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4. Cap. 04* – Culpado ou inocente


Fic: Gina Potter e os Poderes Secretos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 04 – Culpado ou inocente?


 


Depois do almoço, conversou com os garotos sobre o que eles fizeram nas férias, e junto com Mandy, Kat e Mione, brigou com eles por ainda não terem feito as tarefas de Hogwarts. Depois de deixar os quatro garotos sobre a supervisão das garotas, Gina seguiu até seu quarto, pegou sua varinha e junto com os quadros, seguiu para o porão, onde Sirius tinha lhe dito que poderia treinar. Passou a tarde inteira treinando alguns feitiços sem varinha e algumas transformações de pequeno porte, já que descobrirá que sua animagia era a animagia rara. Um pouco antes da janta, saiu do porão e seguiu para o quarto tomar um merecido banho. Ao passar pela sala, percebeu que eles ainda faziam as tarefas e as garotas estavam a um canto conversando. Deu um rápido selinho em seu namorado e deixo-os conversando com os fundadores. Quando ia descer para o jantar, os garotos, acompanhados de Fred e Jorge, adentraram no quarto.


- O que vocês estão fazendo aqui? Não é a hora do jantar? – perguntou a garota.


- Reunião da Ordem. – falou Jorge.


- Jantar só depois que acabar. – completou Jorge.


- Porque não me avisaram? Tenho algumas coisas para falar que descobri com o cara-de-cobra. – e a garota saiu andando, com o pessoal atrás dela.


Ao chegar à sala de reunião, bateu levemente na porta e após a mesma ser aberta pela Sra. Weasley, vendo que a senhora ia falar algo, disse: - Sei que não vão me deixar participar e que nem vão me contar o que está acontecendo, mas preciso avisar algo para o professorº Dumbledore.


- E o que seria tão importante que não poderia esperar Gina? – perguntou o bondoso senhor.


- Professor, o senhor pediu para que avisasse ao senhor quando descobrisse algo na mente dele, descobri que ele mantem pelo mesmo um comensal próximo à casa de meus tios, a casa dos Weasley, Hogwarts e Beco Diagonal, além de estar planejando um ataque a Hogsmeade no dia 1º de setembro. – falou a garota rapidamente.


- Tem certeza disso Gina? Ele não colocou lembranças falsas? – perguntou o professor.


- Não, pois no dia que descobri isso, minha barreira de oclumência estava bem forte e seria impossível que ele soubesse que eu estava em sua mente. – falou a garota para surpresa de todos. – Ah, antes que eu me esqueça, seria mais aconselhável, contar aos membros da Ordem sobre eles, pois Tom já sabe que eles o renunciaram.


- Vejo que levou o meu conselho a sério quando me contou suas suspeitas pelo volta dele e os sonhos estranhos que tinha, e aprendeu a oclumência. – falou Dumbledore.


- Mas é claro, principalmente pelo fato que não é muito agradável quando tentam entrar em nossas mentes, então o senhor pode para de tentar que eu não vou abaixar minhas barreiras – falou a garota, enquanto um sorriso aparecia na face do velho mago.


- Só queria saber até onde você tinha aprendido, mas o curioso é o fato que você sabe sobre eles e que levou tudo calmamente, visto que são inimigos.  – falou Dumbledore.


- Sempre percebi que a lealdade dele vacilava em luz e trevas, e não somos propriamente inimigos, pois só tenho um inimigo, que é Tom. Apenas não nos damos bem. Agora, acho que o senhor precisa dar algumas explicações e se não for pedir demais, preciso falar com o senhor depois, sobre aquele assunto. – completou a garota.


- Depois conversaremos melhor, Gina. – falou o bondoso professor.


Gina virou-se para sair, mas antes pode ouvir Remo cochichar para Sirius: - essa garota me surpreende cada vez mais! – e mandando um olhar que dizia claramente que ela tinha ouvido, saiu seguida de seus amigos para o andar superior, onde ficavam os quartos.


- Estou certo em dizer que você não vai nos contar quem são eles ou sobre o que você tem que falar com Dumbledore, hein Gi? – perguntou Harry.


- Desculpa amor, é que o assunto foi uma proposta que ele me fez ano passado, a qual não vou aceitar. E quanto a eles, é mais fácil ele próprio falar, já que não sei a história detalhada. –desculpou-se a ruiva.


- Tudo bem. Mas por que você não disse que tinha entrado na mente dele? – falou o moreno assumindo um ar preocupado. – Sei como você fica quando isso acontece, ou quando ele entra na sua mente.


- Não aconteceu nada, amor. Não precisa ficar preocupado. – falou a ruiva entrando no quarto que dividia com Hermione.


- Isso já aconteceu antes? – perguntou Gab sentando-se no chão, ao lado de Mandy.


- Já, aconteceu algumas vezes. Ela viu a morte do trouxa que morreu ano passado, viu quando Bartô Crouch Jr se juntou a Voldemort e quando ele ficou sabendo da morte de Bartô Crouch pai. – falou Harry sentando-se na cama com a ruiva em seu lado, descansando a cabeça no ombro do moreno.


- E por que não falou nada para a gente, Gin? – perguntou Dan, sentando-se encostado na cama de Gina, com Kat ao seu lado.


- Não queria preocupar vocês, e pensei que fossem somente sonhos. – respondeu a garota.


- Até o dia que ele entrou em sua mente, depois do baile, não é amor? – perguntou Harry mexendo em seus cabelos.


- Ele entrou em sua mente? – perguntou Mione horrorizada, sentada em sua cama com Ron ao seu lado.


- Tentou Mione. Mas vamos mudar de assunto, sim? Como vai ser escolhido o capitão do time de Quadribol, Fred e Jorge? – perguntou para os gêmeos sentados no patente da porta.


- Bom, pelo que sabemos, o time será reunido e junto com a McGonagall escolheremos o capitão, por quê? – falou Fred.


- É que como os Dursley decidiram me evitar, depois que eu faço minhas tarefas na casa, eu tenho bastante tempo livre. Quando terminei minhas tarefas de Hogwarts, li alguns livros de Quadribol que tinha, e bolei algumas estratégias. – falou a garota. – Vocês, Angelina, Kate e Alicia, já tem alguém em mente?


- Ainda não, mas que não nos indicaremos, temos certeza. – falou Jorge.


- Por quê? – perguntou Dan.


- Não temos jeito para liderar. – falaram os gêmeos juntos.


- E não são responsáveis. – Acrescentaram Mandy, Mione e Kat, fazendo todos rirem e os gêmeos ficarem envergonhados.


Ficaram conversando sobre normalidades, até a Sra. Weasley chama-los para jantar. Enquanto jantavam, Gina fez uma pergunta que a muito queria fazer: - Sirius, qual foi a prova que você e o tio Aluado acharam para conseguir o julgamento?


- Sua mãe mandou uma carta para o Aluado falando da troca dos fieis, mais ela chegou alguns dias depois do acidente. Ele nunca a abriu, e quando procurávamos pistas, a achamos e mandamos para o Ministério. – falou o maroto.


- Como vamos para o julgamento, na semana que vem? – perguntou a garota.


- Como assim “como vamos?” você não vai! – falaram Lene, Molly, Sirius e Remo ao mesmo tempo.


- É claro que vou, por dois motivos. Primeiro vocês acharam mesmo que eu ficaria aqui parada, enquanto meu padrinho vai ser julgado? E segundo, eu fui chamada para testemunhar, a carta do Ministério, chegou junto com a de Sirius, meu chamando para testemunho. – falou a garota, deixando os cinco surpresos e os garotos se segundo para não rirem.


Após a janta, Dumbledore e Gina seguiram para a biblioteca, onde poderiam conversar com mais calma. A garota falou que não aceitaria a proposta e falou sobre as descobertas do dia anterior, onde Dumbledore ficou surpreso, mas autorizou que a garota treinasse na escola. Quando estavam todos se despedindo do diretor na sala, ocorreu uma coisa que a muito não ocorria: Voldemort deu sinal de vida pela cicatriz de Gina. A garota começou a sentir uma ardência na cicatriz e levou a mão diretamente a ela, atraindo a atenção de Harry e Dumbledore. Começou a ficar branca e seus olhos perderam o foco, suas pernas fraquejaram e ela caiu no chão gemendo de dor. Todos ficaram paralisados com essa cena, apenas Harry conseguiu me mover e chegar até a garota, fazendo com que a mesma deitasse no seu colo, enquanto a dor continuava. Aos poucos, a dor foi sumindo, e Harry tentava acalmar a namorada. Quando a menina conseguiu se levantar e sentar no sofá com a ajuda do namorado, Dumbledore fez a pergunta que todos queriam saber:


- O que aconteceu? O que foi isso, Gina?


- Isso, professor, foi Tom tentando entra na mente dela. Ele deve ter descoberto alguma coisa importante e queria saber alguma coisa sobre ela. – falou Harry, visto que a ruiva ainda estava abalada mentalmente para responder.


- Você já viu isso acontecer? – perguntou Sirius enquanto sentava ao lado da afilhada.


- Sim, enquanto voltávamos para o salão comunal, depois do baile, ele descobriu que eu sou capaz de resistir a Imperius totalmente. Ficou aborrecido e tentou entrar em minha mente e ver se era verdade, falou a garota, assustando a todos, menos o moreno ao seu lado, que se levantou e foi buscar um copo d’água.


- Você está bem, querida? – perguntou Marlene sentando-se no lugar que o moreno estava antes, logo em seguida, Harry voltou e entregou para a ruiva o copo com água.


- Brigada, Harry. Estou sim, madrinha, agora estou. – falou a garota. – Podemos conversar sobre isso amanhar, estou com uma dor de cabeça do caramba, parece que a Blackmoon (a dragonesa Rabo-Cornereo Húngara, da primeira prova do Tribruxo) passou sobre minha cabeça.


- Claro querida. Harry, meu filho, ajude-a a subir ok? – falou calmamente a Sra. Weasley.


- Ok mamãe. Vem ruiva. – falou o moreno lhe estendendo a mão, enquanto Marlene pegava o copo.


- Não exagera moreno, só estou cansada e com dor de cabeça, posso muito bem subir sozinha. – falou enquanto se levantava.


- Sei que pode, mas estou preocupado com minha namorada, por isso vou leva-la até seu quarto. – disse o moreno enquanto a abraçava de lado e a levava para cima. – Boa noite! – disseram os dois namorados e desapareceram escada a cima, deixando todos muito preocupados com a garota e surpresos pelo moreno ter sido o único capaz de fazer algo para ajuda-la.


**--**


No dia seguinte, Gina contou a todos, que Tom tinha descoberto que ela saiu da casa de seus tios debaixo da vista de seus espiões, e tinha tentado descobrir sua localização. Á tarde foram ao Beco Diagonal comprar os materiais, descobriram que teriam aulas de Duelos, Profecias e Alquimia. Gina ainda comprou outros livros, além de alguns ingredientes para poções diversas. Gina conheceu uma amiga de sua mãe, que por coincidência era a nova professora de Profecias, Karina Flynfleter.


Voltaram para o Grimmauld Place e arrumaram os materiais, depois almoçaram e Gina foi treinar com os fundadores. A noite jantava e ficava namorando ou conversando com os amigos. Assim seguiu a semana, de manhã ficavam todos juntos, durante a tarde, Gina ficava com os fundadores treinando, enquanto, os outros faziam as tarefas e a noite, ficavam namorando ou conversando.


**--**


O dia do julgamento amanheceu nubloso, Sirius teve que ir mais cedo, para fazer alguns testes (ver se não estava sobre Imperius, ou outro feitiço ou poção de controle). As quinze para as dez, Gina, Remo e Marlene, aparataram ao lado da entrada do Ministério, uma cabine telefônica quebrada. Ao entrarem, passaram pela vistoria de varinhas e seguiram para o Tribunal. Marlene e Remo foram se sentar ao lado de Sirius enquanto Gina conversava com o promotor, que queria que a garota testemunhasse contra o padrinho. Após esclarecer que testemunharia a favor, sentou-se ao lado de sua madrinha e esperou o julgamento começar.


Primeiro Sirius foi chamado e relatou sua história, depois foi à vez de Remo e Marlene, que falaram que Sirius era totalmente avesso as Trevas, que nunca trairia Thiago e Lilian e como o encontraram após a fuga de Azkaban. Então o promotor chamou Gina, após fazer o juramento que diria a verdade e sentar na cadeira, o promotor começou a fazer as perguntas:


- Qual é a sua relação com o acusado?


- Ele é meu padrinho, o melhor que poderia ter. – disse sorrindo a Sirius.


- Quando descobriu que ele era seu padrinho? – perguntou o promotor.


- Nas férias, entre meu primeiro e segundo ano. Estava na casa de meus tios, quando minha madrinha e seu filho foram me buscar. Eles me contaram sobre a troca do fiel. – respondeu a garota, com simplicidade.


- Quando o conheceu? – promotor novamente perguntou.


- No início de meu terceiro ano letivo, senhor. – respondeu a garota.


- E porque não avisou ao ministério sobre a localização do acusado?


- Porque, senhor, preferi ter meu padrinho por perto, do que preso e sobre supervisão daqueles monstros.


- A senhorita tem provas que o senhor Black é inocente, além da carta e testemunho? – perguntou o promotor, fazendo aqueles que acreditavam ou sabiam a verdade ficarem paralisados, afinal as únicas pessoas que poderiam comprovar a inocência de Sirius ou estavam mortas (Thiago e Lilian) ou não estavam acessíveis (Rabicho e Voldemort).


- Na verdade, tenho sim senhor. – respondeu a garota para a surpresa de todos. – Se não estou enganada, uma lembrança pode servir como prova não é mesmo? – com a concordância do promotor e da juíza, Amélia Bones, continuou – Quando recebi a carta de meu padrinho e do Ministério, falando do julgamento, estava a algumas horas da última prova do Tribruxo. Prova, a qual vi Lord Voldemort retornar com a ajuda de Rabicho, também conhecido como Pedro Pettigrew.


- Mas isso é uma blasfêmia! Onde já se viu, afirmar que encontrou Você-sabe-quem e ainda ter sobrevivido a ele. – disse severamente o promotor.


- Bom, se o senhor tem tanta certeza assim, creio que não se importará de visitar uma lembrança de uma garota que afirma isso, não? – disse a garota – Senhora juíza, posso? – com a concordância da mesma, levou a varinha à têmpora e após estar com a lembrança em mãos, fez um feitiço, onde todos do tribunal foram levados ao labirinto, no exato momento em que Gina tocava e taça e junto com ela, todos foram levados ao cemitério, onde viram a garota pegar a varinha, ao mesmo tempo em que Rabicho aparecia e lhe lançava um feitiço pelas costas e lhe prendia numa estatua, acima do tumulo de Tom Riddle pai. Viram Rabicho cortar a pele de seu braço esquerdo, fazendo a sangue escorrer para dentro de um caldeirão, depois virão Voldemort aparecer, convocar seus seguidores, falar com eles, torturar Gina com o Cruciatus – mas ela aguentou, não emitiu um só grito, nem lágrimas -, viram ele ordenar que Rabicho a soltasse e lhe devolve-se a varinha.


- Creio que sabe duelar, não Gina? Dumbledore deve ter lhe ensinado, creio eu. – falou Voldemort.


- Então não foi Sirius Black que traiu meus pais, e sim Pedro Pettigrew? – perguntou a garota, já sabendo a resposta.


- Mas é claro, sua tolinha. Black jamais trairia a sangue ruim de sua mãe e nem o amante de trouxas de seu pai. Mas chega de conversa fiada e vamos ao que interessa. Crucio! – e lançou novamente a maldição, mas Gina conseguiu desviar.


- Que foi Tom? Perdeu a mira Voldinho? – debochou a garota.


- Ora, menina insolente, tenha mais respeito com o maior bruxo de todos os tempos! – falou Voldemort e continuou lhe lançando feitiços, mas Gina conseguia desviar de todos.


- Não sabia que Dumbledore estava aqui, Voldie. Ele é que é o maior bruxo de todos. Você é só um mestiço que se acha o tal e se auto domina Lord, Tom. – disse a garota, irritando ainda mais o bruxo. Alguns comensais iam avançar contra a menina, mas Tom os impediu.


- Não, ela é minha. Irá se arrepender de tudo que disse sua garota insolente. – disse, e parou de ataca-la.


- Ora já se cansou Voldie? Eu sei que a companhia está agradável e o local é maravilhoso, mas sabe? Tenho gente me esperando lá na escola e já estou aqui faz tempo, então, Expulso Máxima! Accio Taça! – disse a garota, e antes de pular e pegar a taça, disse – Tchauzinho cara-de-cobra.


Nisso, todos voltaram para o Tribunal, no local que estavam antes de entrar na lembrança da garota. Todos estavam horrorizados e surpresos, apesar de todo que a garota passou, ainda arranjou forças para zoar com o maior bruxo das Trevas de todos os tempos.


- Isso é prova o suficiente? – perguntou a garota calmamente, surpreendendo ainda mais todos.


- Sim senhorita. Agora, eu, Amélia Bones, declaro o réu, inocente. Podem ir. – disse a juíza e em seguida saiu do Tribunal.


Gina calmamente foi em direção aos padrinhos e ao tio, que ainda estavam surpresos. Quando viram a menina aproximar, Marlene começou a chorar e abraçou-se a garota.


- Calma madrinha, calma. Já passou! – tentou acalmar a madrinha.


- Sua louca! Por que não nos disse que isso tinha acontecido? – brigou Sirius com ela.


- Padrinho, creio que o importante era sabermos que Voldemort voltou e não que eu sofri Cruciatus umas três vezes e nem que eu fiquei debochando da cara dele e inventando apelidos pro branquelo. – falou a menina. – Agora, podemos ir? Creio que tem um monte de gente que adoraria lhe parabenizar, afinal você agora é livre. E creio que tem um Sr. Gabriel McKinnon Black que quer ver os pais, certo?


- Gina tem razão, Almofadinhas. É melhor irmos andando. Mas não pense que vai escapar da bronca, Gina. Conversaremos sobre isso depois e na companhia de Molly, e longe o suficiente de sua varinha. Sabemos do que é capaz de fazer com ela, mocinha. – falou Remo.


- Vamos indo. – disse Lene, depois que se acalmou.


Os quatro seguiram para a saída, onde poderiam aparatar para a praça na frente do Grimmauld Place. Entraram e foram almoçar, onde durante o almoço, Sirius, Lene e Remo contaram sobre o julgamento e sobre a prova do Tribruxo, e como Remo disse, bem longe da varinha da ruiva. Após saberem o ocorrido, todos começaram a lhe dar uma bela de uma branca, inclusive os quadros, já que a menina não entrou em detalhes, por causa disso, Gina foi forçada a usar um feitiço silencioso sem o uso de varinha, causando espanto total nas pessoas e depois disso, pegou sua varinha, seguiu para o sótão e disse aos fundadores que ia treinar sozinha dessa vez. A garota passou a tarde inteira treinando e fazendo uma poção de um dos livros que comprou. Quando saiu, foi direto para o quarto, pois estava cansada, tomou um banho e ficou deitada na cama.


Ao mesmo tempo em que isso acontecia, o pessoal tentava retirar o feitiço silenciador que a ruiva colocou, tendo somente conseguido duas horas mais tarde. Tentaram entrar no sótão para falar com a garota, mas foram impedidos pelos feitiços de proteção que a garota colocou. Após muitas tentativas, desistiram e esperam para falar na hora da janta, mas assim que a garota saiu do banho, Harry foi falar com ela, sentia que sua ruiva necessitava dele.


- Gi? – disse o garoto calmamente na porta.


- Oi Harry, pode entrar. – falou a ruiva sentando-se na cama.


- Que foi amor? Você ta com uma carinha triste. – disse o moreno sentando-se na cabeceira da cama e fazendo a ruiva deitar-se no seu colo.


- É que essa lembrança do torneio não é muito agradável e sempre me faz lembrar das coisas difíceis que passei antes de saber ser uma bruxa. – falou a ruiva, recebendo os carinhos no cabelo que o namorado fazia.


- Quer falar sobre isso? – perguntou o namorado.


- Ainda não me sinto a vontade sobre falar disso, amor. – disse a menina fechando os olhos.


- Ok! Só quero que saiba que quando precisar pode contar comigo. – disse dando um beijo na testa da ruiva.


Harry ficou fazendo carinho nos cabelos da ruiva pensando no quanto a garota já tinha sofrido, enquanto a ruiva caia num sono bom e calma, que não tinha há muito tempo. Quando Marlene foi chama-los para jantar, viu que a afilhada dormia calmamente e ajudou Harry a coloca-la melhor na cama e desceram para jantar.


Durante o jantar, Dumbledore apareceu e falou sobre a situação de Narcisa, Manuela e Draco Malfoy. Disse que eles ficariam em Hogwarts e pediu para tentarem dar uma chance para eles. Marlene, Sirius e Remo trocaram um olhar surpreso, pois Ciça era uma das melhores amigas de Lily e Lene, e ex-namorada de Remo. Como em um acordo mutuo, decidiram dar uma chance para a amiga se explicar. Dumbledore avisou que Narcisa aceitou participar da ordem e informou que os Malfoy era de quem Gina se referia quando disse “eles”. Deixando todos surpresos, Dumbledore voltou a Hogwarts.


O restante das férias, ninguém comentou mas nada sobre a última prova do Tribruxo, e falaram para Gina que sabiam sobre os Malfoy, e decidiram dar uma chance para a doninha da Sonserina. As duas semanas passaram calmas e com a mesma rotina das outras. Então chegou o tão esperado dia de voltar a Hogwarts...


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Aviso: este capitula possui informações da fic: “Harry Potter e o Espelho Real” de Jewel e Kawa Potter.
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N/A.: Eis o quarto capitulo!!!!
Espero que estejam gostando de ler, pois eu estou adorando escrever!!!!
Novam,ente gostaria de pedir que comentassem o que acham, apesar de tudo vocês não vão sofrer um Avada Kedavra, ou um Crucio, um Sectumsempra, nem nenhum desses feitiços nocivos, viu???
A mão também não vai cair e vão estar ajudando uma autora e a fazendo feliz!!!
Autora feliz + comentários = inspiração = a capitulos popstados mais rapidamente e melhores.
Sou boa em Matemática não???

Beijinhos e estarei esperando coments, viu??? 

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Comentários: 2

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Enviado por Gemeas Potter em 14/01/2012
Bom, parei aqui! Me desculpe pela demora, mas é que eu estou com um monte de fic para ler, e além da Maiga do Amor, estou dando início a uma outra fic. Sobre a sua fic... ela é muito legaall!! Ja disse que você tem muita imaginação? kkk Você escreve muito bem. O Harry muitoo fofo preoupado com a Gina. Enfim, prometo continuar a ler assim que entrar novamente aqui na F&B ok? Beijão =**
Nota: 5

Páginas:[1]
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Enviado por Luna Prongs em 04/10/2011

Narcisa ex namorada de remus??? 0.0
kkkkkk
 E o Harry é muito fofo *-*
Amei o cápitulo (como sempre)... Não para de escrever não que tá muito legal...
Beeeijos

Nota: 5

Páginas:[1]
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