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3. O Resgate Inesperado


Fic: Harry Potter e a Ordem da Fênix v.2.0 Att. 16-6


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-- CAPÍTULO 3 --


N/A Capítulo Alterado.


O resgate inesperado


"Acabo de ser atacado por dementadores e posso ser expulso de Hogwarts. Quero saber o que está acontecendo e quando eu vou poder sair daqui."


Harry copiou essas palavras em três pedaços diferentes de pergaminho assim que chegou à mesa do seu quarto. Endereçou o primeiro para Sirius, o segundo para Rony e o terceiro para Hermione.


Sua coruja, Edwiges, estava caçando; sua gaiola estava vazia sobre a mesa. Harry ficou na cama aguardando por seu retorno, sua cabeça estava latejando, seu cérebro estava tão ocupado que não conseguia dormir. Suas costas doíam por ter carregado Duda até em casa e os dois galos em sua cabeça, resultado das pancadas que levou, estavam doendo muito. Sua cabeça não parava de pensar em tudo o que acontecera. Ele estava furioso com tudo isso. Dementadores o caçando, a Sra. Figg e Mundungo Fletcher o espionando secretamente, a suspensão de Hogwarts e os avisos do Ministério da Magia - e ninguém pra lhe dizer o que estava acontecendo. E o que aquele berrador queria dizer? De quem era aquela voz que ecoou pela cozinha? Por que ele ainda estava sendo privado de notícias? Por que todos o tratavam como se fosse uma criancinha? Não faça mais nenhuma mágica, fique na casa...


Ele chutou seu malão quando passou por ele, mas longe de afastar sua raiva, agora se sentia pior, seu pé agora doía igual o seu corpo inteiro.


Edwiges entrou pela janela de forma tão suave que parecia um pequeno fantasma.


- Bem na hora! - disse Harry enquanto ela pousava em cima da gaiola. - Você pode largar isso ai mesmo, eu tenho trabalho para você! Venha aqui.


Harry amarrou os 3 pedaços de pergaminho na pata dela.


- Leve essas mensagens para Sirius, Rony e Hermione e não volte sem uma resposta esclarecedora. Fique bicando eles até que escrevam uma carta bem longa. Entendeu?


Edwiges fez um ruído como se estivesse falando com ele.


- Então vá andando.


E ela saiu imediatamente. Harry se deitou na cama sem trocar as roupas e ficou olhando para o teto escuro.


Agora além de tudo ele estava se sentindo culpado por ter falado de forma tão rude com Edwiges, sua única amiga na Rua dos Alfeneiros, número 4. Mas ele a recompensaria quando ela voltasse com as respostas.


Eles escreveriam de volta. Não poderiam ignorar um ataque de dementadores. Ele provavelmente acordaria com três cartas quilométricas cheias de simpatia e planos para sua remoção imediata para A Toca ou qualquer outro lugar. E com aquela idéia confortante, o sono chegou sobre ele afastando todos os outros pensamentos...


***


Mas Edwiges não retornou na manhã seguinte. Harry passou o dia inteiro em seu quarto, saindo apenas para ir a banheiro. Três vezes naquele dia tia Petúnia empurrou comida por baixo da portinha que tio Válter colocou na porta do quarto dele há alguns verões atrás. Cada vez que Harry a ouvia se aproximando ficava imaginando sobre o berrador... Mas não podia fazer nada. E isso continuou por três dias seguidos. Harry já estava ficando cheio disso. E se enfrentasse o Ministério? E se fosse expulso e sua varinha quebrada? O que faria, pra onde iria? Ele não poderia voltar a viver com os Dursley, não agora que conhecia o outro mundo, ao qual ele realmente pertencia. Será que poderia ir viver com Sirius? Não sabia o que fazer...


Na quarta noite após a partida de Edwiges Harry estava deitado com a mente exausta quando seu tio entrou no quarto. Tio Válter estava vestindo a melhor roupa que tinha e estava com uma expressão de que era alguém importante.


- Nós estamos saindo - disse ele.


- Como?


- Eu disse que eu, sua tia e Duda vamos sair.


- Tudo bem.


- Você não vai sair desse quarto enquanto estivermos fora.


- Certo.


- Não ligue a tv, nem o som, e não mexa em nenhuma de nossas coisas.


- Sem problemas.


- E não pegue comida na geladeira.


- Pode deixar.


- Eu vou trancar sua porta.


- Pode trancar.


E tio Válter se virou, fechou a porta e saiu de casa. Harry não se importou com a saída dos Dursley. Pra ele não fazia nenhuma diferença se estavam em casa ou não. Ele não tinha forças nem pra se levantar e acender a luz. Ficou ouvindo os sons da noite, deitado em sua cama.


Então ouviu um som vindo de fora da casa. Não podiam ser os Dursley, haviam acabado de sair e não tinha ouvido o carro. Houve silêncio por alguns segundos e depois um estranho som que parecia alguém mastigando.


“Devo estar ficando louco” pensou ele. Ficou mais atento em busca de prováveis barulhos, mas não ouviu nada. Estava para retornar a dormir quando ouviu o ranger do degrau da escada.


"Ladrões" pensou imediatamente. Harry agarrou a varinha, que estava na mesinha de cabeceira, e se aproximou da porta do quarto para tentar ouvir melhor. Afastou-se pra trás e se escondeu parcialmente ao ouvir a fechadura destrancar e a porta se abrir lentamente.


Harry ficou parado diante da porta aberta tentando identificar quem estaria invadindo seu quarto. Seus pensamentos estavam a mil. Seu coração parecia estar galopando. O homem de longos cabelos entrou e foi direto a cama onde normalmente o garoto estaria.


Neste pequeno momento de indecisão do homem ao não encontrar ninguém na cama, Harry percebeu que se tratava de um bruxo, um bruxo que provavelmente estaria lá para capturá-lo. Será que era do ministério? Mas eles teriam uma audiência. Nestes poucos segundos de hesitação do homem, rapidamente encostou sua varinha diretamente a nuca do invasor.


- Jogue sua varinha no chão. Exclamou num fiapo de voz o moreno.


- Acredito que isto não seja necessário Harry. Exclamou o invasor com um tom de voz muito familiar para o moreno.


- Sirius! Exclamou contente, mas antes que abaixasse a varinha, uma voz gritou em sua mente. “Vigilância Constante garoto”.


- Harry? Sou eu, será que você pode abaixar a varinha? Pediu Sirius nervoso pela situação.


- Eu já fui enganado anteriormente, diga algo que comprove que você é o Sirius mesmo. Não sabia bem o porquê de agir assim, mas seus instintos estavam gritando em sua mente.


- Tudo bem. Fico contente que esta se prevenindo. Ano passado antes da primeira prova do Tribuxo, eu apareci na lareira da sala comunal da Grifinória para conversarmos sobre quem poderia tê-lo inscrito no torneio e qual seria o melhor meio de enfrentar o dragão...


- Sirius! Exclamou o moreno retirando a varinha da nuca do padrinho.


- Tenho muito orgulho do que você acabou de fazer. Exclamou o animago cumprimentando Harry assim que se virou.


- Não sei muito bem, foi meio que instinto. Respondeu sem graça.


- Mas foi muito bem. Se fosse um comensal você teria se saído bem. O orgulho estava visível na voz do maroto. – Mas vamos nos apressar. Precisamos partir logo.


- Para onde vamos? Para a toca? Perguntou apressado.


- Não Harry. Tenho outra proposta para lhe fazer. Desta vez o animago parecia realmente nervoso.


- O que esta acontecendo Sirius? Por que não podemos ir para a toca?


- Bom. É o seguinte. Não concordo com a forma que Dumbledore vem lidando com a situação. Principalmente no que diz a seu respeito. 


- Como assim a meu respeito? Perguntou sem entender.


- Não concordo em você ter que ficar aqui com estes trouxas enquanto pode ficar comigo. Mesmo ainda como foragido eu posso te dar um lugar melhor para morar. O problema é que Dumbledore não concorda. Acha que você esta mais seguro aqui, com estes trouxas.


- Sabe. Continuou após o silencio do afilhado. - Aluado também não concorda e acabamos bolando um plano para mudar esta situação, mas para fazermos isto, precisamos da sua concordância.


- O que seria Sirius. Qualquer coisa é melhor do que ficar aqui. Respondeu prontamente o moreno de olhos verdes.


- Eles realmente te tratam muito mal? Perguntou o padrinho com um rosnado.


- Isso não tem mais problemas. Desconversou o moreno. – Vamos me conte logo que plano é este. Questionou tentando mudar de assunto, uma vez que não ficava confortável falando sobre o assunto.


- Não precisa ficar desconfortável. Assim como você eu também sofri nas mãos de parentes.


- Como assim Sirius?


- Meus pais. Rosnou. Venho de uma família puro-sangue idiota. Para eles o que importava era o sangue e o status da pessoa na sociedade. Como eu nunca segui os passos dos meus pais, eles sempre me trataram mal, apenas meu irmão era bom o suficiente.


- O que você fez? Perguntou curioso pela súbita explicação do padrinho.


- Quando eu tinha 16 anos eu fugi. Fugi e fui para casa de seu pai.


- Para a casa do meu pai? Perguntou espantado.


- Sim. Seus avós sempre me trataram muito bem e como eu e Tiago éramos como irmãos, acabei ficando por lá. Contou nostálgico. – Mas depois falamos mais sobre isto já perdemos muito tempo. Como te falei, Aluado e eu não concordamos em deixar você aqui com estes trouxas e como não temos o apoio de Dumbledore que prefere deixá-lo aqui, tivemos que fazer algo por nós mesmos.


- Por que o professor Dumbledore prefere que eu fique aqui? Questionou não gostando da atitude do diretor.


- Ele acha que você estaria mais seguro estando longe dos bruxos. Acha que aqui os comensais jamais pensariam em procurá-lo, mas veja, você foi atacado. O que nos leva a crer que Voldemort já esta com espiões no ministério, por isso tínhamos que agir, senão poderia ser tarde demais.


- Nem com isso o professor Dumbledore mudou de idéia? Questionou o moreno de olhos verdes não aceitando muito bem as atitudes do diretor.


- Bem... Na verdade ele montou um plano para retirá-lo daqui. Ele convocou a antiga Ordem da Fênix para vir resgatá-lo em segurança.


- Então você veio me resgatar? Perguntou esperançoso por finalmente sair da casa dos Dursleys. – Poderei sair daqui finalmente? Iremos para onde? Onde estão Rony e Hermione? Eles estão com Dumbledore? O que é esta Ordem da Fênix? Questionou tudo de uma vez.


- Se acalme. Disse olhando nervosamente para o relógio estranho que tinha no pulso. – Não temos muito tempo, então vou resumir tudo ok? Aguardou a confirmação e continuou. Sim você poderá sair da casa dos Dursleys, porem Dumbledore quer levá-lo para a sede da Ordem da Fênix. Esta ordem é composta por pessoas que lutaram e lutam contra Voldemort, desde a primeira guerra. Respondeu ao afilhado.


- E Rony e Hermione? Questionou atentamente notando que Sirius tinha pulado esta parte.


- Eles estão na sede.


- Então o que estamos esperando? Vamos para lá. Começou animado por rever os amigos.


- Por isso que eu falei que precisávamos da sua concordância.


- Como assim? Não estou entendendo, se estão todos na sede da ordem, vamos para lá.


- A sede da ordem é minha antiga casa. Respondeu o maroto com olhar triste. – A antiga casa dos meus pais, é um dos locais mais seguros do mundo e com os feitiços que Dumbledore colocou, lá é tão seguro quanto Hogwarts.


- Mas? Incentivou o moreno percebendo que o padrinho não falara tudo.


- Desde quando você ficou tão inteligente? Questionou sorrindo forçado para o afilhado.


- Fala logo Sirius.


- Eu odeio ficar naquele lugar. Desde que o deixei na estação esta foi à primeira vez que sai e como meu caso ainda não foi solucionado não posso ficar bobeando, mas não é só isso. Dumbledore quer levá-lo para a Ordem da Fênix, mas não quer que você saiba o que esta acontecendo. Quer que você fique no escuro. Eu e Aluado não concordamos com isso, Voldemort já tentou matá-lo quando você ainda era um bebê e desde então vem tentando, ano após ano, por isso não concordamos em deixá-lo no escuro. Voldemort tem um interesse em você fora do normal, por isso bolamos uma alternativa.


- E esta alternativa seria? Questionou tenso, afinal concordava com o padrinho.


- Nós arrumamos a antiga casa de seus avós para ficarmos lá. Refizemos todos os feitiços de proteção e fizemos o feitiço do Fiel do segredo.


- Aquele mesmo que foi utilizado para meus pais se esconderem? Questionou não gostando muito da idéia.


- Sim, este mesmo, porem desta vez eu sou o fiel. Aluado executou o feitiço e eu sou o portador do segredo.


- O que estamos esperando então? Respondeu aliviado. – Vamos para lá.


- Calma, me deixa explicar os prós e contras, aí você decide se quer ficar conosco lá ou ir para a sede da ordem.


- Ok.


- Os prós é que você estará morando comigo e Aluado, nós iremos lhe informar tudo que pudermos sobre a guerra e Voldemort e pretendemos te ensinar uma coisa ou outra. O moreno sorriu animado ante a idéia de morar com o padrinho e o professor Lupin. - Agora os contras. Nós não poderemos falar para ninguém onde estamos escondidos. Quanto menos pessoas souberem melhor.


- Como assim? Nem Rony ou Hermione? Perguntou ansioso.


 - Isso mesmo, nem Rony ou Hermione.


- Mas porque Sirius? Eles jamais falariam para alguém. Interveio pelos amigos.


- Harry! Mesmo que eles não queiram falar, há maneiras para descobrir informações e dentro da ordem, além de Dumbledore um exímio Legilimente, temos outros que podem fazer isto também.


- Legilimente? Perguntou sem entender.


- A arte de ver através da mente das pessoas. Dumbledore é perito nisto, assim como muitos dos membros da ordem.


- Você e o professor Lupin conseguem se defender disto? Perguntou surpreso pela revelação de que alguém poderia ler mentes.


- Sim. Nós nos aperfeiçoamos para não deixar nenhuma informação vazar.


- Entendo.


- Por isso que precisamos da sua concordância. Você prefere o que? Questionou o animago.


Sirius estava muito nervoso. Queria muito que o Harry fosse morar com eles, afinal era seu padrinho e tinha o dever de protegê-lo. O moreno parou para pensar, olhou bem para a aflição nos olhos do padrinho e respondeu.


- Eu realmente gostaria de estar com Rony e Hermione... Mas ficar com eles e não ter notícia nenhuma do que esta acontecendo não me agrada nem um pouco. É claro que vou com você e com o professor Lupin.


O animago abriu um dos sorrisos mais intensos que o moreno havia visto até então. Lembrava em muito o sorriso do padrinho de quando aceitará morar com ele no fim de seu terceiro ano.


- Então precisamos nos apressar.


Quando ele acendeu a luz, percebeu que o quarto do moreno estava uma bagunça. Confinado por quatro dias durante uma "maré baixa" Harry não se importava muito com a organização. Os livros estavam espalhados pelo chão, a gaiola de Edwiges estava imunda, o malão estava aberto, roupas de trouxa e bruxo misturadas...


Harry começou a juntar as coisas quando Sirius o interrompeu.


- Acho que é melhor se eu fizer isto Harry. Disse ele com um olhar gentil passando pela bagunça que estava no chão e levantando a varinha.


- Ah, claro! - disse Harry colocando os livros que estavam e suas mãos no malão.


- Arrumar Malas! – Disse Sirius, agitando sua varinha num longo movimento.


Livros, roupas, telescópio, voou tudo pra dentro do malão.


- Não está muito arrumado... Mas pelo menos está tudo ai dentro – disse Sirius, fechando a tampa do malão. Agora está bem melhor.


- Como nós vamos Sirius?


- Iremos voando Harry. É o único jeito de não sermos rastreados por ninguém.


- Tudo bem então. Disse o moreno de olhos verdes pegando sua vassoura.


- Certo agora já temos tudo pronto... Então vamos. Locomotor malão.


O malão de Harry flutuou alguns centímetros do chão e Sirius o conduziu escada abaixo, seguido por Harry, que vinha carregando a gaiola de Edwiges e a vassoura.


- Eu deixei uma carta dizendo a seus tios para não se preocuparem...


- Eles não irão. Acredite em mim - disse Harry.


- Antes de sairmos preciso desiludir você.


- Desiludir? Perguntou ao sentir o padrinho encostar a varinha em sua cabeça.


- Sim, feitiço da desilusão.


O moreno sentiu como se um ovo fosse quebrado em sua cabeça. Olhou para seus braços e exclamou surpreso. – Wow. Estou parecendo um camaleão. Disse ao notar que seu corpo adquiria as cores e a textura dos ambientes a sua volta.


- Agora podemos sair. Disse fazendo o mesmo procedimento em si e na vassoura de Harry.


No jardim Harry notou o animago fazendo uma reverencia para o vazio, mas lembrando a pouco do feitiço que ele mesmo estava, olhou mais atentamente e pode notar para o que o padrinho estava fazendo reverência. Bicuço estava ali, antecipando ao fantástico animal, Harry fez a mesma reverência. Assim que recebeu o retorno fez um leve afago em sua cabeça enquanto Sirius afivelava seu malão na uma corrente que estava na pata do animal.


- Devemos nos apressar Harry. Logo o pessoal da ordem deve estar aqui. Disse o animago subindo no dorso do animal.


O moreno montou em sua vassoura e aguardou Sirius partir para segui-lo. Estava ansioso como há muito tempo não sentia. Parecia o inicio de uma partida de Quadribol. Assim que bicuço ganhou os ares, Harry saltou do chão. O ar frio da noite passava por seus cabelos enquanto os gramados verdes da Rua dos Alfeneiros ficavam para trás junto com todas aquelas preocupações de representantes do Ministério quebrando sua varinha e tudo mais... Sentia como se seu coração fosse explodir de tanto prazer; estava voando novamente, era tudo o que ele mais sonhou neste dias quentes que esteve enfurnado na casa de seus tios... Estava indo para casa... Casa de seus avós e agora casa dele, Sirius e o professor Lupin. Por alguns momentos gloriosos, todos os seus problemas pareciam ter se reduzido a nada, insignificantes diante do vasto e brilhante céu estrelado.




 N/A Fala galera, então este capítulo foi praticamente todo reformulado, porém ainda não esta betado e como eu estava ansioso pra saber as opiniões de vocês, resolvi postar assim mesmo. Qualquer coisa podem comentar que é de graça viu Povo. kkkkkkkkkk

Punkeeslaw Potter: Posso te chamar de Punk??? kkkk. Seguinte, seja bem vinda na fic, estou com alguns capítulos prontos, mas como tem mais duas fics fica um pouco corrido e estou devendo já em ASC E DH não sei como será minha frequência, mas prometo postar sempre que der. Com certeza irei ler sua FIC, só preciso de um pouco de tempo, mas assim que der eu leio e deixo um coments pra você lá. Quanto aos shippers, não posso falar, senão perde a graça... bjo

Rosana Franco: Então, primeiramente obrigado por ainda ter paciência comigo, tenho esta minha diversão por escrever, mas infelizmente tenho algumas responsabilidades que vem em primeiro lugar. Quanto as fics, estou preparando um pacote, com pelo menos um capítulo por fic, não sei quando vai ficar pronto, mas acredito eu que não vai demorar tanto. Quanto a esta fic em especial, o patrono do Harry mudou sim. Ainda não esta visível, pois ele esta sofrendo diversas mudanças, todo mundo sabe como é a cabeça de um adolescente de 15 anos, logo vocês e todo mundo entenderá um pouco melhor destas mudanças... bjo.

Perceu

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Comentários: 1

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Enviado por rosana franco em 21/10/2011

Fugir com o Sirius e o Lupim foi fantastico,espero que os dois abram logo o jogo com ele odeio esta história de 'quando chegar a hora vc vai saber"a hora é agora e espero que os dois deem algum treinamento para ele.

Nota: 5

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