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9. Emboscada


Fic: Não era para ser assim


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_Muito bem, vamos começar! Finalmente, depois de semanas, o Ministério resolveu nos mandar de volta aquela caixa que Hermione e Malfoy encontraram na casa de Snape. – Gui falava sério com os outros aurores na sala de reunião.

_E o que tinha na caixa afinal? – Rony perguntou.

_Há uma espécie de diário... Uma seqüência de ações e ataques que os comensais fariam contra a Ordem. – Gui falava, andando de um lado para o outro, segurando um pequeno caderno de anotações preto nas mãos.

_Bom, então porque o Ministério demorou tanto para devolver esse caderno? – perguntou Harry.

_Como eu presumi a caixa tinha um feitiço... – Gui olhou gravemente para Hermione que se mexeu desconfortavelmente na cadeira em que estava. – O auror que foi designado para abrir a caixa morreu ao fazê-lo...

_Morreu?!

_Sim Hermione... Havia um feitiço de segurança na caixa, apenas Snape poderia abri-la... O auror infelizmente faleceu três dias depois de faze-lo... – ele voltou a sentar-se em uma das cadeiras em volta da grande mesa. – O que importa agora é que precisamos decifrar os códigos que aqui estão e montar uma cilada para eles. Acho difícil que eles saibam que conseguimos abrir a caixa. Se tinha um feitiço tão poderoso eles certamente duvidam que conseguimos abri-la, portanto estamos um passo a frente deles. Neville, gostaria que você e Luna decifrassem esse código o quanto antes. Talvez Hermione possa ajudá-los e, Malfoy, gostaria que ficasse mais um pouco. Quero falar com você.

_Certo. – responderam Neville e Luna quase ao mesmo tempo. Hermione apenas concordou com a cabeça.

_Os outros aurores podem voltar a seus afazeres, por enquanto é só. Vocês três, muito cuidado. O ministério aplicou uma série de testes anti-feitiço, mas nunca se sabe.


Definitivamente Hermione se sentia como se ainda estivesse em Hogwarts. Como no ano passado ela várias vezes surpreendia Rony aos beijos com Lilá. A diferença é que com o tempo, bem pouco tempo, ela mesma percebeu, aquilo não mais a incomodava. Ela não se sentia confortável quando tinha a impressão de que atrás de cada porta que abria poderia presenciar alguma cena constrangedora, mas o fato de Rony fazer parte dela não mais a importava. Foi num desses flagras que ela saiu disfarçadamente pelo corredor rindo da situação quando sentiu uma mão enlaça-la pela cintura e prende-la na parede. Instantaneamente seus lábios foram tomados por um beijo arrebatador que a deixou sem fôlego quando, depois de um bom tempo que mais pareceram poucos segundos, ela pode finalmente fitar os olhos cinzentos e apaixonados da pessoa que a arrebatou daquele jeito.

_Malfoy! Ficou louco?! – disse tentando permanecer séria, mas sem sucesso. – O Rony tá na sala aí do lado! Já pensou se ele sai?

_Hum... sei! Eu vi quem entrou lá com ele... Ele não vai sair tão cedo, Granger.

_Mesmo assim... – ela o afastou delicadamente para poder se recompor. – Você não pode fazer isso. Sabe que ninguém entenderia... Não quero criar uma confusão aqui...

_Tudo bem, tudo bem... Prometo não fazer mais isso... – ele se afastou mais um pouco para fitá-la seriamente. - ...se você prometer que vai se encontrar comigo hoje a noite! – falou malicioso. – Eu vou fazer a vigia hoje e eu sei que você não tem turno esta noite...

_Malfoy! Se você vai estar de vigia deveria prestar atenção ao que vai fazer...- ele apenas a silenciou com um selinho.

_Se você for até lá eu com certeza vou prestar muita atenção ao que vou fazer... – falou encarando-a com o seu olhar mais sedutor.

_Hum... Você não leva nada a sério mesmo, hein? To falando sério! Quando estivermos os dois de folga combinamos alguma coisa... O que o Gui queria com você?

_Falar sobre a festa do casamento. Parece que alguém disse que eu não estava no meu posto no começo da festa. Certamente quando eu fui buscar aquele firewhisky. Mas não mude de assunto, Granger, não agüento mais ter que me encontrar com você de vez em quando, as escondidas e só por alguns minutinhos! – ele se afastou e ficou mais sério do que de costume. - Por que não podemos simplesmente admitir para todos o que sentimos um pelo outro?

_O que sentimos? – ela perguntou confusa.

Draco se afastou meio ofendido. – Você não sabe o que sente por mim? – ele começou a andar impacientemente. – Você ainda é apaixonada pelo Weasley?! Ele não tá nem aí pra você, Hermione!

Hermione fazia gestos desesperados tentando fazer com que ele se acalmasse e falasse mais baixo, mas ele não parecia dar atenção.

_Calma, Draco! Não foi isso que eu quis dizer...

_Algum problema, Mione? – Rony olhava a cena desconfiado. Lilá apenas observava o casal.

_Não Weasley!!! Não há problema nenhum!!! – ele saiu batendo o pé nervoso.

_O que está acontecendo, Mione?

_Nada Rony... Sabe como é o Malfoy! Ele está nervoso. Não sei direito o que houve durante a conversa que o Gui teve com ele...

Rony pareceu não acreditar muito na parca explicação da amiga, mas achou melhor ignorar. – Bom, em se tratando do Malfoy não deve ser nada que valha a pena. Você vem para o almoço?

_Vou sim... Só vou lavar as mãos antes...

_Nós vamos indo, então...

_Tá...

O casal deixou o corredor. Hermione permaneceu encostada na parede pensativa. Olhou em direção ao casal que se afastava e deu de cara com Lilá olhando-a com um sorriso cínico no rosto...


No refeitório Hermione avistou Draco sentado muito afastado de todos. Ele havia realmente ficado chateado. Ela se aproximou dos amigos e se sentou para almoçar com eles. Todos conversavam muito e comentavam sobre as últimas notícias a respeito do diário, mas Hermione não ouvia mais do que uma palavra ou outra. Tinha outras coisas para pensar... Sentimentos para por no lugar... Seus pensamentos foram interrompidos...

_Aquela não pareceu uma briga entre dois oficiais... Parecia mais uma discussão conjugal... – Lilá dizia provocativa.

_E o que você tem a ver com isso Brown? – Hermione perguntou seriamente.

_Nada... Mas imagine se o Harry desconfia disso? Ou o Rony mesmo? São seus amigos e odeiam o Malfoy...

_Não me diga? Sabe o que eu acho? Que você deveria ocupar sua mentezinha vazia com as lições passadas aqui na Ordem, e não com a vida alheia...

_Então é verdade?! Você e o Malfoy estão ficando?!

_Claro que não!!! Mas se fosse você não teria nada a ver com isso! Humpf! Perdi a fome!

_Onde você vai, Mione? Não vai comer?

_Não! Perdi a fome, Ronald! Sua namoradinha me dá indigestão...

_O que você fez agora, Lilá?! – Rony perguntou bravo.

Do outro lado do salão Draco percebeu a movimentação e resolveu interromper seu jantar também. Essa coincidência não passou despercebida por Lilá.

_Nada Uón – Uón, a Hermione anda nervosa a toa. Tudo que eu falo a irrita... Não é culpa minha... – Lilá falava com voz fina e carinhosa enquanto passava as mãos pelos cabelos do namorado.

Rony sentia o coração acelerado, mas isso com certeza não tinha nada a ver com Lilá... Ele estava tão perdido em seus pensamentos que não ouvia nada ao seu redor. Tudo que ele via era Hermione saindo nervosa do refeitório. – Será que ela ainda tem ciúmes de mim com a Lilá? Faz tempo que não a vejo com o Krum... Será que eu finalmente deveria ir falar com ela?


_Granger...

Hermione andava sozinha em direção a sala de reuniões quando ouviu alguém pronunciar seu nome baixinho...

_Malfoy? É você?

_Se não fosse você acabaria de nos colocar em apuros, Granger...- ele a enroscou pela cintura e depositou-lhe um beijo no pescoço.

_O que você está fazendo aqui? Não deveria estar na sala de reuniões? – ela dizia ficando de frente para ele e beijando-lhe carinhosamente os lábios. – Não está mais bravo comigo?

_Você já sabe o que sente?

_Acho que sim... – ela o beijou novamente. – Mas o que está fazendo aqui? Hoje vão escalar os aurores para a missão do diário. Você não foi chamado?

Draco deu passos impacientes se afastando de Hermione: - fui, mas eu pedi dispensa dessa missão...

_Por quê? – ela perguntou espantada.

_Porque quero ficar aqui... com você... Peça dispensa também, invente uma desculpa qualquer... Eles têm aurores suficientes para capturarem aqueles comensais. Vamos ficar aqui, Hermione...

_Mas Draco...

Ele se aproximou dela e colocou suas mãos em seu rosto. – Por favor...

Hermione não sabia o que responder. Não tinha vocação para ser auror, mas tinha vontade de capturar aqueles comensais. Queria estar presente quando isso acontecesse, mas desde que começou a se encontrar as escondidas com Draco ela não era a mesma Hermione de sempre. Estava confusa, com medo. Tinha medo de seus sentimentos, medo do futuro, medo de perder os amigos, fosse pelas mãos de Voldemort ou por causa de seu envolvimento com Draco... Mas também tinha medo de perdê-lo. Ele havia pedido por aquilo outras vezes e ela não aceitou.. Talvez estivesse devendo um pouco mais de atenção a ele...

_Tudo bem... Eu vou pensar em alguma coisa pra dizer ao Gui...

Draco parecia uma criança no Natal, com um presente enorme nas mãos. – Que bom, Hermione... Que bom...- ele a apertou em um abraço forte e a beijou como a muito não fazia...


Rony, Neville, Fred e Jorge vão pela parte de trás do galpão. Krum, Parvati, Simas e Lino ficam na parte da frente. Eu, Luna, Dino e Harry entraremos pelas janelas, ao mesmo tempo. Os demais escondam-se e nos dêem cobertura. A ordem é atirar apenas para deixá-los desacordados! Precisamos desses malditos vivos para descobrir onde Você-Sabe-Quem se esconde! Estão todos prontos?! – Gui dava as ordens tentando passar o máximo de confiança para os outros aurores, mas ele mesmo estava preocupado. Eram muitos comensais e qualquer erro poderia custar a vida de muitos.

_Estamos prontos! – alguns responderam também tentando transparecer coragem...

_Então vamos! – Gui fez um gesto com o braço para que todos tomassem posição, mas...

_Quanta coragem, Weasley! Quanta coragem! – uma voz fria e assustadora foi ouvida. Snape podia ser visto no alto do galpão, e não estava só...

Um clarão surgiu acima de onde eles estavam e os aurores se viram cercados por comensais. A missão havia falhado. Em questão de segundos a paisagem se coloriu com clarões vermelhos, azuis, verdes... Pareciam fogos de artifício multi-coloridos que voavam baixo. Muitos gritos eram ouvidos, muitos feitiços eram proferidos. A missão estava perdida.

_Recuar! Recuar! – Gui gritava para os aurores que ainda permaneciam de pé. Uma seqüência de estalos foi ouvida e aos poucos a quantidade de pessoas no campo de batalha diminuía. Os aurores que permaneciam em pé aparataram do local levando aqueles que haviam sido atingidos, e que não eram poucos. Alguns comensais também caíram. Era difícil dizer se algum dos lados saíra vitorioso dali...

Na Ordem da Fênix tudo parecia tranqüilo. Alguns aurores permaneciam de vigia e apostos caso recebessem alguma mensagem vinda de algum auror na missão, mas dois deles não ouviam nada além de suas próprias respirações e dos estalos apaixonados dos beijos que trocavam. Hermione e Draco estavam trancados num cômodo escuro da Ordem, onde ninguém poderia achá-los, mas de onde poderiam ouvir qualquer movimento quando os soldados voltassem. Hermione nunca havia se sentido daquele jeito. Um misto de satisfação e culpa a dominava. Ela se sentia bem nos braços de Draco, adorava sentir seus beijos, seus carinhos, mas se sentia mal por estar ali enquanto seus amigos arriscavam a vida tentando capturar comensais. Toda vez que esse pensamento vinha em sua mente ela pensava em sair dali, mas o toque das mãos de Draco em sua cintura, subindo pelos lados de seu corpo e acariciando seu pescoço para depois dar espaço para os beijos que ele depositava ali a fazia perder as forças de novo.

Draco sabia exatamente como tocá-la, sabia fazê-la se sentir bem e esquecer de todo resto. Seu toque a fazia perder a noção do tempo e do que era certo ou errado. Tudo em que ela pensava era em beijá-lo e sentir suas carícias enquanto afundava suas mãos em seu cabelo liso e claro, depois descia para o pescoço fazendo-o se arrepiar com o seu toque, como se quisesse retribuir todas as sensações que ele lhe proporcionava. Draco agora acariciava-lhe a perna com uma das mãos enquanto tentava deixá-la mais confortável sobre a montanha de colchonetes de treinamento em que os dois estavam. Hermione resistia a principio, mas depois cedia. Os dois estavam deitados naquela sala escura, cuja única claridade era a da lua e o único som que podia ser ouvido era o de suas respirações. Draco levou sua mão até a cintura de Hermione passando-a por baixo da blusa do uniforme. Ele sentiu Hermione hesitar e parou o movimento, ele a olhou esperando por algum sinal, ela apenas sorriu. Ele voltou a beijá-la descendo dos lábios para o pescoço e depois para o colo. Hermione agarrava seus cabelos com uma das mãos e com a outra acariciava suas costas. Ele mudou a direção da carícia e desceu sua mão para tirar a calça do uniforme que ela usava. Hermione não pode mais continuar e barrou a mão do rapaz com a sua.

_Draco... Draco, espera...

_O que foi, Mione? – ele parou para olhá-la, imaginava que Hermione nunca tinha passado por aquilo e estava paciente.

_Eu acho melhor não...

_Por que? Você não precisa ter medo, Hermione.

_Não é medo...

_Então?

_Não foi bem assim que eu imaginei, sabe? Num porão, as escondidas... No meio de uma guerra...- ela se sentou nos colchonetes fazendo-o se sentar também e perceber que não aconteceria nada além de onde haviam chegado. – Desculpe...

_Não precisa se desculpar... – ele a abraçou e depositou um beijo no alto da cabeça dela tentando esconder a decepção que sentiu naquele momento. – É melhor subirmos então... Os outros devem estar chegando. – Draco se levantou e ajudou Hermione a se levantar também. Era visível seu desapontamento. – É melhor não aparecermos juntos, eu vou na frente...

_Tá... – Ele começou a subir as escadas, mas ela o segurou pelo braço puxando-o suavemente para o último beijo da noite.


“Obrigado pelas informações, foram muito úteis, as duas. A primeira serviu para emboscarmos seus amiguinhos com alma de heróis. Confesso que se não fosse por você estaríamos em apuros, eles estavam bem preparados. Quanto a outra... vou pensar em como usa-la...

L.M. “

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