só como fomos rápidos, seu amigo ainda não chegou! — comentou com certa inocência, fazendo um chiado indignado soar atrás dele.


— Meu pai vai vir logo — Nico disse, não caindo na provocação de Sirius, que pareceu desapontado. — Nós devíamos nos apressar.


O filho do Senhor do submundo estava parado a poucos metros do grupo, mantinha-se ereto e a sua volta um ar de desdém, olhava para Percy atentamente, como se analisando cada pequena mudança em sua expressão.


Hermione achava que já deveriam estar se despedindo e a caminho de casa agora, mas nem Sirius e nem Harry pareciam dispostos a saírem dali sem que ambos os semideuses fossem com eles, ou os deixassem bem. O que parecia demorar algum tempo já que Percy encarava seriamente as águas negras, parecendo se preparar para algo importante.


Seguindo seu olhar, conseguia ver que a correnteza do Rio Styx rodopiava com objetos estranhos ― brinquedos quebrados, diplomas rasgados, corsages de formaturas murchos ―, que sabia serem dos sonhos que as pessoas tinham jogado fora quando passaram da vida para a morte. Olhando para a água turva, a morena se lembrou de Harry ter comentado sobre semideuses e os benefícios dos banhos no Rio Styx. Para quem sobrevivesse.


Notou, surpresa, que era exatamente para isso que Percy se preparava. Olhando para Harry e o padrinho, percebeu que eles também haviam chegado a essa mesma conclusão.


— Então... eu só mergulho? — Percy questionou em um suspiro, se virando para Nico atrás da resposta.


— Você tem que se preparar antes — Nico afirmou pausadamente, tentando passar a importância do fato — ou o rio vai destruir você. Vai queimar seu corpo e alma.


— Parece divertido — Percy murmurou, passando uma das mãos pelo cabelo, tentando ocultar o quão tenso estava com o novo fato.


— Isso não é brincadeira — alertou Nico. — Só há uma maneira de você ficar conectado a sua vida mortal. Você tem que...


Nico estava todo sério, parecia preocupado, notou Hermione, mas ao encarar o amigo, ficou mudo de assombro. Levou alguns segundos para a morena entender que ele estava surpreso pela visita de uma alma, que a garota ponderou, não estava ali só de passagem.


Só por olhar, a morena sabia que aquele fora um grande heroi grego, ao menos parecia exatamente com o que as histórias lhe contavam: alto e moreno, os cabelos escuros cortados no estilo militar. Musculoso, e cheio de cicatrizes no rosto, achava que ele ostentava uma expressão cruel de propósito, ou talvez fosse o costume, porque ao fitar seus olhos, constatou que eram inegavelmente humanos ― um verde pálido, como num mar raso. Vestia uma túnica branca e armadura de bronze, carregava um elmo consigo.


Era evidente como morrera, e talvez era o que denunciava quem era o guerreiro, uma flecha ensanguentada saía da panturrilha esquerda dele, logo acima do tornozelo. Muitas vezes as histórias gregas lhe pregavam peças, mas Hermione tinha quase certeza que aquele não era qualquer herói, e sim o herói de quem contavam a história até os dias de hoje, e que morrera com um calcanhar ferido.


― Aquiles ― sussurrou Percy, confirmando suas suspeitas, o que a deixou intrigada para o motivo de sua visita surpresa.


O fantasma concordou com a cabeça, num gesto rígido. ― Eu avisei ao outro para não seguir meu caminho. Agora aviso você.


― Luke? Você falou com Luke? ― Percy questionou rápido, num só fôlego, e Hermione se empenhou em prestar atenção à conversa, interessada no tom quase frenético de Percy, talvez dessa conversa entenderia um pouco mais a guerra dos semideuses.


― Não faça isso― Aquiles continuou, sem ligar para a pergunta ― O tornará poderoso. Mas também o tornará fraco. A sua perícia em combate vai ser maior do que a dos mortais, mas as suas fraquezas, as suas falhas, crescerão também.


― Você quer dizer que eu terei um calcanhar ruim? ― Percy pergunta, sem entender ― Eu não poderia, tipo, usar algo além de sandálias? Não se ofenda.


O fantasma olhou para o seu pé sangrento. ― O calcanhar é somente minha fraqueza física, semideus. Minha mãe, Tétis, me segurou por aqui quando me afundou no Styx. O que me matou realmente foi a minha própria arrogância. Cuidado! Volte!


Hermione pôde entender que ele, Aquiles, quis dizer realmente aquilo. Ela se perguntava se era a única que podia ouvir o arrependimento e a amargura na sua voz. Ele estava tentando de verdade livrar Percy, e aparentemente, qualquer um que tivesse a ideia de obter alguma ajuda no Styx, de um destino terrível.


Surpresa, Hermione pôde ver que Percy estivera inclinado a levar em consideração o argumento de Aquiles, mas então seu rosto ficou em branco, e seus olhos esfriaram. A morena se perguntou se ele estaria pensando no tal Luke e no fato dele ter estado ali antes deles.


― Eu tenho que fazer ― o semideus afirmou com convicção, o olhar cravado no fantasmagórico de Aquiles, talvez por experiência com o tipo... problemático, pensou, mas Hermione podia jurar que Percy não tinha total certeza daquilo, ele ainda tinha receio do que iria fazer, tanto pelo que dissera Nico e agora por Aquiles. ― De outra forma eu não tenho chance.


Aquiles abaixou a cabeça, aceitando a decisão. ― Que os deuses saibam que eu tentei. Heroi, se você tem de fazer isso, concentre-se no seu ponto mortal. Imagine um ponto em seu corpo onde restará vulnerabilidade. Esse é o lugar onde a sua alma vai ancorar o seu corpo ao mundo. Será sua maior fraqueza, mas também sua única esperança. Nenhum homem deve ser completamente invulnerável. Perca a visão do que o mantém mortal, e o Rio Styx vai queimá-lo até cinzas. Você não mais existirá. ― o fantasma do heroi conseguia ser ainda mais sério do que Nico ao explicar o que aconteceria em caso de alguma falha, talvez por ter conferido tudo o que relatava em primeira mão, exceto a parte da morte se Percy não tivesse a concentração necessária.


― Eu acho que você não possa me dizer o ponto mortal de Luke? ― tentou Percy mais uma vez, já sabendo que não teria retorno.


Aquiles só deu a entender que ouvira a pergunta pelo olhar impaciente que dirigiu ao rapaz. ― Prepare-se, garoto tolo. Quer você sobreviva ou não, você selou seu destino!


― O que é necessário para mergulhar? ― questiona Harry intrigado, o olhar fixo em Aquiles.


Hermione se aprumou melhor, interessada no por que de Harry estar interessando no motivo, esperava ela que não fosse por querer também mergulhar, seria loucura.


Surpreso pela interrupção direta do moreno, Aquiles volta seu olhar para o garoto. ― E porque queres saber?


― Quero mergulhar também. ― afirma com convicção, Aquiles, ao que Hermione podia notar, não gostara do rumo da conversa, só viera até ali para dissuadir um semideus a não mergulhar no Styx, agora teria que convencer outro que tinha ouvido tudo o que dissera.


Preocupada, se virou para Sirius, querendo que ele interferisse na decisão de Harry, mas surpresa, viu que ele próprio parecia considerar a ideia. Enquanto ponderava num modo de ao menos tentar fazer Harry refletir melhor na sua decisão, ouviu um pequeno murmurejo e Aquiles se inclinar ligeiramente, cumprimentando alguém que acabara de chegar.


Se virou rápida, e assim que reconheceu quem tinha chegado, sua mente ficou em branco, e sem saber como reagir, se virou para onde estavam Harry e Sirius, que tinha os olhos arregalados e tinha ficado pálido repentinamente, mas se recuperou do choque rápido, pois logo um sorriso largo estampava sua face.


Harry, ao contrário do padrinho, tinha no rosto uma expressão de surpresa e um pequeno sorriso, que Hermione pode ver claramente, ser uma resposta ao fato dele não saber muito bem como se comportar ante a visão dos fantasmas de seus pais.


― Thiago! Lílian! ― exclamou Sirius, dando um passo à frente, admirado ao ver os amigos exatamente como se lembrava.


― Olá Sirius. ― Lílian sorriu para o animago, os olhos se voltando para o filho, e encarando atentamente, um sorriso no rosto. ― Estávamos esperando uma chance de poder falar com você, querido...


― Sim, queríamos, mas não podemos ficar por muito tempo, filho. ― adianta-se Thiago, pondo a mão no ombro da esposa, voltando o olhar para Aquiles, que acena com a cabeça e trava o olhar em Percy, antes de desaparecer.


― Queria que tivéssemos um pouco mais de tempo, Harry, mas não temos. ― ela suspirou e encarou o filho com seriedade. ― Só vamos ter tempo de lhe dizer que não é uma boa ideia, querido.


― Sua mãe tem razão, Harry, pode lhe parecer agora que o Styx vai lhe dar vantagens, mas não é verdade.


― Além de ser mortal para mortais. Percy tem sangue divino, meu bem, faz parte de seu mundo, por isso se estiver bem concentrado a sua âncora no mundo mortal tem uma chance.


― Mãe, tenho quase certeza de que posso sim aguentar o Styx. ― ele balançou a cabeça, interrompendo a mãe, que já se preparava para lhe demover da ideia. ― Somos bruxos, de alguma forma, temos o sangue de Hécate, mãe, pode não ser tão presente em nós como num verdadeiro semideus, mas ainda está presente. Então é possível que eu sobreviva ao mergulho no Styx. ― ele pausou por um segundo se dando conta que era a primeira vez na vida que estava em meio a uma verdadeira discussão em família. Olhou para o padrinho de lado, pensando em como convencer de vez a mãe, que já olhava para o Thiago em busca de ajuda. ― Se alguma coisa de errado, Sirius e Hermione podem me tirar de lá.


― É só uma teoria, Harry. Não é realmente seguro. ― interpôs Hermione, olhando para o amigo preocupada. Era loucura!


― Eu sei que o assunto não diz respeito a mim, mas vale a pena correr o risco. Já vi o resultado. ― afirmou Percy, encarando Harry ― Posso afirmar que o poder é incrível!


― Harry, sua amiga tem razão, não é seguro, e não temos certeza de que teremos algum indicativo de que está mesmo em segurança. ― Lílian tentou mais uma vez, vendo o filho balançar a cabeça, determinado.


― Teriam sim, mamãe. Eu teria que entrar no Styx andando, e sentiria em segundos se não fosse dar certo, e então Mione e Sirius me ajudariam a sair do Rio. ― passou as mãos pelo cabelo, pensando em outra forma de explicar seu ponto de vista.


Harry já quase perdendo a esperança de conseguir convencer a mãe, que estava tão irredutível quanto ele, mas para sua surpresa, Sirius veio em seu auxilio.


― Eu não gosto disso tanto quanto você, Lily, mas sempre podemos usar o Leviocorpus. É muito rápido e eficiente. Além disso se der certo, é uma vantagem de muita valia, Lily.


A ruiva viu o sorriso brilhante do filho, tão parecido com o do marido, e soube que ele iria acabar lhe convencendo, se não pelos argumentos, pelo cansaço. Então decidiu, que encurtaria a história, não tinham mais muito tempo ali com eles. Suspirou derrotada, e Harry viu em sua expressão a aceitação dela.


― Vai me prometer ter cuidado, Harry, e não desviar sua mente de sua âncora no mundo mortal. ― pediu com a voz embargada, fazendo Thiago piscar ligeiro para o filho e abraçar a esposa pelos ombros, lhe dando conforto.


― Sra. Potter, tem que lhe dar sua benção com todas as letras, é parte do processo. ― explicou Nico, sabendo que em poucos minutos os Potter se separariam mais uma vez.


A mulher respirou fundo, encarando o filho de Hades e assentiu, se virando para o filho.


― Eu lhe dou minha benção, querido. ― disse com convicção, sabendo que ao menos dessa vez, teria que ceder.


O sorriso de seu filho era enorme, ao mesmo tempo em que Sirius apertava seu ombro em apoio e Hermione franzia o cenho. Se virando para o marido, viu que ele parecia contente pela felicidade que Harry tinha estampada no rosto, mas a preocupação de que o plano não desse certo era evidente para ela. Sabendo que ele estava tão preocupado como ela mesma, enlaçou sua mão com a dele e deu um ligeiro apertão, sorrindo confiante quando ele se voltou para olhá-la.


― Eu vou tomar cuidado. ― afirmou Harry, interpretando corretamente o que ia na mente dos pais. Lílian deu um pequeno sorriso, enquanto Thiago balançava a cabeça, risonho.


― Sabemos disso, filho. Mas é nosso dever, como pais, nos preocupar. ― explicou com um misto de preocupação e orgulho, que lhe enchia o peito. Piscou para o filho vendo que Lily já trabalhava em sorrir confiante para ele. Vendo-o entretido, se virou para seu melhor amigo.


― Não se preocupe, Pontas, vou tomar conta dele.


― Não tinha dúvidas disso, Almofadinhas. ― comentou com um tom ligeiramente arrogante, uma sobrancelha erguida. ― Mas pode apostar, se alguma coisa acontecer com Harry, vou pedir uns favores por aqui. Você tem que saber que algumas almas são decididamente inquietas e que podem assombrar por aí livremente...


― Bom saber que nossa amizade persiste, Pontas, meu caro. ― a risada de Sirius era clara, ela deslizava pelo tom de deboche com o qual o animago se dirigia a Thiago.


Pontas iria retrucar, mas Lílian lhe agarrou o braço, e a atenção os dois se voltaram para Harry, que parecia confiante em seu plano, apesar do homem ver claramente que o filho tentava não demonstrar que estava apreensivo. Viu-o sorrir para a mãe, que lhe acenou positivamente, sussurrando boa sorte num tom meio embargado.


― Tenho orgulho de você, Harry. ― disse olhando-o seriamente, ficou satisfeito quando a apreensão diminuiu, dando lugar a um sorriso contente. ― Boa sorte, filho.


Harry acenou com a cabeça, e após um último olhar aos pais, se aproximou de Percy, que já estava na beira do rio, onde a correnteza não era tão forte e as águas negras fluíam calmamente, seguindo seu caminho para as profundezas do submundo.


O moreno sabia que deveria dizer algo encorajador para Percy, mas segundos atrás, quando ele e Nico terminavam de lhe passar as últimas indicações, sabia que Percy estava se forçando aquilo. Pela preocupação consigo mesmo e por ele, que tinha muito mais chances de não sair desse mergulho vivo. Então só trocou um olhar rápido e um aceno encorajador, se concentrando nas instruções que recebera.


Como se combinado, ambos deram passos a frente, pisando no cascalho molhado, que fazia um ruído engraçado aos seus passos. Concentrado em seu ponto mortal, Harry ao lado de Percy, pisou finalmente no Rio Styx.


********************


N/A¹: Well, demorou mais chegou. Dessa vez não foi a net a culpada, mas minha mente que não colaborou com o andamento do capítulo. Acho que agora já deu dessas coisas que atrasam o andamento da fic. :S


N/A²: Sobre o capítulo, tivemos o resgate de Percy, uma visitinha de Aquiles, pondo ideias na mente de Harry e então uma segunda visita, dessa vez dupla, com Thiago e Lílian. Vocês acham que essa ideia mirabolante de Harry de mergulhar no Styx vá dar resultados? Ou Sirius e Hermione vão ter que entrar em ação?


N/A: E eu quero agradecer mais uma vez a Hécate, que fez essa capa linda demais! *-* Então, o que vocês acharam dela?


Sem mais, vamos as respostas. ;D


may33: Então, conseguiu ser a primeira? Rsrs. Eu não demoro pra entrar no MSN, coisas é que acontecem e me impedem, isso é fato. Outro é que realmente, você precisa, mesmo, ler Percy Jackson. (y) Eu conheço essa sensação, não é legal. :P Então vamos ler PJ, bruaquinha mor, vaaamos vamos! :$ Então, eu tentei fazer a cena do melhor jeito possível. :x E minha vergonha alheia, bem, pra sair a coisa eu tive que mandar ela passear, mas OK, parece que funcionou, não? :$ E também, corei horrores depois disso e tudo bicou bem. KKK. Que verdade o quê, Camila, a perva mor aqui é você e todo mundo já sabe disso. (y) Não tem nada se revelando aos poucos, a não ser que convivência com os outros faz coisas acontecerem! ;) Sobre o Nico, bem, tu vai descobrindo aos poucos e assim que ler o livro. Sobre o filme, cara, não vi esse filme, só sei o que as pessoas me contam. Mas acho que vou ver, agora que vão fazer o segundo livro da série de PJ... Quem sabe. Olha, vamos fazer um acordo, o que tu me diz? Eu não te difamo, como você diz, e tu não faz o mesmo! ;D Assim todas ficam contentes!


Lediane Werner: Obrigada! Eu tô me esforçando pra fazer tudo mais dentro certo o possível, pra dar certo com PJ e HP. Que bom que você está gostando, fico feliz em saber. Mas se não gostar pode falar também, não preciso só de elogios, mas críticas também fazem parte. Ou de outra forma, não ia saber no que estou errando e onde melhorar. (y)


Hécate: Cássiiia! Rsrs, eu sei que você sempre espera ter maiores informações para comentar, depois de pensar e criar teorias. Espero que esse capítulo tenha lhe dado mais algumas informações para agregar as antigas. Você sabe que eu vou querer ouvir sobre isso, não? :$ Ok, você me deixou sem graça. Rsrs. Mas obrigada, pelo que você disse, é bom de ouvir. Rsrs. Esse complexo de heroi é bom, não é? Eu, ao menos, curto ele, quando não me irrita, mas isso é normal já. Acho que acontece com todo mundo! ;D Então, até aqui as coisas estão meio mornas, começando a acontecer ainda, acho que agora é que vem mais informações e grandes acontecimentos, vamos esperar para ver. Não só o clima americano, eu diria, mas é que eles estão ali sem adultos por perto e gente de olho neles. E a situação não está controlada, por assim dizer, então ele só teve um deslize. Mas é normal, ele é adolescente, tem os hormônios em ebulição e a situação fugiu do controle dele. Rsrs. O capítulo está aqui, o que você me diz sobre ele? Mais uma vez, obrigaaaaada pela caaapa! Eu ameeei ela demais! *-*


PamyPotter: Bem, não foi problemas que eles encontraram. Rsrs, foram situações inusitadas que deram um novo rumo pra história. Mas quem sabe nesse próximo, com o desfeixo do Rio Styx, o mergulho de Percy e Harry, o quê vocês está esperando disso? Ah, sim, estou tendo sorte com meu irmão, o que é um pouco estranho. Mas, rsrs, não vamos comentar muito disso, se não estraga! ;P


Tito Shacklebolt Finnigan: Ele teria? Rsrs, pode ter passado pela mente dele, mas ele ainda precisava pegar Sirius, então talvez, aí sim, ele saísse correndo. Se bem que agora, ele tem mais coisas antes dele correr pra longe. Qual sua opinião sobre esse banho no Styx, Tito?


Sim, eu gosto da Mione, e tenho esse pensamento de que uma história não é feita só pelo personagem principal. Poxa, Hermione e Rony estiveram ao lado do Harry desde o começo, eles merecem um pouco mais de holofotes, vamos dizer assim. Rsrs, sim, eu sabia que a Mione era pra ter uma irmã, e no fim, fiquei contente por ela não ter, só me deixaria mais irritada por não termos informações sobre ela! Mas o que eu soube, numa dessas entrevistas, é que ela nem foi posta na história porque ia ficar fora de contexto. :x Só espero que o Pottermore arrume isso, já que reza a lenda que no site, JK vai postar sobre as famílias dos personagens e mini histórias que ela juntou ao longo da empreitada dela de escrever HP.


:$ Tiiiito. :$ NC-18? OMG, não sei nem o que dizer disso! Foi a primeira vez que eu escrevi uma cena dessas, e bem, ainda estou me perguntado se fui eu mesma que fiz isso, o que é estranho, mas ok, espero que isso tenha sido um elogio. KKK, mas tu gostou, certo? Se sim, bem isso me deixa contente, porque se fosse eu no lugar da Hermione, KKK, ia cair na gargalhada de uma forma, que provavelmente teria um troço. Ou eu teria um troço, não sei bem o que aconteceria, mas, bem isso não vem ao caso. O negócio, é que eu tenho muita vergonha alheia, então não me acredito que eu realmente passei por essa cena já. (y)


Aaah, obrigada Tito! :$ Que bom que tenha agradado, mesmo. Então, veio o próximo, e o que você está esperando dele? Aliás, você não me disse suas conclusões de quem é a babe da capa da fic! ;D Ainda esperando, viu?


Evandro Bernardi: Olha Evandro, eu não sei, mesmo, o que te falar. Bem, acho que eu deveria dizer que mesmo depois de todos esses dias, eu ainda não entendi seu comentário. Não sei se foi positivo, o que eu duvido, porque eu leio o que os outros escrevem nas fics que eu acompanho, e seu estilo de comentário onde eu vi, foi diferente do daqui, então isso me levou a crer que não foi num bom sentido e que, sinceramente, levei como ofensa. Tanto que eu pensei em nem responder o seu, mas isso iria contra o que eu penso e o que me levou a comentar nas dos outros, diga-se de passagem, por isso eu vou responder.


A coisa, é que eu sempre fico feliz quando alguém vem comentar na minha história, claro que a gente espera que os outros tenham alguma coisa boa sobre o que a gente escreveu. E, mesmo esperando por coisas boas, eu espero críticas, as do tipo construtivas, sabe aquelas que ajudam os autores a melhorarem? Mas eu fiquei, bem, chocada é a palavra, pela sua atitude. Primeiro porque eu deixei bem claro desde o começo que é a primeira história que eu escrevo e que eu publico pra outros lerem. E também tem um aviso no resumo da fic, alertando sobre o que a história trata, sobre uma ideia que eu ganhei da Lílian Granger Potter, de uma junção de PJ com HP e o que poderia resultar disso. Eu estou tentando fazer a história funcionar, mesmo, tanto que ela tá me ajudando um bocado com essa história.


Acho que eu não tenho muito mais a falar pra você. Só que foi meio assustador ver o que você escreveu, porque não precisava, não do jeito que foi escrito, com intensão de ofender. Não sei se você vai ler isso ou o quê, mas fiz o que eu sempre faço e acho que seja certo: responder aos comentários que são postados aqui, bons ou ruins.


lalaisinhaa: :$ OMG digo eu. KKK, fiquei mega vermelha e sem graça agora. Que bom que você está gostando até aqui, tomaras que isso continue até o fim da história, tô tentando fazer tudo funcionar... E na sua opinião, o resgate do Percy foi melhor do que o do livro? O Sirius tinha que ficar escondido porque ele é um mortal vivo no reino dos mortos, se fosse descoberto, na certa ia ser morto, depois de muitos questionamentos, por certo do próprio Hades ― o que certamente não ia ser bom. Sim, de fato é uma boa ideia, vamos esperar pelos próximos capítulos para ver se isso realmente acontecerá! :$ Que bom que gostou, porque foi a minha primeira cena nesse sentido!


Lílian Granger Potter: Aaah, Nay. Obrigada por, hãn, me defender? Hihi, fiquei meio surpresa quando vi o comentário, mas depois pensei melhor e, bem, é só sua cara isso! Rsrs.


Jacob Gryffindor: Olá Jacob! Muito bem-vindo, e obrigada por comentar, fique sempre a vontade, seja pra criticar ou elogiar! Bem, eu acho que as duas histórias ficam boas juntas, é um pouco complicado de lidar, mas acho que dá certo e pode funcionar muito bem. Ao menos é o que espero que aconteça aqui, rsrs. Que bom que eu esteja conseguindo fazer funcionar.

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Comentários: 5

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Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 20/10/2011

Eu tinha entrado de greve de comentários na sua fic menina pam... mas vou suspendê-la por esse capítulo!! =] Mas só por esse capítulo tá?? (É chantagem mesmto tá!! hehehe)

Bom, eu tenho achado muito legal essa união de dois mundos PJ e HP... são duas séries que curto demais e até então sua fic tem sido uma surpresa muito agradável! =]

Achei legal a idéia do Harry se banhar lá no córrego do submundo! Hehehe... A aparição dos pais dele foi uma ótima jogada, o papo deles com o Sirius e o próprio Harry... Só senti falta de uma coisa, fiquei frustrado pela Lílian nao ter dado alguma indireta ou mesmo agradecido a Hermione sabe... mas tudo bem, quando está escrevendo vem tanta coisa na nossa cabeça que fica difícil pensar em tudo...

Continue postando figurinha, acho que o próximo capítulo (se o Harry não vir a morrer!! hehe) vai ser muito interessante e acho que ainda mais que isso, a saída deles... sei não... parece que promete!

Uma dúvida Pam, quando HHr e Sirius voltarem pra Londres, eles ainda terão contato com o mundo PJ?? Eu já vou responder!!! "Continue lendo e você verá!!" 

Sua chata!! =]

Não demora a att, tá muito boa!!

Ah, boa sorte na prova!! =**

Nota: 5

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Enviado por Hécate em 16/10/2011

como eu já te disse, não me canso de olhar a capa *-*. Eu juro que deveria ter desconfiado do Styx, serio, embora a ideia tenha dançado pela cabeça, eu achei que você não faria Harry querer mergulhar, mas acho que pode dar certo. Sobre o sangue de Hécate, eu gostei, eu realmente acho que quando se mistura PJ e HP ela deve ser mencionada, já que funciona como ponte de ligação entre os dois mundos, pelo menos eu acho. A Hermione é bem sensivel serio, viu atravez da nevoa, que booom, não deixa de ser magia, por enquanto não tenho muitas teorias, embora eu realmente ache que as duas guerras vão acabar sendo ligadas apartir dos proximos capitulos, seria legal. Ahh e sobre aquele comentario desnecessario e infantil, se alguém tem criticas, seja educado e coerente, se alguém ofender você me avise, por que o sujeito vai se arrepender amargamente Ò.Ó enfim, adorei o cap, Lily e Jay, Sirius *-* não demora no proximo pooooor favor!

Nota: 5

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Enviado por PamyPotter em 16/10/2011

Agora eu vi o comentário do Evandro! E concordo com o que a Nay disse pra ele! A fic é ótima, assim como a ideia da fic também! Então deixa isso para lá, afinal, acho que todos (ou a maioria, ou a minoria, ou só eu, sei lá) dos autores tem um pouquinho da cabeça afetada, mas para o lado bom! Não desamina que como eu já disse a ideia da fic tá ótima e você escreve super bem!

Nota: 5

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Enviado por PamyPotter em 16/10/2011

Adorei o capítulo e a capa tá linda, acho que o Sirius e a Mione vão ter que entrar em ação... É só um palpite, gostei muito de colocar a história do rio no meio da fic -que está, realmente, ótima. Me empolguei e espero a atualização com o próximo capítulo logo! E ainda bem que você está tendo sorte com seu irmão, que continue assim...

Poste assim que der!

Nota: 5

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Enviado por Lílian Granger Potter em 15/10/2011

Ninguém mexe com afilhada minha, se um abusado vier novamene aqui, terá resposta a altura! ò.ó

Capítulo ótimo, muito bem escrito e introduzindo a próxima fase da fic!

Nota: 5

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